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| (Qu`ò depois a mãe... Ela andou a fazer queixa à mãe, e depois a mãe dizia-lhe:) | |
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--Deixa-te lá, minha filha: [. . . . . . . . . . . .] |
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é tempo de sementeira, anda a gente ocupada.-- |
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E depois veio um e trouxe-lhe a novidade: |
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--Um touro deitou-lhe as tripas fora e ele disse que não é nada. |
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--Mãe, traza-me essa roupa, a triste, não a de gala, |
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qu` o meu querido Francisco, um touro lhe deu uma astada; |
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ele deitou-lhe as tripas fora e ele disse que não é nada.-- |
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À entrada do povo as campas se dobravam; |
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ao chegar ao fundo da escada, já em quatro lho baixavam. |
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--Adeus, querido Francisco, adeus, querido da minh` alma, |
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que me deixaste no mundo solita, desemparada.-- |