spa eng por

Pan-Hispanic Ballad Project

Index of First Verses

Scroll down or use the browser's FIND [^F] to locate a particular first verse.
(articles, punctuation, and accented characters do not affect the sorting sequence)



Number of first verses: 9765

  A Adelina háde ser minha, / és a minha namorada,//ê di ouro te vestia, / ê de prata te calçava.//  [IGR # 0005+0075] #7150
  A Alvorada, Alvoradinha, / sentada no seu bordado,//dores de parto lhe deram / que a fizeram ajoelhar.//  [IGR # 0153] #6565
  A Atocha va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo lleva! / ¿Quién se lo peinará?//  [IGR # 3013.9] #5101
  Abajando va el conde / maldiziendo a su mujer//que le parió siete hijos / sin ningún hijo varón.//  [IGR # 0231] #8922
  --Abaxad Cara de Flores, / avridme la puerta.--//Abaxó Cara de Flores, / avió la puerta.//  [IGR # 0552] #8042
  Abelardo ya se iba / Abelardo ya se va//y a su mujer la dejaba / cansadita de llorar//  [IGR # 0110] #3893
  A Belén camina / a Virxe Maía//leva a San José / n`a sua compañía//  [IGR # 0542] #8770
  A Belén camina / la virgen Maria// iba San José / en su compañía.//  [IGR # 0226] #8933
  A Belén camina / la Virgen María//San José bendito / va en su compañía //  [IGR # 0542] #7939
  A Belén camina / la Virgen María//San José su esposo, / en su compañía.//  [IGR # 0710] #8256
  A Belén camina / la Virgen María//y a San José lleva / en su compañía.//  [IGR # 0542] #573
  A Belén camina, / quisiera saber,//un hombre de noche / con una mujer.//  [IGR # 0542] #9821
  --Abenamar, Abenamar, / moro de la morería,// el día que tú naciste, / grandes señales había;//  [IGR # 0074] #3322
  Abenámar, Abenámar, / moro de la morería,// qué castillos son aquellos? / altos son y relucian//  [IGR # 0051] #1475
  --Abenámar, Abenámar, / moro de la morería,//¿qué torres eran aquéllas, / labradas a maravilla?//  [IGR # 0051] #5912
  --Abenamar, Abenámar, / moro de la morería,//y el día que tú nacistes / grandes señales había://  [IGR # 0074] #3326
  Abraham tenía un hijo / muy querido y estimado// y un día, estando en la mesa / todos juntos merendando,//  [IGR # 0201] #9817
  --Abra-me a porta, / chegue-se `ó postigo,//atire-me c` um lencinho, / qu` eu venho todo ferido.//  [IGR # 0189] #7059
  --Abram-s` as portas, / fachem-s` os postigos,//vênham dari a ismola / `ó triste ceguinho.//  [IGR # 0189] #7041
  --Abram-se as portas, / fechem-se os postigos,//amor, dá-me um lenço, / que eu venho ferido.//  [IGR # 0189] #7056
  --Abram-se essas portas, / fechem-se os postigos,//dê-me cá um lenço, / que venho ferido.//  [IGR # 0189] #7026
  --Abra-se essa porta, / cerre-se o postigo;//dê-me cá um lenço, / que já venho f`rido.//  [IGR # 0189] #7037
  --Abre a porta, Ana, / abre o teu postigo;//dá-me um lenço, amor, / que venho ferido.//  [IGR # 0189] #7048
  --Abre a porta, Ana, / abre o teu postigo, //dáme um lenço, Ana, / que venho ferido. //  [IGR # 0189] #7017
  --Abre a porta, Morena, / abre a porta, minh` alma.//--Como te heide abrir a porta, / meu Frei João da minh` alma,//  [IGR # 0309] #6843
  Abre la porta, morena, / abre la porta, minha alma.//Como t`hei-d`abrir a porta, / meu Frei João da minha alma,//  [IGR # 0309] #2711
  --Abre la porta, Morena, / qu` estou de pés na geada,//se me não abres la porta, / Morena, nã vales nada.//  [IGR # 0309] #6848
  --Abre la puerta, Polonia, / que vengo muy mal herido,//cuatro puñaladas traigo / que me ha dado tu marido.//  [IGR # 0115] #9284
  Abre la puerta, Teresa, / que la muerte traigo aquí// Quién es ese caballero, / que a mi puerta mandó abrir?//  [IGR # 0222] #1048
  --Ábreme a porta, / cérrame o postigo//e faime a cama, / que venño mui frío.//  [IGR # 0189] #4465
  --Abre-me a porta, / fecha-me o postigo,//deita-m` um lencinho, / que eu venho ferido.//  [IGR # 0189] #7027
  --Abre-me a porta, infeliz, / eu `stou com o pé na geada,//se não me abres a porta / não és feliz não és nada!//  [IGR # 0309] #6841
  --Abre-me a porta, morena, / / morena linda, casada!//--Como ta eu abrirei, ó D. Luís da minha alma?//  [IGR # 0309] #6822
  --Abreme a porta, Morena, / Moreninha engraçada, //se me não abres a porta, / nem és Morena nem nada!//  [IGR # 0309] #6827
  --Abre-me a porta, Morena, / moreninha malfadada,//Se me não abres a porta, / não és Morena nem nada.//  [IGR # 0309] #6824
  --Abre-me essa porta, / abre-me o postigo;//dá-me um lenço, Ana, / que eu venho ferido.//  [IGR # 0189] #7039
  --Ábreme la puerta, Elena, / no me tengas desconfianza,//que soy Fernández Francés / que ahora vengo de Francia.--//  [IGR # 0222] #5054
  --Abre-te, porta, / cerra-te, postigo;//dá-me o teu lencinho, / que venho ferido.//  [IGR # 0189] #7021
  --Abridme, galanica, / que va amanecer. //--Abrid, ya vos abro, / mi lindo amor, //",  [IGR # 0597] #8556
  Abrisme, Cara de Rosa, / abrisme la puerta,//que de siempre fuites mía, / cuanto y más ahora.//  [IGR # 0552] #3676
  À caça ia D. Pedro, / à caça como solia;//chegou ao meio do caminho, / o mal da morte le vinha;//  [IGR # 0080] #7468
  A caçar n`és el bon rei, / el bon rei i la regina, //no roman ningú a palau / sinó l`infant i la dida.//  [IGR # 0802] #9768
  A caçar vai caçador, / a caçar donde o sol ia;//seus perros leva cansados, / seu balcão perdido ia;//  [IGR # 0164+0100] #7238
  A caçar vai cavaleiro, / a caçar como o sol ia;//seus perros leva cansados / de andar de noute e de dia.//  [IGR # 0164+0100] #7252
  A caçar vai cavaleiro, / a caçar como solia;//seus gozos leva cansados / e o falcão perdido ia.//  [IGR # 0164] #7248
  A caçar vai cavaleiro, / a caçar donde o sol ia.//Seus perros leva cansados / e o falcão perdido ia,//  [IGR # 0164+0100] #7244
  À caça se vai D. Pedro, / à caça com o sol ia,//seus cães leva cansados, /ele cansado ia.//  [IGR # 0080] #7465
  À caça vai cavalheiro, / caçava como solia;//anoitecera na serra / sem caça, sem companhia.//  [IGR # 0164] #2860
  A Calatrava la Vieja / la combaten castellanos// por cima de Guadiana / derribaron tres pedazos;//  [IGR # 0031] #1402
  A casar se vai don Pedro, / a casar con Morsolina,//e no medio do camiño, / diull` un dolor de barriga.//  [IGR # 0080] #8694
  A caza iba el caballero, / a caza como solía,//los perros iban cazando / y el halcón perdido había.//  [IGR # 0164] #8801
  A caza iban, a caza / los cazadores del rey,// ni fallaban ellos caza, / ni fallaban qué traer.//  [IGR # 0133] #1533
  A cazar el rey salía, / a casar como salía,//por yirse a la caza, / onde la reina se iya.//  [IGR # 0426] #2934
  A cazar iba, a cazar / el esposo don García.//Se ha echado a dormir / al tronco una verde oliva.//  [IGR # 0183] #4878
  A cazar iba, a cazar, / el infante Juan García,// . . . / no caza como solía;//  [IGR # 0164+0100] #5408
  A cazar iba don Juan, / a los montes que solía,// lleva los perros cansados, / la caza no parecía.//  [IGR # 0164+0100] #760
  A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//eso de la medianoche / echó la vista p`arriba,//  [IGR # 0164+0100] #8364
  A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//lleva los perros cansados, / la caza no aparecía.//  [IGR # 0164+0100] #8356
  A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//los perros iban cansados, / la caza nun parecía.//  [IGR # 0164+0100] #8351
  A cazar iba don Pedro, / a cazar donde solía,// los perros lleva cansados, / el galgo no parecía.//  [IGR # 0164+0100] #759
  A cazar iba don Pedro, / de caza como solía,//los perros lleva cansados, / la caza no parecía.//  [IGR # 0164+0100] #8358
  A cazar iba don Pedro / y a los montes que solía,//donde cae la nieve a copos / y el agua serena y fría;//  [IGR # 0080] #9001
  A cazar iba el caballero, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / y el halcón perdido había.//  [IGR # 0164] #8800
  A cazar iba el caballero, / a cazar como solía,//los perros le iban cazando, / el halcón perdido iba,//  [IGR # 0164] #3749
  A cazar iba el don Pedro, / a cazar como solía,//los perros iban cansados, / la caza no le venía,//  [IGR # 0080] #8375
  A cazar sale don Jorge, / a cazar como solía,//lleva su perro calzado, / el hurón calzado diba.//  [IGR # 0164+0100] #3750
  A cazar se vai don Pedro, / a cazar como solía//os perros leva cansados / i a cabeza lle doía.  [IGR # 0100] #1662
  A cazar va el caballero, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / y el halcón perdido había.//  [IGR # 0164] #9384
  A cazar va el caballero, / a cazar pra Mosolía//os perros leva cansados / i a caza non parecía.//  [IGR # 0164] #1749
  A cazar va el cazador, / a cazar como solía;//los perros ya están cansados / y el hurón perdido había;//  [IGR # 0164+0100] #8326
  A cazar va la serrana, / ojos de garza morena;//lleva la escopeta al hombro / como si cazador fuera.//  [IGR # 0233] #7436
  A caza va el cazador, / a caza como solía,//lleva los perros cansados / de subir cuestas arriba.//  [IGR # 0164] #9709
  Achava-se dona Iria / na sua sala asssentada,//bordando de agulha de oiro / e com seu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7684
  A cidade de Coimbra / tem uma fonte de água clara;//as moças que bebem nela / logo se vêem pejadas.//  [IGR # 0159] #6083
  A condessa teve um filho, / e o filho seu não tinha mais,//Foi-o levar ao palácio / p`ra ele valer muito mais.//  [IGR # 0440] #4412
  A condessa teve um filho, / teve um só, não teve mais;//foram oferecer ao rei / p`ra saber e valer mais.//  [IGR # 0440] #2656
  Acordado de la muerte, / aunque con algún temor,//propio amor de su aparato, / en apariencia omisión,//  [IGR # 1265] #3545
  --Acorda, Helena, / desse teu dormir,//vai ver o cego / à porta a pedir.//  [IGR # 0189] #4469
  Acordai, filha Princesa, / vinde ver o belo cantar;//ou e serafim no céu / ou e sereia no mar.//  [IGR # 0049] #5817
  --Acordai vós, madre, / do doce dormir;//vind` ouvi` lo cego / cantar e pedir.//  [IGR # 0189] #7067
  --Acorde, minha mãe, / acorde de dormir,//que aí vem o triste cego / a tocar e a pedir.//  [IGR # 0189] #7040
  --Acorde, minha mãe, / acorde de dormir,//venha ouvir o cego / cantar e pedir!//  [IGR # 0189] #7034
  --Acorde, minha mãe, / desse seu dormir,//venha ouvir o cego / cantar e pedir.//  [IGR # 0189] #7028
  Adán tenía un hijo / chiquitito y`inclinado//siempre está pidiendo a Dios / que salga bien eduoado//  [IGR # 0201] #8001
  --Adelina, Adelina, / queres ser minha namorada?//Eu lo oiro la bestia, / eu de prata la calçava.--//  [IGR # 0075] #7140
  A descer da minha escada, / me caiu o meu chapim; //ao abrir da minha porta, / m` apagaram o meu candim;//  [IGR # 0222+0168] #6899
  --Adeus, vós, mãe da minh` alma, / que já nã torno a ver,//lá vai esta nau à guerra, / pelejar até morrer.//  [IGR # 0112] #5971
  Adiós, ciutat de Málaga, / ciutat rica y abundanta,//s` hi passeja un cavallé / festeja una noble dama.//  [IGR # 0384] #8571
  --Adiós, linda Margarita. / --Adiós, lindo baronel.//--Yo me embarco para Francia, / ¿qué mandáis a quien queréis?//  [IGR # 0113] #3464
  A dona Claralinda, / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6278
  A dónde va Jesucristo / en una cruz enclavado//todo cubierto de luto, / hasta los pies del caballo?,//  [IGR # 0481] #2096
  Adónde vas, Alexandre, / adónde vas, arriero?//--Vamos a la romería, / vamos los dos compañeros.//  [IGR # 0738] #2167
  --¿Adonde vas, Alfonso Doce, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Merceditas, / que hace un año la perdí./ /  [IGR # 0168.1] #4687
  --¿A dónde vas, Valdovinos, / dónde vas que no es de día?//--Y que seya, que no seya / tengo de ir ver a María.--//  [IGR # 0546] #8371
  Adormido se ha el buen viejo / del cansancio que traía,//a la sombra de un enebro / que otro árbol no le había,//  [IGR # 0894] #4541
  adrugaba conde Niños / a las orillas del mar//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8465
  A entrada do mês de Maio, / `espedida da Primavera,//soldadinho rei Fernandes / votou laços para a guerra.//  [IGR # 0176+0168] #6491
  À entrada do mês de Maio, / . . . saída da Primavera,//entrou o rei Fernandes / laços deitando . . . guerra.//  [IGR # 0176+0168] #6489
  A esto pasó un pastor / y se enamoró de una de ellas.//--Oh buen yerno ¿como estás?, / ¿Cómo quedó Blancaflor?//  [IGR # 0184] #3608
  A filha de um rei de Espanha / aprendeu lambandeira.//. . . / . . . //  [IGR # 1663] #6614
  A filha do Rei da Espanha / foi tomar banho no mar,// a jóia caiu do dedo / e foi ao fundo do mar.//  [IGR # 2964] #9528
  A filha do Rei da França / foi tomar banho de mar;//caiu a jóia do dedo, / ela se pôs a chorar.//  [IGR # 2964] #4422
  A formiga foi ansiosa / e correu o pé na neve.// Ó neve, tu és tão forte / que meu pé prendes?//  [IGR # 0737] #2896
  A fortuna convidou-me, / p` ra ir com ela jantar,//em mesa de sentimentos, / toalhinha de pesar.//  [IGR # 0720] #6541
  A França hi ha una dama, / dama, dama de gran valor.//Du la cabeiera llarga, / llarga fins en el taló.//  [IGR # 0107] #4864
  a Fray Diego / sentadito al sol,//las bolsas colgando / y tieso el bastón.//  [IGR # 0665] #9761
  Afuera, afuera, Rodrigo, / el soberbio castellano,// acordársete debría / de aquel tiempo ya pasado//  [IGR # 0021] #1423
  Agora baixou o sol, / horas são de merendar,//vozes dava o marinheiro, v / ozes dava, que se afogava.//  [IGR # 0180] #7702
  Agora baixou o sol, / louvado seja o Senhor!//Eu casei c` uma donzela, / filha é dum lavrador;//  [IGR # 0085] #7478
  Águeda, que no quisiste / a los dioses adorar//en prueba de tu constancia / las tetas te han de cortar.--//  [IGR # 0393] #2202
  À guerra, à guerra, mourinhos, / ide pelo mar em fora,//quero uma cristã cativa que seja / bem branca e loura.//  [IGR # 0136] #6174
  A guerra, à guerra, mourinhos, / quero uma cristã cautiva//Uns vão por o mar abaixo, / outros por a terra acima.//  [IGR # 0136] #2310
  Agustín está malo, / muy malito en cama//llamaron siete dotores / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #2392
  Agustín está malo / muy malito está en cama//  [IGR # 0006] #2400
  Ah, el día de los Reyes, / la primer fiesta del año// cuando todas las doncellas / al rey piden aguinaldo.//  [IGR # 0056] #8075
  Ahí arriba en aquel alto / venden ricos naranjeros;//ciego es el que los vende, / ciego es el que no ve.//  [IGR # 0226] #5343
  Ahí por bajito de Burgos / hay una pequeña aldea//y habitaba un comerciante, / tratante de paño y seda,//  [IGR # 0096] #609
  Ahí viene don Pedro / de la guerra herido;//viene con el ansia / de ver a su hijo.//  [IGR # 0080] #4829
  Ahí viene el perro moro / a todos desafiando//Ya tiene los dientes romos / de morder a los cristianos//  [IGR # 0061] #8979
  . . . //Ahí viene San José, / le dijo de esta manera//--¿Qué haces ahí, María, / con hábito de doncella?//  [IGR # 0098.1+0043.1] #8290
  --¿Ahont anéu vos, el bon comte, / ahont anéu tan dematí?//--Vaig á veure la comtesa / tant de temps que no `ns hem vist.//  [IGR # 0168] #8592
  Ahora les voy a decir / a las señoras honradas,//no den su brazo a torcer / cuando se encuentren casadas;//  [IGR # 0222] #5056
  Ahora que estoy despacio / siéntate y te contaré// la vida de un molinero / y el trance de su mujer,//  [IGR # 0461] #1303
  Ahora se publican guerras / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4155
  --Ai de mim, que eu já sou velho, as guerras me acabarão,//sete filhas que eu tenho, sem ter um filho varão!//  [IGR # 0231] #7544
  --Ai de mim, que já sou velho, / as guerras me acabarão,//de três filhas que eu tenho / não tenho um filho varão!//  [IGR # 0231] #7525
  -Ai de mim, que sou velho, / as guerras m` acabarão.//Mal hajas tu, ó mulher, / e o teu mau coração,//  [IGR # 0231] #7493
  --Ai de mim, que vou p`r` à guerra, / guerras me acabarão,//de três filhas que eu tive, / sem nenhuma ser varão!//  [IGR # 0231] #7509
  --Ai de mim, um pobre velho, / que as guerras me acabarão,//de três filhas que eu tenho, / não ter um filho varão!//  [IGR # 0231] #7539
  --Ai, fill, per què no et cases, / per què no et cerques muller?//--Ai, mare, la mia mare / amb qui em casaré?//  [IGR # 0148] #4508
  Ai, Jesus da minha alma, / Senhor do meu coração,//quem soubera imitar / passos da vossa paixão//  [IGR # 2900] #2796
  Aimería, Aimería, / das montañas de León//de siete hijas que has tenido / ninguna te fue varón.//  [IGR # 0231] #1716
  Ainda ban se passeia a mourinha / de calçada em calçada,//  [IGR # 0045] #2210
  Ainda há pouco deu-se um caso / lá no centro de Espanha://`Tava D. João a morte, / doente na sua cama.//  [IGR # 0006] #2288
  A infância das mulheres / e para os homens cadeia:// muitos perdem no sentido / e o sangue das suas veias;//  [IGR # 2690] #2319
  Ai, nossa nau Catrineta, / andas perdida na mar,//já nã temos que beber, / já nã temos que manjar;//  [IGR # 0457] #7773
  Ai que saudades m`apertam / por a casa dos mês pais//Também m`apertam as dores / s`a minha mãe nã chegar.//  [IGR # 0153] #2702
  Airecito que venía / de tierra de Aguadelupe;//niña, despierta tu madre / para que el romance escuche.//  [IGR # 0188] #2758
  Alabadas sean las horas, / las horas que Cristo padeció,//por librarnos del pecado, / bendita sea su pasión.//  [IGR # 1537.1] #5078
  Alabándose anda Féliz, / Féliz como el gran traidor,// que no hay dama ni doncella / que a él le niegue el amor.//  [IGR # 0532] #845
  Alabóse el conde Vélez / alabóse el gran traidor,//que no hay dama ni doncella / que le negase el amor,//  [IGR # 0532] #3347
  Alabóse el conde Vélez, / alabóse el muy traidor,//que no hay dama ni doncella / que no riera su amor.//  [IGR # 0532] #5863
  Alabóse el conde Velo / en sus cortes s` alabó,//que non hay ni mosa ni casada / que s` enconora d` amor.//  [IGR # 0532] #4462
  A la celestial Princesa, / madre del divino Verbo,//le pido me dé su gracia, / porque sin ella no puedo//  [IGR # 5138] #3548
  A la celestial Princesa, / madre del divino Verbo,//le pido me dé su gracia, / porque sin ella no puedo//  [IGR # 5138] #3547
  --A la cinta, cinta de oro, / a la cinta de laurel,//por ciertas calles me han dicho / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5208
  A la ciutat de Granada / tota la gent va fugir//menos una noble dama / que té pres el seu marit.//  [IGR # 1058] #4496
  A la hija del rey / la llevan cautiva,//la cautivan moros / para Morería.//  [IGR # 0169] #2567
  A la medianoche y guila, / los gallos quieren cantar//Carlos, el amor que tiene, / no lo puede sosegar.//  [IGR # 0366] #1682
  A la montaña de Oro, / allí dentro de una cueva,//n`hi havia una serrana / blanca i rossa i no es morena.//  [IGR # 0233] #7427
  A la montanya d`Orís, / n`hi ha una linda mujera;//lleva chaqueta encarnada / y hermilla de seda buena,//  [IGR # 0233] #7429
  Alandino, Alandino, / paje del rey más querido,//¡cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo!//  [IGR # 0023] #9697
  Al ángel del oro, / que son hijas de un marqués//y me ha dicho una señora: / ¡Qué lindas damas tenéis!//  [IGR # 0224] #3301
  Al año de estar alli / dice que se va a la guerra//miente como un gran traidor / y fue a casa de su suegra//  [IGR # 0023+0110] #4260
  A la oliva verde, / a la verde oliva,//y a la hija del rey / la llevan cautiva,//  [IGR # 0169] #2568
  A la orilla de un río / una morena,// bordaba un gran vestido / para la reina;//  [IGR # 0411] #996
  A la plassa fan bailadas / mare, deixeumi aná;//yo que so tan boniqueta / bailado no `m faltará.//  [IGR # 1040] #7843
  A la presó de Lleyda / tots los presos hi son,//cent y cinquanta presos / cantan una cansó. //  [IGR # 0375] #8563
  A la puerta de Aire / limosna pedían,//partíalo la madre, / bajábalo la hija.//  [IGR # 0189+0148] #4489
  A la puerta de Aire / un pobre venía; //pártelo la madre, / bájalo la hija.//  [IGR # 0189] #6223
  A la puerta del rey cuarto/ vive Felipe tercero//llega una mujer cansada/ a pedir alojamiento.  [IGR # 0007] #4885
  A la puerta el Aire / (y) un pobre pedía;//lo parte la madre, / lo baja la hija.//  [IGR # 0189+0148] #6224
  A la puerta llama un niño / más hermoso que el sol bello//en duda que tiene frío / en duda que está en cueros.//  [IGR # 0179] #375
  --A la puerta llora un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío / y el pobrecito está en cueros.//  [IGR # 0179] #8284
  A la puerta petan, / quién es el que llama?// Es un pobre ciego / que pide posada.//  [IGR # 0189] #947
  A la puerta pican, / sal a ver quién es.// Es el ciego, madre, / que la viene a ver.//  [IGR # 0189] #948
  . . . A la punta de una lancha / un pañuelo yo bordé//que le bordé siendo niña, / siendo niña le bordé.//  [IGR # 0113] #222
  A la que es Madre del Verbo, / María, Señora Nuestra,//le pido, humilde postrado / me dé gracias para que pueda //  [IGR # 5007] #8848
  A la que es madre del Verbo / María y Señora nuestra//la pido humilde y postrado / diga si con lo que pueda//  [IGR # 5007] #8349
  A la quinta, quinta, quinta / de una señora de bien,//llega un lindo caballero / corriendo a todo correr.//  [IGR # 2988] #3533
  A la reina le cortan faxadura, / faxadura de sirma y perla.//Ya le cortan a la esclava / todas las migajirías.//  [IGR # 0136] #9471
  A l`arrabal de Sevilla / viv`una linda zagala,//no tiene padre ni madre, / sol`uno armano l`ampara//  [IGR # 0147] #2757
  A la salida de Francia / y a la entrada de Aragón//me encontré con unas damas / mucho más bellas que el sol.//  [IGR # 0612] #402
  A las diez de la noche / Juan se marchaba//y la pobre de Adela / se desmayaba;//  [IGR # 0195] #3057
  A las doce de la noche / cuando los gallos cantaban,//cuando don Carlos de Amor / se levanta con su espada,//  [IGR # 0366+0159] #8617
  A las doce de la noche / los gallos quieren cantar//cuando el conde y la condesa / a misa del gallo van//  [IGR # 0110] #3920
  A las doce de la noche / un pobre pidió posada;// los padres, como eran dóciles, / ellos luego se la daban.//  [IGR # 0173] #981
  A las dos de la tarde / le dijeron a Prim://--Viva usted con cuidado, / que lo quieren herir.//  [IGR # 0154.9] #3126
  A las idas y venidas / San José hizo reparo//que la saya de María / se le iba levantando://  [IGR # 0777+0710] #3186
  A las mujeres discretas / [ . . . . ]//que presumen de entendidas, / que de amorosas se precían//  [IGR # 0902] #3555
  A las puertas de Belén, / que es ciudad de la Judea//está la Virgen María, / relumbra como una estrella.//  [IGR # 0098.1] #8291
  A las puertas del palacio / del rey Felipe tercero//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento,//  [IGR # 0007] #1910
  Alá vai dona Silvana / pelo corredor p` ra cima,//com a guitarra na mão, / belamente a tangia.//  [IGR # 0503] #6649
  A la verde, verde, / a la verde oliva//donde cautivaron / a las tres cautivas.//  [IGR # 0137] #3046
  A la verde, verde, / a la verde oliva//donde cautivaron / a las tres cautivas.//  [IGR # 0137] #254
  A la verde, verde, / a la verde oliva,//donde cautivaron / y a las tres mocitas.//  [IGR # 0137] #8853
  A la verde, verde, / y a la verde oliva//donde cautivaron / a mis tres cautivas.//  [IGR # 0137] #250
  A la vila de Gabá / n` hi ha unas damas que `s pintan.//S` en posan las millós robas, / donan un tom per la vila.//  [IGR # 0972] #7835
  A la vila de Pontosa / n`hi han tres estudiants//que segueixen els estudis / per a ser-ne capellans,//  [IGR # 0370] #3662
  A la vila de Sant Pere / s`ha tractat un casament//d`un fadrí i una donzella, / la flor de tot lo jovent.//  [IGR # 1044] #7836
  A la Virgen de las Nieves / pido que me dé su gracia//pa contar de una doncella / principio de su desgracia://  [IGR # 0852] #1979
  A la voreta del mar / n`hi ha una donzella// que brodava un mocador / que és per la reina.//  [IGR # 0411] #9575
  A la voreta del mar / un mariner s`hi enfonsa.//--Valga`m la Verge Maria, / valga`m, la Verge i Senyora,//  [IGR # 0538+0180] #8605
  --Albana, ó Albaninha, / filha do conde Albar,//quem te caçara, ó Albana, / três horas a meu mandar//  [IGR # 0149] #2738
  --Albaninha, Albaninha, /a filha do conde Alvar!//Oh! quem te vira Albaninha / três horas a meu mandar!//  [IGR # 0149] #5990
  --Albaninha, Albaninha, / filha do conde de Albar,//quem te dera, Albaninha, / três horas do meu mandar.//  [IGR # 0159] #6036
  --Albaninha, ó Albaninha, / filha do conde d` Alvar,//quem te dera, ó Albaninha, / três horas ao meu mandar!//  [IGR # 0159] #6034
  --Alberto, para que amas / a filha do teu senhor?//Ela é da mais alta gente, / não te deve ter amor.//  [IGR # 0720] #6531
  Al cabar la luna alta / como el sol de mediodía//cuando el conde don Belardo / de las batallas venía.//  [IGR # 0103] #8381
  Al cabo de cuatro meses / se han formado grandes guerras//y a Gerineldo le nombran / por capitán de banderas//  [IGR # 0023+0110] #4223
  Al cabo de los seis años / se ha levantado una guerra//y a Gerineldo le nombran / por capitán de banderas//  [IGR # 0023+0110] #4229
  Al caçar vai cavaleiro, / al caçar com o sol ia;//seus perros leva cansados / e o falcão perdido lhe ia.//  [IGR # 0164+0100] #7247
  Alcançar vai cavaleiro, / alcançar com o sol ia;//seus perros leva cansados, / senhor falcão perdido ia;//  [IGR # 0164+0100] #7243
  Al conde Flores le llevan / por capitán general.//y la triste de su esposa / no cesaba de llorar//  [IGR # 0110] #3814
  Al conde le han nombrado / de capitán general,//la condesa que lo supo / no dejaba de llorar//  [IGR # 0110] #3944
  Al conde le llevan preso, / al conde Miguel del Prado// no le llevan por ladrón, / tampoco porque ha robado,//  [IGR # 0118] #8083
  Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel al prado;// no le llevan por ladrón / ni por cosa que ha robado.//  [IGR # 0118] #750
  Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel del Prado,//no lo llevan por ladrón / ni por cosa que ha robado.//  [IGR # 0118] #8331
  Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel del Prado,// no lo llevan por ladrón / tampoco porque ha matado,//  [IGR # 0118] #751
  Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel el Prado,// por esfurciar una niña / del parador de Santiago.//  [IGR # 0118] #749
  Al dia cinch de juny eram / cent segadors atrevits// Allí á la vila de Targa / encontraren. l` enemich.//  [IGR # 2746] #6396
  --Aldidinha, queres ser minha, / queres ser minha namorada? //S` Adininha fosses minha d` ouro / vestias, prata calçavas.//  [IGR # 0075] #7138
  --Aldininha, queres ser minha, / queres ser minha namorada?//Eu de oiro a vestia / e de prata a calçava.//  [IGR # 0075] #7103
  Al Dió del sielo Abraham, / al Dió del sielo Isaac l`horrado//para cumplirse los tres / fuerte cosa le ha mandado.//  [IGR # 0201] #7933
  Alecrim bateu à porta, / Manjerona: --Quem está aí?//--É um cravo d` Arrochela, / ó Rosa, mandailhe abrir! //  [IGR # 0222+0168] #6896
  A l` edat dels qators` anys / en varen cridá á la guerra,//a quinze mi fan aná / y á setze ya `n som alferes,//  [IGR # 0939] #7890
  Alegraros, Virgen pura, / al oír esta noticia//sabéis cómo a vuestro hijo / le corre una grande prisa,//  [IGR # 0541] #2075
  Al entrar en el congreso / le dijeron a Prim//que tuviese cuidado / que lo iban a herir.//  [IGR # 0154.9] #9636
  A les muntanyes dc l`Oro, / a la ciutat de València,//si n`hi havia una selrana, / rosca, blanxa, i no morena.//  [IGR # 0233] #3654
  --Alevanta, Esturuncha, / del vuestro lindo dormir, //oyeras cantar hermozo / de la sirena de la mar.//  [IGR # 0049] #8918
  Alevantéis mi madre, / una demañana//cuando alboreara / e amanecía,//  [IGR # 0169] #2955
  Alfonso uno, / Alfonso dos//anda en busca de Conchita, / que ayer tarde la perdió./ /  [IGR # 0168.1] #4688
  Aliarda se ha esmerado, / de dormir se ha levantado.//A las puertas del perdón, / a misa se había entrado//  [IGR # 0149] #5881
  Allà a la ciutat de Burgos, / rica vila i abundanta,// si n`hi havia un caballero, / festeja una linda dama.//  [IGR # 0384] #8604
  Allà al palacio del rey / un estendard n`hi ha plantado,//a un cap está la lluna / a s`altre, el solei pintado,//  [IGR # 0002] #8058
  Allá arría en el Carrizal, / día de la Candelaria//en un juego de turrón / de palabras se trataron.//  [IGR # 5116] #1930
  Allá arriba, allá arriba, / junto al Bierzo de Navarra//bäixara el rey Jesucristo / vestido de carne humana//  [IGR # 0524] #1697
  Allá arriba, allá arriba, / junto al reino de Navarra//saliera un batallón / de regimiento de armada.//  [IGR # 0445] #1838
  Allá arriba en alta sierra, / allá arriba en alto mar,//le llevan al conde `Velen / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3835
  Allá arriba en altos cielos / una capilla se hacía//no la hizo carpintero / ni hombre de carpintería,//  [IGR # 0308.1] #8267
  Allá arriba en aquel alto, / debajo de aquel abel,// había una santa , / casa de Santa Isabel,//  [IGR # 0133] #991
  Allá arriba en aquel alto / en el alto de una sierra,//se pasea una serrana, / una serrana se pasea;//  [IGR # 0233] #7352
  Allá arriba en aquel alto / en lo más alto que había,//hay una casa de santos / todos llenos de alegría,//  [IGR # 0212] #5680
  Allá arriba en aquel alto, / había una nueva ermita,// las paredes son de oro, / las tejas de plata fina,//  [IGR # 0456] #966
  Allá arriba en aquel alto / había una pastorina,// los aires la favorecen / y el sol de cara la mira,//  [IGR # 0212] #1271
  Allá arriba en aquel alto / hay una casa caída,//ni la han hecho carpinteros / ni hombres de carpintería,//  [IGR # 0308.1] #5675
  Allá arriba en aquel alto / hay una guapa ermetica,// las paredes son de plata, / las tejas de plata fina,//  [IGR # 0456] #967
  Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera; //cuando tiene gana de hombres / se sale por la ribera. //  [IGR # 0233] #4888
  Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas://  [IGR # 0233] #5599
  Allá arriba en aquel alto, / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas.//  [IGR # 0233] #5598
  Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / perdidora de la hacienda.//  [IGR # 0233] #8646
  Allá arriba en aquel alto, / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / robadora de la hacienda.//  [IGR # 0233] #7368
  Allá arriba en aquel alto / hay un labrador muy rico//que teje paños de seda / y pañuelos exquisitos.//  [IGR # 0096] #598
  Allá arriba en aquel alto / una capilla se hacía//no la hizo carpintero, / ni hombre de carpintería,//  [IGR # 0308.1] #8269
  Allá arriba en aquel alto / una viuda habitaba //de amores la pretendían / los diez príncipes de España..//  [IGR # 0253+0006] #7797
  Allá arriba en aquel alto / un castillo relucía,//no le hizo carpintero / ni hombre de carpintería,//  [IGR # 0308.1] #5674
  Allá arriba en aquellas cuestas, / que las cuestas tienen faldas, / se quedó un pastor dormido, / se le perdieron las cabras,/  [IGR # 0191] #915
  Allá arriba en aquel monte / está una ermita muy fina//las paredes son de oro, / la teja de plata fina,//  [IGR # 0456] #8106
  Allá arriba en aquel monte, / hay una terrible fiera,//con una trenza de pelo / que hasta el zapato le allega.//  [IGR # 0233] #7363
  Allá arriba en aquel monte / se pasea una zagala//al pie de una mata oscura / rezando el rosario estaba.//  [IGR # 0214] #3257
  Allá arriba en aquel monte / una capilla se hacía//no la hizo carpintero / de obra de carpintería,//  [IGR # 0308.1] #8265
  Allá arriba en aquel prado, / hay una fuente que mana//a donde se lava la Virgen / sus pies y su linda cara.//  [IGR # 0104] #164
  Allá arriba en Barcelona / vive una niña muy linda,//siete gala`es la pretenden / de noche como de día.//  [IGR # 0217] #9393
  Allá arriba en Belén, / doce leguas del Calvario//iba la Virgen María / por su hijo preguntando.//  [IGR # 1537.1] #8295
  Allá arriba en Belén, / siete leguas del Calvario,//encontré una mujercita / que iba rezando el rosario.//  [IGR # 1537.1] #5092
  Allá arriba en el altar / gran castillo allí se hacía//que no lo hace un carpintero / ni hombre de carpintería,//  [IGR # 0308.1] #9830
  Allá arriba, en la alta sierra, / la niña se adormentara//Allá arriba, en la alta sierra, / la niña se adormentara;//  [IGR # 0235] #1756
  Allá arriba en la Bahida, / hay una noble ciudad,//nombraron al conde Lara / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3825
  Allá arriba en Lalguadiía, / n aquella noble ciudad,//nombraron al conde Laro / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3823
  Allá arriba en Lombardía, / aquella noble ciudad,//nombraron al conde Laura / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3810
  Allá arriba en Lombardía, / en aquella noble ciudad,//nombran al conde Lara / de la guerra capitán//  [IGR # 0110] #3822
  Allá arriba en Lombardía / en un zaizarro lugar//llevan al conde de Flores / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3860
  Allá arriba en Lombardía, / hay una noble ciudad,//nombraron al conde Lado / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3817
  Allá arriba en Lombardía, / naquella noble ciudad,//nombraron al conde labra / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3808
  Allá arriba en Madrid, / junto al reino de Toledo//habitaba una viuda / que tenía mucho dinero//  [IGR # 0038] #1690
  Allá arriba en Nobardía, / aquella noble ciudad,//nombran al conde Lara / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3819
  Allá arriba en Nogarcía / en aquel rico lugar//llevan al conde de Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3843
  Allá arriba en Novaldia / en una noble ciudad//llevaron al conde Florez / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3859
  Allá arriba en Novalias, / aquella noble ciudad,//tratan de poner al conde / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3828
  Allá arriba en Novardía, / n aquella noble ciudad,//llevaban al conde de Arcos / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3815
  Allá arriba en Ogarcia, / aquella noble ciudad,//se ha casado un matrimonio / de quince años nada mas//  [IGR # 0110] #3832
  Allá arriba en Santa Coma / en un pueblo de Santa Clara//había una mujer vieja / que doña Juana se llamaba,//  [IGR # 0253+0006] #2474
  Allá arriba en Turquía, / dentro de Turquía estaba//una niña muy bonita / que Catalina se llama.//  [IGR # 0126] #1826
  Allá arriba en Valdemoro, / Valdemoro que llamamos//de una hija de una viuda / don Pedro se ha enamorado.//  [IGR # 0643] #1969
  Allá arriba hay una ermita / que la llaman San Simón//donde damas y doncellas / van allá hacer la oración.//  [IGR # 0107+0101] #77
  Allá arriba, muy arriba / en aquella alta montaña//hay una linda doncella / que Catalina se llama.//  [IGR # 0126] #5699
  Allá arriba, muy arriba, / en el reino de Altafalla//habitaba un matrimonio / como el sacramento manda,//  [IGR # 4012] #2129
  Allá arriba, muy arriba, / junto a los caños del agua,//allí estaba un caballero / que don Pedro se llamaba.//  [IGR # 0075] #4963
  Allá arriba, muy arriba / junto al reino de Navarra//Don Juan tenía una hija / Teresita se llamaba //  [IGR # 0253+0006] #2404
  Allá arriba n a Barría / naquella noble ciudad,//nombraron a conde Laro / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3807
  Allá arriba n`aquel monte / hicieron una capilla//no la hizo carpintero / ni hombre de carpintería,//  [IGR # 0308.1] #8264
  Allá arriba Navarría, / naquella noble ciudad,//nombraron al conde Laro / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3809
  Allá arribita, arribita, / hay una pequeña aldea//hay un rico comerciante / que vende paños y sedas.//  [IGR # 0096] #600
  Allá arribita en Belén, / siete leguas de Calvario,//vi pasar a una mujer / toda vestida de blanco.//  [IGR # 1537.1] #8688
  Allá arribita, en Belén, / siete leguas del Calvario,//encontré a una viejecita / que iba rezando el rosario.//  [IGR # 1537.1] #5747
  Allá arribita una ermita / que la llaman San Simón//donde damas y doncellas / iban a hacer oración.//  [IGR # 0107+0101] #9710
  Allá en Barranca la Jolla, / orillita de Plasencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia, muy morena,//  [IGR # 0233] #7421
  Allá en Barranca la Olla, / a orillita de Pacencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia, muy morena,//  [IGR # 0233] #7420
  Allá en Barranca la Olla, / sonilito de Plasencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia y es muy bella,//  [IGR # 0233] #7419
  Allà en el camp de Moreria / n`hi ha una fonteta d`aigua viva.// N`hi ha una fonteta d`aigua viva / i una serpent que n`hi bevia.//  [IGR # 0164] #9562
  Allá en Garganta de Olla, / a una legua de Plasencia,// habitaba una serrana, / alta, linda y sandunguera.//  [IGR # 0233] #928
  Allá en Garganta la Olla, / en la Vera de Plasencia,//salteóme una serrana, / blanca, rubia, ojimorena./ /  [IGR # 0233] #4782
  Allá en Garganta la Olla / por las sierras de la Vera,/ / se pasea la Serrana / bien calada su montera,/ /  [IGR # 0233] #4783
  Allá en Garganta la Olla, / por una senda vereda,//se pasea serrana / blanca, rubia y fue morena,//  [IGR # 0233] #7446
  Allá en Granada la rica / instrumentos oí tocar / en la calle de los Gomeles, / a la puerta de Abidbar,//  [IGR # 0303] #1479
  Allá estábase Ben Dráis / por una fresca mañana//gozando del viento fresco, / mirando correr el agua,//  [IGR # 0014] #1888
  Allá por el mes05/, / allá por la primavera,// cuando don Felipe Quinto / llama gente pa la guerra.//  [IGR # 0176+0168] #1015
  Allá por el mes de mayo / cuando las recias calores,//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores,//  [IGR # 0023+0110] #3034
  Allá por el mes de mayo / cuando los recios calores,//cuando los toritos bravos / y caballos corredores//  [IGR # 0023+0110] #4243
  Allá riba en Babilonia / dentro de una cueva estaba//una niña muy bonita, / Catalina se llamaba.//  [IGR # 0126+0180] #4911
  Allá va Lucas Barroso, / vaquero `e la Compañía,//con el caballo cansa`o, / y la vaca muy rendi`a.//  [IGR # 0407] #3499
  Allá va Nuestra Señora, / de Egiptos para Belém.//  [IGR # 0226] #7732
  --Alleguéisme en hora aquí, doña Loreta, / parecéis mujer discreta,//de mi pena y mi ocasión / de librar mi corazón encadenado,//  [IGR # 0760] #8858
  Allí á la ciutat de Malta / ciutat gran y regalada// n`hi havía un cavaller / qu`en festeja noble dama.//  [IGR # 0384] #9560
  Alli á la vila de Reus / tota la gent ha fugit//sinó una nobla dama / qu` en té pres lo seu marit.//  [IGR # 1058] #8588
  Allí arriba en alto cielo / se pasea una romera,// que en los días de mi vida / no he visto cosa más bella.//  [IGR # 0192] #1248
  Allí arriba en aquel alto / un señora habitaba// ella tiene una hija / que Teresina se llamaba//  [IGR # 0253+0006] #2365
  Allí arriba en aquel alto / un viuda habitaba// y el que la pretendía / era príncipe de España.//  [IGR # 0253+0006] #2359
  Allí arriba en aquel monte / está la mar que convertía//allá está una casa santa, / casa santa se decía.//  [IGR # 0308.1] #8263
  Alli baix el pla / ya n` hi ha una dama//del dimoni n` es / molt atormentada.//  [IGR # 2773] #9781
  Allí en Garganta de Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ /  [IGR # 0233] #7296
  Allí vido unos caballos / que sacan a pasear//¿De quién son estos caballos / que sacáis a pasear?//  [IGR # 0110] #4022
  . . . Al llegar a la iglesia / toda la gente la mira//--¿Por qué me mira la gente / que mirarme no solía?//  [IGR # 0080] #8173
  Al matí de San Joan / com es matí d` alegría,//Yo m` en llevo dematí / y m` en vaig á la fon`t viva.//  [IGR # 1075] #7880
  Alma vai a Santiago, / vai comprir a romaria;//a companhia que levava / era a Virgem Maria.//  [IGR # 0797] #7794
  Al oír estas palabras / una voz del cielo oía://--Échale de penitencia / la que tiene merecida.//  [IGR # 0020] #5370
  A lómbra d`un tarongé / está la gentil Martra,//pentinant son cabell ros / am pinteta de plata.//  [IGR # 1016] #3669
  A los siete años de casado / pidio guerra el Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4203
  Al partir para la guerra /dos besos al aire echí. /El uno es para la mamá /y el otro es para ti,//  [IGR # 9462.9] #2946
  Al pasar por Casablanca / en medio de morería,//había una mora lavando / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #2575
  Al pasar por Casablanca / pasé por la morería//y me he encontrado una mora / lavando en la fuente fría.//  [IGR # 0169] #2576
  Al pasar por tierra blanca, / en casa de la morería,//vi que lavaba una mora / al pie de una serranía.//  [IGR # 0169] #2562
  Al pasar por un río hondo, / que pasarlo no podía//vio venir un caballero, / ligero sueño tenía.//  [IGR # 0797] #8236
  Al pie de aquella doncella / naciera una fuente fría//todos los cojos y mancos / lavarse a ella venían://  [IGR # 0456] #1770
  Al pie de un túmulo negro / está Bernardo del Carpio,//hincadas ambas rodillas / en medio de un templo santo.//  [IGR # 1619] #8545
  Al pla de Barcelona / de bonicas n` hi ha// Entre totas n` hi ha una // ya s` en vol casá//  [IGR # 1008] #7863
  Al quarto de don Francisco / galans plós y dols hi havía / y al quarto de donya Ana / galans bailadas hi havía.//  [IGR # 0080] #8070
  Al rey Chico de Granada / mensajeros le han entrado;// entran por la puerta Elvira, / y en el Alhambra han parado.//  [IGR # 0830.6] #1497
  Al rey-conde se han llevado / de tiniente capitán,//los ojos de la condesa / no se secan de llorar//  [IGR # 0110] #4035
  Al salir de Barcelona, / marinero cayó al agua;//Lucifer, que nunca duerme, / contestó de la otra banda://  [IGR # 0180] #5262
  Al salir de palacio / le dijeron a Prim://--Ándese con cuidado, / que le quieren herir.//  [IGR # 0154.9] #3276
  Al salir de un barranquillo / y al bajar de una ladera,//quiso Dios y la fortuna / que me encontrara con ella.//  [IGR # 0233] #7391
  Al subir una montaña / una sombra vi venir;//cuando más yo me alejaba, / ella se acercaba a mí.//  [IGR # 0168.1] #5043
  Alta, alta va la luna / como el sol del mediodía,//cuando el conde don Belardo / de la batalla salía.//  [IGR # 0103] #8378
  Alta, alta va la luna, / como el sol de mediodía,//Cuando cortaban la capa / de Espinel de Barbería.//  [IGR # 0074] #3309
  ¡Altas y soberbias torres / questais a orilla de Francia,//funestos y altos sipreses / que siñen buestras murallas,//  [IGR # 1607] #3449
  Alta vai a lua, alta / mais que o sol ao meiodia; //lá se vai aquela senhora / a cumprir a romaria.//  [IGR # 0232] #6989
  Alta vai a lua, alta, / mais que o sol ao meio-dia,//quando aquela donzela / meter freira se ela queria.//  [IGR # 0431] #7229
  Alta va la luna, madre, / alta va, que no es de día,// cuando don Pedro y Belardo / de la batalla venían;//  [IGR # 0103] #698
  Alta va la luna, madre, / como el sol del mediodía,// cuando don Pedro Belardo / de la batalla venía;//  [IGR # 0103] #697
  Alterada esta Castilla / por vn caso desastrado,//qu`el conde don Pero Uelez / en palacio fue hallado//  [IGR # 0117] #3613
  Al tiempo de caminar, / un labrador encontraron,//y María le preguntó: / Labrador, ¿qué estás sembrando?//  [IGR # 0512] #5723
  Alto, alto, cavaleiro, / que o rei vos manda contare.// Aqui falta Valdavino / e o seu cavalo real.//  [IGR # 0150] #2213
  Alto Dios Enimpotente, / Emperador siempre eterno//donde la Virgen su madre / sirvió de trono pequeño;//  [IGR # 0870] #2037
  Al valiente don Manuel, / que de León se dezía,//el moro alcaide de Ronda / un mensagero le embía,//  [IGR # 0641] #9330
  Al verdadero Jesús / suplico me dé su gracia,//y a la Reina de los cielos, / madre de Dios soberana.//  [IGR # 0139] #3553
  Amadís el muy famoso, / hijo del buen rey de Gaula,//qué de amores fueron los vuestros / con la muy linda Oriana, //  [IGR # 1592] #8962
  Amar e saber amar, / amar e saber a quem;//eu amo ao meu amor, / não amo a mais ninguém.//  [IGR # 2946] #2916
  A mi padre, don Antonio, / y a mi madre, doña Juana//y, por gustos de padrino, / a mí me llaman Leonarda.//  [IGR # 5125] #1983
  A misa es que iba un galán / por la calle de la iglesia://es que no iba por oir misa / ni pa estar atento a ella,//  [IGR # 0130] #3493
  Amores, e fores à praia, / trazei-me uma criadinha,//das mais alva que encontrar / que não seja parenta minha.//  [IGR # 0136] #5806
  Amores trata Rodrigo: / descubierto ha su cuidado;// a la Cava lo decía / de quien era enamorado://  [IGR # 0296] #1382
  Amores trata Rodrigo, / descubierto ha su cuidado;//a la Cava se lo dize, / de quien anda enamorado.//  [IGR # 0296] #7965
  A mulher de Mouribanes, / mui formosa e mui linda,// . . . sombra duma roseira, / bem bordava e bem cosia,//  [IGR # 0328] #6507
  A nau Santa Caterina / nove anos andou no mar,//já não tinham que comer, / nem mais pouco que manjar;//  [IGR # 0457] #7780
  Anda allá, dama de amores, / anda y gentil menza y gala;//en la noble Andalucía / un alcaide de reinara://  [IGR # 0768] #8798
  --Anda, anda, minha filha, / ouvir o lindo cantar;//ou são os anjos no céu, / ou a sereia no mar.//  [IGR # 0049] #6442
  Andaba la Virgen pura / en busca de su hijo amado;//en el medio del camino / una mujer ha encontrado.//  [IGR # 1537.1] #5742
  Andaba yo enamorada / de un bellísimo mancebo//tratan de meterme monja / en un santo monasterio//  [IGR # 0225] #1917
  Andados loa años treinta / que reinava Alfonso el Casto,//en la era de ochocientos / y más cuarenta y un año,//  [IGR # 1514] #8493
  Andados treinta y seis años / del rey don Alfonso el Casto,// en la era de ochocientos / y cincuenta y tres ha entrado//  [IGR # 1514] #1392
  Andando a dona Alfástica / a passear no jardim,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo apartou.//  [IGR # 0113] #6271
  Andando a marinera / lá no mar afrontada,//respondeu-lhe o porco sujo / lá das brenhas donde andava://  [IGR # 0180] #7709
  Andando Brancalinda / no jardim a passear://--Quem me dera u~a só / hora com Brancalinda falar!//  [IGR # 0159] #6062
  Andando dona Silvana / corredor abaixo, corredor acima,//Tocando numa guitarra, / ó que estrondo ela fazia!//  [IGR # 0503] #6690
  Andando dona Silvana no seu jardim passeando,//seu pai, que muito a mirava / . . . //  [IGR # 0005+0075] #7127
  Andando dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / tocando na maravilha.//  [IGR # 0503] #6637
  Andando el-rei à caça / lá numa escura nontilha,//olhara para cima, / viu estar uma donzela.//  [IGR # 0164+0100] #7241
  Andándome yo paseando, / amigos, les contaré,//me encontré a una jovencita, / que de ella me enamoré.//  [IGR # 0234] #5008
  Andándome yo paseando / por las orillas del mar,// encontré una joven bella / y me empezó a enamorar.//  [IGR # 0234] #5005
  Andándome yo paseando / por las orillas del mar//me encontré una chaparrita / que a su casa me llevó;//  [IGR # 0234] #5007
  Anda tu, meu fillo, / ponte linda envira//por ver la hija de Arias / si sale a la mira.--//  [IGR # 0189] #1671
  Andava a dona Catrina / ao redol do seu jardim,//panteando o seu cabelo / com pentinho de marfim.//,  [IGR # 0113] #6307
  Andava bela Silvana / servindo sê pai à mesa,//seu vestido sobre curto, / sua barriguinha tesa.//  [IGR # 0503] #8781
  Andava la dona Ouliva / polos palácios reais, // penando las suas penas, / e gemendo los seus ais.//  [IGR # 0077] #6740
  --¿Ande habéis estado, el Sidi, / que en Cortes no habéis entrado?//--Hay estado en las batallas / con ios moros guerreando.//  [IGR # 0003] #8889
  Ande hay damas hay amores, / ande hay gentileza hay gala//En la noble Andalucía, / un grande alcaide alcaitaba;//  [IGR # 0768] #2008
  --¿Ande vos vas, caballero, / ande vos vas y me dejáx?//Me dejáx niña y muchacha / los mis años por gozar. //  [IGR # 0190.1+0246] #8024
  Andiveram três comadres, / andiveram todas três;//determinaron una cena / para el día de Santo Andrés.//  [IGR # 0275] #2865
  --Angel del moro, / oh, niñitas de un marqués//que me ha dicho una señora / que lindas damas tenéis.//  [IGR # 0224] #8125
  --Ángel de oro, / arenita de un marqués//que de Francia he venido, / por un niño portugués,//  [IGR # 0224] #5186
  Anica, barre la casa. / Ay, madre, barréla vos//--Anica, tú estás preñada. / --Ay, madre, usted también vos.//  [IGR # 0360] #2191
  Anoche, a la media noche, / cayó un lucero a la plaza//pa alumbrar a don Alonso / que salía de su casa.//  [IGR # 0115] #5095
  Anoche a la medianoche / cayó un marinero agua//echando verbos al aire / diciendo: --¡Jesús me valga!//  [IGR # 0180] #5260
  Antes do mundo ser mundo, / em forma (?) natureza,//mandei (?) ao vosso homem espaço, / não tinha ond`arrumare.//  [IGR # 2688] #2301
  Antes que barbas tuviese, / el rey Alfonso, juraste//el darme a mi padre vivo, / y nunca me das mi padre;//  [IGR # 0028] #8536
  --Antes que barbas tuviesse, / rey Alfonso, me juraste//de darme a mi padre vivo, / y nunca me das mi padre.//  [IGR # 0028] #8535
  Antes que llegue mañana / una quinta te han de echar//y sacara a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4209
  Antonio, divino Antonio, / suplícale a Dios semento//que, por tu gracia divina, / alumbre mi entendimiento//  [IGR # 0194] #3078
  Ao cabo de sete anos, / donzela casar queria,//saiu de casa à procura, / onde o caçador estaria,//  [IGR # 0720] #6543
  A orilla de una fuente / una salada vi,//con el ruido del agua / yo los pasos le seguí.//  [IGR # 0650] #8839
  Aos catorze da lua de março, / resplandecente do Dia,//partiu o Povo d`Israel do Egito, / cantando em harmonia //  [IGR # 2853] #6152
  A otro día de mañana / una ceula mando echar//sacaron a Gerinerdo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4205
  Apárejame la burra / que me voy a vender nabos.//A la mitad del camino / salieron cuatro gitanos,//  [IGR # 0765] #106
  Apártate, mora blanca, / apártate, mora linda.//--Este oliva es de mi padre, / de mi padre es este olivo.//  [IGR # 0169] #569
  --Apeai-vos, ó cavaleiro, / dar-vos-ei de merendar.//--Que tendes, ó Dona Ausenda, / guardado para me dar?//  [IGR # 0172] #6953
  Apéate, cabaleiro, / qu` horas son de merendar//--¿Qué tienes, Marianita, / qué tienes para me dar?//  [IGR # 0172] #1853
  A pedir diba la Virgen, / a pedir por ser quien era//de rodillas por el suelo / rastro de sangre que deja.//  [IGR # 0756] #2196
  --Apeia-te, ó cavaleiro, / dara-te eu de merendar.//--Que tens tu, ó Dona Eugénia, / que tens tu para me dar?//  [IGR # 0172] #6958
  --Apeia-te, ó cavaleiro, / dera-te eu de merendar.//--Tu que tens, ó Dona Eugénia, / que é que tens para me dar?//  [IGR # 0172] #6968
  --Apeia-te, ó cavaleiro, / que te darei de merendar.//--Que tens lá tu, ó Dona Eugênia, / de merenda para me dar?//  [IGR # 0172] #9591
  --Apeia-te ó cavaleiro, / são horas de merendar.//--Que trazes ó Dona Eugénia, / que trazes para me dar?//  [IGR # 0172] #6964
  --Apeiate, ó cavaleiro, / vamos daí merendar.//--Tu que tens, ó Dona Ausênia, / guardado para me dar?//  [IGR # 0172] #6961
  --Apeia-te, ó cavalheiro, / que hemos d` ir a merendar//--Tu que tens, D. Eugenia, / guardado para me dar?//  [IGR # 0172] #8015
  Apenas se sentó / don Argüeso a la mesa//cuando le vino carta / de marchar a la guerra.//  [IGR # 0148] #3429
  --A pesar de cien pesares / he de pasar por aquí //a dar agua a mi caballo / y a buscar lo que perdí,//  [IGR # 0168] #9464
  À porta de dona Alvórea / nasceu uma erva mui` má;//dona Alvórea buliu nela, / logo se sentiu pejada.//  [IGR # 0469+0138] #7215
  À porta de dona Ausenda / está uma erva fadada;//mulher que ponha a mão nela / logo se sente pejada.//  [IGR # 0469+0138] #7213
  À porta de Dona Ausénia / hai u~a erva mui má;//Dona Ausénia bulhiu nela, / logo saiu prenhada.//  [IGR # 0159] #6035
  Apostada tendo, madre, / de perder o de ganar,// de dormir con Moreana / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255] #957
  Apostado tengo, madre, / a perder y no ganar,// de dormir con Marïana / antes los gallos cantar.//  [IGR # 0255] #958
  Apostado tengo, madre, /. . . // de dormir con Marianica / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255] #953
  Apostado tengo, madre, / mis armas y mi puñal// de dormir con Marianita / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255+0172] #962
  Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar//de dormir con Mariana / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255] #3356
  --Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar,//el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255] #3776
  Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar,// el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255+0172] #959
  --Apostado tenho, madre, / não sei se heide ganhar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar.//  [IGR # 0255] #7453
  --Aposte, minha mãe, aposte, / quer minha mãe apostar?//Hei-de dormir com Mariana / antes dos galos cantar.//  [IGR # 0159] #6087
  --Aposto, senhora mãe, / qu` eu também hei-d` apostar://hei-d` enganar Mariana / antes do galo cantar.//  [IGR # 0159] #6069
  Apresentada estava a Virgem, / muito bem apresentada,//um véu tem pela cabeça, / parece uma mulher casada;//  [IGR # 0192] #7718
  A princesa marroquina / foi dar um barejo `ó mar,//deu-lhe o navio à costa / foi parar a Portugal.//  [IGR # 0589] #6218
  A puertas del rey Felipe, / del gran Felipe tercero,//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento.//  [IGR # 0007+0004] #2986
  A puertas del rey Felipe, / del rey Felipe tercero//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento.//  [IGR # 0007+0004] #1912
  A pulga e o piolho / queriam-se casare;//queriam fazer a boda / e não tinham que gastare.//  [IGR # 0888] #2851
  Apustado tengo, madre, / cosas que no he de ganar:// el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255+0172] #961
  Aquela carreira de olmos / hei-de mandá-la talhar,//D. Carlos anda de amores, / não pode ver verdegar.//  [IGR # 0366] #6135
  Aquela carreira d` olmos / hei-de mandá-la cortar,//quem anda cego d` amores / não pode ver verdegar//  [IGR # 0366] #6134
  Aquel conde, aquel conde, / en la mar sea su fin,//armó armas y galeras, / para Francia quixo ir.//  [IGR # 0468] #9520
  Aquel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin // armó naves y galeras, / para Francia quiso ir.//  [IGR # 0468] #9518
  Aquel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin//armó naves y galeras, / para Francia quiso ir;//  [IGR # 0468] #9511
  Aquel corderito blanco / hijo de la blanca oveja//cuando vino de León / a ser manso en esta tie//  [IGR # 0621] #2077
  Aquella divina aurora, / Madre del Divino Verbo//guarnecida de humildad / fue a confesar un domingo.//  [IGR # 0682] #535
  Aquella señora / del mandil de seda //con la escoba barre, / con la mano riega. //  [IGR # 0155] #4884
  Aquella señora / del mandil de seda,//con la escoba barre, / con los ojos riega.//  [IGR # 0155] #8635
  Aquel rey de Fransia era, / aquel rey de Fransia era,//que le nasió siete hiz+as / sin dingún hiz+o varón.//  [IGR # 0231] #3712
  Aquel rey de las romanzas / que Tarquino se llamava,//hizo sombra de camino; / por la su puerta pasava.//  [IGR # 0403] #8914
  Aquel rey de los romances, / aquel que reina en Turquía,//entre los moritos tiene / una morena cautiva//  [IGR # 0169] #2587
  Aquel rey de los romanos, / que Tarquinos se llamaba,//se enamoró de Lucreza, / la noblesa de romana,//  [IGR # 0403] #8776
  Aquesta nit / som somiat//Que l`amor era / al meu costat.//  [IGR # 2771] #9780
  Aquí dalt de la montiña // una cérvola hi bevia,//  [IGR # 0164] #8323
  Aqui dalt en estos montes / y en tierras muy regaladas//N` hi nasqué una criatura / que Catalina se llama.//  [IGR # 0126] #8610
  Aquí está la hija del rey / qu` ella la fresca prenía// [y] viene muy descontenta / de las novas que corrían.//  [IGR # 0503] #5854
  Aquí están los de Logroño / afición de aviadores//a saludar al alcalde / y a todos sus moradores.//  [IGR # 2577.9] #9660
  --Aqui mora o conde Hilário, / aqui deve ele morar?//--Se precisa alguma coisa, / eu o mandarei chamar,//  [IGR # 0720] #6524
  Aquí tenéis al Mesías / que san Gabriel ha anunciado.//Hoy lo supe en el camino / cuando venía con mis cabras.//  [IGR # 0694] #2052
  Aragó n` hi ha una dama / qu` es bonica com un sol,//té la caballera rossa / l` hi arriva fins els talons.//  [IGR # 0107] #8573
  Ara ve el Sant Diumenge, / el Sant Diumenge del Ram,//i en pararem les taules / de palmes i de rams,//  [IGR # 2738+2739] #7912
  Arboledina se pasea / de la ventana al ventanal//--¡Oh palacios, oh palacios, / palacios del Valledal,//  [IGR # 0153] #3242
  A rezar iba la Virgen / con mucho modo y manera//con lágrimas en los ojos / iba regando la tierra.//  [IGR # 1537.1] #435
  armaron guerra armaron guerra / entre Francia y Portugal//y al conde Flores pusieron / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3861
  --Arrebenta, Catalina, / das telas do coração,//sete filhos que tiveste, / nenhum te saiu varão.//  [IGR # 0231] #7490
  Arreíce un caballero, / es don Jacinto de Fuentes//Arreíce un caballero, / es don Jacinto de Fuentes,//  [IGR # 0663] #2155
  Arrevientes tú, María, / por venas del corazón,// que has tenido siete hembras, / n`el medio ningún varón;//  [IGR # 0231] #884
  Arriba, arriba mis criados / arriba, arriba, levantad//y veremos cómo canta / la sirena de la mar.//et al.  [IGR # 0049] #8435
  Arriba, la perra mora, / señora de gran valía,//que la cautivaron moros / día de Pascua Florida,//  [IGR # 0136] #3220
  Arriba, mi madre / del dulce dormir//a la puerta está un pobre// que viene a pedir.//  [IGR # 0189+0148] #4488
  Arvolero, arvolero, / arvolero y tan gentil,//en la ramica más alta / hay una moza gentil //  [IGR # 0113] #8037
  Arvolero, y arvolero, / arvolero a tan g+entil;//la raís tenes+ de oro, / la simiente de marfil.//  [IGR # 0113] #3705
  A San Antonio divino / suplícale a Dios inmenso//que con su gracia divina, / alumbre mi entendimiento//  [IGR # 0194] #8346
  Ascendeu o Espírito Santo / sua santa monarquia;//desceu do céu à terra / com prazer e alegria.//  [IGR # 2893] #2839
  A Senhora quando caminha, / caminha p`ra Belém,//com seu menino nos braços, / que lhe pede de comer.//  [IGR # 0226] #2818
  Asentada está la reina, / asentada en su kiojé, //labrando un destemel, / la labor del menekjé.//  [IGR # 0292] #8935
  Asentada está la reina, / asentada en su xelté;//maldiciendo padre y madre / casamenteros también;//  [IGR # 1126] #9777
  Asentado está Gaiferos / en el palacio real,// asentado al tablero / para las tablas jugar.//  [IGR # 0151] #1597
  A serrana s` está peinando / en su ventana florida://vira vir um cavalheiro / por aquela serra arriba.//  [IGR # 0200] #6975
  As guerras se apregoavam / à porta do D. Barão.//--Ai, de mim que já estou velho, / não as posso vencer, não.//  [IGR # 0231] #7530
  --Así revientes, María, / al lado del corazón,//que has parido siete hembras / y entre ellas ningún varón.//  [IGR # 0231] #8391
  --¡Así revientes, María, / por medio del corazón,//que has tenido siete hijas, / y no has tenido un varón!//  [IGR # 0231] #8947
  --As mangas do meu vestido / eu não as chegue a romper,//s` adonde meu pai vindo da missa / eu lho não for logo dizer.//  [IGR # 0095] #6800
  Asomada está la niña / asomada a su balcón,//vio pasar un caballero / con trahilla e con halcón.//  [IGR # 0234] #3236
  A sombras de un acebuche, / entre robles y xarales,//había una cueva escura / labrada por un salvaje,//  [IGR # 1827] #7940
  Atal anda don García / por una sala adelante,// saetas de oro en la mano, / en la otra un arco trae;//  [IGR # 0613] #1547
  Atención, noble auditorio, /á decirles me detengo.//Año de cuarenta y siete, / siete mil y siete cientos//  [IGR # 5102] #3585
  Atención, noble auditorio, / todo el orbe se suspenda,//mientras mi lengua declara / la más reñida pendencia//  [IGR # 5118] #3568
  Atención pido señores / pa poder explicar//la vida de los carlistas, / es muy digna de contar.//  [IGR # 0721] #8005
  Atención, señores míos, / Membruno se va a casar//con una niña hermosa / nacida en Portugal.//  [IGR # 0178] #5227
  Atinción pido, siñores, / pa` explicar el nacimiento//del hijo del eterno padre / a este sagrado templo.//  [IGR # 2693] #3293
  A tu puerta estaba el niño, / en esa tu rica morada;//gritando está con frío, / pedindo por Dios posada.//  [IGR # 0179] #2845
  A tu puerta llaman, llaman, / a tu puerta dice "abrir"//--¿Quién es ese caballero / que a tu puerta dice "abrir`"//  [IGR # 0222] #8653
  A tu puerta llora un niño / más hemoso que el sol bello//y el pobrecito tié frío, / sin duda que estará en cueros.//  [IGR # 0179] #376
  A tu puerta llora un niño / más hermoso que el sol bello//sin duda que tiene frío, / y el pobrecito está en cueros.//  [IGR # 0179] #374
  Auel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin,//tomó armas y caballos / para Francia quixo ir.//  [IGR # 0468] #9524
  A una peña tosca y fría / fía el sueño y rinde el cuerpo //el que ayer fue Rey de España / y oy está en duda de serlo.//  [IGR # 0610] #8490
  A un capitán sevillano / siete hijas le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.//  [IGR # 0231] #3740
  Aunque vengo de la feria, / no diré lo que vi en ella,// una bonita señora / y una hermosa romera.//  [IGR # 0192] #1238
  Aventura ficen, madre, / contra o rei de Portugal//de lle dormir coa filla / antes de o galo cantar.//  [IGR # 0255] #1647
  A veynte y siete de março / la media noche sería//que Barcelona la grande / muy grandes llanos hazía.//  [IGR # 0534] #3790
  A vinte graus para o norte / da linha equinocial,//fica a cidade de Lisboa, / corte de Portugal.//  [IGR # 4003] #2810
  A Virgem se confessou / pela manhã, ao domingo.//Não foi por ter pecado, / nem pelo ter cometido,//  [IGR # 0682] #2829
  A Virgem vai caminhando / por aquela serra escura; **2*lá p`r` ò meio do caminho / se ha espantado a mula.//  [IGR # 0226] #7742
  ¡Ay Aliarda! ¡Ay Aliarda! / De dormir se ha levantado;//por las puertas del Perdó / a missa se había entrado,//  [IGR # 0149] #4861
  Ayá va el guaso Perquenco / en su cavayo alasán://ocho sorda`o` lo siguen / y no lo pue`en arcansar.//  [IGR # 2594] #3508
  Ay castell de Figueras / com t` ets espavordit!//Sense tirar un tiro / t`ets dat al enemich.//  [IGR # 1128] #6389
  Ay Dios, qué buen caballero / el Maestre de Calatrava// cuán bien que corre los moros / por la vega de Granada,//  [IGR # 0342] #1490
  Ay Dios, qué buen Caballero / el Maestre de Calatrava// Qué bien que corre los moros / por la vega de Granada,//  [IGR # 0342] #1492
  Ay ditxosa Catalunya / qui t` ha vista rica y plena!//Ara `l Rey nostre senyó / delclarada `ns té la guerra.//  [IGR # 0256] #6387
  Ayer noche soñé un sueño, / soñito del alma mía,//soñé que tenía en mis brazos / la prenda que más quería//  [IGR # 0081+0020] #7963
  --Ayer nos casamos, buen conde, / y hoy ya nos quieres dejar;//dime tú, buen conde, / cuánto has de tardar.//  [IGR # 0190] #5397
  Ayer tarde la vi yo / en los hilos de una reja//con auja de oro en sus manos, / bordando las flores bellas.//  [IGR # 0098] #9525
  --¡Ay, mancebo, ay, mancebo! / ¡ay, mancebo tan gentil!//Si para Francia partía? / al mi amor saludé?//  [IGR # 0113] #9456
  --¡Ay! quant n`era petitet / la mare prou m` avisava:// --Noy, no vagis [pas] de nits / que las cosas van de malas.//  [IGR # 1086] #6400
  ¡Ay, qué alta va la luna, / y el aire la bambolea!//Las ovejas de un pastor / se salen de la telera.//  [IGR # 0235] #9442
  Ay qué rueda de fortuna, / ay qué de fortuna rueda//si no vos cansáis de andar, / de dar vueltas a mi reja!//  [IGR # 0132] #2020
  Ay qué rueda de fortuna, / si no te cansas de andar//de dar vueltas a mis rejas, / si por una linda dama //  [IGR # 0132] #8838
  Ay, si quieres que te cante / la canción del entremés,// lo que pasa un molinero / en casa con su mujer.//  [IGR # 0461] #1308
  Ayudadme, buen Jesús, / para que referir pueda//un caso que ha sucedido / a un galán y una doncella,//  [IGR # 0209] #3272
  Ay, un galán nesta villa, / ay, un galán nesta casa//Ay, diga lo que él quería, / ay, diga lo que él buscaba,//  [IGR # 0406] #8121
  Azarque indignado y fiero, / su fuerte braço arremanga,//su roxo bonete arroja, / y empuña su cimitarra,//  [IGR # 1973] #6738
  Baja el hijo del buen conde / la mañanita de San Juan//a darle agua a su caballo / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9719
  Bajan toos los pajarillos / juntos en una mañana//a esperar que el unicornio / meta su cuerno en el agua.//  [IGR # 0049] #5289
  Bañando están las prisiones / las lágrimas que derrama//el conde don Sancho Díaz, / esse señor de Saldaña,//  [IGR # 0029] #8527
  Barcelona ciutat gran, / bandera n` hi han parada,//Bandera de foch y sanch / qu` es senyal de guerra mala.//  [IGR # 2707] #6386
  Bartolillo, ¡guarda el toro! / --Sí, señor, que soy valiente,//y mi sangre no consiente / morir en astas de toro.//  [IGR # 0101] #3507
  Bate lo sol na janela, / impina já p`ra mei`-dia,//`inda Conde D. Germano, / mai` la rainha dormia!//  [IGR # 0095] #6804
  --Bateram` à minha porta, / ala, ala, quem `stá lá?//Se é Bernardo Francês, / a porta lhe vou abrir;//  [IGR # 0222+0168] #6880
  Beira do Douro abaixo, / beira do Douro acima,//vozes dava uma alma, / vozes dava que atuía.//  [IGR # 0797] #2823
  Bem cantaba a labadeira / `ò som da sua barrela.//A roupa qu` ela lababa / era do rei de Castela,//  [IGR # 1663] #6602
  Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela.//A roupa que ela lavava / era do rei de Castela,//  [IGR # 1663] #6611
  Bem cantava a lavadeira, / ao som da sua barrela,//ela cantando dizia: / --Ó que meada tão bela!//  [IGR # 1663] #6610
  Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela,//ela cantava e dizia: / --Oh que coada tão bela!//  [IGR # 1663] #6606
  Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela.//et al.  [IGR # 1663] #6613
  Bem cantava a lavadeira, / ao som da sua barrela.//Os panos que ela lavava / eram para o rei de Castela;//  [IGR # 1663] #6612
  Bem cantava a lavadeira, / `ò som da sua barrela,//ela lavava no Douro / e estendia `ò par da serra.//  [IGR # 1663] #6608
  Bem madruga a casadinha / `ò domingo pelo dia,//vai fazer oração / à sempre Virgem Maria.//  [IGR # 0165] #7596
  Bem madruga o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / cantou um lindo cantar.//  [IGR # 0049] #6429
  Bem madrugava a donzela / ao domingo de manhana,//para ir pedir à Virgem / que lhe desse uma companha.//  [IGR # 0196.1] #7747
  Bem madrugava a donzela / ao domingo de manhana,//pedindo a Deus do céu / que lhe desse uma companha.//  [IGR # 0196.1] #7745
  Bem madrugava a donzela / no domingo de manhana,//a pedir a Deus do céu / que lhe desse uma companha.//  [IGR # 0196.1] #7743
  Bem madrugava a donzela, / no domingo ir à missa.//Uma vizinha da porta / um falso `stemunho lhe erguia.//  [IGR # 0165] #7594
  Bem madrugava Frei João, / uma manhã de segada,//à porta duma morena, / morena linda, casada.//  [IGR # 0309] #6817
  Bem madrugava o rei p`ra feira, / muito bem qu` ele madrugava;//bem madrugava o rei mouro, / seu cavalo penteava.//  [IGR # 0426] #6947
  --Bem puderas to Silvana, / . . . //dormir comigo uma noite, brincar comigo um dia.//  [IGR # 0005+0075] #7148
  Bem se navega Genebra, / vésperas de Nossa Senhora,//pensando de navegar / o dia e a noite toda.//  [IGR # 0538] #2814
  Bem se passeava o mouro / de calçada em calçada,//olhando para Valença, / o que está d` amuralhada.//  [IGR # 0045] #5952
  Bem se passeia a Genebra, / vésperas de Nossa Senhora,//cuidando de navegar / o dia e a noite toda.//  [IGR # 0538] #7786
  Bem se passeia a Silvana / por um corredor acima,//tocando numa guitarra / muito bem que a cingia;//  [IGR # 0503] #6629
  Bem se passeia Bernardo / pela ribeira de Umbria;//leva duzentos cavalos, / todos ganhou num dia.//  [IGR # 0103] #5978
  Bem se passeia Bernardo / p`la ribeira d` Hungria;// duzentos cavalos leva / todos ganhados num dia.//  [IGR # 0103] #5976
  Bem se passeia Moirito / de calçada em calçada,// olhando para Valencia / como está de amuralhada://  [IGR # 0045] #3689
  Bem se passeia mourilho / de calçada em calçada,//olhando para Valência, / como estava muralhada.//  [IGR # 0045] #5950
  Bem se passeia mourito,/ de calçada em calçada,//olhando para Valência, / como está amuralhada.//  [IGR # 0045] #5954
  Bem se passeia o mourinho / de calçada em calçada,//olhando para Valência, / o que estava amuralhada.//  [IGR # 0045] #5953
  Bem se passeia o Mourinho/de calçada em calçada,// olhando para Valência,/o que estava amuralhada//  [IGR # 0045] #3679
  Bem se passeia Silbana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / e dando ais de agonia.//  [IGR # 0503] #6620
  Bem se passeia Silvana / pelo corredor acima,//o magano de seu pai / d` amores a pretendia.//  [IGR # 0005] #7077
  Bem se passeia Silvana / pelo corredor acima.//Se bem canta, melhor baila, / melhor romance fazia.//  [IGR # 0503] #6731
  Bem se passeia Silvana / por um corredor acima,//tocando numa guitarra, / muito bem que a cingia.//  [IGR # 0503] #6638
  Bem te passeias, Bernardo, / pela ribeira d`Hungria,//com novecentos cavalos, / todos ganhados num dia.//  [IGR # 0103] #2271
  Bem-vindo sejas, sobrinho, / sobrinho meu muito amado;//muito folgo de vos ver / a esta casa chegado.//  [IGR # 0747] #2760
  Benica cu de muralla, / nombrada por mar y tierra//dos toreros cara a cara / y un vaquero en una yegua.//  [IGR # 0878] #2126
  --Bernardito, Bernardito / cuéntame de mis hizañas//si para mí no las tienes / Bernardo, ¿pa quién las guardas?//  [IGR # 0029+0027] #9615
  --Bernardo del Carpio / que por las montañas venías// a los osos sujetabas / y a los tigres vencías//  [IGR # 0029+0027] #9613
  Bernardo estaba en el Carpio, / y el Rey Alfonso, el León//una carta y mensajero / a Bernardo le mandó.//  [IGR # 0027] #1862
  . . . Berraba por Magdalena / que le curara la llaga//Magdalena respondió-e / muy triste y muy enojada.//  [IGR # 0004.1] #1812
  Bien se te avía, Caiferes, / a los naipes a jugar,// la tu esposa Melisendra / yo sé bien adónde está://  [IGR # 0151] #711
  Bisortiz llama el mozo, / Bisortiz el afamado;//una tarde, estando a solas, / fue su padre a aconsejarlo://  [IGR # 0766] #3562
  Blasonando está el Francés / contra el exército hispano//por ver que cubre su gente, / sierra, monte, campo y llano.//  [IGR # 1589] #8518
  Bodas se hazen en Francia / allá dentro en París.// Quan bien que trae la dança / essa doña Beatriz.//  [IGR # 0468] #9513
  --Bons dias, ó Juliana, / bons dias lh`eu venho dar.//--Disseram-me agora, ali, / Jorge se ia a casar.//  [IGR # 0172] #8016
  Bordas do Douro abaixo, / bordas do Douro acima,//vozes dava uma alma, / vozes dava, que aturdia.//  [IGR # 0797] #7792
  . . . / bramando como una fiera.//--Vuelve, serranito, vuelve, / vuelve por la tu montera,//  [IGR # 0233] #7362
  --Brancalinda à sua janela, / branca, tão linda flor,//quem me dera ficar com ela / uma noite sem temor!//  [IGR # 0234] #6920
  --Brancalinda, Brancalinda, / ó minha tão bela flor://quem te agarrara, ó Branca, / uma noite sem temor!//  [IGR # 0234] #6912
  Brancalinda, Brancalinda, / ó minha tão bela flor,//quem te caçara, Brancalinda, / uma noite sem amor//  [IGR # 0234] #2710
  Brocado de oiro / e prata lavrada,//estav` eu bordando / à minha almofada,//  [IGR # 0173] #7685
  Buen alcaide de Cañete, / mal consejo habéis tomado// en correr a Setenil, / hecho, se había, voluntario//  [IGR # 0382] #1469
  Buena mañanita hace / para aquel que la desea//por la Vega de Granada / el rey Chico se pasea  [IGR # 0040.7] #1884
  --Buenas tardes, caballero. / ¿De dónde ha venido usté?//--De la guerra, señorita / ¿Qué se la ha ofrecido a usté?//  [IGR # 0113] #9455
  Buenas tardes tengas, mi tío, / y con los que con vos están//Mala la traiga, Bernardo, / hijo de padre traidor,//  [IGR # 0027] #1863
  Buen conde Fernán González, / el rey envía por vos,// que váyades a las cortes / que se hacían en León;//  [IGR # 0123] #1400
  Buenos días, Marïana, / yo a mis bodas te convido.// Esas bodas, don Alonso, / yo creí que eran conmigo.//  [IGR # 0172] #827
  --Caballero, caballero, / ¿qué anda haciendo por aquí?//--Ando en busca de mi esposa / que hace tiempo la perdí.//  [IGR # 0168] #5046
  Caballero de armas blancas / con la infanta quer casar//Válgame Nuestra Señora, / la Virgen de alén del mar!//  [IGR # 0720] #1809
  Caballero, si a Francia ides, / por mi señor preguntad;// y porque le conozcáis / con poca dificultad,//  [IGR # 0113] #1575
  Caballeros van y vienen, / por la ciudat de Aragón.//Todo el que hijo varón tiene, / a la guerra lo envió.//  [IGR # 0231] #2944
  Caçador que fora à caça, / à terra do sol subia,//anoiteceu-lhe numa terra, / onde gente não havia.//  [IGR # 0164+0100] #7279
  Caçador que vai à caça, / à caça como sabia,//anoiteceu-lhe num campo, / numa obscura montia.//  [IGR # 0164+0100] #7265
  Caçador que vai à caça, / à caça vai vida minha;//seu perro leva alcançado, / seu calvão perdido ia;//  [IGR # 0164+0100] #7255
  Caçador que vai à caça, / vai caçar à maravilha;//os seus perros le cansaram, / qu` era o que ele mais sentia.//  [IGR # 0164+0100] #7263
  Caçar vai cavaleiro, / caçar como o solia;//lá no meio do monte / o sol se escurecia;//  [IGR # 0164+0100] #7239
  Cada día que el sol sale / . . . //cada día que amanece / su padre la castigaba//  [IGR # 0126] #131
  Caíra um escrito do céu / que de Deus vinha escrevido;//há-de ir descalço a Roma / despedrando o caminho,//  [IGR # 0140] #6148
  . . . / . . . //--Cala-te minha filha que me deves d` incobrir//  [IGR # 0095] #6790
  Calle de San Rafael, / calle de Santa María,//paseaba un caballero, / calle abajo y calle arriba./ /  [IGR # 0200] #4789
