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--Pela jura que juraste ao nosso pai Abraão, |
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mandamentos que fizeste nos campos de Morião.-- |
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Depois das palavras ditas partiu Abraão pelos montes |
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onde o Senhor o mandava. Mandou aos seus mancebos: |
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--Mancebos, ficai aqui, que eu e o moço iremos, |
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a vós tornaremos.-- |
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Disse Isaac lá no campo: --Senhor pai, está aqui o fogo |
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e a lenha para acender; mas onde está a vítima? |
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--Olhai vós, meu filho, isso não vos dê cuidado, |
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que manda o Senhor que sejais sacrificado. |
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--Se o Senhor manda e ordena, cumpra-se o seu santo mandado; |
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quem morre pelo Senhor no céu é coroado. |
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Peai-me de pés e mãos |
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para que, na hora da minha morte, não faça algum desavisado, |
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não erga os olhos contra o Senhor nem contra vós, meu pai, irado.-- |
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Tapou Abraão os olhos a seu filho Isaac e ergueu a mão para dar o golpe. |
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Neste tempo veio um anjo: --Tate, Abraão, velho honrado! |
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Está o Senhor satisfeito e de ti já está pago. |
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Manda-te o Senhor que vás àquela silveirinha, |
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que lá está um cordeirinho preso pela barbela, |
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e dele farás sacrifício ao Senhor.-- |
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| Oh, benzer-te, benzerei, aplicar-te, aplicarei. |
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| Que as tuas sementes sejam tantas como o mar de areias, | |
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| céu de estrelas, árvores de folhas, e sementes por todo o mundo | . |
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