  Caminaba Baldovinos, / Baldovinos caminaba// y en el medio del camino / se cayó en un pozo de agua.//  [IGR # 0180] #1276
  Caminaba conde Olinos / mañanita de San Suan// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #790
  Caminaba conde Olinos / mañanitas de San Juan//a dar agua a su caballo / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8444
  Caminaba don Alonso, / don Alonso caminaba// llevaba la mujer encinta / de nueve meses preñada//  [IGR # 0030] #9044
  Caminaba don Alonso, / don Alonso caminaba,// lleva la mujer consigo, / de nueve meses preñada,//  [IGR # 0030] #635
  Caminaba don Buiso / en una mañana fría,// en tierras de moro / a buscar amiga.//  [IGR # 0169] #1202
  Camiñaba don Galán / para a misa de Cuaresma//non por devoción da misa / nin por otra que tuviera,//  [IGR # 0130] #1731
  Caminaba el conde Arnaldos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9212
  Caminaba el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #8442
  Caminaba el conde Olindes / a llevar el caballo a beber,//mientras que el caballo bebe / sacara un lindo cantar,//  [IGR # 0049+0796] #8968
  Caminaba el Conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su cabello / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #3135
  Caminaba el conde Ynelo / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9237
  Caminaba el vizcondito / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / y a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9216
  Caminaba Marcelino / por las orillas del mar.//Mientras su caballo bebe / echa un dulce cantar.//  [IGR # 0049] #8439
  Caminaba Montesinos / por una verde montaña//con el fusilín al hombro / como aquel que va de caza//  [IGR # 1537] #1875
  Caminaba Montesinos / por una verde montaña//por aquel lado ensiniestro / y con aquella pequeña daga//  [IGR # 0252] #1879
  Caminaba un labrador / tres horas antes del día//se encontraba con un pobre / que muy cansado venía.//  [IGR # 0185] #8305
  Camina conde Olinos / . . . //a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8434
  Camiña don Berso / mañania fría//a tierra de moros / a buscar amiga.//  [IGR # 0169] #8735
  Camina don Boiso / mañanita fría// a tierra de moros / a buscar amiga;//  [IGR # 0169] #1204
  Camina don Boiso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar la niña.//  [IGR # 0169] #5835
  Camina don Boyso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar amiga.//  [IGR # 0169] #2554
  Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de Campos / a buscar la niña.//  [IGR # 0169] #2545
  Camina don Bueso / mañanita fría// a tierra de moros / a buscar amiga;//  [IGR # 0169] #2546
  Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar amiga;//  [IGR # 0169] #2524
  Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar la niña;//  [IGR # 0169] #2520
  Camina don Bueso / una mañana fría//en busca de amores / a tierra judía//  [IGR # 0169] #570
  Camina don Güeso / mañanita fría//a buscar amores / a la morería.//  [IGR # 0169] #9048
  Camina don Juan a caza, / a caza como solía;//le vino el mal de la muerte, / pa su casa se volvía.//  [IGR # 0080] #8652
  Camina la Virgen pura, / camina hacia Belén,//con un niño entre sus brazos, / que es el cielo el que lo ve./ /  [IGR # 0226] #4588
  Camina la Virgen pura, / camina muy de mañana,//por los arroyos de sangre / que su hijo derramaba.//  [IGR # 1537.1] #5091
  Camina la Virgen pura, / camina para Belén//con el niño entre los brazos / y Jesús de Nazaret;//  [IGR # 0226] #8278
  Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//con su niñito en los brazos / que más bello que el sol es.//  [IGR # 0226] #5724
  Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//en el medio del camino / el niño pidió de beber;//  [IGR # 0226] #5725
  Camina la Virgen pura / camina para Belén//y en el medio del camino / pide el niño de beber.//  [IGR # 0226] #5730
  Camina la Virgen pura, / camina para Belén//y en el medio del camino / pide el niño de beber.//  [IGR # 0226] #4923
  Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//y en el medio del camino / pide el Niño de beber.//  [IGR # 0226] #9823
  Camina la Virgen pura, / camina para Belén//y en medio del camino / pidió el niño de beber.//  [IGR # 0226] #3767
  Camina la Virgen Pura / con el niño y san José,//como el camino era largo, / pidió el niño de beber.//  [IGR # 0226] #3042
  Camina la Virgen pura / con el rigor del invierno//con la barriga en la boca, / preñada del Padre Eterno.//  [IGR # 0216] #2040
  Camina la Virgen pura / con San Juan que le acompaña,//en una calle sangrienta / que Jesucristo derrama.//  [IGR # 1537.1] #5080
  Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//caminando siete leguas, / pide el niño de beber.//  [IGR # 0226] #8282
  Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//en la borriquita mansa / que le compró san José;//  [IGR # 0226] #5347
  Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén.//En la mitad del camino / el niño tenía sed.//  [IGR # 0226] #5348
  Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén.//En la mitad del camino / el niño tenía sed./ /  [IGR # 0226] #4594
  Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//en una burrita mansa / que le compró san José;//  [IGR # 0226] #5351
  Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//y a la mitad del camino / el niño tenía sed.//  [IGR # 0226] #5344
  Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén,//y en la mitad del camino, / el Niño tenía sed.//  [IGR # 0226] #9409
  Camina la Virgen pura / de Egiptos para Belén//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ /  [IGR # 0226] #4593
  Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / el niño agua beber./ /  [IGR # 0226] #4608
  Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió agua el niño a beber./ /  [IGR # 0226] #4610
  Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ /  [IGR # 0226] #4609
  Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ /  [IGR # 0226] #4598
  Camina la Virgen pura, / la bendita Madalena//con cuatrocientos soldados / al mando de su bandera.//  [IGR # 0176+0168] #406
  Camina la Virgen pura, / la bendita Magdalena,//con trescientos mil soldados / debaja de su bandera.//  [IGR # 0176+0168] #8629
  Camina la Virgen pura / lejito para Belén//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ /  [IGR # 0226] #4599
  Camina la Virgen pura / por esta y por otra calle//en busca del su querido, / que se le perdió ayer tarde.//  [IGR # 0605.1] #2065
  Camina la Virgen Santa, / camina para Belén//y en la mitad del camino / pide el niño de beber./ /  [IGR # 0226] #4605
  Camina la Virgen santa / con el niñito Jesús,//pero van tan cansaditos / y el niño quiere beber.//  [IGR # 0226] #5345
  Camina la Virge pura, / camina para Belén//como el camino era largo, / el niño tenía sed.//  [IGR # 0226] #1858
  Caminan dos estudiantes / pa un estudio muy nombrado//La noche de Navidad / en Babilonia han entrado;//  [IGR # 0206] #4909
  Caminando va José / caminando va María,//caminan para Belén / más de noche que de día,//  [IGR # 0770] #8771
  Caminando va la Virgen / en derechura a Belén//con un niño de la mano, / Jesucristo, nuestro bien.//  [IGR # 0226] #8280
  Caminan José y María, / caminan para Belén;//en el medio del camino / pide el niño de beber.//  [IGR # 0226] #8683
  Caminan para Roma / dos peregrinos// que antes eran hermanos / y ahora son primos//  [IGR # 0142] #2980
  Camina Nuestra Señora, / camina para Belén,//con un niño entre los brazos / que daba gusto de ver.//  [IGR # 0226] #3519
  Camina para la Mancha / un buen mozo arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.//  [IGR # 0134] #3193
  Caminemos, caminemos, / caminemos pa Belén.// --No tomes agua, mi vida, / no tomes agua, mi bien,//  [IGR # 0226] #3521
  Caminhando dona Iria / p` lo seu corredor acima,//tocando a sua guitarra / muito triste em demasia,//  [IGR # 0503] #6720
  Caminhou Dona Silvana / por a sua varanda acima,//guitarra d` ouro à cinta, / grande instrumento faria.//  [IGR # 0005+0004] #2603
  Caminhou Flores e Ventos, / uma noite de Natal,//desonrou sete donzelas, / todas de sangue real.//  [IGR # 0343] #6129
  Caminí por altas tores, / navegí por las fortunas,//onde non cantaba gallo, / ni menos canta gallina,//  [IGR # 0588] #2942
  Caminito a las avenas / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.//  [IGR # 0134] #3764
  Caminito de Bembibre / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media / y bolsillo de dinero//  [IGR # 0134] #5821
  Caminito de Santiago / caminaba una romera,// su cara lleva tan blanca, / relumbra por mar y tierra.//  [IGR # 0192] #1242
  Camino de Extremadura / iba un valiente arriguero//Camino de Extremadura / iba un valiente arriguero,//  [IGR # 0134] #1921
  Camino de la serena, / caminava un arriero,//bom sapato, buena media, / bom bolsillo de denero.//  [IGR # 0134] #2868
  Camino de Naranjales / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buena bolsa de dinero.//  [IGR # 0134] #3051
  Camino de Santiago,//con grande halago,//mi peregrina//la encontré yo.//  [IGR # 5006] #9553
  Camino para La Mancha / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.//  [IGR # 0134] #8329
  --Campos verdes, / bem os vejo verdegar,//quem me dera naquele monte, / quem me dera naquele vale,//  [IGR # 0153] #6564
  Campos verdes, campos verdes, / cuando la pasión salía// un ciego y un curredor / que grande es la maravilla//  [IGR # 0212] #1261
  Candelaria, Candelaria, / día dos de febrero//salió la Virgen a misa, / María, madre del Verbo.//  [IGR # 0713+0107.1] #266
  Candelaria, Candelaria, / el segundo de febrero//salió a misa de parida / María, madre del Verbo;//  [IGR # 0713] #2053
  Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,// porque se llevan al conde / de capitán general.//  [IGR # 0110] #9597
  Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,//porque se llevan al conde / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4116
  Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,//porque se llevan al conde / del capitán general.//  [IGR # 0110] #9601
  Cansadita la condesa, / cansadita de llorar.//Se ha marchado el conde / de capitán general.//  [IGR # 0110] #9598
  Cansados de pelear / los seis hermanos yacían;// infantes todos los llaman / que de Lara se decían.//  [IGR # 1144] #1405
  --Canta, moiro, canta, moiro, / canta, pela tua vida.//--Como cantarei, senhora, / nesta prisão metido?//  [IGR # 0051] #5958
  --Canta, moro, canta, moro, / canta, moro, por tu vida//--¿Cómo he de cantar, señora, / si entre gentes no podía?//  [IGR # 0438] #3270
  Canta moro, canta moro, / canta moro por tu vida//que entre más el moro canta,//  [IGR # 0438] #2988
  --Canta mouro, canta mouro, / canta pela tua vida.//--Como cantara, senhora, / se eu em ferros não podia?//  [IGR # 0051] #5959
  Canta, mouro, canta, mouro, / canta pela tua vida.//Como cantara, senhora, / se eu em ferros não podia?//  [IGR # 0438] #2651
  --Canta, mouro, canta, mouro, / canta, pela tua vida.--//Como cantarei eu, triste, / s` eu de prisões não saía?//  [IGR # 0051] #5956
  --Canta, mouro, canta, mouro, / canta pela tua vida,//o teu cantar namora / a filha do rei d` Hungria.//  [IGR # 0051] #5962
  --Cara linda, ó cara linda, / és tão linda como o sol, //deixame ir dormir contigo / às barras do teu lençol. //  [IGR # 0234] #6905
  --Carcelero por tu vida, / carcelero por piedade,//que me quites las cadenas / y me afloxes el corale,//  [IGR # 0025] #5904
  Cargadita de humildad / fue a confesar un domingo,//sin tener ningún pecado, / ni en su vida le ha tenido,//  [IGR # 0682] #5757
  Carmela se paseaba / Carmela se paseaba// con los dolores de parto / el corazón se le parte.//  [IGR # 0153] #2962
  Carmela se paseaba / por una montaña arriba,//la cogieron los moros / el día de Pascua florida.//  [IGR # 0169] #2515
  Carmela se paseaba / por una montaña arriba,//y la han cogido los moros / se la llevaron cautiva.//  [IGR # 0169] #2578
  Carmela se paseaba / por una montaña oscura//y la cogieron los moros / y se la llevaron cautiva.//  [IGR # 0169] #2566
  Carmela se paseaba / por una sala adelantet.//Con los dolores de parto, / que el corazón se la parte.//  [IGR # 0153] #505
  Carmela se paseaba por / una sala muy grande//con dolores de parir / que el corazón se la parte.//  [IGR # 0153] #480
  Carmela se paseaba / por una sala muy grande//con dolores de parir / se ha marchado en ca su madre.//  [IGR # 0153] #503
  Carmela se paseaba / por una salita alante//con los dolores de parto, / que el corazón se la parte.//  [IGR # 0153] #494
  Carmela se paseaba / por una salita alante//con los dolores de parto / que el corazón se la parte,//  [IGR # 0153] #499
  Carmela se paseaba / por una salita alante,//con un dolor de barriga / que la pobre reventaba.//  [IGR # 0153] #3019
  Carmeliña, Carmeliña / tú qué fuiches desgraciada//por unha mala dormida / deixache estar casada//  [IGR # 0006] #2409
  Carmencita, Carmencita, / tú nacistes desgraciada// que por un malo amor / dejastes de ser casada.//  [IGR # 0006] #2347
  Carré de Barcelona / carré dels argentés,//tot son valets y comptes / damas y caballés.//  [IGR # 0133] #7882
  Carretera de Aragón, / la pasea un mozo arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.//  [IGR # 0134] #5600
  Cartas le vienen al conde / de la raya `e Portugal// que lo llaman a la guerra / de capitán general.//  [IGR # 1668] #745
  Cartas va, cartas vienen, / que se corren por España,// Juan de Dios y de María / que está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2334
  Cartas van y cartas vienen / a las orillas del mar,// que llaman al conde Dirlos / por capitán general.//  [IGR # 1668] #746
  Cartas van y cartas vienen, / cartas al emperador,// que todos viejos y mozos / a servir al rey señor.//  [IGR # 0231] #901
  Casada de oito dias, / à janela foi chegar,//vira vir um cavaleiro, / com um lencinho a abanar.//  [IGR # 0069] #5967
  Casada de treze dias, / `stava na minha janela,//chegou uma pomba negra, / que nova me trará ela?//  [IGR # 0069] #5963
  Casadinha de outo dias, / sentadinha à janela,//vira vir um cavaleiro / com cartinhas a abanar.//  [IGR # 0069] #2627
  --Casadita, casadita, / ¿dónde tienes el marido?// (sic) se fue a la guerra / no sé si es muerto o si es vivo.//  [IGR # 0113] #3758
  Casado estaba Montero / con doña Juana del Cueto,//Blanca, rubia, como el sol / y de gran entendimiento//  [IGR # 5110] #8000
  --Casai-me, meu pai, casai-me, / que a idade me obriga.//--Tenho corrido mil terras / sem achar quem a queria,//  [IGR # 0503] #6705
  --Casai-me, meu pai, casai-me, / que a idade mo declina,//quero casar com conde Verde / que é amor da minha vida,//  [IGR # 0503] #6630
  Casamiento se hacía / que a Dios ha desagradado:// casan a doña Teresa / con un moro renegado,//  [IGR # 2215] #1410
  Casei c` uma donzelinha, / filha é dum lavrador;//gastei o meu e o seu, / quanto nos deu o Senhor.//  [IGR # 0085] #7479
  --Cáseme mi padre, cáseme, / que el tiempo ya lo tenía,//los árboles dieron hojas / y ahora ya les caían.//  [IGR # 0503] #8313
  Casóme a mía madre / con un pícaro pastor,// que no me dexa ir a misa / ni tampoco ir al sermón,//  [IGR # 0171] #1360
  Casóme mi madre / con un pícaro pastor,// ni me deja ir a misa / ni tampoco oír sermón,//  [IGR # 0171] #1362
  Casóme mi madre / con un polido pastor,// patituerto y jorobado / y hecho de mala fación.//  [IGR # 0171] #1363
  Casóme mi papa / chiquirita y bonita// con un picaruelo / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #1033
  Castillo sobre castillo, / en lo más alto de Uviedo//habitaban dos serranas, / ¡con qué pena lo refiero!;//  [IGR # 0360] #2190
  Cata Francia, Montesinos, / y París esa ciudad;// cata palacio del rey / tu abuelo natural;//  [IGR # 9289] #1601
  --Catalina, bella niña, / blanca flor de Ginové,//mañana me voy pa` Francia, / ¿qué encargás o qué querés?--  [IGR # 0113] #4665
  --Catalina, Catalina, / bella flor de Genova,//mañana me voy para España, / ¡y dirá lo que queras!--/ /  [IGR # 0113] #4669
  --Catalina, Catalina, / blanca flor del limoné,//un barco sale pa España / y otro para el Lago Né;//  [IGR # 0113] #3746
  Catalina, Catalina, / Catalina, blanca flor,// quisiera dormir contigo / una noche sin temor.//  [IGR # 0234] #1045
  --Catalina, Catalina, / del monte del genovés,//mañana me voy para Francia, / ¿qué le ofrece y qué queréis?/ /  [IGR # 0113] #4659
  --Catalina, Catalina, / flor de Genovés,//¿qué se le ofrece para Francia, / pues mañana me embarcaré?/ /  [IGR # 0113] #4662
  Catalina, Catalina, / la del paño limonés,//¿qué se te ofrece pa Francia? / Dime, niña, ¿qué queréis?//  [IGR # 0113] #5297
  --Catalina, Catalina, / la del quinto ginové,//mañana me voy pa` Francia, / ¿qué mandás o qué querés?--/ /  [IGR # 0113] #4668
  --Catalina, Catalina, / linda flor de Genové,//mañana me voy para Francia, / ¿qué tenéis o qué mandáis?  [IGR # 0113] #4664
  --Catalina, Catalina, / linda moza y lindo pie,//yo me embarco para Francia, / ¿qué encargo es el que me hacéis?//  [IGR # 0113] #3458
  --Catalina, Catalina, / lindo cuerpo aragonés,//yo me embarco para Francia, / ¿qué dice su piquerey?//  [IGR # 0113] #3462
  --Catalina, Catalina, / lindo cuerpo aragonés,//yo me parto para Francia; / manda tú lo que queréis.//  [IGR # 0113] #3461
  --Catalina, Catalina, / lindo nombre aragonés,//mañana me, voy a Francia, / me mandáis lo que queréis.//  [IGR # 0113] #5333
  --Catalina, Catalina, / lindo nombre aragonés,//por España mi partido, / me mandáis o qué queréis.//  [IGR # 0113] #5335
  Catalina estaba sentadita, / sentada debajo laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr.//  [IGR # 0113] #2666
  --Catalina, flor de lima, / flor de todo genovés,//mañana voy para Francia, / mandad lo que queréis.//  [IGR # 0113] #5316
  --Catalina, mi señora, / lindo cuerpo pagoney,//yo me embarco para Francia, / ¿qué mandáis o qué queréis?//  [IGR # 0113] #3459
  Catalunya, Catalunya, / Catalunya rica i plena!//Puix que el rei nostre senyor / declarada ens té la guerra,//  [IGR # 0256] #4497
  Caterina asentada, / asentada en su balcón,//vido pasar a un soldado, / de su marido le pruntó://  [IGR # 0113] #3745
  Caterina se`n pentina / amb una pinta d`Urgell// Cada cabell que se n`arenca / maliex als seus parents;//  [IGR # 1126] #9783
  Cativa estaba, cativa, / la (e)sposica de Gayfero,//pensando está que l`escriba, / con uno de sus mesajeros.//  [IGR # 0151] #8775
  Cativaram-me os moiros / lá nesses tempos da guerra;//levaram-me a vender / aos ares da minha terra.//  [IGR # 0443] #6209
  Cavaleiro, nã namores, / filha d` el-rei teu senhor,//tua vida pagaria, / tamanho crime d` amor.//  [IGR # 0720] #6539
  --Cavaleiro, não namores / a filha do teu senhor,//que vós heis-de ficar / sem ela, morres por o teu amor.--//  [IGR # 0720] #9527
  Cavalheiro d`armas brancas, / vístai-lo por aqui passar?//Esse cavalheiro, senhora, / morto está no areal.//  [IGR # 0150+0457] #2245
  --Cavalhero, nã te namoris / da filha do tê sinhor,//qu` ele há-de zumbar de ti, / tu hadis morrer d` amoris.//  [IGR # 0720] #6530
  Cazador que va cazando / al monte cuando solía//lleva los perros cansados / y el gamo más no podía;//  [IGR # 0080] #3245
  Cercada está Santa Fe / por el vno y otro lado,//assentadas muchas tiendas / de oro, seda y brocado;//  [IGR # 0067.6] #5823
  Cercada está Santa Fuente / de un fino lienzo encerado//ricas tiendas le rodean / de terciopelo y brocado.//  [IGR # 0045] #3373
  Cerquines se casa / en muy lejas tierras//sus padres no quieren / casarle con ella.//  [IGR # 0155] #355
  --Cerra-te, janela, / abre-te, postigo;//deita cá um lenço / que eu venho mui` frio.//  [IGR # 0189] #7020
  Chegada era la hora, / ao pino do meiodia,//quando a bela infanta / de freirinha se metia.//  [IGR # 0431] #7228
  --Chegai, Infanta, . . . janela, / ouvi um doce cantar,//ouvi cantar as sereias, / no meio daquele mar.//  [IGR # 0049] #6448
  Chegando o senhor D. Jorge / das batalhas d` Além-Mar,//correu logo a ver a esposa / que deixara no solar.//  [IGR # 0234] #6936
  Chico era Ofico, / chico era de la cuna,//lo mitieron por rubico / a meldar las criaturas//  [IGR # 0080] #4824
  Chiquita y bonita / me casó mi madre//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #5220
  Chon Pipa se fué a la guerra, / montado en una perra.//La perra que se resbala, / Chon Pipa que se hace bala./ /  [IGR # 0178] #4759
  Chorava a infanta Solisa, / chorava e razão havia,// vivendo tam descontente, / seu pae por casar a tinha.//  [IGR # 0503] #1587
  Chorava dona Helena, / chorava que razão tinha.//--Que tendes, dona Helena, / que estais posta a chorar?//  [IGR # 0153] #6585
  Chorava dona Silvana, / chorava, que razão teria,//seu pai se ergueu da cama / ao pranto que ela fazia.//  [IGR # 0503] #6712
  --Ciego que nada ve, / ¿quiere hacer una merced?//Darle una naranja al Niño / para que apague la sed.//  [IGR # 0226] #3523
  Cien caballos tien Bernardo, / todos los ganó en un día;// y el rey le pedía uno, / y el rey uno le pedía.//  [IGR # 0103] #693
  Ciento y un quintado llevan, / todos van para la guerra.//Ya se ponen a comer / debajo de una alameda./ /  [IGR # 0176] #4791
  Ciertas nuevas, ciertas nuevas, / nuevas corren por España:// malito se halla don Juan, / malito se halla en la cama,//  [IGR # 0006] #662
  Cipriana tiene una huerta / toda de árboles cercada//y en medio de ella una fuente / con siete caños de plata.//  [IGR # 0446] #3397
  --Clara linda, Clara linda, / Clara linda como o sol,//deixame dormir contigo / nas pontas do teu lençol.//  [IGR # 0234] #6933
  Claralinda está doente? / Vejo-a tão descorada.//Foi de um pucarinho de água / que bebeu na madrugada.//  [IGR # 0159] #2614
  cobles noves / n` anirém cantant//d` una minyoneta / plena de trevalls.//  [IGR # 0512] #9557
  Cogiera un vaso de agua / y se bajara al corral,//y hubo cogido tres granos / del más fuerte solimán;//  [IGR # 0255+0172] #9279
  --Coitado de mim, que sou velho, / as guerras me matarão,//as três filhas que eu tenho, / de nada me servirão!//  [IGR # 0231] #7537
  Combidaron al buen rey / a la guerra de Aragón;//maldiziendo va el buen rey, / una mala maldisión.//  [IGR # 0231] #3713
  Cómo llora la Silvana, / lloraba que trasvertía//--¿Oh, qué tendrá la Silvana, / oh, qué tendrás, hija mía?//  [IGR # 0005] #8143
  --Cómo no me casa, padre, / cómo no me casaría;//yo podía estar casada / con el jefe ` policía.//  [IGR # 0503] #3399
  como no te casas hija / como no te casas ya//como quieres que me case / yo le pido a uste un favor//  [IGR # 0110] #3907
  Cómo quedó con tristeza / la reyna, y desconsolada//de la vitoria que tuuo / ensangrentando su lança//  [IGR # 2463] #5826
  Como se pasea el moro, / pasea por la calzada//de cara mira a Sevilla, / de cara mira a Granada,//  [IGR # 0045] #9387
  --Como `stás bonita, senhora, / bonita c`m`à maravilha,//quem me dera dormir contigo / uma noite e mais um dia!//  [IGR # 0234] #6938
  Como vai, minha criada? / --Como vai, senhora minha?//Ainda ontem fui princesa, / já hoje estou na cozinha.//  [IGR # 0136] #5805
  Compañero, compañero, / casóse mi linda amiga;// casóse con un villano, / que es lo que más me dolía.//  [IGR # 2933] #1556
  Con ansia estrema y lloroso, / triste, ansioso y afligido,//se parte Bernardo el Carpio / de grave dolor vencido,//  [IGR # 1567] #8508
  Con crespa y dorada crin / del hondo mar se levantan,//sembrando por todo el mundo / luz por las narizes altas//  [IGR # 1595] #8521
  Conde Aliñes, conde Aliñes, / mañanitas de San Juan,//a dar agua a sus caballos / a puerto de sobre mar.//  [IGR # 0049] #8429
  Conde Alines madrugó / mañanita de San Juan,//mientras el caballo bebe / el cantaba un cantar.//  [IGR # 0049] #8408
  Conde Alinos, conde Alinos / fue niño y pasó la mar,//lleva el caballo a beber / a las orillas del mar,//  [IGR # 0049+0796] #8966
  Conde Carlos condoído d` amor / que se nã podia repousar,//que dava pulo na cama / como um gavião no mare.//  [IGR # 0366] #8905
  Conde Claros, com amores, / nã podia descançar,//e dava pulos na cama, / nem gavião a pular.//  [IGR # 0366] #2613
  Conde Frores, conde Frores, / . . .//¿Por cuántos años vas, conde? / --Por siete y no voy por más;//  [IGR # 0110] #3974
  Conde Montalvar nã dorme, / nã pára no cabeçal,//salta pinotes na cama / que nem galeão real,//  [IGR # 0366] #6138
  Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan//fue a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #8460
  Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5384
  Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan//va a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9213
  Conde Niño por amores / es niño y pasó la mar,//fue a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #8425
  Conde Niños pa la guerra / se tenía que marchar.// Si a los siete años no vuelvo, / a los ocho casarás.//  [IGR # 1668] #743
  Conde Olinos, conde Olinos, / de noche pasó la mar//co`l caballo por la rienda / cantando un rico cantar.//  [IGR # 0049] #1687
  Conde Olinos, conde Olinos / es niño y pasó la mar;//lleva el caballo a beber / mañanita de San Juan//  [IGR # 0796] #8314
  Conde Olinos, conde Olinos / es niño y pasó la mar//Estaba el rey conde Olinos / mañanita de San Juan,//  [IGR # 0049] #323
  Conde Olinos, Conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Levantóse Conde Olinos / mañanita de San Juan;//  [IGR # 0049+0796] #8316
  Conde Olinos, conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Se llevanta conde Olino / mañanita de San Juan,//  [IGR # 0049] #794
  Conde Olinos, conde Olinos, / fue niño y pasó a la mar,//mientras el caballo bebe / él se pusiera a cantar://  [IGR # 0049+0796] #8972
  Conde Olinos, conde Olinos, / fue niño y pasó la mar,//levantóse conde Olinos / mañanita de San Juan,//  [IGR # 0049+0796] #8971
  Conde Olinos, conde Olinos / lleva el caballo a beber// mientras el caballo bebe / conde Olinos canta bien.//  [IGR # 0049] #764
  Conde Olinos, conde Olinos, / mañanita de San Juan,// fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #785
  Conde Olmos, Conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Levantóse el Conde Olinos / mañanita de San Juan//  [IGR # 0049+0796] #9373
  Conde Rondai se pasea / de la ventana al balcón.//--Reviente la mi mujer / al par de mi corazón,//  [IGR # 0231] #5915
  Confiésate a mí, Carmela, / que yo se lo diré a un fraile//que detrás de aquella ermita / he intentado de matarte.//  [IGR # 0153] #506
  Con los mejores de Asturias / sale de León Bernaldo,//puestos a punto de guerra / a impedir de Francia el passo.//  [IGR # 1583] #8516
  Con solos diez de los suyos / ante el rey Bernardo llega,//con el sombrero en la mano / y acatada reverencia;//  [IGR # 0027] #8550
  Contándole estava un día / al valeroso Bernardo//Elvira Sánchez, su aya, / que de niño le ha criado://  [IGR # 1526] #8528
  Con tres mil y más leoneses / dexa la ciudad Bernardo,//que de la perdida Iberia / fue milagroso restauro://  [IGR # 1581] #8514
  Coração, coração lindo, / qu`assi m`andas aborrido//Vai-se o conde e a condessa, / ambos vão por um caminho.//  [IGR # 0338] #2716
  --`Corde, minha mãe, / desse seu dormir://venha vê` lo cego / cantar e pedir.//  [IGR # 0189] #7032
  Corre la voz por el mundo,/ corre la voz por Españ//que hay un rico mercader/ que en paños y sedas trata.//  [IGR # 0501] #4896
  . . . Corrió salas y aposentos / y vio colgada de un clavo//una espada ya mohosa / y estas palabras le ha hablado://  [IGR # 0114] #1869
  Cosas buenas, cosas buenas, / que se cuentan por España?// Se cuenta que el rey don Juan / está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #670
  Criaba una pobre viuda / tres hijos con grande honor//por una cosa que viera, / su madre les regañó.//  [IGR # 0143] #1790
  Criados los mis criados / los que de mi coméis pan//sacádmela de paseo / llevádmela a pasear//  [IGR # 0110] #3883
  Cristo, rendido y cansado / de la venerable sierra//quisiera, en traje de pobre, / dar a mostrar su grandeza.//  [IGR # 0676] #2094
  --Cruelbento, Cruelbento, / ah! roubador maioral,//derrubaste três cidades, / todas três em Portugal;//  [IGR # 0343] #6124
  --Cruelvento, Cruelvento, / derrubador maioral!//Derrubaste três igrejas / das melhores de Portugal.//  [IGR # 0343] #6123
  --Cruelvento, Cruelvento, / roubador maioral!//Derrubaste três castelos, / no reino de Portugal;//  [IGR # 0343] #6121
  Cruel vento, ó cruel vento, / roubador maioral//Roubaste as três igrejas, / as melhores de Portugal.//  [IGR # 0343] #2269
  Cuáles son las dos hermanas / las que de amor están tocadas?//Una se llama Ximena, / la otra Fátima se llama.//  [IGR # 0014] #1889
  Cuáles son las dos hermanas / que son del amor trocadas?//La una se llama Xerifa, / la otra Fátima se llama.//  [IGR # 0052] #1887
  Cuando abril de flores lleno, / salí, pues, una mañana//y oí una voz tenebrosa / que sonaba en la montaña.//  [IGR # 0901] #1976
  Cuando a las tres de la tarde / vi que bajá de un cerro//una hermosa peregrina / con un infante pequeño,//  [IGR # 0323] #2198
  Cuando don Bernardo / de las tropa se salía,// con trescientos mil caballos, / todos de una igualía//  [IGR # 0103] #692
  Cuando el conde don Valdivia / se disponia casar//buscaba la dama hermosa / chiquita y de poca edad//  [IGR # 0110] #3989
  Cuando el conde volvió `e misa, / la condesa escolorida está.// Qué te pasa, la condesa, / que tan escolorida estás?//  [IGR # 0311] #683
  Cuando el conde y la condesa / a coger flores se van//el conde tiende la capa / la condesa su brillar//  [IGR # 0110] #3956
  Cuando el infante don Pedro / cuando el infante don juan//se despide de su esposa / se despide y ya se va//  [IGR # 0110] #3919
  Cuando el manto de Pinela / se partían en Berbería//siete sastres lo partieron, / siete toman la medida;//  [IGR # 0074] #3310
  Cuando el rey de los murcianos, / aquel que reina en Turquía,//entre sus morillas tiene / una cristiana cautiva.//  [IGR # 0169] #8641
  Cuando el rey Selomó / en Yerusalaim reinó//vinieron a él dos mujeres / que el corazón lastimó,//  [IGR # 0490] #7804
  Cuando el trigo está en espiga / y el lino está echando flor, //estaba el conde de Lara, / estaba el conde Mayor://  [IGR # 0231] #4890
  Cuando empezaron la guerra / entre Francia y Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4103
  Cuando empezó la guerra / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4079
  Cuando empezo la guerra / entre España y Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4090
  Cuando empiezan la guerra / en Francia y en Portugal//demanen al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4074
  Cuando entré en este castillo / apenas tenía barba//y ahora, por mi desgracia, / las tengo largas y canas,//  [IGR # 0029] #1865
  Cuando Fernandito va / a las orillas de la mar//a dar agua a su caballo / . . . //  [IGR # 0049] #8463
  Cuando Gerenildo iba / a dar agua a sus caballos;//mientras sus caballos beben// Gerenildo echó a cantar  [IGR # 0023] #3798
  Cuando Jesús iba a caza, / a caza como él solía,//se ha encontrado con un hombre / triste y de {I}malancolia{M}.//  [IGR # 0808] #4919
  Cuando la guerra de Italia / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4085
  Cuando las pintadas aves / mudas están, y la tierra//atenta escucha los ríos / que al mar su tributo llevan,//  [IGR # 0672] #9350
  Cuando mayo fue por mayo, / cuando los fuertes calores//cuando los trigos encañan, / los árboles echan flores.//  [IGR # 0078] #214
  Cuando me casó mi madre, / ma casó con un pastor//chiquitito y jorobado, / hecho de mala facción.//  [IGR # 0171] #444
  Cuando me casó mi madre, / me casó con un pastor//chiquito y jorobado, / hecho de mala facción.//  [IGR # 0171] #447
  Cuando me parió mi madre, / me parió en alta montina,// donde cae la nieve a copos, / agua menudita y fría,//  [IGR # 0020] #627
  Cuando quiere tomar amores / se baja para l`idea;//cuando de amores no quiere, / se sube para la sierra.//  [IGR # 0233] #7329
  Cuando salen los navíos / cargaditos de españoles//y al tiempo de echar la vela / cayó un marinero al agua.//  [IGR # 0180] #5263
  Cuando San José y la Virgen / caminaban para el templo//en la mitad del camino / al niño echaron de menos.//  [IGR # 0596+0179] #369
  Cuando se armaron las guerras / en Francia y en Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4084
  Cuando se declaró en huelga / Italia con Portugal// al conde de Miraflores / le nombraron general//  [IGR # 0110] #2973
  Cuando se empezó la guerra / en Italia y Portugal//llevaron al conde Alisiado / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4082
  Cuando se formó la guerra / entre España y Portugal//formaron conde de Flores / al capitán general.//  [IGR # 0110] #4089
  Cuando se movio la guerra / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4086
  Cuando yo enfermí de amor, / triste y non dormía yo,//de dolor en los mis güesos, / de ansias de mi corazón.//  [IGR # 0690] #7810
  Cuando yo era chiquitina / y apenas tuve cinco años//De los brazos de mi madre / los moros me arrebataron.//  [IGR # 0169] #2512
  Cuando yo era pastorcillo / que cuidaba mis ovejas,//echaba mi lanza a lomo, / mi zurrón a tiracuellos.//  [IGR # 0233] #7416
  Cuando yo era pastorcillo, / que cuidaba mis ovejas,//me encontré con la serrana / dentro de una taramela.//  [IGR # 0233] #7373
  Cuando yo era pastorcillo, / que guardaba mis ovejas,//vide venir la serrana / brincando de piedra en piedra//  [IGR # 0233] #7377
  Cuando yo era pastorcillo, / y guardaba mis ovejas,//iba por un barranco arriba, / la serrana me saliera.//  [IGR # 0233] #7378
  Cuando yo era pastorcito, / que cuidaba mis ovejas,//echaba mi lanza al hombro, / mi gurión a tiracuello.//  [IGR # 0233] #7372
  Cuando yo era pequeñita / y apenas tenía cinco años,////de los brazos de mi padre / los moros me arrebataron.//  [IGR # 0169] #2538
  Cuando yo estaba en Sevilla, / mozo galán y bizarro//para quitarme la barba / no tuve siquiera un cuarto.//  [IGR # 0698] #611
  Cuando yo me muera, / no me entierren en pelado;//entiérrenme en una loma, / donde no pasó ganado./ /  [IGR # 0101] #4745
  --¿Cuánto me das, marinero? / ¿Cuánto me das, marinero,//porque te saque del agua, sí, sí, / porque te saque del agua, sí, si?--/ /  [IGR # 0180] #4676
  --Cuatrocientos sei los míos, / los que me coméis el pan //siempre mos han repartió, mañana mos reparterán://  [IGR # 0027] #9364
  Cuatrocientos sois, los míos, / los que coméis el mi pan,//nunca fuestes apartados, / agora os apartarán;//  [IGR # 0027] #8548
  Cuatro doctores lo curan, / de los mejores de España,// sólo falta por venir / el doctor de la Fama.//  [IGR # 0006] #2380
  Cuatro leguas de Garganta, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera,//  [IGR # 0233] #7447
  Cuenten, cuenten, los señores, / yo también contaré algo//y un caso que ha sucedido / con la hija de don Bernardo,//  [IGR # 0748] #2193
  D. Afonso sou chumada, / minha mãe assim o dizia, / qu`os meus manos baptizados / sou com o nome de D. Dinis./  [IGR # 0301] #2624
  Da gusto ver un vaquero / cuando anda por renovar,//buscando una vaca negra / sin perilla y sin señal.//  [IGR # 2986] #3511
  Da igreja vem no velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão, a mulher vem de enterrar.//  [IGR # 0635] #7554
  Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//assentou-se à sua porta / a fartar-se de chorar.//  [IGR # 0635] #7549
  Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seu filho traz p`r a mão, / sua mulher vem de enterrar;//  [IGR # 0635] #7552
  Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos trai pela mão, / sua mulher vem de enterrar;//  [IGR # 0635] #7555
  Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão / e a mulher vem de enterrar.//  [IGR # 0635] #7557
  Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão, / sua mulher vem de a enterrar.//  [IGR # 0635] #7550
  --Daime armas e cavalo, / que eu serei filha varão.//--Tende` los olhos mui` lindos, / filha, conhecer-vos-ão.//  [IGR # 0231] #7501
  Dai-nos licença, Senhora, / vos pedimos com ternura,//que descrevamos em verso / toda a vossa formosura.//  [IGR # 2961] #2898
  . . . / . . . //--D. Alberto, D. Alberto, / o nosso sono foi sabido,//  [IGR # 0023] #7185
  --D. Alberto, não ames / a filha do teu senhor,//ela é muito criancinha, / não te há-de ter amor.//  [IGR # 0720] #6533
  Dame la gracia y memoria / para si cantar podía//la firmeza `e dos amantes / que uno a otro se tenían.//  [IGR # 0217] #118
  Dañana tenía un hijo / y otra cosa no tenía,// brindáralo la Gallarda / a comer con ella un día.//  [IGR # 0200] #944
  Dá o sol na vidraça, / já lá vem claro dia;//o condinho da Alemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #2718
  Da outra banda ou desta, / da outra banda da água,//vozes dava o marinheiro, / vozes deu que se afogava.//  [IGR # 0180] #7711
  . . . Das posada al cebollero?//No está mi marido en casa, / . . . //  [IGR # 0650] #270
  Dava o sol na vidraça, / já lá responde meio-dia;//ainda o conde d`Alemanha / co` a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #3800
  De altas tierras viene / una blanca niña,//vestida de oro / y de perla fina,//  [IGR # 0169] #8032
  De amores trata don Rodrigo; / descubierto ha su cuidado;// a la Cava se lo dice / de quien anda enamorado;//  [IGR # 0296] #1384
  Debaixo da figueira / da tía Xoldeirona//hai un probe cego / tocando a zanfoña.//  [IGR # 0189] #1672
  Debaixo da laranjeira, / debaixo do laranjal,//lá vi estar Claralinda, / com D. Carlos a brincar.//  [IGR # 0159] #6064
  Debajo de un monte verde / una sombra vi venir.//Mientras más me alejaba, / se me acerca ella a mí./ /  [IGR # 0168.1] #4691
  Debajo el kiuprí de Larisa / hay una moza zarif.//El su padre la guadraba / por un lindo chelebbí.//,  [IGR # 2682] #2985
  De Barcelona partimos / en una noble fragata//que per nombre se decía / Santa Catarina Marta.//  [IGR # 0180] #8611
  De Belén salió un niñito / huyendo del rey Herodes// y en el caminar pasan / grades fríos y calores//  [IGR # 0512] #3107
  De Betlem partí la Verge / sols per `nar á Nasaret;//Ya `n prengué per companyía / al gloriós San Josep.//  [IGR # 0408] #9801
  De Bul-los partióse el rey, / de Bul-los a Salamanca,//en mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.//  [IGR # 0006] #9291
  De Burgos partió ese rey / de Burgos a Salamanca// . . . / del cielo cayó una carta.//  [IGR # 0006] #9288
  De Burgos partió ese rey, / de Burgos pa Salamanca,//en meatad de aquel camino / çielo cayó `na carta.//  [IGR # 0006] #9295
  De Burgos partióse el rey, / de Burgos a Salamanca.//  [IGR # 0006] #9289
  De Burgos partióse el rey / ese rey de Salamanca,//  [IGR # 0006] #9300
  De Burlos partió ese rey, / de Burlos de Salamanca;//en mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.//  [IGR # 0006] #9302
  De campos a campos / de la verde olivaj//la hija del Rey / la llevan cautiva.//  [IGR # 0169] #5511
  De campos a campos, / de olivas a olivas,//la hija del rey / la llevan cautiva.//  [IGR # 0169] #2522
  De cara miro a Valencia, / de cara miro a Granada,// de cara miro a Valencia, /oh, Valencia valenciana,//  [IGR # 0045] #639
  Decía poquito a poco, / en tono desconsolado://--Madre mía, si me muero, / no me entierren en sagrado,//  [IGR # 0101] #5630
  Declarou-se uma guerra / entre França e Portugal;//convidaram conde Flores / p`ra capitão-general.//  [IGR # 0110] #2673
  De concierto están los condes / Hermanos, Diego y Fernando;// afrentar quieren al Cid, / muy gran traición han armado.//  [IGR # 0335] #1447
  --¿De cuándo acá tantos fieros, / señora Zaida la bella?//¿qué confesión revelé / para tanta penitencia?//  [IGR # 2098] #7969
  De dónde vienes, mi esposa, de dónde vienes, mi esclava?//--Vengo de San Salvador, / de oir la misa rezada,//  [IGR # 0006] #2464
  De en frente la veo venir / como un grano de agranada;//le prunto y le dixe / si era moza era casada.//  [IGR # 0200] #8036
  De Francia partió la niña / de Francia la bien guarnida;// íbase para París, / do padre y madre tenía.//  [IGR # 0100] #1573
  De Francia partió la niña, / de Francia la bien querida,//fuérase para París / donde padre y madre tenía.//  [IGR # 0100] #8923
  De Francia partió la niña, / de Francia, la bien querida,//fuérase para París / donde padre y madre tenía.//  [IGR # 0100] #8864
  --De Francia vengo, señora, / de por hilo portugués,//y en el camino me han dicho, / que buenas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5610
  De Francia vengo, señora, / de un pollido portugués//y en el camino me han dicho: / "¡Qué lindas hijas tenéis!"//  [IGR # 0224] #1743
  --De Francia vengo, señoras, / a buscarle la esposa al rey,// que en el camino me han dicho / que lindas tenéis.//  [IGR # 0224] #9439
  --De Francia vengo, señora / traigo un hijo portugués//y en el camino me habla / de las hijitas de utsted.//  [IGR # 0224] #3592
  --De Francia vengo, señora, / y en el camino encontré//á un caballero, y me dijo / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #3579
  --De Francia vengo, señores, / de por hilo portugués//y en el camino me han dicho / buenas hijas tiene usted.//  [IGR # 0224] #3593
  --De Francia vengo, señores, / de reinado portugués,//que en el camino me han dicho / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5191
  --De Francia vengo, señores, / muy buen mozo portugués,//a pedirle a usted señora, / que una esposa a mí me dé.//  [IGR # 0224] #5196
  --De Francia vengo, señores, / un pulido portugués,//en el camino me ha dicho / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5200
  De Francia vino un francés / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que no supo responder.//  [IGR # 0204] #24
  De Granada salió el moro / que Aliatar es llamado//primo hermano del valiente / y del esforzado Albayardo,//  [IGR # 0070.7] #1903
  Dei sete voltas ao castelo, / sem achar por donde entrar.//Cavalheiro d`armas brancas, / visteis-lo por aqui passar?//  [IGR # 0150+0457] #2242
  --Deitei os olhos ao mar, / avistei formosa armada,//capitão que a governava / muito triste me falou.//  [IGR # 0113] #6319
  Deixa-te lá, minha filha: / . . . //é tempo de sementeira, / anda a gente ocupada.//  [IGR # 0193] #2695
  --Déixeme ir, mi madre, / beilar ô turreiro,//que quero casarme / con un sapateiro.//  [IGR # 4027] #8759
  De la ciudad de Bersaba / huyendo salió Jacob//de su hermano Esau / por la bendición que le quitó//  [IGR # 2761] #8890
  De la guerra se han venido, / una quinta van a echar;//le ha tocado a Gerineldo / ser capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4219
  De la hija más hermosa / que el rey de España tenía,//se enamoró otro rey moro / y se ha llevado la niña.//  [IGR # 0169] #5519
  De la iglesia viene el viejo, / de la iglesia de rezar//sus hijos trae de la mano, / su mujer vén de enterrar.//  [IGR # 0635] #1660
  De la juma sali el moro, / de la juma al mediodía.//Con trescientos vavalleros, / se lleva por compañía.//  [IGR # 0054] #4436
  De la más hermosa rosa / nació el clavel de la gracia,//que la escogió el Padre Eterno, / hija de Joaquín y Ana,//  [IGR # 0505] #9819
  . . . del año//entre damas y doncellas, / y al rey piden aguinaldo;//  [IGR # 0046] #397
  Delante del rey León / salió Ximena una tarde//demandando iba justicia / por la muerte de su padre://  [IGR # 0001] #8884
  Delante de un Santo Cristo / se han dado mano y palabra//Se agarraron de la mano, / para la cama se marchan,//  [IGR # 0249] #156
  De las altas mares / abaxa la blanca y niña//(y) encargada en el oro / y en la perlería,//  [IGR # 0169] #9398
  De la sangrienta batalla / sale el valiente Bernardo,//dexando a Roldán herido, / aquel paladín gallardo,//  [IGR # 1517] #8523
  De las cañadas del pino / que hazen a Tajo estrecho//rostro blanco encendido / de dolor, vergüenza y miedo,//  [IGR # 2874] #4419
  De las damas que hay ahora / doña Ángela es la que priva.//La rondan cien caballeros / todos de espada ceñida;//  [IGR # 0217] #8664
  De las guerras ven Bernardos, / de las batallas venía,//cien caballos trai delante, / todos ganados de un día.//  [IGR # 0103] #8376
  De las mozas que hay ahora / doña Ángela es la que brilla;//la rondan duques y condes / . . . . . de villa.//  [IGR # 0217] #8666
  Del Carpio sale Bernardo / penando, confuso y triste,//y por mostrar su valor / de negras armas se viste;//  [IGR # 1601] #8531
  --Delgada, ó Delgadinha, / Delgadinha delgada,//queres tu, ó Delgadinha, / ser minha namorada?//  [IGR # 0075] #7094
  Delgadina, Delgadina, / Delgadina del Campillo//Andaban dos caballeros / en las calles del presirio,//  [IGR # 0730] #1926
  --Delgadina, Delgadina / ha de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo, / ni la Virgen oberana,//  [IGR # 0075] #4959
  --Delgadina, Delgadina, / has de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo, / ni la Virgen soberana,//  [IGR # 0075] #4947
  --Delgadina, Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo / ni la Virgen soberana //  [IGR # 0075] #5488
  Delgadina, Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo / ni la Virgen soberana.--//  [IGR # 0075] #8628
  --Delgadina, Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.//--No lo quiera el rey del cielo, / ni la Virgen soberana,//  [IGR # 0075] #4978
  Delgadina, Delgadina, / vas a ser mi enamorada.// No lo quiera Dios del cielo, / ni la Virgen Soberana,//  [IGR # 0075] #1079
  Delgadina se paseaba / de la sala a cocina.//--Hija mía, Delgadina, / ¿quieres ser mi hermosa dama?//  [IGR # 0075] #5130
  Delgadina se paseaba / de la sala a la cocina//con su vestido de seda / que to`el cuerpo le ilumina.//  [IGR # 0075] #9478
  Delgadina se paseaba / en una sala cuadrada,//con su medallita de oro / que del pecho le colgaba.//  [IGR # 0075] #5135
  Delgadina se paseaba / por su sala bien cuadra`a,//con el collarcito de oro / en su pecho le brillaba.//  [IGR # 0075] #4425
  Delgadina se paseaba / por su sala bien cuadrada,//con su manto de hilo de oro / que en su pecho le brillaba.//  [IGR # 0075] #5136
  Delgadina va pa misa / y su madre la repara.// Qué llevas ahí, Delgadina, / qué llevas ahí en la saya?//  [IGR # 0075] #1091
  --Delgadinha, Delgadinha, / Delgadinha, la Delgada;//queres tu, ó Delgadinha, / ser a minha namorada?//  [IGR # 0075] #7095
  Delgadinha, Delgadinha, / Delgadinha ou Delgada,//ela era tão bonita / que seu pai a namorava.//  [IGR # 0075] #7088
  De los árboles frutales / me gusta el melocotón//y de los reyes de España / Alfonsito de Borbón.//  [IGR # 0168.1] #591
  De los árboles frutales / me gusta el melocotón / y de los reyes de España / don Alfonso de Borbón//  [IGR # 0168.1] #595
  De los campos verdes / de la verde oliva//la hija del rey / la llevan cautiva.//  [IGR # 0169] #1740
  De los nobilissimos godos / que en Castilla avían reinado,//Rodrigo reinó el postrero / de los reyes que han passado.//  [IGR # 0430] #4417
  Del primer lance que hice, / lo dejé cachicharádo,//y me dijo el mayordomo: / --¡No me maltrate el ganado!/ /  [IGR # 0612] #4750
  D`els set anys que vaig par ella / i altres set que vaig per mar, //un do demanaré al comte, / no me l`ha volgut doná.//  [IGR # 0559] #8714
  Demanem gracias á Deu / y á la Verge Soberana//Que nos en donian esfors / per cantame cosas graves//  [IGR # 0957] #7833
  --De manhã pisar pimenta, / de tarde cravo e canela,//a noite que era chegada, / me deitei no colo dela.//  [IGR # 0443+0317] #6211
  De Mantua salió el marqués / Danés Urgel el leal;// allá va a buscar la caza / a las orillas del mar.//  [IGR # 0088] #1589
  De Mantua salió el marqués / Danés Urgel el leal//a divertirse en la caza / por las orillas del mar.//  [IGR # 0088] #8844
  De Mérida sale el palmero, / de Mérida, esa ciudad;// los pies llevaba descalzos, / las uñas corriendo sangre.//  [IGR # 0278] #1624
  Déme una poca de agua / que casi no puedo hablar.//--Agua yo no te doy, / vino bueno beberás.//  [IGR # 0255+0172] #9274
  De noche era, de noche era, / de noche era y no de día//que los moritos prendieron / a doña Infanta de Oliva.//  [IGR # 0169] #2518
  Dentro de Jerusalém, / en lo más lucido de ella//se juntaron en consejo / y determinan que muera.//  [IGR # 0600] #141
  Dentro de Nápoles hay / una pulida doncella//casada con un galán / tratante de paño y seda.//  [IGR # 0096] #597
  Dentro de Nápoles vive / una pulida doncella//casá con un comerciante / que vendía oro y seda.//  [IGR # 0096] #602
  --¿De ónde es ese caballero / tan corto y tan bien hablado?//--Yo soy de un país, señora, / de un país enamorado;//  [IGR # 0043+0079+0101] #3735
  . . . / . . . //--¿De ónde vienes, Gerineldo,___tan cochino y tan marrano?//  [IGR # 0023] #9699
  De Oriente salen tres reyes, / todos tres en compañía,// con tres hermosos caballos / que relumbran como el día,//  [IGR # 0770] #1628
  De París sale la blanca / de París sale la linda//con el rosario en la mano / rezando el Ave María.//  [IGR # 0100] #3346
  De prisión llevan al Belgico / el rey le manda aprehender//por una traición que ha hecho / en los palacios del rey//  [IGR # 0400] #3353
  De pronto se armo una guerra / y a Gerineldo le nombran//de capitán general / Gerineldo se despide//  [IGR # 0023+0110] #4350
  --¿De qué lloras, Blancaniña, / de qué lloras, Blancaflor?//--Lloro por ti, caballero, / que te vas y me des+ás;//  [IGR # 0190.1] #4460
  De qué lloras, blanca niña, / de qué lloras, blanca flor?//O lloras del mal preñado, / o lloras del nuevo amor.//  [IGR # 0190.1+0246] #2943
  --De qué lloras, blanca niña, / por qué lloras, Bancaflor?//--Ay, lloro yo por vos, caballero, / que vos vais y me dejáis.//  [IGR # 0190.1] #3723
  --¿De quién es aquella espada, / que en mi pared relumbró?--//--Suya, mi don Elberto, / mi padre se la mandó.--/ /  [IGR # 0234] #4651
  ¿De quién son estas vaquillas / que a tu cuidadito estan//de don Belarde señora / que mañana va a casar//  [IGR # 0110] #3901
  de Ripoll / vila regalada,//prego un Deu del cel / may qui fos estada//  [IGR # 1079] #8600
  De ronda va Jesucristo, / de ronda andaba una noche,//calzado de calzas blancas / con manto de mil colores.//  [IGR # 0727] #5765
  De Santiago viene el conde / de su mujer enterrar,//su hija trae en el caballo, / no cesaba de llorar.//  [IGR # 0635] #2987
  Desde chiquetita en el pueblo de Justia, / desde chiquetita allí me crié,//  [IGR # 5055.9] #3092
  Desde el monte de Belén, / siete leguas al Calvario,//encontré a una mujer / qu` era devota `el rosario.//  [IGR # 1537.1] #3530
  Desde que empezó la guerra / entre España y Portugal//llamaron al conde Flores / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4098
  Desde veguita en veguita, / desde lugar en lugar,//a las entradas de un monte ,/ a las salidas de un mar://  [IGR # 0023+0110] #4265
  --De sete filhas que eu tenho / não tenho nenhum varão!//Tendes o cabelo grande, / eles vos conhecerão.//  [IGR # 0231] #7499
  Despachar un batallon / de Madrid a Portugal//y Gerineldo con él / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4311
  Después que el rey don Fernando / vuo ganado a Granada//y puesto en paz y concordia / nuestra esclarecida España,//  [IGR # 2465] #5828
  Después que la clara aurora / su luz al mundo ha mostrado,//y el roxo y luziente Phebo / su rostro sereno y claro,//  [IGR # 2074] #5833
  Después que Vellido Dolfos, / ese traidor afamado,// derribó con cruda muerte / al valiente rey don Sancho//  [IGR # 0325] #1437
  Determinan todos / de hacer la jornada// y a casa de Herodes / llegan de posada.//  [IGR # 0770] #1634
  De tres días casado / el pícaro se día//Con la capa arrastrando / y la espada tendía.//  [IGR # 0221] #8135
  De tres mortales heridas / en que mucha sangre vierte//el valeroso Albayardo / herido estaba de muerte,//  [IGR # 0068] #1902
  Deu lo guard lo don Llombardo / a veure quan tornara//set anys trigare comtessa / set años i no mas//  [IGR # 0110] #4055
  De una torre de palacio / se salió por un postigo//la Cava con sus doncellas / con gran gusto y regocijo.//  [IGR # 0590] #4564
  --Deus a salve, minha tia, / na sua mesa a jantar!// --Deus te salve, meu sobrinho, / tão bem me sabes falar!//  [IGR # 0559] #6406
  --Deus esteja com minhas tias, / sentadinhas a fiar.//--Deus esteja com meu sobrinho, / se nos vem a visitar.//  [IGR # 0559] #6417
  Deus esteja com minhas tias, / sentadinhas a fiar.//Deus venha com o meu sobrinho, / que vem de passar o mar.//  [IGR # 0559] #2674
  . . . / --Deus te não há-de perdoar;//--Se derrubei três igrejas, / tornarei-as a levantar,//  [IGR # 0343] #6126
  --Deus te salve, Juliana, / sentada no teu estrado.//--Deus te salve a ti, D. Jorge, / em cima do teu cavalo.//  [IGR # 0172] #6973
  --Deus te salve, ó Albaninha, / filha do conde de Alva!//--Vem com Deus, Carlos Pinto, / presidente da Casa Real!//  [IGR # 0159] #6073
  Deus te salve, Rosa, / claro serafim;//dizei-me, menina, / que fazeis aqui?//  [IGR # 0453] #2771
  Deus vos salve Juliana / no seu estrado assentada.//Deus vos salve meu Dom Jorge / no seu cavalo montado.//  [IGR # 0172] #5793
  --Deus vos salve, minha tia, / na sua roca a fiar!// --Venha com Deus, meu sobrinho, / que tão bem me sabe falar!//  [IGR # 0559] #6408
  --Deus vos salve, minha tia, / na vossa roca a fiar!//--Bem haja o bom cavaleiro, / tão discreto em seu falar!//  [IGR # 0559] #6415
  Deus vos salve, senhor D. Carlos; / o senhor que fazia lá?//Me arrumando, senhora, / para contigo brincar.//  [IGR # 0366] #2612
  De ver una escura cueva / que un moro Zegrí ha cavado//do desterrado ha vivido / con esta tarde seis años,//  [IGR # 2990] #7941
  De vuelta de los torneos / pasé por la morería,//y oí cantar a una mora / al pie de una fuentecilla.//  [IGR # 0169] #5512
  D. Garcia vai à caça, / sua esposa linda leva;//Mas a neve era tamanha, / sua esposa linda perde.//  [IGR # 0183] #7016
  Día de los Santos Reyes / Pascua primera del año// donde damas y doncellas / al rey piden aguilando//  [IGR # 0046] #9621
  Día de Pascua Florida / es un día muy aseñalado//se enemorara una niña / de un caballero bizarro.//  [IGR # 0208] #1831
  Día de Pascua florida, / qué día tan señalado,//se enamoró aquella niña / de aquel galán tan barbado.//  [IGR # 0208] #5587
  Día de todos los Reyes, / primera fiesta del año,// todas damas y doncellas / al rey piden aguinaldo,//  [IGR # 0046] #646
  Día era de los reyes, / día era, señalado,// cuando dueñas y doncellas / al rey piden aquinaldo,//  [IGR # 0001] #1415
  Día era de Sant Jorge, / día de gran festividad;// aquel día por más honor / los doce se van a armar//  [IGR # 0519] #1615
  Día sábado en la tarde, / por ser día `e la Asunción,//hallé mi casa enramada / con ramas de admiración.//  [IGR # 0234] #3482
  Dice, dice, mis morillos, / si a Francia lleváis la guía//traeime de allá una esclava, / esclava y cautiva mía!//  [IGR # 0136] #1725
  Dicen que vienen quintas / quintas de muy gran rigor:// de ca casa ha dir un hombre, / de cada casa un varón.//  [IGR # 0231] #898
  --Dígamelo la mi madre, / dígamelo, madre mía,//si vio pasar por aquí / su nuera Madalenina.//  [IGR # 0183] #8335
  --Dígame usté la verdád, / no me diga la mentira://¿el que duerme con mujer / se condena en l` otra vida?//  [IGR # 0020] #3490
  --Diga usted, señor soldado, / ¿de la guerra viene usted?//¿No me ha visto a mi marido / que a la guerra fue también?//  [IGR # 0113] #5329
  Dijo un sargento a un alférez: / Vamos por la calle arriba//vamos a ver las doncellas / que de la pasión salían;//  [IGR # 0170] #1915
  --Dime, dime, doña María, / dime, dime, mi blanca flor,//¿cuyo, cuyo es ese sombrero, / que con el mío igualó?--/ /  [IGR # 0234] #4649
  Dímelo, buen ermitaño, / por Dios y Santa María,// si hombre que con mujer peca, / si Dios lo perdonaría.//  [IGR # 0020] #625
  Dióles el cielo una hija, / ¡ay, cielo! que mejor fuera,//para no hacer lo que hizo, / muriese cuando pequeña.//  [IGR # 5131] #3575
  Dios me dé gracia y memoria / para que cantar podría//firmeza de dos amantes / que uno a otro se tenían.//  [IGR # 0217] #1989
  Ditxosa ciutat de Vich / que un temps te veurem cramada://Has fet penjá un caballé / el mes noble de la plana,//  [IGR # 2695] #6380
  Diz o galo / p`r`à galinha://Quando casaremos / a nossa filhinha?//  [IGR # 0888] #2852
  D. João, que Deus guarde, / aviso mandou ao mar,//que se aparelhasse o conde / para uma manhã largar.//  [IGR # 0112] #5968
  D. João se achou doente, / lá no centro de Espanha,//mandara chamar três médicos, / dos melhores que tinha Granada.//  [IGR # 0006] #5922
  D. João tomou amores / com D. A^ngela de Mexia;//o pai da tal moçoila / outros intentos trazia://  [IGR # 0217] #2690
  Doce mil soldados llevo / debajo de mi bandera,// todos cantan, todos bailan, / pero uno llevaba pena.//  [IGR # 0176+0168] #1016
  Dois filhos tenia o rei, / ambos lindos como a prata://o mais novo deles / todos D. Basinho se chamava.//  [IGR # 0140] #6149
  Doliente estaba, doliente, / buen rey don Fernando;// los pies tiene cara oriente / y la candela en la mano.//  [IGR # 0009] #1420
  Dolores tiene la reina, / dolores de parir tiene.//--Quan estuviera pariendo / en el saray de mi padre,//  [IGR # 0153] #3715
  Dom João se preparou / numa fragata mui bela;//atirou peça de leva / que queria gente nela.//  [IGR # 0112] #8783
  Doña Albora se paseaba / por una sala empedrada//con dolores de parir / que se le partía el alma.//  [IGR # 0153] #489
  Doña Albora se pasea / por una sala de alance//con dolores de parir / que el corazón se la parte.//  [IGR # 0153] #486
  Doña Albora se pasea / por una salita alante//la dan dolores de parto / que no podía aguantarse.//  [IGR # 0153] #487
  Doña Alfora se pasea / por su palacio real//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar.//  [IGR # 0153] #508
  Dona Ana estando a coser / no seu quintal assentada, //voltou os olhos ao mar / e viu uma grande armada.//  [IGR # 0113] #6281
  Doña Arbola se pasea / por su barrido portal//sus manos blancas retuerce, / sus anillos quier` quebrar.//  [IGR # 0153] #8160
  Dona Arbuena es pentinava / a dintre la seva cambra,//si li pega un pensamiento / --Fossis casa dels teus pares,//  [IGR # 0153] #3650
  Don Abrán tenía un hijo / muy querido y muy amado//Siempre anda pidiendo a Dios / que salga bien enseñado.//  [IGR # 0201] #2959
  Dona Clara, dona infanta, / sentada no seu jardim,//penteando tranças / d` oiro com pentes de marafim,//  [IGR # 0113] #6320
  Doña Eugenia, doña Eugenia, / doña Eugenia estaba mala,// buscaron siete doctores / de los mejores de España.//  [IGR # 0138] #838
  Doña Juana de la Rosa, / de hacienda monedada//andan muchos caballeros / en pretensión de esa dama;//  [IGR # 0841] #1977
  Doña Leonor de la Rosa, / que pocas rosas se han visto//que no mueran deshojadas / a manos del precipicio.//  [IGR # 5035] #3544
  Don Alonso de Ferrera / ése tiene una zagala//que es más bonita que el sol / y es más que la luna clara,//  [IGR # 0857] #2005
  Don Alonso, don Alonso / a caballo caminaba.//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.//  [IGR # 0030] #3364
  Don Alonso, don Alonso / el caballo caminaba;//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.//  [IGR # 0030] #9038
  Don Alonso, don Alonso / que a caballo caminaba//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.//  [IGR # 0030] #9031
  Don Alonso, don Alonso, / que a caballo caminaba,//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.//  [IGR # 0030] #4434
  Don Alonso, don Alonso, / que a caballo se paseaba//con la pobrecita reina / de siete meses preñada.//  [IGR # 0030] #4868
  Don Alonso, don Alonso / que iba de caminada//la reina lleva consigo / de siete meses preñada,//  [IGR # 0030] #9033
  Doña María de Padilla, / no os mostredes triste, no:// si me descasé dos veces / hícelo Por vuestro amor,//  [IGR # 0152] #1461
  Don Antonio era casado / con doña Juana de Cuero,//blanca, rubia, cariñosa / y de buen entendimiento.//  [IGR # 5110] #3577
  Don Basilio ten tres damas, / todas tres dun parecere//unha facíall` a cama / i autra faille de comere,//  [IGR # 0400] #1859
  Don Belardo fué a la guerra, / la cosa que él más quiría.//Cien caballos trai adiestros, / todos los ganó en un día.//  [IGR # 0103] #8319
  Don Berso foi a la caza, / a cazar como solía,//vio la muerte nel camino, / pra su casa se volvía.//  [IGR # 0080] #8696
  Don Bosco se fue de caza, / a cazar como solía;//los perros llevan cansados, / la caza no parecía.//  [IGR # 0080] #1230
  Don Carlos anda de amor, / no se puede tolerar//con ferraduras de aceiro / y clavos de pedrenal;//  [IGR # 0159] #1679
  Don Carlos, con amores, / no podía sosegar;// se fue a la calle arriba, / donde las damas están.//  [IGR # 0159] #720
  Don Carlos sale de paseo / con las campanillas en su ruán;// toda la gente salía / por las ventanas mirar,//  [IGR # 0159] #714
  Don Carlos se fue a la guerra / de capitán general://--Si a los siete años no vengo, / romera, te pues casar.//  [IGR # 0110] #9595
  Donde está doña María / sentadita en su balcón//con sus dos hijas al lado, / Filomena y Blanca Flor.//  [IGR # 0184] #5060
  ¿Dónde se va el conde Lino / mañanita de San Juan?//--Voy a darle agua al caballo / a las orillas del mar.--//  [IGR # 0049] #8405
  . . . --¿Dónde va este soldado, / a dónde va por aquí?//--Voy a ver a mi esposita / que hace tiempo no la vi.//  [IGR # 0168] #8133
  --Donde vai o cavalheiro, / . . . s dez horas, por aqui?//--Vou em busca da minha dama / qu` há dez anos a não vi.//  [IGR # 0168] #6458
  --¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #9651
  --¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #9654
  --¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5567
  Dónde vas, Alfonso Doce, / dónde vas, triste de ti?// Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #1024
  --¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #9645
  --¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de ti?// --Voy en busca de Mercedes / que hace tiempo no la vi.//  [IGR # 0168.1] #9650
  Dónde vas, Alfonso Doce, / dónde vas, tú por aquíi?// Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #1025
  --¿Dónde vas, Alfonso Lonzo, / dónde vas para Madrid?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí./ /  [IGR # 0168.1] #4680
  --¿Dónde vas, Alfonso López, / dónde vas, para `l almacén?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi./ /  [IGR # 0168.1] #4681
  --¿Dónde vas, Alfonso López? / --Niña, voy para el vergel,//en busca de Merceditas, / que ayer tarde yo la vi./ /  [IGR # 0168.1] #4686
  --¿Dónde vas, Alfonso, mi hijo, / dónde vas, tan de carrera?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí./ /  [IGR # 0168.1] #4679
  --¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas lejos de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5022
  --¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas, lejos de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5042
  --¿Dónde vas, Alfonso XII, / donde vas? --Pobre de mí,//voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5032
  --¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, pobre de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5023
  --¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas tan solo así?//--Voy en busca de Juanita / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5039
  --¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas triste, ay de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #5040
  --¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas? --¡Triste de mí!//En busca de Merceditas, / que hace un año la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5034
  Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?// Voy a buscar a Mercedes / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #1026
  --¿Dónde vas Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #8989
  Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.//  [IGR # 0168.1] #594
  --¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que hace tiempo no la vi.//  [IGR # 0168.1] #5031
  --¿Dónde vas, Lucas Barroso/ vaquero de gallardía?// --Traigo las vacas cansadas/ de subir cuestas arriba.//  [IGR # 0407] #3211
  Dónde vas, querido Alexio, / dónde vas que no es de día?//--Voy a cazar, la mi madre, / a los montes que solía.//  [IGR # 0546] #2011
  --¿Dónde vas, rey Alfonsito, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi./ /  [IGR # 0168.1] #4682
  --¿Dónde vas, tú, caballero, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de mi esposa / que hace tiempo no la vi.//  [IGR # 0168] #5048
  --¿Dónde vas tú, caballero? / ¿Dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de mi esposa / que hace tiempo no la vi.//  [IGR # 0168] #5047
  --¿Dónde va usted, caballero, / dónde va usted por aquí?//--Voy en busca de mi esposa / que hace días que no la veo.//  [IGR # 0168] #5049
  --Donde vens, ó cavaleiro, / triste, coitado de ti?//--Eu vou ver a minha amada, / dias há que a não vi.//  [IGR # 0168] #6456
  Donde vens, ó D. Iancra, / donde vens, hija e esposa minha?//Ai, vens ao gosto de teu pai, / que do teu não irias.//  [IGR # 0217] #2689
  --Donde vens, ó Ermelinda, / donde vens tão orvalhada,//teu cabelo aos anéis, / tua face desmaiada?//  [IGR # 0159] #6054
  --Donde vens, ó marujinho, / triste, coitado de ti?//--Venho ver a minha amada, / dias há que a não vi.//  [IGR # 0168] #6455
  --Donde vindes, mulher minha, / qual foi a vossa jornada?//--Venho da Virgem da Lapa / mais forte do que cansada;//  [IGR # 0165] #7620
  Dónde vive la Gallarda, / madre, que es cosa muy linda;// dónde vive la Gallarda, / que yo visitarla quería?//  [IGR # 0200] #945
  --¿D` óndi venix, el mi padre, / con la barba tan pelada?//--Vengo d` arogar al Dio / que ti salvi d` esta cama.//  [IGR # 0006] #9307
  Don Enric i don En Blasco / a caçar se`n van es dos, //i don Blasco amb traidoria / tira i mata el seu senyor;//  [IGR # 0292] #8937
  Don Felipe estaba malo, / malito en la cama//. . . / cómo estás, hijo del alma?//  [IGR # 0006] #2389
  Don Francisco se n` estava / tancadet a la presó.// Quan sa mare `n reb la nova / ja n`hi ve una gran tristô;//  [IGR # 0092] #9571
  Don García va a la caza, / la caza cómo sería//a don García se lo han dicho / que su mujer va cautiva.//  [IGR # 0183] #1720
  Don Joan per què no es case? / casís i amb donya Maria//que és filla dún cavaller / casís i amb donya Maria.--/  [IGR # 0148] #3425
  Don Juan de Lara está malo, / muy malo se halla en la cama;// siete médicos llamaron, / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #660
  Don Juan está / muy malito en cama.// Tiene siete dotores / de los mejores de España//  [IGR # 0006] #2364
  Don Juan iba a la caza, / no cazó como solía;// en el medio del camino / la muerte lo perseguía,//  [IGR # 0006] #654
  --Don Lluís, la teu dona / se n`ha tornada a casar//  [IGR # 0559] #8726
  Don Lluís torna de guerra / amb les mans cobertes d`or;//se`n va a casa de la tia, / la seva mare no està.//  [IGR # 0559] #8727
  Don Pedriño foi á caza / a cazar como solía,//dérall` o mal no camiño / para casa se volvía.//  [IGR # 0080] #8697
  Don Pedro de Salazar, / de sobrenombré Naranja,//camarero de la reina / que la viste y que la calza,//  [IGR # 0102] #5594
  Don Pedro de Salazar, / y sobre el nombre Naranja,//camarero de la reina / que a la reina viste y calza;//  [IGR # 0102] #5596
  Don Pedro fue de caza, / de caza como solía;//la nieve caía a copos / y el agua menudita y fría.//  [IGR # 0164+0100] #9021
  Don Pedro iba de caza / a cazar como solía,//los perros iban cansados, / la caza nun parecía,//  [IGR # 0164+0100] #8352
  Don Pedro iba de caza, / a cazar donde él solía,//los perros iban cansados, la caza nun parecía,//  [IGR # 0164+0100] #8355
  Don Pedro iba de caza / a la ribera de Hungría,//don Pedro iba de caza / con tres perros que tenía.//  [IGR # 0080] #1228
  Don Pedro iba de caza, / de la caza el vevía,// le diera el mal de la muerte, / de la caza se volvía.//  [IGR # 0080] #9466
  Don Pedro sale a cazar como diantes que solía,//lleva los perros cansados y la hurona perdida;//  [IGR # 0164+0100] #2581
  Don Pedro se va de caza / don Pedro como seguía,//le pegó do mal da morte, / para su casa se volvía.//  [IGR # 0080] #8695
  Don Pedro viene de caza / con una mortal herida,//trae el caballo cansado / y el bastón se le caía.//  [IGR # 0080] #1234
  Don Ramon i don Joan / n`han tinguda gran batalla,//don Ramon diuen que és mort, / don Joan se`n torna a casa.//  [IGR # 0369] #3102
  Don Rodrigo estaba malo, / cama de rosas tenía,// la Muerte a la cabecera, / qué será o qué sería?//  [IGR # 0020] #629
  Don Rodrigo, rey de España, / por la su corona honrar,// un torneo en Toledo / ha mandado pregonar;//  [IGR # 0279] #1381
  Don Velarde ya se ha ido, / don Belarde ya se va,//don Belarde ya se ha ido / nadie sabe a donde va//  [IGR # 0110] #3894
  --Donzela, abre a porta / ao cego perdido,//deita-me um lenço, / que venho ferido.//  [IGR # 0189] #7054
  Dos arrieros caminaban / por caminos y veredas//a la mitad del camino / con dos ladrones se encuentran.//  [IGR # 0506] #1922
  Dos de mayo, dos de mayo, / dos de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;//  [IGR # 0176+0168] #416
  Dos hijas tenía un rey, / dos hijas na` más tenía,//casólas con dos indianos / que de las Indias venían.//  [IGR # 0374] #9054
  Dos hijas tenía un rey, / hijas que más no tenía//las casó con dos indianos / que de las Indias venían.//  [IGR # 0374] #2187
  Dos hijos tenía el rey, / mucho los quiere y los ama;//uno se llama Altamir, / otro se llama Altamara.//  [IGR # 0140] #6363
  Dos hijos tenía el rey / que era lo que más amaba,// uno se llama Altamor, / ella se llama Altamara,//  [IGR # 0140] #1060
  Dos mil soldados / bajo la bandera;//unos cantan, otros bailan, / otros hacen la gran fiesta,//  [IGR # 0176] #430
  D. Pedro foi à caça, / da caça se volveria.//--Abrame a porta, ó mãe! / Dela se não levantaria.//  [IGR # 0080] #7469
  D. Pedro se foi à caça, / D. Pedro à caça ia;//seus perros leva cansados / e eu também cansado ia.//  [IGR # 0164+0100] #2769
  D. Pedro se vai à caça, / ele co` as armas não podia;//deral` o mal no caminho, / ele p`ra trás tornaria.//  [IGR # 0080] #7467
  D. Ramiro, avante, avante / com vosso cavalo e malha;//minha mãe vos deu vestidos, / meu pai dá-vos sua espada,//  [IGR # 0021] #2606
  Dúas hijas tenía el rey / que n`el alma las quería//las casó con dos varones / que eran la flor de Sevilla,//  [IGR # 0374] #1739
  Dulce Jesús de mi vida, / médico de mi dolencia//no hay cosa que me dé gusto, / ni cosa que me divierta.//  [IGR # 0489+0685] #101
  Durandarte, Durandarte, / buen caballero probado,// yo te ruego que hablemos / en aquel tiempo pasado//  [IGR # 0604] #1606
  Durmiendo s`está Parise / del esfueño que lo tomó,//la cama tiene de colcha, / cuvierta (tiene) de gravellina.//  [IGR # 0074] #3314
  Échame la bendición, padre, / que me lo voy a buscar;//me pongo mi sombrero de paja / que mis hombros cubrirán.--//  [IGR # 0110] #4121
  --Échame la bendición, padre, / que me lo voy a buscar.// Me pongo mi sombrero de paja, / que mis hombros cubrirán.--//  [IGR # 0110] #9602
  E conde y la condesa / iban juntos a pasear,//los ojos de la condesa / non paraban de llorar//  [IGR # 0110] #3805
  E era um homem casado / do segundo matrimónio.//E anda cá, ó meu marido, / que nos hemos confessare;//  [IGR # 2950] #2881
  El año de cuatrocientos / que noventa y dos corría,//el rey Chico de Granada / perdió el reino que tenía.//  [IGR # 1338] #3752
  El baliente Abindarráez, / el brauo moro d`España,//camino ba de Antequera / mas él en Coýn estaua,//  [IGR # 1202] #5003
  El buen rey, él enamorose, / enamorose de un mansevico,//enamorose de un mansevico, / sin barva y sin mustachico.//  [IGR # 0440+0092] #3707
  El buen rey está hazino / de dolor de corazón.//Ya mandan por los doctores / cuantos por el mundo son.//  [IGR # 0380] #5906
  El buen rey que Dios mantenga / sus tres hijas que tenía,//por un inojo que tuvo / todas tres las maldecía.//  [IGR # 0535] #4492
  El buen rey tenía dos hijos, / la cosa más estimada//uno se llama Altamor / y otra se llama Altamara.//  [IGR # 0140] #8141
  El buen rey tenía tres hijas / muy hermosas y galanas;//la más chiquitína d`ellas, / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4969
  El buen rey tenía tres hijas / todas tres como una plata,//la más hermosa d`ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4981
  El buen rey tenía tres hijas, / todas tres como una plata,//la más hermosina de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4975
  El buen rey tenía una hija / Delgadina se llamaba,//él se enamoré de ella / n`un castillo la encerrara,//  [IGR # 0075] #4951
  El buen rey tenía una hija, / el sol con verla se esconde//la agarrara por la mano / y la llevara pa el monte.//  [IGR # 0725] #2112
  El buen rey tenía una hija, / las cosas que más quería//tres rosarios tiene de oro, / todos tres los reza al día;//  [IGR # 0212] #8191
  El buen rey tenía una hija, / mucho la amaba y quería;//de la plata la calzaba / y del oro la vestia.//  [IGR # 0212] #3439
  El buen rey tenía una hija, / una hija muy zarif. (Djanume)//Non la dava el su padre, / ni por oro ni por aver,//  [IGR # 0133] #2937
  El buen rey tenía un hija / que él otra no tenía//de la plata la calzaba, / de la seda la vestía.//  [IGR # 0212] #3256
  El casar es comparar / cada uno con su igual//y no casar como Elena, / Elena de Montalbán://  [IGR # 0311] #4450
  El casar y el comparar / cada uno con su igual//y no como pasó Elena, / Elena del Monteadán,//  [IGR # 0311] #4831
  El casto Alfonso hizo cortes / en León, que es su reinado://mientras que las cortes duran / grandes fiestas se han armado://  [IGR # 1559] #8505
  El cielo me dé su gracia / y entendimiento María,//para poder explicarme / una grande maravilla //  [IGR # 0217] #5552
  Él come pixcadico / las espinacas yo; qué ventura fue esta mía / que en esto vine yo  [IGR # 2759] #8027
  El conde de Altamira / cuando se iba a cazar,//dejó su mujer bonita, / bonita de tierna edad.//  [IGR # 0110] #9605
  El conde de berjulita / a la guerra te d ana//s en vesteix de pelegrina / s en va tot pelegrinant//  [IGR # 0110] #4070
  El conde de Inglaterra / tiene una hija bastarda.//La quiere meter a monja / y ella queire ser casada.//  [IGR # 0161] #8977
  El conde de Miraflores / mañana se va a marchar//a poner guerras en Francia / que en Portugal no las hay.//  [IGR # 0110] #3881
  El Conde de Romanones / tenía una hija muy guapa,// la querían meter monja / y ella quería ser casada.//  [IGR # 0161] #873
  El Conde de Romanones / tiene una hija muy guapa,// que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada;//  [IGR # 0161] #880
  El conde don Sancho Días / de Saldaña era llamado,//casó con doña Ximena, / hermana de Alfonso el Casto;//  [IGR # 1551] #8502
  El conde Fernandito / fue çhar el su caballo a beber//mientras el caballo bebe / Fernandito echa un cantar//  [IGR # 0049] #9242
  El conde Flores señores / dicen que se va a marchar//y que deja a su esposita / de trece años na mas//  [IGR # 0110] #3844
  El conde Flores, señores, / dicen que se va a marchar// y que deja a su esposita / de trece años na más.//  [IGR # 0113] #1167
  El conde marcha a misa, / la condesa queda en casa,//y cuando viene pa casa / la condesa estaba mala.//  [IGR # 0311] #8369
  El conde Miguel va preso, / el conde Miguel Valprado,//no ha sido por ladrón / ni por cosa que ha robado,//  [IGR # 0118] #7819
  El conde Olivos se marchó / a la guerra a pelear//y a su esposita la deja / de catorce años de edad.//  [IGR # 0110] #3833
  El condeso y la condesa / iban n`una romería,// la condesa iba cansada, / le dio sueños y dormía.//  [IGR # 0136] #1190
  El condeso y la condesa / vienen de Santa Marina,// de cumplir una promesa / que Dios les dé niño o niña//  [IGR # 0136] #1193
  El conde y la condesa / a coger flores se van//el conde tiende la capa / la condesa su brillar//  [IGR # 0110] #3953
  El conde y la condesa / a coger flores se van//Los ojos de la condesa / son arroyos a llorar//  [IGR # 0110] #288
  El cura de Petimundi / me quiere pisar el pié.// Déjate que te lo pise, / que te lo ha de pagar bien.//  [IGR # 0461] #1306
  El cura de Santa Cruz, / de la parroquia mayor//se enamora de Teresa / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083+0020] #556
  El cura está malo, / malito en la cama,// hacerle el chocolate. / No tenemos agua.//  [IGR # 0177] #1301
  El cura está malo, / malo en la cama.//A la medianoche, / llamó (a) la criada://  [IGR # 0177] #3122
  El cura que dice misa / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #5570
  El d;ia de los torneos / pasé por la morería,//vi una morita lavando / al pie de una fuentecita.//  [IGR # 0169] #9501
  El demonio que no duerme / tiene envidia a los casados//--Hermano, claro te digo, / hermano, claro te hablo,//  [IGR # 0439] #2119
  El día de Corpus Cristi, / por ser día tan nombrado//se enamoró de la niña / aquel galán tan bizarro.//  [IGR # 0208] #2164
  El día de los Manueles / me fui a la marmorería //y había una mora lavando / al pie de una fuente fría./  [IGR # 0169] #8780
  El día de los torneos, / día de Pascua florida,//había una mora lavando / aquí en la fuente fría://  [IGR # 0169] #2579
  El día de los torneos / pasé por la morería//y había una mora lavando / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #2551
  El día de los torneos / pasé por la moreria//y vi cantar una niña / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #8928
  El día de los torneos / pasé por la morería//y vi una mora lavando, / lavando en la fuente fría.//  [IGR # 0169] #2571
  El día de los torneros / monté en mi caballería,// y oí lavar una mora / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #1218
  El día de los torne(r)os / pasé por la morería;//había una mora lavando / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #2956
  El dia de los torneros, / pasé por la morería,//oí cantar una mora / al pie de una fuente fria://  [IGR # 0169] #2541
  El dia de los torneros / pasé por la serrania////y oí cantar a una mora / y al pie de una fuente fria.//  [IGR # 0169] #2540
  El día de Reyes, / primera fiesta del año,// entre damas y doncellas / al buen rey piden guinaldo,//  [IGR # 0046] #651
  El día de San Andrés, / por ser día señalado//salieron tres estudiantes / del estudio muy nombrados,//  [IGR # 0206] #2180
  El día de San Juan Bendito / ha sucedido una desgracia://una niña de quince años / en un parque ha sido ahogada.//  [IGR # 1048] #9353
  El día de San Juan, por cierto, / ocurrió una gran desgracia://que una niña de quince años / en la ribera fue ahogada.//  [IGR # 1048] #9352
  El día de Sant Joan / es diada d`alegría//fan festa los cristians / i els moros de Morería.//  [IGR # 0169] #2494
  El día de todos los santos / iba un joven a la iglesia,//no iba por ver qué había / que por lo que había en ella,//  [IGR # 0130] #5536
  El día dos de setiembre / pasé por la morería,//oí cantar una mora / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #2611
  El día que me casé / entró la quinta en mi tierra,//aquel día quedé yo / ni casada ni soltera,//  [IGR # 0176+0168] #5562
  El día quince de Mayo / dia Jueves la Ascensión//cautivaron a una mora / que era más bella que el sol//  [IGR # 0169] #2589
  El día quince `e setiembre, / Nuestra Señora, por cierto//día, pues, que se señala / por el reinos europeo,//  [IGR # 0688] #2194
  El día treinta de abril / en Madrid se presentó//un joven bien parecido / natural del Moreón.//  [IGR # 0202.9] #8347
  El día uno de junio, / pasé por la morería,// y oí cantar una mora / al pie de una fuente fría://  [IGR # 0169] #2532
  El dia vuyt de Setembre / quant nos varen agafá, / allí á n-el Hostal del Sabre, / assentats ab una taula,/  [IGR # 2715] #8065
  El dilluns al dematí / n`és principi de setmana,//ja n`agafo el rentador / i me`n vaig a rentar bugada,//  [IGR # 0966] #4532
  El Dió del cielo, Abraham, / el Dió del cielo de Ishak el honrado,//para cumplirse las diez / en el monte aseñalado.//  [IGR # 0201] #7802
  El don Pedro iba a cazar / a cazar como solía;//los perros iban rendidos, / la caza no parecía.//  [IGR # 0164+0100] #8998
  El emperador de Roma / tenía una hija bastarda,//la pretenden duques y condes, / caballeros de gran fama.//  [IGR # 0161] #5612
  El emperador de Roma / tiene una hija bastarda//la cortejaban señores, / caballeros de gran fama;//  [IGR # 0161] #8102
  El emperador de Roma / tiene una hija bastarda,// la rondan duques y condes, / caballeros de gran fama.//  [IGR # 0161] #881
  El emperador de Roma / tiene una hija bastarda//que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.//  [IGR # 0161] #38
  El emperador de Roma / tiene una hija la bastarda//que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada,//  [IGR # 0161] #9447
  --Elena, abríme la puerta, / que soy Fernando Francés,//que acabo de llegar de Francia./ /  [IGR # 0222] #4647
  --Elena, abríme la puerta, / si no te da desconfianza;//si soy Fernando el Francés, / que acabo de llegar de Francia.--/ /  [IGR # 0222] #4645
  --Elena, abríme la puerta, / si no tomás desconfianza;//que soy Francisco Francés, / que ha llegado de Francia.--/ /  [IGR # 0222] #4648
  El. Gato, por darle un beso, / se cayó tejado abajo,//se rompió cuarta y cabeza / y un brazo descuartizado.//  [IGR # 0144] #3505
  El gran rey tiene tres hijas / las cosas que él más quería,//de plata las calzaba / y de seda las vestía.//  [IGR # 0075] #4957
  El impidriado de Roma / tenía una hija bastarda//camarada de la reina, / que la viste y la calza.//  [IGR # 0102] #3287
  El invencible francés, / fuerte senador romano,//aquel que al bravo Agricán / le venció y tornó cristiano,//  [IGR # 1591] #8519
  El la ciudad de León / va un caballero a la iglesia//no va por ver a las damas, / que va por ver las completas.//  [IGR # 0130] #339
  Ella era cazadora / la cintura lleva llena//de perdices y conejos / tortolitos y aragüeñas.//  [IGR # 0233] #3388
  --Ella es rubia y colorada, / relumbra de media legua,//trae zapato picado / y rica media de seda,//  [IGR # 0192] #5662
  Ellas eran tres comadres / y de un pueblo todas tres;//disponen de una merienda / para ir a San Andrés.//  [IGR # 0275] #5638
  El lugar de Valporquero / es lugar de mucho ver,// se juntaron tres comadres / de un barrio todas las tres.//  [IGR # 0275] #1315
  . . . El maquinista se bajó / por ver lo que sucedió//y el maquinista que vio / la vía llena de sangre,//  [IGR # 0156] #1649
  El marinerito daba voces / que se le llevaba el agua//Desde el alto de una peña / el diablo le contestaba.//  [IGR # 0180] #199
  El marqués de Santibáñez / tiene una hija muy guapa// y la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.//  [IGR # 0161] #877
  El matí de Sant Joan / quant Sant Joan se decia//fan festa los cristianos / i els moros de morería.//  [IGR # 0169] #2491
  Él nació el quince de agosto / y su padre lo reclama//Él nació el quince de agosto / y su padre lo reclama://  [IGR # 0817] #2140
  El Niño Dios se ha perdido, / por el mundo anda pidiendo//ha llegado en casa un rico / y le han echado los perros.//  [IGR # 0596] #2069
  El niño está malito, / está malito en la cama,//cuatro médicos lo asisten / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #9282
  El niño está malito / malito está en su cama,//cuatro médicos lo asisten / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #5280
  El Padre Santo de Roma / tiene una hija bastarda //que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.//  [IGR # 0161] #7209
  El padre Santo de Roma / tiene una hoja bastarda;//él quiere meterla a monja / y ella quiere ser casada.//  [IGR # 0161] #8986
  El petit vailet / a llaurar se `n va//a darrere casa, / amb un camp que hi ha.//  [IGR # 0982] #7924
  El piojo y la pulga / se quieren casar,//pero no se casan / por falta de pan./ /  [IGR # 0888] #4775
  El piojo y la pulga / se van a casar;//no hacen la fiesta / por falta de sal./ /  [IGR # 0888] #4779
  El piojo y la pulga / se van a casar,//no le hacen la fiesta / por falta de sal./ /  [IGR # 0888] #4778
  El presidente de Europa / tenía una hija muy guapa// que la querían meter monja / y ella quería ser casada;//  [IGR # 0161] #871
  El primer día de abril, / que es un mes de primavera,//y un batallón de soldados / se llevan para la guerra//  [IGR # 0176] #3137
  El que por amores casa / su vida vive con dolor;//así soy yo mesquino, / por amores cazíme yo,//  [IGR # 0085] #8817
  El-rei de los romanos, / rei Tarquino se chamava.//Para dormir com Lucrécia, / grande traição le armava://  [IGR # 0403] #2644
  El rei ne faia fer crides / per España i Portugal//en faia anar don carlos / per capita general//  [IGR # 0110] #4068
  El rei tenia tres fies, / totes tres como una plata,//i el rei s`en entemegué / de les tres i una mès guapa.//  [IGR # 0075] #6390
  El rey de los romances, / aquél que reina en Turquía,//que entre dos morillos tiene / una morena cautiva,//  [IGR # 0169] #2569
  El rey don Juan Manuel / que era de Cepta y Tanjar,// después que venció a los moros / volviérase a Portugal.//  [IGR # 2257] #1516
  El rey Jorge fue a cazar, / a cazar como solía,//se centró con un mal hombre / rico y de mala enconía;//  [IGR # 0808] #5577
  El rey manda pedir gente, / de cada casa un varón.//--¿Cómo lo he de dar, madre, / cómo lo tengo dar yo?//  [IGR # 0231] #8618
  El rey moro / que malito está en la cama,// cuatro doctores le asisten / de los mejores de España;//  [IGR # 0006] #2375
  El rey moro tenía un hijo / de guapo más que la plata,//que a la edad de quince años / se enamoró de su hermana,//  [IGR # 0140] #5367
  El rey moro tenía un hijo / más hermoso que la plata,// de la edad de quince años / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #1054
  El rey moro tenía un hijo / más hermoso que la plata//y en la edad de quince años / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #472
  El rey moro tenía un hijo / más hermoso que las playas//y a la edad de quince años / se enamoró de su hermana,//  [IGR # 0140] #5365
  El rey moro tenía un hijo / que era príincipe de España//y se había enamorado / de su hermanita Atamara.//  [IGR # 0140] #8392
  El rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba,//dijo que quería ser novio / de su propia hermana;//  [IGR # 0140] #3002
  El rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba.//Tarquino quería ser novio / de su propia hermana;//  [IGR # 0140] #3003
  El rey moro tenía un hijo / que Tranquilito se llama,// y un día estando cenando / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #1057
  El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #473
  El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Estando cenando un día / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #6358
  El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #471
  El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//Un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #465
  El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba,// y un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #1067
  El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Y un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #6355
  El rey moro tenía un hijo / que Traquilo le llamaban.//Estando un día a la mesa / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #3340
  El rey moro tiene un hijo / más hermoso que la plata,//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #3357
  El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba;// un día, comiendo a la mesa, / se enamoró de su hermana,//  [IGR # 0140] #1061
  El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba//A la edad de quince años / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #2966
  El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba,// desde la edad de quince años / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #1050
  El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #5917
  El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #453
  El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día, mientras cenando, / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #6359
  El rey moro tuvo un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Una tarde en el paseo / se enamoró de su hermana,//  [IGR # 0140] #6366
  El Rey n` ha fet fé una crida / una crida n` ha fet fé, que condes y caballeros / á la guerra hajin d` ané.//  [IGR # 0148] #4481
  El rey provocó una guerra / entre España y Portugal//y ha mandado a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4143
  El rey que muncho madruga / ande la reina se iría,//topa a la reina en cavellos, / en cavellos destrensados.//  [IGR # 0426] #8018
  El rey tenía dos hijas, / dambas las casó en un día//las casó con dos galanes / guapos a la maravilla.//  [IGR # 0374] #8229
  El rey tenía dos hijos, / ambos son como una plata,//uno se llama Altamón, / la otra se llama Althamara.//  [IGR # 0140] #7994
  El rey tenía tres hijas, / el rey tres hijas tenía;// una se llama Isabel, / otra se llama María,//  [IGR # 0005] #1068
  El rey tenía tres hijas / más bonitas que la plata//y la mas bonita de ellas / Delgadina se llamaba./ /  [IGR # 0075] #4640
  El rey tenia tres hijas / muy queridas, muy amadas,//que de oro las vestía / y de plata las calzaba,//  [IGR # 0075] #4932
  El rey tenía tres hijas / ni el oro ni la plata,//la mas pequeña de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5145
  El rey tenía tres hijas / que las quería en el alma//y la más hermosa d`ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4953
  El rey tenía tres hijas / todas tres como la plata,//la más chica de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4976
  El rey tenía tres hijas / todas tres como oro y plata;//la mas nueva de ellas todas / Delgadiña se llamaba.//  [IGR # 0075] #4943
  El rey tenía tres hijas, / todas tres como una grana// la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #1080
  El rey tenía tres hijas, / todas tres como una plata;//la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4935
  El rey tenía tres hijas / todas tres como una plata//y la más hermosa d`ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4948
  El rey tenía tres hijas / todas tres n`una granada.//la más chiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4971
  El rey tenía tres hijas / y las tres como una plata,// la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #1088
  El rey tenía tres hijos, / bien Tranquilos se llamaban//Un día, estando cenando, / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #6365
  El rey tenía tres hijos, / tres infantes de Castilla,//como eran desobedientes / maldisones les pedía.//  [IGR # 0535] #3348
  El rey tenía una hija, / Catalina se llamaba//todas las horas del día / su padre la castigaba//  [IGR # 0126] #1825
  El rey tenía una hija, / echaba mil maravillas,//de oro andaba calzada / y de plata bien vestida.//  [IGR # 0212] #3531
  El rey tenía una hija, / la cosa que más quería//él de oro la calzaba, / él de seda la vestía.//  [IGR # 0212] #8192
  El rey tenía una hija / le llamaban Altamara.//Era blanca como leche, / con la nariz afilada.//  [IGR # 0140] #7996
  El rey tenía una hija / muy querida y estimada,// no la dejaba ir a misa / ni asomarse a la ventana.//  [IGR # 0469+0138] #840
  El rey tenía una hija / que la llaman Altamara,//y un hermanito que tiene / cayó muy malo en la cama.//  [IGR # 0140] #7987
  El rey tenia una hija,//todos los duques y condes / de ella se enamoraban,//  [IGR # 0140] #7991
  El rey tenía un hijo, / un hijo solo tenía;//se lo brindó la Gallarda / para merendar un día.//  [IGR # 0200] #9388
  El rey tiene una hija, / una hija regalada; //metióla en altas torres / por tenerla bien guardada.//  [IGR # 0161] #8978
  El rey y la reina / juntitos a misa van,// van hablando de Tornillos, / que es un bizarro galán.//  [IGR # 0145] #702
  El rey y la reina un día / juntitos a misa, van,//y Tornillo va diciendo / lo que no debe de hablar,//  [IGR # 0145] #5399
  El romero se passeja / per la ciutat de Granada,//  [IGR # 0045] #3695
  El rosario de María / quién le reza con buen celo?//Una devota mujer / al divino Sacramento.//  [IGR # 0182] #2148
  El sábado por la tarde / por tu calle me paseo,//converso con tus vecinas / porque contigo no puedo.//  [IGR # 0188+0128] #5844
  El sábado por la tarde / por tu calle me paseo,//platico con tus vecinas / porque contigo no puedo.//  [IGR # 0188] #5636
  El sábado por la tarde / se salió el piojo a rondar//y a la puerta de la pulga / allí se fuera a sentar.//  [IGR # 0888] #5842
  El santo nacimiento / del autor y la vida//llegan José y María / a la puerta de un mesón.//  [IGR # 0885] #2048
  El señor conde de Flores / ya se fue ya se venía;//si lo sabe la condesa, / de pena se moriría.//  [IGR # 0110] #3854
  El Señor me dé el aliento, / el Espíritu Santo y gracia//para oír contar ` milagro / de San Antonio de Paula;//  [IGR # 0911] #2125
  El Señor nos dé su gracia, / entendimiento María//para poder explicar / una grande maravilla//  [IGR # 0217] #3299
  El sereno de la noche, / la clara de la mañana, //el emperador de Roma / tem uma filha galharda.//  [IGR # 0161] #7200
  El sol detenga sus rayos, / la luna su dulce y bella,//el duque mar en sus olas, / y estremézcase la tierra.//  [IGR # 0906] #3571
  El traidor era Marquitos, / todos le llaman traidor,//por dormir con su señora / ha matado a su señor.//  [IGR # 0292] #754
  El valeroso Bernardo, / hijo de don Sancho Díaz,//sabiendo que el casto Alfonso / renunciava de Castilla//  [IGR # 1573] #8511
  El veinticinco del mes, / de eso que se llama mayo,// robaron un Sacramento / ¡por siempre sea alabado!//  [IGR # 0079+0020] #9593
  El veinticinco del mes, / del mes que se llama mayo//han robado el Sacramento / y en la Habana lo ha jugado.//  [IGR # 0079] #1821
  El veinticinco de marzo, / según la historia lo cuenta,// un capitán general / salió a quintar por la tierra,//  [IGR # 0176+0168] #1020
  El veinticinco de un mes, / del mes que le llaman mayo//robaron el Sacramento, / para siempre sea alabado.//  [IGR # 0079] #2173
  El veintinueve de marzo, / que le llaman mes de marzo,// robaron los Sacramentos,/ por siempre sean alabados.//  [IGR # 0079] #3212
  El veintiuno de marzo / comienza la primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra.//  [IGR # 0176+0168] #409
  El venticuatro `e septiembre / cayó un marinero al agua//y el diablo, como sutil, / le replicó en la otra banda://  [IGR # 0180] #5258
  El viejo rey don Alfonso / iba huyendo a más andar,// que su hijo el rey don Sancho / desheredado lo ha.//  [IGR # 0563] #1454
  Embarcóse Marcelino / día de Nuestra Señora//pensando de navegar / el día y la noche toda.//  [IGR # 0538] #8772
  Em Castela há um santo / que se chama S. Simão,//onde vão frades e freiras / ouvir a missa e sermão,//  [IGR # 0107] #2746
  Em França está um castelo / à sombra do rei Chinês,//onde está uma menina / chamada dona Inês.//  [IGR # 0133] #7006
  Em França vi uma dança / e outra em Valhadolid.//Que queres tu, ó bom conde? / Conde, que queres aqui?//  [IGR # 0468] #2719
  Em Maio, era em Maio, / no tempo da Primavera,//et al.  [IGR # 0176] #6461
  Emperador de Roma / ten unha filla bastarda//condes, duques a pretenden, / caballeros d`alta fama,//  [IGR # 0161] #8746
  Emperatrices y reinas / que huís del alegría,// la triste reina de Nápoles / busca vuestra compañía.//  [IGR # 0314] #1512
  Em Sevilha está um santo / que le chamam S. Simão;//todos os que o vão ver / freirinhas e frades são.//  [IGR # 0107] #7221
  Em uma grande cidade / gentil donzela habitava.//Já seu pai perdido tinha, / porém pouco lhe faltava,//  [IGR # 0701] #2693
  En aquellas peñas pardas, / en las sierras de Moncayo// fue do el rey mandó prender / al conde Grifos Lombardo,//  [IGR # 0118] #1552
  En aquel pradito verde / hay una fuente muy clara,//donde se lava la Virgen / sus benditos pies y cara. //  [IGR # 0104] #4915
  En Arcos de la Frontera / un molinero afamao,//que ganaba su sustento / con un molino alquilao.//  [IGR # 0218] #3053
  En baixen tres pastorets, / baixaven de la muntanya;//van a adorà el Bon Jesús, / hi van tots vestits de gala,//  [IGR # 2777] #9792
  En Belén naciera Cristo, / en Belén nació el Señor//el portal donde naciera / relumbraba como el sol.//  [IGR # 0237] #8271
  En Belén parió María, / la escogida del Señor;//parió un niño como un oro / que relumbra como un sol;//  [IGR # 0237] #5733
  En Burgos está el buen rey / don Alonso el Deseado,// el octavo que en Castilla / de tal nombre fue llamado.//  [IGR # 0333] #1452
  En Burgos hay una niña / que Catalina se llama;// su padre es un perro moro, / su madre una renegada.//  [IGR # 0126] #1285
  En ca del buen rey / se perdió un caballo,//dezían que el conde / lo había robado.//  [IGR # 0477] #8822
  En ca del rey, / Se perdió un caballo;//decían que el conde, / lo había robado.//  [IGR # 0477] #5883
  En Cádiz hay una joven, / una joven viuda y sin caudal;//tan sólo tenía una hija, / que la honra le quiso manchar.//  [IGR # 5057] #3096
  En Cádiz hay una niña / que Catalina se llama.//Su padre era un rey moro, / su madre una renegada.//  [IGR # 0126] #5111
  En Cádiz hay una niña / que Catalina se llama//su padre es un perro moro, / su madre una renegada.//  [IGR # 0126] #139
  En Cádiz hay una señora / viuda y con una hija//honrada, y al parecer, / quince años tenía Rita.//  [IGR # 5058] #3207
  En campo de en campo / de la verde oliva,//la hija del rey / la llevan cautiva,//  [IGR # 0169] #2523
  En casa de los mis padres / un pobre pidió posada//mi padre, por ser tan bueno, / al momento se la daba.//  [IGR # 0173] #8119
  En casa del rey León, / salió Jimena una tarde//demandando iba justicia / por la muerte de su padre.//  [IGR # 0001] #4438
  En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada,// mi padre, como era dócil, / desde luego se la daba.//  [IGR # 0173] #979
  En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada.//Mi padre, como era noble, / al momento se la daba.//  [IGR # 0173] #4912
  En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada//mis padres, como eran nobles, / al momento se la daban.//  [IGR # 0173] #8
  En casa unos nobles padres / se criaba una doncella//más hermosa que el sol bello, / se enamoró un galán de ella.//  [IGR # 0209] #5544
  En Castilla está un castillo, / que se llama Roca Frida:// al castillo llaman Roca, / y a la fonte llaman Frida.//  [IGR # 0308] #1605
  En Cataluña se forma / una guerra general//y a Gerineldo lo nombran / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4377
  En Ceupta está Julian, / en Ceupta la bien nombrada:// para las partes de aliende / quiere enviar su embajada;//  [IGR # 0018] #1385
  --Encierren la Sildanita / en un aposento oscuro,//que tenga cuatro ventanas. / . . . --/ /  [IGR # 0075] #4639
  Encima del duro suelo / tendido de largo a largo//muerto yaze el rey don Pedro, / que le matara su hermano.//  [IGR # 0334] #3753
  En ciudad noble y encima / vive la gente cristiana//de un caballero lucido / don Gerésimo de Almanza.//  [IGR # 0599] #1963
  En coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?//  [IGR # 3013.9] #5099
  En coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?//  [IGR # 3013.9] #5107
  En coche va una niña, / hija de un capitán,//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?/ /  [IGR # 3013.9] #4765
  Encontrádose ha el buen Cid / en medio de la batalla// con aquese moro Búcar, / que tanto le amenazaba.//  [IGR # 0910] #1446
  Encontré con una niña / más bonita que soy yo//la cogiera por la mano / y al mesón se la llevó.//  [IGR # 0612] #1807
  Encontrei Nossa Senhora / no portal de Belém,//fiando numa roquinha; / Jesus, que nela está bem.//  [IGR # 2929] #2784
  Encontrei uma donzela / numa varanda, ao sol posto,//Disse-lhe: --Minha menina, / guardai-me esse lindo rosto,//  [IGR # 0720] #6544
  En cortes del casto Alfonso / Bernaldo a plazer bivía, //sin saber de la prissión / en que su padre yazía. //  [IGR # 1524] #8494
  En Don Benito hay una niña / guapa y hermosa como un carmín.// La pobrecita se mantenía / cosiendo ropa para Madrid.//  [IGR # 5023.9] #9750
  En el camino del cielo, / una doncella vivía//no tiene padre ni madre, / ni quien por ella sería,//  [IGR # 0365] #2113
  En el campo de Trujlllo / se pasea una romera,//toda vestida de luto, / po arriba de gloria llena.//  [IGR # 0192] #8675
  En el campo hay una flor / que está toda deshojada//la doncella que la pise / será la más desgraciada.//  [IGR # 0469+0138] #210
  En el campo hay una hierba / criada muy regalada,// la mujer que la pisara / al momento embaranzara.//  [IGR # 0469+0138] #839
  En el campo hay una hierba / que la llamaban la pravía,// la niña que la pisase / con ella se embaranzaba;//  [IGR # 0469+0138] #842
  En el campo hay una hierba / que le llaman la triana;//la que aquella hierba pise / d` ella queda embaranzada.//  [IGR # 0469+0138] #8929
  En el campo moro / de la verde oliva//donde cautivaron / a las [tres] cautivas.//  [IGR # 0137] #252
  En el campo moro, / entre las olivas,// cautivó el rey moro / tres hermosas niñas.//  [IGR # 0137] #1225
  En el campo Moro, / entre las olivas//fueron cautivadas / tres hermosas niñas.//  [IGR # 0137] #8178
  En el campo moro / y en la verde oliva,//donde cautivaron / tres hermosas niñas,//  [IGR # 0137] #5342
  En el cant de la sirena / ai ditxós qui hi pot anar,//set anys ha que vaig per ella, / sense terra i mai parar.//  [IGR # 0559] #8712
  En el diez y seis de mayo / una guerra se ha formado//y han puesto a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4304
  En el jardín de Cupido / Sildana se paseaba//pandero de oro en la mano, / pandero de oro llevaba;//  [IGR # 0005] #8144
  En el jardín de las damas / se pasea el rei Rodrigo//por alargar la cadena / de un pensamiento cautibo //  [IGR # 0570] #9344
  En el mar de los placeres, / donde los placeres andan//se había criado un mancebo / de noble sangre y prosapia;//  [IGR # 0661] #1954
  En el medio del camino / atrevíme y preguntéla://--¿De quién son tanto montón, / montón de ladrillo y piedra?//  [IGR # 0233] #7353
  En el monte de Belén / está la Virgen María//con su librito en las manos, / que ella rezaba y leía.//  [IGR # 0702] #3534
  En el monte murió Cristo / Dios y hombre verdadero,//no murió por sus pecados / que murió por los ajenos,//  [IGR # 9994] #5767
  En el nombre de Dios Padre / Creador y Salvador// comienzo mi testamento / y pongo en el primer renglón//  [IGR # 1265] #9625
  En el nombre de Jesús / y la Virgen Soberana//te escribo, esposa querida, / esta lastimosa carta//  [IGR # 0510] #1940
  En el nombre de María, / madre del divino Verbo,//amparo de pecadores / y de afligidos consuelo;//  [IGR # 5139] #3554
  En el olivo más alto / está la Virgen María//con el Jesús en sus brazos, / dándole la leche fina.//  [IGR # 0308.1] #4800
  En el palacio del rey / una niña sola había//que su padre la ado[raba], / y su madre la vestía.//  [IGR # 0212] #3255
  En el palau del bon Rei / hi ha un trono d`or estampat;//a un cap hi té sa lluna / i a s`altre hi té es sol pintat.//  [IGR # 0002] #8057
  En el Portal de Belén / ciudad de Galilea,//parió la Virgen María / y le alumbraba una estrella.//  [IGR # 0644] #8768
  En el portal de Belén, / en ciudad de Galilea//cuando la Virgen parió, / relumbrante está una estrella;//  [IGR # 0644] #1711
  En el portal de Belén, / junto al reino de Judea,//está la Virgen María / relumbrando está una estrella.//  [IGR # 0644] #5718
  En el portal de Belén / parió la Virgen María,//y era tanta su pobreza / que pañales no tenía.//  [IGR # 0812] #8769
  En el primer mandamiento / me manda Dios que te ame,//y te amo más que a mí mismo / aunque la vida es amable.//  [IGR # 0199] #5769
  En el pueblo de Don Benito, / provincia de Badajoz,//habitaba doña Catalina / con su hija Inés María,//  [IGR # 5131] #3206
  En el pueblo de la Joya, / legua y mdia de Prudencia,//habitaba una serrana / alta y rubia sandinguera;//  [IGR # 0233] #7445
  En el pueblo de la Olla, / legua y media de Plasencia,// habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera.//  [IGR # 0233] #926
  En el pueblo de Membibre / habitaba un mozo arriero//con un buen carro, buena grapa (?), / buena bolsa de dinero.//  [IGR # 0134] #546
  En el pueblo Siete Iglesias / habita una señorita,//hija de Antonio Moreno / y se llama Agustinita,//  [IGR # 5031] #3202
  En el puebru Don Benitu / no puede habel mozas guapas//que ha dicho {I}Calrus Paredis{M} / la que no goce la mata.//  [IGR # 5131] #9811
  En el reino de Valencia / hay un pobre labrador//muy tierno de corazón / y de grande caridad.//  [IGR # 0517] #205
  En el reino moro / entre las olivas//fueron cautivadas / tres hermosas niñas.//  [IGR # 0137] #3121
  En el río de Jaén / había tres niñas lavando://María la que lavaba, / Isabel la que tendía//  [IGR # 1042] #3198
  En el testamento dejo / no me entierren en sagrado,//que morir por tus amores / es morir desesperado;//  [IGR # 0101] #5629
  En el tiempo que reinaba / el rey Alfonso en León//cartita y a un mensajero / a Bernardo le mandó.//  [IGR # 0027] #1861
  En el tiempo que reinaba / rey Alfonso de León,//tres cartas y un inensajero / a su sobrino mandó.//  [IGR # 0027+0078+0029] #2997
  En el valle, valle / de la verde oliva,//donde cautivaron / tres niñas perdidas.//  [IGR # 0137] #5507
  En el verde prado / y en la verde oliva,// donde descansaban / tres hermanas niñas.//  [IGR # 0169] #1203
  En el vergel de la reina / cresía un buen rosal,//en la ramica mas alta / un rusción sentí cantar.//  [IGR # 0049] #8778
  En eso pasó un pastor, / se enamoró de una d`ellas.//--Me caso con Blancaflor, / y muero por Filomena.--//  [IGR # 0184] #3634
  En esta ciudad vivía / San Jerónimo Morales//ese pa tiene una hija / y no quiere que se case,//  [IGR # 0881] #1994
  En esta ciudad vivía / una muy noble doncella//llamada Isabel María, / muy humilde y muy atenta.//  [IGR # 0692] #2163
  En este medio tiempo / hubo guerra en Portugal;//a Gerineldo escogieron / pa capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4303
  En este plan de barranco, / sin saber cómo ni cuándo,// ahí fu` onde se alcontró / Viyano con don Fernando.//  [IGR # 0222] #4845
  En esto que anuncian guerra / en Francia y en Portugal//y sacan a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4144
  Enfermo el rei de Castella / em cama de prata estava;//des que seu mal o turgíra / sete doutos consultava.//  [IGR # 0006] #9327
  Enfermo estaba don Juan, / enfermo estaba en la cama;//siete dotores lo curan / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #9286
  Enfermo estaba el don Juan, / enfermo estaba en la cama;//siete doctores le curan / de los mejores de España.//  [IGR # 0006+0080] #2485
  En Francia ha nacido un niño, / de padre militar,//Por no tener padrino / Mambrú se llamará./ /  [IGR # 0178] #4751
  En Francia hay una niña / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?//  [IGR # 3013.9] #5106
  En Francia nace un niño, / de padre general,//Por no tener padrinos, / Mambrú se llamará./ /  [IGR # 0178] #4755
  En Francia nace un niño, / ¿qué nombre le pondrán?//Por no tener madrina, / Mambrú se llamará./ /  [IGR # 0178] #4752
  En Francia nació un niño / de padre natural,//por no tener padrino / Mambrú se ha de llamar.//  [IGR # 0178] #5240
  En Francia nació un niño / de padre natural.//Por no tener padrino / Mambrú se ha de llamar.//  [IGR # 0178] #9565
  En Francia nació un niño / de padres natural,//por no tener padrinos / Mambrú se ha de llamar.//  [IGR # 0178] #5442
  En Francia nació un niño / de padres natural,// que aún no tiene tres horas / lo quieren bautizar.//  [IGR # 0178] #1355
  En Francia nació un niño / muy bello y sin igual,//por falta de madrina / Mambrú se va a llamar.//  [IGR # 0178] #5233
  En Galicia había una niña, / Catalina se llamaba.//Su padre era un perro moro, / su madre una renegada.//  [IGR # 0126] #5117
  En Galicia hay una niña, / Catalina se llamaba.//Todos los días de fiesta / su padre la castigaba.//  [IGR # 0126+0180] #5116
  En Galicia hay una niña / que Catalina se llama;//todos los días de fiesta / su padre la castigaba.//  [IGR # 0126+0180] #3175
  En Galicia hay una niña / que Catalina se llama//su padre es un perro malo, / su madre un renegada.//  [IGR # 0126] #138
  En Galicia hay una niña / que Catalina se llama.//Su padre es un perro moro, / su madre una renegada.//  [IGR # 0126+0180] #5109
  En Galicia hay una niña / que Catalina se llama//todos los días de fiesta / su padre la castigaba//  [IGR # 0126] #8205
  En Galicia hay una niña / que la llaman Isabel//que sus padres no la daban / ni por ningún interés.//  [IGR # 0133] #1819
  En Galicia hay un niña / que Catalina se llama//Todos los días de fiesta / su padre la castigaba//  [IGR # 0126] #137
  En Garganta de la Olla / a legua y media de Plasencia//habitaba una serrana / alta rubia y zandunguera,//  [IGR # 0233] #9066
  En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//allí habita una serrana, / alta, rubia y halagüeña;/ /  [IGR # 0233] #7313
  En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandungueira,//  [IGR # 0233] #7442
  En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera./ /  [IGR # 0233] #7322
  En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia//habitaba una serrana alta, / rubia y sandunguera.//  [IGR # 0233] #5860
  En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / blanca, rubia y sandunguera;/ /  [IGR # 0233] #7291
  En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//paseaba una serrana, / alta, rubia y halagüeña;/ /  [IGR # 0233] #7300
  En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//se pasea una serrana, / muy gallarda y muy bien puesta;/ /  [IGR # 0233] #7314
  En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera;/ /  [IGR # 0233] #7303
  En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ /  [IGR # 0233] #7293
  En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ /  [IGR # 0233] #7299
  En Garganta la Olla, / legua y media de Plasencia,//ahí habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ /  [IGR # 0233] #7309
  En grande ciudad vivía / dos caballeros de fama//el uno es don José / y el otro don Juan se llama.//  [IGR # 0874] #2189
  En gran pesar y tristeza / era el valiente Bernaldo,// por ver a su padre preso, / y no poder libertallo.//  [IGR # 1542] #1393
  En Jerez de la Frontera / es un molinero afamado// que ganaba su sustento / en un molino alquilado;//  [IGR # 0218] #8867
  En la baja Extremadura, / en Extremadura baja//allí vive un caballero / de hacienda algo moderada.//  [IGR # 0745] #1696
  En la baranda del cielo / hay una dama sentada,//vestida de azul y blanco, / que Catalina se llama://  [IGR # 0126] #3174
  En la calle de la Amargura / `taba una niña sentada,//y la Virgen le pregunta: / --Cúya niña tan bien criada--,//  [IGR # 1537.1] #5083
  En la calle del Turco/ han matadito a Prim//montadito en el coche / con la guardia civil//  [IGR # 0154.9] #9635
  En la calle de Madrid, / y en la calle del Romero//donde habitaban dos, / una dama y un mancebo.//  [IGR # 0248] #8237
  En la casa de mis padres / un hombre pide posada//mis padres, como eran buenos, / a to el mundo se la daban.//  [IGR # 0173] #9
  En la ciudad de Alcordoba, / ancha compulenta y larga//allí hay ricos caballeros / de la nobleza da España,//  [IGR # 0662] #576
  En la ciudad de Alicante / habitaba un matrimonio//. . . / de pobreza muy nombrada;//  [IGR # 0905] #2154
  En la ciudad de Brabante, / tratante de rica seda//si mucho trata en la blanca, / mucho más trata en la negra//  [IGR # 0096] #1966
  En la ciudad de Dubiedo, / pueblo de dos mil vecinos//criaba una viuda tres niños / con mucho cariño.//  [IGR # 0143] #543
  En la ciudad de León, / allí junto a la calle Nueva//habitaba un comerciante, / trataba en paños de seda.//  [IGR # 0096] #8224
  En la ciudad de León / andaba un cebollineiro,// vendiendo su cebollino / para sacar el dineiro.//  [IGR # 0625] #1311
  En la ciudad de Lisboa / por todo el mundo nombrada;//por lo fuerte y abundante / el mismo cielo la guarda,//  [IGR # 0139] #3552
  En la ciudad de Logroño, / contra el reino de Navarra//había una doncellita / que Catalina se llama.//  [IGR # 0126] #132
  En la ciudad de Logroño, / frente al reino de Navarra//se criaron dos muchachos / que es la nobleza de España;//  [IGR # 0147] #2002
  En la ciudad de Logroño / hay un caso que no es cuento//madre e hija están en cinta / y las dos de un mismo tiempo.//  [IGR # 0360] #544
  En la ciudad de Madrid, / en la calle del Romero // allí vivía una niña, / una niña y un mancebo.//  [IGR # 0248] #9592
  En la ciudad de Madrid, / en la Calle del Romero//habitaban dos galanes, / una dama y un mancebo;//  [IGR # 0248] #2110
  En la ciudad de Madrid, / junto a los caños del agua,//allí vivía una viuda / de gran honor y gran fama.//  [IGR # 0529] #5496
  En la ciudad de Madrid / junto a los caños del agua//habitaba un caballero / con su esposa doña Laura.//  [IGR # 0139] #2123
  En la ciudad de Madrid, / junto a los caños del agua//vevía un bizarro mozo, / Diego León se llamaba.//  [IGR # 0163] #1707
  En la ciudad de Madrid / la mejor que el rey tenía,//residía un caballero, / grande labranza poseía.//  [IGR # 0185] #5707
  En la ciudad de Madrid, / que es ciudad muy encumbrada//residía una viudita / de caudal muy apoderada,//  [IGR # 0529] #5497
  En la ciudad de Madrid / residía un caballero// con su mujer y sus hijos / más preciosos que el sol mismo.//  [IGR # 0166] #9532
  En la ciudad de Madrid / se paseaba un caballero,//y vino una hermana suya / estas palabras diciendo://  [IGR # 0166] #5537
  En la ciudad de Madrid / se publican unas guerras// al pulido Gerineldo / lo nombran de capitán//  [IGR # 0023+0110] #4358
  En la ciudad de Madrid, / una viudina habitaba//sólo tenía una hija / Teresina se llamaba.//  [IGR # 0253+0006] #2476
  En la ciudad de Mallorca / se paseaba un mallorquino//casado con una dueña, / hijo de un daudor vecino;//  [IGR # 5115] #1965
  En la ciudad de Pamplona, / en un pueblo de Navarra//había una doncellita / que Catalina se llama.//  [IGR # 0126+0212] #128
  En la ciudad de Sevilla / una serrana pasea,//blanca, rubia y generosa, / bonita como una estrella;//  [IGR # 0233] #7412
  En la ciudad de Sevilla / un día del mes de mayo,//han robado el Sacramento / para siempre sea alabado.//  [IGR # 0079] #5574
  . . . / en la ciudad de Toledo//ha vivido y vivirá / un hidalgo caballero,//  [IGR # 0166] #5538
  En la ciudad de Toledo / se criaba una zagala//que es más bonita que el sol / y más que la luna clara;//  [IGR # 0701] #3139
  En la ciudad de Toledo, / y en la ciudad de Aragón//nacido nos había un fraile, / nacido nos había un barón;//  [IGR # 0847+0275] #5877
  En la ciudad de Trujillo, / ciudad valerosa y rica//En la ciudad de Trujillo, / ciudad valerosa y rica,//  [IGR # 0478] #2153
  En la ciudad de Trujillo / dos caballeros paseaban//el uno llaman don Jorge / y el otro don Diego llaman.//  [IGR # 0147] #41
  En la ciudad de Valencia / hay un pobre labrador//muy limpio de corazón / y de grande caridad.//  [IGR # 0517] #204
  En la ciudad de Valencia / sucedió con Juana Dario//mujer noble y entendida / de un hombre noble y honrado://  [IGR # 0912] #2151
  En la ciudad de Zaragoza / hay unha niña muy linda//la pretenden duques y condes, / caballeros de valía.//  [IGR # 0217] #1708
  En la corte de Madrid / dos caballeros triunfaban;//eran don Diego y don Jorge, / capitanes de la patria.//  [IGR # 0147] #8659
  En la corte de Madrid / habitaba un caballero//con su mujer y sus hijos / hermosos como el sol bello.//  [IGR # 0166] #3264
  En la corte de Madrid, / junto a los caños del agua//allí se crió una yerba / muy viciosa y regalada;//  [IGR # 0469+0138] #3231
  En la corte de Madrid / va un caballero a la iglesia//Más va por ver a su dama / que no por ver las completas.//  [IGR # 0130] #2169
  En la Fuente `e las Tres Gotas / se ha aparecido un mancebo//guardando sus ovejuelas / y dándolas el sustento.//  [IGR # 0323] #109
  En la fuerça de Galera / estaba preso Albayaldos,//grande galán granadino, / de Xerez jinete bravo;//  [IGR # 2060] #7970
  En la garganta la Olla / legua y media de Plasencia//hay una hermosa serrana / blanca, rubia y morena.//  [IGR # 0233] #5865
  En la gran cibdad de Burgos / el casto Alfonso reinando,//por darle gusto a la reina / grandes fiestas de a caballo.//  [IGR # 1605] #8534
  En la gran ciudad de Cádiz / un arriero andaba en ella,//este tal llegó a casarse / con una querida hembra;//  [IGR # 0084] #5546
  En la gran Sierra Morena, / amparo de forajidos,//vivía Alonso Gutiérrez / con una hija y dos hijos,//  [IGR # 5104] #3569
  En la gran Sierra Morena / un labrador en Sevilla//que de nombre se llamaba / Juan de Dios y de María.//  [IGR # 0185] #189
  En la más Constantenopla, / allá en la casa de Meca//rey de setenta mil reinos, / de mil imperios cabeza,//  [IGR # 5022] #2142
  En la plaza de oriente / yo solita jugaba//cuando el aro corría / a la soga saltaba.//  [IGR # 0154.9] #9633
  En la provincia de Cadiz / hay un pueblo que se llama//Algeciras es su nombre / pol toda aquella comarca.//  [IGR # 5037] #9810
  En la provincia de León, / cuatro leguas de distancia,//hay un pueblo pequeñito / el cual Arenas se llama.//  [IGR # 0193] #5613
  En la provincia Sevilla, / en el pueblo de Lebrija,//habitaba una señora, / tan sólo tiene una hija.//  [IGR # 5053] #3088
  En la punta de aquel cerro / hay una casa muy linda,//no es hecha por carpintero, / ni por la carpintería;//  [IGR # 0308.1] #7952
  En la ramilla más alta / está la recién parida//San José, que estaba allí, / de esta manera decía://  [IGR # 0484] #30
  En las almenas de Toro, / allí estaba una doncella,// vestida de paños negros, / reluciente como estrella://  [IGR # 0032] #1444
  En las calles de Madrid / dos caballeros se tratan//juntos comen, juntos beben, / juntos se van a la plaza,//  [IGR # 0147] #1670
  En las calles de Madrid, / junto al campo del Arena//habitaba un mercader / que trata en paños de seda.//  [IGR # 0096] #8225
  En las calles de Madrid, / junto a los caños del agua,// allí habita un caballero / que don Grabiel le llaman,//  [IGR # 0140] #1053
  En las cortes de Granada, / estando un día sentadas,//bordaban en su jardín / Blancaflor y Filomena,//  [IGR # 0184] #3629
  En las huertas del rey / hay una hierba muy mala,// la doncella que la pise / va a salir embarazada;//  [IGR # 0469+0138] #835
  En las huertas de mi padre / grandes manzanas yo vi;//eran dulces para otro / y amargosas para mí.//  [IGR # 0281] #3101
  En la sierra de Tormantos, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ /  [IGR # 0233] #7297
  En las islas de Mallorca / un diestro valiente muere//llamado Antonio Moreno / con Lagartijo de mote.//  [IGR # 0174] #9644
  En las montañas de Urbén / un labrador residía//que por nombre se llamaba / Juan de Dios y de María.//  [IGR # 0185] #192
  En las salas de París, / en un palacio sagrado// ado está el emperador / con los pares razonando,//  [IGR # 0358] #1602
  En la Vega de Antequera, / hija de un corregidor,/ no tenía quién casarse, / ¡Sí, sí!,//  [IGR # 0191] #3159
  En la villa de Alburquerque, / cuyo castillo es nombrado//. . . cuyo nombre y apellido / es Lorenzo de Tejado.//  [IGR # 5033] #2166
  En la villa de Madrid, / junto a los caños del agua//allí se cría una hierba / muy viciosa y regalada.//  [IGR # 0138] #8098
  En la villa de Madrid, / (nos asista y no nos falte)//se pasea una doncella / hermosa de lindo talle.//  [IGR # 0783] #3263
  En Lima está preso el conde / muy grandes días avía;//Bernaldo, que era su hijo, / de su prisión no sabía.//  [IGR # 1557] #8504
  En lo alto de aquel monte / hermoso palacio había,// habitaba un caballero / que hermosa hija tenía..//  [IGR # 0212] #9608
  En lo más alto del cielo / se pasea una doncella//vestida de azul y blanco, / más hermosa que una estrella,//  [IGR # 0192] #3539
  En los altos de Tudela, / a par que las aguas claras,//bajaban dos compañías / y un soldadito de guardia;//  [IGR # 0445] #5575
  En los altos miranderos / está la Virgen mirando//mira al rey, mira a la reina, / mira a Felipe y Fernando//  [IGR # 0061] #3375
  En los campos de Alventosa / mataron a don Beltrán;// nunca lo echaron menos / hasta los puertos pasar.//  [IGR # 0150] #1613
  En los campos de Malver, / campos de mucha almoneda//donde habita un caballero, / que trata en paños de seda.//  [IGR # 0096] #8226
  En los campos de Turquino / se pasea una romera,// iba vestida de oro, / calzada de seda negra.//  [IGR # 0192] #1251
  En los jardines del rey / hay unha herba encantada,//toda muller que a come / logo queda embarazada.//  [IGR # 0469] #8738
  En los montes más espesos / que tiene la Morería// por allí pasa una rroyo / de agua fresca y cristalina.//  [IGR # 0169] #2563
  En los presidios del moro / la bella Luisa moraba//no llora por verse presa / ni hierros por ser herrada;//  [IGR # 0741] #1952
  En lugar de Novadía / es una grande ciudad//que llevan al conde Flor / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3856
  En Madrid hay una niña / que la llaman Isabel;// no la daban sus padres / ni por ningún interés.//  [IGR # 0133] #990
  En Madrid hay una niña / que la llaman Isabel,//no la quieren dar sus padres / ni por conde ni marqués,//  [IGR # 0133] #5503
  En Madrid hay una niña / que le llaman Isabel,// que no la daban sus padres / ni por ningún interés,//  [IGR # 0133] #989
  En Madrid hay una niña / que se llamaba Isabel,// que no la darían sus padres / ni por ningún interés,//  [IGR # 0133] #986
  En Madrid hay una señora / junto a los caños del agua//el tal tenía una hija / que vivía enamorada.//  [IGR # 0006] #2396
  En Madrid hay un palacio / bordado de oro y bel,//allí vive una señora / que la llaman la Isabel;//  [IGR # 0133] #8882
  En Madrid hay un palacio / que le llaman de Oropel//donde vive una señora / que le llaman Isabel.//  [IGR # 0133] #3591
  En Madrid hay un palacio / que le llaman el hotel,// y dentro vive una niña / que le llaman la Isabel.//  [IGR # 0133] #985
  En Madrid hay un palacio / todo lleno de oropel,//allí vive una señora / que la llaman Isabel.//  [IGR # 0133] #5216
  En Madrid un caballero / tiene una linda criada//él se enamoró de ella / y ella se ausentó de casa.//  [IGR # 0775] #1927
  En mayo, en mayo era / cuando los fuertes calores,//cuando las cebadas secas, / los trigos en granaciones,//  [IGR # 0078+1027] #9714
  En mayo y el mes de mayo, / cuando las fuertes calores,//cuando los trigos se secan / y en el campo hay varias flores.//  [IGR # 0231] #9457
  En medio de un sesteadero / una oveja me faltó,//una joven blanca y bella / de un pastor se enamoró.//  [IGR # 0191] #5121
  . . . En mi casa entra un alférez / y a mi madre la requiebra//me la agarra de la mano / y a la sala se la lleva//  [IGR # 0096] #601
  En mil novecientos veinte, / día dieciseis de mayo//fue herido por un toro / el más joven de los Gallos.//  [IGR # 0916] #1937
  En misa está el emperador / allá en San Juan de Letrán,// con él está Baldovinos, / y Urgel de la fuerza grande,//  [IGR # 0736] #1623
  Enojado está don Sancho / con Rodrigo de Vivar,//malas palabras le dize, / comiénçalo amenazar://  [IGR # 1745] #5790
  En París está doña Alda, / la esposa de don Roldán,// trescientas damas con ella / para la acompañar;//  [IGR # 0539] #1611
  En París está Duña Alda, / la hija del imperalde,//con trescientas damas con eya, / todas son de alto linaje.//  [IGR # 0539] #7983
  En partí lo rei de França / en mal hora va partir,//va partir per pendre Espanya / i d`Espanya fou captiu,//  [IGR # 0250] #5779
  En plazas del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia, generosa, / bonita como una perla;//  [IGR # 0233] #7411
  En Roma había un peral / que lindas peras criaba,// la dama que las cumiese / con ellas embaranzaba;//  [IGR # 0469] #833
  En sancta Gadea de Burgos / do Juran los hijosdalgo,// allí le toma la jura / el Cid al rey castellano.//  [IGR # 0035] #1442
  En Santo Domingo entré, / no me dejaron pasar//yo cogí mi carabina / y al monte me fui a cazar.//  [IGR # 0186] #8128
  En Sevilla a un sevillano / siete hijas le dio Dios//la mala suerte que tuvo / que ninguna fue varón.//  [IGR # 0231] #523
  En Sevilla está una ermita / cual dicen de San Simón// adonde todas las damas / iban a hacer oración;//  [IGR # 0107] #1559
  En Sevilla un sevillano / a desgracia Dios le dio//de siete hijos que tuvo / y ninguno fue varón.//  [IGR # 0231] #532
  En sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//de siete hijas que tenía / y ninguna fue varón.//  [IGR # 0231] #515
  En Sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//de siete hijos que tuvo / y ninguno fue varón.//  [IGR # 0231] #525
  En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios//y ha tenido la desgracia / de ninguna ser varón.//  [IGR # 0231] #9025
  En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguna fue varón.//  [IGR # 0231] #3192
  En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios,//y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.//  [IGR # 0231] #5586
  En Sevilla, un sevillano, / siete hijas le dio Dios// y tuvo la mala suerte / que ni una fue varón.//  [IGR # 0231] #913
  En Sevilla un sevillano / siete hijos le dio Dios//pero tuvo la disgracia / que ninguno fue varón.//  [IGR # 0231] #1718
  Entablárase una guerra / entre España y Portugal,//mandaron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #9414
  En terra de Portugal / es la gente lusitana//son devotos en extremo / a San Antonio de Pauda;//  [IGR # 0139] #2121
  En tierra de Salamanca / hay una niña esposada//que la viene a ver el novio / tres días a la semana.//  [IGR # 0193] #541
  En tierras del mar de España / una serrana pasea,//que es blanca y encarnada, / relumbra como una tea;//  [IGR # 0233] #7374
  En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y colorada, / bonita, que no era fea;//  [IGR # 0233] #7379
  En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y encarnada, / bonita, que no era fea;//  [IGR # 0233] #7400
  En tierras del rey de España/ una serrana pasea,// blanca rubia y encarnada, / bonita, que no era fea;//  [IGR # 0233] #4867
  En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y encarnada, / hermosa como una estrella; //  [IGR # 0233] #7384
  En Toledo está Rodrigo / el rei malaventurado;//por cubdicia de tesoro / rompió un antiguo palacio.//  [IGR # 0290] #4416
  En Toledo hay una niña//Rosario de oro que tiene / tres veces le reza al día;//  [IGR # 0212] #8195
  En Toledo sucedió / con un galán y una niña//En Toledo sucedió / con un galán y una niña;//  [IGR # 0217] #8210
  Entrando al plan de Barranco, / sin saber cómo ni cuándo,//se encontraron dos contrarios, / don Benito y don Fernando.//  [IGR # 0222] #5055
  . . . //Entre dolor y dolor, / entre puntada y puntada//entre dolor y dolor / un niño varón lloraba.//  [IGR # 0138] #8101
  Entre dos reyes cristianos / hay muy grande división,// don Sancho rey de Castilla / y don Alonso de León.//  [IGR # 1208] #1424
  Entre España y Portugal / se ha levantado una guerra//nombraron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4227
  Entre guerra se pegaram / entre França e Aragã//--Valha-me Deus que eu sou velho / as guerras me acabarão.--//  [IGR # 0231] #5815
  Entre las gentes se suena, / y no por cosa sabida,// que de ese buen Maestre / don Fadrique de Castilla//  [IGR # 0286] #1460
  Entre muchos reyes sabios, / que hubo en la Andalucía// reinara un moro viejo / que rey Búcar se decía.//  [IGR # 2338] #1541
  --Entren, si traen dinero, / que si no, no hay posada.--//San José se afligía / María le consolaba://  [IGR # 0710] #3306
  Entre San Juan y San Pedro / hicieron un arca nueva,//el arca era de oro, / su arquilla era de acero.//  [IGR # 0180] #5261
  Entre San Pedro y San Pablo / hicieron un barco nuevo,//el barco era de oro, / su casco de acero.//  [IGR # 0180] #5255
  En una arenosa playa / una hermosa ninfa vi,//que cuanto más me alejaba / más se acercaba a mi.//  [IGR # 0168] #5044
  En una bella mañana, / mañanita de primor//cautivaron a una mora / que era más bella que el sol.//  [IGR # 0169] #5517
  En una ciudad de España, / la más linda y la más bella,//le llaman Ortia por nombre, / vivía un riguero en ella.//  [IGR # 0084] #3400
  En una fuente que vierte / por agua cristal y perlas//está bañando la Cava / el oro de sus madexas.//  [IGR # 0479] #9341
  . . . / En unas altas montañas//se encontraba una pastora / con un atajo de cabras.//  [IGR # 0214] #260
  En un chigre del Ferral / había una camarera,// había varios soldados / que decían de esta manera://  [IGR # 0176] #999
  En un coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿quién se lo peinará?//  [IGR # 3013.9] #5097
  En un furioso cavallo, / con el asta blandeando,//Bernardo el Carpio se sale / de los de Francia triunfando.//  [IGR # 1519] #8524
  En un hospital de Cádiz, / cuando estuve de enfermera,//había varios soldados / que hablaban de esta manera://  [IGR # 0176] #3009
  En un lugar hacia Burgos / hay una pequeña aldea//hay en ella un mercader / que a vender paños se emplea.//  [IGR # 0096] #1967
  En un lugar junto a Burgos, / que se llama Villarcayo,//tiene un caballero un hijo / muy querido y estimado//  [IGR # 0201] #5362
  En un pueblecín pequeño, / en los jardines de Italia;// habitaba una señora / llamada doña Leandra.//  [IGR # 0446] #824
  En Valencia hay una niña / que Catalina se llama//su padre era un perro moro / y su madre la regaña.//  [IGR # 0126] #133
  En Valladolid la rica / junto a los caños del agua//se pasea un caballero / que don Gabriel le llaman,//  [IGR # 0466] #2161
  En Valladolid na rica, / a la puerta de un señor//vide estar una difunta / que era más rubia que el sol://  [IGR # 0432] #2115
  --Envergonhe-se, minha mãe, / bem se pode envergonhar,//uma dama já casada / `inda gosta de brincar!//  [IGR # 0095] #6748
  En viernes partió el Señor / de la ciudad de Samaria//y antes de llegar a ella, / el calor le fatigaba//  [IGR # 0187] #2071
  En Zanjón hay una ermita / que le llaman San Simón,//donde damas y galanes / acuden a oír sermón.//  [IGR # 0107] #7950
  Era de Maio uma tarde, / de tais flores perfumada,//que a Virgem Mãe do Rosário / de tanto enlevo enlevada,//  [IGR # 2901] #2841
  Era Domingo de Ramos, / encountrome y encuntrela,//encountreime a la Serrana / en las grutas de la sierra.//  [IGR # 0233] #8009
  Era em Maio, era em Maio, / no rigor da Primavera,//lá se vai o capitão / com soldados para a guerra.//  [IGR # 0176] #6487
  Eram as três irmãzinhas / todas três de um parecer;//ensinavam u~as às outras / a bordar e a coser.//  [IGR # 0536] #4410
  Era meia-noite, / à porta sentado;//já todos dormiam, / só eu acordado.//  [IGR # 2971] #2754
  Era meia-noite / quando o ladrão veio//bater três pancadas / à porta do meio.//  [IGR # 0189] #7060
  Era meia-noite / quando o ladrão veio,//bateu três pancadas / à porta do meio.//  [IGR # 0189] #7069
  Era meia-noite / quando o ladrão veio,//deu três pancadinhas / à porta do meio.//  [IGR # 0189] #7049
  Éramos tres hermanas, / todas nunha ventana//un caballero, madre, / él por allí pasara.//  [IGR # 0173] #1828
  Eran dos casados nuevos / muy queridos y estimados//iban a segar el trigo / a Las Vegas del Condado.//  [IGR # 4010] #2103
  Eran dos hermanos huérfanos / criados en Barcelona,//el niño se llama Enrique / la niña se llama Lola.//  [IGR # 5129] #3209
  Era o rei que estaba enfermo//Siete dotores lo van a ver / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #2390
  Era por mayo, por mayo, / cuando hace la calor,//cuando los trigos engañan / y están los campos en flor,//  [IGR # 0078] #5295
  Érase Blas de León, / hijo de padres muy buenos//Éste tuvo un pendencia / en la real cárcel al juego,//  [IGR # 0813] #2141
  Era uma fidalga, / cedo enviuvou;//tinha uns meninos, / para as quintas os levou.//  [IGR # 0189] #7019
  Era uma vez uma pastora, / larão, larão, larito, / era uma vez uma pastora / que guardava o seu gatito.//  [IGR # 0565] #2931
  Era um homem tinha três filhas, / todas três mais lindas que a prata, //a mais nova delas todas / Valdevina se chamava.//  [IGR # 0075] #7115
  Era um rico senhor / de mui nobre fidalguia;//grandes honras, muitas terras, / no meio delas vivia.//  [IGR # 2890] #2880
  Era una flor amarilla, / era blanca y encarnada//la niña que la comiera / luego saldrá embaranzada//  [IGR # 0138] #8093
  Era una linda pastora / y era una linda zagala//que andaba por alta sierra / guardando unas pocas cabras.//  [IGR # 0214] #2107
  Era una niña bella / que Teresa se llamaba//un día con el intento / se ha salido de su casa,//  [IGR # 0607] #2205
  Era un bonetero / portugués honrado,// que hacía bonetes, / ganaba un ochavo.//  [IGR # 0497] #1365
  Era un bonetero / que hacía bonetes,// los hacía a real, / los vendía a cuarto,//  [IGR # 0497] #1368
  Era un mayo, era un mayo, / en tiempos de primavera,//cuando el capitán llamaba / su gente para la guerra.//  [IGR # 0176+0559] #8732
  Era un pare i una mare / amb un fillet que tenien,//n`han fet una prometença / a sant Jaume de Galicia.//  [IGR # 0620] #4560
  Era un sacerdote pobre / y anque pobre muy prudente//tiene una promesa hecha / que li ha de comprir si puede:/  [IGR # 0219] #2086
  E rey-conde de Linares / se ha prometido en casar//con una niña muy guapa / chiquita de poca edad//  [IGR # 0110] #3993
  Erguerase Frei João, / um dia de madrugada,//atacando seu calção, / tocando sua guitarra.//  [IGR # 0309] #6849
  Ergueu-se dona Silvana / uma vez do seu jantar,//com a viola no braço / par` ó jardim foi tocar.//  [IGR # 0503] #6719
  Er`uma vez um macaco, / fazê-la barb`introu//numa tenda dum barbeiro / que lo rabo lhe cortou.//  [IGR # 2881] #2855
  Esa ciudad de Madrid, / villa principal y buena//se pasea un mercader / que trata en paños de seda,//  [IGR # 0096] #3262
  Esa guirnalda de rosas, / hija, quién te la endonara?// Donómela un caballero / que por mi puerta pasara;//  [IGR # 0433] #1560
  Escolta, Josep, / escolta á l` aurella://las favas del camp / tenen sella negra.//  [IGR # 2753] #7859
  Escuchen los vellancicos / que ahora cantarles quiero//el nacimiento de gracia / de un niño que nació al hielo.//  [IGR # 0560] #274
  Escuchen mis caballeros / que voy a cantar de gala//una cosa muy curiosa / que ha sucedido en España.//  [IGR # 0501] #5589
  Escuchen, señores, / un caso excelente//si los tres Reis Magos / se aparten de Oriente//  [IGR # 0770] #1635
  Escuche un gran labrador, / si por ventura está dentro//escuche con atención / la noche del Nacimiento.//  [IGR # 0120] #550
  --Escuchís, señor soldado, / si de las guerras venís.//--Sí señora, de las guerras, / de las guerras del Inglés.//  [IGR # 0113] #5874
  --Escutai, se qu`reis ouvir, / um rico doce cantar,//devem de ser as marinhas, / ou os peixinhos do mar.//  [IGR # 0049] #6447
  Ese buen Diego Laínez / después que hubo yantado,// hablando está sobre mesa / con sus hijos todos cuatro.//  [IGR # 0346] #1411
  Ese rey de los romanos, / esa reina en morería,//entre sus moritos tiene / una cristiana cautiva.//  [IGR # 0169] #2514
  Eso de los nueve meses / el joven se volvió allá,//--Esta noche, la Mariana, / yo te vengo a brindar//  [IGR # 0255+0172] #9263
  Eso de los quince días, / ya la ha venido a brindar.//--Esas bodas, don Alonso, / yo conté que eran conmigo.//  [IGR # 0255+0172] #9267
  [. . . ] / Es su hermana Filomena.--// --Yo mandarla sí, por cierto, / teniendo cuenta con ella.--//  [IGR # 0184] #8151
  Estaba Catalina sentada / debajo un laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr./ /  [IGR # 0113] #4652
  Estaba doña Ana / en días de parir,//se le ha antoj`un cacho / del puerco jabalín.//  [IGR # 0080] #4809
  Estaba doña Isabel / sentadita en su balcón//bordando medias de seda / y zapatos de charol.//  [IGR # 0503] #5456
  Estaba doña María / en su sala de primera//con sus dos hijas al lado, / Blanca Flor y Filomena.//  [IGR # 0184] #5063
  Estaba doña Saturna / sentada en una arboleda//pintando unos pajarillos / de los que andan por ahí y vuelan.//  [IGR # 0098] #3308
  Estaba don Bueso / sentado a la mesa;//cartas le venían / que fuese a la guerra.//  [IGR # 0148] #8637
  Estaba don Fernandit / la mañana de San Juan//dando beber al caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9194
  Estaba don Fernandito / a la orillita del mar//  [IGR # 0049] #9190
  Estaba don Fernandito / a la orillita del mar//dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #9146
  Estaba don Fernandito / a la orillita del mar //dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #9200
  Estaba don Fernandito / a la orillita del mar,//mientras su caballo come / él canta un dulce cantar.//  [IGR # 0049] #9174
  Estaba don Fernandito / a las orillas del mar//dándole agua a su caballo / se puso a echar un cantar.//  [IGR # 0049] #9209
  Estaba don Fernandito / a las orillas del mar,//mientras que el caballo bebe / Fernandito echó un cantar.//  [IGR # 0049] #8449
  Estaba don Fernandito / a las orillas del mar//mientras su caballo bebe / don Fernandito echa un cantar.//  [IGR # 0049] #9152
  Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / mientras cantaba el cantar.//  [IGR # 0049] #9240
  Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando beber al caballo / en las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9238
  Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando de beber al caballo; / se puso a echar un cantar.//  [IGR # 0049] #4904
  Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando de beber al caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9184
  Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//paseando en su caballo / por la orillita del mar,//  [IGR # 0049] #9164
  Estaba don Fernandito / la mañana el día San Juan//dando agua a su caballo / (y) a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9502
  Estaba don Juan un día / en la cercada de un huerto//sembrando trigo y cebada, / que todo lo sembró a un tiempo.//  [IGR # 0166] #364
  Estaba el cond e Longinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9198
  Estaba el conde Marcelino / paseando la serenita de la mar.//Mientras su caballo bebe / él echaba un buen cantar.//  [IGR # 0049] #9167
  Estaba el don Fernandito / a las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / su puso a echar un cantar//  [IGR # 0049] #9204
  Estaba Elena / bordando corbatas//con agujas de oro, / dedales de plata.//  [IGR # 0173] #14
  Estaba el rey don Fernandito / a las orillas del mar//a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #9234
  Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo, / se puso a echar un cantar.//  [IGR # 0049] #331
  Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar//dándole agua a su caballo / y cantando este cantar.//  [IGR # 0049] #9207
  Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él se fue a echar un cantr.//  [IGR # 0049] #9196
  Estaba el rey Fernandito la mañana de San Juan,//dando agua a su caballo a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9149
  Estaba el rey Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #308
  Estaba el señor don Gato / en silla de oro sentado,//calzaba media de seda / y zapatito picado.//  [IGR # 0144] #5154
  Estaba el señor don Gato / en silla de oro sentado,//calzando medias de perlas / y un zapatillo picado.//  [IGR # 0144] #5159
  Estaba el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//con sus mediecitas de oro / y sus zapaticos calados./ /  [IGR # 0144] #4738
  Estaba el Señor Don Gato / en silla de oro sentado.//Lucía media de seda / y zapatico dorado./ /  [IGR # 0144] #4736
  Estaba el señor don gato / en silla de oro sentado,//recibió cartas de Indias / si quería ser casado//  [IGR # 0144] #5656
  Estaba el Señor Don Gato / en sillas de oro sentado,//calado medias de seda / y zapaticos dorados,/ /  [IGR # 0144] #4734
  Estaba el señor don Gato / sentadito en el tejado,// de pronto llegó una gran noticia / que tenía que ser casado//  [IGR # 0144] #1340
  Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado;//con mediecitas de punto / y zapatitos calados.//  [IGR # 0144] #3506
  Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,//calzando medias nuevas / y muñito colorado,//  [IGR # 0144] #5155
  Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado//con la(s) mano en la cintura / y la otra en el costado.//  [IGR # 0144] #4445
  Estaba el señor don Gato, / sentadito en su tejado//Ha recibido una carta, / que si quería ser casado//  [IGR # 0144] #44
  Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,// ha recibido una carta, / que si quiere ser casado//  [IGR # 0144] #1351
  Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,//ha recibido una carta: / que si quiere ser casado//  [IGR # 0144] #5160
  Estaba el señor don Gato / sentado en el tejado//cuando recibió una carta / que tenía que ser casada//  [IGR # 0144] #9766
  Estaba el señor don Gato / sentado en silla de oro.// Le ha llegado una carta / que su hermano se había muerto.//  [IGR # 0144] #9767
  Estaba el señor don Gato / sentado en su tejado,//tejiendo la media media / y el zapatito picado.//  [IGR # 0144] #5164
  Estaba el señor don Gato / subidito en un tejado,//con sus botas amarillas / y los zapatos calzados.//  [IGR # 0144] #5158
  Estaba el señor gatiño / en silla de oro sentado,// seu fibón de abotonilla / muy largo y abotonado,//  [IGR # 0144] #1339
  Estaba el señor Gato / en silla de oro sentado;//la gata, por darle un beso, / de la silla lo ha volteado.//  [IGR # 0144] #5168
  . . . estaba en la cama//vinieron siete dotores / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #2401
  Estaba essa reina Lena / ya acabada de almorzar;//asomóse a la ventana / por ver la gente passar.//  [IGR # 0043] #3730
  Estaba Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / en las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5390
  Estaba Griselda / haciendo sus labores//y por allí pasó el rey / y la ha pretendido en amores.//  [IGR # 0159] #4530
  Estaba la bella, estaba / a la luz de una candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3470
  Estaba la Blancaflor / arrimada a su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3644
  Estaba la blanca Juana / arrimada a la candela//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #5065
  Estaba la blanca niña, / estaba la blanca flor//sentadita en silla de oro / bordando su bastidor.//  [IGR # 0234] #577
  Estaba la blanca niña, / estaba la blanca flor//sentadita en su ventana, / mirándose al mirador.//  [IGR # 0234] #587
  Estaba la capitana / a las puertas del cuartel,// esperando a que llegara / el teniente coronel.//  [IGR # 0113] #1188
  Estaba la Catalina / a la sombra de un laurel// con los pies en la frescura / por ver el agua correr.//  [IGR # 0113] #1164
  Estaba la Catalina / asomada a su balcón.//Pasó por allí un soldado / con buena o mala intención.//  [IGR # 0234] #4501
  Estaba la Catalinita / sentada bajo un laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr;//  [IGR # 0113] #5332
  Estaba la condesita / en su palacio real//con peine de oro en la mano / que el niño quiere peinar;//  [IGR # 0087] #5776
  Estaba la coronela / de pechitos al balcón,//por ahí viene un soldado / que de ella se enamoró.//  [IGR # 0234] #4529
  Estaba la hija del rey / en el jardín paseando,//ha pasado por allí un niño / de trece a catorce años.//  [IGR # 0149] #5504
  Estaba la Leona, estaba, / entre la paz y la guerra, //con sus dos hijas doncellas, / Blanca Flor y Filomena.//  [IGR # 0184] #5070
  Estaba la linda, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3472
  Estaba la linda, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3477
  Estaba la linda infanta / a sombra de una oliva,// peine de oro en las sus manos, / los sus cabellos bien cría.//  [IGR # 0345] #1532
  Estaba la liona, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filumena.//  [IGR # 0184] #3469
  Estaba la mora, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3468
  Estaba la pastorita / en alta sierra guardando//recogiendo su cabello, / dando vuelta a su ganado.//  [IGR # 0861] #8245
  Estaba la reina, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3474
  Estaba la reina, estaba, / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blanca Flor y Filomena.//  [IGR # 0184] #5071
  Estaba la Santa Juana / a la voz de su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3643
  Estaba la Santa Juana / a la voz de su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3642
  Estaba la Santa Juana / al lado de su candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3641
  Estaba la Sildanita / por un corredor arriba,//tocando su guitarrita, / ¡qué bien que la tocaría!/ /  [IGR # 0075] #4634
  Estaba la Teresita / en sillas de oro sentada,// empañando hijos del rey / a la luz de una retana.//  [IGR # 0802] #854
  Estaba la verde oliva, / bordando puños de seda,// vio pasar un caballero / por alta Sierra Morena.//  [IGR # 0113] #1182
  Estaba la Virgen pura / a los pies de una alameda,//en silla de oro sentada / bordando paños de seda;//  [IGR # 0098.1] #5753
  Estaba la Virgen Pura / al pie de una fuente clara//lavándose pies y manos / y la su bendita cara.//  [IGR # 0104] #5666
  Estaba Leonor, estaba, / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blanca Flor y Filomena.//  [IGR # 0184] #5068
  Estaba mi Teresita / en sillas de oro sentada,// empañando hijos del rey, / dormidita se quedara.//  [IGR # 0802] #853
  Estaban las tres comadres / en un barrio todas tres.// Una puso treinta huevos, / y les tocaron a diez;//  [IGR # 0275] #1313
  Estaban tres niñas / bordando corbatas// con agujas de oro / y dedal de plata//  [IGR # 0173] #2979
  Estaban un día / Blancaflor y Filomena//pasó por allí Cerquín / y se enamoró de ellas.//  [IGR # 0184] #2964
  Estaba San Isidro / sentado a la su mesa,//se le ha ocurrido un viaje / de siete leguas y media.//  [IGR # 0084] #5547
  Estábase el buen Sidi / en la su sala garrida,//libro de oro en la mano / las oraciones leía,//  [IGR # 0635] #8813
  Estábase el morito / en las cárceles muy hondas;//cantando iba el cantar nuevo / de todos sus anímales,//  [IGR # 0438] #8846
  Estábase la condesa / en su estrado asentada,// tisericas de oro en mano, / su hijo afeitando estaba.//  [IGR # 0087] #1595
  Estábase la Gallarda / en su ventana florida//peinando su pelo de oro / lavando su cara fina,//  [IGR # 0200] #8750
  Estábase la Moriana / sentada en su solverado,//mirando estaba sus campos / como siembra el trigo en grano.//  [IGR # 0172] #9009
  Estábase Mariana / entado en su salverano.//vido venir a don Güeso / cabalgando en su caballo.//  [IGR # 0172] #9007
  Estábase Moriana, / sentada en su salverado,//mirando estaba sus campos, / cómo siembra el trigo en grano.//  [IGR # 0172] #5884
  Estaba señor don Gato / en silla de oro sentado,//usando media de seda / y zapatito picado.//  [IGR # 0144] #5150
  Estábase reina Elena / acabada de almorzar,//asomóse a la ventana, / a ver la gente pasar.//  [IGR # 0043] #8950
  Estábase reina Elena / acabada de almorzar, //asomóse a la ventana, / la que da sobre la mar.//  [IGR # 0043] #8955
  Estábase reina Lena / acabada de almorzar,//asomóse a la ventana / pa ver a la gente pasar.  [IGR # 0043] #8951
  Estaba una buena vieja / arrimada a la candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3636
  Estaba una niña / bordando corbatas,//con aguja de oro / y dedal de plata;//  [IGR # 0173] #5694
  Estaba una niña / bordando corbatas//con tijeras de oro / y dedal de plata.//  [IGR # 0173] #11
  Estaba una pastora / haciendo puentecito.//El gato la miraba / con ojos de pollito./ /  [IGR # 0565] #4772
  Estaba una pastora, / se hace un quesito.//El gato la miraba / con ojo golosito./ /  [IGR # 0565] #4770
  Estaba una pastorcita / guardando un atajo `e cabras//una tarde muy lluviosa / con bastantes aguarradas.//  [IGR # 0214] #258
  Estaba una pastorcita / sencilla de corazón,//los aires la favorecen, / de cara la mira el sol.//  [IGR # 0212] #5686
  Estaba una señorita / de pechos en su balcón//esperando a que pasara / el segundo batallón.//  [IGR # 0234] #582
  Estaba una señorita / sentadita en su balcón,//adornada y muy compuesta / con su poquito rubor.//  [IGR # 0234] #3147
  Estaba una señorita / sentadita en su balcón//esperando que pasara / el segundo batallón.//  [IGR # 0234] #589
  Estaba una señorita / sentadita en su balcón,//pasó por allí un soldado / de muy mala condición //  [IGR # 0234] #5448
  Estaba una señorita / sentadita en su balcón.//pasó por allí un soldado / y de ella se enamoró.//  [IGR # 0234] #585
  Estaba una señorita / sentadita en una peña;//vio de venir a un pastor / careando sus ovejas/ /  [IGR # 0233] #7311
  Estaba un día la reina / con un vestido encarnado//dándole gracias a Dios / que tan bella la ha criado.//  [IGR # 0426] #9577
  Estaba un día un vaquerillo / sentadito en l`alto tierra,// está cuidando las vacas / para sustento ` la tierra.//  [IGR # 0233] #932
  Estaba un pastor y estaba / de amores muy enojado.//Preguntóle una dama / si quería ser casado.//  [IGR # 0191] #4433
  Estado una niña / bordando corbatas//con agujas de oro / y dedal de plata//  [IGR # 0173] #3602
  Esta el conde Fernandito / a las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / Fernandito echa un cantar.//  [IGR # 0049] #9197
  Esta es la monja traidora / que a maitines se levanta / y nos dice cuando canta: /--¡Quién fuera casada ahora!,//  [IGR # 0225] #1918
  Esta es la rueda del mundo, / la rueda del mundo es.//Ha vista usté a mi marido, / vestido de aragonés?//  [IGR # 0113] #3017
  Está la buena madre / arrimada a la candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3637
  Estalló una guerra / entre Francia y Portugal,//y nombraron a Gerinaldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #3796
  Esta malito en la cama /. . . // y llaman a un cirujano /. . . //  [IGR # 0006] #2345
  Esta mañana temprano / apenas rayaba el alba//salió Cristo del sepulcro / y anda esperando a las almas.//  [IGR # 0631] #613
  Esta manhã fui à caça, / lindo canário agarrei;//fui levá-lo de presente / à filha do nosso rei.//  [IGR # 2938] #2856
  Estand` em palácio real `ma princesa / co` as dores de doente,//. . . / seus anéis qu`ria cobrar.//  [IGR # 0153] #6579
  Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//com pente de ouro / na mão seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6333
  Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6276
  Estando a bela infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` oiro / na mão seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6296
  Estando a Bela Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6295
  Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pentem d` ouro na mão / o seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6293
  Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//deitou os olhos ao mar, / viu vir uma grande armada.//  [IGR # 0113] #6346
  Estando a bela infanta / no seu jardim do mar,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo a pentear.//  [IGR # 0113] #6342
  Estando a bela princesa / no seu jardim assentada,//com pentes de marafim / seus cabelos penteava;//  [IGR # 0113] #6317
  Estando a Claralinda / com D. Bertoldo a folgar, //ao pé de um roseiral, / debaixo do laranjal,//  [IGR # 0366] #6131
  Estando a dama galharda / em su ventana florida,//vira ao longe um cavaleiro / que d` amores a pretendia.//  [IGR # 0200] #6978
  Estando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / o seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6308
  Estando a dona Infanta, / no seu jardim assentada,//com um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteando,//  [IGR # 0113] #6264
  Estando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pentem d` oiro na mão / seu cabelo penteava,//  [IGR # 0113] #6292
  Estando a dona Infantinha / no seu jardim assentada,//c` um pente d` oiro na mão, / . . . //  [IGR # 0113] #6349
  Estando a dona Silvana / sentada no seu balcão.//  [IGR # 0234] #6913
  Estando a Filomena / no seu balcão assentada,//c` um pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava;//  [IGR # 0234] #6926
  Estando a la puerta un día / bordando la fina seda//vi venir un caballero / por alta Sierra Morena.//  [IGR # 0113] #8167
  Estando a miña ventana / fiando e torcendo seda//vin vir un gran cabaleiro / por antr`os olmos da Pena.//  [IGR # 0559] #8730
  Estando à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vi baixar um cavaleiro / daquela Serra Morena.//  [IGR # 0113] #6249
  Estando a mulher parida, / o homem à caça iria;//lá no meio do caminho / uma dor lhe daria.//  [IGR # 0080] #7466
  Estando aquí sentada / debajo este laurel,//con los pies dentro las frescuras, / viendo el agua correr./ /  [IGR # 0113] #4654
  Estando bela Infanta / no seu jardim assentada,//com pente de ouro, / na mão seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6310
  Estando bordando / la niña corbatas,//pasó un caballero / pidiendo posada.//  [IGR # 0173] #5693
  Estando Catalinilla / en la riguera de Hungría,// vino una tropa de moros / y la llevaron cautiva.//  [IGR # 0183] #857
  Estando Catalínita / sentada en un laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr./ /  [IGR # 0113] #4655
  Estando Claralinda / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão, / com que se está penteando,//  [IGR # 0113] #6284
  Estando condesa / en su barrido portal,// con su peine de oro en su mano / para su hijo peinar,//  [IGR # 0087] #706
  Estando cosendo / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7687
  Estando D. Claralinda / com D. Carlos a brincar,//aos beijinhos, aos abraços, / sem se poder apartar,//  [IGR # 0366+0159] #2249
  Estando, D. João doente, / com penas da sua amada,//mandou chamar o barbeiro, / para que o desenganasse.//  [IGR # 0006] #5929
  Estando D. João na cama, / com pena da sua arnada,//mandou chamar três doutores / dos que andavam em gramática.//  [IGR # 0006] #2300
  Estando Dona Ablançua / no seu jardim a ser`nar,//quem logo ali passaria? / D. Carlos de Montealvar.//  [IGR # 0159] #6095
  Estando doña Arbolí / sentadita en su portal//dolores le dan de parto / que la hacen arrodillar.//  [IGR # 0153] #8157
  Estando Dona Claralinda com Dona / Carlos a brincar,//de beijinhos e abraços / sem se poder apartar,//  [IGR # 0159] #6063
  Estando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente de ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6302
  Estando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com um pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6259
  Estando dona Clara linda / no seu jardim sentada,//com pente d` ouro na mão, / seus cabelos penteava.//  [IGR # 0113] #6282
  Estando dona Estefânia / no seu jardim assentada,//botou os olhos ao mar, / viu vir uma grande armada.//  [IGR # 0113] #6267
  Estando dona Filomena / no seu balcão assentada, //com um pente de ouro / na mão seu cabelo penteava.//  [IGR # 0234] #6918
  Estando dona Filomena / no seu jardim a fiar, //passou um triste soldado, / tratou em o namorar.//  [IGR # 0234] #6911
  Estando dona Filomena / no seu jardim a passear, //passou lá um soldadinho, / tratou de a namorar. //  [IGR # 0234] #6916
  Estando dona Filomena / no seu jardim assentada, //deitou seus olhos além, / seus olhos além deitava; //  [IGR # 0234] #6924
  Estando dona Filomena / sentada no seu balcão,//passou por `li um soldado / logo lhi arroxou a mão.//  [IGR # 0234] #6906
  Estando dona Francisquinha no seu balcão assentada,// . . . / fiando e torcendo seda,//  [IGR # 0113] #6242
  Estando Dona Galançua / pela sua varanda a passear,//por ali passou D. Carlos, / D. Carlos de Mont`alvar.//  [IGR # 0159] #6094
  Estando dona Helena / à porta assentada,//passou um passageiro / e pediu poisada.//  [IGR # 0173] #7661
  Estando dona Infante / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6299
  Estando dona Leonarda / no seu jardim assentada,//penteando o seu cabelo / com pentes d` ouro e prata,//  [IGR # 0113] #6315
  Estando doña María / en su casa la primera,//con sus dos amadas hijas / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #8961
  Estando doña Marvola / sentadita en su portal//con una aguja de plata, / labrando en un cabezal;//  [IGR # 0153] #8163
  Estando Dona Silvana, / mais D. Carlos Montealbar,//debaixo de uma roseira, / debaixo de um rosal //  [IGR # 0159] #6028
  Estando dona Silvana / no jardim a passear,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo a pentear,//  [IGR # 0113] #6331
  Estando dona Silvana / no seu jardim assentada,//com um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava,//  [IGR # 0113] #6313
  Estando dona Silvana / no seu jardim assentada,//em manguinhas de camisa, / seu pai que bem a mirava.//  [IGR # 0005+0075] #7125
  Estando dona Silvana / no seu quintal assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6266
  Estando Doña Silvana / no xardín qn`o Rey lie tina//dixo tocando a viola / a veira da figueiriña://  [IGR # 0503] #8742
  Estando dona Silvana / tocando sua guitarra,//c` o estrondo que ela fazia / até seu pai acordou.//  [IGR # 0503] #6677
  Estando don Fernandito / a la orillita del mar,// dando agua a su caballo, / Fernandito echó cantar.//  [IGR # 0049] #771
  Estando don Fernandito / a las orillas del mar// dando agua a su caballo, / . . . //  [IGR # 0049] #787
  Estando don Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / allí se puso a cantar.//  [IGR # 0049] #9150
  Estando don Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar,//  [IGR # 0049] #9160
  Estando don Fernandito / mañanitas de San Juan,// dando agua a sus caballos / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #784
  Estando don Gonzalito / a las orillas del mar,// dando agua a su caballo, / Gonzalito echó un cantar.//  [IGR # 0049] #776
  Estando don Juan Aranda / . . . //se le murió la mujer / . . . //  [IGR # 0075] #3014
  Estando don Juan jugando / con los demás caballeros,//vino por allí una mujer / que era excusada en el pueblo.//  [IGR # 0166] #5539
  Estando dueña Silvana / sentadita en una silla,// tocando en una vigüela, / que muy bien la repartía,//  [IGR # 0503] #820
  Estando el curita malito / en su cama,//puso una dama / pa que lo cuidara,//  [IGR # 0177] #3169
  Estando Elena bordando / bordando paños y sedas,//vido venir un caballo / allá por Sierra Morena.//  [IGR # 0113] #9431
  Estando el hijo del rey / muy malito en su cama//le asisten siete doctores / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #2391
  Estando el marqués cenando / sus hijas alrededor,//su padre que estaba en medio / les echó una maldición://  [IGR # 0231] #2970
  Estando el padre cura / malito en la cama,//a la media noche / llamó a la criada //  [IGR # 0177] #8877
  Estando el pastor en el monte,//de amores muy olvidado,//  [IGR # 0191] #8122
  Estando el pastor un día, / de amores muy descuidado,//  [IGR # 0191] #3001
  Estando el-rei de Marrocos, / à mesa com sua filha,//. . . / esta assim lhe dizia.//  [IGR # 0503] #6703
  Estando el rey don Fernando / en conquista de Granada// con valientes capitanes / de la nobleza de España://  [IGR # 0064] #1500
  Estando el rey Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #9148
  Estando el rey Fernandito / una mañana en San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #327
  Estando el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//cuando llegó la noticia, / que debía ser casado/ /  [IGR # 0144] #4739
  Estando el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//haciendo su testamento / de lo que se había robado:/ /  [IGR # 0144] #4743
  Estando el señor don gato / en silla de oro sentado,//le ha venido la sentencia / de que había en ser casado//  [IGR # 0144] #5653
  Estando el señor don Gato / en silla de oro sentado//le trajeron la noticia / que había de ser casado.//  [IGR # 0144] #5152
  Estando el señor don Gato / sentadito en el tejado//le trajeron la noticia / de que había de ser casado//  [IGR # 0144] #1713
  Estando el señor don Gato / sentadito en su tejado,// haciendo punto de media / con su zapato encarnado,//  [IGR # 0144] #1342
  Estando el Señor Don Gato / sentadito en su tejado.//Le llegó una noticia / que debía ser casado./ /  [IGR # 0144] #4732
  Estando el Señor Don Gato / sentado en su tejado,//con mediecitas de seda / y zapatitos calados./ /  [IGR # 0144] #4737
  Estando el señor gatito / en silla de oro sentado,// cartas le venían, cartas, / que había de ser casado//  [IGR # 0144] #1349
  Estando el señor gatito / en silla de oro sentado//cuando le vinieron cartas / que había de ser casado//  [IGR # 0144] #5652
  Estando el señor Gato / sentado en un escaño,// calzando media de seda / y su zapato picado,//  [IGR # 0144] #1343
  Estando en el mar pescando / un anillo se cayó//como era anillo de niña, / la pesca se alborotó.//  [IGR # 0204] #17
  Estando en estas razones / cartas vienen cartas van//preguntan por Gerineldo / para España y Portugal//  [IGR # 0023+0110] #4368
  Estando en estas razones, / un mensajero ha venido//con un papel muy cerrado / que para el rey ha traído.//  [IGR # 0023+0110] #275
  Estando en esta trastienda / una quinta mando echar//y sacan a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4211
  Estando enfermera / en la Caridad,//curaba un herido / grave, militar;//  [IGR # 5056] #3094
  Estando en la mía choza / pintando mía cayada,//vi venir a siete lobos / por una escura cañada.//  [IGR # 0235] #5920
  Estando en la mi majada / pintando la mi cayada,// vi venir una lobita / derecha donde yo estaba.//  [IGR # 0235] #1336
  Estando en mi cotorrito / remendando mi zamarra,//vinieron siete lobitos / detrás de una loba parda.//  [IGR # 0235] #9441
  Estando en mi portá un día / bordando cintas de seda,//un soldadito venía / allá por Sierra Morena;//  [IGR # 0113] #3016
  Estando en Villamayol / un jueves a mediodía,//sólo por ver tres mozuelas / que en Villamayol había://  [IGR # 0170] #3762
  Estando eu a coser / na minha almofada,//com agulha de ouro / e dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7668
  Estando eu a coser / na minha almofada//e ve`o um cavalheiro, / pediu-me pousada;//  [IGR # 0173] #7647
  Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` oiro, / meu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7688
  Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7652
  Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7659
  Estando eu à janela / co` a minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7678
  Estando eu à janela / coser na minha almofada,//c` uma agulha d` ouro / e um dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7632
  Estando eu à minha janela, / cosendo na minha almofada,//passou cavaleiro, / pediu-me pousada.//  [IGR # 0173] #7638
  Estando eu à minha porta, / a uma raça de sol,//vi vir um cavaleiro, / com um cavalo corredor.//  [IGR # 0026] #6546
  Estando eu à minha porta / bordando seda lavrada,//passou por `li um cavalheiro / e a mim me pediu pousada.//  [IGR # 0173] #7625
  Estando eu à minha porta / cosendo lavrada seda,//vira vir um cavaleiro / baixando Serra Morena.//  [IGR # 0113] #6233
  --Estando eu à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vi baixar um cavaleiro / daquela Serra Morena.//  [IGR # 0113] #6235
  Estando eu à minha porta, / cosendo, lavrando seda,//vira vir um cavaleiro / naquela Serra Morena.//  [IGR # 0113] #6253
  Estando eu à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vira vir um cavaleiro / naquela Serra Morena.//  [IGR # 0113] #2667
  Estando eu à minha porta cosendo / na minha almofada,//minha agulha de oiro, / meu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7648
  Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//passou por ali um cavaleiro / e a mim me pediu pousada.//  [IGR # 0173] #7624
  Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//vira vir um cavaleiro / a meu pai pedir pousada.//  [IGR # 0173] #7635
  Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//vira vir um cavaleiro / que a meu pai pedira pousada.//  [IGR # 0173] #7627
  Estando eu à porta / muito bem sentada,//chegou cavaleiro / a pedir pousada.//  [IGR # 0173] #7669
  Estando eu cosendo / com um dedal de prata,//passou um passageiro / pedindo pousada.//  [IGR # 0173] #7670
  Estando eu cosendo / na minha almofada,//com agulhas de ouro / e dedais de prata,//  [IGR # 0173] #7671
  Estando eu cosendo / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata, //  [IGR # 0173] #7665
  Estando eu cosendo / na minha almofada,//veio um passageiro / pedindo pousada.//  [IGR # 0173] #7667
  Estando eu na minha cela / dobando seda amarela,//passa o Conde d` Alemanha, / três fios me tirou dela.//  [IGR # 0095] #6766
  --Estando eu na minha cela, / dovando seda amarela, //chega o Conde d` Alemanha, / três fios me tirou dela.//  [IGR # 0095] #6759
  Estando eu no meio / do meu jardim assentada,//botei os olhos p`r`ò mar, / vi vir uma linda armada.//  [IGR # 0113] #6286
  Estando eu no meu tear / a tecer seda amarela,//passa o conde da Alemanha, / três fios me tirou dela.//  [IGR # 0095] #6744
  --Estando eu no meu tear, / tecendo seda amarela, //vem o Conde d` Alemanha, / três fios me tira dela.//  [IGR # 0095] #6811
  Estando eu um dia / no meu estrado, //cosendo / na minha almofada,//  [IGR # 0173] #7690
  Estando . . . Gallarda / en su ventana florida//vira vir un caballero / por aquella calle arriba.//  [IGR # 0200] #8899
  Estando guardando cabras / un día en Taravela,//veí bajar una serrana / brincando piedra por piedra.//  [IGR # 0233] #7394
  Estando Iria à porta, / com sua almofada,//sua agulha de osso, / seu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7654
  Estando junto a mi puerta / labrando paños de seda,// vi venir un caballero / po`l alto de aquella sierra.//  [IGR # 0113] #1166
  Estando la blanca niña, / estando la blanca flor,// estando la blanca niña / bordado su bastidor,//  [IGR # 0234] #1036
  Estando la Carolina / sentadita en el balcón / vio pasar un caballero / de buena o mala intención.//  [IGR # 0234] #3336
  [Estando la Catalina / a la sombra de un laurel,//pasó por allí un soldado, / un soldado del cuartel.//  [IGR # 0113] #8925
  Estando la Catalina / sentada en el canapé,// pasó por allí un soldado, / un soldadito del rey.//  [IGR # 0113] #1163
  Estando la Catalina / sentada en su verde laurel,// con los pies en la frescura / viendo las aguas correr,//  [IGR # 0113] #1185
  Estando la Catalina / sentadita en su laurel,// con los pies a la frescura, / viendo el agua correr.//  [IGR # 0113] #1186
  Estando la condesina / en su palacio real//con peine de oro en la mano / para a su hijo peinar://  [IGR # 0087] #15
  Estando la condesita / en su palacio real//con peines de oro en la mano / para su niño peinar,//  [IGR # 0087] #5401
  Estando la Delgadina / en silla de oro sentada//peinando su cabellera / y arregazando su cara//  [IGR # 0075] #4962
  Estando la Elena / bordando en la sala//con aguja de oro / y el dedal de plata,//  [IGR # 0173] #1827
  Estando la Galanzuca / sentadita en su balcón,// pasa por allí don Carlos / ya le llama la atención://  [IGR # 0159] #734
  Estando la Gallardina / en su ventana florida,// peinando su rubio pelo, / que de oro parecía,//  [IGR # 0200] #935
  Estando la linda Antonia / en el su corredor nuevo//con un libro entre las manos / divirtiendo el pensamiento,//  [IGR # 0207] #5710
  Estando la Narbolita / sentadita en su portal,// con peine de oro en sus manos / para su hijo peinar,//  [IGR # 0087] #704
  Estando la pastora, / cuidando el rebañito.//Con leche de su cabra / mandó hacer un quesito./ /  [IGR # 0565] #4773
  Estando la reina Ilena / en su palacio bordando://--Dios guarde a la reina Ilena, / Dios la ponga en alto estado.//  [IGR # 0043+0079+0101] #3732
  Estando la reina mora / sentada en su celesía//diciéndole al rey moro / qu`ella quería una cautiva.//  [IGR # 0136] #3352
  Estando la reina un día / con sus hijos en palacio//pasó por allí Andarique / y con su bastón la ha dado.//  [IGR # 0426] #8908
  Estando la Silvanita / en su ventana florida,// su padre la está mirando / de altas torres donde mira.//  [IGR # 0005] #1072
  Estando las tres borrachas / en el portal de Belén//dispusieron de una cena / de una cena todas tres.//  [IGR # 0275] #3416
  Estando la Virgen pura / al pie de una fuente mana,// lavando sus pies y manos, / también su bendita cara;//  [IGR # 0104] #1256
  Estando lo sinhor D. Gato, / na sua cadêra sentau,//com sua me`a de seda, / seu sapatinho virau,//  [IGR # 0144] #7470
  Estándome paseando, / martes de carnestolendas,//perseguido de mi desdicha / o de la fortuna inversa,//  [IGR # 5120] #5643
  Estándome paseando / un día por la alameda//vide venir a tres damas / más blancas que una azucena.//  [IGR # 0750] #2025
  Estándome yo con mis cabras / donde llaman Tarrambela,//vi bajar una serrana / brincando de piedra en piedra.//  [IGR # 0233] #7398
  Estándome yo en Talamera / con mi manada de ovejas,//vi venir una serrana / brincando de piedra en piedra;//  [IGR # 0233] #7397
  Estándome yo peinando / en mi gabinete nuevo,//vi venir a un caballero / todo vestido de negro.//  [IGR # 0113] #5434
  Estando na miña porta / a la rayada do sole//vira vir un cabaleiro / `n un cabaliño andadore.//  [IGR # 0026] #8741
  Estando Narboradina / en su palacio real,// dolor de parto le daba / que le hacían arrodillar.//  [IGR # 0153] #1116
  Estando o senhor D. Gato / na sua cadeira assentado,//calçando meia de seda, / sapatinho de virado,//  [IGR # 0144] #7472
  Estando pelando un pollo / . . . //cuando vino la noticia / que le había matado un toro.//  [IGR # 0193] #5614
  Estando Quelaralinda / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro / na mão seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6298
  Estando Santa Helena / à porta assentada,//cosendo mui` leda / na sua almofada,//  [IGR # 0173] #7646
  Estando Santa Iraia / a coser nem` almofada,//cu` agulha d` oiro, / sê` dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7656
  Estando Santa Ireia / à porta assantada,//passou um passageiro, / pediu a pousada.//  [IGR # 0173] #7662
  Estando Santa Iria / à porta assentada,//sua agulha d` oiro / e seu dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7658
  Estando Santa Iria / na sua almofada,//boa agulha d` ouro, / com dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7674
  Estándose doña Albora / sentadita en un portal//con `huja de oro en la mano, / cosiendo en seda torzal,//  [IGR # 0153] #8161
  Estándose el rey paseando / debajo de una alameda,// vio venir una señora, / vio venir una romera.//  [IGR # 0192] #1240
  Estándose la Gallarda / a su ventana florida//peinando su pelo negro, / parece seda torcida.//  [IGR # 0200] #8103
  Estándose la Gallarda / a su ventana florida,// vio venir un caballero / de tierra de Andalucía.//  [IGR # 0200] #942
  Estándose la Gallarda / en su ventana florida//peinando su pelo, / parece seda torcida;//  [IGR # 0200] #4882
  Estándose la Gallarda / en su ventana florida,// vira vir una caballero / camino de Andalucía.//  [IGR # 0200] #933
  Estandose la Narbola / en su barrido portal,// dolores le dan de parto / que le hacen arrodillar;//  [IGR # 0153] #1123
  Estándose Teresita, / tan templario y de mañana,//empañándose la niña / debajo de una retama,//  [IGR # 0802] #9769
  Estándose una Gallarda / a su ventana florida//vio venir un caballero.//  [IGR # 0200] #8105
  Estándose un pastorcillo / guayabando las ovejas,//vido venir la serrana / brincando de piedra en piedra.//  [IGR # 0233] #7407
  Estándose un pastorcillo / rondeando sus ovejas,//vio venir una serrana / brincando de peña en peña.//  [IGR # 0233] #7402
  Estándose un pastorcillo / una vez en Sierra Morena,//vido venir la serrana / saltando de piedra en piedra,//  [IGR # 0233] #7404
  Estando Sildana un día / sentada en su mecedor//cantando danzas y polcas / para su concertador;//  [IGR # 0075] #5146
  Estando tres niñas / bordando corbatas,//agujas de oro, / dedales de plata//  [IGR # 0173] #3044
  Estando uma bela princesa / no seu jardim assentada,//deitando os olhos ao mar / viu vir uma grande armada.//  [IGR # 0113] #6328
  Estando una damita / sentadita al ventanal,//dando de mamar a su hijo, / le cantaba este cantar://  [IGR # 0087] #5402
  Estando una niña / bordando corbatas,//agujas de oro / y dedal de plata,//  [IGR # 0173] #5695
  Estando una niña / bordando corbatas,//con aguja de oro / y dedal de plata,//  [IGR # 0173] #5696
  Estando una niña / bordando corbatas//vino un caballero / pidiendo posada.//  [IGR # 0173] #9834
  Estando una pastorcita / cuidando un atajo `e cabras//el día estaba lluvioso, / con sus fuertes aguarradas;//  [IGR # 0214] #259
  Estando una señora / asomada a su balcón,// pasa por allí un soldado / de muy mala intención.//  [IGR # 0234] #1043
  Estando una señorita / asomadita al balcón//vino por bajo un soldado / de buena o mala intención.//  [IGR # 0234] #8137
  Estando una señorita / de pechos en su balcón,//Pasó por allí un soldado / de esos de mala intención.//  [IGR # 0234] #9406
  Estando una señorita / peinándose en el balcón,//pasó por allí un soldado / de buena y mala intención.//  [IGR # 0234] #5446
  Estando una señorita / sentadita en su balcón,// ha llegado un caballero / de buena o mala intención;//  [IGR # 0234] #1040
  Estando una señorita / sentadita en su balcón//pasó por allí un soldado / con una mala intención.//  [IGR # 0234] #584
  Estando una señorita / sentadita en su balcón// vira vir un caballero / de grande mala intención.//  [IGR # 0234] #1034
  Estando un curita / malito en la cama,//a la medianoche / llama a la criada://  [IGR # 0177] #9756
  Estando un día a mi puerta / labrando paños de seda// vi venir un caballero / por lo alto de la sierra.//  [IGR # 0113] #5436
  Estando un día barriendo / la celestísima Reina,//de su preñado repara José, / que atento se queda.//  [IGR # 0777] #9820
  Estando un día don Francisco / con su señora comiendo//de esta manera le dice: / --Ya sabrás que tienes yerno.--//  [IGR # 0377] #1995
  Estando un día el pastor / remendando la zamarra//vio venir los siete lobos / por unas vegas muy largas.//  [IGR # 0235] #5649
  Estando un día Gaiferos / en el palacio real//Estando un día Gaiférez / en el palacio real//  [IGR # 0151] #3380
  Estando un día la reina / con zagalejo encarnado//allí llega el rey por detrás / con la varita le ha dado.//  [IGR # 0426] #3391
  Estando un día sentada / bordando paños de seda,//vi venir un caballero / por los altos de una sierra.//  [IGR # 0113] #5432
  Estando un día un pastor,//de amores muy descuidado,//  [IGR # 0191] #8124
  Estando un día un pastor / de amores muy descuidado,// va y le dice una zagala: / --Pastor, tú me das cuidado.--//  [IGR # 0191] #5622
  Estando un día un pastor / en sus campos muy tranquilo /se le presentó una joven, / de esta manera le dijo:/  [IGR # 0191] #916
  Estando un labrador labrando, / procurando a Dios su hacienda//yó una voz que decía: / --Mancebo, vete a tu tierra,//  [IGR # 0818] #8222
  Estando un marinerito / a la orillita del mar,// mientras su caballo bebe, / se puso a echar un cantar.//  [IGR # 0049] #789
  Estando un marinerito / pidiendo auxilio en su barca//se le presentó el demonio / diciendo estas palabras://  [IGR # 0180] #3173
  Estando un pastorcillo / sorrendeando sus ovejas,//con su pelito enrollado / debajo de su montera,//  [IGR # 0233] #7401
  Estando un pastor sentado / tranquilo en su majada,//vio de llegar a una loba / derechita a la camada://  [IGR # 0235] #3191
  Estando un señor gato / en silla de oro sentado//cartas van y cartas vienen, / de que había de ser casado//  [IGR # 0144] #8250
  Estando yo a la mi puerta / cosiendo y labrando seda,//vi venir un caballero / nessa gran Sierra Morena.//  [IGR # 0113] #2669
  Estando yo a mi puerta / peinando mi cabellera//vi venir un caballero / que venía de la guerra.//  [IGR # 0113] #1177
  Estando yo a mi ventana / bordando paños de seda //vi venir un caballero / por encima la alta sierra.//  [IGR # 0113] #4891
  Estando yo ante mi puerta / labrando la fina seda// vi venir un caballero / que venía de la guerra.//  [IGR # 0113] #1171
  Estando yo con mis cabras / donde llaman Taravela,//yo veí a una serrana / brincando de piedra en piedra.//  [IGR # 0233] #7385
  Estando yo en la majada / calzándome las albarcas// la vi subir de venir / una loba colorada.//  [IGR # 0235] #2981
  Estando yo en la mía choza / remendando la zamarra//vi venir siete lobitos / por unas vegas muy llanas.//  [IGR # 0235] #5648
  Estando yo en la mi cama, / velando, que no dormía,// a la mi cabecera estaba / la Muerte en mi compañía.//  [IGR # 0020] #632
  Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// las cabrillas altas iban / y la luna rebajada,//  [IGR # 0235] #1327
  Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir a siete lobos / por una oscura cabaña;//  [IGR # 0235] #1323
  Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir siete lobetos / por una oscura cañada;//  [IGR # 0235] #1330
  Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir una lobita / derechita a mi majada.//  [IGR # 0235] #1333
  Estando yo en la mi puerta / bordando la fina seda,// vi venir un caballero, / que venía de la guerra,//  [IGR # 0113] #1178
  Estando yo en majada / pintando la mi cayada,// repicando los cencerros, / remendando la zamarra,//  [IGR # 0235] #1319
  Estando yo en mi balcón / bordando paños de seda,// vi venir un caballero / por alta Sierra Morena.//  [IGR # 0113] #1183
  Estando yo en mi choza / repicando mi cayada,// vi venir a siete lobos / por una oscura cañada;//  [IGR # 0235] #1321
  Estando yo en mi chozuela / remendando mia zamarra,// vi venir siete lobines / por una oscura cañada;//  [IGR # 0235] #1337
  Estando yo en mi majada / pintando la mi cayada,// vi venir siete lobitos / por una larga cañada;//  [IGR # 0235] #1318
  Estando yo en mio chozuelo / pintando la mia cayada,// vi de venir siete lobos / y una lobita cansada;//  [IGR # 0235] #1335
  Estando yo en mi portal / bordando paños de iglesia//vi bajar a un caballero / por lo alto de la sierra.//  [IGR # 0113] #225
  Estando yo en mi portal/ bordando paños de seda,//vi venir a un caballero/ por alta Sierra Morena.//  [IGR # 0113] #4892
  Estando yo en mi portal / haciendo paños de iglesia,//vi pasar un caballero / por el alto de la sierra.//  [IGR # 0113] #229
  Estando yo en mi ventana / torcendo e fiando seda//vi venir un caballero / por alta Sierra Morena;//  [IGR # 0113] #1834
  Estando yo entre mis puertas / bordando paños de seda,// vi venir un caballero / por lo alto ` Sierra Morena.//  [IGR # 0113] #1180
  Estando yo sentadita / a un ladito de mi puerta//pasó por allí un soldado / que venía de la guerra.//  [IGR # 0113] #224
  Estando yo sentadita / en un canto a la mi puerta,// vino por allí un soldado / que venía de la guerra.//  [IGR # 0113] #1175
  --Esta noche, caballeros, / dormí con una doncella,// que en los días de mi vida / yo no vi cosa más bella.//  [IGR # 0149] #1555
  Esta noche es Nochebuena, / es noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / juntos a maitines van//  [IGR # 0110] #3885
  Esta noche es noche buena / la noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a misa del gallo van//  [IGR # 0110] #3922
  Esta noche es Nochebuena / noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a maitines juntos van//  [IGR # 0110] #3882
  Esta noche es Nochebuena / y mañana es Navidad,//cuando el conde y la condesa / a misa del gallo van//  [IGR # 0110] #3921
  Esta noche es Nochebuena / y mañana Navidad,//sentadito en su balcón / estaba el conde don Blas//  [IGR # 0110] #3967
  Esta noche he soñado un sueño, / no sé si sera verdad//que don Marcos se le llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3936
  Esta noche he soñado un sueño / no sé si sera verdad//que don Marcos se le llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3937
  Esta noche, padre mío, / viene Cristo a la mi cama;// si me deja ir con él / en su bendita compaña?//  [IGR # 0196] #1288
  Esta noche soñé un sueño / muy contrario al alma mía,//soñé que tenía en mis brazos / la prenda qe más quería,//  [IGR # 0081+0797] #7962
  --Esta noite, meus senhores, / enganei uma donzela,//do que eu tive muita pena, / muita pena tive dela!//  [IGR # 0159] #6072
  Esta noite sonhei um sonho / sonho de grande pesar//qu andava de terra em terra / e de logar em logar//  [IGR # 0110] #3801
  Estáse la gentil dama / paseando en su vergel,//  [IGR # 0191] #1561
  Está un día un pastorcillo / ordenando sus ovejas,//vido venir la serrana / saltando de piedra en piedra.//  [IGR # 0233] #7406
  Estava a bela infanta / no seu jardim assentada,//com seu pente de oiro fino / seus cabelos penteava.//  [IGR # 0113] #6228
  Estava a dona Infanta / no seu jardim assentada,//c`um pente de ouro na mão, / muito bem se penteava.//  [IGR # 0113] #6736
  Estava a mal casada / no seu tear tecendo,//da sua vidinha nova / mal estava dizendo.//  [IGR # 2867] #2706
  Estava a princesa um dia / chorando na camarinha.//Perguntou-lhe o rei seu pai: / --Por que choras, filha minha?//  [IGR # 0503] #5802
  Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.//Chamaram quatro doutores / dos melhores que havia em Braga//  [IGR # 0006] #2278
  Estava Dona Branca / em mesa servindo a seu pai,//a sua saia levantada / e sua barriga empinada.//  [IGR # 0159] #9377
  Estava dona Silvana / no corredor assentada//tocando viola d` ouro / e que bem que a tocava!//  [IGR # 0005+0075] #7133
  Estava eu no largo / posto a passear,//vejo uma donzela / que me vem falar.//  [IGR # 2976] #2767
  Estava la Blancaflor / sota l` ombra de la menta,//que brodava un camison / per la filla de la reyna.//  [IGR # 0113] #8067
  Estava Maria / à beira do rio//lavando os paninhos / do seu bento filho.//  [IGR # 2897] #2783
  Estava o conde D. Nino / numa noite de Natal,//dando água ao seu cavalo / lá sobre as ribas del mar.//  [IGR # 0049] #6445
  Estava uma linda princesa, / no seu jardim assentada,//com um pente d` ouro na mão, / que tão bem se penteava,//  [IGR # 0113] #6341
  Estava uma triste viúva, / metida em sua terra,//ela tinha duas filhas, / como duas flores belas.//  [IGR # 0184] #6154
  Este caballero / que no andormecía//tomó espada en mano / y fue a rondar la vida.//  [IGR # 0221] #7808
  Este era un pobre lancero / casado con una dama.//La dama tenía tres hijas, / todas tres como la plata;//  [IGR # 0075] #4967
  Éste era un rey que tenía, / tres hijas como la plata//y la que era más pequeña / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5134
  Este era un rey / que tenía tres hijas//y la más chiquita y bonita / se llamaba Delgadina./ /  [IGR # 0075] #4642
  Este es el Mambrú, señores, / que se canta del revés.//--¿Ha visto usté a mi marido / en la guerra alguna vez?//  [IGR # 0113] #5439
  Este es el mambrú, señores, / que yo lo canto al revés//--¿Ha visto usté a mi marido / en la guerra alguna vez?//  [IGR # 0113] #8170
  Este rey de Francia / tres hijas tenía://la una labraba, / y la otra torcía//  [IGR # 0833] #8828
  Este rey de Salamanca / saliérase a pasear,//en mitad de aquel camino / carta del cielo cayera.//  [IGR # 0006] #9297
  Esto eran tres segadores / que venían pa su casa.//Uno de los segadores / gastaba ropa triunfada,//  [IGR # 0161] #9753
  Esto era un guapo lancero, / casado con una dama//la dama tenía un hijo, / más hermoso que la plata.//  [IGR # 0096] #1968
  Esto ha venido una guerra / de Francia pa Portugal//y se marcha Girineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #3795
  Estos sí que se partieron / desde su patria orental//a pedir nobles señores, / si las quieren escuchar-e,//  [IGR # 0770] #1632
  --Estou velho, as guerras / se me acabarão;//de sete filhas que eu tenho / nenhuma me saiu varão.//  [IGR # 0231] #7504
  Eu bem quisera, senhora, / com ela falar um dia.//Isso como pode ser, / . . . //  [IGR # 0629] #2864
  Eu bem vi a Valdevinos / cheio de robles cercado;//eu bem vi uma pastora / dando voltas `ò seu gado//  [IGR # 0329] #7750
  --Eu bem vi Claralinda / com D. Carlos a brincar//debaixo duma roseira, / debaixo dum bom rosal.//  [IGR # 0159] #6056
  Eu bem vi o senhor D. Gato / em silhas d`ouro sentado,//vestindo meias de seda / e sapatinho engraixado,//  [IGR # 0144] #2850
  Eu bem vi um valezinho / todo de robles cercado;//também vi linda pastora / dando voltas ao seu gado.//  [IGR # 0329] #7755
  Eu casei com uma donzela, / filha é dum lavrador;//ela é mulher poupada, / eu um grande gastador.//  [IGR # 0085] #7477
  Eu casei c`uma donzela, / filha é dum lavrador;//ela é mulher poupeira, / eu um grande gastador.//  [IGR # 0085] #2862
  Eu casei c` uma donzelinha, / filha era dum lavrador.//Ela era uma mulher pouposa / e ele um grande gastador.//  [IGR # 0085] #7485
  Eu entrei de mar adentro / e fiz tanta estrepolia,//que o rei mandou-me chamar / p`ra casar com sua fia.//  [IGR # 2980] #2686
  --Eu fiz hoje uma aposta, / espero de a ganhar,//de dormir com Mariana / até o galo cantar.//  [IGR # 0159] #6108
  Eu fui cativo de moiros, / entre la paz e la guerra,//feio lugar la moirama, eu / nunca vi tão má terra,//  [IGR # 0443+0317] #6214
  Eu jungi os meus boizinhos, / com eles ia para a arada;//lá no meio do caminho / desqueceu-se-me a aguilhada.//  [IGR # 0436] #6951
  Eu jungi os meus boizinhos, / fui-me com eles à arada;//no meio do caminho / encontrei menos a aguilhada;//  [IGR # 0436] #6950
  --Eu montei no meu cavalo, / por aquela serra acima;//a neve era muito grande, / minha esposa vai perdida.//  [IGR # 0183] #7014
  Eu montei no meu cavalo, / por aquela serra acima,//a neve era muito grande, / minha esposa ia perdida.//  [IGR # 0183] #7013
  Eu passei num lugarinho, / má hora, peior lugar,//eu bem vi lo cond` Alarcos, / mail la infant` a brincar,//  [IGR # 0366] #6136
  --Eu peço à madre querida, / pelo sangre derramado,// quando o vosso filho vindo, / nada lhe seja contado,//  [IGR # 0077] #9584
  --Eu prometo, minha mãe, / Mariana enganar.//--Não apostes, meu filho, / nem tenhas que apostar,//  [IGR # 0159] #6053
  Eu sou teu Deus e Senhor, / Deus dum poder infinito,//que, piedoso, te salvei / do cativeiro do Egipto.//  [IGR # 2945] #2903
  Eu vi um valezinho / cheio de robles cercado;//vi uma pastorzinha / dando voltas `ò seu gado.//  [IGR # 0329] #7753
  Fadrinets ara que `m vaga / sino ho feu ho faré yo// De posa la ma á la ploma / per dictar una cansó.//  [IGR # 2744] #6394
  Fadrins que veníu al mon, / una cosa os encoman,//Nó-os fieu de las donzellas / totas tenen lo cor fals.//  [IGR # 1119] #7844
  --Fecha a tua porta, / abre o teu postigo,//dá-m` um lencinho, / que venho ferido.//  [IGR # 0189] #7046
  --Felizarda, Felizarda, / Felizarda, meu amor,//bem podias, Felizarda, / dormir uma noite ao rigor!//  [IGR # 0159] #6091
  Ferido está don Tristán / de una mala lanzada;// diérasela el rey su tío / por zelos que del cataba.//  [IGR # 0116] #1562
  Fernandito se paseaba // por las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / ha cantado su cantar.//  [IGR # 0049] #9208
  Fernandito se pasea / por la orillita del mar.//mientras su caballo bebe / él echa dulce cantar.//  [IGR # 0049] #320
  Fernandito se pasea / por las orillas del mar;//mientras su caballo bebe / él echa dulce cantar.//  [IGR # 0049] #9189
  Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras el caballo bebe / él echa dulce cantar.//  [IGR # 0049] #310
  Fernandito se pasea / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él echa en dulce cantar.//  [IGR # 0049] #9185
  Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe, / él echa un dulce cantar.//  [IGR # 0049] #311
  Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe / se puso a echar un cantar.//  [IGR # 0049] #314
  Fili, filito de oro, / yo jugando al alfiler,//me dijo una gran señora / que lindas hijas tendré./ /  [IGR # 0224] #4704
  -Filito, filito de oro, / ¡qué niñas lindas tenéis!//--Téngalas o no las tenga, / las dejaré de tener./ /  [IGR # 0224] #4706
  Filito, filito de oro, / yo filando me corté.//Me dijo una gran señora, / ¿que cuántas hijas tenéis?/ /  [IGR # 0224] #4702
  Filito, filito de oro, / yo jugando al ajedrez,//le dije a una gran señora: / --Qué bellas hijas tenés//  [IGR # 0224] #5206
  Filito, filito de oro, / yo jugando al ajedrez,//pregunto a esta gran señora: / --¿Cuántas hijas tenés?/ /  [IGR # 0224] #4708
  Filito, filito de oro, / yo jugando la ferrer,//me dijo una gran señora: / --¡Qué lindas hijas tenéis!/ /  [IGR # 0224] #4714
  Firmeza de dos amantes / que uno al otro se tenían,//palabra de casamiento / se dieron los dos un día,//  [IGR # 0217] #5548
  Flor de mayo, flor de mayo, / flor de abril y primavera,//cuando quintan los soldados, / los quintan para la guerra.//  [IGR # 0023+0110] #1736
  foi à caça, / à caça de altanaria;//os cães já levam cansaço / com seu falção se perdido.//  [IGR # 0164] #8902
  Foi el-rei longe caçar, / a caçar como solia,//vão los perros já cansados, / cansado lo falcão ia;//  [IGR # 0164+0100] #7282
  Foi em tempo uma princesa, / tão linda tão engraçada,//mais linda que flor bela, / lo seu nome era Lisarda.//  [IGR # 0350] #7231
  Foi-se o galantinho / rondar pela vida;//eu fui-me atrás dele, / a ver para onde ia.//  [IGR # 0221] #2704
  Foram o conde e condessa / fazer uma romaria,//a pedir ao Deus d`Arcello / e mais à Virgem Maria,//  [IGR # 0136] #6191
  Formaronse cuatro guerras / entre Francia y Portugal//toco la suerte a don Bardos / a don Bardos general//  [IGR # 0110] #3849
  --¡Francisquilla, Francisquilla, / la del cuerpo tan gentil,//levántate, abre la puerta / a quien las sueles abrir,//  [IGR # 0222] #4848
  --Francisquinha à janela / parece um ramo de flores.//Oh que dormira com ela / uma noite sem temor!//  [IGR # 0234] #6925
  --Francisquinha, Francisquinha, / desse corpo tão gentil,//abrime lá essa porta, / que ma costumais abrir.//  [IGR # 0222+0168] #6895
  --Francisquita, Francisquita, / su puerta vení a abrir.--//--¿Quién es el Mirón francés, / que mi puerta manda abrir?/ /  [IGR # 0222] #4650
  Frei João se levantara / um dia de madrugada://foi às portas de Maria / tocando numa guitarra.//  [IGR # 0309] #6818
  Frei João se levantou / numa manhã de geada;//foi-s`às portas de Maricas / tocando nua guitarra.//  [IGR # 0006+0309] #2297
  Frei João se levantou / numa manhã de geada, //foi à porta duma morena / tocando numa guitarra: //  [IGR # 0309] #6819
  Frei João se levantou / uma manhã de geada,//lá pela noite adiante, / às portas batucava.//  [IGR # 0309] #6836
  Frei João se levantou / um dia de madrugada,//foi-s` às portas de Morina, / por Morina prèguntava.//  [IGR # 0309] #6830
  Fue don Fernando Francés / un soldado muy valiente//que combatió a los chinacos / de México independiente.//  [IGR # 0222] #7212
  fue publicada la guerra / en Francia y en Portugal;//pusieron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4319
  fuertes guerras andan madre / en rayas de Portugal//y al conde Lombardo llevan / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3866
  Fui a casa de uma gaja / com tenção de lá ficar;//veio um gajo lá de dentro: / Que vem o senhor buscar?//  [IGR # 2905] #2755
  Fui ao jardim colher flores, / logo depois do sol nado,//ouvi uma voz cantando / um canto bem magoado.//  [IGR # 0136] #6194
  Fui-me à porta da Morena, / da Morena mal casada.//--Abre-me a porta, Morena, / abre-me por tua alma!//  [IGR # 0309] #6813
  Gabardina se paseia / por su ventana florida,// vira vir un caballero, / le manda subir arriba.//  [IGR # 0200] #9588
  Galancina, Galancina, / hija del conde galán,// quién te mi diera tres noches / a mi gusto y mi mandar//  [IGR # 0159] #725
  --Galancina, Galancina, / hija del conde Galán//¡quién te tuviera tres noches / a mi gusto y mi gozar!//  [IGR # 0159] #8080
  Galancina, Galancina, / hija de un conde Galán,// quién te tuviera tres noches / al tu gusto, al mi gozar//  [IGR # 0159] #742
  --Galanducha, Galanducha, / filha do Cond` Alvar,//bem puderas, Galanducha, / `tar üa hora a dond` eu mandar!//  [IGR # 0159] #8906
  Galanzuca, Galanzuca, / hija del conde Galán//¡quién te pudiera tener / una noche a mi mandar!//  [IGR # 0159] #8079
  --Galdina, minha Galdina, / minha rica prend` amada,//tu tens sido minha filha, / vais ser minha namorada.//  [IGR # 0075] #7083
  Galeres en son galeres / galeres de Portugal//fan anar el comte elias / per capita general//  [IGR # 0110] #4057
  Galiarda, Galiarda / Oh quién contigo holgase,// y otro día de mañana / con los cien moros pelease//  [IGR # 0149] #1553
  García se fue a su casa / y con Galán se encontró;//--¡Ya tenemos muerte fija / por salvar a la nación!--//  [IGR # 0158.9] #9663
  --Genaraldo, Genaraldo, / pajem d` elrei mais querido, //bem podes tu, Genaraldo, / dormir um sono comigo.//  [IGR # 0023] #7188
  --General, General, / meu conselheiro tão qu`rido,//bem podias, General, / dormir uma noite comigo.//  [IGR # 0023] #7186
  --Generardo, Generardo, / pajem d` el-rei mais querido,//bem pudera Generardo / tomar amores comigo!//  [IGR # 0023] #7175
  Genereldo, Genereldo, / paje del rey tan querido,// dichosa de la mujer / que te lleve por marido//  [IGR # 0023+0110] #807
  --Gente da serra, acudi, / acudi àquela serra,//que anda lá uma serrana / que é o estrago desta terra.//  [IGR # 0233] #6999
  Gentil dona, gentil dona, / dona de bell pareçer,//los pies tingo en la verdura / esperando este plazer.//  [IGR # 0191] #5857
  --Gerenaldo, Gerenaldo, / pajem do rei bem querido,//porque não falas de amores / que estás aqui só comigo?//  [IGR # 0023] #7194
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / cravo de elrei mais querido,//bem puderas, Gerinaldo, / em braços dormir comigo.//  [IGR # 0023] #7177
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito pulido//¡quién te pillara esta noche / dos horas a mi albeldrío!//  [IGR # 0023] #9690
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito querido//¡ay, quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!//  [IGR # 0023] #9678
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito querido//¡quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!//  [IGR # 0023] #9679
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldo, meu amigo,//bem puderas, Gerinaldo, / à noite dormir comingo.//  [IGR # 0023] #7176
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / já passas do rei mais querido. //Se tu queres, ó Gerinaldo, / passar a noite comigo? //  [IGR # 0023] #7169
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / mi camarada y amigo,//¡quién te pudiera tener / tres horas a mi veltrido!//  [IGR # 0023+0110] #5427
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / paje d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / a noute dormir comigo?//  [IGR # 0023] #7163
  Gerinaldo, Gerinaldo, / paje d` el-rei tão querido,//bem puderas, Gerinaldo, / passar a noite comigo.//  [IGR # 0023] #7168
  --¡Gerinaldo, Gerinaldo / paje del Rey más querido.//Quién te me diera una noche / a solas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #8736
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / à noite dormir comigo?//  [IGR # 0023] #7159
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` el-rei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / bolrar à noite comigo?//  [IGR # 0426] #6948
  --Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` elrei tão querido,//quem me dera, Gerinaldo, / vires aqui dormir comigo.//  [IGR # 0023] #7182
  --Gerinaldo, ó Gerinaldo, / d` elrei vassalo querido, //queres tu, ó Gerinaldo, / tomares amores comigo?//  [IGR # 0023] #7154
  --Gerinaldo, ó Gerinaldo, / pajem de elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / dormir à noite comigo?//  [IGR # 0023] #7155
  --Gerinaldo, ó Gerinaldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / à noite dormir comigo?//  [IGR # 0023] #7198
  --Gerinardo, Gerinardo, / pajem d` elrei tão amigo,//quisera eu, Gerinardo, / dormil la noite contigo.//  [IGR # 0023] #7190
  --Gerinelda, Gerinelda, / Gerineldita pulida//ya te va llegando el tiempo / de quedarte solita//  [IGR # 0110] #4285
  --Gerineldo, Gerineldo, / de mi jardín florecido//¡quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!//  [IGR # 0023] #9673
  Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldillo pulido//fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9206
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito florido//ay, quién pudiera esta noche / dormir dos horas contigo!//  [IGR # 0023] #9671
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡Oh, quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!//  [IGR # 0023] #9691
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡Oh, quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!//  [IGR # 0023] #9686
  Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién estuviera esta noche / como dos horas contigo!//  [IGR # 0023] #173
  Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quien te pescara en mis brazos / tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #9405
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te pillara esta noche / dos o tres horas conmigo!//  [IGR # 0023] #9692
  Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #171
  Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #169
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te pudiera coger / tres horas en mi albernilio!//  [IGR # 0023] #4856
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//quién te pudiera tener / tres horas a mi albedrío.//  [IGR # 0023] #5420
  Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te tuviera esta noche / dormir dos horas conmigo!//  [IGR # 0023] #177
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te tuviera esta noche / _tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #4853
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,// . . . / . . .//  [IGR # 0023] #9694
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¡ay, quién pudiera esta noche / dormir a solas contigo!//  [IGR # 0023] #9685
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido//¡ay, quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!//  [IGR # 0023] #9681
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¿dónde has pasado la noche / que vienes despavorido?//  [IGR # 0023] #9695
  Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #175
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas antes del día!//  [IGR # 0023+0049] #3604
  --Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldo, amante mío//¡quién te tuviera esta noche / durmiendo a solas conmigo!//  [IGR # 0023] #9682
  Gerineldo, Gerineldo, / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0023+0110] #5847
  --Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero florido,//quién te tuviera esta noche / tres horas en mi servicio.//  [IGR # 0023] #5415
  --Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #9670
  --Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas en mi retiro! //  [IGR # 0023+0110] #9428
  --Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido,//si te hablara en esta noche / tres horas a mi albedrío.//  [IGR # 0023] #5174
  --Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero querido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas en mi albedrío!//  [IGR # 0023] #4858
  --Gerineldo, Gerineldo, / mi camareru aguerrido,//¡quién te tuviera tres horas, / tres horas a mi servicio!//  [IGR # 0023] #3605
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey bien querido,//cuántas damas y doncellas / desean hablar contigo;//  [IGR # 0023] #5418
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido,// ¡cuántas damas y doncellas / quisieran folgar contigo,//  [IGR # 0023] #8086
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡dichosa de la mujer / que te escoja por marido!//  [IGR # 0023+0110] #3229
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido, quién estuviera en tus brazos / tres horas o más contigo//  [IGR # 0023] #803
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡quién pudiera dormir / sólo dos horas contigo,//  [IGR # 0023+0049] #547
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido.//¡quién pudiera por dos horas, / dormir un rato contigo,//  [IGR # 0023+0049] #549
  --Gerineldo, Gerineldo / paje del rey más querido,//quién te tuviera esta noche / en mi jardín florecido.//  [IGR # 0023] #9367
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡quién te tuviera esta noche / tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #9684
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido,//yo te quisiera tener / tres horas en mi castillo.//  [IGR # 0023+0110] #5171
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,//¡cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo!,/ /  [IGR # 0023] #4787
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,//cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo;//  [IGR # 0023] #5419
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del río.//  [IGR # 0023] #182
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,// quién pudiera una noche, / una noche dormir contigo//  [IGR # 0023] #804
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido//va a dar agua a sus caballos / a la orillita del río.//  [IGR # 0023] #184
  --Gerineldo Gerineldo / paje del rey tan querido;//si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido;//  [IGR # 0023+0110] #9000
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,// dichosa fuera la dama / que se casara contigo.//  [IGR # 0023+0110] #809
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido//¡si fueras rico de hacienda / como sois galán pulido!//  [IGR # 0023] #176
  Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,// si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido//  [IGR # 0023+0110] #808
  --Gerineldo, Gerineldo / paje del rey tan querido,//si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido,//  [IGR # 0023+0110] #8320
  --Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,//si fueses rico en hacienda / como eres galán pulido//  [IGR # 0023] #5819
  --Gerineldo, Gerineldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerineldo, / dormir à noite comigo?//  [IGR # 0023] #7165
  --Gerineldo, Gerineldo, / ¿por qué tienes tan lindo?//¡Cuántas damas y doncellas / quisieran dormer contigo!//  [IGR # 0023] #9379
  --Gerineldo, Gerineldo, / ¡qué mal sueño hemos tenido,//que la espada de mi padre / en el medio amanecido!--/ /  [IGR # 0023] #4614
  Gerineldo / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar//  [IGR # 0023] #9700
  . . . / . . . //Gerineldo no era tonto / y sólo una flor cortó//  [IGR # 0023] #9693
  --Gerineldo, ó Gerineldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerineldo, / à noite dormir comigo?//  [IGR # 0023] #7195
  Gerineldo se pasea / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / en la orillita del mar.//  [IGR # 0023] #9702
  --Gian Lorenzo, Gian Lorenzo, / ¿quen te hiso tanto mal?//--Por tener mujer hermosa / el rey me quere matar.//  [IGR # 0022] #5818
  --Girinaldo, Girinaldo, / filho do rei mais querido,//anda cá, ó Girinaldo, / se tu queres casar comigo.//  [IGR # 0023] #7178
  --Girinaldo, Girinaldo, / o pajem de elrei mais querido,//queres tu, ó Girinaldo, / ir à noite a dormir comigo?//  [IGR # 0023] #7196
  Girinaldo, Girinaldo, / paje del rey bien querido//Levántase Girinaldo / por la mañana al domingo;//  [IGR # 0023] #1735
  --Girinaldo, Girinaldo, / pajem d` elrei, o mais qu`rido.//bem podias, Girinaldo, / dormir à noite comigo.//  [IGR # 0023] #7187
  --Girinaldo, Girinaldo, / pajem do rei tão querido,//queres tu, ó Girinaldo, / à noite dormir comigo?//  [IGR # 0023] #7197
  --Girineldo, Girineldo, / paje de los más queridos//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!//  [IGR # 0023] #9688
  Grande guerra hay en palacio / grande guerra en Portugal//y al conde niño le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4043
  Grandes bodas hay en Francia, / hay en Francia y en París,//que casa el hijo del rey / con la hija del visir.//  [IGR # 0468] #9509
  --Grandes guerras estão armadas / entre França e Aragão!//Mal o hajas tu, mulher, / mais a tua criação;//  [IGR # 0231] #7516
  Grandes guerras ha visto / en rayas de Portugal//alarco conde llevaron / por general capitán//  [IGR # 0110] #3852
  Grandes guerras hay armadas / en rayas de Portugal//Grandes guerras hay armadas / no las pueden aplacar//  [IGR # 0110] #3867
  Grandes guerras hay en Francia / mas grandes en Portugal//ya se va el conde don Marcos / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4106
  Grandes guerras se arman / entre Francia y Portugal,//los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.//  [IGR # 0110] #4111
  Grandes guerras se han armado / en raya de Portugal,//llevaron al Conde Atores / por Capitán General.//  [IGR # 0110] #5820
  Grandes guerras se han formado / en la isla e Portugal//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3878
  Grandes guerras se han formado / entre España y Portugal//y al conde Claro le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3949
  Grandes guerras se levantan / entre Francia y Portugal//ya llaman a don romualdo / para que vaya a pelear//  [IGR # 0110] #3932
  Grandes guerras se publican / en España y Portugal//llamaron a Gerinerdo / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4196
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar// al conde Flores le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4385
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le llaman / por capitán general.//  [IGR # 0110] #301
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4386
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4407
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4403
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4406
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4383
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores lo nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4393
  Grandes guerras se publican / en la tierra y en la mar//al conde Flores lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #9068
  Grandes guerras se publican / en r[a]y[a]s de Portugal,//recogen a Gerinaldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #9411
  Grandes guerras se publican / entre España y Portugal,//al conde Flores le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3215
  Grandes guerras se publican / entre España y Portugal:// pena de la vida tiene / quien no se quiera embarcar.//  [IGR # 0110] #1549
  Grandes guerras se publican / entre España y Portugal//y al conde del sol le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4037
  Grandes guerras se publican / entre España y Portugal//y al conde Flores le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #303
  Grandes guerras se publican / entre la tierra y el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4397
  Grandes guerras se publican / por España y Portugal// al conde Flores le llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3939
  Grandes guerras se publican / por España y Portugal//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4100
  Grandes guerras se publican / por España y Portugal//y al conde niño lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4378
  Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #299
  Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde duque nombraron / de capitán general.//  [IGR # 0110] #294
  Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4384
  Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde Flores lo nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4398
  Grandes guerras se publican / por la tierra y por la mar//y al conde Flores lo nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4396
  Grandes guerras van formadas / de asturias pa Pertugal,//donde los duques y condes / alli se van a pelear;//  [IGR # 0110] #3865
  Grandes nuevas, grandes nuevas,// por la ciudad de Sevilla,//que el duque de Alba se casa / con dama de gran valida.//  [IGR # 0508] #3769
  Grandes nuevas, grandes nuevas / se suenan en Portugal,//que el conde Flores señora / le llevan por general//  [IGR # 0110] #3889
  Gran festa feien los moros / los moros en Moreríaquant anaven a robar / la infanta del Rei Oliva.//  [IGR # 0169] #2499
  Gran función tendrán los moros / en la ciudad de Granada//mejor la tendrá la Virgen / al pie de una fuente clara,//  [IGR # 0104] #159
  Gran función tienen los moros / en la ciudad de Granada//mejor la tiene una niña / que Delgadina se llama.//  [IGR # 0126+0212] #134
  Gran función tienen los reyes moros, / en la ciudad de Granada//mejor la tiene la Virgen, / al pie de una fuente clara,//  [IGR # 0104] #161
  Granito, granito de oro, / yo jugando al ajedrez,//le dije una gran señora, / --¡Que lindas hijas tenés./ /  [IGR # 0224] #4705
  Gritando va el caballero, / publicando su gran mal,//vestidas ropas de luto, / aforrados en sayal,//  [IGR # 0789] #3789
  Gritos dava o marinheiro, / dava gritos, que se afundava.//Respondeu-le o mau demonho / d` altas torres onde estava.//  [IGR # 0180] #7704
  Gritos dava o marinheiro, / gritos dava, que se afundava.//Respondeu-lhe o mau demónio / d` altas torres donde estava://  [IGR # 0180] #7694
  --Gualdininha, quer`s ser minha, / queres ser minha namorada? //Eu de ouro te vestia, / eu de ouro te calçava!//  [IGR # 0075] #7108
  --Guerineldo, Guerineldo, / Guerineldito pulido,//quién te tuviera una noche / y otras tres al lado mío.//  [IGR # 0023] #5176
  Guerineldo, Guerineldo, / paje del rey más querido,//quién te trajera una noche / o dos o tres a mi albedrío//  [IGR # 0023] #800
  Guerra, guerra se levanta / entre España y Portugal//nombraron al conde Flores / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3990
  Guerra, guerra se levanta, / guerra contra Portugal//el conde carlos se fue / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3976
  Guerras arman en Francia / y guerras en Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4337
  Guerras, guerras se han armado / entre Francia y Portugal//y al conde de Miraflores / le llevan de capitán//  [IGR # 0110] #3962
  Guerras guerras se levantan / por la tierra y en el mar//y al conde de Arcos señores / que le tratan desterrar//  [IGR # 0110] #3948
  Guiliarda sus doncellas / mucho habían madrugado,//no por oír misa y maitines, / ni tampoco misa él gallo;//  [IGR # 0149] #3390
  Habéis oído de nombrar / a la Virgen del Castillo?//Se le apareció un pastor / entre las cuatro y las cinco.//  [IGR # 3005] #2104
  Había una pastorcita, / cuidando un rebañito.//La leche de sus cabras / le daban un quesito./ /  [IGR # 0565] #4771
  Había un rey / que tenía tres hijitas//y la mas pequeñita / Delgadina se llamaba,//  [IGR # 0075] #5128
  Habitaba un caballero / en una villa pequeña//juntamente con su hermana, / don Antonio de Ribera,//  [IGR # 4009] #2188
  Hacia Roma caminan / los peregrinos//a que los case el Papa, / primos hermanos.//  [IGR # 0142] #3055
  Ha empezado una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4238
  Hallándose la pastora / remendando la zamarra//asomaron siete lobos / por una sierra muy larga.//  [IGR # 0235] #5650
  Ha montado en su caballo / y ha empezado a caminar//y en el medio del camino / s ha encontrado una vaca//  [IGR # 0110] #4042
  Han comenzado la guerra / de España con Portugal//y al conde de Lindaflores / le han nombrado capitán//  [IGR # 0110] #4118
  Han echado unas guerras / le ha venido a tocar//si a los siete años no vengo / niña te puedes casar//  [IGR # 0023+0110] #4210
  Han formado Grandes guerras / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4164
  Han mandado una guerra / de Francia y de Portugal//y envían a Gerineldo / de conde y de general//  [IGR # 0023+0110] #4176
  han pasado siete años / Gerineldo no ha venido//y la princesa florinda / a buscar-lo ha salido//  [IGR # 0023+0110] #4228
  Han pronunciado las guerras / en Francia y en Portugal//y a Gerineldo sacan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4248
  Han publicado una guerra / para Francia y Portugal//y al pobre de Gerineldo / lo llevan de general//  [IGR # 0023+0110] #4173
  Ha principiao una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerinerdo / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4380
  Has hecho un valiente mozo, / para que corra tu fama,//y natural de Montijo, / que el ser de allí sólo basta//  [IGR # 0595] #3565
  Há u~a hora que eu nasci, / às duas fui baptizado,// três tomei amores, / às quatro estava casado;//  [IGR # 0724] #2892
  Ha venido una guerra / desde Francia a Portugal//han nombrado al jardinero / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4287
  Havia um rei com três filhas, / todas lindas com` a prata!//A mais linda delas todas / Valdevina se chamava.//  [IGR # 0075] #7119
  Havia u~a criança / qu`u~a madrasta criava,//mas ela era mázinha, / nem a comida le dava.//  [IGR # 2934] #2929
  --¿Ha visto usted a mi marido / en la guerra alguna vez?//--Si acaso lo hubiera visto / deme las señasde él.//  [IGR # 0113] #3586
  Hay una mujer dispuesta / que quiere ser namorada//Ella tiene un primo hermano, / que don Antonio lo llaman,//  [IGR # 0855] #2006
  Hay una yerba en el campo / criada y muy regalada//la dama que la comiera / al punto queda preñada.//  [IGR # 0138] #8091
  Hay una yerba en el campo / muy linda y muy regalada//las mujeres que la pisan / se quedan embaranzadas.//  [IGR # 0138] #8096
  Hay una yerba en el campo / tan florida y regalada// que la mujer que la coma / pronto queda embarazada.//  [IGR # 0138] #8089
  Hazino estaba el mancebo, / hazino, echado en la cama.//  [IGR # 0006] #9319
  Hazino está el hij^o del rey, / hazino que non salvava.//Muchos doctores lo miran, / los mij^ores de Granada.//  [IGR # 0006] #9317
  --Hebritas, hebritas de oro / que se me vienen quebrando,//que dice mi señor amo / que cuántas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5185
  --Heide fazer uma aposta, / de perder ou de ganhar,//de falar com Mariana, / antes do galo cantar.//  [IGR # 0255] #7462
  He llogat tres lindos mossos / á vora de la ribera://No volen p`ata ni or, / ni tampoch altra moneda,//  [IGR # 2698] #6377
  Helo, helo, por do viene / el moro por la calzada,// caballero a la gineta / encima una yegua baya;//  [IGR # 0045] #1445
  Hermana, por ser en su sala, / convídame un jarro de agua,//que más padezco de sed, / a Dios pienso darle el alma./ /  [IGR # 0075] #4643
  Hermosa me era yo hermosa, / más que la luna y la flor,//más que los reales nuevos, / y la rosa de un limón.//  [IGR # 0047+0022] #7801
  Hi havia un veiet / qui ne tenia una fia,//i no la dixava anar / amb ningú de dins la vila;//  [IGR # 2786] #9813
  Hija mía, mi querida, / vente una noche a mi odá.//Sentirás cantar hermozo, / a la sirena de la mar.//  [IGR # 0049] #2941
  . . . hijo el vizconde / . . . //La reina que lo ha escuchado / se ha quedado enamorá.//  [IGR # 0049] #9105
  Hijo querido del alma, / oye a tu madre afligida//angustiada y dolorida, / a quien tanto favor clama.//  [IGR # 0628] #366
  --Hilito, hilito de oro, / que jugando la del rey,//por el camino me han dicho / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5204
  Hilito, hilito de oro, / vienen hebrando su hebrero.//Me dice una gran señora: / --¡Cuántas lindas hijas tenéis!/ /  [IGR # 0224] #4697
  Hilito, hilito de oro, / yo jugando al ajedrez,//me encontré a una gran señora: / --¡Qué lindas hijas tenéis!//  [IGR # 0224] #5203
  --Hilito, hilito de oro, / yo jugando, al ajedrez,//por el camino me han dicho / lindas hijas tiene el rey.//  [IGR # 0224] #5199
  Hilito, hilito de oro, / yo jugando el asedré,//me dijo una gran señora, / --¡Qué lindas hijas tenéis!/ /  [IGR # 0224] #4694
  --Hilitos, hilitos de oro / que se me vienen quebrando,//que manda decir el rey / que cuántos hijos tenéis.//  [IGR # 0224] #5184
  Hilitos, hilitos de oro, / yo jugando al ajedrez,//pregunto una gran señora, / --¿Qué si hijas lindas tenés?/ /  [IGR # 0224] #4709
  --Hilo de oro, hilo de plata; / que jugando al ajedrez,//me decía una mujer / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5207
  --Hilo de oro, hilo de plata, / vamos ju`ando al ajedrez,//que me ha dicho una señora / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #3518
  Hilo, hilo de oro, / yo jugando al azaré,//me encontré una gran señora: / --¡Qué pocas hijas tenéis!/ /  [IGR # 0224] #4695
  --Hilo, hilo, hilo verde, / que hilando, lo hilé,//que en el camino me han dicho / que lindas niñas tenés.//  [IGR # 0224] #5190
  Hincado está de rodillas / ese valiente Bernardo,//delante el conde su padre / para vesalle la mano,//  [IGR # 1609] #8537
  Hizo hacer el rey León / el Cidi un juramento//delante de muchos grandes / que se hallaron en Burgos;//  [IGR # 0111] #1870
  --Hoje apregoam las guerras / de França com Aragão,//eu já nã posso fazêlas / e cabo de mim darão.//  [IGR # 0231] #7535
  Hoje é segunda-feira, / é princípio da semana;//prenderam a Jesus Cristo, / aquela luz tão soberana.//  [IGR # 2873] #2798
  --Hoje s` apregoam guerras, / las guerras de D. João//e já sou velho cansado, / las guerras m` acabarão.//  [IGR # 0231] #7536
  --Hoje sim, ó cavalheiro, / hoje sim, amanhã não,//meu marido não está cá / foi para a feira d` Ascenção.//  [IGR # 0234] #6931
  Hoy, día de las Candelas, / que son a dos de cebrero//en unas andas doradas / llevan la reina del Cielo,//  [IGR # 0713+0107.1] #265
  Hoy es cuarta dominica, / Domingo de Pan y Peces//cuando el Redentor del mundo / le seguía tanta gente.//  [IGR # 0645] #538
  Hoy es día de los Reis, / primera fiesta del año,// todas damas y doncellas / piden al rey aguinaldo;//  [IGR # 0046] #647
  Hoy es día de los Reyes, / primera fiesta del año.// Tú bien sabes, el buen rey, / que `o preñadita me hallo.//  [IGR # 0311] #681
  Hoy es el día de San Silvestre, / hoy el día que comienza//hoy el día que Jesucristo / derramó su sangre mesma.//  [IGR # 0644] #8276
  Hoy es víspera de Reyes, / es principio de un buen año,//donde damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.//  [IGR # 0120] #7900
  Hoy es víspera de Reyes / primera fiesta del año,// todas damas y doncellas / al Rey piden aguinaldo,//  [IGR # 0046] #650
  Hoy prendieron a un hombre / y muy bien lo amaniataron//ni por hurtos que haya hecho / ni por hombres que ha matado,//  [IGR # 0118] #1684
  Hoy se casa, hoy se esposa / doña Ángela de Medina//iba a gusto de sus padres, / que a gusto de ella no iba.//  [IGR # 0217] #1990
  Hoy se despide don Badio, / hoy se despide y se va.//--Si se despide don Badío, / ¿cuántos meses tardará?//  [IGR # 0110] #3803
  Hoy se marcha el conde Bado / hoy se marcha hoy se va//los ojos de la condesa / no cesaban de llorar//  [IGR # 0110] #3964
  Hoy se marcha nuestro rey / de Madrid para Granada//también se marchó la reina / de nueve meses preñada.//  [IGR # 0030] #1742
  Hoy se parte el conde Alarcos / hoy se parte y hoy se va//la ciudad lo siente mucho / y su mujer mucho mas//  [IGR # 0110] #3963
  Hoy se publica la guerra, / hoy se manda publicar//y al rey-conde se lo llevan / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4018
  Hoy se publican las guerras, / de Francia con Portugal;//el conde será nombrado / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4165
  Hoy se publican las guerras, / hoy se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4029
  Hoy se publican las guerras, / hoy se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4031
  Hoy, vispora de los Reyes, / la primer fiesta del año,//prencipios y caballeros, / al rey pido l`aguinaldo.//  [IGR # 0056] #9366
  Hubo una guerra muy grande / con Francia y con Portugal//nombraron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4324
  Huyendo del fiero Heredes / que al niño quiere prender,//se encaminan para Egipto / María, su hijo y José,//  [IGR # 0226] #5726
  I a Lion hi ha una dama, / bonica n`és com el sol,//n`hi ha tres xapitenes, / tots tres li`n fan l`honor.//  [IGR # 0146] #3655
  Ia S. Silvana / por um corredor que havia,//se bem tocava viola, / melhor romance dizia.//  [IGR # 0005+0075] #7149
  Iba el conde y la condesa / los dos a una romería,// se sientan a descansar, / a la sombra de una oliva,//  [IGR # 0136] #1192
  Iba la Virgen pura / de Egipto para Belén.//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ /  [IGR # 0226] #4586
  Iban doscientos soldados / debajo de una bandera,//todos cantando y bailando / de la alegría que llevan,//  [IGR # 0176+0168] #5563
  Íbase don Lunes / por Ribadevilla// a tierra de moros, / buscar la amiga.//  [IGR # 0169] #1199
  I el dia de Sant Joan / n`és festa de molta alegria,//fan festa los cristians / i els moros de morería,//  [IGR # 0169] #3646
  I-el presidente de Europa / tiene una hija muy guapa//la quería meter monja, / ella quiere ser casada.//  [IGR # 0161] #1653
  I el rei n ha enviades cartas / d Italia a Portugal//que volia don luardo / per capita general//  [IGR # 0110] #4051
  I en Sierra Morena / hi ha una serrana / que n`es blanca i no morena.//Porta les faldiles curtes / per anar més a ligera;//  [IGR # 0233] #7424
  --Imbelina, Imbelina, / filha do conde-real,//quem me dera ocasião, / u~` hora de te ir falar!//  [IGR # 0159] #6059
  --Imbulina, Imbulininha, / filha do conde-real,//quem me dera u~a hora, / hora de te eu ir falar!//  [IGR # 0159] #6058
  --`Inda agora vim da Lapa, / quem me dera lá tornar,//só para ver a pastorinha / que lá ficava assentada//  [IGR # 0165] #7618
  `Inda não é de manhã, / começa a campa a dobrar.// `Inda não é meio-dia, / vão ambos a degolar.//  [IGR # 0049] #6419
  Indo a dona Maria / pela sua escada acima,//seu pai que estava dormindo / acordou na labutina.//  [IGR # 0503] #6713
  Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//acordou seu pai da cama / com o estrondo que fazia.//  [IGR # 0503] #6617
  Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando guitarra d` ouro, / oh que tão bem a tangia!//  [IGR # 0503] #6639
  Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / muito bem a confrangia!//  [IGR # 0503] #6684
  Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,// tocando numa viola, / muito bem que ela tangia.//  [IGR # 0503] #6640
  Indo a dona Silvana / pelos corredores acima,//tocando numa guitarra, / que tão bem a retinia,//  [IGR # 0503] #6688
  Indo a dona Silvana / pelo seu corredor acima,//tocando nua guitarra, / oh que tam bem a tingia!//  [IGR # 0503] #6656
  Indo a dona Silvana / p` lo corredor acima,//c` umo viola `ò peito, / cantando a maravilha,//  [IGR # 0503] #6682
  Indo a dona Silvana / por um corredor acima,//tocando viola d` ouro, / oh, que tão bem na tangia!//  [IGR # 0503] #6667
  Indo a dona Silvana / tangendo a guitarra d` oiro//pelo corredor acima, / pelo corredor acima,//  [IGR # 0005] #7078
  Indo caçador à caça, / a caçar como sabia,//su perro ia cansado, / o falcão cansado ia.//  [IGR # 0164+0100] #7262
  Indo D. Flores à caça, / à caça como ele ia,//levava os seus cães cansados, / o seu galgo cansado ia;//  [IGR # 0164+0100] #7267
  Indo dona Maria pelos / seus corredores acima,//tocando na sua guitarra / com muito grande alegria,//  [IGR # 0503] #6715
  Indo dona Selivana / pelo seu jardim acima,//tocando numa viola, / tocando que recindía.//  [IGR # 0503] #6709
  Indo dona Silvana / . . . //pelo corredor abaixo, / pelo corredor acima,//  [IGR # 0503] #6652
  Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//acordou seu pai da cama, / d` altos sonos que dormia.//  [IGR # 0503] #6668
  Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//c` uma guitarra nos braços, / que tão bem na tangia,//  [IGR # 0503] #6661
  Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / a melhor moda que sabia,//  [IGR # 0503] #6680
  Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / pelo melhor que sabia.//  [IGR # 0503] #6694
  Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / que grande estrondo fazia.//  [IGR # 0503] #6663
  Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / que tão bem a retinia,//  [IGR # 0503] #6683
  Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / tocando à maravilha,//  [IGR # 0503] #6634
  Indo dona Silvana / pelo seu corredor acima,//tocando numa guitarra, / oh, que estrondo que fazia!//  [IGR # 0503] #6734
  Indo dona Silvana, / pelo seu quintal acima,//tocando numa guitarra, / ela mui` bem a tangia.//  [IGR # 0503] #6633
  Indo dona Silvana / p` lo seu corredor acima,//chorando e tocando na sua viola / a melhor moda que sabia,//  [IGR # 0503] #6721
  Indo dona Silvanina / pelo corredor acima,//Tocando numa guitarra, / do melhor modo que podia,//  [IGR # 0503] #6725
  Indo dona Silvaninha / pelo corredor acima,//tocando sua guitarra, / muito bem que a tangia,//  [IGR # 0503] #6662
  Indo dona Silvaninha / pelo seu corredor acima,//tocando numa guitarra, / muito bem, à maravilha,//  [IGR # 0503] #6679
  Indo dona Silvaninha / p` lo seu corredor acima //tocando numa guitarra, / oh, que estrondo não fazia!//  [IGR # 0503] #6701
  Indo D. Pedro à caça, / no campo lhe anoitecia,//deitou os olhos ao largo / e viu lá uma donzila.//  [IGR # 0164+0100] #7269
  --Indo eu ao mê` espêlho vi o meu rosto malfadado.//Malaçoado marido / . . . //  [IGR # 0231] #7528
  Indo eu por certa rua, / certa menina encontrei eu;//ela m`arrochou minha mão / e sua mão l`arrochei eu//  [IGR # 0612] #2759
  Indo-me eu a passear, / pela tarde, às duas horas,//vira estar numa janela / duas donzelas formosas.//  [IGR # 2924] #2873
  Índome eu por aquí abaixo / eu cata dos meus amores,//encontrei c`un laranxal / muy cargadiño de flores.//  [IGR # 0892] #8761
  Indo o caçador à caça / por uma mata sombria,//viu estar uma donzela / sentada na penha fria.//  [IGR # 0164+0100] #7233
  Indo o nosso rei à caça / por aquela serra acima,//avistou uma donzela / que nesse monte vivia.//  [IGR # 0164+0100] #7257
  Indo por as escadas acima, / como seu pai a sentia.//--Tu que tens, ó minha filha? / Tu que tens, ó filha minha?//  [IGR # 0503] #6625
  Indo um caçador à caça, / na caça lhe anoitecia;//deitou os olhos abaixo, / também os deitou acima;//  [IGR # 0164+0100] #7259
  Indo um cavaleiro à caça, / à caça de altanaria,//lá chegando ao alvoredo / viu estar uma donzila.//  [IGR # 0164+0100] #7256
  Indo yo la sierra arriba, / delante de mi piara,//picando mio caldeiro, / emandando mi samarra,//  [IGR # 0235] #3417
  --Infeliza, abre-me a porta, / qu` estou co` os pés na geada;//se me não abrir`s a porta, / nem és firme, nem és nada.//  [IGR # 0309] #6833
  --¡Inhumano rey Alfonso! / de tus tierras me despido,//porque no es rey natural / rey ingrato a los servicios.//  [IGR # 1623] #8547
  Iria, Iria estava cosendo / na sua almofada,//com agulha de oiro / e dedal de prata,//  [IGR # 0173] #7672
  --Irme quiero, la mi madre, / irme quiero a la Romanía.//Con quién deje a la mi esposita, / la mi esposa querida?//  [IGR # 0148] #4484
  --Irme quiero, la mi madre, / irme quiero a romería.//A la mi esposa Elena / ¿onde yo la dexaría?//  [IGR # 0148] #4483
  I una cançó vui cantar, / no hi ha molt que s`és dictada,//d`una noia del Celrà / que a Ripoll la n`han casada.//  [IGR # 1006] #7892
  Já bate o sol na vidraça, / já lá vem o claro dia,//é o príncipe da Alemanha / que com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6792
  Já bate o sol na vidraça, /já lá vem o claro dia,//já o conde da Alemanha / com a princesa dormia.//  [IGR # 0095] #6795
  Já casada `stava eu, / bem oito meses havia,//e passou um pombo negro / que más novas me trazia.//  [IGR # 0069] #5964
  --Já começam as guerras no campo de Mazagão,//ai de mim, que já estou velho, as guerras me matarão!//  [IGR # 0231] #7532
  Já dá o sol na vidraça, / já lá vem o claro dia,//donde o Conde de Lamária / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6761
  Já dá o sol na vidraça, / lá vem o claro dia,//que é do Conde de Alemanha, / que co` a rainha dormia?//  [IGR # 0095] #6763
  Já dos altos dos telhados lo sol / p`ra baixo descia,//`inda Conde d` Aramanha / mai` la rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6805
  . . . / . . . //--Já é meia-noite dada / sem te voltares para mi;//  [IGR # 0222+0168] #6888
  Já fui cativo dos mouros, / à mourama fui parar;//puseram-me logo em praça, / todos me queriam comprar;//  [IGR # 0443] #6207
  Já lá baixo vem a noite, / foi-se a luz `ó claro dia,//vem o conde d` Alemanha / p`ra dormir co` a rainha,//  [IGR # 0095] #6750
  Já lá baixo vem o sol, / já dá em palácio de el-rei,//mas a rainha com D. Carlos / dormia, mas el-rei que não sabia;//  [IGR # 0095] #6776
  Já lá baixo vem o sol, / lá vem o claro dia,//já o conde d` Alemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6751
  Já lá dá o sol ao Tejo, / já lá vem o claro dia,//lá vem Conde d` Alemanha, / co` a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6778
  Já lá vai dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando guitarra d` oiro, / viola de prata fina,//  [IGR # 0503] #6645
  Já lá vão pelo mar fora, / já não têm que comer,//deitaram sortes à vida / qual havia de morrer;//  [IGR # 0457] #7782
  Já lá vem a luz da aurora, / já lá vem o claro dia,//`inda o Conde da Alemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6799
  Já lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar.//Já não tinham que comer, / já não tinham que manjar,//  [IGR # 0457] #7759
  Já lá vem clara noite, / já lá vem claro dia;//já o conde da Alemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6749
  Já lá vem no sol à serra, / lá vem no claro dia,//vem no Conde d` Alemanha / com qu` a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6789
  Já lá vem o claro sol, / já lá vem o claro dia//e o Conde de Lamanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6798
  Já lá vem o sol abaixo, / já lá vem o claro dia,//e o conde da Alemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6770
  Já lá vem o sol à serra, / já lá vem o claro dia,//e o Conde d` Alamanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6787
  Já lá vem o sol nascendo, / já lá vem o claro dia,//vem o Conde d` Amarantes / de dormir co` a rainha.//  [IGR # 0095] #6773
  Já lá vem o sol na serra/, já lá vem o claro dia, //e `inda o conde d` Alemanha / com a rainha dormia. //  [IGR # 0095] #6742
  Ja li fan un represento (sic) / la reina de Morería,//quan la reina la`n veurà / tan fresca i tan polida.//  [IGR # 0169] #2498
  --Jalinero, Jalinero, / Jalinerito querido,//¡quién pudiera esta noche / estar tres horas contigo!//  [IGR # 0023] #9696
  Já me veio u~a notícia / lá do centro de Espanha://  [IGR # 0006] #9329
  Já não há nem pode haver / uma vida tão penosa: / sendo eu a mais formosa / me encerraram.//  [IGR # 2880] #2877
  Já o sacrário está aberto, / já o Senhor anda fora;//vai visitar uma alma / que está para se ir embora.//  [IGR # 2875] #2836
  --Já os galos cantam / meu amor vai-te.//--P` onde é que eu hei-de ir, / coração, deixar-te?//  [IGR # 0155] #6597
  --Já os galos cantam, / ó mê amor vai-ti.//--C` m` irei triste / coração deixar-ti?//  [IGR # 0155] #6593
  --Já os galos cantam, / ó meu amor, vai-te.//--Onde me hei-de eu ir, / coração, e deixar-te?//  [IGR # 0155] #6598
  Já os galos cantam, / ó meu amor, vai//Uma mãe que tens, / vai-m`a cá chamar,//  [IGR # 0155] #2701
  Já o sol dá nas vidraças, / a rainha, que se erguia,//tinha dormido com o Conde / e el-rei não o sabia.//  [IGR # 0095] #6797
  Já o sol dá nas vidraças, / já lá vem o claro dia,//já o Conde d` Alemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6809
  Já o sol dá na verdaça, / já lá vem no claro dia,//já o conde d` Alamanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6782
  Já o sol dá na vidraça, / desponta o claro dia,//e o Conde da Alemanha, / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6807
  Já o sol dava na corte, / e já era o claro dia,//`inda o Conde de Allemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6756
  Já o sol nasce na serra, / já lá vem o claro dia,//`inda o Conde de Alemanha / com a rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6784
  Jarifa, la perra mora, / señora de gran valía,//dice que tiene deseos / de una criada cautiva.//  [IGR # 0136] #5524
  Jarifa, la perra mora, / señora de gran valía,//dice que tiene deseos / de una cristiana cautiva.//  [IGR # 0136] #5523
  --Já se apregoam as guerras / entre França e Aragão,//ai de mim que já sou velho, / não nas posso brigar, não!//  [IGR # 0231] #7489
  --Já se apregoam as guerras lá nos campos de Aragão;/// ai de mim, que já sou velho / e guerras me acabarão.//  [IGR # 0231] #7488
  --Já se começam as guerras / nos campos de Mazagão,//triste de mim, que sou velho, / as guerras me matarão!//  [IGR # 0231] #7531
  Já se lá vai D. Dinis / manhanita de Natal,//ver dar água ao seu cavalo / lá para as ribas do mar.//  [IGR # 0049] #6446
  Jesucristo foi misar / coa súa santa soledad//levou a San Pedro consigo, / tamén ó señor San Juan;//  [IGR # 0736.1] #1753
  Jesucristo fue a cazar, / a cazar con Rosalía,//se ha encontrado a un hombre / lleno de melancolía.//  [IGR # 0808] #3181
  Jesucristo iba de caza / donde la caza solía//se encontró un caballero / rico y de malancolía//  [IGR # 0808] #9504
  Jesucristo salió a caza, / a cazar como sabía//que le cazaron los galgos / al subir cuestas arriba.//  [IGR # 0808] #8306
  Jesucristo se ha perdido, / la Virgen lo va a buscar;//lo buscaba de huerto en huerto / y de rosal en rosal;//  [IGR # 0697+1537.1] #5089
  Jesucristo se ha perdido, / su madre le anda buscando.//--¿Quién ha visto por aquí / una estrella relumbrando?//  [IGR # 1537.1] #5745
  Jesucristo se ha perdido, / su madre lo anda buscando//preguntando si le han visto / un lucero relumbrando.//  [IGR # 1537.1] #5086
  Jesus Cristo foi dizer missa / numa grande solidão;//ia em sua companhia / San Pedro e San João.//  [IGR # 0736.1] #2787
  . . . / . . . //Jesus Cristo se passeia / ao redor da fonte clara.//  [IGR # 0104] #7567
  Joan, me vull casar amb tu, / que la teva amor m`agrada. //--Cisa, no et burlis de mi,/ non vinguis de mi a burlar-te.//  [IGR # 2769] #9758
  Joan Sala i Viladrau / n`és el nom que jo en tenia,//per sobrenom Serrallonga, / casat n`era amb la pubilla.//  [IGR # 0948] #4504
  Johan Serrallé / s` en anomenava,//son pare era bo / ya n`el avisava//  [IGR # 0950] #7827
  Jo m`aixec de matinet, / de matmet, de bon alba,// pos la sella en el cavall / i sa pistola a la banda//  [IGR # 0937] #9465
  Josep i Maria, / s`han casat les dos,//se n`han dat unes joies / per senyals d`amor//  [IGR # 2768] #9746
  Juanillo, de dónde vienes, / descolorido y mortal?//Vengo del campo, señora, / que me han querido matar./  [IGR # 0369] #3103
  Juan le hablaba a Adela / desde muy niña,//hacía quince años / que se querían.//  [IGR # 0195] #3140
  Jueves Santo de la cena, / tres días antes de Pascua,//cuando el Redentor del mundo / a sus discípulos llama;//  [IGR # 0064.1+1537.1+0004.1] #5736
  Jueves Santo, Jueves Santo, / cuando la Pasión salía//cuando por Villamayor / tropa de caballería.//  [IGR # 0170] #452
  Jueves Santo, Jueves Santo, / de pechos en la bodega//viendo la ciudad de Roma / cómo se abrasa y se quema.//  [IGR # 0065] #558
  Jueves Santo, Jueves Santo, / Jueves Santo en aquel día//cuando los soldados iban / de tres en compañía.//  [IGR # 0170] #450
  Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua//cuando el Redentor del cielo / a sus discípulos llama.//  [IGR # 0064.1] #8297
  Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua,//cuando el Redentor del mundo / a sus discípulos llama.//  [IGR # 0064.1] #9828
  Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua//cuando el Redentor del mundo / a sus discípulos llama.//  [IGR # 0029.1] #34
  Jueves Santo, Viernes Santo, / día de grande pasión,//día que crucificaron / a Cristo Nuestro Señor;  [IGR # 2989] #3441
  Jueves Santo, Viernes Santo, / entre la Pasión de Cristo,// un mozo de veintiún año / tan sólo un pecado hizo.//  [IGR # 0121] #9545
  Juliana, Juliana, / hija del conde Julián,//Dios me diera, Juliana, / una noche a mi mandado!//  [IGR # 0720] #1810
  Julianita, Julianita, / hija del buen rey Galán//Dios te me diera tres horas, / tres horas a mi mandar!//  [IGR # 0159] #1681
  --Julianita, Julianita / hija del conde Galán,//quién te tuviera tres noches / todas tres al mío mandar.//  [IGR # 0159] #9385
  . . . juntaron rostro con rostro, / juntaron cara con cara//tantas eran las lágrimas, / que toda a cama regaran;//  [IGR # 0116] #1847
  Junto al muro de Zamora / vide un caballero erguido,// armado de todas piezas, / sobre un caballo morcillo,//  [IGR # 1209] #1430
  Junto al vado de Genil, / por un camino seguido / viene un moro de a caballo, / de polvo y sangre teñido;//  [IGR # 0272] #1495
  Juramento tengo hecho / en mi librito Nisán://donde mujeres hubiera / el placer yo no las hay de dar,//  [IGR # 0789] #8053
  --Ken kere tomar konsez+o / ke venga `a mí, se lo daré://ken kere kazar kon mosa, / non se `espere ala vez+és.//  [IGR # 0311] #4842
  La abubilla fue a la garza. / --Bienvenido el Conde Lado.//--¿De quién son esas doncellas? / --Mías son, que no son vuestras.//  [IGR # 0224] #9437
  Lá acima, em Catalona, / junto ao pé de Solfia//corren as moças um touro / que admirar-se podia.//  [IGR # 0669] #1936
  Lá baixo vem o D. Jorge / montado no seu cavalo.//--Deus te guarde, Juliana, / no teu país sentada.//  [IGR # 0172] #6956
  La bella estrella que adoro, / sagrada del Rey divino//guarnecida en voluntad / se confesó un domingo.//  [IGR # 0682] #536
  La blanca niña / de tierras ajenas//con la escoba barre, / con los ojos riega,//  [IGR # 0155] #5477
  La botiga d`un paraire / se n`ha treta una cançó,//treta n`és d`una minyona, / rossa n`és com un fil d`or.//  [IGR # 0107] #3661
  La Carmela se pasea / por una sala de alante//con dolores de parir / que las entrañas la parte.//  [IGR # 0153] #477
  Lá cima, naquela serra, / está uma linda ermida.//Devota de Nossa Senhora, / que se chamava Maria,//  [IGR # 0165] #2705
  Lá cima naquela serra, / lá cima naquela ermida,//uma vizinha da porta, / falso testemunho erguia;//  [IGR # 0165] #7593
  La ciudad de Mobardía / ha habido mucho que hablar;//llevaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3848
  La ciudad de Novadias / es una grande ciudad//llamaron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3858
  La ciutat de París / es molt alborotada,//Pujan mes los jueus / que la gent cristiana.//  [IGR # 0513] #6383
  La condesa le decia / mi conde quan tornaria//set años linda condesa / set años i no cap mes//  [IGR # 0110] #4073
  La condesita lloraba, / bien tiene por que llorar,//se llevan al conde Flores / a la guerra a pelear//  [IGR # 0110] #3981
  La convidaron a un baile, / su madre no la dejaba,//sin permiso de sus padres / para el baile se marchaba.//  [IGR # 5052] #3087
  La dama que esto oía / en la cocina lloraba://--Dime luego, dime luego, / dime luego adónde vas.//  [IGR # 0023+0110] #4310
  Lá das bandas de Castela / triste nova era chegada://D. João que vem doente, / mal pesar de sua amada.//  [IGR # 0006] #2628
  Lá detrás daquela serra / está uma fresca ermida,//onde vai uma devota / todos os dias à missa.//  [IGR # 0165] #7619
  La Diana está en el jardín / en el jardín de su padre,//cojiendo rosas y flores / y violetas boscanas.//  [IGR # 0446] #9561
  La doncella más hermosa / que el rey de España tenía,//se la robaron los moros / la llevan a morería,//  [IGR # 0169] #5521
  Lá em cima, em Castilha, / era um rei e uma filha;//ela era bem devota / da Virgem Maria;//  [IGR # 0212] #7728
  . . . la encuentra lavando en la fuente fría://  [IGR # 0169] #2521
  La filha de D. Rodrigo / `stá à sua gelosia,//e passou lo Bravo-Franco / e pediu quem lha daria.//  [IGR # 0133] #7008
  La filla del marxant / diuhen qu` es la mes bella,//no es la mes bella, nó, / qu` altres n` hi ha sens` ella//  [IGR # 2720] #8595
  La Francia se ha levantado / de Galicia y Portugal//y al conde de rosas llevan / de tiniente capitán//  [IGR # 0110] #3972
  La guerra se ha declarado / la Francia con Portugal//y al conde de Flores nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3969
  La guerra se ha publicado / por Francia y por Portugal//y a Gerineldo lo meten / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4297
  La guerra se va empezando / la guerra se va a empezar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4008
  La hija de rey / ¿quién la llevaría?//La llevó el rey moro / para morería.//  [IGR # 0169] #3281
  La infantina está muy mala, / llena de melancolía,//porque no la dejan casar / con el conde de Mayorguía.//  [IGR # 0503] #3227
  La Legarda y Flor de Lisa / iban a misa del gallo.//Ellas no iban por pereza, / ni llevaban tal cuidado,//  [IGR # 0149] #9707
  La mañana de San Juan / al punto que alboreaba//grandes fiestas en los moros / en la vega de Granada,//  [IGR # 0012] #1891
  La mañana de San Juan / al punto que rompe el alba,//hacen gran función los moros / en la ciudad de Granada//  [IGR # 0126] #8680
  La mañana de San Juan, / antes de salir el sol//me echaron una enramada / de cogollos de limón.//  [IGR # 0234] #580
  La mañana de San Juan / cautivaron una morita;//La mandaron a lavar / pañuelitos en la ría.//  [IGR # 0169] #2495
  La mañana de San Juan / com es matí d`alegría//sus padres por contemplarla / a coger flores la envían.//  [IGR # 0169] #2497
  La mañana de San Juan, / como es costumbre onde quiera,//de damas y de galanes / pasear por la ribera,//  [IGR # 0372] #5527
  La mañana de San Juan / cuando el sol alboreaba,//cuando la Virgen María / de los cielos se abajaba//  [IGR # 0104] #5668
  La mañana de San Juan / llevé mi caballo al mar;//mientras bebe mi caballo / echó mi niña un cantar,//  [IGR # 0049] #9115
  La mañana de San Juan / sale a recoger guirnaldas//Sara, mujer del rey Chico / con sus más queridas damas,//  [IGR # 0059] #1890
  La mañana de San Juan / tres horas antes del día//ya pasaba un caballero / no andaba, que corría.//  [IGR # 0169] #2553
  La mañana de sant Juan, / cuando el alva comengava,//y el padre de Faetón / sus cavallos enfrenava,//  [IGR # 1565] #8507
  La Mare de Deu / lo seu Fill volcave,//mentre está volcant / cansons ni cantave,//  [IGR # 2740.9] #9814
  La Mare de Deu / quant era xiqueta//anava á costura / á apendre de lletra,//  [IGR # 2741] #6367
  La Mare de Deu / un rosé plantava,//D` aquell san rosé / n` ha nada una planta.//  [IGR # 2702] #6371
  La mare fila seda / la mare fila estam,//Brodava unes camises / pel seu oficial.//  [IGR # 2721] #8599
  La mare y la filla / á la porta s` estan,//La filla broda seda / la mare broda estam.//  [IGR # 2721] #8598
  La mare y la filla / á la porta s` estan,//La filla broda seda / la mare broda estam.//  [IGR # 2721] #8597
  La marquesita un domingo, / sentadita en su balcón//pasó por allí don Carlos, / el hijo del Emperador.//  [IGR # 0234] #586
  La mayor lavaba / la otra cosía//y la más pequeña / agua les subía.//  [IGR # 0137] #568
  La Muerte y Pasión de Cristo / dichoso es el que lo sabe//la pasión la pasó Cristo, / el dolor pasó su madre,//  [IGR # 0605.1] #5914
  La mujer del molinero / me quiso pisar el pie.//--Déjalo que te lo pise / si te da bien de comer.//  [IGR # 0461] #8811
  La mulher mai lo marido / a dormir já `stão deitados//quando, pola noite velha, / ouvem andar nos telhados.  [IGR # 2876] #2773
  Lá na cidade de Roma, / cidade tão celebrada,//havia uma criatura, / Caterininha chamada.//  [IGR # 0126] #7584
  La Narbola se pasea / de la puerta pa` el portal//dolores le dan de parto / que la hacían arrodillar.//  [IGR # 0153] #3284
  La niña que llega / a los quince años//ya no la gobierna / ni padres ni hermanos.//  [IGR # 5005.0] #3095
  La niña va por la arena / don Carlos por el arenal.//--Hola, hola, Galanzuca / hija del conde Galán.//  [IGR # 0159] #9023
  Lá no céu há um castilho / pintado à maravilha;// lá mandaram fazer um mosteiro / odo de pedra ladrilha.//  [IGR # 0308.1] #2616
  La noche de la Ascensión, / noche muy tremenda de agua,//de relámpagos y truenos, / que al mundo atemorizaba,//  [IGR # 2991] #9751
  La noche de Navidad, / por ser la noche mayor//parió la Virgen María / un soberano señor.//  [IGR # 0237] #8274
  La noche de Navidad, / reluciente, linda y clara//bajaba un ángel del cielo / con San Antonio de Padua.//  [IGR # 4004] #2207
  Lá no lugar da Presência, / onde morava a Serrona,//também morava a justicia, / ruça, preta de morena.//  [IGR # 0233] #7432
  --Lá no pé da laranjinha, / lá no pé do laranjal,//eu vi Dona Cjaralinda / mais Dom Carlos a brincar.//  [IGR # 0307] #5813
  La pastora guarda vacas / en una escura montiña;// la nieve caía a copos, / (e)l` agua serenita y fría.//  [IGR # 0212] #1269
  La pastora guarda vacas / por unos montes arriba,//y un día de grande sol / la pastora se dormía;//  [IGR # 0212] #5684
  La plana de Vic / n`hi ha una donzella,//burla`s dels fadrins / perquè és boniqueta,//  [IGR # 2753+1055] #7857
  Lá por trás daquela serra, / vai uma serra Monez,//onde vai uma menina / chamada dona Inês,//  [IGR # 0133] #7011
  La primera entradita / que el amor tiene//santas y buenas noches / tengan ustedes;//  [IGR # 0548] #9444
  La princesa a quien los cielos / reverencia en mil altares,//la Virgen a quien se humillan / los ángeles celestiales//  [IGR # 0605.1] #5913
  La princesa de los cielos / reverencia en mil altares//aquella reina preciosa, / que del paraíso sale,//  [IGR # 0605.1] #115
  La princesa de los cielos / reverencia mil altares, //la Virgen a quien se humillan / los ángeles celestiales, //  [IGR # 0605.1] #4922
  La pulga y el piojo / se quieren casar,//la pulga y el piojo / se quieren casar./ /  [IGR # 0888] #4780
  La quinta esta publicada / la quinta va a publicar//los ojos de la condesa / no se enjugan de llorar//  [IGR # 0023+0110] #4280
  La reina d` Hungria,//ha tingut un noi / amb molta alegría;//  [IGR # 0080] #4828
  La reina ha tingut un nen / més bonic que el sol i lluna,//no se l`ha pogut criar, / l`ha tingut que donar a dida.//  [IGR # 0802] #3665
  La reina Jerifa mora, / la que mora en Almería,//dicen que tiene deseo / de una cristiana cautiva.//  [IGR # 0136] #4439
  La reina le estaba oyendo / desde su palacio real.//--Oyes, hija mía, oyes, / la serenita del mar.//  [IGR # 0049] #9228
  La reina salió a paseo / por una montaña arriba//y la han pillado los moros / y se la llevan cautiva//  [IGR # 0169] #2488
  La reina tiene dolores, / no las puede soportare.//--Cuál estuviera pariendo / en el saray de mi padre,//  [IGR # 0153] #3727
  La reina xerifa mora, / la que mora en Almería,//dize que tiene desseo / de una quistiana cativa.//  [IGR # 0136] #4862
  ¡Largos son los montes, niña, / largos y malos de andar!//Me amaba un caballero / y yo no le quise amar;//  [IGR # 0720] #8129
  La rota de los franceses / por la espada de Bernardo,//dentro de la cueva mira / con furia y cólera Orlando,//  [IGR # 1521] #8525
  La rueda de la fortuna, / como nunca pué estar quieta//a media vuelta que di / me puse allá en alta tierra;//  [IGR # 0234] #581
  La rueda de la Fortuna / nunca se pudo estar queda//dando vueltas y revueltas, / dando vueltas a la rueda,//  [IGR # 0132+0818] #8217
  La rueda de la fortuna / nunca se pudo estar quieta//de media roda que distes / me trajistes a esta tierra;//  [IGR # 0132+0818] #2021
  La rueda de la fortuna / nunca se pudo estar quieta//dieciséis, quince, catorce, / trece, doce, once, diez.//  [IGR # 0132] #353
  La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quierta;//de una rodada que dio / me echó fuera de su tierra.//  [IGR # 0132+0818] #4795
  La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quieta//de una rodada que dio / me ha traido aquía a esta tierra.//  [IGR # 0132+0818] #126
  La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quieta//de una rodada que ha dado / me ha traido a esta tierra.//  [IGR # 0132+0818] #127
  La rueda de la Fortuna, / que jamás anduvo queda//dando vueltas al redor, / dando vueltas esta rueda,//  [IGR # 0132+0818] #8218
  La rueda de la fortuna / que jamás estuvo quieta//el primer rodazo que dio / en su tierra se presenta.//  [IGR # 0132+0818] #124
  La rueda de la fortuna / que nunca se estuvo queda//que a la media vuelta que ha dado / me ha traído a esta tierra.//  [IGR # 0132+0818] #125
  La sangre de siete culiebras / y la de un largarto vivo,//se la dieron a beber / que le privó los sentidos.//  [IGR # 0255+0172] #9269
  Las ánimas a tu puerta / suspiran, claman y lloran,//piden que las favorezcas / con tu bendita limosna,//  [IGR # 0642] #5766
  La Santa Catalina, / era hija de un rey {I}(bis){M}.//Su padre era un pagano, / pero su madre no./ /  [IGR # 0126] #4767
  La Santa Catalina, / era hija de un rey.//Un día estaba orando, / y el rey la encontró./ /  [IGR # 0126] #4766
  La Sarita, reina mora, / reina de la morería//dice que tiene deseos / de una cristiana cautiva,//  [IGR # 0136] #3246
  Las campanas de Belén / se tocan a misa de alba//como es misa de pasión / la Virgen a oírla entrara.//  [IGR # 1537.1] #2079
  Las campanas de París / están tocando a alba//Entró el noble Montesinos, / entró de noche en la batalla,//  [IGR # 1537] #1876
  Las cartas y mensajeros / del rey a Bernaldo van:// que vaya luego a las cortes, / para con él negociar.//  [IGR # 0027] #1395
  Las donas d` aquet veynat / volen fé una picardía,//qu` en volen fé un breña / qu` els seus homes no-hi sigan.//  [IGR # 1019] #7879
  --Lá se começam as guerras entre Espanha e Aragão,//eu, que sou um pobre velho, as guerras me matarão.//  [IGR # 0231] #7543
  La serrana encantadora, / cuando quiere ver a un hombre,//se sube al pico ` la sierra / y desde allí le mete voces./ /  [IGR # 0233] #7320
  Lá se vai Nossa Senhora / com almas ò Paraíso://umas vão p`ra bô mundo, / outras p`ra mau juízo.//  [IGR # 2974] #2831
  Lá se vai Nossa Senhora / do Egipto para Belém,//com seu menino nos braços, / `ò longe parece bem.//  [IGR # 0226] #7741
  Lá se vai Nossa Senhora / do Egipto p`ra Belém,//leva um menino nos braços, / é Jesus de Nazaré.//  [IGR # 0226] #7735
  Lá se vai Nossa Senhora / do Ingito p`ra Belém;//c` o seu menino nos braços, / oh, qu` assim le parece bem.//  [IGR # 0226] #7740
  Lá se vai Nossa Senhora / para os campos da alegria,//também vai uma donzela, / mui formosa e mui linda;//  [IGR # 0456] #7071
  Lá se vai o capitão, / com seus soldados . . . guerra,//na dianteira de todos / vai lindo cabo de guerra.//  [IGR # 0176] #6484
  Lá se vai o conde Aninho, / o seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / armou-lhe um rico cantar.//  [IGR # 0049] #6438
  Lá se vai o conde Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / deita lhe um lindo cantar.//  [IGR # 0049] #6427
  Lá se vai o conde Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / formou um lindo cantar.//  [IGR # 0049] #6426
  Lá se vai o conde de Flores / por capitão general;//sua mulher deixa mui nova, / do que leva grã pesar.//  [IGR # 0190] #6114
  Lá se vai o conde Flores, / à guerra! Vai guerrear!//Sete anos andou na guerra / sem a casa lhe lembrar!//  [IGR # 0190] #6115
  Lá se vai o conde Flores / co`os mouros a batalhar,//deixou a sua `sposa, / que era Dona Guiomar.//  [IGR # 0190] #6110
  Lá se vai o conde Flores, / por capitão-general.//--Adeus, adeus, minha mãe, / até eu por cá voltar.//  [IGR # 0190] #6112
  Lá se vai o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe / arma le lindo cantar.//  [IGR # 0049] #6433
  Lá se vai o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / formou lhe um lindo cantar.//  [IGR # 0049] #6431
  Lá se vai o conde preso, / lá se vai arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por home mal falado://  [IGR # 0118+0101] #2260
  Lá se vai o conde Torres / c` os mouros a batalhar,//a mulher fica mui nova / não cessava de chorar.//  [IGR # 0190] #6117
  Lá se vem Nossa Senhora / do Egipto para Belém,//lá no meio do caminho / seus olhos deitou além;//  [IGR # 0226] #7736
  Las glorias de Teresa / yo las quiero contar// Al salir ` la puerta / túvose que retirar//  [IGR # 0573] #1830
  --Las guardias, las bones guardias / que Deu us dongui `l bon jorn,//lo vostre senyor os manda / que m` ubrieu [á] l` entorn;//  [IGR # 0292] #8586
  Las guerras se son cridadas / por Francia y a Portugal//ay pare lo meu bon pare / llicencia m en voleu da//  [IGR # 0110] #4053
  Las heridas que a Medoro / dexaron del todo sano,//a pesar de Sacripante, / de Agricán y de Reinaldos,//  [IGR # 2330] #7966
  Las hijas de Ceferino / se fueron á pasear//calle arriba, calle abajo, / calle de Santo Tomás.//  [IGR # 0826] #3437
  Las huestes de don Rodrigo / desmayaban y huían// cuándo en la octava batalla / sus enemigos vencían.//  [IGR # 0019] #1386
  Las ninas de San Llorens, / un pom d` argent//si s` en van per un boy enllá / tot camí fent.//  [IGR # 0998] #8591
  Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París,//de damas y de doncellas, / y de caballeros mil,//  [IGR # 0468] #9490
  Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París//que de damas y doncellas / y de caballeros . . . //  [IGR # 0468] #3350
  Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París,//que de damas y doncellas / y de caballeros mil,//  [IGR # 0468] #9485
  Las ricas bodas se hacen / en la ciudad de París.//¡Qué de damas y doncellas, / y de caballeros, mil!//  [IGR # 0468] #5876
  Las seguidillas, niña, / van por tu calle//como van tan corridas, / no hay quien las baile.//  [IGR # 0548] #9445
  La triste reina de Nápoles / sola va sin compañía,// va llorando y gritos dando / do su mal contar podía://  [IGR # 0314] #1511
  Lavaba la Blancaniña, / lavaba y espandía//con lágrimas la lavaba, / con suspiros la cogía.//  [IGR # 0113] #4458
  Lá vai D. João p`r` à caça, / p`r` à caça de montaria,//anoiteceu-lhe na serra, / que era o que ele mais temia.//  [IGR # 0164+0100] #7280
  Lá vai Nossa Senhora / lendo na sua paixão,//com seu bendito filho / e mail`o S. Simeão.//  [IGR # 0237] #2830
  Lá vai o conde de Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / formou ele um belo cantar.//  [IGR # 0049] #6428
  Lá vai por onde assoma / o mouro p`la calçada,//olhando p`ra Valença / c`mo iba bem cercada.//  [IGR # 0045] #5951
  Lá vem a nascer o sol, / lá vem a romper o dia,//lá vem o conde d` Alemanha, / com a condessa dormia.//  [IGR # 0095] #6755
  Lá vem a nau Caterineta / que traz muito que contar.//Há sete anos e um dia / que andam na volta do mar,//  [IGR # 0457] #7779
  Lá vem a nau Caterneta, / que me tem que contar.//Sete anos e um dia / sobre as águas do mar,//  [IGR # 0457] #7783
  Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar.//Botaram sola de molho / para domingo jantar;//  [IGR # 0457] #7762
  Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar(e), //ouvi, agora, senhores, / uma história de pasmar(e).//  [IGR # 0457] #7756
  Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar://escutai, se quereis ouvir / uma história de pasmar.//  [IGR # 0457] #2859
  Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar,//ouvide, agora, senhores, / uma história de pasmar.//  [IGR # 0457] #7795
  Lá vem a nau Catrineta / que tem munto que contar.//Passava ano e dia / que num saía do mar;//  [IGR # 0457] #7767
  Lá vem a nau Catrineta / que traz muito que contar;//venham ouvir, meus senhores, / uma história de pasmar.//  [IGR # 0457] #7768
  Lá vem dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / mas munto à maravilha.//  [IGR # 0503] #6626
  La vida de la galera / muy bien que la sé pasar,//siete años estuve en ella, / todos siete por el mar;//  [IGR # 0559] #8703
  --La vida de la galera / n`es molt llarga de contá;//amor, be m`esperareu / fins qu`hauré fet los set anys.//  [IGR # 0559] #8722
  La vida de les galeres / ès molt mala de passar.//Set anys ha que vaig en elles / i altres set n`hi he d`anar.//  [IGR # 0559] #8711
  La vida de les galeres / n`és molt llarga de contar;//jo bé prou la contaria, / que anys hi vaig passar.//  [IGR # 0559] #8721
  La vida de les galeres, / qui la pogués contemplar;//set anys fa que vai amb elles / i altres set que hi hai d`anar.//  [IGR # 0559] #8728
  La vida de los carlistas / yo te la sabré contar//desde que llegan al pueblo / no se hartan de preguntar://  [IGR # 0721] #9639
  La villa de Lariñena / por todo el mundo es nombrada//ande habita una doncella / discreta y muy bien hablada.//  [IGR # 0684] #1987
  La Virgen con San José / se juntaron en un día,//la Virge` andaba preñada / que dar paso no podía.//  [IGR # 0812+0308.1] #3528
  La Virgen del manto negro, / que por el suelo lo arrastra,//lleva en su mano derecha / un rico cáliz de plata;//  [IGR # 1537.1+0004.1+0308.1] #4429
  La Virgen María, mi madre, / camina para Belén,//en el medio del camino / pide el niño de beber.//  [IGR # 0226] #5356
  La Virgen Santa María, / madre del Verbo Divino,//guarnecida de humildad, / fue a confesarse un domingo.//  [IGR # 0682] #9523
  La Virgen se estaba peinando / debajo de una palmera,//los peines eran de plata, / las cintas de primavera.//  [IGR # 0098.1] #7953
  La Virgen se está peinando / debajo de la alameda,//los cabellos son de oro, / la cinta de primavera.//  [IGR # 0098.1] #5754
  La Virgen se está peinando / debajo de una alameda;//pasa por allí José, / la dice de esta manera://  [IGR # 0098.1] #8686
  La Virgen se está peinando / debajo de una alameda,//los cabellos eran de oro, / las cintas de primavera.//  [IGR # 0198.1] #9050
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//el peine será de plata, / la cinta de primavera./ /  [IGR # 0098.1] #4576
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//los peines eran de plata, / la cinta de primavera./ /  [IGR # 0098.1] #4573
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//los peines eran de plata, / su cinta es de primavera./ /  [IGR # 0098.1] #4578
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peinecitos de oro, / su cintica de primavera;/ /  [IGR # 0098.1] #4574
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / su cinta de primavera./ /  [IGR # 0098.1] #4579
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata, / sus cintas de primavera./ /  [IGR # 0098.1] #4570
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / y su cinta de primavera./ /  [IGR # 0098.1] #4569
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / y sus cintas de primavera./ /  [IGR # 0098.1] #4566
  La Virgen se está peinando / debajo de una palmera,//los cabellos eran de oro, / las cintas de primavera.//  [IGR # 0644] #5719
  La Virgen se va caminando / del Valle para Belén://En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ /  [IGR # 0226] #4589
  La Virgen va caminando / caminito de Belén,//como el camino es tan largo / al Niño le ha dado sed.//  [IGR # 0226] #9824
  La Virgen va caminando, / de paso para Belén.//En la mitad del camino / le pide el niño de beber./ /  [IGR # 0226] #4604
  La Virgen va caminando / huyendo del rey Herodes,//por el camino ha pasado / grandes fríos y calores.//  [IGR # 0512] #3179
  La Virgen va caminando / va caminando solita// no lleva más compaña / que el niño de su manita.//  [IGR # 2982] #3116
  La Virgen y San José / iban a romería,//Tan cansada iba la Virgen / que caminar no podía./ /  [IGR # 0593] #4612
  La Virgen y San José / iban en su romería//la Virgen iba de parto / que a su paso no podía.//  [IGR # 0812] #8255
  La visera toda alzada, / y el fuerte escudo embrazado, **2*con sobervio continente / está en el campo Bernardo,//  [IGR # 1593] #8520
  La viúva de Rogério, / a sua filha mui qu`ria,//e veio lo Galo-Frango, / e por mulher lha pedia.//  [IGR # 0133] #7009
  Lazarito fue a pedir / a un avariento limosna//no se la quisieron dar, / Cristo le negó su gloria.//  [IGR # 0514] #618
  Lazarito fue a pedir / en ca un rico labrador//--Quítate de ahí, Lazarito, / que me quitas mi labor.//  [IGR # 0514] #623
  Lázaro, gran caballero, / amigo y primo de Dios//la limosna que pedimos / la pedimos para Dios;//  [IGR # 0514] #621
  Lázaro, salió a pedir / a un avariento limosna//la limosna que cojamos / toda ha de ser para Dios.//  [IGR # 0514] #617
  Leandro co Lizarda, / na riba di torres,//para encontrá, / com sua amores.//  [IGR # 0384] #6156
  . . . le daban el pan por onzas / y el agua por una medida.// Suéltame de las manos / que de los pies yo me soltarí  [IGR # 0438] #995
  Legua y media de Garganta, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana / metidita en una cueva.//  [IGR # 0233] #7443
  --Lembras-te, ó Cara-linda, / quando eu te recebi?//do anel de sete pedras / que contigo reparti?//  [IGR # 0113] #6343
  --Leonardo, Leonardo, / pajem d` elrei tão querido,//bem puderas, Leonardo, / ser duas horas comigo.//  [IGR # 0023] #7191
  Les banderes son galeres / galeres de Portugal//tambe hi va lo comte ribo / per capita general//  [IGR # 0110] #4061
  Les guerres ne son cridades / en franc,a i per Portugal//tambe hi ha d anar don llamberto / per capita general//  [IGR # 0110] #4050
  Les muntanyes de Canigó / són fresques i regalades,//més a més ara l`istiu / que les aigües són gelades,//  [IGR # 2752+0309] #7839
  Levantai-vos dona Aninhas, / do vosso estado real,//se queres ouvir sereias / que estão no mar a cantar.//  [IGR # 0720] #6540
  Levantárase Celino / un día de madrugada//vistiérase su camisa / lavada de la colada;//  [IGR # 0180] #1768
  --Levantaros, las mis hijas, / si vos queréis levantar,//ya veréis la serena / cómo canta en la mar.//  [IGR # 0049] #8437
  Levanta-se o Frei João, / numa manhã de geada;//bateu às portas da Morena, / pela Morena bradava.//  [IGR # 0309] #6835
  Levántase un corderillo / la mañana de un San Juan.//--Oí, qué bonito cantan / las sirenas en el mar./ /  [IGR # 0049] #4627
  --Levanta-te, Jeluvina, / dessa cama de dormir,//vem ouvir o cego / cantar e pedir.--//  [IGR # 0189] #7024
  Levántate Marianita, / y arréglale de almorzar,//docena y media de huevos / revueltos con solimán.--//  [IGR # 0255+0172] #9351
  --Levántate, Narvolinda, / te quieres levantar//oirás cantar la sirena / del otro lado del mar.//  [IGR # 0049] #8445
  --Levanta-t` ó dona Aninhas, / se queres ouvir cantar,//`ò são nos anjos no céu, / `ò a areia no mar.//  [IGR # 0720] #6525
  Levantéivos, nuera, / mi nuera garrida.// tejeréis las cintas / de vuestra camisa,//  [IGR # 0373] #8883
  --Levántese mi madre / del dulce dormir//y veréis a un pobre / cantar y pedir.//  [IGR # 0189+0155] #4466
  Levantime madre / un día de mañanica;//me fue a lavar la cara / onde el sol salía.//  [IGR # 0169] #2503
  Levantóse Bueso / lunes de mañana;//tomara sus armas / y a la caça iría.//  [IGR # 0080] #4823
  Levantóse el conde Nino / mañanica de San Juan//fue a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.//  [IGR # 0049] #9083
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar a beber a sus caballos / a la orilla de la mar.//  [IGR # 0049] #9102
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orilla da 1a mar.//  [IGR # 0049] #9072
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.//  [IGR # 0049] #9080
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9092
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9113
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / y a la orilla del mar.//  [IGR # 0049] #9079
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / y a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9076
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//fu` a dar agua a su caballo / a la orilla de la mar.//  [IGR # 0049] #9089
  Levantóse el conde Nino / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.//  [IGR # 0049] #9085
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9074
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//fue a dar agua a sus caballos / en las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9094
  Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//y a dar agua a sus caballox /y a la orilla de la mar,//  [IGR # 0049] #9095
  Levantóse el niño Lirio / la mañana de San Juan//a darle agua a sus caballos / a las orillas del mar./ /  [IGR # 0049] #4620
  Levantóse Gerineldo / que al rey dejara dormido:// fuése para la infanta / donde estaba en el castillo.//  [IGR # 0023] #1583
  Levantóse Güeso / lunes de mañana,//aleara sus armas / y a la caça iría.//  [IGR # 0080] #4813
  Levantóse Güeso / lunes de mañana,//tomara sus armas / a la caça iría.//  [IGR # 0080] #4817
  Levantóse Hueso / lunes de mañana,//alçara sus armas / pa la caça iría,//  [IGR # 0080] #4821
  Levantóse la Blanca Niña / mañanita de San Juan,//quitóse paños de siempre / y a la mar se fue a lavar.//  [IGR # 0132] #8834
  Levantóse la mi madre / el lunes por la mañana,//ensillando mi caballo, / contemplando mi guitarra.//  [IGR # 0436] #5454
  Levantóse Ueso / lunes de mañana,//tomara su armas / y a la caca iría.//  [IGR # 0080] #4803
  Levantouse Frei João / numa linda madrugada, //foise às portas da Morena, / da Morena malfadada. //  [IGR # 0309] #6814
  Levantou-se Frei João / numa manhã de geada,//abotoando os seus calções, / tocando em sua guitarra.//  [IGR # 0309] #6838
  Levantou-se Frei João, / um dia de madrugada,//só para ver a Morena, / a Morena malfadada.//  [IGR # 0309] #6834
  Levantou-se o pobrezinho / em caso de necessidade//pois foi a casa do rico, / que asmola não lhe quis dar.//  [IGR # 0514] #2186
  L`hem perduda, l`hem perduda, / la carta de navegar,//fa nou mesos esteim dins s`aigua / sense terra mai trobar.//  [IGR # 0457+0180] #9771
  Lindas nuevas, lindas nuevas, / que se cantan por España,//que el príncipe de Don Juan / malito se halla en la cama.//  [IGR # 0006] #9052
  Lindas voces, lindas voces, / se pasean por España.// El príncipe de don Diego / está malito en cama.//  [IGR # 0006] #2353
  L` infantet no vol callar / ni en bressol ni en cadira,//ni tampoc amb un pom d` or / que la dida l` hi tenia,//  [IGR # 0802] #4562
  --Lisarda, amor Lisarda, / Lisarda, amor primeiro,//se tu me deras um beijo, / Lisarda amor verdadeiro.//  [IGR # 0159] #6093
  Lito, lito de oro, / yo filando en mi francés,//le dije a una gran señora, / ¡Qué buenas hijas tenéis  [IGR # 0224] #4700
  Llamaron al conde Linos / de capitán general;// la triste de su esposa / no cesaba de llorar.//  [IGR # 0110] #1153
  Llegando un día festivo / fue un caballero a la iglesia//y se vino a arrodillar / contra un difunto de piedra.//  [IGR # 0130] #340
  Llevan al conde de Luna / a ser capitán general.//la condesa como es niña / no ha cesado de llorar//  [IGR # 0110] #3960
  LLevantándome yo un llunes, / un llunes pe la mañana//llevantándome yo un lunes, / se levantó la mi Olaya.//  [IGR # 2805] #8310
  Lloraba la condesita, / que mas tiene que llorar//que al conde Florez lo llevan / a la guerra a pelear//  [IGR # 0110] #3984
  Lloraba la pelegrina / tenia por que llorar//que se ha ido el conde Florez / a la guerra a pelear//  [IGR # 0110] #3988
  Lloraba la pelegrina / tiene por donde llorar//que se ha ido el conde Flores / a la guerra a pelear//  [IGR # 0110] #3983
  Lo Baptista no deserto, / entre flores assentado,//`nuncia p`ra tod`à terra: / Glória, que Deus é nado//  [IGR # 2922] #2802
  Lo conde morreu nas guerras, / grandes guerras dalgum dia,//seu filho, lo conde Nino, / nos paços d` el-rei se cria,//  [IGR # 0440] #6202
  Lo dia de Corpus, Corpus, / de Corpus, Corpus, / n`és dia de professon.//  [IGR # 1041] #9798
  Lo dia de sant Antoni / de Burgos vàrem partir,// quan ne fórem per la via, / vaig encontrar un pelegrí.//  [IGR # 0168] #5780
  Lo frade lá vai de bragas / na manjerona caçar;//qual la caç`a qu`ele foi / bem será d`adivinhar//  [IGR # 2962] #2762
  Lo matí de Sant Joan, / com n`és matí d`alegría,//son pare, per dar-li`n gust / collir violes l`envía.//  [IGR # 0169] #2502
  Lo petit vailet / dematí es llevà,//`gafa les beinetes / i se `n va a llaurar.//  [IGR # 0982] #7925
  Lo que le encargo, mi padre, / lo que siempre le encargaba://que la doña Teresina / de mi queda embarazada.--//  [IGR # 0006] #2470
  Lo rei n ha fet fer una crida / per espanya i Portugal//que han d ana a troba a don carles / per capita general//  [IGR # 0110] #4066
  Lo romeu i la romeua / anaren a Montserrat,//la [romeua va descalça, / lo romeu va calçat]//  [IGR # 2700] #7916
  Los altos hombres del reino / del rey don Alonso el Magno,//viendo la tierra estragada / y ser tan grande el estrago//  [IGR # 1548] #8501
  Los casa . . . con Elena, / Elena en el Monte Adán.//La casaron con un viejo, / no cesaba de llorar.//  [IGR # 0311] #4833
  Los curas no se enamoran / pero aquel se enamoró,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #5571
  Los dos queridos amantes / que se quieren en extremo//no tienen nada de suyo / ni Antonia ni Juan Moreno.//  [IGR # 0207] #2089
  Los fadrinets de Montblanch / voluntaris van á Fransa:// Reverent Senyo Plebá, / aquí te la fadrinalla://  [IGR # 2747] #6397
  Los mandamientos de amor, / niña, te vengo a cantar,//incorpórate en la cama / si los quieres escuchar.//  [IGR # 0199] #5768
  Los mozos de Monleón / se van a arar muy temprano//pa venir al mediodía / y mirarse . . . //  [IGR # 0371] #545
  Los ojos de la romera / no han dejado de llorar//que se llevan a don Bardo / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3942
  Los pejes que andan al hondo, / por sobre el agua salían//Los pejes que andan al hondo, / por sobre el agua salían,//  [IGR # 0413] #1961
  Los Reyes son pididores / la primer fiesta del año//donde damas y doncellas / a Dios piden aguinaldo;//  [IGR # 0046] #398
  Los Sacramentos del alma, / niña, te vengo a cantar,//asómate a la ventana / si los quieres escuchar.//  [IGR # 0211] #5772
  Lo vivía un soldadito / en la ley de Dios humana//que tenía devoción / ir a misa a Santa Clara.//  [IGR # 0445] #2159
  l rey moro tiene un hijo / que Tranquilo le llamaban.//día estando en la mesa / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #4526
  Lucía se paseaba / por aquella morería.//Se la encontraron los moros / y se la llevan cautiva.//  [IGR # 0169] #2550
  Luego armaron una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo pusieron / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4325
  Luego se formó una guerra / en rayas de Portugal,//a Gerineldo le escogen / de capitán general//  [IGR # 0023+0110] #9419
  Luis Ortiz se llama el mozo, / Luis Ortiz el afamado//una tarde, estando a solas, / fue su padre a aconsejarlo.//  [IGR # 0766] #2015
  Luis Ortiz se llama el mozo, / Luis Ortiz es el famoso;//llámalo un día su padre / a solas a aconsejarlo.//  [IGR # 0766] #3561
  Lunes era, lunes / de Pascua Florida;//guerrean los moros / en campos de olivas,//  [IGR # 0169] #8854
  Lunes era, lunes / de Pascua florida,//guerrean los moros / en campos de oliva.//  [IGR # 0169] #2517
  Luz del día y claridad, / que el día mos das el sol //y la noche claro lunar, / la mañanica las estrías,//  [IGR # 0476] #8912
  --Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello,//preciso es que tenga frío, / el pobrecito está en cueros.//  [IGR # 0179] #5760
  Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello,//que dice que tiene frió / porque viene medio en cueros.//  [IGR # 0179] #5759
  --Madre, a la puerta hay un Niño / más hermoso que el sol bello,//que viene muerto de frío / porque el pobre viene en cueros.//  [IGR # 0179] #5763
  Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío, / mas sin duda es que está en cueros.//  [IGR # 0179] #372
  Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío / porque el pobre viene en cueros.//  [IGR # 0179] #367
  Madre, deme usted la ropa, / que me voy a la corrida//en busca del toro bravo / a echarle la banderilla.//  [IGR # 0371] #1934
  --Madre, échame la bendición, / que me marcho a buscar//al conde de la Romera / que pretende de casar.--//  [IGR # 0110] #9604
  Madre, en la puerta está un niño / más hermoso que el sol bello,//seguro es que tenga frío, / que lo hallo medio en cueros.//  [IGR # 0179] #3079
  Madre, Francisco no viene, / madre, Francisco ya tarda//--Calla tonta, calla boba, / cállate, disparatada,//  [IGR # 0193] #1931
  --Madre, Francisco no viene, / madre, Francisco ya tarda,//Y su madre la decía: / --Calla, hija desesperada,//  [IGR # 0193] #5616
  --Madre mía, qué bien canta / la serena de la mar.//--No es la serenita, madre, / ni tampoco el serenal,//  [IGR # 0049] #9201
  Madre mía, si me muero/ de este mal que Dios me ha dado,//por mí no toquen campanas/ ni me entierren en sagrado;//  [IGR # 0101] #4901
  Madre, qué linda noche, / cuántas estrellas,//ábreme la ventana / que quiero verlas.//  [IGR # 0195] #3056
  --Madre, ¿quier` usté que vaya / un ratito a l` alameda//con las niñas de Merino, / que tienen buena merienda?--//  [IGR # 0826] #3436
  Madre, si yo me muriese / de este mal que Dios me ha dado//por mí no toquen campanas / ni me entierren en sagrado,//  [IGR # 0101] #73
  Madres que tenéis hijas, / no las caséis con pastol,//no las vaya a sucedel / lo que a mí me sucedió,//  [IGR # 2759] #9535
  Madrugaba Baldomino, / madrugaba de mañana,// a dar agua a su caballo / a las orillas del agua.//  [IGR # 0180] #1283
  Madrugaba Condelino / como solía madrugar,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #774
  Madrugaba conde Lino / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8415
  Madrugaba conde Olino / a las orillas del mar.// Mientras el caballo bebe, / conde Olino echa un cantar,//  [IGR # 0049] #766
  Madrugaba conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8462
  Madrugaba don Alonso / las mañanas del domingo,//a la puerta Mariana / a pasear su rocino.//  [IGR # 0255+0172] #9268
  Madrugaba don Alonso, / mañanita del domingo//a llevar su caballo al agua / y a llevar el su rocino//  [IGR # 0255+0172] #9272
  Madrugaba don Alonso / mañanita un domingo// a vestirse y calzarse / y a ponerse muy polido.//  [IGR # 0172] #831
  Madrugaba el conde Flores / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049+0104] #8419
  Madrugaba el conde Lino / como solía madrugar,// a dar su caballo al agua / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #777
  Madrugaba el conde Lino / mañanita de San Juan//a darle agua [a] su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9114
  Madrugaba el conde Lino / mañanita de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #3765
  Madrugaba el conde Linos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / y a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8454
  Madrugaba el conde Linos / mañanitas de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8397
  Madrugaba el conde, madre, / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9731
  Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5385
  Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan //a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #4905
  Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9214
  Madrugaba el conde Niño / la mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8467
  Madrugaba el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8401
  Madrugaba el conde Olino / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9727
  Madrugaba el conde Olinos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9736
  Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #786
  Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #325
  Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #313
  Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8459
  Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / y a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9233
  Madrugaba el conde Olivos / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5281
  Madrugaba el vizconde / a las orillas del mar//a dar agua a sus caballos / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #5388
  Madrugaba Fernandito / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9724
  Madrugaba Galiarda, / hija del rey Galiardo;//no madruga por oír misa / ni la mata ese cuidado,//  [IGR # 0149] #3616
  Madrugaba Gerineldo / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las corrientes del mar.//  [IGR # 0023] #179
  Madrugaba Marcelino / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9738
  Madrugaba Teresina / un lunes muy de mañana// a empañar hijos del rey / a lumbres de una reclama.//  [IGR # 0802] #851
  Madrugaba un caballero / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9134
  Madrugaba un caballero, / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9144
  Madrugaba un labrador / tres horas antes del día.//La noche se le acercaba / y el sol se le oscurecía.//  [IGR # 0185] #4794
  Madruga don Bolso / mañanita fría//por tierras y montes / a buscar la niña.//  [IGR # 0169] #3248
  Madruga don conde Linos, / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #781
  Madruga don Fernandito / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos, / si la quisieran tomar.//  [IGR # 0049] #5391
  Madruga don Hueso / mañanita fría,// a buscar amores / a la morería,//  [IGR # 0169] #1210
  Madruga el conde don Linos / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #788
  Madruga el hijo del conde / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9720
  Madrugara conde Niño / no soliendo madrugar//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8413
  Madrugara conde Olinos / mañanitas de San Juan,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #768
  Madrugara don Alonso / la mañana de un domingo,// a vestirse y a calzarse / y a ponerse muy pulido,//  [IGR # 0172] #830
  Madrugara don Alonso / mañanitas de Domingo//ya lleva el caballo al agua / y a tomar de su rocío.//  [IGR # 0172] #3387
  Madrugara el conde Niño / como solía madrugar//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8411
  Madrugara Marianita / madrugara Mariana//apañal hijos del rey / a la luz de una retama.//  [IGR # 0802] #3422
  Madrugara un pastorcillo / un lunes muy de mañana// a recoser su cerrón / y a remendar la zamarra;//  [IGR # 0235] #1322
  Madrugó don Güeso / una mañanita//por tierra de moros / a buscar amiga.//  [IGR # 0169] #3249
  Madrugué hacer un corderillo / por la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar./ /  [IGR # 0049] #4628
  Madugaba el conde Olinos, / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar,//  [IGR # 0049] #9246
  --Magdalena, Magdalena, / tu a sermó n`ets anada?//--No per cert, germana Marta, / a sermó no hi sóc anada.//  [IGR # 2705] #7909
  Maio, era por Maio, / ao abrir da Primavera,//lá se vai o capitão / c` os soldados para a guerra.//  [IGR # 0176] #6478
  Maio era por Maio e o Abril a Primavera,//quando el-rei D. João / mandara quintar a terra.//  [IGR # 0176] #6479
  Maio, era por Maio, / pela linda Primavera,//lá se vai o capitão / com seus soldados . . . guerra.//  [IGR # 0176] #6466
  Majo, majo, y majo / aua en el mortero,//no hay quen se agedee / de este forastero.//  [IGR # 0189] #8021
  Mala está la reina mora, / llena de malaconlía,// le manda al rey dir a caza / y a los lejos de la oliva,//  [IGR # 0136] #1196
  Mala lancita le dé un cristianito, / le den que le partan el alma//a ese morito mal nacido / que de lo suyo se negaba.//  [IGR # 0230] #1905
  Malalta estay malalta / la filla del rey francés,//que dingú l` anava á veure / ni damas ni cavallés.//  [IGR # 0299] #8581
  Malalta n` está la Amelis, / la filla del rey francés,//ya la van á veure comtes, / comtes y barons y reys.//  [IGR # 0299] #8579
  Malalt era malalt / /lo comte de Florencia.//Malalt era malalt / en terra de Valencia//  [IGR # 2722] #8603
  Malas nuevas, malas nuevas, / se suenan por Portugal,//que al conde Flores le llevan / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3884
  Malato está el hij^o del reye, / malato está que non salvaba,//Siete doctores lo miran. / los mexores de Granada;//  [IGR # 0006] #9310
  Malato está el hijo del reyes / hazino que no salvava.//Siete doctores lo miran, / ningunos le hazen nada.//  [IGR # 0006] #9315
  Malato está el hijo del rey / malato que non salvava.//Siete dotores lo miran / los mijores de Granada.//  [IGR # 0006] #2479
  Malbuena se paseaoa / de la sala al ventanal,//con los dolores de parto / que la hacían arrodillar.//  [IGR # 0153] #5465
  Maldita seas, princesa, / de tripas y corazón//siete partos has tenido / y ningún hijo varón!//  [IGR # 0231] #513
  Maldita seas ventura / que así me hazes andar,//desterrado de mis tierras / de donde soy natural//  [IGR # 0742] #5899
  --Maldita sejas, Malvora, / por um lado do coração,//de sete filhos que has tido / não saíu nenhum varão!//  [IGR # 0231] #7494
  --Mal hajas tu, ó mulher, / mais a tua condição!//Sete filhas que eu tive / sem nenhuma ser varão.//  [IGR # 0231] #7513
  --Mal hajas tu, ó mulher, / ma` lo leite que mamaste,//sete filhas que tiveste / sem nenhuma ser varão!//  [IGR # 0231] #7526
  --Mal hajas tu, rainha, / mal haja a tua geração;//de sete filhas que temos, / nenhuma saiu varão.//  [IGR # 0231] #7507
  --Malhaya tripa de madre / que tanta hixa nació//parió siete hijos hembras / sin ningún hixo varón.//  [IGR # 0231] #3409
  Malito estaba Don Carlos, / muy maliño na sua cama//mandó. . . siete dotores / de los mejores de España//  [IGR # 0006] #2411
  Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama;//tres doctores van a verle, / toos los mejores de España.//  [IGR # 0006] #2433
  Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama// siete médicos le asisten / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #2355
  Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama,// siete médicos lo asisten / de los mejores de España,//  [IGR # 0006] #2356
  Malito estaba don Juan / malito estaba en la cama// vinieron siete doctores / de los mejores de España.//  [IGR # 0006] #2357
  Malo estaba el buen reye, / malo está que s` alaba.//Siete doctores lo rijen, / de ninguna repuesta daba.//  [IGR # 0006] #9306
  Malo estaba esse rey, / esse rey de Salamanca;//Malo está de callentura, / que otro mal no se le hallaba.//  [IGR # 0006] #2481
  Malo está el buen rey, / malo está que non sanaba.//Siete dotores lo ri?en,___dotores de alta fama.//  [IGR # 0006] #9305
  Malo está el hij^o del rey, / malo está que non sanaba.//Siete dotores lo miran, los más grandes de Granada.//  [IGR # 0006] #9313
  Malo esta el hijo del reye, / malo esta que no salva.//Siete dotores lo miran, / los mijores de Granada;//  [IGR # 0006] #9314
  Malo está el hijo del rey / ese rey de Salamanca,//  [IGR # 0006] #9301
  Malo está el hijo del rey, / malo está, no se levanta;//ya vienen todos los médicos, / todos los que había en España.//  [IGR # 0006] #2421
  Malo está el hijo del rey, / malo está y no se levanta,//con un dolor de cabeza / y una calentura ingrata.//  [IGR # 0006] #2418
  Malo está el hijo del rey, / malo está y no se levanta,//con un dolor de cabeza / y una calentura ingrata.//  [IGR # 0006] #2413
  Malo está el hijo del rey / malo está y no se levanta//con un dolor de cabeza / y una calentura mala.//  [IGR # 0006] #3430
  Malo está y el buen rey, / lo está que non sanaba.//Siete doctores lo rigen, / ctores de grande fama;//  [IGR # 0006] #5895
  --Mal o hajas tu, mulher, / e mai` la tua condição,//sete filhas que tivemos, / nenhuma saiu varão!//  [IGR # 0231] #7496
  Malo `staba esse rey / y esse rey de Salamanca,//malo esta de calentura / y otro mal no se le añada.//  [IGR # 0006] #9296
  Maltato está el hij^o del rey, / malato que non salvaba.// Siete doctores lo miran, / los mejores de Granada.//  [IGR # 0006] #9311
  Malveliña se pasea / na súa sala real,// con los males de parir / que la hacen arrodillar.//  [IGR # 0153] #1113
  --Mamá, ¿quiere usted que vaya / un ratico a la alameda//con las hijas de Merino / que llevan ricas meriendas?--//  [IGR # 0826] #5178
  Mamá, quiere usted que vaya / un ratito a la alameda//con las niñas de Medina, / que llevan rica merienda?//  [IGR # 0826] #3066
  --Mamá, ¿tú me dejas ir / un ratito a la alameda//con las hijas de Merino / que llevan ricas meriendas?--//  [IGR # 0826] #5179
  Mambrul se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá.//si vendrá pa la Pascua / o pa la Trinidad.//  [IGR # 0178] #3
  Mambrú se fue a la guerra, / ay, Mambrú, ¿cuándo vendrás?//Quedó para la Nochebuena, / ay, Mambrú, no vuelve más./ /  [IGR # 0178] #4762
  Mambrú se fue a la guerra, / montado en una perra. La perra se cayó / y Mambrú se reventó./ /  [IGR # 0178] #4761
  Mambrú se fue a la guerra, / muy pronto volverá.//Será para Año Nuevo / o para Nochebuena,//  [IGR # 0178] #5231
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá.//Allá viene el cartero, / ¿Qué noticias traerá?//  [IGR # 0178] #5229
  Mambrú se fué a la guerra, / no sé, cuando vendrá,//Me he subido a la tumba, / a ver, si aun vendrá,/ /  [IGR # 0178] #4757
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si será para Pascua / o por la Trinidad.//  [IGR # 0178] #5251
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá//si vendrá pa la Pascua / o pa la Trinidad.//  [IGR # 0178] #6
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si vendrá pa la Pascua / o pa la Trinidad.//  [IGR # 0178] #2
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,// si vendrá pa las Pascuas / o pa la Navida  [IGR # 0178] #9626
  Mambrú se fue a la guerra / no sé cuándo vendrá, //si vendrá pa las Pascuas / o pa la Trinidad//  [IGR # 0178] #9630
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuando vendrá,//si vendrá para la Pascua / o pa la Navidad.//  [IGR # 0178] #7820
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si vendrá para la Pascua / o por la Trinidad.//  [IGR # 0178] #5249
  Mambrú se fue a la guerra / no sé cuándo vendrá,//si vendrá por la Pascua / o por la Navidad.//  [IGR # 0178] #5248
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé, cuando vendrá.//Si vendrá por la Pascua / o por la Trinidad./ /  [IGR # 0178] #4756
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si vendrá por la Pascua / o por la Trinidad.//  [IGR # 0178] #5250
  Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si viene pa la Pascua / o pa la Trinidad.//  [IGR # 0178] #9632
  Mambrú se fue a la guerra, / no se cuándo vendrá,//vendrá para la Pascua / o pa la Navidad.//  [IGR # 0178] #5246
  Mambrú se fue a la guerra, / quizá cuando vendrá.//Vendrá para la Pascua / o para Trinidad.//  [IGR # 0178] #5228
  Mambrú se fue a la guerra / y no sé cuándo vendrá;//si vendrá por Pascua y Reyes / o vendrá por Navidad.//  [IGR # 0113] #5328
  Mambrú se fue a la guerra / y no sé cuándo vendrá,//si vendrá pa la Pascua / o pa la Navidad.//  [IGR # 0178] #5245
  Mambrú se fue a la guerra / y no sé cuándo vendrá,//vendrá para la Pascua / o para Navidad.//  [IGR # 0178] #5239
  Mambrú se fue a la guerra, / y nunca regresó.//  [IGR # 0178] #5236
  Mañana de primavera, / mañanita de primor,//vi venir una morita, / que era más bella que el sol,//  [IGR # 0169] #2533
  Mañana nombra a una quinta / y a Gerineldo de capitán general.//Un día estando comiendo / el rey empieza a preguntar://  [IGR # 0023+0110] #4221
  Mañanciña de San Juan / anda a auga enamorada//e estando Nõsa Señora / collendo n`a flor d`a augã,  [IGR # 0104] #3587
  Mañanica, mañanica, / mañanica de San Juan,// llevó su caballo al agua / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #779
  Mañanita de los Reyes, / la primer fiesta del año//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.//  [IGR # 0046] #3225
  Mañanita, de mañana, / mañanita de San Juan,//ahí estaba la castellana / asomada al ventanal//  [IGR # 0454] #7814
  --Mañanita de San Juan / asómate a la ventana//y verás los segadores / segando trigo y cebada.//  [IGR # 0161] #4799
  Mañanita de San Juan / cayó un marinero al agua//--¿Qué me das, marinerito, / por que te saque del agua?//  [IGR # 0180] #3222
  Mañanita de San Juan / corre la agua linda y clara//cuando la Virgen María / a la tierra se abajara,//  [IGR # 0104] #3254
  Mañanita de San Juan, / cuando el agua está rosada//cuando los ríos se ajuntan / cuando se alborota el agua.//  [IGR # 0104] #8184
  Mañanita de San Juan, / cuando el sol alboreaba//estaba la Virgen pura / lavándose en fuente clara;//  [IGR # 0104] #8190
  Mañanita de San Juan / cuando el sol alboreaba//vino la Virgen María, / de los cielos abajaba//  [IGR # 0104] #8186
  Mañanita de San Juan, / cuando el sol enarbolaba,// camina la Virgen pura, / camina la Virgen santa,//  [IGR # 0104] #1253
  Mañanita de San Juan / cuando el sol se alboreaba,//cuando la Virgen María / de los cielos se bajaba//  [IGR # 0104] #5669
  Mañanita de San Juan, / cuando el sol tiende sus nieblas//por esa marina arriba / buenas damas y doncellas;//  [IGR # 0372] #1667
  Mañanita de San Juan / cuando la zorra madruga//camina lindo don Juan / . . . //  [IGR # 0049] #8426
  Mañanita de San Juan / . . . //llevé mi caballo al agua / y a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8466
  Mañanita de San Juan / madrugaba un caballero//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8400
  Mañanita de San Juan / madruga el conde Marcelino//a dar agüe a sus caballos / a las orillas del río.//  [IGR # 0049] #9171
  Mañanita de San Juan, / mañanita fría// madrugaba don Güesos / a buscar querida;//  [IGR # 0169] #2548
  Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara//cuando las perlas preciosas / saltan y bailan en ` agua,//  [IGR # 0104] #8188
  Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara//madrugó la Virgen pura / a coger la flor del agua;//  [IGR # 0104] #8189
  Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara,//y ¡ay!, quién tuviera la suerte / de aquella samaritana!//  [IGR # 0017] #5841
  Mañanita de San Juan / salió a la mar una lancha//y llevas siete remeros / con el patrón que los manda.//  [IGR # 2680] #8309
  Mañanita de San Juan / se levanta el Conde Nilo//a dar agua a su caballo / en las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #3596
  Mañanita de San Juan / una mañana temprano//se levanta el conde Niño / a dar agua a su caballo,  [IGR # 0049] #9202
  Mañanita de San Pedro, / mañanita de San Juan,//fue a darle a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9140
  Mañanita el día San Juan, / antes que el sol alboriara,//gran fiesta tenían los mozos / en la ciudad de Granada,//  [IGR # 0104] #9503
  Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba;//grande fiesta hacen los moros / por la bella de Granada. //  [IGR # 0013] #8480
  Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiesta hacen los moros |} por la vega de Granada.//  [IGR # 0013] #8473
  Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiesta hasen los moros / por la bella de Granada;//  [IGR # 0013] #8477
  Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiestas hacen los moros / por la bella de Granada.//  [IGR # 0013] #8471
  Mañanita era, mañana, / a tiempo que alboreaba;//grandes fiestas hazen los moros / en la vega de Granada.//  [IGR # 0013] #8482
  Mañanita era, mañana, / del tiempo que alboreaba.//Gran fiestas hacen los moros / por la bella de Granada.//  [IGR # 0013] #8474
  Mañanita era, mañana, / mañanita de oración;//todos, mozas y galanes, / van a la pedricación;//  [IGR # 0107] #8833
  Mañanita era, mañana, / mañanita de San Juan//cuando todos los galanes / se salen a pasear//  [IGR # 0049] #9082
  Mañanita, mañanita, / mañana de San Simón,//de damas y galanes / van a oír misa y sermón.  [IGR # 0107] #3420
  Mañanita, mañanita, / mañanita de dan Juan,//Mientras mis caballos beben, / yo me divierto en cantar.//  [IGR # 0049] #9126
  Mañanita mañanita, / mañanita de febrero,//cautivaron a una mora / más bonita que un lucero.//  [IGR # 0169] #2592
  Mañanita, mañanita, / mañanita de primor//cautivaron a un mora / más hermosita que un sol.//  [IGR # 0169] #564
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//baja el rey con su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9230
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//el conde y la condesa / a cortar flores se van;//  [IGR # 0110] #4522
  Mañanita mañanita, / mañanita de San Juan//ha salido el conde Asón / a dar agua a su caballo//  [IGR # 0110] #4046
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//llevé mi caballo al agua / a la orillita del mar;//  [IGR # 0049] #9123
  Mañanita, mañanita, mañanita de San Juan//llevo mi caballo al agua / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9124
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//mientras mi caballo bebe / yo me divierto en cantar.//  [IGR # 0049] #9128
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//paseaba el hijo el conde / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9224
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se paseaba el rey-conde / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9229
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se paseaba el vizconde / por la orilla del mar.//  [IGR # 0049] #9107
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se pasea el conde Niño / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9104
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se pasea el hijo del rey / por las orillas del ma[r].//  [IGR # 0049] #9157
  Mañanita, mañanita / mañanita de San Juan//se pasea un caballero / por la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #3403
  Mañanita, mañanita, / mañanita de San Simón,//estaba una señorita / sentadita en su balcón,//  [IGR # 0234] #5013
  --Mañanita, mañanita, / yo a las mis bodas te brindo.//--Esas bodas, don Alonso, / yo creí que eran conmigo.//  [IGR # 0172] #9260
  Mañanitas de San Juan / cuando el sol revoleaba//se ha asomado doña Inés / a una de sus ventanas.//  [IGR # 0161+0234] #40
  Mañanitas de San Juan, / cuando los moros peleaban,// bajó la Virgen María, / en sillón de oro sentada,//  [IGR # 0104] #1255
  Mañanitas de San Juan, / cuando suena la alboriada//dichoso del que madruga / a coger la flor del augua.//  [IGR # 0104] #3291
  Mañanitas de San Juan, / mañanas claras, serenas//cuando se van a bañar / muchas damas y doncellas,//  [IGR # 0729] #1985
  Mañanitas de San Juan / [mañanitas de oro y grana]//cuando la Virgen María / a la tierra se bajaba,//  [IGR # 0104] #3253
  Mañanitas, mañanitas, / mañanitas de San Juan//se pasea el conde Niño_ / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9110
  Mandaba el rey pregonar, / mándale echar un pregón,// mandaba el rey pregonar / de cada casa un varón.//  [IGR # 0231] #910
  Mandan a prender al conde / y a ponerle mal estado,//no es por hurtos que había hecho / ni almas que había matado;//  [IGR # 0118] #7815
  Mandei chamar meu conselheiro / pelo bem que lhe queria//Tu mata tua condessa / para casar com minha filha.//  [IGR # 0503] #5801
  Mandó el rey prender Vergilios / y a buen recaudo poner,// por una traición que hizo / en los palacios del rey.//  [IGR # 0400] #1523
  Mandó poner una guerra / en Francia y en Portugal;//nombraron a Gerinaldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4314
  Mandou os anjos à terra / quebrar rodas de navalhas//e daquela vez morreram / onze mil quinhentas almas.//  [IGR # 0126] #7587
  Manhana de S. João, / pela manhã de alvorada,//Jesu` Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.//  [IGR # 0104] #7570
  Manhanas do S. João, / pela manhã do alvor,//todos os criados / vão visitá` lo seu senhor.//  [IGR # 0078] #6167
  Manhanhas de S. João, / pelas manhãs do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.//  [IGR # 0078] #2654
  Manhaninha de S. João, / pela manhã de alvorada,//Jasu` Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.//  [IGR # 0104] #7568
  Manhaninha de S. João, / pela manhã do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.//  [IGR # 0078] #6172
  Manhaninha de S. João, / quando o sol alvoreava,//estava a Virgem Maria / `ò pé duma fonte clara,//  [IGR # 0104] #7574
  Manhaninha do S. João, / da manhã de alvorada,//Jesus Cristo se passeia / ao pé duma fonte clara.//  [IGR # 0104] #7563
  Manhaninhas de S. João, / manhaninhas do alvor,//todas as criados vão / a visitar o seu senhor.//  [IGR # 0078] #6168
  Manhaninhas de S. João, / pelas manhãs da alvorada,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.//  [IGR # 0104] #7571
  Manhãzinhas do S. João, / pela manhã d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / ao redor da fonte clara.//  [IGR # 0104] #7561
  Manolito cayó malo / muy malito estaba en cama//llamaron siete doctores / de los mejores de España//  [IGR # 0006] #2406
  Marbuena se está paseando / de la sala al ventanal,//con los dolores de parto / que no la dejan andar.//  [IGR # 0153] #5469
  Marbuena se paseaba / de la sala al ventanal,//entre paseo y paseo / dolor de parto la da.//  [IGR # 0153] #5461
  Marbuena se paseaba / en su barrido portal,//partos van y partos vienen / que la hacen arrodillar;//  [IGR # 0153] #5458
  . . . Marcelino / a las orillas del mar.//Mientras el caballo bebe, / Marcelino echa un cantar,//  [IGR # 0049] #8456
  Marcelino madrugaba / con mucha serenidad//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar//  [IGR # 0049] #9730
  [Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9733
  Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9742
  Marcelino madrugaba / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9725
  Marcelino se pasea / a las orillas del mar//mientras su caballo bebe / y echa su dulce cantar.//  [IGR # 0049] #315
  Marcelino se pasea / por las orillas del mar.//Mientras su caballo bebe / canta su dulce cantar,//  [IGR # 0049] #8427
  Marcos Conde, Marcos Conde, / Marcos Conde de León//que tenía siete hijos / y no tenía varón.//  [IGR # 0231] #1715
  María Antonia, María Antonia / , María Antonia, tú qué has hecho//de dejar a un primo hermano / por hablarle a un forastero?//  [IGR # 5051] #3085
  --María Antonia, María Antonia, / tú no sabes lo que has hecho//despreciar un primo hermano / para hablarle a un extranjero.//  [IGR # 5051] #3201
  María, cuando yo muera, / no me entierres en sagrá//entiérrame en un rincón / donde no me vea na.//  [IGR # 0101] #1791
  --María, María, / más blanca que el día,//desposada era, / con don Güeso iría.//  [IGR # 0148] #4486
  Mariana, Mariana / Quem é você, que me fala?//Bem no cuidas, Mariana. / Veja você se se cala//  [IGR # 2927] #2761
  Marianina, Marianina, / Marianina del primor;//te cautivaron los moros / y era más bella que un sol.//  [IGR # 0169] #5516
  Marianinhas do S, João, / pela manhã do alvor,//todos os criados vão / a visitar o seu senhor,//  [IGR # 0078] #6166
  Marianita, Marianita, / Marianita de primor,// los moros te cautivaron, / y eres más pura que el sol.//  [IGR # 0169] #1222
  Marianita salió de paseo / y al encuentro salió un militar.//--Marianita, ¿dónde vas tan sola? / que hay peligro, vuélvase usté atrás.--//  [IGR # 0175.9] #9638
  Maria, pondo a mesa, / para seu pai vir jantar,//viu vir uma nau . . . vela, / . . . vela por esse mar,//  [IGR # 0049] #6449
  Maridet m` en han dat / la setmana passada,//me l` han dat tan petit / qu` en lloch no hi abaste.//  [IGR # 1113] #7851
  Maridito mío, / si tú me quisieras//a llamar tu madre, / a llamarla fueras.//  [IGR # 0155] #3005
  --Marinero, por tu vida, / no me eches a la marina.//Llévame onde el mi padre, / mi padre que me risgate.--//  [IGR # 0405] #8120
  Marineros, con traiciones, / me cogieron en la mar;//por allí anduven siete años / sin poder desembarcar;//  [IGR # 0559] #2995
  Marinero se fue al agua, / sin decir: ¡Jesús me varga!//--¿Qué me paga, marinero, / si yo te saco del agua?--/ /  [IGR # 0180] #4674
  Marinero se fue a un viaje / de Buga para la Habana.//Al tiempo de clavar la vela, / se fue el marinero al agua./ /  [IGR # 0180] #4671
  Marta es lleva dematí, / cap a missa se n`anava,//quan ne tornava de missa, / avisa la seva germana://  [IGR # 2705] #7908
  Marzo, por el mes de marzo, / cuando hace la calor,//cuando canta la calandria / y responde el ruiseñor,//  [IGR # 0078] #5294
  Más allá de Guadalupe, / n` un pueblo llamado Alía//hacen los mozos un toro / para divertirse un día.//  [IGR # 0669] #1935
  Más arriba y más arriba / en la ciudad de Marfil,// allá yugan damas, donzellas, / caballeros más de mil.//  [IGR # 0468] #9508
  Más arriba y más arriba, / hay una tumba de palo,//allí adientro de la tumba / había un hombre acabado.//  [IGR # 0034] #5907
  Más arriva, más arriva, . en la civdad de Bizerolu,//allí hay un pexcador / pexcando su provería.//  [IGR # 0058] #8039
  Más ha de dar la señora, / que más vale su marido.//Pues le daré las cien yeguas, / con ellas um bom potrillo//  [IGR # 0113] #2670
  --Mas ó que casa tão grande / entre portas e janelas.//--Casa grande minha filha / pra tu morar dentro dela.//  [IGR # 0503] #5804
  Mastredajes, marineros / de Huéscar y otro lugar// han armado una galera / que no la hay tal en la mar.//  [IGR # 1391] #1505
  . . . //matadora de los hombres, / [ladrona de las haciendas].//  [IGR # 0233] #7366
  Mátame, Bernardo, / mátame a María,// que con un galán / la vi otro día.//  [IGR # 0509] #1105
  Matinadas s` en han fetas / las del maig y las de abril,// Navam á cullir rosetas / passejantme per jardins.//  [IGR # 0959] #6403
  Matinet s` en lleve / el nostro Joan,//Matinet s` en lleve / ensille `l cavall.//  [IGR # 0189] #8601
  Mayo, por andar de mayo, / que es tiempo de primavera,// yo vestíme, yo calcéme, / y fuime para la feria.//  [IGR # 0192] #1245
  Máz arriva y máz arriva, / en la sivdad de Marsilla,//hay havía un pes+cadore, / pes+cando su provería.//  [IGR # 0058] #3710
  Me casó mi madre / chiquirita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #1030
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un buen muchacho, / yo no lo quería.//  [IGR # 0221] #9386
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un guapo mozo / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #3025
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #5224
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #3527
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #67
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #62
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #1029
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #46
  Me casó mi madre, / chiquita y bonita,//con un, muchachito, / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #5608
  Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un picarón / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #60
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachillo / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #68
  Me casó mi madre / chiquitita y bonitacon un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #72
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #70
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #71
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #49
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #56
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #58
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #59
  Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un pastorcito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #65
  Me casó mi madre / con un pastor//no me deja ir a misa, / tampoco a la procesión,//  [IGR # 0171] #438
  Me casó mi madre / con un zaráguato//que yo no quería / ni conocía.//  [IGR # 0221] #5218
  Me casó mi madre / de pequeñita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #54
  Me casó mi madre / tan chiquita y niña//con un maragato / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #5219
  Me cautivaron los moros / entre la paz y la guerra,//me llevaron a vender / a Jerez de la Frontera.//  [IGR # 0443] #5531
  Me cautivaron los moros / mañanita de Santa Ana//estando cogendo rosas / n`el rosal de la ventana.//  [IGR # 0410] #1817
  Me cogí la carabina / y al monte me fui a cazar,//en el monte no cacé / porque nada pude hallar;//  [IGR # 0391] #5624
  Media noche era por filo, / los gallos querían cantar,/ cuando el infante Gaiferos / salió de captividad;//  [IGR # 0828] #1598
  Media noche es punto, / si los gallos no se yerran//parió la Virgen María / y en Belén quedó doncella.//  [IGR # 0484] #28
  Media noche no es en punto, / si los gallos no la yerran//parió la hermosa María / en Belén siendo doncella.//  [IGR # 0484] #32
  ` Medio de unia fuentecilla / de agua cristalina y bella,//para regar estas flores, / claveles son y azucenas,//  [IGR # 0209] #3558
  Meia-noite além ressoa / cerca das ribas del mar,//meia-noite já é dada / e o povo ainda a folgar.//  [IGR # 2907] #2766
  Meia noite já é dada, / já os galos querem cantar,//conde Claros, com amores, / não podia repousar//  [IGR # 0366] #6139
  Meia-noite vai andada / e outra meia por andar,//D. Carlos, co` o mal de amores, / não podia descansar.//  [IGR # 0366] #6141
  Meio-dia era em ponto, / quando o sol revolvia,//quando a bela infanta / do seu palácio saía.//  [IGR # 0431] #2743
  Meio-dia era in ponto, / quando o sol revolvia,//quando a bela infanta / de casa de seu pai saía.//  [IGR # 0431] #7223
  Membrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá//si vendrá pa la Pascua / o pa la Trinidad.//  [IGR # 0178] #9627
  --Menina, abre a porta / ao cego perdido,//deita-me um paninho / que venho ferido.//  [IGR # 0189] #7053
  --M` en lleví de bon matí / antes del jorn,//a la porta de l` aymada / m` en aní sol.//  [IGR # 1052] #8584
  Me nombraron la guerra / de Francia y Portugal//me nombraron al pobre niño / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4195
  Mensajeros le han entrado / al rey Chico de Granada;// entran por la puerta Elvira, / y paran en el Alhambra.//  [IGR # 0830.7] #1496
  Me parió a mí mi madre, / me parió en un monte scuro,//onde non cantaba gallo / ni menos canta gallina,//  [IGR # 0648+0100] #2945
  Me puse a considerar / con Jesucristo en la mano,//el que no me tiene cuenta / el meterme yo a ermitaño.//  [IGR # 9461] #5645
  Me quiso casar mi madre / con un pulido pastor//cojo, tuerto y jorobado, / hecho de mala visión.//  [IGR # 0171] #449
  Me quiso casar mi madre / con un pulido pastor//patituerto, jorobado / y hecho una mala visión.//  [IGR # 0171] #439
  Mes de mayo, mes de abril, / mes de los fuertes calore// donde los enamorados / regalan a sus amores//  [IGR # 0078] #9711
  Mes de mayo, mes de mayo, / allá por la primavera,// cuando quintan los soldados / y les llevan a la guerra.//  [IGR # 0176+0168] #1021
  Mes de Mayo, mes de Mayo, / cuando empieza la calor,//cuando las mieses verdean / y los prados echan flor,//  [IGR # 0078] #5618
  Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las fuertes calores,//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores;//  [IGR # 0078] #8875
  Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las grandes calores//cuando las dulces naranjas, / cuando los agrios limones,//  [IGR # 0078] #215
  Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las recias calores//cuando los toros son bravos, / los caballos corredores,//  [IGR # 0029] #1867
  Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los fuertes calores,//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores,//  [IGR # 0023+0110] #810
  Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los fuertes calores,//cuando los trigos se encañan / y en el campo hay varias flores,//  [IGR # 0231] #8619
  Mes de mayo mes de mayo / cuando los grandes calores//cuando los toritos bravos / los caballos corredores//  [IGR # 0110] #4044
  Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los ricos calores//cuando los ríos se secan, / cuando los arroyos corren,//  [IGR # 0078] #216
  Mes de mayo, mes de mayo / mes de buena primavera//cuando los quintos en marcha / ya defenderá la guerra;//  [IGR # 0176] #9064
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de buena primavera,// cuando los quintos se van / a pelear a la guerra,//  [IGR # 0176] #1002
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de grande calor,// cuando la paja cría el grano / y el vino andaba en flor,//  [IGR # 0103] #8318
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la alta primavera,// cuando quintan los soldados / y los llevan a la guerra.//  [IGR # 0176+0168] #1018
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes del abril, primavera,// cuando los quintos se marchan / a pelear a la guerra.//  [IGR # 0176] #1001
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la mucha calor// cuando el trigo estaba en ciernes, / la cebada estaba en flor.//  [IGR # 0078] #863
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la primavera//cuando los pobres soldados / caminan para la guerra;//  [IGR # 0176+0168] #414
  Mes de mayo, mes de mayo / mes de la primavera,// cuando los pobres soldados / les llevan a la guerra.//  [IGR # 0176+0168] #1019
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la rica calore,//cuando el pan andaba en grano / y el vino en la verde flore,//  [IGR # 0078] #4550
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las fuertes calores,// cuando los toritos bravos, / los caballos corredores,//  [IGR # 0078] #866
  Mes de mayo, mes de mayo/ mes de las grandes calores,//cuando las cebadas granan / y los trigos ya van en flores.//  [IGR # 0078] #9712
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las muchas calores,//cuando las cebadas granan / y los trigos ya están en flores//  [IGR # 0078] #9713
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las ricas calores,// todos los enamorados / regalan a sus amores://  [IGR # 0023+0110] #813
  Mes de mayo, mes de mayo / mes de los grandes calores//cuando l cebada grana / los trigos ya van en flores//  [IGR # 0078] #3335
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo, mes de flores//cuando los toritos bravos, / cuando los recios calores,//  [IGR # 0023+0110] #3279
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchaban a la guerra;//  [IGR # 0176] #421
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;//  [IGR # 0176] #419
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo y primavera//cuando los quintos soldados / a Melilla se los llevan;//  [IGR # 0176] #423
  Mes de mayo, mes de mayo, / mes de rica primavera//cuando los pobres soldados / se marchan para la guerra;//  [IGR # 0176+0168] #412
  Mes de mayo, mes de mayo, / por el tiempo los calores//cuando los bués andan gordos, / los caballos corredores,//  [IGR # 0078] #3773
  Mes de mayo, mes de mayo, / y mes de la mucha flor,//cuando el trigo estaba en leche / y el vino en su blanca flor,//  [IGR # 0078+0231] #5836
  Mes de mayo, mes de mayo, / y mes de la primavera,// cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra,//  [IGR # 0176] #1004
  . . . mes de mayo primavera//vinieron siete dotores / de los mejores de España.//  [IGR # 0176] #431
  Meu padre cura, / que eu rezar não sei;//fui à confissão, / não me confessei.//  [IGR # 2885] #2886
  Meu pai era de Hamburgo, / minha mãe de Hamburgo era,//cativaram-me os mouros, / no canal de Inglaterra.//  [IGR # 0443+0317] #6216
  --Meu pai, eu queria-me casar. / --Não há pessoa igual à tua,//só sendo co` o conde Lardo. / --Esse é que me convinha,//  [IGR # 0503] #6676
  Meus senhores, / aqui está a corda / que prende a bota / que leva o vinho / à Ribeira Mota.//  [IGR # 2941.9] #2895
  Mi abuelo tenía un huerto, / oficio de plantar nabos.//--Aparéjeme la burra / que me voy a vender nabos.--//  [IGR # 0765] #105
  Mi abuelo tenía un huerto / todo sembrado de nabos//con un borriquito negro / los llevaba al mercado//  [IGR # 0765] #3168
  Mi Carmela se pasea / por una salita alante//con los dolores de parto / que el corazón se le parte.//  [IGR # 0153] #3143
  Mientras el caballo bebe / yo me divierto en cantar://--No bebas, caballo mío, / que viene revuelto el mar.//  [IGR # 0049] #9118
  Mientras mi caballo bebe / a las orillas del mar,//mientras mi caballo bebe / una copla le he de echar,//  [IGR # 0049] #9132
  --Mi hermana, por ser mi hermana, / socórreme un jarro de agua//que tengo más sed que hambre--; / con bolas de oro jugaba./ /  [IGR # 0075] #4644
  Mi madre me casó / chiquita y bonita//con un hombrecito / que a mí no me gustaba.//  [IGR # 0221] #5222
  Mi madre me casó / chiquita y bonito//con un buen muchacho / que yo no quería.//  [IGR # 0221] #3026
  Mi madre me casó / con un pulido pastor.//Por las noches cuando llega / no trae pan en el zurrón.//  [IGR # 0171] #443
  --Mi madre, por ser mi madre, / dé por Dios un vaso de agua;//más vale la sed que el hambre / y a Dios pienso darle el alma.--/ /  [IGR # 0075] #4638
  Mi marido es un pastor / . . . //patituerto y jorobado, / hecho de mala facción.//  [IGR # 0171] #448
  --Minha mãe, acorde / desse seu dormir;//venha ouvir um cego / cantar e pedir.//  [IGR # 0189] #7038
  --Minha mãe, de sete filhos, / que conselhos me hás-de dar?//--Os conselhos tos darei / se os souberes tomar://  [IGR # 0159] #6042
  --Minha mãe era de Burgos / e meu pai del` Antesquera;//cultivaram-me los mouros / entre la paz e la guerra;//  [IGR # 0443] #6208
  --Minha mãe, faça-me a ceia, / depressa, não devagar,//que eu tenho a aposta feita, / de perder ou de ganhar.//  [IGR # 0159] #6046
  --Minha mãe, faça-me / a ceia depressa, não devagar,//que eu tenho uma aposta feita / de perder ou de ganhar,//  [IGR # 0159] #6078
  --Minha mãe, façame a ceia, / depressa, não devagar,//que eu tenho uma aposta feita, / de perder ou de ganhar;//  [IGR # 0255] #7459
  Minha mãe, fiz uma aposta, / espero de a ganhar;//que hei-de enganar Mariana / antes do galo cantar.//  [IGR # 0159] #6104
  --Minha mãe, fiz uma aposta, / para perder ou ganhar,//de dormir com / Albaninha antes do galo cantar.//  [IGR # 0159] #6037
  Minha mãe mandou-me à fonte, / à fonte do salgueirinho,//mandou-me lavar a cântara com flor de rosmaninho./  [IGR # 2914] #2889
  --Minha mãe, minha mãe, / quem me dera em Castelo de Amar!//Queria levar por parteira / a sua mãe natural.//  [IGR # 0153] #6578
  --Minha mãi, lá vem D. Jorge / no seu cavalo montado.//--Deus te guarde, Juliana, / no teu camarim sentada.//  [IGR # 0172] #6966
  --Mi nuera, mi nuera, / mi nuera garrida,//tejerís las cintas / de vuestras camisas//  [IGR # 0373] #3123
  Mi padre era un pescador / era de mil y quinientos//que andaba en el mar pescando / para darnos el sustento.//  [IGR # 0739] #1941
  Miraba de Campo Viejo / el rey de Aragón un día,// miraba la mar de España / cómo menguaba y crecía;//  [IGR # 0270] #1510
  Mira, Carlos, eres muy nuevo, / pronto te vas a alabar//--No me alabo, Galancina, / de cosas que no son de alabar.--//  [IGR # 0159] #8078
  --Mira, hija, cómo canta / la sirenita en el mar.//--Madre, esa no es la sirena, / que esa no sabe cantar,//  [IGR # 0049] #8446
  Mirandum se fui a la guerra, (bis) / Mirandum, Mirandum, Mirandela, / num sei quando benerá.//  [IGR # 0178] #2866
  --Mira qué piernas tan blancas / para un botín colorao.// . . .//  [IGR # 0191] #5123
  Mira, Zaide, que te aviso, / que no pases por mi calle//ni hables con mis mujeres, / ni con mis cautivos trates,//  [IGR # 0063] #1893
  --Mira, Zaide, que te digo / que no pases por mi calle,//no hables con mis mujeres,/ ni con mis cautivos trates,//  [IGR # 0063] #7957
  Mirondún se fue a la guerra, / no sé cuando vendrá,//no sé se vendrá por la Pascua, / se por la eternidad.//  [IGR # 0178] #7486
  Mis arreos son las armas, / mi descanso es pelear,// mi cama las duras peñas, / mi dormir siempre velar.//  [IGR # 0522] #1539
  Moços e moças desta ilha, / ê quero agora contar//u~a `stória verdadeira / qu`a todu vai assombrar.//  [IGR # 2884] #2838
  --Moirito, se vais a França, / mouro, traz-me uma cativa;//nem parenta nem irmã, / nem gente que seja minha.//  [IGR # 0136] #6178
  --Moiros partem mar abaixo, / moiros partem mar acima;//quero caçar a princesa / no jardim que seu pai tinha;//  [IGR # 0136] #6182
  Molicos, los mis molicos, / que de la Francia venía.//--¿Qué le haz+eremos / a esta blanca niña?//  [IGR # 0136] #9472
  Mon pare m`ha casada / encara no fa un any.//M`ha donada a un jove, / que en té cent i un any,//  [IGR # 2736] #9789
  Montei no meu cavalo, / por aquela serra acima;lá no meio do caminho / encontrei uma menina.//  [IGR # 2967] #2752
  Morena sos, dama, / como la pimienta.//Vuestra sangre dulse / en mi alma entra.//  [IGR # 9462.9] #2938
  Morico si a Francia fueses, / me traerás una cautiva,// que no sea prima ni hermana / ni tampoco familia mía.//  [IGR # 0136] #1198
  Moricos, los mis moricos, / búxcame una cativa,//búxcame una cativa / que se llame mora cativa; //  [IGR # 0136] #8034
  Moricos, los mis moricos, / los que ganáis mi soldada,// derribédesme a Baeza, / esa villa torreada,//  [IGR # 0010] #1466
  --Moricos, loz miz moricos, / bus+came una cativa,//ni de casta alta sea, / ni menos de provería.--//  [IGR # 0136] #3700
  --Morir vos queredes, padre, / San Miguel vos haya el alma;// mandástes las vuestras tierras / a quien se vos antojara,//  [IGR # 0004] #1422
  --Morisco, si a Francia fueres, / tráeme de allá una cautiva,//que no sea de sangre baja, / ni de gente villanía,//  [IGR # 0136] #4859
  Morito, si a Francia fueres, / traerásme una cautiva//que sea de condes e duques, / señora de gran valía.//  [IGR # 0136] #1724
  --Morito, si vas de caza / la tierra de Andalucía, / sea princesa o sea condesa, tráeme p` acá una cautiva.//  [IGR # 0136] #9400
  --Moro alcaide, moro alcaide, / él de la vellida barba,// el rey te manda prender / por la pérdida de Alhama,//  [IGR # 0055] #1484
  Moro, si vas a la Espanya, / portarás una cautiva;//no sea blanca ni fea / ni gente de villanía,//  [IGR # 0136] #3668
  Moros y cristianos / todos a porfía,// a la hija del rey / la llevan cautiva.//  [IGR # 0169] #1208
  Mosé estaba en el campo / despasiando su ganado,//salió una vos del sielo / que a Mosé iba yamando://  [IGR # 0450] #7937
  Mosé salió del Misraye / huyendo del rey Faraón,//Dió la Siporá, su hija, / porque era temiente a Dió.//  [IGR # 0450] #7938
  --Mouro, se fordes à guerra, / à terra da cristandade,//traz-me de lá uma cativa / que seja da minha vontade,//  [IGR # 0136] #6175
  --Mouro, se fores à caça, / traz-me uma linda cativa,/ que não seja de conde, / ou duque, nem de gente igual à minha;//  [IGR # 0136] #6193
  Mouros partem mar abaixo, / mouros partem mar acima.//Queremos u~a cristã / para a nossa rainha.//  [IGR # 0136] #2311
  --Mouros, se fôreis à guerra, / `ó campo da cristandade,//trazei-me uma cristalina, / muito da minha vontade://  [IGR # 0136] #6177
  Mozo de veintiun años / sólo un pecado tenía//y el pecado era tan grande / que a mi Dios aborrecía://  [IGR # 0121] #2176
  Muchas veces oí decir / y a los antiguos contar,// que ninguno por riqueza / no se debe de ensalzar,//  [IGR # 0145] #1599
  Muerto va el hijo del rey, / muerto va por Ferismena.//Un día estando en la mesa / sintió apregonar guerras;//  [IGR # 0184] #4463
  Muerto yace Durandarte / debajo de una verde haya,// con él está Montesinos / que en la muerte se hallara://  [IGR # 0262] #1608
  Muitos grandes la pretendem, / todos de banda e espada. //Ela, como era secreta, / a todos ponía falta.//  [IGR # 0161] #7202
  Mujer de Bernardo, / mujer muy querida,// sola se está en casa, / sola se estaría.//  [IGR # 0509] #1108
  Mujer de Bernardo, / mujer muy querida,// sola se está en casa / y sola se va a misa.//  [IGR # 0509] #1106
  Mujer de Bernardo, / mujer muy querida,// solita va a misa, / solita venía.//  [IGR # 0509] #1104
  Muntanyes regalades / són les de Canigó//perquè tot l`any floreixen, / primavera i tardor.//  [IGR # 0026] #7837
  Muy malo estaba don Juan, / muy malo estaba en la cama,// siete médicos le curan / de los mejores de España;//  [IGR # 0006] #657
  Muy malo estaba el don Juan, / muy malito está en la cama;// mandó llamar siete dotores, / los más entendidos de España.//  [IGR # 0006] #656
  Muy malo estaba el don Juan, / muy malo estaba en la cama.//Llamaron siete doctores, / los mejores que hay en España;//  [IGR # 0006] #2457
  Muy malo está Juan de Amores, / muy malo está en la su cama.//Llamara a cuatro doctores, / de los mejores de España;//  [IGR # 0006] #2452
  Muy malo me estás, don Juan, / muy malo me estás en cama//Tiene tres horas de vida, / hora y media vai pasada.//  [IGR # 0006] #1784
  Na cidade de Clamor / na maior que tinha a Espanha//passeia um cavalheiro, / um cavalheiro de fama.//  [IGR # 0445] #2160
  Na cidade de Hungria / passeava um cavaleiro;//cavaleiro, gente nobre, / é chamado D. Aleixo.//  [IGR # 0546] #2849
  Na intrada de Maio / e na saída da Primavera,//principiou el rei D. Fernando / a deitar quintos pela terra.//  [IGR # 0176+0168] #6495
  Na manhã de S. João / levantou-se a Virgem Sagrada,//pegou no seu cantarinho, / foi à fonte benzer água.//  [IGR # 0104] #7566
  Na manhã de S. João, / pela manhã de alvorada,//Jesu` Cristo se passeia / de roda da fonte clara.//  [IGR # 0104] #7577
  Na manhã do S. João, / pela manhã d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / d` ao redor da fonte clara.//  [IGR # 0104] #7578
  Namorouse Francisquiño / namorouse d`unha nena,//de casados e velados / levouna pra sua terra.//  [IGR # 0084] #8767
  --Não cases com a moça, Alberto, / que ela é filha de seu sior;//que ela é d` alta linhagem, / logo te perde o amor.//  [IGR # 0720] #6532
  --Não fora eu seu criado / que não mangara comigo.//--Eu não mango, Gerinaldo, / que eu bem deveras to digo.//  [IGR # 0023] #7161
  --Não namores, cavalheiro, / a filha do teu senhor,//qu` ela há-de zombar de ti, / tu hás-de morrer de amor.//  [IGR # 0720] #6528
  . . . / . . . // Não torno culpa aos mouros / em o meu filho matar,//só tono culpa as cavalo, / não o saber retirar.//  [IGR # 0796] #8317
  Não venho por ter ver, / nem por te dar valor,//venho por erguer olhos / e a vista no sol pôr.//  [IGR # 0714] #2745
  N`aquela campiña verde / hay unha pintada ermida;//unha devota está n`ela, / la Virxe Santa María.//  [IGR # 0165] #4552
  Naquela serra alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha / mais linda que a Primavera.//  [IGR # 0233] #6997
  Naquela serriña alta, / naquela mais alta serra,//alí vive unha señora, / serraniña engañadera./ /  [IGR # 0233] #7327
  Naquela serriña i-alta, / naquela mais alta serra,//allí vivía una señora, / señorita engañadera./ /  [IGR # 0233] #7326
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda la pastorzita, / bonita ingranadera.//  [IGR # 0233] #7338
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha / bem bonita que ela era.//  [IGR # 0233] #7349
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra, //anda lá uma serraninha, / que é pior que uma fera.//  [IGR # 0233] #7330
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha / tão bonita que ela era.//  [IGR # 0233] #7350
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//estava lá uma menina / que é pior do que uma fera.//  [IGR # 0233] #7348
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//existia lá uma serrana / que é o responso daquela serra//  [IGR # 0233] #7345
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//mora lá uma serraninha, / linda era a granadeira;//  [IGR # 0233] #6998
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//nela mora uma serrana, / formosa e ingrata era.//  [IGR # 0233] #6995
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vive lá uma serrana / formosa em granadela;//  [IGR # 0233] #7003
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vive uma rica serrana, / serrana enganadeira;//  [IGR # 0233] #6996
  Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vivia um ermitão / em penitência cruel.//  [IGR # 0020] #2596
  Naquela serrinha alta / rico lavrador vivia,//tem uma filha mui` linda, / criada em fantasia.//  [IGR # 0165] #7595
  Naquela serrinha i-alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha / bem bonita que ela era,//  [IGR # 0233] #7342
  Naquela serrinha i-alta, / naquela mais alta serra,//andava lá uma serraninha / oh que linda que ela era!//  [IGR # 0233] #7340
  Naquela serrinha i-alta, / naquela mais alta serra,//morava lá uma serrana / oh que linda que ela era!//  [IGR # 0233] #7341
  Naquela Vila Viçosa / entrou a cavalaria.//Diz o tenente ao alferes: / Vamos passear a vila.//  [IGR # 0170] #2730
  Narbola estaba paseando / por su palacio real,// manos blancas retorcía / y anillos quiere quebrare.//  [IGR # 0153] #1117
  Narbola se pasea / por su barrido portal//con la rueca en la cintura / y en sin ganas de hilar;//  [IGR # 0153] #8159
  Narbolica se pasea / por su barrido portal,// dolores le dan de parto / que le hacen arrodillar;//  [IGR # 0153] #1124
  Narbolina se pasea / de la cocina al portal//con dolores de parir / que la a siente arrodillar.//  [IGR # 0153] #3402
  Narbueliña se pasea / por lo seu palacio rial//danlle dolores de parto / que lle fan arrodillar.//  [IGR # 0153] #1764
  Na segunda-feira vou à feira, / terça-feira chego à feira, / quarta-feira estou na feira, / quinta-feira venho p`ra casa, /  [IGR # 2955] #2913
  Na segunda me alevanto, / na terça cubro o manto, / na quarta vou à feira, / na quinta venho da feira, /  [IGR # 2935] #2912
  Nau Catrineta tão linda / que anda nas voltas do mar,//manda el-rei que se aparelhe / para de manhã largar.//  [IGR # 0112] #5969
  Navegara o pescador / vésporas de Nossa Senhora,//pensando de navegar / o dia e a noite toda.//  [IGR # 0538] #7788
  `N el campo hay una erva, / um verde mui` regalado,//aquela que tocar nela, / logo fica prenhada.//  [IGR # 0469+0138] #7216
  Nel valle de las Estacas / va Rodrigo al mediodía,//relumbrando iban sus ojos / como el sol de mediodía.//  [IGR # 0020] #4559
  N`esa villa de Madrid, / ciudad muy rica y galana//N`esa villa de Madrid, / ciudad muy rica y galana,//  [IGR # 0147] #1669
  N`esa villa de Madrid, / junto a los caños del agua,//allí habitaba una viuda / . . . //  [IGR # 0253+0006] #2473
  Nesa villa de Madrid, / junto a los Caños del agua//habitaba un caballero, / soldadito de la armada.//  [IGR # 0445] #8239
  Nessa cidade de Roma, / nessa cidade romana,//nasceu uma criatura, / Catalina se chamava.//  [IGR # 0126] #7579
  N`estava planxant la roba / que el rei manat li havia,//la infanta se lo mirava / per un mirador que hi `via.//  [IGR # 0023] #3660
  `n esto formaron guerra / España con Portugal//nombraron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4301
  N ha correguda la nova / a barcelona i a Portugal//que volien don Llombardo / per capita general//  [IGR # 0110] #4049
  N`han baixat tres segadors / de aquí dalt de la muntanya;// n`han baixat a baix al pla / per segar una quinzenada,//  [IGR # 0161] #9542
  N` han vengudes novelles / de França a l`Aragó//que `l mal patge don Blasco / n` ha mort al seu senyor.//  [IGR # 0292] #8934
  N`hi havia grans ballades, / plaça d`Aragonès,//ballen comtes i dames, / dames i cavallers.//  [IGR # 0133] #7870
  N` hi havía un cavallero / que s` anava esposí://quant ne varen sé esposats / la dama li va fugí.//  [IGR # 0168] #8593
  N`hi havia un pagès / que tenia tres filles,//la una talla i cus, / l`altra cus les camies,//  [IGR # 2728] #7849
  Ninguém sabe o que há nas cortes, / nem o que nelas havia,//só o sabe o conde novo, / a mais a D. Maria.//  [IGR # 0095] #6780
  No alto daquela serra, / ai está uma linda ermida;//defronte dela morava, / ai morava Santa Cesília//  [IGR # 0165] #9473
  No alto daquela serra / está uma bela ermida,//uma devota está nela, / serva da Virgem Maria.//  [IGR # 0165] #7600
  No alto daquela serra / está uma linda ermida;//uma é devota sua, / outra, irmã de Cecília;//  [IGR # 0165] #7612
  No alto daquela serra / está uma linda ermida,//morava lá uma mulher / que se chamava Cecília;//  [IGR # 0165] #7616
  No alto daquela serra / está uma linda ermida,//tem uma devota dela, / toda da Virgem Maria;//  [IGR # 0165] #7604
  No alto daquela serra, / naquela serra mais alta//anda lá uma serrana / que é o estrago desta terra.//  [IGR # 0233] #7001
  No alto daquele ermo / está uma bela ermida,//está uma devota nela, / serva da Virgem Maria.//  [IGR # 0165] #7601
  No alto daquele monte, / no alto daquela ermida,//lá morava uma mulher / que se chamava Cecília.//  [IGR # 0165] #7603
  No arreventaras, María, / por el par del corazón,// siete hijas que has tenido, / n`el medio ningún varón//  [IGR # 0231] #889
  Nobardía, Nobardía, / qué se cuenta por España?// La vida del rey do Juan, / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006+0079+0020] #2377
  No cessando el casto Alfonso / de con loa moros lidiar,//una muy gran hueste dellos / la tierra le van a entrar.//  [IGR # 1530] #8496
  Nochebuena, Nochebuena, / la noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a los maitines se van//  [IGR # 0110] #3875
  Nochebuena, Nochebuena, / que es Pascua de Navidad,//cuando condes y condesas / a misa del gallo van.//  [IGR # 0159] #8615
  Nochebuena y Nochebuena, / noche la de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a misa de gallo van//  [IGR # 0110] #4115
  Noche de San Juan Bautista / muy resplandecida y clara//de lo que Pedro nació / de aquellas puras entrañas//  [IGR # 0472] #1953
  Noche escura y temerosa, / que la mano no se vía,// falleció un alma de un cuerpo, / para Santiago camina.//  [IGR # 0797] #1292
  Noche oscura y tenebrosa / de relámpagos y truenos//se pasea don Luis / desde la corte a su casa,//  [IGR # 0115] #2013
  Noches, noches, la mi madre, / noches son de enamorar,//Dando bueltas por la cama, / como el peje en la mar,//  [IGR # 0544] #2940
  No cimo dacala sarra / está `ma branca irmida;//`ma vezinha da porta, / a mai` parto qu` ala tinha,//  [IGR # 0165] #7605
  No dia dos torneios / passei por a mouraria,//ouvi cantar una mora / ao pé d`una fuente fría.//  [IGR # 0169] #2313
  No figueiral, figueiredo, / no figueiral, figueiredo, entrei,//atopei a tres meninas / tres doncellas atopei,//  [IGR # 9010] #8757
  No juegues, buen cazador, / no juegues con esa espada,//que va para siete años / que estoy en esta montaña,//  [IGR # 0169] #2557
  No lloréis por eso, madre, / que yo lo remediaría//el marido la mataba / y ella no lo merecía.//  [IGR # 0308.1] #3267
  --No me burlo, Serileldo, / que siento lo que te digo.//¡quién te pudiera traer / tres horas a mi almendrío!//  [IGR # 0023] #5784
  --¡No os llamo canalla vil / sólo porque os llaman godos, **2*y no ofender a Pelayo, / por agraviar a vosotros,//  [IGR # 1575] #8512
  --No quiera Dios ni la Virgen / ni la reina soberana//que a mi pobrecita madre / la trate de mal casada.--//  [IGR # 0075] #4525
  No quintal da Dona Ausência / `stá uma árvore bem plantada,//aquela que bulir / nela logo ficará ocupada.//  [IGR # 0159] #6079
  No reventarás, Manuela, / pol medio del corazón,// siete partos que has tenido, / pol medio ningún varón//  [IGR # 0231] #888
  --¿No sabes tú, doña Ana / no sabes, hermana mía,//que el duque de Alba se casa / con otra y a ti te olvida?//  [IGR # 0508] #5380
  No sé por dónde comenzar / a adorar a este ángel bello//si comience por los pies / o por su mata de pelo.//  [IGR # 0548] #9716
  Nós éramos doze irmãs / todas forradas de bronze;//deu o tanglo-manglo nelas, / não ficaram senão onze//  [IGR # 2956] #2925
  Nossa Senhôra da Lapa, / já lá fui, mai forte ca fraca.//S`ê atchara companhia, / `inda p`ra lá tornara//  [IGR # 2940] #2840
  Noticia te doy, don Bueso; / que doña Ana está parida.//--Hágame la cama, madre, / en la alta sala de arriba,//  [IGR # 0080] #5441
  No tiene heredero alguno / Alfonso, el Casto llamado;//a Carlo-Magno el de Francia / mensajeros le ha embiado//  [IGR # 1554] #8503
  Nublado hace, nublado, / la luna no parecía//las estrellas salen juntas, / juntas van en compañía,//  [IGR # 0413] #1962
  Nuevas te traigo, María, / nuevas pero son muy malas//que tu querido Francisco / malito queda en la cama,//  [IGR # 0193] #540
  Nueva triste, nueva triste / que sona por toda España,//que ese príncipe don Juan / está malo en Salamanca.//  [IGR # 0006] #2320
  Numa grande, bela herdade, / em riqueza e alegria,//o pai, cheio de bondade, / com seus dois filhos dividia.//  [IGR # 2689] #2637
  --Num quero as tuas filhas, / que me num combéim a mim//sóu p`ra cóndes / e marqueses, p`ra i-êssas pessôas assim.//  [IGR # 0113] #6273
  Nunca fuera caballero / de damas tan bien servido// como fuera Lanzarote / cuando de Bretaña vino://  [IGR # 0530] #1565
  O Alecrim bate à porta, / Mangerona: --Quem `stá aí? //--É Cravo, minha senhora, / que chegou agora aqui! //  [IGR # 0222+0168] #6870
  --Ó Bento, ó cruel Bento, / ó roubador maioral!//Derrubaste três castelos, / todos três em Portugal;//  [IGR # 0343] #6122
  O caçador foi à caça, / à caça, como soía;//os cães ja leva cansados / o falcão perdido havia.//  [IGR # 0164] #1569
  O conde das três Marias, / por ser o conde maior,//tinha ele duas filha / mais bonitas do qu` ó sol;//  [IGR # 0075] #7107
  O conde das três Marias, / por ser o conde maior,//tinha três meninas lindas, / todas lindas coma o sol.//  [IGR # 0075] #7109
  O conde das três Marias / tinha três filhas lindas como sol //Faustina, como mais velha, / de todas mais engraçada,//  [IGR # 0075] #7104
  O conde de la Flor, / por ser o melhor,//t`rês filhas que ele tinha, / lindas como o sol, //  [IGR # 0075] #7136
  O conde d` Ila Flor, / por ser o conde melhor, //de três filhas que ele tinha, / lindas como o mesmo sol, //  [IGR # 0075] #7137
  O conde Margarida / era um conde dos maiores;//e logo tinha três filhas / todas lindas como o sol.//  [IGR # 0075] #7112
  O cura está malo, / muy malito en cama//por la media noche / llamó a la criada.//  [IGR # 0177] #1700
  --Ó de casa! Ó de casa! / Ó de casa! Quem `stá aí?//--Eu sou Bernardo Francês, / as portas me vem a abrir.//  [IGR # 0222] #6883
  --Ó de casa, ó de casa, / ó de casa, quem `stá `i?//--Se és Bernardo Francês, / as portas te vou abrir;//  [IGR # 0222+0168] #6881
  . . . o es por venir a la guerra?//Ni es por padre ni es por madre, / ni es por venir a la guerra,//  [IGR # 0176+0168] #415
  --Ó filha, filha, vem cá, / vem ouvir doce cantar,//pescador nã pode ser, / só sirena de la mar.//  [IGR # 0720] #6537
  --Ó Grinaldo, ó Grinaldo, / ó Grinaldo, meu amigo,//quanto davas tu, Grinaldo, / para à noite brincar comigo?//  [IGR # 0023] #7160
  Oh Belerma, oh Belerma, / por mi mal fuiste engendrada,// que siete años te serví / sin de ti alcanzar nada;//  [IGR # 0042] #1607
  --Oh, ¿cuántas hijas tenéis?//--Si las tengo o no las tengo, / no las tengo para dar,/ /  [IGR # 0224] #4696
  Oh, ditosa da donzela, / oh, meu Deus, tal fora a minha!//Ela reza o seu rosário / duas, três vezes ao dia.//  [IGR # 0212] #7725
  Oh, gran Dios omnipotente / rey de la Norca Nurquía,//en ciudad de Barcelona / un matrimonio vivía,//  [IGR # 0217] #8665
  --¡Oh, malhaya la condesa, / que no lo sea de Dios!, //de nueve hijas que ha tenido / en ellas ningún varón.--//  [IGR # 0231] #4889
  Oh meu padre Santo António, / que das almas fostes Rei//nascestes da flor da palma, / para remédio da nossa lei.//  [IGR # 4003] #2132
  --Oh, minha mãe! faça a ceia, / que me quero ir deitar,//tenho uma aposta feita, / espero de a ganhar.//  [IGR # 0159] #6066
  Oh, Princesa de los Cielos / reverencian los altares!//Por aquí pasó la Virgen / un lunes por los lugares,//  [IGR # 0605.1] #9826
  --Oh, que guerras estão armadas / entre a França e Aragão,//ai de mim, que já estou velho, / não as posso vencer, não!//  [IGR # 0231] #7511
  --Oh, que guerras vão armadas / entre França e Aragão,//ai de mim que já estou velho, / não as posso vencer, não!//  [IGR # 0231] #7519
  --Oh, que guerras vão armadas / p`r` às bandas de Marvão,//ai de mim, qu` eu já sou velho, / nã as posso vencer, não!//  [IGR # 0231] #7515
  --Oh que linda rosa branca / naquele claro se passeia!//Se ela for de gente nobre / eu hei-de casar com ela,//  [IGR # 0032] #5947
  --Oh! que linda rosa branca / naquele prado se passeia.//S` ela é de gente nobre / eu hei-de casar com ela,//  [IGR # 0032] #5946
  Oh que linda rosa branca / naquele prado se passeia//S`ela é de gente nobre, / eu hei-de casar com ela;//  [IGR # 0032] #2604
  Oh, que lindos prados verdes, / cheios de robles cercados,//donde a pastorinha vai, / dando voltas ao seu gado,//  [IGR # 0329] #7754
  Oh que lindos prados verdes, / que linda romeira via!//Passou por ali um cavaleiro, / de amores a pretendia.//  [IGR # 0232] #6984
  Oh, que lindos prados verdes, / todos de rubro cercados!//Bem vi uma pastorzinha / dando voltas `ò seu gado.//  [IGR # 0329] #7751
  --Oh quem bate à minha porta, / oh quem bate ao meu postigo?! //Se é Bernardo Francês, / a porta l` eu vou abrir;//  [IGR # 0222] #6856
  --Oh! quem bate à minha porta? / Oh! quem bate, oh! quem está aí?//--São cravos, minha senhora, / e rosas vos trago aqui.//  [IGR # 0222+0168] #6902
  --Oh quem bate à minha porta, / oh quem bate, oh quem `stá `i!//--São cravos, minha senhora, / felores vos trago aqui.//  [IGR # 0222+0168] #6872
  --Oh quem bate à minha porta, oh quem bate, oh quem `stá `i?!//--São cravos, minha senhora, / rosas le trago aqui.//  [IGR # 0222+0168] #6865
  Oh qué pan más excelente / es el que amasó María//cuando la pobre mujer / tres días que no comía,//  [IGR # 0374] #188
  ¡Oh, quién tuviera la dicha / que Gerineldo ha tenido,//que en el palacio del rey / quince años le ha servido!//  [IGR # 0023] #5413
  ¡Oh rueda de la Fortuna!, / ¡oh, de la Fortuna rueda!//de vuelta y media que diste / me pusiste en esta tierra.//  [IGR # 0132+0818] #8219
  ¡Oh! rueda de la fortuna / que nunca te estabas queda.//De una rodada que has dado / me has traído a esta tierra.//  [IGR # 0132+0818] #5453
  Oh, rueda de la fortuna, / que nunca te vistes quieta//Una rodada que diste / me trujistes a esta tierra.//  [IGR # 0132] #351
  ¡Oh, rueda de la Fortuna, / y de la Fortuna rueda!//por vuelta y media que diste / me sacasti de mi tierra.//  [IGR # 0132+0818] #8220
  Oh Valencia, eh Valencia / Oh Valencia valenciana// un tiempo fuiste de moros, / y ahora eres cristiana://  [IGR # 0045] #1543
  Oh Valencia, oh Valencia, / oh Valencia valenciana,// pimero fuisteis de moros / que de cristianos ganada;//  [IGR # 0045] #642
  Oh Valencia, oh Valenzuela, / de fuego seáis abrasada,//que antes fuistes de moro / que de cristianos ganada//  [IGR # 0045] #3000
  Oí cantar a una mora / al pie de una fuente fría//--Quítate de ahí, mora bella, / quítate de ahí, mora linda,//  [IGR # 0169] #566
  Oid todos, mis amigos, / estando en buen lugar,// dormí con la mejor chica / que en España come pan.//  [IGR # 0159] #738
  Oigan ustedes, señores: / no puede mi lengua clara//para explicar una historia / de lo que pasa en España,//  [IGR # 0196] #8677
  Oiga usted buen caballero, / ¿a mi marido no vio?//--Señora, no lo conozco, / déme su seña y vestido.//  [IGR # 0113] #5306
  --Oiga usted, señor soldado, / que viste traje café,//¿no oyó hablar de mi marido / por la guerra alguna vez?//  [IGR # 0113] #5303
  --Oila, oila! Quem está aí? / . . . //--É Bernal Francês, senhora. / --A porta vou abrir.//  [IGR # 0222+0168] #6889
  O imperador de Roma / tem uma filha bastarda; //seu pai queria meter freira, / ela queria ser casada. //  [IGR # 0161] #7203
  O imperador de Roma / tem uma filha bastarda, //a quem tanto quer e tanto / que a traz mui` malcriada. //  [IGR # 0161] #7199
  O imperador de Roma / tem uma filha galharda; //ela de bonita que era / a todos lhe punha chata.//  [IGR # 0161] #7206
  --Ó Laurinda, ó Laurina, / és tão linda com` o sol;//deixa-me dormir contigo / na dobra do teu lençol.//  [IGR # 0234] #6943
  --Olha p` ra o meu cavalo branco / que já vai a vermelhejar,//vai-me chamar um padre / que me quero confessar.//  [IGR # 0153] #6572
  --Ó Lizarda, ó Lizarda, / oh! quem contigo dormira,//uma noite, nada mais, / que felicidade era a minha!//  [IGR # 0159] #6038
  O lunes por la mañana / cojo (l)os buey(e)s y me voy á arada;// en el medio del camino / se me olvidó la guillada.//  [IGR # 0436] #1293
  O Maio, era no Maio, / no tempo da Primavera,//quando el rel D. Alonso / mandava quintá` la terra.//  [IGR # 0176] #6468
  O Maio, era por Maio, / e ó Abril, na Primavera,//lá se vai o capitão / com seus soldados . . . guerra.//  [IGR # 0176+0168] #6463
  O Maio, era por Maio, / pela linda Primavera,//lá se vai um capitão / com seus soldados p`ra a guerra. //  [IGR # 0176] #6465
  O mal d` amores não tem cura, / que é um mal desesperado,//  [IGR # 0101] #6511
  O marquês tinha três filhos, / três filhos tinha o marquês,//o rei os mandou chamar, / cada um por sua vez.//  [IGR # 0440] #6203
  O marquês tinha três filhos, / três filhos tinha o marquês.//rei os mandou chamar / cada um por sua vez://  [IGR # 0092] #2655
  --Ó menina da mantilha, / guarde-me esse lindo rosto,//que eu vou para a minha terra, / em vindo caso convosco.//  [IGR # 0110] #6453
  --Ó meu pai, já era tempo / de vós me dar um marido.//Por vergonha não no peço, / de boa vontade lhe digo.//  [IGR # 0503] #6716
  O meu vestidinho novo, / d`azul agaloado,//eu peguei na minha espada, / fui-me passear ao adro.//  [IGR # 2973] #2753
  --Ó minha mãe, eu fiz uma aposta, / . . . //à ponta da minha espada / ou hei-de perder ou hei-de ganhar,//  [IGR # 0159] #6092
  --Ó minha mãe, minha mãe, / que eu morro sem confissão,//que os olhos de D. Marcos / são de mulher, de homem não.//  [IGR # 0231] #7527
  --Ó minha mãe quem pudesse ir / à minha hortinha do vale!//--Ó filha, se tu quisesses, / quem t` havera a ti `storvar?//  [IGR # 0153] #6582
  --Ó minha mãezinha, / nem tanto dormir,//venha ouvir o cego / a cantar e a pedir.//  [IGR # 0189] #7025
  Ó mouro, que vais pra guerra, / traz de lá uma cativa;//não quero da mais pior, / quero uma que me silva.//  [IGR # 0136] #5807
  --Ó mouro, se fores à caça, / traze de lá uma cativa,//que seja de bom sangue, / senhora de mais valia.--//  [IGR # 0136] #6189
  --Ó mouro, se vais à caça, / traz-me uma criada cativa,//que não seja de lavrador / nem de gente de vilania,//  [IGR # 0136] #6181
  O mundo em que nós vivemos / em seis dias Deus formou;//das trevas densas da noite / mar e terra separou.//  [IGR # 2688] #2302
  --On aneu, Mare de Déu, / on aneu tan apressada?//--Aquí baix en un poblet / una dona m`hi demana.//  [IGR # 2703] #7915
  --Onde vai a Belassena, / desta manhã de geada?//--Quer tu visses, quer não visses, / a meu pai não digas nada.//  [IGR # 0159] #6081
  Onde vais, Afonso Doce, / o que faz tu por aqui?//Vou à procura de Iracema, / que há tempo que não a vi.//  [IGR # 0168.1] #2677
  --Onde vais, ó Madassena, / com esta manhã de neve,//teu cabelo penteado, / teu coração tão alegre?//  [IGR # 0159] #6060
  Ondinhas do mar abaixo, / ondinhas do mar acima,//vai a triste duma alma / dando vozes qu` aturdia;//  [IGR # 0797] #7791
  O nosso rei D. João, / aviso mandou p`r`ó mar,//que se preparasse o conde, / para à noite vogar.//  [IGR # 0112] #5975
  On s`estava lo rei turc/a la ciutat de Granada// passejant-se per defora/que per dedins no gosava;//  [IGR # 0045] #3696
  --Ó Palomba, ó Palombinha, / não soubeste apalombar,//hoje vão cortar a lenha / e amanhã te vão queimar.//  [IGR # 0159] #6050
  O povo, aflito de sede, / ao céu clamava por água.// Adiante vai Moisés / com a sua vara alçada;//  [IGR # 2854] #2932
  O primeiro é ouvir missa, / eu nunca fiquei sem ela;//só daquela vez, menina, / que eu `stive à tua janela.//  [IGR # 2886] #2905
  --O que fazes, soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Se t` alembra pai ou mãe, / ou alguém da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6504
  O que joga e não perde, / prazer é vê-lo jogar.//--D` apostado tenho, madre, / minhas armas nem punhal,//  [IGR # 0255] #7457
  --Ó quem bate à minha porta, / ó quem bate e quem `stá aí? //--Cravo roxo, minha senhora, / Rosa Branca, venha aqui.//  [IGR # 0222+0168] #6860
  O que tens, ó Juliana, / qu`estás tão triste, a chorar?//É verdade, ó minha mãe, / que o D. Jorge vai casar.//  [IGR # 0172] #2722
  --O, que tés, o Xuliana / que estas disposta a chorar? //--Miña nai, é por don Xorxe / que con outra vai casar.//  [IGR # 0172] #8013
  Ora da nau Catrineta, / dela vos quero contar,//sete anos e mais um dia / andou nas águas do mar.//  [IGR # 0457] #7771
  O rei tiña tres fillas / mais blancas que a plata fina;//namorouse da mais nova, / que lle chaman Aldina.//  [IGR # 0075] #4945
  --Ó Ricardo, ó Ricardo, / retrato da minha alma,//se tu deves alguma cousa / a alguma moça honrada!//  [IGR # 0006] #5935
  --Ó Silvana,ó Silvaninha, / ó filha minha,//bem podias tu, Silvana, / brincares comigo um dia.//  [IGR # 0075] #7098
  Os mouros me cativaram, / entre a paz e a guerra,//me levaram a vender, / para Argelim, que é sua terra.//  [IGR # 0443+0317] #6215
  O sol já deu na vidraça / resplandeu no claro dia;//o que não sabia ninguém / nem gente na corte sabia,//  [IGR # 0095] #7283
  Os que jogam e não perdem, / regalo é vêlos jogar.//--`Postado tenho, madre, / minhas armas, meu punhal,//  [IGR # 0255] #7458
  Ou na cidade de Roma / ou na cidade romana,//nasceu uma criatura, / Catarina se lhe chama.//  [IGR # 0126] #7588
  O vento, ó cruel vento, ó roubador maioral//Derrubaste as três igrejas mais nobres de Portugal.//  [IGR # 0343] #2268
  Ó vento, ó cruel vento, / ó vento, ó ladrão maioral,//roubaste três igrejas, / as melhores de Portugal.//  [IGR # 0343] #2620
  Óyeme, mi paje Diego, / que de ti estoy namorada//que me muero por tu amor / y tú no me sabes nada.//  [IGR # 0781] #2009
  Oy, qué rueda de fortuna, / oy qué rueda de fortuna,//si no te cansas de andar, / de dar vueltas a mi reja;//  [IGR # 0132] #8836
  Pa` Belén camina / una niña ocupada//hermosa en cuanto bella, / un viejo en su compaña.//  [IGR # 0710] #8257
  --Padre cura, mi marido / me quiere pisar el pie.//--Déjalo que te lo pise / si te da bien de comer.//  [IGR # 0461] #3166
  Padre cura mi marido / me quiere pisar el pie//Déjalo que te lo pise / si te da bien de comer.//  [IGR # 0461] #3113
  Padre nuestro mayor, / sangre de Nuestro Señor;//los ángeles van al cielo, / todos van en procesión.//  [IGR # 0034.3] #1776
  Paeándose la Carmela / por una salita alante//con los dolores de parto / sin poderse sujetarse.//  [IGR # 0153] #500
  Palabra de amor se tratan / un galan y una doncella//Él le promete, si vive, / que se ha de casar con ella;//  [IGR # 0209] #3442
  Palabra de firme amor / que uno y otro se tenían,//tan firme y tan verdadera / que olvidarse no podían.//  [IGR # 0217] #5551
  --Palomba, ó Palombinha, / mal soubeste apalombar,//hoje te cortam na lenha / e amanhã te vão queimar.//  [IGR # 0159] #6027
  --Palomba, ó Palombinha, / mal soubeste palombar,//hoje te vão talhar a lenha, / amanhã te vão queimar.//  [IGR # 0159] #6031
  Palomba, ó Palombinha, / mal te soubeste apalombar;//de dia te cortam a rama / e à noite ta vão queimare.//  [IGR # 0159] #2251
  --Palombinha, ó Palombinha, / que mal soubestes a palombar!//hoje te cortam a rama / e amanhã te vão queimar.//  [IGR # 0159] #6043
  --Papá, si me dejas ir / un poquito a la alameda//con las hijas del Merino, / que llevan rica merienda.--//  [IGR # 0826] #8254
  Papeles son papeles, / cartas que el sargento lleva,//lleva doscientos soldados / de la marca de su tierra.//  [IGR # 0176+0168] #5557
  Para Belén camina / una niña ocupada//hermosa cuando bella, / un viejo en su compaña.//  [IGR # 0710] #2043
  Para Belén camina / una niña ocupada//hermosa cuanto bella, / un viejo la acompaña.//  [IGR # 0710] #8258
  Para cuantos años, conde? / --Para tres y nada más;//si a los tres años no vengo, / princesa, te pués casar.--//  [IGR # 0023+0110] #4264
  --¿Para dónde vas, Alfonso López? / --Yo voy para el jardín,//en busca de Merceditas, / que ayer tarde la perdí.//  [IGR # 0168.1] #5035
  --¿Para dónde va usté, señora, / para dónde, pobre de ti?//--Voy en busca de mi marido / que hace tiempo lo perdí.//  [IGR # 0113] #5313
  Para eso sodes, Gaiférez, / para los dados jugar// no sois pa buscar a Melisendra / que en poder de moros está//  [IGR # 0151] #709
  Para ir el rey a caza / de mañana ha madrugado.//Entró donde está la reina / sin la haber avisado;//  [IGR # 0426] #3677
  Para que lo sepas, niña, / son virtudes soberanas,//y si me escuchas atenta / te diré en breves palabras://  [IGR # 2991] #9752
  Para tomar de tu tío, / el rey Alfonso, vengança,//sale corriendo Bernardo / por las riveras de Arlança,//  [IGR # 0297] #8489
  Pare su dorado carro / el rubicundo. planeta,//la luna tenga su nivel / y las errantes estrellas.//  [IGR # 5142] #3578
  Parou o cavaleiro / junto da fonte ensombrada,//a dar de beber ao cavalo / quando vinha da caçada.//  [IGR # 0164+0100] #7250
  Partiram os três reis magos / das partes do Oriente,//guiados por uma estrela, / ver a Deus omnipotente.//  [IGR # 0770] #2780
  Partiu-se o conde da Arcella / p`r` uma grande romaria,//donde foram descansar / em uma praia mui fria.//  [IGR # 0136] #6190
  Pasa el conde y la condesa / los dos van por un camino// La condesa iba en su mula, / y el buen conde en su rocino.//  [IGR # 0338] #9586
  Pasando mayo por mayo, / según lo cuenta la historia//se ha encontrado un general, / si hay alguno de gran fuerza,//  [IGR # 0176+0168] #408
  Paseaba doña Algora / por su palacito real,//con los dolores de parto / que la hacían suspirar./ /  [IGR # 0153] #4785
  Paseaba el conde Linos / la mañana de San Juan//a dar agua su caballo / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8417
  Paseaba el conde Luna / la mañana de San Juan,// a dar agua a su caballo / en las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #780
  Paseaba el conde, madre, / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9732
  Paseaba el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8424
  Paseaba el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9129
  Paseaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5774
  Paseaba el conde Olivo / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.//  [IGR # 0049] #9744
  Paseaba el hijo `el conde / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9235
  Paseaba el hijo `el conde / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9179
  Paseaba el vizconde / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9241
  Paseaba Fernandito / por las orillas del mar.//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar.//  [IGR # 0049] #8450
  Paseaba la viudita / por el mar y por la arena//con dos hijas que tenía, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #146
  Paseaba Marcelino / la mañana de San Juan//a darle agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9728
  Paseábase Carmela / por una salita alante//con sus dolores de parto / y el corazón se la parte.//  [IGR # 0153] #490
  Paseábase don Juan / por su regalado huerto;//pasa por allí el demonio, / como siempre está despierto.//  [IGR # 0166] #8663
  Paseábase el buen conde / todo lleno de pesar,// cuentas negras en sus manos / do suele siempre rezar;//  [IGR # 0635] #1531
  Paseábase el buen Sidi / por la su sala garrida,//libro de oro en la su mano / las oraciones leía;//  [IGR # 0635] #8814
  Paseábase Elisada / por sus altos corredores//y el conde del Montealvar / quiso tratarla de amores.//  [IGR # 0159] #155
  Paseábase el rey moro / mañanita de San Juan//fue a dar agua a su caballo / y a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9145
  Paseábase el rey moro / por la ciudad de Granada// desde la puerta de Elvira / hasta la de Vivarambla.//  [IGR # 0040.6] #1486
  Paseábase Güeso / por toda Sevilla,//espada de oro en mano / tan bien que le brilla.//  [IGR # 0093] #8824
  Paseábase Güezo / por toda Sevilla,//espada de oro en mano / también quien le envía.//  [IGR # 0093] #8825
  Paseabase Lisarda / por los altos corredores//cobijada con el manto / que le arrastran los galones.//  [IGR # 0159] #3768
  Paseábase Marbuena / de la sala al ventanal,//dolores de parto tiene / que la hacen arrodillar,//  [IGR # 0153] #5467
  Paseábase Marbuena / del salón al ventanal,//dolores de parto tiene / que no puede sosegar,//  [IGR # 0153] #5470
  Paseábase Narbola / por su palacio real,// le dan dolores de parto / que le hacen arrodillar;//  [IGR # 0153] #1120
  Paseaba una señora / por una estrechita senda//con dos hijas que tenía, / Blancaflor y Pulidena.//  [IGR # 0184] #148
  Paseaba un caballero / la mañana de San Juan//a der agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9142
  Paseaba un caballero / por las orillas del mar.//Mientras el caballo bebe / Marcelino echa en cantar,//  [IGR # 0049] #9223
  Paseando estaba Silvana / no xardin çu`o rey lle tiña,//levaba corona d`ouro / vestido de plata fina.//  [IGR # 0005] #8752
  Paseándome en Sevilla, / mozo galán y alentado//para quitarme la barba / no tuve siquiera un cuarto.//  [IGR # 0698] #610
  Paseándose anda Celinos / por su palacio de real;//viniera el conde de misa, / la condesa mala está.//  [IGR # 0311] #4836
  Paseándose anda doña Ángela / por el palacio real,// dolores le dan de parto / que la hacen arrodillar,//  [IGR # 0153] #1125
  Paseándose anda el morito/por las sendas de Granada;// mirándose anda a Valencia,/que estaba muy bien cercada://  [IGR # 0045] #3685
  Paseándose anda Narbola / por los palacios de Trena,// trae dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #1097
  Paseando se anda Narbola / por su palacio real,// dolores le dan de parto / que le hacen arrodillar.//  [IGR # 0153] #1119
  Paseándose anda Silvana / por la su huerta florida,// el pícaro de su padre / de una ventana la mira.//  [IGR # 0005] #1071
  Paseándose anda Silvana / por su sala de allá arriba,// maldiciendo padre y madre / y a quien sus hijos quería.//  [IGR # 0005] #1075
  Paseándose Carmela / por una salita alante//la dan dolores de parto / que el corazón se la parte.//  [IGR # 0153] #484
  Paseándose está doña Ana / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas / Blancaflor y Felomena.//  [IGR # 0184] #3738
  Paseándose está doña Ana / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3623
  Paseándose está María Do / entre la paz y la guerra//con sus dos hijas que tiene / Blancaflor y Felomena.//  [IGR # 0184] #3626
  Paseándose está Sildana / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3632
  Paseándose iba morillo,/morillo por la calzada;// mirando a Valencia/como está tan bien circada//  [IGR # 0045] #3681
  Paseándose va morillo,/morillo por la calzada;// mirando vai a Valencia/como está tan bien circada;//  [IGR # 0045] #3682
  Paseándose va Sildana / por su corredor afuera//con sus dos hijas al lado / Blancaflor y Felomena.//  [IGR # 0184] #3618
  Paséase bien, pasea, / mi señora caballera;//me agarraba por la mano / y me metió pa`su cueva.//  [IGR # 0233] #7408
  Pasease el conde Linos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #8432
  Paséase la serrana / por alta Sierra Morena;//lleva los manteos cortos / para andar a la ligera.//  [IGR # 0233] #7438
  Paseóse el conde Niño / a las oriltas del mar//dando a beber sus caballos, / el conde cantaba un cantar.//  [IGR # 0049] #9100
  . . . / pasé por la morería// oí cantar a una mora / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #9475
  Pasé un día / por una morería //(Había una morerita lavando . . . )//  [IGR # 0169] #2559
  Passaba dona Silbana / por um corredor um dia,//tocando guitarra de ouro / e muito bem que a tangia! //  [IGR # 0005] #7079
  Passeábase Güeso / lunes de mañana//aleara sus armas / fuérase a la caça.//  [IGR # 0080] #4816
  Passeava Alvoradinha / debaixo dum olival,//davam-lhe as dores de parto / que a faziam ajoelhar.//  [IGR # 0153] #6589
  Passeava dona Helena, / da sala para a cozinha,//a sogra lhe perguntava / a dona Helena que tinha.//  [IGR # 0153] #6587
  Passeava dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando na sua guitarra / o melhor que sabia.//  [IGR # 0503] #6704
  Passeava-se a Silvana / pelo corredor acima; //Viola de oiro levava, / oh, que tão bem a tangia!//  [IGR # 0005+0075] #7074
  Passeava-se Silvana, / por um corredor acima,//seu pai estava mirando, / paços donde ela vivia.//  [IGR # 0005+0004] #5921
  Passeava Silvaninha / pelo corredor acima;//levava viola d`oiro, / oh que tão bem a tangia//  [IGR # 0005+0075] #2733
  Passejant-se està Briana / por una sala muy grande,// pentinant sa cabellera / rentando sa blanxa cara,//  [IGR # 0446] #9563
  Passeóse Güeso / por toda Sevilla,//tomó espada en mano / fue a rondar la villa.//  [IGR # 0080] #4822
  Pastora que nesses montes, / nesses montes e montanhas,//pastora que nesses montes / dirige um tagalho de cabras,//  [IGR # 0214] #7730
  Pastora que por el monte, / por el monte guardas cabras//al pie de un verde oliva / se ha sentado un mañana,//  [IGR # 0214] #256
  Pastorinha, pastora, / donde deixaste o teu gado?//Deixei-o naquela serra, / à sombra do verde prado.//  [IGR # 2948] #2885
  --Pastor, que andas por la sierra /pastoriando tu ganado,//si te casaras conmigo, /salieras de esos cuidados.//  [IGR # 0191] #3497
  --Pastor que duermes en sierra / entre peñas y peñones,// llega una zagala y dice / si quería ser casado//  [IGR # 0191] #9402
  Pastor, que estás avezado / a dormir entre turrones//si te casarás conmigo, sí, sí, / durmirás en mis colchones. Adiós.//  [IGR # 0191] #3331
  Pastor que estás en el campo//durmiendo en esos terrones,//  [IGR # 0191] #45
  Pastor, que estás en el campo / durmiendo sobre un porrito,//si te casaras conmigo, si, si, / durmiera(s) en un colchoncito, y adiós.//  [IGR # 0191] #3035
  --Pastor, que estás en la sierra / de amores tan retirado,//yo quisiera preguntarte / si tú quieres ser casado.//  [IGR # 0191] #3495
  Pastor, ¿qué haces en el campo / durmiendo sobre la paja? / Si te casaras conmigo. / {I}¡Sí, sí!//  [IGR # 0191] #8841
  Pedín licencia ao rei, / e non ma quixo dar;// pedina á reina, / i díxome otro tal;//  [IGR # 0559] #1139
  Pedro e João Tiago, / dormindo estais descansados.//Lá vejo vir a Judas, / Judas vem acompanhado.//  [IGR # 2872] #2790
  Peinando estaba la reina / su hermosa cabellera.//El rey, por burlar con ella, / el bel le ha apretado.//  [IGR # 0426] #9578
  Pela jura que juraste / ao nosso pai Abraão,// mandamentos que fizeste / nos campos de Morião.//  [IGR # 0201] #2633
  Pela noite de Natal, / noite de tanta alegria,//caminhando vai José, / caminhando vai Maria.//  [IGR # 0812] #2777
  Pel` aquela serrinha / alta linda romeira venia,//sua saia leva baixa, / na erva lhe reprendia,//  [IGR # 0232] #6986
  --Pelas portas do castelo, / heid`eu roubá` la cidade.//Cavalheiro d` armas brancas / viste-lo por `qui passar?//  [IGR # 0150] #6000
  Pelea el uno, pelea el otro, / Celinos debajo cae,//--Por Dios te pido, buen conde, / no me acabes de matar.//  [IGR # 0311] #4834
  Peleime con mi esfuegra / apreciar el ajuar,//  [IGR # 0559] #8708
  Peleime con mi suegra / al preciar del axugar,//tomé mi capica al hombro, / fuime a rodear la mar.//  [IGR # 0559] #8707
  Peleime con mi suegra, / al preciar el axugar.//Tomé mi capica al hombro, / fuime a porto de mar.//  [IGR # 0559] #8706
  Pensativo estaba el Polo, / malo y de malenconía,//comidiendo iba y pensando / en su gala y valentía//  [IGR # 0485+0469+0138] #8793
  Pensativo estaba el Polo, / malo y de melancolía//come bien y vai pensando / en su galo y valentía,//  [IGR # 0485] #3423
  Pensativo estaba Polo, / malo y de melanconía,//todo lo que gana en un año / se le va en un día,//  [IGR # 0485+0469+0138] #7812
  Pepete da buenos pases / Gallito remolinetes//y en medio de la plaza / grita la gente//  [IGR # 0467] #9642
  Periquín andaba llocu / por buscas` una madama//hallóla guardando gochus, / xunto a una linda cabaña;//  [IGR # 0871] #8246
  Per mayo, y mayo era, / per tempo de Primavera,//cuando el rey D. Fernando / echó quintos per la tierra.//  [IGR # 0176+0168] #6470
  --Per què no us caseu, don Jaume? / per què no cerqueu muller?--// Si n`hi ha una fadrineta / que pare i mare no té,//  [IGR # 0148] #4509
  Per un camí ral anava / un home mort [hi] encontrat://Si`l pujo dalt de la vila / diran que jo l`hi matat.//  [IGR # 2701] #6372
  Petita le n` en casada / la hija de un caballé,//de tan petita qu` en era / no s` en sa calsá n` vestir.//  [IGR # 0148] #4479
  Petita l`han casada, / la niña del Carmesí//de tan petiteta que era / no se`n sap calçar i vestir.//  [IGR # 0616] #9787
  Petiteta l`han casada / la filla del mallorquí,//de tan petita que n`era / no se`n sap calcar i vestir.//  [IGR # 0616] #4507
  Piden quintas, vienen quintas, / por España y Portugal//y llevan a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4299
  Pinheirinho, pinheirinho, / pinheirinho tão gentil,//quantas aves há no céu, / todas vêm falar a ti.//  [IGR # 0113] #2664
  Piso oro, piso plata / piso la calle del rey;//que me han dicho en el camino / cuántas hijas tiene usted.//  [IGR # 0224] #8830
  Poble de Llançà / poble molt alegre!//  [IGR # 1061] #9800
  Pola veiga de Granada / el-rei moiro passeiava,//de sua lança na mão, / com que pássaros matava.//  [IGR # 0040.6] #2626
  Polidora se pasea / toda una cala adelante// con dolores de parir / que da lástima escucharle.//  [IGR # 0153] #9529
  --Polo mundo me vou, madre, / polo mundo a camiñare//en busca de Bernaldino / que non-o podo atopare.//  [IGR # 0720] #8737
  Pongan atención, señores, / lo que les voy a explicar,//el caso de una señora / y un cumplido militar.//  [IGR # 5012] #9060
  Por alta sierra Morena, / por alta sierra Morena,//se pasea una serrana / alta, rubia y colorada./ /  [IGR # 0233] #7308
  Por amar una donzella / de aquí de este luar,//yo la amo ya la quero, / ella no me quere havlar.//  [IGR # 0720] #8040
  Por aquela serra acima / linda romeira venia,//cavaleiro vai `trás dela, / alcançá-la não podia;//  [IGR # 0232] #6985
  Por aquela serra acima / vai uma fermosa donzela;//vestido leva de seda, / bordado de primavera;//  [IGR # 0192] #7717
  Por aquela serra acima / vai uma rica donzela;//vai vestidinha de branco, / toda a virtude vai nela//  [IGR # 0192] #7720
  Por aqueles campinhos / linda romeira venia;//sua saia leva baixa, / as ervas a reprendiam;//  [IGR # 0173] #7637
  Por aqueles campinhos verdes / linda romeira venía,//a saia levava baixa, / as ervas a reprendiam.//  [IGR # 0232] #2731
  Por aqueles campos verdes / linda romeira venia; //Cavalheiro vai `trás dela, / alcançála não podia.//  [IGR # 0232] #6992
  Por aqueles campos verdes / linda romeira venia;//sua saia leva baixa, / nela a erva se prendia.//  [IGR # 0232] #6993
  Por aqueles montes verdes / uma romeira descia;//tão honesta e formosinha / não vai outra à romaria.//  [IGR # 0232] #6994
  Por aqueles prados verdes / linda romeira venia;//seu vestido era baixinho / e a erva lho reprendia.//  [IGR # 0232] #6991
  Por aquella cuesta abajo, / por aquella cuesta arriba,// por aquella cuesta abajo / un pastorcito venía.//  [IGR # 0197] #1369
  Por aquella sierra arriba / caminaba don García// en busca de la su esposa, / tres días ha que no la vía.//  [IGR # 0183] #859
  Por aquella sierra llana / se pasea Dios sagrado;//lleva en su mano derecha / la corona y cuatro clavos.//  [IGR # 0034.3] #4432
  Por aquel lirón abajo / un lindo pastor bajaba;//trae en su mano derecha / una tal mortal herida,//  [IGR # 0344] #4870
  Por aquel lirón arriba / lindo pastor va llorando,//con el agua de sus ojos / el caballo iba mojando,//  [IGR # 0344] #9747
  Por aquellos altos montes, / por aquellas altas sierras,//se pasea una serrana, / una serrana se pasea,//  [IGR # 0233] #7358
  Por aquellos campos verdes, / por aquellas praderías//una doncella pasaba, / una doncella venía;//  [IGR # 0232] #3233
  Por aquellos campos verdes / se pasea una doncella//blanca y rubia y colorada, / relumbra como una estrella.//  [IGR # 0032.1+0098.1] #8287
  Por aquellos campos verdes / se pasea una romera//blanca rubia y colorada / reluce como una estrella,//  [IGR # 0192] #3251
  Por aquellos campos verdes / una muchacha venía,//viste saya sobre saya / y jubón de cotonía,//  [IGR # 0232] #5500
  Por aquellos prados verdes, / por aquellas praderías// bajaba la Melinesa, /mi Dios, que bien parecía,//  [IGR # 0232] #978
  Por aquellos prados verdes / se paseaba una niña,// con el pie pisa la rosa, / con la mano la cogía,//  [IGR # 0232] #974
  Por aquel portillo abierto / que en jamás le vi cerrado, //camina la Virgen pura / en busca de su Hijo amado,//  [IGR # 1537.1] #4926
  Por aquel portillo abierto / que jamás lo vi cerrado//vide entrar un pendón negro / y detrás un colorado,//  [IGR # 0034.1+0502.1] #9468
  Por aquel portillo abierto / que nunca se vio cerrado//camina la Virgen pura / en busca de su hijo amado.//  [IGR # 1537.1] #5740
  Por aquel postigo viejo, / que nunca fuera cerrado,// vi venir pendón bermejo / con trescientos de caballo://  [IGR # 0034] #1439
  Por aquel pradito verde / una doncella camina//con el pie pisa la yerba, / con el calcañar la trilla,//  [IGR # 0456] #8114
  Por aquel pradito verde / una doncella camina//vestida de colorado, / calzado de bota fina.//  [IGR # 0232] #3295
  Por aqui passou a Senhora, / por seu filho prècurava://Vísteis por aqui o ninho / desta mulher magoada?//  [IGR # 1537.1] #2793
  Por cuántos meses va el conde / por cuántos meses se va?//--No puedes contar a meses, / por años has de contar;//  [IGR # 0110] #4076
  Por Dios te pido, ermitaño, / por Dios y Santa María,// que me confieses a este hombre / que llevo en mi compañía.//  [IGR # 0020] #628
  . . . Por dois anos vais, Rodrigues, / p`ra fora do meu reinado.//  [IGR # 0003] #2599
  --¿Por dónde me voy ahora / para no ser conocido?//--Vete por esos jardines / a coger rosas y lirios.//  [IGR # 0023+0110] #3782
  Por el alto de la sierra / iba una serrana bella//con su pelo bien trenzado / debajo de su montera./ /  [IGR # 0233] #4788
  Por el camino de Holanda / iba un fraile motilón//se encontró con dos doncellas / y al mesón se las llevó.//  [IGR # 0612] #2033
  Por el camino del cielo / cuatro caballeros van;//uno es el señor San Pedro / y otro es el señor San Juan,//  [IGR # 0679] #1642
  Por el jardín de las damas / se passea el rey Rodrigo//por alargar la cadena / a un pensamiento rendido.//  [IGR # 0570] #9342
  Por el mes era de mayo / cuando hace la calor,// cuando canta la calandria, / y responde el ruiseñor,//  [IGR # 0078] #1527
  Por el mes era de mayo, / cuando haze la calor,//cuando canta la calandria / y responde el ruiseñor,//  [IGR # 0078] #7546
  Por el rastro de la sangre / que Durandarte dexava,//caminava Montesinos / por una áspera montaña.//  [IGR # 1537] #8896
  Por el rastro de la sangre / que Jesucristo derrama,//camina la Virgen pura / en una fresca mañana.//  [IGR # 1537.1] #5072
  Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado,//camina la Virgen pura / en busca de su hijo amado.//  [IGR # 1537.1] #5084
  Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado,//iba la Virgen María / buscando a su hijo amado.//  [IGR # 1537.1] #5074
  Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado//iba la Virgen María / buscando a su hijo amado;//  [IGR # 1537.1] #2081
  Por el rastro de la sangre / que Jesús iba dejando//iba la Virgen María / por su hijo preguntando.//  [IGR # 1537.1] #8293
  Por el río de Garganta / se pasea una doncella,//con una vara y media de hombro / y una cuarta de muñeca.//  [IGR # 0233] #7448
  Por el Val de las Estacas / pasa el Cid al mediodía//en su caballo Babieca, / muy gruesa lanza traía.//  [IGR # 0037] #3216
  Por el Val de las Estacas / va Rodrigo al mediodía;//va relumbrando sus armas / como el sol de mediodía.//  [IGR # 0020] #3329
  Por ese portillo abierto, / que en jamás se habrá cerrado//camina la Virgen pura / en busca de su hijo amado.//  [IGR # 1537.1] #433
  Por esos campos de arriba / se paseaba una romera//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #8146
  --Por esse lindo cabelo, / menina, te conhecerão.//--Dême cá umas tesoiras, / veráo ir para o chão. //  [IGR # 0231] #7502
  Por estos campos arriba / hay una hierba muy mala//y la mujer que la pise / pronto queda embarazada.//  [IGR # 0469] #1747
  Por la baranda del Cielo / se pasea una zagala//vestida de azul y blanco, / que Catalina se llama.//  [IGR # 0126+0180] #3440
  Por la calle de Amargura / iba la Virgen llorando,//una mujer encontróse / toda vestida de blanco.//  [IGR # 1537.1] #3269
  Por la calle de la Truena / se paseaba la reina//con sus dos hijas del brazo / Blancaflor y Jesusmena.//  [IGR # 0184] #4524
  Por la calle de su dama / paseando se halla Zaide,//aguardando que sea hora / que se asome para hablalle.//  [IGR # 0091] #8389
  Por la ciudad de Granada / el rey moro se pasea,// desde la puerta de Elvira / llegaba a la Plaza Nueva.//  [IGR # 0040.7] #1487
  Por la ciudad de Madrid / se paseaba un caballero;//pasó una mujer mundana / estss palabras diciendo;//  [IGR # 0166] #5540
  Por la florida ribera / se pasea doña Manuela//con dos hijas a la mano, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3240
  Por la mañana un domingo / fui a misa con mi madre,//me he encontrado a una mujer / que me ha parecido un ángel.//  [IGR # 0203] #3150
  por la noche / . . . //Perico preguntando por Carmela, / por Carmela de Olivares.//  [IGR # 0153] #502
  Por la parte donde vido / más sangrienta la batalla,//se metía Montesinos / lleno de angustia y saña;//  [IGR # 0251] #8895
  Por la plaza de Bembirre / se pasea un arriero//buen zapato y buena media / buen bolsillo con dinero//  [IGR # 0134] #3338
  Por la raya de Presencio / se pasea una serrana;//tenía el pelo rizado / y era blanca y colorada; //  [IGR # 0233] #7370
  Por la sala de Altamara / iba la linda Altamara//más derechita que un sol, / relumbra como una espada.//  [IGR # 0140] #466
  Por la sala de Altamar / iba la linda Altamara//derechita como un sol, / reluce como una espada.//  [IGR # 0140] #468
  Por la sala de Altamar / iba la linda Altamira//más alta que un pino es, / reluce como una espada.//  [IGR # 0140] #454
  Por la sala de Altamor / iba la dueña Altamara://Ella es alta como un pino, / relumbra como una espada.//  [IGR # 0140] #7988
  Por la sala ultramarina / iba la niña Ultramara//derechita como un pino, / relumbra como una espada.//  [IGR # 0140] #455
  Por las almenas del cielo / se paseaba una romera//blanca bella, encarnadina, / hermosa como una estrella.//  [IGR # 0032.1+0098.1] #8288
  Por las almenas del Toro / se pasea una doncella//blanca y rubia y colorada, / su cara como una estrella.//  [IGR # 0063] #1895
  Por las calles de Carpona / p`onde va el agua a la sierra,//se pasea una serrana / blanca, rubia y azucena,//  [IGR # 0113] #8645
  Por las calles de Jaén / se pasea una doncella//blanca, rubia y colorada, / relumbra de media legua.//  [IGR # 0192] #5663
  Por las calles de Jaén / se pasea una romera,//blanca y rubia como un sol / que relumbra de una legua,//  [IGR # 0192] #5660
  Por las calles de Madrid / andaba un cebollinero//vendiendo sus cebollinos / para sacar el dinero.//  [IGR # 0625] #2028
  Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos / que así fue su nacimiento,//  [IGR # 0322] #5704
  Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos / sin hallar ningún remedio;//  [IGR # 0322] #5703
  Por las calles de Madrid / hay una fuente que mana//la mujer que la bebiere / al punto queda preñada//  [IGR # 0469+0159] #9666
  Por las calles de Madrid, / junto a los caños de agua,//allí había una viudita, / muyrica y acuadalada,//  [IGR # 0006] #2471
  Por las calles de Madrid, / junto a los caños del agua//se pasea una señora / muy rica y acaudalada//  [IGR # 0006] #2472
  Por las calles de Madrid / junto a los cuaños del agua// por allí pasó una moza / Teresita se llamaba//  [IGR # 0006] #2367
  Por las calles de Madrid, / pasea un cebollinero//vendiendo sus cebollitas / para ganarse el dinero.//  [IGR # 0625] #3062
  Por las calles de Madrid, / por la calle del romero//se pasea doña Manuela//  [IGR # 0184] #8150
  Por las calles de Madrid / se pasea doña Eusebia//con dos niñas de la mano, / una Blanca, Filomena.//  [IGR # 0184] #143
  Por las calles de Madrid / se pasea la Verbena//con dos niñas en los brazos, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #8149
  Por las calles de Madrid / se pasean dos mozuelos;//cogidos van de la mano, / se querían de muy nuevos.//  [IGR # 0248] #8328
  Por las calles de Madrid / se pasea una Azucena,// con dos hijas por la mano, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #1092
  Por las calles de Madrid / se pasea una romera//el rey que la vía yir sola / se bajara a hablar con ella.//  [IGR # 0192] #3290
  Por las calles de Madrid / se pasea un arriero//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.//  [IGR # 0134] #3300
  Por las calles de Madrid / se pasea un cebollero//anda vendiendo cebollas / para sacar el dinero.//  [IGR # 0625] #268
  Por las calles de Madrid / se pasea un cebollero//vendiendo cebo alcina / cebollas por dinero.//  [IGR # 0625] #3392
  Por las calles de Madrid / va un caballero a la iglesia,// va más por ver a su dama / que por oír la Promesa.//  [IGR # 0130] #9607
  Por las calles de su dama / se pasea el moro Zaidi//aguardando que sean horas / que se asome para hablarle.//  [IGR # 0091] #1897
  Por las calles de Turquía / van voces de un pregonero://--Si hay quien compre dos cristianos, / valiente hidalgo caballero.//  [IGR # 0739] #1942
  Por las comarcas del mundo / hacen grande sentimiento//Viendo la muerte cercana / mandó hacer corona y cetro,//  [IGR # 0008] #1909
  Por las comarcas del mundo / quiso hacer sentimiento//mandó sacar tres cabezas, / tres cabezas de hombres muertos.//  [IGR # 0008] #1907
  Por las cuestas de Orduña / bajaban dos zamoranos.// ¡Ojalá que salgan tres / ojalá que salgan cuatro!//  [IGR # 0318] #9619
  Por las puertas de Celinda / galán se pasea Zaide//aguardando que saliera / Celinda para hablalle.//  [IGR # 0097] #1899
  Por las riberas de Arlanga / Bernardo el Carpio cavalga,//en un cavallo morcillo / enjaeçado de grana;//  [IGR # 0297] #8485
  Por las riveras de Arlangia / Vernardo el Carpio cavalga,//en un cavallo lijero / enjaezado de grana,//  [IGR # 0297] #8488
  Por las riveras de Arlanza / Bernardo el Carpio cavalga,//en un cavallo ligero, / todo enjaeçado de grana.//  [IGR # 0297] #8487
  Por las salas de Altamara / iba la linda Altamara//derechita como un sol, / reluce como una espada.//  [IGR # 0140] #462
  Por las sierras de Moncayo / vi venir un renegado:// Bovalías ha por nombre, / Bovalías el pagano.//  [IGR # 0072] #1540
  Por las Vegas de Granada / iba el Cid a mediodía//con su caballo Babieco / que al par del viento corría//  [IGR # 0037] #3372
  Por la vega de Granada / un caballero pasea// un caballo morcillo / ensillado a la gineta://  [IGR # 0649] #1489
  Por los altos de Tudela / bajan las aguas muy claras,//si bajan dos companías / y un soldado de guardia.//  [IGR # 0445] #3428
  Por los caminos del cielo / se pasea una doncella//toda vestida de blanco / cubierta de gloria llena.//  [IGR # 0032.1] #1805
  Por los campos de Granada / una pastora camina,// los aires la favorecen / y el sol de cara la mira//  [IGR # 0212] #1272
  Por los campos de Ismael / paseaba una romera//blanca, rubia y colorada, / relumbra de inedia legua,//  [IGR # 0192] #5661
  Por los campos de Jerez / a caza va el rey don Pedro:// en llegando a una laguna / allí quiso ver un vuelo.//  [IGR # 0124] #1458
  Por los campos de la Gloria / Jesucristo había pasado//herido de pies y manos / y una lanza en su costado,//  [IGR # 0034.1+0034.3] #8300
  Por los campos de Madrid//se pasea una viudita, / tres hijos tenía a lo menos.//  [IGR # 0182] #8240
  Por los campos de Malverde / linda romera venía//vestida de colorado / que una reina parecía.//  [IGR # 0456] #8109
  Por los campos de Malverde / linda romera venía//vestida de colorado / que una reina parecía;//  [IGR # 0456] #8110
  Por los campos de Malverde / se paseaba un arriero//buen zapato, buena media, / buen xibón y cinguideiro;//  [IGR # 0134] #8228
  Por los campos de Malverde / se pasea doña Manuela//con dos hijas por la mano, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0136+0184] #8176
  Por los campos de Malverde / se pasea una romera,//vióla el rey de su balcón / y se enamorase de ella.//  [IGR # 0192] #8182
  Por los campos de Trujillo / caminaba Isabel Mena,// con dos hijas por la mano, / Blacaflor y Filomena,//  [IGR # 0184] #1102
  Por los campos de Trujillo / un mancebo se pasea,//más por visitar las damas / que por cumplir la promesa.//  [IGR # 0130] #5840
  Por los campos de Truquillo / vi venir una romera.//Era blanca como un sol / relumbra como una estrella,//  [IGR # 0192] #8393
  Por los campos de Valverde / doña Isabel se pasea// con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #1094
  Por los campos de Valverde / una romera pasea//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #8147
  Por los campos de Valverde / Valdevinos fue a cazar,// con su espada doradina, / que fino tiene el cortar.//  [IGR # 0796] #688
  Por los caños de Carmona / donde va el agua a Sevilla//se pasea una señora / hermosa y gran maravilla,//  [IGR # 0100] #3757
  Por los jardines del rey / se pasea una doncella//blanca y rubia y colorada, / su cara como una estrella.//  [IGR # 0091] #1898
  Por los mas espesos montes / y lugares de Navarra,//ese rey Don García Iñiguez / con su ejército pasaba,//  [IGR # 0030] #9045
  Por los Montes de León / se paseaba una reina// con dos hijas que tenía, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #9546
  Por los montes de Trujillo / vi bajar una romera,//toda cubierta de gracia / y arriba de gloria llena.//  [IGR # 0192] #8676
  Por los palacios del Rey / iba una dama corriendo,//iba desnuda y descalza, / desmelenada el cabello,//  [IGR # 0038] #9363
  Por los palacios del rey / se pasea doña Altamara//bendiciendo el pan y el vino, / bendiciendo el pan y el agua,//  [IGR # 0140] #1843
  Por los palacios del rey / se pasea una romera//alta era como un pino, / granela como una perla.//  [IGR # 0192] #8180
  Por los prados de Malvedo / vieron venir una niña//vestida de colorado / y calzada de plata fina.//  [IGR # 0456] #8115
  Por lo Val de las Estacas / va Rodrigo a mediodía//relumbrando van sus armas / como el sol de mediodía,//  [IGR # 0037] #1804
  Por malaga y por alli / se levanta una guerrilla//y al conde de romanones / lo llevan de banderilla//  [IGR # 0110] #3935
  Por mayo era, por mayo, / el mes de la gran calor,// cuando el trigo andaba en cierne, / el centeno andaba en flor,//  [IGR # 0078] #865
  Por mayo por mayo era, / cuando los grandes calores,//cuando los trigos se encañan / y los campos echan flores,//  [IGR # 0078] #8620
  Por Peña Quebrada / por Peña Ofendida,// moros y cristianos / andan en porfía;//  [IGR # 0169] #1205
  ¿Por qué llora la mi esposa?/ Porque tengo de llorare.//¿coómo m`he casar, mi padre,/ teniendo marido ya//  [IGR # 0110] #3871
  --¿Por qué lloras, Blanca Niña, / ¿Por qué lloras, Blanca Flor?//--Lloro por vos, caballero, / que os vais y me dejáis;//  [IGR # 0246] #8827
  --¿Por qué llores, condesina?, / tú ¿por qué tienes pesar?//--Lloro por ti, conde Mozo, / que te quieren llevar.//  [IGR # 0110] #3804
  Porque não cantas, Helena, / à sombra de maçanela?//Como cantarei eu, triste, / como cantarei, malvela,//  [IGR # 0113] #2668
  --Porque não cantas, Helena, / à sombra de maçanela?//--Como cantarei eu triste, / como cantarei malvela?//  [IGR # 0113] #6252
  --Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Como cantarei eu, triste, / como cantarei alegre?//  [IGR # 0113] #6230
  --Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Eu não sei se chore triste, / não sei se cante alegre,//  [IGR # 0113] #6239
  --Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Morreu-me meu pai há pouco, / meu marido está na guerra!//  [IGR # 0113] #6246
  --Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Porque meu pai era morto, / meu marido anda na guerra.//  [IGR # 0113] #6238
  --Porque não cantas, Helena, / à sombra desta nogueira?//--Como cantarei, senhora, / como cantarei, mazela,//  [IGR # 0113] #6254
  . . . / por si me saco del agua.//--Te daré mis enavíos, / cargaditos de oro y plata.//  [IGR # 0180] #202
  Por tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia, generosa, / hermosa como una perla; //  [IGR # 0233] #7381
  Por una bella donsella / fume engañado://yo la é visto a la su puerta / oro hilando,//  [IGR # 0695] #8956
  Por una linda espessura / de arboleda muy florida,//donde corren muchas fuentes / de agua clara muy luzida,//  [IGR # 0041] #9333
  Por unas vegas abajo, / por unas vegas arriba,// se pasea un ermitaño, / que hacía su santa vida://  [IGR # 0020] #631
  Por un caminito angosto / se pasea una blanca niña,//con la falda arregazada / y la nieve a la rodilla.//  [IGR # 0232] #8621
  --Por un caminito. . . / es deseado hijas tener.//--Si las tengo, o no las tengo, / no las dejo de tener./ /  [IGR # 0224] #4698
  Por un prado verde abajo / iba una niña muy linda//con los pies pisa la hierba, / con la ropa la tendía.//  [IGR # 0232] #563
  Por un reguero de sangre / que Jesucristo derrama//camina la Virgen Pura, / y San Juan en su compaña.//  [IGR # 1537.1] #2080
  Prècurô por sua isposa, / sua isposa natural.//  [IGR # 0559] #6413
  --Pregoados son as guerra / de Francia con Aragóne.//¡Probé de min, que son vello / guerras para min non soné!//  [IGR # 0231] #8739
  Pregonadas son las guerras / de España pa Portugal//y al conde Flores le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4404
  Pregonadas son las guerras, / las guerras del rey León;//todo el que a ella no fuere / su casa será en prisión,//  [IGR # 0231] #8819
  Pregonadas son las guerras, / las guerras del rey León ;//todo el que a ellas no fuere, / su casa estará en prisión,//  [IGR # 0231] #5872
  Premita el cielo divino / que mil desdichas te vengan//que me has dejado burlada / metida en tantas afrentas.--//  [IGR # 0209] #341
  Preñada estaba la reina / de tres meses si no mase;//de allí habló la criatura / con la gracia de Dios Padre://  [IGR # 0015] #8815
  Preso está Fernán González, / el buen conde castellano;// prendiólo don Sancho Ordóñez, / porque no le ha tributado.//  [IGR # 0050] #1401
  Preso iba Juan de Vega, / preso, muy aprisionado//cuando a los pies de la horca / ya lo estaban confesando,//  [IGR # 0079] #2175
  Preso llevan Juan de Vega, / preso muy aprisionado;//desde los pies a la horca / ya lo iban confesando.//  [IGR # 0079+0020] #3332
  Preso lo llevan al conde, / al conde Miguel del Prado;//no es por robos que haya hecho / ni muertes que haya causado,//  [IGR # 0118] #4493
  Preso me llevan al conde, / y al dicho Miguel del Prado//por encintar una niña / n`el camino de Santiago;//  [IGR # 0118] #1685
  Preso vai o conde, preso, / preso vai a bom recado;//não vai preso por ladrão, / nem por homem ter matado,//  [IGR # 0118] #6508
  Preso vai o conde, preso, / preso vai a bom recado,//não vai preso por ladrão, / nem que homens haja matado,//  [IGR # 0118+0101] #5987
  Preso vai o conde, preso, / preso vai aprisionado,//non vai preso por ladrón / nen por matar vai atado.//  [IGR # 0118] #8734
  Preso vai o conde, / preso, preso vai, arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por homem ter matado://  [IGR # 0118+0101] #2262
  Preso vai o conde, preso, / preso vai, arreatado,//por dormir com uma menina / nas voltas do Santiago.//  [IGR # 0118+0101] #2265
  Preso vai o conde, preso, / preso vai, arrematado.//Não é culpa do mal que de fez, / nem por outro mal fezo malo://  [IGR # 0118+0101] #2261
  Preso vai o conde, preso, / preso vai e arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por homens ter matado://  [IGR # 0118+0101] #2264
  Preso vai o conde, preso, / preso vai o bom Ricardo.//Não é ele por ladrão, / nem por homens que há matado://  [IGR # 0118+0101] #2257
  Preso vai o conde, preso, / preso vai o D. Ricardo.//Não vai preso por ladrão, / nem por homes que há matado://  [IGR # 0118+0101] #2263
  Primeiro, amar a Deus / sobre tudo quanto há;//a Deus na terra e no céu, / e a ti amo-te cá.//  [IGR # 0199] #2904
  Primera estación del norte / qué mala suerte ha tenido//La máquina de Linares / a Manolito ha cogido.//  [IGR # 0156] #1650
  Pues señor, éste era un rey / que tenía tres hijitas;//la más chiquita y bonita / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5140
  Pues, señor, este era un rey / que tenía tres hijitas//y la más chiquitita / Angelina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5143
  Pues, señor, éste era, un rey / que tenía tres hijitas//y la más chirriquitica / Ambarina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5139
  Pues señor este era un rey / que tenía tres hijitas//y la más chirritica / Anguerina se llamaba.//  [IGR # 0075] #3597
  Pus-me a fazer uma aposta, / mas eu não soube apostar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar://  [IGR # 0159] #6085
  Q`and`o conde bai p`r`à missa / a condesa buena `stá;//quando o conde bem da missa / a condesa mala `stá.//  [IGR # 0311] #2619
  Quais foram os três cavaleiros / que fizeram sombra no mar?//Foram os três do loriente, / que a Jesus foram buscar.//  [IGR # 0447] #2826
  -Qual é o vadio / que a estas horas anda? //Tu em `náguas brancas / e tu `inda na cama! //  [IGR # 0189] #7065
  Qu` amanezca la mañana, / vos cortaré un buen vistir.// más te quero y más te amo / que al rey con su reinado.//  [IGR # 0222] #9496
  Quando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pentem d` ouro na mão / seu cabelo penteava,//  [IGR # 0113] #6291
  Quando o rei chegou da missa / com sua filha a chorar.//--Tu que tens, ó minha filha? / --Ó papá, queria casar.//  [IGR # 0503] #6685
  Quan era xica i pequeña / gosava de niñería,//jo sempre deia a la mare: / --Don Bertran quan tornaria?//  [IGR # 0418] #3649
  Quan jo n`era petitet / n`era un jove gras i tendre,//ja em vaig enfundar l`amor / en una hermosa donzella,//  [IGR # 0939] #3658
  Quan jo n`era petitet, / petitet, un jove tendre,//jo en vaig infundar l`amor / amb una hermosa donzella.//  [IGR # 0939] #7889
  Quant eran xicos pequeños / jugavan á las manicas//y á la edat de los quins` años / l` amor dada ya `n tenian //  [IGR # 0418] #8576
  Quant jo n` era petitet / si dormia no plorava,//y ara que ja `n so grandet / m` he dat á la vida mala.//  [IGR # 0947] #5851
  Quatre fadrinets, / quatre camaradas,//s` en van aná á Tremp / á robá una dama.//  [IGR # 1083] #7869
  Quatre minyonets / de la valentona//van á l` Ampurdá / robá una minyona.//  [IGR # 1081] #7860
  --Que a los tres años no vengo, / m`has de salir a buscar.--//Y ha andado tos siete reinos / y no l ha podido encontrar//  [IGR # 0023+0110] #4184
  Qué alta que va la luna / bajo `l sol de medio día,//se despide el rey Lumbardo / de su adorada María//  [IGR # 0110] #4108
  Qué bonito el soldadito / paradito en el cuartel,//con el fusilito al hombro / esperando al coronel.//  [IGR # 0113] #5314
  Qué buen cuerpo tienes, Carlos, / para con los toros torear// Mejor le tengo, niña, / para con usté abrazar.//  [IGR # 0159] #721
  --Que cavalheiro é este / que à minha porta rondeia?//--Sou das partes do mar, / venho das partes da Beira!//  [IGR # 0190] #6113
  Quédate con dios condesa / en el tu palacio real//que yo me voy con mi mujer / con mi mujer natural//  [IGR # 0023+0110] #4331
  --Quedes, quedes, cavaleiro, / el-rei vos manda contar;//aqui falta Valdevino, / seu cavalo tremedal;//  [IGR # 0150] #6009
  ¡Qué día más desgraciado / el día quince de abril!//el toro mató a Perpete / en las calles de Madrid.//  [IGR # 0467] #9641
  ¡Qué día tan desgraciado / cuando Austínl Urra nació!// Urra, nacido en el Arque, (sic) / de buena generación,//  [IGR # 5140] #3567
  Qué día tan desgraciado, / primer domingo de abril,//cuando un toro mató a Pepe / en la plaza de Madrid!//  [IGR # 0467] #9458
  ¡Que ditxosa n` es / la Samaritana//qu` anant á la font / Jesús encontrave!//  [IGR # 0316] #7907
  . . . Que don Juan el caballero / está malito en la cama//que se ha caído del caballo / a la puerta de su dama,//  [IGR # 0006] #2440
  Quedos, quedos, cabaleiros, / que o rei vos mandou contare//que faltaba Valdovinos / no río de Malpasare//  [IGR # 0150] #1801
  --Quedos, quedos, cavaleiros, / daqueles que el-rei mandou contar.//Falta aqui Valdivinos / e o seu cavalo tremedal.//  [IGR # 0150] #5992
  Quedos, quedos, cavaleiros, / dos que el-rei mandou contare.//Aqui falta Valdevinos, / seu cavalo tremedale.//  [IGR # 0150+0049] #2231
  --Quedos, quedos, cavaleiros / dos que el-rei mandou cuntar.//Falta aqui Valdivinos / e o seu cavalo estremedal.//  [IGR # 0150] #6007
  Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contar.//Aqui falta Valdevinos, / seu cavalo tremedal.//  [IGR # 0150+0049] #2234
  Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contare//cada um por s_a vez, / dois a dois, a par a pare.//  [IGR # 0150+0457] #2246
  --Quedos, quedos, / cavaleiros, el-rei vos mandou contar,//falta aqui o Valdevinos / e seu cavalo tremedal.//  [IGR # 0150] #6017
  Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contar.//Não no encontrastes vós menos / ao almoço nem ao jantare;//  [IGR # 0150+0049] #2228
  --Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei os manda contar!//Contaram e recontaram, / só um lhe vinha a faltar://  [IGR # 0150] #6013
  --Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contar.//Aqui falta Baldevinos, / com seu cavalo real.//  [IGR # 0150] #5995
  Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contar.//Aqui falta Valdevino, / o seu cavalo tremedal.//  [IGR # 0150+0457] #2237
  Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contare.//Contaram e recontaram, / só um le vinha a faltare,//  [IGR # 0150] #2212
  Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contar.//Aqui falta Oliveiros, / c`o seu cavalo real.//  [IGR # 0150+0049] #2227
  Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contare.//Contaram e recontaram, / só um havia a faltar.//  [IGR # 0150] #2225
  --Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contar!//não vos conta um a um, / que vos conta par a par.//  [IGR # 0150] #6004
  --Quedos, quedos, cavaleiros, / qu`el-rei vos manda chamar!//Aqui falta o Valdevino, / co` o seu cavalo real.//  [IGR # 0150] #5993
  = --Quedos, quedos, cavaleiros, / qu` el-rei vos manda contar.//Aqui falta Valdevinos, / com seu cavalo real.//  [IGR # 0150] #6015
  Quedos, quedos, cavaleiros, / qu`el-rei vos mandou contare.//Aqui falta o Aldevino, / tão forte no batalhare.//  [IGR # 0150+0049] #2233
  Quedos, quedos, cavaleiros, / que o rei mandou contare.// Aqui falta o Verdevino / com o seu cavalo reale.//  [IGR # 0150] #2215
  Quedos, quedos, cavaleiros, / que o rei vos mandou contare.//Aqui falta Valdevino / c`o seu cavalo real.//  [IGR # 0150] #2221
  Que el príncipe don Juan / está malito en la cama.// Malito está que se muere, / malito está que se acaba.//  [IGR # 0006] #2374
  --Que é que tens, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe / ou gente da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6473
  -- Que é que tu tens, ó Juliana, / que estás tão triste a chorar?//Minha mãe é meu Dão Jorge / que com outra vai casar.//  [IGR # 0172] #5797
  Que fazeis aqui, senhora, / tão gentil e delicada,//com chapelinho à maltesa, / saia de lã recortada?//  [IGR # 2865] #2698
  --Que fazes aqui, donzela, / debaixo do arco a escutar?//--Estou aqui pela sereia, / mais pelo seu lindo cantar.//  [IGR # 0720] #6527
  Que grito dava o marinheiro / que lá no mar se afundava! **2*--Que deras tu, ó marinheiro, / a quem da água te tirara?//  [IGR # 0180] #7703
  --Que guerras andam armadas / / para os campos de Marvão,//ai de mim, que já sou velho, não as posso vencer, não!//  [IGR # 0231] #7514
  --¿Qué haces ahí, blanca niña, / que haces ahí n`el palombar?//--Toy cumpliendo siete años, / siete años y más un día,//  [IGR # 0164+0100] #8361
  Qué haces ahí, mora mía, / qué haces ahí, mora linda?//Te quieres venir conmigo / para mi caballeriza?//  [IGR # 0169] #2543
  Quéjome de vos, el rey, / por haber crédito dado// del buen duque, mi marido, / lo que le fue levantado.//  [IGR # 0242] #1520
  que la infanta está preñada / . . . //. . . / la mandaron desterrar.//  [IGR # 0145] #8942
  . . . / qu`el-rei vos mandou contar.//Aqui falta Valdevino, / seu cavalo tremedal.//  [IGR # 0150+0049] #2232
  Qué mal pensatis el moro / mal se vos hizo pensare//quebratis obra del Causo, / matastis a doce frailes,//  [IGR # 0223+0539] #3377
  Que mañana son los Reyes, / la primer fiesta del año//donde pajes y doncellas / al rey piden su aguinaldo,//  [IGR # 0046] #394
  Que mañana son los reyes, / la primer fiesta del año,//donde reyes y doncellas / al rey piden su aguinaldo,//  [IGR # 0046] #3367
  Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de años / y víspera de los Reyes.//  [IGR # 0046] #383
  Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de año / y las pascuas de los Reyes//  [IGR # 0046] #378
  Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año,//con buenos principios de año / y vísperas de los Reyes.//  [IGR # 0046] #386
  Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año,//  [IGR # 0046] #388
  Que mayo no hay más que mayo / y en mayo no hay más que un día//cuando aquel mozo Abelardo, / él de la guerra venía.//  [IGR # 0103] #8063
  --Quem bate à minha porta, / a est` hora de dormir?//--Sou Bernal Francês, senhora, / p`ra vos bem qu`rer e servir.//  [IGR # 0222+0168] #6893
  --Quem bate à minha porta, / quem arromba o meu postigo?//--É o pobre do ceguinho, / que não sabe o seu caminho!//  [IGR # 0189] #7023
  --Quem bate à minha porta, / quem bate e quem `stá `i?//--É D. Francisco, menina, / que consigo vem dormir.//  [IGR # 0222+0168] #6857
  --Quem bate à minha porta, / quem bate, oh! Quem `stá aí? //--Sou Bernal Francês, senhora; / vossa porta, amor, abri.//  [IGR # 0222+0168] #6853
  --Quem bate à minha porta, / quem bate, quem está aí?//--É Bernaldo Francês, / sua porta venha abrir.//  [IGR # 0222] #6886
  --Quem bate à minha porta? / Quem bate? Quem `stá aí? //É D. Francisco, senhor? / A porta lhe vou abrir.//  [IGR # 0222+0168] #6874
  --Quem batoca à minha porta? / Quem batoca? Quem `stá `i?//Se é Bernardo Francês, / a porta lhe irei abrir,//  [IGR # 0222+0168] #6884
  Qué me das marinerito / para pasar este agua?//--Yo te doy toda mi vida, / yo te doy toda mi alma.//  [IGR # 0180] #198
  --¿Qué me das, marinero, / si te saco del agua salada?//--Yo te doy todo mi oro / y mi mujer par esclava.//  [IGR # 0180] #5265
  --¿Qué me diste, Mariana, / qué me diste en este vino?//--Sangre de siete culebras / y la de un lagarto vivo,//  [IGR # 0255+0172] #9270
  . . .//--¿Qué me has echado en el vino?//--Las tres hojas de veneno / y ojos de lagarto vivo//  [IGR # 0172] #9262
  --Que me mira, meu paizinho? / Que muito me está a mirar?//--Eu miro-te, minha filha, / que me pareces pejar.//  [IGR # 0159] #6055
  Quem fez aquela fonte / no meio daquela vila?//Porque não le punha o nome / da água da fonte fria,//  [IGR # 2930] #2875
  --Quem me dera ali, além, / naquele monte, naquele vale!//Quem me dera mais adiante, / lá em casa de meu pai!//  [IGR # 0153] #6555
  --Quem me dera ali além, / naquel` monte ou naquel` vale,//quem me dera mais além, / nas casinhas de meu pai!//  [IGR # 0153] #6550
  --Quem me dera em palácio, / p` ra Castelo de Mar,//p` ra passar estas dores / com minha mãe a chorar.//  [IGR # 0153] #6588
  --Quem me dera ir agora / à hortinha de Mouvadre,//só p` ra estar na companhia / da minha querida madre.//  [IGR # 0153] #6581
  --Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale,//quem me dera mais acima, / na casinha de meu pai!//  [IGR # 0153] #6553
  --Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale!//Quem me dera mais acima, / nas casinhas de meu pai.//  [IGR # 0153] #6551
  --Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale!//Quem me dera mais acima / nas casinhas de meu pai!//  [IGR # 0153] #6554
  --Quem me dera naquele monte, / quem me dera naquele vale,//quem me dera d` ir para casa, / aos palácios de meu pai!//  [IGR # 0153] #6559
  --Quem me dera que minha mãe / estivesse em Castilhos del Mar,//para levar por parteira / minha mãe natural.//  [IGR # 0153] #6577
  --Quem me dera uma casa / lá baixo naqueles vales.//Quem me dera por vezinha / a triste de minha madre!//  [IGR # 0153] #6571
  --Quem pôs aqui estas mesa / de bom pão e de bom vinho?// --O francês mai la francesa / que vinham de São Domingo.--//  [IGR # 0338] #9585
  Quem quijer baca e carnero / beng`à mi cassa por eilha;//a quarto bendo la libra / e a marabedí la média,//  [IGR # 0818] #2721
  Quem quiser viver alegre / não busque companha minha,//que me pariu minha mãe / em uma escura montinha.//  [IGR # 0648] #2646
  Quem quiser viver alegre / não procure companha minha,//que me deixou minha mãe no monte, lá nu~a escura montinha,//  [IGR # 0648] #2306
  Quem tivera tal fortuna / para dar al Cristo la alma,//como tuve uma mulher / chamada Samaritana.//  [IGR # 0017] #2640
  --Quem trupa a essa porta? / Quem trupa ou quem `stá aí?//Sejam cravos, sejam rosas, / minha porta eu abri.//  [IGR # 0222] #6876
  Quen se doi de aquel canteiro / que está n`aquela ventana?//--Calla, calla, ai miña filla, / siempre fuche desdichada,//  [IGR # 0006] #1786
  --¿Qué oficio tenes, Paricia?, / qué oficio tenes en mano?//--Mercader so, la mi bulisa, / mercader y escrivano.//  [IGR # 0043] #3734
  ¿Qué oficio tenés Parise / qué oficio tenés en mano?//--Mercader so, la mi bolisa, / de la nave de costane  [IGR # 0043] #3363
  --¿Que ofisio tenes+ Parizme, / que ofisio tenes+ en mano?//-- Mercader so, la mi bulisa, / mercader y escrivano;//  [IGR # 0043] #3699
  Que para Belén / camina María//y a San José / lleva en su compañía://  [IGR # 0542+0710] #3182
  Que por mayo era, por mayo, / cuando los grandes calores,// cuando los enamorados / van servir a sus amores,//  [IGR # 0078] #1526
  ¡Qué ricas bodas se arman / en la ciudad de París!//¡Qué de damas y doncellas / y de caballeros mil!//  [IGR # 0468] #9487
  Qué ricas bodas se arman / en la ciudad de París!//¡Qué de damas y doncellas / y de caballeros mil!//  [IGR # 0468] #9489
  --Quero apostar, minha mãe, / a perder ou ganhar//que engano Mariana / antes do galo cantar.//  [IGR # 0159] #6067
  Qué se corre por el mundo, / qué se corre por España?//que el capitán de don Juan, / se encuentra enfermo en la cama.//  [IGR # 0006+0080] #2484
  Qué se cuenta de don Juan? / qué se cuenta por Granada?// Que se cuenta de don Juan / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #663
  Qué se cuenta por Sevilla / qué se cuenta por Granada?// Qué se cuenta por Sevilla? / Que don Juan está en la cama.//  [IGR # 0006] #2341
  Qué se cuenta, qué se cuenta, / qué se cuenta por España? La muerte del rey don Juan / que malito está en la cama.  [IGR # 0006] #2368
  --Que senhora é aquela / das bandas de além do mar?//--Tecedeira sou, senhora, / a teia venho buscar.//  [IGR # 0159] #6076
  Que se pensaba la reina / que honrada hija tenía;//con aquel conde Verjicos / tres vezes parido había,//  [IGR # 0469+0138] #8791
  Que tal te vai, penitente, / co`essa mala companhia?//--A compaña buena es, / segundo yo merecía://  [IGR # 0020] #2208
  --Que tanhes tu, ó suldadinho, / que tã tristi andas na gárra?//Ó te lembra pai ó mainhe / ó ares da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6492
  --Que tens, ó D. Fernando, / que tão triste andas na guerra?//Ou te morreu pai e mãe / ou gente da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6469
  --Que tens, soldadinho novo, / qu`andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe, / ou alguém da tua terra!//  [IGR # 0176+0168] #6490
  Que tens, soldadinho novo, / que tão triste andas na guerra,//lembras te de pai ou mãe / ou d` alguém da tua terra?//  [IGR # 0176+0168] #6505
  --Que tens tu, ó Juliana, / que estás disposta a chorar?//--É o D. Jorge, mamãe, / que com outra vai casar.//  [IGR # 0172] #6970
  --Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe, / ou alguém da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6506
  Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe, / ou gente da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6494
  --Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//se t` alembra pai ou mãe / ou gente da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6493
  Que tens tu, ó soldadinho, / que tão triste andas na guerra?//Alembra te pai ou mãe / ou gente da tua terra?//  [IGR # 0176+0168] #6502
  Que tens tu, soldadinho novo, / que tão triste andas na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe / ou gente da tua terra!//  [IGR # 0176+0168] #6503
  Qué te pasa, buen soldado? / A mí no me pasa nada,// a mí lo que me molesta es / el humo de la metralla.//  [IGR # 0176] #998
  --Quetos, quetos, cavaleiros, / que o rei vos manda parar.//Aqui falta Valdevinos, / com seu cavalo real.//  [IGR # 0150] #5994
  Que trista està la infanta / més trista que no soliva.//Son pare, com no la casa, / gran cuidado ne tenia.//  [IGR # 0169] #2510
  Qué triste esta la condesa / qué triste esta de llorar//en ver que llevan al conde / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3891
  Que vengan siete soldados / de los que tuve en Valencia//y a mi señor Gerineldo / lo destierran de esta tierra.//  [IGR # 0023+0110] #4220
  --Quién durmiera con doña Alba / una noche sin temor.//--No digo una noche, / una noche y también dos.//  [IGR # 0234] #5016
  Quién es aquel caballero / que tan gran traición hacía?// Ruy Velazquez es de Lara, / que a sus sobrinos vendía.//  [IGR # 1142] #1404
  --¿Quién es aquél que viene / desafiando al reino?//--Es el hijo del almirante Austino//  [IGR # 5114] #9705
  ¿Quién es ese caballero / que mi puerta manda abrir,//que por abrirle la puerta / se me ha apagado el candil?//  [IGR # 0234] #5017
  Quién estuviá en aquel cerro, / quién estuviá en aquel valle//quién tuviá de compañía / a la Virgen y a mi madre!//  [IGR # 0153] #479
  --¿Quién ha llamado a mi puerta? / Que levántate tú a abrir.//--Levántese usted, mi ama, / que con usté ha de dormir.--//  [IGR # 0222] #4850
  --¿[Quién llama a] mi puerta a estas horas? / Yo no me levanto ` abrir.//--[Tu buen francés] soy, señora, / a quien le sabes abrir.//  [IGR # 0222] #4849
  --¿Quién pica en la mi puerta, / quién en la mi puerta pica?//--Son los cuatro caballeros / en busca de la su hija.//  [IGR # 0170] #3285
  Quien quiera tomar consejo / venga a mí, y se le daré;//por que a nadie le acontesca / lo que a mí me contensió//  [IGR # 0671] #5891
  Quien quiere tomar consejo, / que venga a mí, se lo daré://quien quiere casar con moza, / que no s`aspere a la vejez.//  [IGR # 0311] #4839
  Quién tuviera la fortuna / que Gerineldo ha tenido,//de llevar ropas al rey / y a la infantina un vestido.//  [IGR # 0023] #5417
  Quién tuviera la fortuna / y pasara los tormentos//que tuvo que pasar / el glorioso san Alejo!//  [IGR # 0141] #2203
  Quién tuviera tal fortuna, / para ganar lo perdido / como tuvo Gerineldo / mañanita de domingo.//  [IGR # 0023+0110] #8785
  Quién tuviera tal fortuna / para ganar lo perdido//como tuvo Gerineldo / mañanita de domingo;//  [IGR # 0023] #8788
  --Quién tuviera tal fortuna / para ganar lo perdido//como tuvo Xerineldo / mañanita de domingo;//  [IGR # 0023] #8786
  ¡Quién tuviera tal ventura / sobre las aguas del mar,//como tuvo Magdalena / cuando a Cristo fue a buscar!//  [IGR # 0435.2+0697] #3529
  Quince años tenía Martina / cuando su amor me entregó;//a los dieciséis cumplidos / una traición me jugó,//  [IGR # 0234] #5009
  Quinientos y más soldados / debajo de una bandera//todos iban bien contentos / menos uno que allí fuera.//  [IGR # 0176+0168] #5556
  Quín se doi d-aquel cantero / que esta n`aquella ventana?//--Mala filla, mala filla, / para mi fuedesdichada,//  [IGR # 0006] #2475
  Quintando vienen quintando / por Francia y por Portugal,//quintan al conde Lombardo / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3971
  --¿Qui será l`home valent / que á la gavia pujará?//--Yo sería don Lluís, / don Lluís de Montalbá.//  [IGR # 0559] #8719
  Quiso un galán a una dama / con un amor muy crecido,//quiérela y no puede hablarla, / que vive muy afligido.//  [IGR # 0680] #7816
  --Quítate de ahí, mora, / hija de judía,//deja a mi caballo / beber agua fría.//  [IGR # 0169] #3589
  Quítate de ahí, / mora, hija de judia,//deja mi caballo / beber agua fría.//  [IGR # 0169] #2527
  Quítate de ahí, mora, / y perra judía;//deja de beber mi caballo / en esa fuente fría.//  [IGR # 0169] #2529
  Rainha Santa Isabel, / mulher d`el-rei D. Dinis,//  [IGR # 2899] #2812
  Rayo te parta, condesa, / entrañas y corazón//de seis partos que has tenío / todas hembras, ni un varón!//  [IGR # 0231] #519
  recién casada / de muy luenga tierra,//con la escoba barre / con los ojos riega,//  [IGR # 0153] #5478
  Recogido en su aposento / Bernardo se estaba armando//suspiros daba del alma / y de coraje llorando//  [IGR # 1617] #8543
  Reduán, bien se te acuerda, / que me diste la palabra// que me darías a Jaen / en una noche ganada.//  [IGR # 0268] #1468
  Reina Elena, reina Elena, / Dios prospere tu estado//si mandáis alguna cosa / veísme aquí a vuestro mandado.//  [IGR # 0043] #1521
  Reinando el rey don Alfonso, / el que Casto se dezía,//andados diez y siete años / del reinado que tenía,//  [IGR # 0105] #8492
  rei se`n va a la guerra / no sé si tornarà,// si tornarà per Pasqua / o per la Trinitat.//  [IGR # 0178] #9569
  Relógio que dás a uma, / bem podias dar as duas;//ó meu amor de tão longe, / aqui tenho novas tuas.//  [IGR # 2931] #2894
  Resuciten las noticias / de los tiempos olvidados.//Los valientes españoles / a los indios conquistaron//  [IGR # 0398] #3546
  Retirado en su palacio / está con sus ricos-homes//Alfonso, rey de Castilla, / en León, do está su corte;//  [IGR # 1577] #8513
  Retírate, reina mora, / retírate, mouralina;//deje beber mi caballo / dessa i-água cristalina.//  [IGR # 0169] #2314
  Retraída estaba la reina, / la muy casta doña María,// mujer de Alfonso el Magno, / fija del rey de Castilla,//  [IGR # 0383] #1508
  --Reventada seas, María / por en par del corazón, //de tres hijas que has tenido / entre ellas ningún varón.--//  [IGR # 0231] #8690
  Reviente la condesa / a un lado del corazón,// de siete hijas que tenía, / en el medio ningún varón.//  [IGR # 0231] #897
  Rey de Francia, rey de Francia, / rey de Francia y de Aragón,//a pesar de los franceses / dentro de la Francia entró.//  [IGR # 0033] #8886
  Rey don Sancho, rey don Sancho, / cuando en Castilla reinó,// corrió a Castilla la vieja / de Búrgos hasta León,//  [IGR # 0352] #1418
  Rey don Sancho, rey don Sancho, / no digas que no te aviso// que de dentro de Zamora / un alevoso ha salido://  [IGR # 0330] #1432
  Rey Fernando, rey Fernando, / de Sevilla y Aragón,//y al pasar por los franceses / dentro de la Francia entró.//  [IGR # 0033] #3365
  Rey Fernando, rey Fernando / de Toledo y Aragón,//y al pasar con los franceses / dentro de la Francia entró.//  [IGR # 0033] #7798
  Rey Fernando, rey Fernando, / de Toledo y de Aragón,//a pesar de los franceses / y en la Francia penetró.//  [IGR # 0033] #4437
  Rey moro tenía hijo / que Ataquino se llamaba;//se ha enamorado de Altamare, / que era su querida hermana.//  [IGR # 0140] #7980
  Rey moro tiene tres hijas, / tejías tres como la plata,//y la más pequeña de ellas / Adalina se llamaba.//  [IGR # 0075] #8794
  Riberas de Duero arriba / cabalgan dos zamoranos// en caballos alazanes / ricamente enjaezados.//  [IGR # 0318] #1427
  Riberas del Duero arriba / cabalgan dos zamoranos:// las divisas llevan verdes, / los caballos alazanos,//  [IGR # 0318] #1429
  Ricas bodas hay en Francia, / pregonadas en Madrid//danzábanlas siete condes, / caballeros más de mil,//  [IGR # 0468] #1728
  Río Tinto, Río Tinto, / como la cinta morada//donde pasea don Bardo / en brazos de su mujer amada//  [IGR # 0110] #3916
  Río Verde, río Verde, / más negro vas que la tinta//tres moras lavan en ella, / las tres lavan a porfía.//  [IGR # 0136] #350
  Río Verde, Río Verde / tinto vas en sangre viva;// entre ti y Sierra-Bermeja / murió gran caballería.//  [IGR # 0106] #1503
  Rosa blanca, flor del campo / en tiempo de primavera//es cuando salen los quintos / a pelear a la guerra.//  [IGR # 0176+0168] #3405
  Rosablanca y Rosablanca, / Rosablanca y de color,//¡quién te me diera esta noche / tres horas a mi favor!//  [IGR # 0234+0043] #3737
  Rosafresca, Rosafresca, / tan garrida y con amor,// cuando vos tuve en mis brazos, / no vos supe servir, no;//  [IGR # 0611] #1528
  Rossinyol que vas à Fransa / t`encomano la meu mare//  [IGR # 1009] #9788
  Rufina i hermosa / tu que fais aí(na).// Estou guardando o gado, / velo teño aquí(na).//  [IGR # 0453] #1227
  --Rufina ya hermosa, / ¿tú que fais ai?//--`Tou guardando o gado, / bien me veis aquí.//  [IGR # 0453] #8343
  Sábadico por la tarde / salgo a tu calle a paseo,//platico con la vecina / ya que contigo no puedo.//  [IGR # 0188] #3407
  Sacra Virgen del Rosario, / mi patrona y heredera//si nací para penar / el Cielo me dé paciencia.--//  [IGR # 5022] #2143
  Sagrada Virgen del Carmen, / con tu lindo escapulario//en compañía de tu hijo, / que es Señor Crucificado,//  [IGR # 0626] #2091
  Saiu José e o príncipe / numa tarde a passeiar//e logo daí a pouco / um letrero fôrim incontrar.//  [IGR # 2939] #2879
  --Sal a cazar, el rey moro, / a cazar como solías//y traerásme una cristiana / de gran belleza y valía.//  [IGR # 0136] #5526
  Sale la estrella de Venus / al tiempo que el sol se pone,//y la enemiga del día / su negro manto descoge,//  [IGR # 0097] #4426
  Sálese Diego Ordóñez, / del real se ha salido// armado de piezas dobles / en un caballo morcillo://  [IGR # 0331] #1435
  Salía don Bueso / a cazar un día,//la brava leona / de morderle había.//  [IGR # 0080] #4810
  Salí de Málaga un día / con mi caballo trotón//entré por una calleja, / salí por un callejón.  [IGR # 0612] #2032
  Saliendo de Cartagena / cayó un marinero al agua;//contestan de la otra banda://  [IGR # 0180] #5259
  Saliendo el rey de paseo / con su coche y su colegia//se encontró con la romera / en lo alto de la sierra.//  [IGR # 0192] #5665
  Saliendo Jesús de cara, / saliendo como solía,//con una escopeta al hombro, / y un ángel de compañía,//  [IGR # 0808] #8670
  Salieron dos arrieros / del lugar de Caberuela//con la mulita cargada / para ganar la moneda.//  [IGR # 0134] #3763
  Salieron los torneos / para Francia y Portugal//ha salido Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4268
  Salieron tres segadores / a segar fuera de casa,//uno de los segadores / le mandó quitar la anda.//  [IGR # 0161] #3389
  Salieron tres segadores / a segar fuera de España,//y una de los segadores / lleva la ropa de holanda,//  [IGR # 0161] #3040
  Salió a cazar el cazador, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / los halcones se perdían;//  [IGR # 0164+0100] #2584
  Salió Bernardo a cazar / una nochecita oscura,//de perritos y lebreles / lleva cercaíta la mula.//  [IGR # 0027] #8386
  Salió el rey de paseo / en su coche y su calesa,// y en el medio del camino / ha encontrado una romera.//  [IGR # 0192] #1247
  Salió la Virgen y el niño / de España para Belén//y en la mitad del camino / pidió el niño de beber.//  [IGR # 0226] #5353
  Salió un triste cazador / por donde siempre salía;//los perros se le cansaban / y el jurón no le seguía;//  [IGR # 0164+0100] #2558
  Salir quiere el mes de Mayo / y entrar el mes de Avril //cuando el trigo está en grano / y las flores quieren salir //  [IGR # 0773] #8921
  --Salve Deus, ó Moliana, / no vosso estado real!//--Salve Deus, senhor D. Bone, / senhor do vosso cavalo!//  [IGR # 0172] #6972
  San Cristo de Balaguern / Mare de Deu de les Sogues,//aydeu als pobres fadrins / als qui tracten ab minyones.//  [IGR # 1062] #7881
  San José pidió posada / para posar con María// y no le quisieron dar / porque no le convenía.//  [IGR # 0593] #2046
  San Josep y la Mare de Deu / volen cumplí una promesa,// s` en anaren á Betlem, / á aquella ciutat tan bella.//  [IGR # 2760] #8061
  San José salió una tarde / y dejó al Niño en la tienda//con una cruz en tres clavos / y recreándose en ella.//  [IGR # 0834] #615
  San José salió una tarde, / y dejó al Niño en la tienda,//hizo una cruz con tres clavos, / recreo de su inocencia.//  [IGR # 0834] #3185
  San José y la Virgen pura / en su lecho descansaban,//y el niño de Dios en otro; / llega San Gabriel y llama,//  [IGR # 0512] #5722
  San José y Santa María / juntos van en la jornada//San José mucho camina, / la Virgen ya va cansada,//  [IGR # 0525] #8260
  San José y Santa María / salieron a una jornada//San José mucho camina, / María ya va cansada.//  [IGR # 0525] #8261
  San Juan y la Madalena / se`n van presto al calvario//por el camino que iban / una mujer encontraron.//  [IGR # 1537.1] #2082
  San Lorenzo fue a dar agua / a las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / canta su lindo cantar.//  [IGR # 0049] #9460
  San Silvestre y Año Nuevo, / la primer fiesta del año.//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;//  [IGR # 0046] #381
  San Silvestre y Año Nuevo, / la primer pascua del año//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;//  [IGR # 0046] #399
  San Silvestre y Año Nuevo, / la primer pascua del año//entre damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.//  [IGR # 0046] #395
  San Silvestre y Año Nuevo, / primeras fiestas del año//las mocitas y doncellas / van pidiendo el aguinaldo.//  [IGR # 0046] #379
  Santa Ana tiene una ermita / toda llena de alegría,// toda la gente cristiana / vien de ver su romería://  [IGR # 0456] #970
  Santa Bárbara, luz divina, / oh pérola tão estimada//Na hora em que nasceste / logo devoção tomaste;//  [IGR # 2883] #2806
  Santa Catarina do Sena / era filha dum rei moiro;//ela matou a seu pai, / ela com uma espada de oiro.//  [IGR # 0126] #7582
  Santa Fé estaba sentada / a la luz de una candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #4424
  Santa Fe estaba sentada / al pie de una candela//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #4490
  Sant` Agnés s` está / en cambra daurada//Fa oració / al Sant qu` ella aymave//  [IGR # 2779] #9805
  Santa María / prä Belén camina//San José se marcha / i-en su linda compañía;//  [IGR # 0812] #1803
  Santas y muy buenas noches / . . . //cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;//  [IGR # 0046] #392
  Sant Isidro està criat / a la vila de Madrid,//sense pare i sense mare, / els seus parents l`han despedit.//  [IGR # 0543] #7919
  Sant Isidro s` en va á missa / am molta devoció,// quant ell ne torna de missa / trova l` amo molt felló./  [IGR # 0543] #7921
  Santísimo sacramento, / ¿dónde vas tan de mañana?//Bajaron siete dotores, / los mejoritos de España;//  [IGR # 0006] #2461
  Santísimo sacramento, / ¿dónde vas tan de mañana?//--Voy a vesitar l`enfermo / que está malito en la cama,//  [IGR # 0006] #2459
  Santísimo sacramento / ¿dónde vas tan de mañana?//--Voy a visitar un enfermo / que está malito en la cama,//  [IGR # 0006] #2458
  Santísimo Sacramento, / onde vas tan de mañana?//Voy a resucitar un enfermo / que está malito en su cama//  [IGR # 2909] #2834
  Santo António se alevantou, / seu pezinho direito calçou// e para Belém caminhou.//  [IGR # 2801] #1371
  Sapinho, vedes a noite, / vedes a noite, ó sapa?//O sapo e mai` la sapa / caminho vão de Granada,//  [IGR # 0515] #7475
  Se acabó la flor de mayo, / se acabó la flor de abril,//se acabó mi buena madre, / para siempre la perdí./ /  [IGR # 0168.1] #4689
  Se ajuntaron en un cuarto / las comadres sodas tres.//Una lleva treinta huevos, / para cada una diez;//  [IGR # 0275] #3170
  Se arman unas guerras / de Francia para Portugal//y llevan a Girineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4132
  Se armaron las grandes guerras / entre Francia y Portugal,//a Genereldo lo ponen / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #9412
  Se celebraron las bodas / por Agón y Portugal//y nombran a Gerineldo / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4177
  Se cimentara una guerra / entre España y Portugal//a Gerinaldo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4343
  Se declaran unas guerras / entre España y Portugal//y el que no quiera ir / con la vida ha de pagar//  [IGR # 0023+0110] #4379
  . . . //--Se é isso ó bela infanta, / eu o mandarei matar.//  [IGR # 0049] #6437
  Se embarcara Siselinos / día de Nuestra Señora//con intención de navegar / el día y la noche toda.//  [IGR # 0538+0180] #1744
  . . . Se enamoró de Teresita / desde que la bautizó//Un día está cosiendo / ha pasao el cura traidor.//  [IGR # 0083] #346
  . . . / se enamoró de una de ellas.//Se casó con Blancaflo / (y se quedó Filomena en su casa)////.  [IGR # 0184] #3628
  Se encimentara una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4347
  Se encimentara una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4349
  Se encimientan unas guerras / en Aragón y Portugal,//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #9417
  Se esta armandito una guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4292
  Se establecera una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le llaman / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4341
  --Se for Bernal Francês, / a porta lhe vou abrir.//--É Bernal Francês, senhora, / a porta lhe venha abrir //  [IGR # 0222+0168] #6866
  Se fue don Francisco a fiesta / que se celebra en Santa Ana//Se fue don Francisco a fiesta / que se celebra en Santa Ana,//  [IGR # 0615] #1947
  --Segador, que tan bien siegas, / mira de segar mi cebada.//Esa cebada, señora, / ¿onde la tiene plantada?//  [IGR # 0161] #8940
  Se había entablado una guerra / entre España y Portugal,//y a Leonfredo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #9251
  Se ha conmovido una guerra / entre España y Portugal//y al conde Flores se llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4099
  Se ha declarado la guerra / entre España y Portugal//nombraron al conde Flores / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4101
  Se ha declarado una guerra / con Francia y con Portugal//y han sacado a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4187
  Se ha declarado una guerra / en Francia y en Portugal;//se llevan a Gerineldo / para capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4145
  Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal//los ojos de la condesa / ya no cesan de llorar//  [IGR # 0110] #4244
  Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal,//y a Gerineldo le mandan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #3794
  Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo sacan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4179
  Se ha declarado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo he nombrado / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4154
  Se ha declarado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4192
  Se ha descubierto una guerra / entre Francia y Portugal//y vas a ir, Gerineldo, / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4198
  Se ha encomenzado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / para capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4323
  Se ha formado una gran guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerinerdo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4156
  Se ha formado una gran guerra / entre Francia y Portugal//y han nombrado a Gerineldo / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4224
  Se ha formado una gran guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerinerdo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4148
  Se ha formado una guerra / en Francia muy natural//a Gerineldo lo llevan / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4272
  Se ha formado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4232
  Se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4158
  Se ha formado una guerrilla / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo lo mandan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4166
  Se ha formado una guerrita / desde Francia a Portugal//y han nombrado a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4202
  Se ha formao una guerra / entre Francia y Portugal, //que al conde de Gerineldo / lo llaman pa testugar//  [IGR # 0023+0110] #9421
  Se ha levantado una guerra / de Francia con Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4151
  Se ha levantado una guerra / desde Francia a Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4275
  Se ha levantado una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4306
  Se ha levantado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de las tropas general//  [IGR # 0023+0110] #4276
  Se ha levantado una guerra / entre Italia y Gibraltar//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4246
  Se ha levantado una guerra / por Francia y por Portugal;//nombraron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4162
  Se ha marchado don Belarte / por siete años a casar//si a los siete años no vuelvo / Isabel te pues casar//  [IGR # 0110] #3910
  Se ha movido una guerra / entre Francia y Portugal//y Gerineldo tiene que ir / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4283
  Se ha ofrecido una guerra / para Francia y Portugal;//ha salido gerinardo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4160
  Se ha presentado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4193
  Se ha publicado la guerra / entre España y Portugal//nombraron al conde Airón / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4039
  Se ha publicado una guerra / en España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4330
  Seis anos tinha Alfredo / quando Deus lhe levou a mãe;//Serafina, coitadinha, / nem dela se lembrava bem.//  [IGR # 2882] #2882
  Se juntaron tres comadres / . . . //para hacer una merenda / na função de San Andrés.//  [IGR # 0275] #7547
  . . . se le perdió, qué fatiga//Unas mujeres le dan / noticias, con que se anima://  [IGR # 0858] #2066
  Se levanta conde Niño / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5285
  Se levanta el conde Niño/la mañana de San Juan// a darle agua a su caballo/a la orillita del mar//  [IGR # 0045] #3694
  Se levanta el Condolirio / una mañana `e San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5290
  Se levanta er conde niño / la mañana de san juan//a dar-le agua a su caballo / a la corriente de-r mar//  [IGR # 0110] #4038
  Se levantara una guerra / entre España y Portugal, //y a Gerinaldo le toca / de capitán general. //  [IGR # 0023+0110] #9425
  Se levanta una guerra / dende Madrid a Portugal//y al conde Gerineldo / de tiniente capitán.//  [IGR # 0023+0110] #4366
  Se levanta una mañana, / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9172
  Se levanta un corderillo / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar./ /  [IGR # 0049] #4624
  Se levanta un Corderillo / la mañana de un San Juan//a darle agua a su caballo / en las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9459
  Se levantó de la guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4291
  Se levantó don Alonso / mañanita del domingo,//se calzara y se vistiera, / se pusiera ben pulido.//  [IGR # 0172] #9257
  Se levantó el conde Niño / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a la orilla del Pululá//  [IGR # 0049] #5282
  Se levantó una guerra / de España con Portugal//llamaron a Gerinaldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4373
  Se levantó una guerra / por Francia y por Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4241
  --Se mandais matar o conde, / mandai me a mim degolar,//a ele levai o para a igreja, / a mim vinde me buscar.//  [IGR # 0049] #6434
  Se marchó el conde Olinos / mañanitas de San Juan// a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #4495
  Sendo em terra de Moirama / surpreendido um paladim,//como escravo foi levado / ao nobre miramolim//  [IGR # 2857] #2661
  Sendo uma pobre viúva, / dentro em casa arrecolhida,//tendo eu duas filhas belas, / mais lindas que a prata fina,//  [IGR # 0184] #6155
  S` en estava Don Francisco / tancat dins de la presó,//trista de la seva mare / quant lo sap á la presó,//  [IGR # 0092] #8561
  Se n ha fet una quinta / que tot hom hi te d anar//tambe hi te d anar don jaume / sa muller te de deixar//  [IGR # 0110] #4072
  Senhora dona Clarinda / no seu jardim passeava;//con o pente de ouro na mão / sus cabelos penteava.//  [IGR # 0113] #4423
  Senhora Maria, / de trás do mosteiro,//quer casar a filha / lá com carpinteiro.//  [IGR # 2915] #2900
  --Senhora Santa Caterina, / senhora Caterina santa,//que era tanto cantadeira, / e porque agora não canta?//  [IGR # 0098] #6161
  Senhora Santa Iria / à porta assintada,//cosendo paninho, / na sua almofada,//  [IGR # 0173] #7677
  Senhor, quero-vos pedir / por Deus e Santa Maria,//que me leveis convosco, / ainda que o não merecia//  [IGR # 2869] #2708
  --Señora, de Francia vengo / con un librito cortés,//que ha llegado a mis oídos / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #5205
  --Señora, me voy a Francia, / dígame, ¿qué manda usted?//--Señor, yo no mando nada, / . . .//  [IGR # 0113] #5326
  --Señora, voy para Francia, / señora, ¿qué manda usted?//--Si usted viese a mi marido, / memorias le dará usted.//  [IGR # 0113] #5324
  Señor de don Juan Chacón, / que tanto en el real famas//que socorre` al desvalido / y a` desamparaito ampara`,//  [IGR # 0586] #1900
  --Señores, por fortuna, / ¿no me han visto a mi mar?//--Señora, no lo conozco, / pero deme algunas señas.//  [IGR # 0113] #5312
  Señorita Inés / si usted me dejara// todas sus facciones / se la retrataba//  [IGR # 0548] #3115
  Señor mío Jesucristo, / médico de mis dolencias//no tengo gusto con nada, / ni cosa que me divierta.//  [IGR # 0489] #2100
  Sentada a la frescura, / viendo las aguas correr//vi venir un soldadito / . . . //  [IGR # 0113] #245
  Sentada está la condesa, / sentada está en el portal// con tijera y peine de oro / para su hijo peinar.//  [IGR # 0087] #8076
  Sentada está la Gallarda, / sentada está Gallardina,// hilando cabellos de oro, / parecen seda torcida.//  [IGR # 0200] #937
  Sentadico estaba el gato, / en sillas de oro sentado,// vio venir una gatita / por aquel tejado abajo,//  [IGR # 0144] #1346
  Sentadita estaba Arbola / en su barrido portal//con la aguja de oro en la mano / para la seda labrar.//  [IGR # 0153] #3241
  Sentadito estaba el gato / en sillas de oro sentado,// calzando medias azules / y zapato repicado.//  [IGR # 0144] #1344
  Sentado está D. Dalfeiro / no tabulado real,//os seus dados tem na mão / e as cartas para jogar.//  [IGR # 0151] #6020
  Sentado está de finojos / delante de Alfonso el Casto,//el espanto de los moros / y onor y prez de cristianos//  [IGR # 1599] #8530
  Sentado está D. Gaifeiro / num tabuleiro real,//com cartas d` oiro na mão, / disposto para jogar.//  [IGR # 0151] #6019
  Sentado está o D. Brazinho / à sombra dum bilro sere.//Tres damas tem a seu lado, / todas três le dão prazere://  [IGR # 0400] #2305
  Sentado estava Gaifeiros / ò pé de tabuleiro real,//passou por ali um primo, / um seu parente carnal.//  [IGR # 0151] #2615
  Sentado estava Galfeiro / num tabuleiro real.//As cartas tinha na mão, / estava para as baralhare.//  [IGR # 0151] #2254
  Sentado estava o Galfeiro / no tabuleiro real.//As cartas tinha na mão / e um dedo p`r`às baralhare.//  [IGR # 0151] #2253
  Sentéme y adormecíme / junto a un cardo corredor;// vi venir un caballero / con un caballo andador.//  [IGR # 0026] #918
  Se n ve una guerra molt mala / comte vario hi te d anar//ai de la seva muller / que no fa sino plorar//  [IGR # 0110] #4071
  Se pasea Anarbola / por una sala real;//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar.//  [IGR # 0153] #4876
  Se paseaba Carmela / por la su salita alante//con los dolores del parto / que los corazones parte.//  [IGR # 0153] #3728
  Se paseaba Celinos / por el su palacio real;//de su casa en casa `el conde / buenas corriendidas da,//  [IGR # 0311] #4830
  Se paseaba el conde Linos / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / por las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #782
  Se paseaba el vizconde / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #9154
  Se paseaba Juan Gómez / un día muy señalado//e paseaba Juan Gómez / en busca de su hijo amado.//  [IGR # 0744] #1970
  Se paseaba León / por la marina serena,// se paseaba León, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #1096
  Se paseaba Lisarda / una tarde sus amores//con muy bonitos vestidos / de diferentes colores.//  [IGR # 0149] #1640
  Se paseaba Marbuena / de la reja al ventanal,//con los dolores de parto / que la hacen arrodillar.//  [IGR # 0153] #5462
  Se paseaba Narbola / por su barrido portal,// con los dolores de parto, / que la hacen arrodillar.//  [IGR # 0153] #1127
  Se paseaba Silvana / por la su huerta florida;// muy bien toca la guitarra, / mejor romance decía.//  [IGR # 0005] #1076
  Se paseaba Ultramara / por la sala Ultramarina;//derechita como un pino, / relumbra como una espada.//  [IGR # 0140] #5366
  Se paseaba una serrana / por esas sierras arriba//y el rocío de la noche / le daba por las rodillas.//  [IGR # 0232] #3775
  Se paseaba vizconde / por las orillas del mar,//mientraa el caballo beba / Fernandito echa un cantar.//  [IGR # 0049] #8448
  Se pasea conde Alino / mañanita de San Juan// a dar agua a los caballos / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #783
  se pasea / de la sala al ventanal,//y su suegra la traidora / luego la conoció el mal.//  [IGR # 0153] #5464
  Se pasea doña Albora / por una sala de alante//con dolores de parir / que su cuerpo se la parte.//  [IGR # 0153] #482
  Se pasea doña Arbola / por su palacito real;//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar,//  [IGR # 0153] #8634
  Se pasea doña Arbola / por su palacito real//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar;//  [IGR # 0153] #483
  Se pasea don Alonso / de a caballo en su rocino.// Bien hallada seas, Mariana. /Don Alonso, bien venido.//  [IGR # 0172] #829
  Se pasea el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar,//  [IGR # 0049] #9141
  Se pasea Fernandito / por la orillas del mare,//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar.//  [IGR # 0049] #8452
  Se pasea Fernandito / por las orillas del mar;//mientras su caballo bebe, / él echa un lindo cantar.//  [IGR # 0049] #318
  Se pasea Fernandito / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe / él echa dulce cantar.//  [IGR # 0049] #312
  Se pasea Fernandito / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él echa un dulce cantar.//  [IGR # 0049] #9181
  Se pasea la Gallarda / en su ventana florida//hilando cabellos de hombres / para hacer seda torcida.//  [IGR # 0200] #1733
  Se pasea la Narbola / por una sala regada//dolores la dan de parto / que el alma se la arrancaba;//  [IGR # 0153] #485
  Se pasea la Silvana / por la su huerta florida;//piensa que nadie la ve / y el rey su padre la mira.//  [IGR # 0005] #8626
  Se pasea la viudita / por el mar y por la arena//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #152
  Se pasea la viudita / por el mar y por la arena//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #151
  Se pasea mi Carmela / por una salita alante//con los dolores de parto / que el corazón se la parte.//  [IGR # 0153] #504
  Se pasea Narbolita, / por una salita real,//dolores la dan de parto / que hácenla arrodillar.//  [IGR # 0153] #5468
  Se pasean las dose flores, / entre meDió una conjá,//dijo la conjá a las flores: / A hoy es día de pasear.//  [IGR # 0814] #7935
  Se pasea si conde Niño / por las orillas del mar,//a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #9139
  Se pasea una serrana / a la orilla `una rivera,//por ver cómo corre el agua, / cómo bailan las arenas.//  [IGR # 0233] #7434
  Se pasea un duque, madre, / por las orillas del mar//a darle agua a su caballo / la mañana de San Juan.//  [IGR # 0049] #9166
  Sépase por todo el mundo, / se publica hacia España//que es un mercader muy rico, / mercader de grande fama;//  [IGR # 0501] #8810
  Sépase por todo el mundo, / se publique ha ya en España,//de un mercader muy rico, / mercader de grande fama.//  [IGR # 0501] #5879
  Se promoviera una guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4290
  Se publican una guerra / de Francia pa Portugal;//rey nombra a Girineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4139
  Se publicaron de guerra / en Francia y en Portugal//y a Gerineldo lo nombra / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4263
  Se publicaron las guerras / que de Francia a Portugal;//nombra al conde Gerineldo / su capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4163
  Se queres ouvir, cristão, / os mandamentos cantados,//`sperta s`estás dormindo, / que são já começados.//  [IGR # 2937] #2906
  Sercada está Santa Fe/de un rico lienso enserado// ricas tiendas le rodean/de tersiopelo y brocado//  [IGR # 0045] #3691
  Sergana se paseaba / por su corredor arriba,// mientras (inaudible) tocaba / más en broma te decía.//  [IGR # 0005] #1078
  Serrana se está peinando / en su ventana florida//peinándose está, peinando, / con peines de plata fina.//  [IGR # 0200] #1734
  Serrana se está peinando / numa ventana florida;//Vira vir um cavaleiro, / pela serra abaixo vinha.//  [IGR # 0200] #6977
  S` estaba linda senyora / á l` ombreta d` un pi;//las ombretas eran altas / que `l sol li tocava al pit.//  [IGR # 0113] #8068
  Set años n`hi anat per terra / y altres set per dins del mar.//Al cap de la quator / llicencia vuy demaná.//  [IGR # 0559] #8717
  Set anys hi anat / pera festejaria,//y al cap d` aqueix / temps parlan de casaria.//  [IGR # 1045] #9796
  Set anys som anat per terra / i altres set he anat pel mar;//i al cap de la catorzena, / Decència vai demanar.//  [IGR # 0559] #8715
  Set bastiments partiren de Marsella / per aná á la ciutat d` Oran,//Set anys tirats á borrasca / sense podé desembarcá //  [IGR # 0457] #8567
  Sete anos e mais um dia / cobri as ondas do mar.//Puseram sola a cozer, / não a podiam tragar.//  [IGR # 0457] #7796
  Sete anos e um dia, / sob las águas de la mar,//andou la nau Catrineta, / sem já haver que manjar.//  [IGR # 0457] #7774
  Sete anos servi um amo, / sete i-anos e mais um mês;//por bem criados que tenha, / nenhum le faz o que l`eu fez://  [IGR # 2965] #2775
  --Sete filhos me dê` Deus, / nenhum me dê` barão,//para ir vencer a guerra, / a guerra de Mazargão.//  [IGR # 0231] #7529
  Seu cavalo aparelhou, / sua espada embainhou,//chegou ao meio do caminho, / o inimigo encontrou.//  [IGR # 0168] #2676
  Se vestira don Alonso / unha mañá de domingo,//y en vestirse y en calzarse / púxose galán pulido,//  [IGR # 0172] #9256
  Sevilla, la mi Sevilla, / nombrada la muy nombrada,//habitan dos caballeros / de la nobleza de España.//  [IGR # 0147] #4894
  Se vistió de pelegrina / y le ha salido a buscar//en medio del camino / se encontro con una boya//  [IGR # 0110] #4376
  S`ha levantado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerinerdo lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4183
  S`hi n`hi havia un sastre, / sabia molt de cosir.//--Si n`encontrí tres ninetes / a la vora d`un camí,//  [IGR # 1108] #7862
  Si acaso yo me muero, / no me entierren en sagrado;//me entierren en una loma, / donde no pise el ganado,/ /  [IGR # 0101] #4744
  --Si a los seis años no vengo, / infanta, puedes casar//ya los seis años cumplidos / la infanta ha echado a llorar//  [IGR # 0023+0110] #4249
  --Si a los seis años no vuelvo, / princesa, te casarás//a los seis años cumplidos / la princesa echo a llorar//  [IGR # 0023+0110] #4250
  Si a los siete años condesa, / si a los siete años no más,// si a los siete años no vengo / a los ocho casarás.//  [IGR # 0113] #1168
  Si a los siete años no vengo / tu me iras a buscar//siete años ya se pasan / y ocho corriendo van//  [IGR # 0023+0110] #4269
  Si a los siete años no vuelvo, / condesa te casarás.// Al cumplirse los siete años / fuera el rey su padre allá.//  [IGR # 0110] #3870
  Si a los siete no vengo, / casarse ya se pudía.--//Se vistió ella de romerita / y fue en su busquedad//  [IGR # 0023+0110] #4138
  Si arreventaras, María, / a un lado del corazón, de siete hembras que tienes / n`el medio ningún varón//  [IGR # 0231] #893
  Si Deu me d[on]ava lloch / un rato m` entretindría,//per mos passos [hi] vingut / contemplant sa bisarría.//  [IGR # 1115] #7874
  --Si dormís vos, la infanta, / o dormís o recordás,//oyerís cómo lo canta / la serena de la mar.//  [IGR # 0049] #9077
  Siempre oí decir / en ca de mi padre, señor;//la que por amores caza / siempre vive con dolor//  [IGR # 0085] #8816
  Siendo llegada el aurora, / el moro estaua en la plaça,//de dobles armas armado / como aquel que guerra vsaua.//  [IGR # 2466] #5829
  Siendo un sacerdote pobre / aunque es pobre, muy prudente,//tiene una promesa hecha / que la ha de cumplir si puede.//  [IGR # 0219] #3426
  Siendo yo chiquillo nuevo, / de la edad de veintiún año//cuando me faló mi padre / me dijo siempre llorando://  [IGR # 0766] #1738
  Siendo yo mozu soltero, / galán de ceñir la espada//aventé por esos mundos / a buscar la enamorada.//  [IGR # 0871] #8248
  Siendo yo muy chiquitita, / chiquitita sin criar//el rey me pidiera amor, / yo no se lo quise dar.//  [IGR # 0047] #1752
  Siendo yo niño chiquito, / heredei de mis abuelos//muchos bués ya muchas vacas, / muchas ovejas y un perro.//  [IGR # 2804] #8311
  Si en siete años no vengo / niña me iras a buscar//pasaron los siete años / y el conde no viene ya//  [IGR # 0023+0110] #4186
  Siéntate si estás despacio, / te contaré el entremés//lo que pasó un tajonero / en casa con su mujer.//  [IGR # 0461] #112
  Sierra arriba, sierra abajo, / se pasea una serrana, //con tres cuartas de muñeca / y vara y media de espalda,/ /  [IGR # 0233] #7315
  Siete amigas tiene Bueso, / que siete amigas tenia,//y a todas las iba a ver / día de Pascua florida,//  [IGR # 0172] #9018
  Siete amigas tiene Güeso, / las siete todas tenía,//a todas las iba a ver / día de Pascua florida,//  [IGR # 0172] #9014
  Siete amigas tiene Güeso, / que siete amigas tenía,//a todas las iba a ver / día de Pascua florida,//  [IGR # 0172] #9008
  Siete amigas tiene Güeso, / que siete amigas tenia,//a todas las iba a ver / día de Pascua florida,//  [IGR # 0172] #9004
  Siete amigas tiene Güeso, / que siete amiqas tenía//y a todas las iba a vere / día de Pascua Florida//  [IGR # 0172] #9010
  Siete amigas tiene Hueso / que siete amigas tenia//y a todas las iba a ver / día de Pascua Florida,//  [IGR # 0172] #9013
  Siete amigas tiene Hueso, / que siete amigas tenía,//y a todas las iba a ver / día de Pascua florida,//  [IGR # 0172] #9005
  Siete amigas tiene Huezo / que siete amigas tenía//y a todas las iba a ver / día de Pascua florida//  [IGR # 0172] #9012
  Siete anos anduve / por una hermosa linda;//no me la dexan ver / por huerta ni por vina//  [IGR # 0189] #8022
  Siete años anduvo de amores / en servirla y regalarla//nunca pudo alcanzar de ella / ningún favor de importancia.//  [IGR # 0102] #1846
  Siete años que lo tinch muerto / y tancat dins de ma cambra.//Yo li mudo la camisa / todas las festas del año,//  [IGR # 0502] #8383
  --Siete años ya son siete, / Girineldo por allá;//padre, si me das permiso / para yo ir`o a buscar//  [IGR # 0023+0110] #4136
  . . . Siete doctores le asisten, / los mejores de Granada.// Siete doctores le asisten, / los mejores de Granada.//  [IGR # 0006] #2370
  Siete hijas tiene / sin tener ningún varón//--Caballo brillante / y agujita de bastón,//  [IGR # 0231] #524
  Siete hijos tiene Haná, / Haná la buena judia.//Los mandó a llamar el rey, / a todos siete en un día.//  [IGR # 0602] #4447
  Siete leguas en contorno / se ha de armar una quimera//y el conde niño se ha ido / y ella de llorar no deja//  [IGR # 0110] #3946
  Sildana se está paseando / por un corredor arriba.//Su padre la está mirando / desde un jardín que tenía./ /  [IGR # 0075] #4632
  Sildana se está pasiando / por un corredor arriba,//con su guitarrita de oro, / bien templada y bien tenida./ /  [IGR # 0075] #4630
  Sildanita se paseaba / por un corredor arriba,//tocando su guitarra de oro, / ¡qué bonito canta y silba!/ /  [IGR # 0075] #4637
  Silvana de bonita inté / i o sol resplandecia;//sê pai ia `stava mirando / d`ma ventana qu` havia.//  [IGR # 0005+0075] #7114
  --Silvana, ó Silvaninha, / Silvana, ó minha filha,//bem puderas tu, Silvana, / brincar comigo um dia.//  [IGR # 0075] #7096
  Silvana se paneava / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / muito bem que ela sabia,//  [IGR # 0503] #6728
  Silvana se paseaba / por la alameda florida//y su padre la miraba / por un mirador que había.//  [IGR # 0005] #4527
  Silvana vinha p`r`à cama, / tristinha e apaixonada,//com as lágrimas nos olhos / a sua sala regava.//  [IGR # 0075] #7092
  Silvanuca, Silvanuca, / hija del rey galán// esa tal se enamorara / del don Carlos Montealbar.//  [IGR # 0159] #8077
  Si mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de año, / que mañana son los Reyes.//  [IGR # 0046] #393
  --Si me `n trucan á la porta. / --0la! olal baixa á obrir.//--¿Qui es aquest cavaller / qu` ara `s passeja per `qui?//  [IGR # 0222] #7986
  Si n` eran tres matelots, / son vinguts de l` Inglaterra;//Set anys ha que van pel mon / sense may ne veure terra,//  [IGR # 2699] #6378
  Si n` eran tres tambós, / venían de la guerra;//el mes petit de tots / porta un pom de rosetas.//  [IGR # 2718] #8322
  Si n` era un` animeta / partida d` aquet mon,//Que de nit y dia crida / que no veu sol ni llum.//  [IGR # 2704] #6369
  Si n`eren dos dallaires / que dallaven un prat// i una polleta rossa / els en porta esmorzar.//  [IGR # 1085] #5782
  Si n`eren tres donzelletes / totes tres filaven lli,//les dues se`n divertien, / l`altra ho passava molt trist//  [IGR # 2723] #7850
  Si n`eren tres ninetes / que n`estaven conversant,// La conversa que ells tenien: / --Els galants quan ne vindran?--//  [IGR # 2717] #7847
  Si n`eren tres segadors / d`aquí dalt de la muntanya,//n`han baixat a l`Empordà / per segar una quinzenada.//  [IGR # 0161] #3657
  Si n`hi ha una dama / dama de Galicia, //son marit es fora / á la romería.//  [IGR # 0080] #8698
  Si n` hi ha una dama / dama de Galicia,//son marit es fora / á la romería.//  [IGR # 0080] #4827
  Si n`hi havia tres comares / totes tres d`una manera//ja en concerten un brenar / de menjar-se`n tot un fetge.//  [IGR # 1020] #9795
  Si n hi havia una condesa / que se habia de casar//por cuantos meses te vas conde / por cuantos meses te vas//  [IGR # 0110] #4075
  Si n`hi havia un pobret, / un pobret de Jesucrist,//se`n va a l`hostal de la Llàntia / si el volien acollir.//  [IGR # 0524] #7910
  Si n` hi `vía un pagés / qu` en tenía tres fillas,//las treuhen á ballá / totas tres de quadrilla.//  [IGR # 1098] #7853
  --Si oyeris como lo canta / la serena de la mar.//--No es la serena, mi madre, que es / . . . --//  [IGR # 0049] #9093
  Si parleu de la serena / molt ditxós qu`hi pot anar,//set anys som anat ab ella / sense terra may tocar.//  [IGR # 0559] #8718
  Si queréis saber, señores, / la canción del entremés,//que le pasó a un molinero, / casado con su mujer.//  [IGR # 0461] #9063
  Si quieres que te cante / la canción del entremés//lo que pasa [un panadero / en casa con su mujer].//  [IGR # 0461] #111
  Si quieres que te la cuente / la canción del entremés,// siéntate al lado de mí / y yo te la contaré.//  [IGR # 0461] #1305
  Si quiere usted que le cante / la tonada de los huevos,//me ha de dar medio cuartillo / pa mí y pa mi compañero.//  [IGR # 0763] #3069
  Sirvana se paseaba / por la alameda florida,//su padre que la miraba / por un mirador que había.//  [IGR # 0005] #9499
  Si se`n van dos a Betlem, / Josep i la sua esposa,//los portals foren tancats / i los dos quedaren fora.//  [IGR # 2755] #7898
  --Si tienes el coraçón, / Zaide, como la arrogancia,//y a medida de las manos / dexas volar las palabras;//  [IGR # 1885] #7959
  Si usted me diera el permiso / y de dios la voluntad//me vestiria de peregrina / y a mi amante fui a buscar//  [IGR # 0110] #4078
  S. José e mais a Virgem, / ambos foram p`r`às montanhas;//a Virgem vai mui contente, / leva Jesus nas entranhas.//  [IGR # 2903] #2828
  Sobía doña Silvana / po lo corredor arriba,//toucando n`una guitarra, / ¡ay qué bien la repartía!//  [IGR # 0503] #8946
  Sobre el coraçón difunto / Belerma estava llorando//lágrimas de roxa sangre / que las de agua hizieron cabo;//  [IGR # 0353] #8894
  --Soldadillo, soldadillo, / ¿de dónde viene usted?//--De las guerras señorita, / ¿qué se le ofrece a usted?//  [IGR # 0113] #5334
  --Soldadinho pequenino / que andas tão triste na guerra! //Ou te lembra pai ou mãe / ou alguém da tua terra.//  [IGR # 0075] #7145
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra de Melilla / para lo que guste usted.//  [IGR # 0113] #239
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿que se la ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #242
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se la ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #235
  --Soldadito, soldadito, / ¿de donde ha venido usted?//--De la guerra señorita / ¿qué se le ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #9407
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #231
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #237
  --Soldadito, soldadito, / ¿de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #5321
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #241
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--He venido de la guerra, / de la guerra mariné.//  [IGR # 0113] #230
  Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--Señorita, de la guerra, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?//  [IGR # 0113] #226
  --Soldadito, soldadito / ¿de dónde viene usted?//--Yo vengo de la guerra. / ¿Qué se le ofrece a usted?//  [IGR # 0113] #5336
  Soldadito, soldadito / que de la guerra vanís//¿habéis visto a mi marido / en la guerra alguna vez?//  [IGR # 0113] #218
  Soldadito, soldadito, / qué haces ya que no te alejas?// No será que te marea / el humo de las calderas?//  [IGR # 0176] #1006
  Soldadito, soldadito, / qué tienes que no te alegras?// Te ha mareado la mar, / o el humo de la caldera?//  [IGR # 0176] #1003
  --Soldadito, venga acá, / ¿de Jutiapa viene usté?//¿No me ha visto a mi marido / que en la expedición se fue?//  [IGR # 0113] #5309
  Soledá de la campana, / Soledá triste de mí.// No tengo padre ni madre / ni quien se acuerde de mí//  [IGR # 0047] #9358
  --Soleta passeu vetllada, / viuda i leal?//--Amb Déu i Maria Santíssima / l`estic passant.//  [IGR # 0319] #3663
  Som deixat m`esposa / sense haverla de deixá.//Ay! per aná á la guerra / set anys a trigá á torná,//  [IGR # 0559] #8724
  Son las doce de la noche, / los gallos quieren cantar,//don Carlos se muere de amores / que ni puede sosegar.//  [IGR # 0159] #5405
  --Sortijita de oro traigo / que quebrándoseme viene,//qué linda[s], señora, / las hijas que tiene.//  [IGR # 0224] #5195
  --Soy la pobre viudita, / hace años me casé.//Mi marido me ha abandonado / por querer a otra mujer./ /  [IGR # 0113] #4725
  Soy una pobre mujer / abandonada y perdida,//no tengo padre ni madre, / soy errante de la vida.//  [IGR # 5143] #9061
  Stand` a don` infanta / nu sê jardinh` assentada,//pentiar o sê cabelo / c`um panti d` oiro ó de prata.//  [IGR # 0113] #6290
  `Stando a bela em armada, / no seu jardim assentada,//com pentes de ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6231
  `Stando a bela Infanta / no seu jardim assintada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo pintiava.//  [IGR # 0113] #6323
  `Stando a Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente d`oiro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6272
  `Stando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6258
  `Stando a Rosa Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6243
  `Stando dona Branca-nina / no seu jardim assentada,//com pêntãi d` ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6297
  `Stando dona Catrina / no seu quintal assentada,//c` um pente d` ouro na mão / o seu cabelo pinteava.//  [IGR # 0113] #6305
  `Stando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente d`ouro na mão / seus cabelos penteava.//  [IGR # 0113] #6263
  `Stando dona Clarinda / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6260
  `Stando dona Delgadina / na sua sala quadrada// . . . / e vindo seu pai da missa//  [IGR # 0075] #7126
  `Stando dona Delgadinha / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão, / seu cabelo penteava.//  [IGR # 0075] #7131
  `Stando dona Filomena / no jardim a passear,//um caso acontecido, / cheg` ali um melitar.//  [IGR # 0234] #6928
  `Stando dona Filomena / no seu jardim assentada,//com pentem d` oiro / na mão seu cabelo penteava.//  [IGR # 0113] #6294
  `Stando dona Francisquinha, no seu jardim assentada,// . . . / c` um pente de ouro na mão, //  [IGR # 0113] #6247
  `Stando dona Infância / no seu patinho assentada,//c` um pentem d` ouro na mão / seu cabelo pantiava.//  [IGR # 0113] #6301
  `Stando eu à minha porta, / cosendo, bordando seda,//vi passar um cavaleiro / no alto daquela serra.//  [IGR # 0113] #6234
  Stando eu à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vira vir um cavaleiro / da alta Serra Morena.//  [IGR # 0113] #6232
  `Stando Francisca à janela, / branca como a branca-flor;// . . . / . . . //  [IGR # 0234] #6934
  `stando seu marido longe, / em casa lhe deu intrada. Quer de dia, quer de noite, / como com ele casada,//  [IGR # 2977] #2774
  `Stava na minha janela / a ver quem vinha,//vinha um soldado armado / para a Serra da Estrela.//  [IGR # 0113] #6279
  --`Steja com Deus, minha tia, / na sua roca a fiar!// --Venha com Deus, meu sobrinho, / que o cortês sabe falar!//  [IGR # 0559] #6414
  Sua alteza, a quem Deus guarde, / aviso mandou ao mar,//que se aparelhasse o conde, / para uma manhã largar.//  [IGR # 0112] #5974
  Sube al alto, sube al alto, / ao máis alto corredor//que verás como vai guapa / a filla do labrador;//  [IGR # 0107] #1656
  Suenan voces, suenan voces, / suenan voces por Sevilla//que el duque de Alba se casa / con otra y a ti te olvida.//  [IGR # 0508] #3398
  . . . su padre, de que lo supo, / de casarla determina//con un mercader muy rico / que ha venido de las Indias.//  [IGR # 0217] #121
  su padre la reparaba. / . . . //--Delgadina, Delgadina / tú has de ser mi enamorada//  [IGR # 0075] #8931
  Tan alta diba la luna / como el sol del medio día//cuando la querida infanta / partir de Francia quería;//  [IGR # 0431] #3100
  Tan alta estaba la luna / como el sol a mediodía,//cuando el buen conde Belarde / de sus batallas venía.//  [IGR # 0103] #5403
  Tan alta iba la luna / como el sol al mediodía,//cuando el buen conde Belarde / de sus batallas venía.//  [IGR # 0103] #3333
  Tan alta iba la luna / como el sol de mediodía,// cuando el rey don Belardo / de las batallas venía,//  [IGR # 0103] #701
  Tan alta iba la luna / como el sol de medio día//cuando estrenaban el manto / de Pinel de Normandía//  [IGR # 0074] #3311
  Tan alta iba la luna / . . . //cuando aquel conde Belardo / de la batalla salía.//  [IGR # 0103] #8377
  Tan alta va la luna / como el sol de mediodía// cuando la siempre doncella / sin pecado concebida.//  [IGR # 0217] #119
  Tan alto iba el sol / como las doce del día//cuando aquel mozo Bernardo / pelear del moro venía;//  [IGR # 0103] #1655
  `Tando D. João à morte, / próximo para morrere,//aproxima-se-lhe a hora. / Ai, meu Deus, que eu vou fazer?//  [IGR # 0006] #2287
  Tándose la Teresita / en sillas de oro sentada//con el niño entre los brazos / se quedara adormentada;//  [IGR # 0802] #8340
  Tan quexoso está y sañudo, / y tan feroz, rezio y brauo,//el invencible Rey chico / de Granada y su reynado,//  [IGR # 2056] #5831
  ¡Tan! ¡tan! llaman en la puerta, / Hierbabuena baja a abrir.//--¿Quién es ese caballero / que en mi puerta llama así?//  [IGR # 0222] #4844
  --¿Tantos días, tantos meses / has de estar tú por allá?//--No lo cuentes tú por meses, / por años lo pués contar//  [IGR # 0110] #3979
  Tanto tiempo que he jugado / no he ganado ni he perdido;//he ganado una ciudad / y he perdido un castillo;//  [IGR # 0169] #2509
  `Tava dona Clàrana, / numa sexta-feira à tarde,//penteando o sê cabelo, / à porta do sê quintal,//  [IGR # 0113] #6336
  Tava na minha jinela, / casada de treze dias,//e passou um pombo branco, / ah! que novas me trazia.//  [IGR # 0069] #5965
  --Tengo de formar una guerra / entre España y Portugal//que el conde de Gerineldo / se tiene que hallar allá.--//  [IGR # 0023+0110] #4235
  Tengo que ir servir al rey / que estoy muy comprometido//si a los siete no vengo / con otro puedes casar//  [IGR # 0023+0110] #4321
  --Tengo yo apostado, madre, / con el rey de Portugal//de dormir con Marianita / hasta los gallos cantar.//  [IGR # 0255] #5593
  Tengo yo una apuesta, madre, / con el rey de Portugal//de dormir con Marianita / antes de los gallos cantar.//  [IGR # 0255] #5591
  . . . tenía tres hijas: / Ana, Marta y Filomena//Pasó por allí un pastor / y se ha enamorado de ellas;//  [IGR # 0184] #144
  Teniendo el rey don Pedro / su real fortalescido//en esa tierra de Nájera / en campo que Azofra es dicho,//  [IGR # 1270] #4540
  --Tens os cabelos compridos, / eles te conhecerão.//--Dême umas tesouras, / que os deitarei ao chão.//  [IGR # 0231] #7503
  . . . `Te puxeras ahí / para los dados jugar//Si fueras buscar tu prima, / tu prima fueras buscar.//  [IGR # 0151] #1730
  Teresina madrugó / un lunes por la mañana// a empañar el hijo `el rey / a la luz de una retama.//  [IGR # 0802] #850
  Teresita tenía un novio / que Francisco se llamaba//acostumbraba ir a verla / tres días a la semana.//  [IGR # 0193] #8216
  Teresita tiene un novio / que Francisco se llamaba//Acostumbraba a ir a verla / tres días a la semana.//  [IGR # 0193] #1932
  Tiempo es, el caballero, / tiempo es de andar de aquí,// que me crece la barriga, / y se me acorta el vestir.//  [IGR # 0444] #1580
  Tinc un home petit / com un gra de civada,//per pujar-se`n al llit / ha de mester escala,//  [IGR # 1113] #7926
  Tinha um cordão verde / de rendinha lavrada.//Perdera-o minha mãe, / andando pela praça.//  [IGR # 2871] #2750
  Tinh` elrei suas três filhas / lindas que mais não havia,//namorase da mais velha, / que Gaudina se nomia.//  [IGR # 0005] #7081
  . . . //Tocam sinos a finados, / ai Jesus! Quem morreria?//  [IGR # 0503] #6655
  Tocan a republicana, / vuelven a republicar//y cogen al conde Niño / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4169
  Todas las aves dormían / cuantas Dió criaba y nacen//no dormía Belisera, / la hija del emperante.//  [IGR # 0307] #3379
  Todas las aves dormían, / cuantas Dios criaba y mades,//non dormía Belisera, / la hija del emperante//  [IGR # 0307] #4442
  Todas las doncellas / salen a mirare;// también salió Galanzuca / tapada con su bridial.//  [IGR # 0159] #729
  --Todo el mundo tengo andado / y he visto tierras lejanas,//seis años fui bien servida, / yo sin él, sin gozar nada.//  [IGR # 1813] #3580
  Todos los soldados cantan, / cantan, bailan y hacen fiesta,//menos un pobre soldado / cargadito de tristeza.//  [IGR # 0176+0168] #5566
  Todos los soldados cantan, / se divierten y hacen fiesta,//menos el pobre Francisco / que está lleno de clemencias.//  [IGR # 0176+0168] #5559
  Todos los soldados, madre, / guardan lunes y hacen fiesta//menos un pobre soldado / que se muere de tristeza.//  [IGR # 0176+0168] #5560
  Todos quantos há no mundo, / Oh valha-me Deus / todos são filhos de Adão. / Oh valha-me Deus / e vossa paixão//  [IGR # 2947.9] #2909
  . . . Toma, reina mora, / estas tres cautivas//para que te laven, / para que te sirvan.//  [IGR # 0137] #247
  Torre acima, torre abaixo, / naquela torre mais alta,//avistei senhora mãe, / numa cadeira de prata//  [IGR # 0075] #5810
  --Traigo una pena doblada / y un crecido sentimiento;//a nadie le digo nada, / yo sola soy la que siento.//  [IGR # 0113] #5298
  Tras, tras, que a la puerta llaman, / tras, tras, yo no puedo abrir.//Tras, tras, si será la muerte, / tras, tras, que vendrá por mí.//  [IGR # 0222] #3027
  Trescientos soldados lleva / un capitán general;// todos cantan, todos bailan, / menos un que non alegra.//  [IGR # 0559] #1140
  Tres Cortes armara el rey / todas tres a una sazón,// las unas armara en Búrgos, / las otras en León,//  [IGR # 0364] #1449
  Três filhas que elrei tinha, / Laurinda era a mais linda. //Seu pai a desafiou / p`ra ser sua namorada.//  [IGR # 0075] #7143
  Três filhas tinha elrei, / todas três com` uma prata//e a mais novita delas / Delgadita le chamavam.//  [IGR # 0075] #7089
  Três filhas tinha o rei, / todas lindas como a prata;//a mais novinha de todas / Delgadinha se chamava.//  [IGR # 0075] #7087
  Três filhos tinha el-rei, / todos, todos como a prata,//e o mais novinho deles / numa cama se deitava.//  [IGR # 0140] #6146
  Três filhos tinha el-rei, / todos três como a prata,//e o mais novinho deles / numa cama se deitara.//  [IGR # 0140] #2634
  Tres hermanicas eran, / tres hermanicas son; //las dos eran cazadas / la chica en pedrición.//  [IGR # 0384] #8028
  Tres hijas tenía el rey / bonitas como la plata,//la menorcita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #3453
  Tres hijas tenía el rey / la cosa que más amaba,//una se llama Doñina / y otra se llama Doñana//  [IGR # 0075] #4999
  Tres hijas tenía el rey, / la cosa que más quería,// tanto cantan, tanto bailan, / en la santa romería,//  [IGR # 0456] #968
  Tres hijas tenía el rey / mucho las quiere y las ama;//una se llama María, / otra Isabel se llamaba,//  [IGR # 0075] #4993
  Tres hijas tenía el rey / muy queridas, muy amadas,// la más pequeñina de ellas / Altamara se llamaba,//  [IGR # 0140] #1065
  Tres hijas tenía el rey / muy queridas y estimadas,// sólo andaba por saber / cuál es la que en cinta estaba.//  [IGR # 0159] #733
  Tres hijas tenía el rey, / todas tres como la plata;//la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4996
  Tres hijas tenia el Rey / todas tres como oro y plata,//El rey se enamora de una / Margarita se llamaba.//  [IGR # 0075] #7922
  Tres hijas tenía el rey, / todas tres como una grana//y la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #3238
  Tres hijas tenía el Rey / todas tres como una plata,//la más chiquitina d`ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4988
  Tres hijas tenía el rey, / todas tres com` una grana;//la más chiquitita d`elas / Delgadiña se llamaba.//  [IGR # 0075] #4944
  Tres hijas tenía el rey / todas tres de oro y plata;//una se llamaba María, / la otra se llamaba Juana,//  [IGR # 0075] #4987
  Tres hijas tenía el rey / y las tres como la plata,//la mas pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5493
  Tres hijas tenia un rei, / totes tres molt estimades,//l`una si se`n diu Maria, / l`altra donya Marianna,//  [IGR # 0075] #3656
  Tres hijas tenía un rey / que era lo que más amaba,// una se llamaba Eduvigis, / otra Rosita Encarnada,//  [IGR # 0075] #1083
  Tres hijas tenía un rey, / todas tres a un ventanal;//se dicen unas a otras, / Balbina preñada está;//  [IGR # 0159] #5407
  Tres hijas tenía un rey, / todas tres como oro y plata//la más chiquitita de ellas / Altamara se llamaba.//  [IGR # 0140] #457
  Tres hijas tenía un rey / todas tres en un igual,//todas visten un vestido, / todas calzan un calzar, //  [IGR # 0159] #8616
  Tres hijas tenía un rey, / tres hijas como la plata,//la más pequeñina de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4875
  Tres hijas tiene el buen rey, / toas las tres muy bien queridas,//la una tié casada en Francia / y la otra en Lombardía,//  [IGR # 0308] #8661
  Tres hijuelos había el rey, / tres hijuelos, que no más;// por enojo que hubo de ellos / todos maldito los ha.//  [IGR # 0535] #1564
  Tres palombas van volando / y por el saray del rey,// vola la una, vola la otra, / ya volan todas las tres,//  [IGR # 0133] #9550
  Tres reyes salen de Oriente / por una estrella guiados// entran en Jerusalén / y a voces van preguntando//  [IGR # 0770] #1631
  --Três voltas dei ao castelo, / sem achar por dond` antrar.//cavaleiro d`armas brancas / viste-lo por `qui passar?//  [IGR # 0150] #6005
  Três voltas dei ao castelo, / sem achar por donde entrare.//0 cavaleiro das armas brancas, / vístais lo p`r`aqui passare?//  [IGR # 0150+0457] #2244
  Três voltas dei ao castelo, / sem achar por donde entrare.//Três soldados d`armas brancas, / vístei-lo aqui passare?//  [IGR # 0150] #2217
  Três voltas dei ao castelo, / sem achar por dond`entrare.//Cavalheiro d`armas brancas, / o vistais-lo por `qui passare?//  [IGR # 0150+0457] #2241
  --Três voltas dei ao castelo, / sem achar por onde entrar.//Cavaleiro de armas brancas / viste-lo por aqui passar?//  [IGR # 0150] #5996
  Três voltas dei ao castelo / sem achar por onde entrare.//Soldadinho d`armas brancas, / vistei-lo por `qui passare?//  [IGR # 0150+0457] #2238
  Três voltas dei ao castelo, / sem achar por onde entrare.//Soldadinho d`armas brancas, / vistes-lo por aqui passare?//  [IGR # 0150+0457] #2240
  --Triste de mim que estou velho, / as guerras me acabarão!//Mal o hajas tu, ó Helena, / e mai` la tua geração,//  [IGR # 0231] #7497
  --Triste de mim, que eu sou velho, / as guerras me acabarão,//de sete filhas que eu tenho / não ser nenhum rapaz barão,//  [IGR # 0231] #7492
  . . . Triste de mí//no tengo padre ni madre / ni quién se acuerde de mí,//  [IGR # 0047] #645
  Triste era um cavaleiro, / mais triste ser não podia;//edo estava ao pé do mar, / assentado em pedra fria.//  [IGR # 2895] #2891
  Triste estaba don Rodrigo, / triste muy apenado,//estaba a pie de la horca / y estábase confesando.//  [IGR # 0079+0020] #4565
  Triste estaba la condesa, / triste y harta de llorar//porque le llevan al conde / porque le van a llevar//  [IGR # 0110] #3841
  Triste estaba la condesa, / triste y harta de llorar//porque se marcho Lombardo / por siete años se va//  [IGR # 0110] #3959
  Triste estaba la condesa, / triste y llena de pesar//porque la llevan al conde / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3840
  Triste estaba y muy penosa / aquesa reina troyana,//desque así se vido sola / viuda y desamparada,//  [IGR # 2925] #4547
  Triste estava don Rodrigo, / desdichado se llamava//gimiendo estava y llorando / la gran pérdida de España;//  [IGR # 0441] #9337
  Triste nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// que el príncipe don Juan / está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2335
  Triste nueva, triste nueva, / que se cuenta por España,// que el caballero don Juan / se halla malito en la cama.//  [IGR # 0006] #677
  Tristes nobas me binherom / la nos lados de Ispanha://`Staba Dom João morte, / deitado na sua cama.//  [IGR # 0006] #9324
  Tristes noticias me vieram / lá do centro da Espanha://D. Manuel estava doente, / deitado na sua cama.//  [IGR # 0006] #2292
  Tristes novas me chegaram lá / do centro da Espanha://`Tava o D. Manuel doente, / deitado na sua cama.//  [IGR # 0006] #2291
  Tristes novas me vieram / do outro lado de Espanha://estava D. João à morte, / deitado na sua cama.//  [IGR # 0006] #2283
  Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://Estava D. João à morte, / doente na sua cama.//  [IGR # 0006] #2293
  Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,//estava D. João doente, / com uma doença de cama.//  [IGR # 0006] #5924
  Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://estava Dom João doente, / com a doença de dama.//  [IGR # 0006] #9325
  Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,//que Dom João estava doente, / com uma doença tamanha.//  [IGR # 0006] #5923
  Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha:// Que estava D. João doente, / deitado na sua cama.//  [IGR # 0006] #2276
  Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://Qu`estava D. João doente, / c`u~a doença na cama.  [IGR # 0006] #2274
  Tristes novas me vieram l/ á do reino da Espanha://Estava Dom João à morte, / deitado na sua cama.//  [IGR # 0006] #2282
  Tristes novas me vieram / lá dos lados da Espanha://Estava D. João à morte, / deitado na sua carna.//  [IGR # 0006] #2284
  Tristes novas me vieram / lá dos lados da Espanha,//que estava D. João à morte, / doente por sua dama.//  [IGR # 0006] #5931
  Tristes novas me vieram, / tristes novas são chegadas//lá do centro de Sevilha: . . . //  [IGR # 0006] #2289
  Tristes novas, novas tristes, / chegaram agora de Granada,//D. João estava doente / com penas da sua amada.//  [IGR # 0006] #5927
  Tristes novas, novas tristes, / corridas vão por Sevilha,//que se casa o duque d` Alva / com dama de gran` valia.//  [IGR # 0508] #6514
  Tristes novas, tristes novas / corridas são por Sevilha,//que se casa o duque d` Alba / c` uma dama de valia.//  [IGR # 0508] #6515
  Tristes novas, tristes novas, / em Espanha foram soadas,//que estava João morrendo, / na vila de Salamanha.//  [IGR # 0006] #5940
  Tristes novas, tristes novas, / se cantam lá por Espanha,//que D. João era morto, / D. João de Salhamanha.//  [IGR # 0006] #5928
  Tristes nuevas que se corren, / que se corren por España//porque el príncipe don Juan / está malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2439
  Tristes nuevas, tristed nuevas / que se cuentan por España,//la primera es el don Juan, / que está muy malito en cama.//  [IGR # 0006] #2444
  Tristes nuevas, tristes nuevas / las que corren por España//del señor don Juan Carrera / que está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2467
  Tristes nuevas, tristes, nuevas, / las que suenan en España//mal estaba don Juanito / muy malito en Salamanca.//  [IGR # 0006] #2477
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que resuenan por España,//que el infante de don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2443
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cantan por España,// que el caballero don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #678
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España//de que el infante Don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #349
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// el príncipe don Juan Vega / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2372
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,//El señor don Juan Contreras / que está malito na cama.//  [IGR # 0006] #2466
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España:// que aquel príncipe don Juan / está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #666
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// que aquel príncipe don Juan / está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2323
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España//que el infante don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #348
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España//que el príncipe don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2442
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,//que el rey príncipe don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2437
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// y aquel príncipe don Juan / que está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2328
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por la España:// ese príncipe don Juan / está muy malo en su cama.//  [IGR # 0006] #669
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España:// el señor príncipe don Juan / está malo en Salamanca,//  [IGR # 0006] #673
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España,//la primera por don Juan / que malito está en la cama.//  [IGR # 0006] #2445
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España,//que el príncipe don Juan / malito está en la cama.//  [IGR # 0006] #2448
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España,// que se cuenta de don Juan / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2322
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España:// que se cuenta de don Juan / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #667
  Tristes nuevas, tristes nuevas,/ que se cuentan por España,//qu`está don Juan a la muerte / y qu`en grande peligro se halla.//  [IGR # 0006] #2455
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuenta por España,// que se cuenta de don Juan / que está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2321
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuenten por España,// muy malo estaba el Don Juan, / malo estaba en la cama.//  [IGR # 0006] #2350
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuenten por España// que el pobrecito Don Juan / malito se halla en la cama.//  [IGR # 0006] #2351
  Tristes nuevas, tristes nuevas / que se suenan por España,//que el pobrecito don Juan / está muy malito en cama;//  [IGR # 0006] #2450
  Tristes nuevas, tristes nuevas, / se contaban en Sevilla,// que se casa conde d`Alba / con dama de gran valía.//  [IGR # 0508] #8743
  Tristes nuevas, tristes nuevas / se corrían por España, que el príncipe don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2382
  Tristes nueva, tristes nuevas, / que se corren por España,//de aquel dotor de don Juan, / que está muy malo en la cama.//  [IGR # 0006] #2324
  --Tu, cavaleiro não ames / a filha `ò teu senhor,//é novinha põe-te fora / que tu morres com amor.//  [IGR # 0720] #6520
  --Tú eres mujer muy bonita, / eres más linda que el sol,//¡quién te pudiera gozar / una noche sin temor!//  [IGR # 0234] #3479
  Tum, tum, tum. --Quem bate aí? / isto é hora de dormir,//se for Bernardo Francês / a porta eu irei abrir.//  [IGR # 0222] #5814
  Tu nã te lembras, Rodrigues, / daquele tempo passado,//qu`o rei era tê padrinho / e tu eras seu afilhado//  [IGR # 0021] #2605
  Tú no piensas en la muerte / y ella tiene de llevarte//Tú no piensas en la muerte / y ella tiene de llevarte//  [IGR # 0429] #2004
  --Tu que tens, Juliana? / Passas a vida a chorar.//--Eu nada, ó minha mãe, / o D. Jorge vai casar.//  [IGR # 0172] #6960
  --Tu que tens, ó D. Fernando, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe / ou gente da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6476
  --Tu que tens, ó Juliana, / que estavas a suspirar?//--Chegou-m` agora a notícia, / João Jorge s` ia casar.//  [IGR # 0172] #6971
  --Tu que tens, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe, / ou gente da tua terra.//  [IGR # 0176+0168] #6488
  --Tu que tens, ó soldadinho, / tão triste andas na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe / ou ares da tua terra!//  [IGR # 0176+0168] #6499
  Tú qué tienes, condesina, / que no cesas de llorar?//--Yo qué he de tener, marido, / para ti ningún pesar://  [IGR # 0311] #1668
  --Uma aposta hei-de fazer, / aposta que hei-de ganhar,//hei-de falar com Mariana, antes de o galo cantar.//  [IGR # 0159] #6102
  Uma história vou contar / que me contou as senhoras Martas://um soldado a ouvir missa / por um baralho de cartas.//  [IGR # 0470] #2772
  --Uma sogra que tenho / mandem-ma chamar,//as dores me apertam / eu estou a acabar.//  [IGR # 0155] #6596
  Uma sujeita a adivinhar disse / que a sua mulher vinha de se casar//e ele ficou muito triste: / --Como se isso háde governar?//  [IGR # 0559] #6404
  Um ermitão que lá mora / tem uma filha galharda;//a ermida não rende para o ermitão / nem para a Virgem Sagrada.//  [IGR # 0298] #6944
  /Um navio Catrineto / de`xou munto que contar.//Sete anos e um dia / andou perdido no mar./  [IGR # 0457] #7766
  . . . / Um pai tinha uma filha//que era muito devota / da Virgem Santa Maria.//  [IGR # 0212] #7727
  Um rei, que tinha três filhas, / todas lindas como a prata,//a mais bonita delas todas / Valdevina se chamava.//  [IGR # 0075] #7102
  Um rei tinha quatro filhas, / da mais nova é que gostava,//quando era ao jantar / o seu pai toda a admirava.//  [IGR # 0075] #7129
  Um rei tinha três filhas, a mais velha se chamava Dona Estefânia;//Seu mano a escolheu para ser a sua dama.//  [IGR # 0140] #6145
  Um rei tinha três filhas / mais lindas do que a prata. //--Das mais lindas, das mais novas, / qual será a minha amada?//  [IGR # 0075] #7090
  --Una apuesta tengo, madre, / no sé si podré ganar://el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255] #4796
  Una apuesta tengo madre / no sé si podré ganar//el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.//  [IGR # 0255] #2971
  Una cançoneta nova / bé la sentireu a dir,//treta n`és d`un fadrí sastre / que venia de cosir,//  [IGR # 1108] #7861
  Una cançó novella / cantant vos la diré// treta d`una minyona, / filla de Móra n`é`,//  [IGR # 1069] #7873
  Una cansoneta nova / be la sentireu cantá//Treta n` es d` una minyona / qu` es filla de l` Ampurdá.//  [IGR # 1068] #7845
  Una cansó novella / cantant vo` la diré,//treta d` una minyona / filla de Mora n` é//  [IGR # 1069] #7885
  Una cansó-os vull cantá / no hi ha molt que n` es dictada.//Treta n` es dels matinés / que corren per la montanya//  [IGR # 2714] #8062
  Una cansó vuy cantá / no hi ha molt que n` es dictada//D` una minyona qu` hi ha / n` es filla del rey de Fransa//  [IGR # 1026] #7856
  Una cansó vuy cantá / no hi ha molt que n` es dictada //d` un cas que n` ha succehit / dins de la vila de Targa;//  [IGR # 0940] #7834
  Una cansó vuy canta / una cansó molt pulida,//d` un estudiant de Vich / qu` en festejave una viuda.//  [IGR # 1127] #7872
  Una cansó vuy dictá / no hi ha molt que n` es dictada//d` un home facinerós / que n` es práctich en las armas./  [IGR # 0943] #5850
  Una casada afligida, / con una aflición notable//está envolviendo a su hijo / mientras se acuesta su padre;//  [IGR # 0273] #509
  Una casada afligida, / en un nación notable//está empañando a su hijo / en unos tristes pañales.//  [IGR # 0474] #1988
  Una casadina / de muy lejas tierras// con la escoba barre, / con los ojos riega,//  [IGR # 0155] #1133
  Una casadina / de muy lejos tierra,// que murió de parto / y peores parteras.//  [IGR # 0155] #1131
  Una casadina / de tierras ajenas// con la escoba barre, / con los ojos riega,//  [IGR # 0155] #1136
  Una casadina / de tierras ajenas// con la escoba barre, / con los ojos riega,//  [IGR # 0155] #1134
  Una casadina / que en tierras ajenas//con la escoba barre, / con los ojos riega,//  [IGR # 0155] #8165
  Una casadita / de lejanas tierras//con la mano barre, / con los ojos friega,//  [IGR # 0155] #3434
  Una casadita / de muy largas tierras// con su escoba barre, / con sus ojos riega//  [IGR # 0155] #1130
  Una casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega,//  [IGR # 0155] #359
  Una casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega.//  [IGR # 0155] #360
  Una dama muy hermosa / que otra mejor no hay,//sayo lleva sobre sayo, / un jubón de clavedón,//  [IGR # 0107] #4865
  Una doncellita honrada / que en el mundo se ha criado,//se enamoró de un galán / muy bonito y muy gallardo.//  [IGR # 0208] #8766
  Una famosa hortelana, / más hermosa que cien perlas//toca vigüela y guitarra / y baila que se despeina.//  [IGR # 0578] #2029
  Una gran guerra se ha armado / en España y Portugal;//los ojos de la condesa / ya no cesan de llorar//  [IGR # 0110] #4112
  Una gran guerra se ha armado / entre España y Portugal//Los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.//  [IGR # 0110] #3361
  Una guerra hubo en Francia / otra hubo en Portugal//llamaron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4332
  Una guerra se armó en Francia / y otra se armó en Portugal;//nombraron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4357
  Una guerra se ha formado / entre España y Portugal,//los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.//  [IGR # 0110] #5785
  Una guerra se ha movido / en Francia de Portugal//y a gerinelo lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4281
  Una guerra se levanta / la Francia con Portugal// al conde Flores le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0110] #3968
  Una hija tenía el rey / Blancayflor se llamaba//El padre dice casarla; / la madre dice que no,//  [IGR # 0466] #2162
  Una hija tenía el rey, / la prenda que más quería;// el rosario doloroso / tres veces lo reza al día://  [IGR # 0212] #1263
  Una hija tenía el rey, / que se llamaba Altamara,// (ay) blanca como la nieve / y la naríz afilada.//  [IGR # 0140] #1063
  Una hija tenía un rey / muy querida y estimada,//pasó por allí un perro moro / que de ella se enamorara.//  [IGR # 0422] #5530
  Una hija tenía un rey, / que la amaba y la quería//si de plata la calzaba, / de oro la vestía.//  [IGR # 0212] #8196
  Una hija tiene el rey, / una hija arregalada;//su padre por más valor / un castillo la fraguara,//  [IGR # 0161+0098] #8960
  Una hija tiene el rey / una hija regalada;//su padre por más valor / un castillo la fraguaba.//  [IGR # 0161+0098] #8959
  Una hija tiene el rey, / una hija regalada.//Un día, por las calores, / se asentó en la ventana,//  [IGR # 0161] #8980
  Una hija tiene un rey / mucho la quiere y la estima,//calzada la trae de plata, / vestida de seda fina//  [IGR # 0212] #5682
  `Una `iz+a tyene `el rey, / `una `iz+a regalada.// La metyyó `en altas tores / por tenerla byen guadrada.//  [IGR # 0161] #8976
  --¡Una limosnita / pa la pobre ciega,//una limosnita / pa la pobre vieja!//  [IGR # 2987] #3525
  Una madre y una hija, / ambas parieron a un tiempo//la madre trajo dos niños / hermosos como luceros,//  [IGR # 0360] #1763
  Una mañana amorosa / antes que el sol arboleara//bajó la reina del cielo / y al pie de una fuente clara//  [IGR # 0030] #9029
  Una mañana de abril / pasé por la morería//y vi lavando una mora / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #2957
  Una mañana de agosto, / eso del amanecer,//sale el conde Fernandito / con su caballo a beber,//  [IGR # 0049] #9245
  Una mañana de agosto//salió el conde Fernandito / con su caballo ` bebere,//  [IGR # 0049] #9244
  Una mañana de Julio / se levantó Gerineldo//a dar agua a los caballos / a las orillas del Ebro;//  [IGR # 0023+0110] #5423
  Una mañana de junio / se levanta Gerineldo,// a dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro;//  [IGR # 0023] #802
  Una mañana de Junio / se levantó Gerineldo//dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro.//  [IGR # 0023+0110] #5422
  Una mañana de mayo / se levanta Leonfredo//a dar agua a sus caballos / por las orillas del Ebro.//  [IGR # 0023+0110] #8390
  Una mañana de niebla / antes de rayar el alba//daba voces un marino / que se lo llevaba el agua.//  [IGR # 0180] #3415
  Una mañana en San Juan / se despierta el niño conde//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar,//  [IGR # 0049] #5284
  Una mañana solemne / del mismo mes de San Juan / va Gerineldo a dar agua / a las corrientes del mar;//  [IGR # 0023] #799
  Una matinada fresca / jo me n`aní a caçar,//no en trobí caça ninguna / que jo li pogués tirar,//  [IGR # 2729] #7840
  Una mora iba a lavar / pañuelos a la morita,//a las dos de la mañana / venía la pobrecita.//  [IGR # 0169+0204] #2593
  Una moza y una moza / no se espanta de la Muerte;//porque tiene padre y madre, / sus doce hermanos casados,//  [IGR # 0666] #4806
  Una mujer tenía dos hijas, / ambas las casó nun día//una con un labrador, / labraba toda la vida,//  [IGR # 0374] #8231
  Una niña en una fiesta / le dice a un. pastor: --Espera,//que por ti anda la zagala / de amor que se desespera.//  [IGR # 0191] #3496
  Una niña en un balcón / le dice a un pastor: --Espera,//aquí te habla una zagala, / que de amores desespera.//  [IGR # 0191] #5120
  Una niña muy bonita, / más bonita que cíen perlas,//toca pandero y guitarra / y baila que desempiedra.//  [IGR # 0578] #9755
  Una noche de lunar / se levantó Gerinaldo//lleve el caballo a beber / a las orillas del mar.//  [IGR # 0023+0049] #3376
  Una noche muy de noche, / siendo yo niña chiquita//me cautivaron los moros / día de Pascua florida//  [IGR # 0169] #2486
  Una noche muy oscura / de codos a una ventana,//vi venir un perro moro / por aquella vega llana.//  [IGR # 0422] #5529
  Una noche muy oscura, / de relámpagos y agua, / ha salido don manuel / a visitar a su dama.//  [IGR # 0115] #4557
  Una noche muy oscura, / en el rigor del invierno,// falleció un alma de un cuerpo / que para Santiago iba.//  [IGR # 0797] #1290
  Una noche muy oscura, / en el rigor del invierno//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.//  [IGR # 0685] #8307
  Una noche muy oscura, / llena de temor y miedo//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.//  [IGR # 0685] #560
  Una noche muy oscura / que a la gente atemorá-//se pasea un caballero / desde la esquina a su ca-,//  [IGR # 0115] #8215
  Una noche muy oscura, / que a la gente hace llorar,//paseaba un caballero / desdé la torre a su casa,//  [IGR # 0115] #5626
  Una noche triste oscú. . . / que a la gente hacía llorá. . . //paseaba un caballé[. . . ] / desde la puerta a su cá[. . . ],//  [IGR # 0115] #1781
  Una noche triste, oscura, / en el rigor del invierno,//murió un alma pecadora, / sin recibir sacramentos.//  [IGR # 0685] #8765
  Una noche triste, oscura, / por el rigor del invierno//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.//  [IGR # 0685] #2156
  Una pastora divina / guardando estaba sus cabras//con el librito en la mano / leyendo la vida sacra.//  [IGR # 0214] #261
  Una pulida pastora, / una pulida zagala,//una pulida pastora / guarda un hatallo de cabras;//  [IGR # 0329] #1823
  . . . / una quinta mandó echar//y le tocó a Gerineldo / de capitán general//la niña lloraba mucho//  [IGR # 0023+0110] #4215
  Una recién casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega,//  [IGR # 0155] #356
  Una señora tenía un hijo, / un hijo sólo tenía,// lo ha brindado una Gallarda / para merendar un día.//  [IGR # 0200] #943
  Una tarde de torneo / pasé por la morería//y vi una mora lavando / al pie de una fuente fría.//  [IGR # 0169] #2583
  Una tarde de torneo / salí por la morería//y vi lavar a una mora / al pie de una fuentecilla.//  [IGR # 0169] #2561
  Una tarde de verano / me llevaron a paseo// Al pasar por una esquina / me encontré con un convento,//  [IGR # 0225] #9541
  Una tarde de verano / me sacaron a paseo//al revolver una esquina / estaba un convento abierto.//  [IGR # 0225] #8213
  Una tarde de verano / me sacaron a paseo,//al revolver una esquina / había un convento abierto.//  [IGR # 0225] #5272
  Una tarde de verano / me sacaron de paseo;//al doblar por una esquina / cuatro monjitas salieron,//  [IGR # 0225] #5268
  Una tarde fresquita de mayo / a la alameda me fui a pasear,//me he encontrado con un caballero / de alta estatura, cuerpo regular.//  [IGR # 5016.9] #3091
  Una tarde Gerineldo / limpiando el traje de seda,//pasó la infanta y le dijo: / --Gerineldo, yo quisiera . . .//  [IGR # 0023] #5175
  Una torre vi en Granada / la mejor que vi en mi vida,//la pasea una señora / que se llama Rosalía.//  [IGR # 0212] #5677
  Una vez hubo un rey moro / fronterizo de Castilla//que en muchas tierras mandaba / y bellas hijas tenía.//  [IGR # 2850] #8339
  Una vieja de Granada / gran tempestad hacía,//lloran condes, lloran duques, / ya llora la frailecía;//  [IGR # 0058] #4461
  Una vieja en Granada / y un pollito crió,//sopa en vino le daba / y sopa en vino le dio//  [IGR # 0743] #5843
  Una vieja muy vieja / tenía una niña,//bajo siete llaves / la trae recogida.//  [IGR # 0189+0155] #9807
  Una vieja revieja / tenía una hija,//debajo siete llaves / la tenía metida,//  [IGR # 0189] #8995
  Una vieja, vieja, / tenía una hija;// bajo siete llaves / la tiene metida.//  [IGR # 0189+0155] #949
  Una vieja, vieja, / tenía una hija,// que entre siete llaves / la tiene metida.//  [IGR # 0189+0155] #950
  Un batallón de soldados / que marcharon a la guerra//unos lloran y otros ríen / y otros se mueren de pena.//  [IGR # 0176] #422
  Un caballero de Madrid / tiene una linda criada//Rendido lo tiene de amores, / pero ella no le da cara.//  [IGR # 0245] #3401
  Un caballero en Madrid / ricas labranzas tenia; //para ir a ver sus labranzas / a caballo se ponía. //  [IGR # 0185] #4918
  Un caballero en Madrid / tenía una real criada//él se enamoraba de ella / y ella se marchó de casa.//  [IGR # 0245] #2118
  Un caballero en Madrid / tiene una noble criada//y se ha enamorado en ella, / pues ella no le hizo cara.//  [IGR # 0245] #8208
  Un caballero en Sevilla, / tratante de pañ o y seda,//tenía un hijo de tres añ os, / de todo le daba cuenta.//  [IGR # 0096] #1748
  Un calderero me ronda / por las tapias del corral//que me ronde o no me ronde, / yo con él me he de casar.//  [IGR # 3007] #2035
  Un capitán sevillano / siete hijas le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguna fue varón.//  [IGR # 0231] #8870
  Un cazador fue a caza, / no cazó como solía,//lleva los perros cansados / de andar a la montería,//  [IGR # 0164+0100] #8360
  Un cazador fue a cazar, / a cazar de onde solía;//lleva los perros cansados, / la muerte en su compañía.//  [IGR # 0080] #1233
  Un cazador fue de caza / al monte que él sabía;// los perros iban cansados, / las liebres no parecían.//  [IGR # 0164+0100] #757
  Un cazador va cazando / por una espesa montiña,//los perros iban cansados, / la caza no parecía.//  [IGR # 0164+0100] #4448
  Un conde Niño se levanta / a las orillas del mar,//mientras el caballo bebía / él se ponía a cantar//  [IGR # 0049] #5283
  Un cura cantaba misa, / de esos del altar mayor;//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #8862
  Un cura diciendo misa / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #343
  Un cura diciendo misa, / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #344
  Un cura que decía misa, / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #8202
  Un cura que dice misa, / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #8200
  Un cura que dice misa / en la iglesia de un pastor, //se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #4797
  Un dematí me`n lleví, / matinet a punta d`alba,//poso la brida al cavall, / costa amunt jo me n`anava.//  [IGR # 0937] #7894
  Un día de gran calor / la pastora se dormía,//cuando quiso recordar / vaca ninguna veía;//  [IGR # 0212] #5685
  Un día de los torneos, / pasé por la morería,//oí cantar a una mora al pie de una fuente fría://  [IGR # 0169] #2542
  Un día el rey y la reina / juntitos a misa van//quitó anillos y hablando / lo que no debe hablar//  [IGR # 0145] #3343
  Un día el rey y la reina / juntitos a misa van//y Tornillos iba hablando / lo que no debía hablar://  [IGR # 0145] #8941
  Un día estaba guardando / las cabras en Talavera,//vi debajo una serrana / brincando piedra por piedra,//  [IGR # 0233] #7392
  Un día estando en la mesa / la niña se echó a llorar.//--¿Por qué lloras, hija mía?, / ¿es que te quieres casar?//  [IGR # 0110] #3793
  Un día estando en la mesa / su padre le quiere hablar//como no te casas hija / hija te quieres casar//  [IGR # 0110] #4063
  Un día estando sentada, / a la puerta del balcón,//pasó por allí un soldado / de muy buena condición.//  [IGR # 0224] #5611
  Un dia m`hi passejava / pels carrers de Palamós,//vaig sentir una veu que deia: / «Malo, el mal de l`amor!»//  [IGR # 0234] #3653
  Un dia por la mañana / pasé pela moreria;// oí cantar una niña ao / pé d`una fuentecilla.//  [IGR # 0169] #2318
  Un día por la mañana / yo me he salido a cazar//ave no pillé ninguna, / ni tampoco vi volar,//  [IGR # 0186] #1999
  Un día por los torneos / iba por la morería,// sentí cantar una niña / al pie de una fuente fría://  [IGR # 0169] #1211
  Un día salí a pasear / en un caballo trotón,//al dar vuelta la alameda / topé con un bodegón.//  [IGR # 0612] #3582
  Un dilluns al dematí, / que és principi de setmana,//ja n`agafa el rentador / i se`n va a rentar bugada.//  [IGR # 0966] #4531
  Un domenge [al dematí] / a Sanahuja yo entrave,//A esmorsá casa de camp, / a diná l`hostal anave.//  [IGR # 0949] #3670
  Un domingo de mañana / a misa fui con mi madre,//me encontré a una señorita / que era más bella que un ángel;//  [IGR # 0203] #3058
  Un domingo, de mañana, / salí a misa de Cervantes,//en la puerta de la iglesia / vi una niña como un ángel.//  [IGR # 0204] #8868
  Un domingo de mañana / yo fui a misa con mi madre,//me he encontrado a una mujer / que era más bella que un ángel;//  [IGR # 0203] #3059
  Un domingo estando en misa, / no podía sosegar//cogí mis perros lebreles / y al monte me fui a cazar.//  [IGR # 0186] #1998
  Un domingo, estando herrando, / se presentan dos muchachos,//echando manos a sus fierros / como queriendo pelear.//  [IGR # 0909] #8871
  Un domingo por la tarde / encontróme y encontréla,// me encontré con la serrana, / cerca de Sierra Morena.//  [IGR # 0233] #921
  Un domingo por la tarde / yo la capa fui a buscar//encontré la carabina / y al monte me fui a cazar.//  [IGR # 0186] #8127
  Un domingo, yendo a misa, / encontréme y encontréla:// me encontré con la serrana, / que vive en Sierra Morena,//  [IGR # 0233] #922
  Un domingo, yendo a misa, / encontróme y encontréla,// me encontré con la serrana, / que estaba en Sierra Morena.//  [IGR # 0233] #924
  Un francés que vino a España / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que le supo responder.//  [IGR # 0204] #19
  Un francés vino a España / en busca de una mujer.//se encontró con una niña / que le supo responder.//  [IGR # 0204] #20
  Un francés vino de Francia / en busca de una mujer;//se encontró con una niña / que le supo responder.//  [IGR # 0204] #18
  Un francés vino de Francia / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que le supo responder.//  [IGR # 0204] #23
  Un francés vino de Francia / en busca de una mujer.//se encontró con una niña / que le supo responder.//  [IGR # 0204] #22
  Un francés vino de Francia / en busca de una mujer//se ha encontrado con una niña / que le supo responder.//  [IGR # 0204] #25
  Un galán de Madrid / cortejaba una doncella,//desque la sacó en cinta / se ausentó de la tierra;//  [IGR # 0209] #8374
  Un galán muy guapo y rico/ natural de Carrión, / que la intención que llevaba / en Madrid se conoció://  [IGR # 0202.9] #3213
  Un gran guerra se ha armado / entre España y Portugal,//los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar//  [IGR # 0110] #3926
  Un gran rey tenía un hijo / que era príncipe de España,//se enamoró de Altamar, / de Altamar que era su hermana.//  [IGR # 0140] #8672
  Unha aposta teño feita, / unha aposta hei de ganar//de dormir con Lauriana / autes do galo cantar.//  [IGR # 0255] #8755
  Un hijito la princesa, / un hijito carenale,//por darle del buen dotrino / con el rey lo puso page,//  [IGR # 0440] #5892
  Un hijo tenía el rey / que don Flores se llamaba;// este tal se enamoró / de Altamar, su propia hermana.//  [IGR # 0140] #5364
  un hombre bien parecido / natural de Careón.// un hombre bien parecido / natural de Careón.//  [IGR # 0202.9] #9656
  Un jueves era por cierto, / víspera de la Ascensión,//vide tu casa enramada / con ramas de admiración.//  [IGR # 0234] #5020
  Un labrador fue a arar / y se le olvidó la hijada.// Vuelta, vuelta, los mis bueyes, / vuelta, vuelta para casa.//  [IGR # 0436] #1295
  Un lunes a las cuatro horas, / ya después de mediodía,// ese duque de Berganza / con la duquesa reñia://  [IGR # 0326] #1518
  Un lunes por la mañana / Teresiña madrugaba// a empañar niños al rey / á sombra de una retrama.//  [IGR # 0802] #848
  Un manto cortó Espinel / un manto a la maravilla;//Las cien damas lo cortaban, / y otras tantas lo cosían.//  [IGR # 0074] #3315
  Un manto labra Espinel, / un manto a la maravía.//Y el manto turó en labrar / siete semanas y un día//  [IGR # 0074] #3324
  Un manto labró Espines, / un manto a la maravilla,//que se quedó por labrarle / siete semanas y un día.//  [IGR # 0074] #3319
  Un mariner caigué a l`aigua / tirant una vela enlaire,//i el dimoni, que és subtil, / tot seguit li preguntava://  [IGR # 0180] #8609
  Un marinero en el mar / daba voces que se ahogaba//--¿Qué me das, marinerito?, / y te saco deste agua.//  [IGR # 0180] #195
  Un marinero en el mar / daba voces que se ahogaba//y le respondió el demonio / al otro lado del agua.//  [IGR # 0180] #197
  Un matí de bon matí / un matí de sol i vent//partiren de Berberia / que ho eren mil y tants cents.//  [IGR # 0148] #4478
  Un mocito muy guapo / le decía a su mamá//que quería una capa / con corchetas dorás,//  [IGR # 3011] #3074
  Un niño nació en Francia / muy bello y sin igual,//por no tener padrinos / Mambrú se va a llamar.//  [IGR # 0178] #5252
  Uno era el ruincanana, / otro era el ruiseñor// otro era la tortolita, / que lo cantaba mejor.//  [IGR # 0231] #903
  Unos vienen y otros van, / soldaditos a la guerra;//ciento y uno van quintados / y cien voluntarios llevan,  [IGR # 0176] #418
  Un padre que trabajaba / en el muelle de Almería//tan sólo tenía una hija, / la flor de la maravilla.//  [IGR # 5059] #3089
  Un padre tenía tres hijas, / de las tres, la más delgada,//un día comiendo a la mesa, / su padre la reparaba://  [IGR # 0075] #4949
  Un padre tenía tres hijas, / todas tres como la plata// y la más chiqueretita / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #3359
  Un padre tenía tres hijas / . . . //y la más chiquítita / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5778
  Un padre tenía tres hijas / y las tres como la plata//y la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #87
  Un padre tenía tres hijas / y las tres eran muy guapas, //y la más pequeña de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5484
  Un padre tenía un hijo / muy querido y estimado,// que no comía gallina / ni tampoco bacalao,//  [IGR # 0201] #5361
  Un padre tiene una hija / que más otra no tenía.//La devoción por los santos, / la devoción que tenía,//  [IGR # 0212] #337
  Un pobre de un labrador / de Medina de Ríuseco//tocóle a coger cabalas, / más alcabalas de un ciento;//  [IGR # 0767] #1854
  Un pobre sevillano / la desgracia le ocurrió// de siete hijas que tuvo / ninguna fueron varón.//  [IGR # 0231] #3117
  Un pregón pregonó el rey, / un pregón que así decía://el que matare a Goliat / medio reino le daría;//  [IGR # 0537] #7932
  Un pregón pregonó el rey / un pregón que así dezía://-El que a la Albetra venziese / medio reino le daría,//  [IGR # 0099] #8807
  Un pregón pregonó el rey, / un pregón que así dezía://Todo el que la Albetra venze / medio reino le daría,//  [IGR # 0099] #8806
  Un rey . . . / . . . //Delgadina, y con gran sed, / se ha asomado a la ventana//  [IGR # 0075] #99
  Un rey moro tenía una hija / que Delgadina se llama//Un día estando comiendo / su padre la miraba.//  [IGR # 0075] #90
  Un rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba,//cuando era mayorcito, / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #3153
  Un rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Y un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #6354
  Un rey tenía dos hijas, / las quiere más que a su vida;// la una era muy devota / de la Sagrada María,//  [IGR # 0212] #1265
  Un rey tenía dos hijas / tan bellas y tan queridas.//Las cautivaron los moros, / las llevan a morería,//  [IGR # 0169] #8640
  Un rey tenía dos hijos, / . . . // El hijo le llaman Timón / y la hija Altamara.//  [IGR # 0140] #1058
  Un rey tenía tres hijas / bonitas como la plata,//y la menorcita d`ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #3457
  Un rey tenía tres hijas / de oro las vestía y de plata las calzaba.//Un día estando en la mesa / para una merienda://  [IGR # 0075] #4984
  Un rey tenía tres hijas, / la cosa que él más quería,// que de plata las calzaba / y de oro las vestía.//  [IGR # 0212] #1258
  Un rey tenía tres hijas, / las quería y las amaba;// la más chiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0159] #732
  Un rey tenía tres hijas / más bonitas que la plata.//De las tres la más chiquita / Delgadina se llamaba./ /  [IGR # 0075] #4641
  Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata,//la más chiquitína de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4992
  Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #96
  Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata,//y la más chica de todas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5149
  Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//y la más chiquirritina / era la más resalada.//  [IGR # 0075] #98
  Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//y la más chiquirritita / Delgadina se llamaba//  [IGR # 0075] #4938
  Un rey tenia tres hijas / muy hermosas y galanas,//y la menorcita d` ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #3456
  Un rey tenía tres hijas / muy queridas, muy amadas,// y la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #1089
  Un rey tenía tres hijas / muy queridas y estimadas//y entre ellas tenía una / que se llamaba Delgada.//  [IGR # 0075] #4991
  Un rey tenía tres hijas / todas tres como la plata;//la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5495
  Un rey tenía tres hijas, / todas tres como la plata//y la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #100
  Un rey tenía tres hijas, / todas tres como una grana.//Una se llama María / y otra Juana se llamaba,//  [IGR # 0075] #4940
  Un rey tenía tres hijas, / todas tres, como una paja//pero la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4994
  Un rey tenía tres hijas / todas tres como una plata;//la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba,//  [IGR # 0075] #4979
  Un rey tenía tres hijas / todas tres como una plata,// la más chiquitita de ellas / doña Eugenia se llamaba.//  [IGR # 0469+0138] #843
  Un rey tenía tres hijas / y a todas las estimaba//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #85
  Un rey tenía tres hijas / y las tres como la plata//y la más chiquitita / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #82
  Un rey tenía tres hijas, / y las tres como una plata,//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5491
  Un rey tenía tres hijas / y las tres como una plata,//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #5490
  Un rey tenía tres hijas, /|todas tres como la plata,//y la más rechiquitita / Delgadina se llamaba./ /  [IGR # 0075] #4784
  Un rey tenía una hija, / a ella sola la tenía;//la piden duques y condes, / señores de marquesía.//  [IGR # 0212] #8669
  Un rey tenía una hija, / huerfanita se quedaba;// tierna se quedó sin madre / y buen ama le buscaba//  [IGR # 0802] #849
  Un rey tenía una hija / la tiene de por casar//desposada con don Bardos / que se fue y no volvio mas//  [IGR # 0110] #3918
  Un rey tenía una hija / más hermosa que la plata//un día estando comiendo / su padre se la miraba.//  [IGR # 0469+0159] #9667
  Un rey tenía una hija, / muy querida, muy amada,//no la dejaba salir / ni asomarse a la ventana.//  [IGR # 0075] #4961
  Un rey tenia una hija / que clarita se llamaba//un día estando en la mesa / de esta manera le habla//  [IGR # 0110] #3931
  Un rey tenía una hija / que en el alma la tenía//la trae calzada de plata, / vestida de seda fina.//  [IGR # 0212] #334
  Un rey tenía una hija, / que se llamaba Tamara,// era blanca como leche / y encarnada como grana,//  [IGR # 0140] #1062
  Un rey tenía una hija, / una hija no más tenía,//de plata la trae calzada, / de oro la trae vestida;//  [IGR # 0212] #5676
  Un rey tenía una hija, / una, que más no tenía; //de la plata la calzaba, / de la seda la vestía.//  [IGR # 0212] #4913
  Un rey tenía una huerta / toda de árboles plantada//en medio de aquella huerta / tiene una fuente que mana,//  [IGR # 0469+0138] #207
  Un rey tenía un hijo / que era príncipe de España.//De Altamar se enamoró, / de Altamar, su linda hermana.//  [IGR # 0140] #8673
  Un rey tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #476
  Un sacerdote de misa / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.//  [IGR # 0083] #5569
  Un señor tenía tres fies / toes tres como la plata//y la más hermosa delles / Delgadina se llamaba.//  [IGR # 0075] #4954
  Un sevillano en Sevilla / siete hijas le dio Dios,// la mala suete que tuvo / ninguno fue varón.//  [IGR # 0231] #891
  Un sevillán, sevillán, / siete de que ver;//un día la más pequeña: / --Madre, qui`ó servir al rey.//  [IGR # 0231] #530
  Un valenciano en Valencia / siete hijas le dio Dios,// la mala suerte que tuvo / que ninguno fue varón.//  [IGR # 0231] #896
  Un viernes partió el Señor / a la ciudad de Samalia//antes de llegar a él / el calor le fatigaba.//  [IGR # 0187] #2072
  Vacas guarda la pastora, / vacas guarda, vacas cuida,// el día está caloroso, / la pastora se dormía.//  [IGR # 0212] #1270
  Vai o conde, conde Nino, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / canta um lindo trovar.//  [IGR # 0049] #6443
  Vai o conde e a condessa / . . . //ambos vão tomar a sesta à sombra do verde prado;//  [IGR # 0338] #6945
  Vai-se o lobo às ovelhas, / além, naquela ramada.//--Tem-te, lobo, tem-te, lobo, / não me vás à rebanhada,//  [IGR # 0235] #7473
  --Vai-te, meu D. Bruno, / vai-te e vem logo,//dize à tua mãe, / que venha aqui logo.//  [IGR # 0155] #6599
  . . . / va la Virgen pa Belén;//en la mitad del camino / pidio el Niño que beber.//  [IGR # 0226] #3522
  Valdemoros, Valdemoros, / qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2424
  Valdovino va de caza / y él de caza no venía,// vai buscalo, don Bernardo, / que Dios te lo pagaría.//  [IGR # 0103] #691
  --¡Válgame Dios y la Virgen / y todo el santo San Gil!//¿Quién es este caballero / que a mis puertas dice: abrid?//  [IGR # 0222] #3486
  --¡Válgame el Dios de los cielos, / también mi patrón San Gil!//¿Quién es este caballero / que mi puerta quiere abrir?//  [IGR # 0222] #3581
  --¡Válgame la Virgen pura / y mi padre san Gil,//que antes de llegar a la puerta / se me ha apagado el candil!//  [IGR # 0234] #5014
  --¡Válgame la Virgen santa! / ¡Válgame el señor san Gil!//¿quién es ese caballero / que mis puertas viene a abrir?//  [IGR # 0222] #5053
  Válgame nuestra Señora / y la Virgen soberana.//--Delgadiña, Delgadiña, / Delgada da miña i-alma,  [IGR # 0075] #4939
  Válgame Santa Ana, valga, / sagrada Virgen María//si hombre que a mujeres llega, / si se le perdonaría.//  [IGR # 0020] #1800
  --Valha-me Nossa Senhora / e o cavaleiro São Gil,//que cavaleiro é este / que me não deixa dormir?//  [IGR # 0222] #6859
  --Valha-me Nossa Senhora / e `ó milagroso São Gil;/que cavaleiro é este / que me não deixa dormir?//  [IGR # 0222] #6863
  --Valhame Nossa Senhora / e o milagroso São Gil. //Que cavaleiro é este / que não deixa dormir? //  [IGR # 0222+0168] #6900
  --Vamonos para Madrid,/ que dicen que hay buenas damas,//unas las hay muy bonitas,/ bonitas bien adornadas,  [IGR # 0249] #4895
  Vámonos para Madrid / que dicen que hay lindas damas//dicen que las hay bonitas, / bien vestidas y adornadas!//  [IGR # 0249] #1980
  Vamos a cantar, señores, / estas coplas de la niña,// que cautivaron los moros / en los riscos de Melilla,//  [IGR # 0169] #2536
  Vamos a cantar, señores, / estos cuplés de la niña,//que han cautivado los moros / en los riscos de Melilla.//  [IGR # 0169] #1216
  Vamos con don Juan de Amores / que está malito en la cama;//cuatro médicos lo asisten, / los merjoritos de España.//  [IGR # 0006] #2453
  --Vamos ju`ando` al hilo de oro / y al hilo `e plata también,//que me ha dicho una señora / que lindas hijas tenéis.//  [IGR # 0224] #3517
  Vamos ver a barca bela / que do céu caiu ao mar;//Nossa Senhora vai nela, / os anjinhos a remar.//  [IGR # 0435.2] #2918
  Van camino de Roma / dos peregrinos,//pa que los case el Papa / porque son primos,//  [IGR # 0142] #3196
  Varen vení á n-aquet mon / Don Dalmau y dona María,//quant ells n` eran petitets / jugaren de maynadilla//  [IGR # 0418] #8577
  Varias guerras se publican / en la tierra y en el mar,// y a la condesa le llaman / por teniente capitán.//  [IGR # 0110] #9603
  --Vecina, vecina mía, / vecina, vecina no,//mi gallina se ha perdido / y usté fue quien la cogió.//  [IGR # 3012] #9764
  Vecinita, vecinita, / vecinita del balcón.//¿Ha visto usté una gallina / que ayer tarde se perdió?//  [IGR # 3012] #9765
  Vela, vela el moro Murcia, / en el campo estaba armado//de espadas y pistoletas / y un brioso caballo,//  [IGR # 0061] #5378
  Velo, velo viene el moro, / ya viene por la calzada,// viene tirando a los bolos, / viene jugando a la barra.//  [IGR # 0045] #643
  Vem-te cá, mê filho mais velho, / tira-m`aqui este dente.//Metê-lhe o dedo na boca, / o pai apertou-lhe sempre.//  [IGR # 0002] #2597
  --Venerando, Venerando, / mi caballero pulido,//a las diez se acuesta el rey / y a las once está dormido,//  [IGR # 0023+0110] #3799
  Venga mi hijo el mayor, / por ser el más desgraciado,//méteme un dedo en la boca, / que tengo un diente dañado.//  [IGR # 0346+0003] #2999
  --Vengo brindado, Mariana, / para una boda el domingo.//--Esa boda, don Alonso, / debiera ser conmigo.//  [IGR # 0172] #9261
  --Venhas embora, marido, / boa seja a vossa vinda,//que vos quero perguntar / que dizem lá pela vila.//  [IGR # 0165] #7607
  --Venha ver, meu pai, venha, / tenho novas a contar,//olha que o Conde d` Alamanha / p`r`à cama me quis levar.//  [IGR # 0095] #6791
  --Venho da Virgem da Lapa / mais valente que cansada;//se eu tivera companhia / ainda para lá tornava//  [IGR # 0165] #7615
  --Venho da Virgem da Lapa / mais valente que cansada.//Disseram a seu marido / que ela andava namorada,//  [IGR # 0165] #7617
  Venía um cavaleiro / de Roncesvales, da guerra;//no fundo de lindo outeiro / vira estar uma donzela.//  [IGR # 2861] #2683
  Venturoso labrador / que da súa arada viña//viña rezando o rosario / d`a cabalo da burriña,//  [IGR # 0185] #1755
  Verdes parras tem a vinha, /ricas uvas nela achei, / tem maduras, tão coradas. . . / Estão dizendo "comei"//  [IGR # 2972] #2765
  Veste de en melita en melita / veste de lugar en lugar//y en el medio del camino / un pajercito hallaras//  [IGR # 0023+0110] #4255
  Vestida (d)e paños de seda, / casada con un mancebo.//Este tal tenía un hijo / que a los diez años no llega.//  [IGR # 0096] #603
  -Vesti-vos vós, minha filha, / vesti-vos d` ouro e prata,//detende-me aquele moiro, / de palavra em palavra.//  [IGR # 0045] #6011
  Victorioso vuelve Ercilo / de los moros de Valencia.// . . . / por dar aviso que llega,//  [IGR # 0048] #3445
  Viene de Andalucía / un caballero de fama//  [IGR # 0838] #2019
  Vieram os três reis / com muita alegria,//visitar o filho / da Virgem Maria.//  [IGR # 0770] #2779
  Viernes Santo, Viernes Santo, / de pechos en las armenias,viendo la ciudad de Roma / cómo se abrasa y se quema.//  [IGR # 0065+0079] #9362
  Viernes santo, Viernes santo, / Viernes santo, en aquel día //pasó la Virgen María / en busca de su hijo amado,//  [IGR # 1537.1] #5081
  Vilaninha me sondes ora / Vilana sou, mas não vossa// Como passa la vilana / lá no rio sem uma ponte?//  [IGR # 2904] #2751
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--El hijo del rey don Juan / está malito en España.--//  [IGR # 0006] #2425
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--El rey príncipe don Juan / está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2386
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La muerte del rey don Juan / que está malito en la cama;//  [IGR # 0006] #2480
  Villanueva, Villanueva, / ¿que se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malilto en la cama.//  [IGR # 0006] #2337
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2333
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #676
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2429
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que esta malito en la cama.//  [IGR # 0006] #674
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2432
  Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?// . . . / que está malito en la cama.//  [IGR # 0006] #2369
  --Vinde abrir a porta / ao cego perdido, //ó minha menina, / que venho ferido.//  [IGR # 0189] #7058
  Vinde para mim, / meu Deus e Senhor;//salvai a minh`alma, / que eu sou pecador.//  [IGR # 2878] #2800
  Vindo a dona Silvana / pelo seu corredor acima,//tocando uma guitarra / que até le retenia,//  [IGR # 0503] #6691
  Vindo dom conde Lindes, / numa noite de luar,//a dar água aos seus cavalos, / ele se pôs a cantar.//  [IGR # 0049] #6444
  Vindo dona Issirvana, / polo corredor acima,//tocando guitarra d` ouro, / oh que tão bem na tangia!//  [IGR # 0503] #6653
  Vindo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / dos melhores toques que havia,//  [IGR # 0503] #6674
  Vindo o lavrador da arada, / encontrou um pobresinho//o pobresinho lhe disse: / --Leva me no teu carrinho.--//  [IGR # 0185] #2088
  Vindo um cavaleiro / pedindo pousada,//eu o despedia / e meu pai lha dava.//  [IGR # 0173] #7630
  Vind` un caçador de caza, / . . . //los perros iban cançados / y ello tam`ién lo iba;//  [IGR # 0164+0100] #7260
  Vinha lo sol dos oiteiros, / já era claro lo dia,//e lo Conde d` Alemanha / e la rainha dormia.//  [IGR # 0095] #6802
  Viniendo de Cartagena / cayó un marinero al agua.//El diablo, como es tan pillo, / buscaba perder un alma.//  [IGR # 0180] #5257
  Viniendo yo de las Indias, / queriendo saltar en tierra//vi(de) asomada en la ventana / una niña blanca y bella,//  [IGR # 0500] #2024
  Vino un parte a Gerineldo / que tiene que servir al rey//todavía no había cumplido / si a los siete años no vengo//  [IGR # 0023+0110] #4307
  . . . Vio venir un caballero / con una carga de leña//Lo agarró por la mano, / para su cueva lo lleva.//  [IGR # 0233] #1836
  Virgem Santa, Virgem Santa, / em capela d` alegria, //onde vai a gente toda / a cumprir a romaria. //  [IGR # 0456] #7072
  Víspera de los Reyes / la primer fiesta del año,//en que el hijo del rey moro / pide a su padre aguinaldo.//  [IGR # 0056] #5379
  Vísperas de santos reyes, / segunda fiesta del año,//cuántos galanes y damas / al rey piden aguinaldo//  [IGR # 0056] #2991
  Vistióse de romerita / y echóse en su busquedad.//En mitad de aquel camino / se encontró con un pajar//  [IGR # 0023+0110] #4125
  Vi venir un caballero / por el alto de la sierra//atrevíme y le pregunté / si venía de la guerra.//  [IGR # 0113] #221
  Vivía un soldadito / en la ley de Dios humana;//tenía de devoción / de oír misa en Santa Clara.//  [IGR # 0445] #8662
  Voces daba el marinero / bajo de la mar salada,// que clamaba a nuestro Dios, / que le sacase del agua.//  [IGR # 0180] #1281
  Voces daba el marinero / dentro de la mar salada,// voces daba al Rey del Cielo, / voces daba que se ahogaba.//  [IGR # 0180] #1273
  Voces daba el marinero, / que se ahogaba, que se ahogaba//El demonio que non duerme / atsí se tsi priparaba.//  [IGR # 0180] #3292
  Voces daba el mariñero, / voces daba, que se afogava.//Respondió el mal demonio / del otro lado del agua://  [IGR # 0180] #7692
  Voces daba el marinero, / voces daba que se ahogaba.//Le respondiera el demonio / del otro lado del agua.//  [IGR # 0180] #7693
  Voces daba un alma sola, / voces daba que non vía//iba a casa Santiago / i o camiño non sabía.//  [IGR # 0797] #1641
  Voces daba un marinero, / voces daba que se ahogaba;//le ha respondido el demonio / al otro lado del agua.//  [IGR # 0180] #194
  Voces daba un marinero, / voces daba que se ahogaba//le respondiera el demonio / del otro lado del agua://  [IGR # 0180] #1767
  Voces daba un marinero / voces daba que se ahogaba,//y le respondió el demonio / del otro lado del agua://  [IGR # 0180] #8678
  Vola, vola, passerell / Déu te dó llarga volada,//ja diràs a mon parent / que mon pare m`ha casada,//  [IGR # 2730] #9538
  Vos peço, madre querida, / pelo sangue derramado,//qu`em vosso filho vindo, / nada le seja contado,//  [IGR # 0077] #2720
  --Vou-me fazer uma aposta / de perder ou de ganhar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar.//  [IGR # 0159] #6070
  Vou-te deixar, minha amada, / sete i-anos vou viajare.//Lá ao fim dos sete i-anos / fiel me virás achar.//  [IGR # 2859] #2671
  Vozes dava o marinheiro, / vozes dá que se afundava.//Respondeu-lhe o mau demónio / das outras bandas da água://  [IGR # 0180] #2815
  Vozes dava o marinheiro, / vozes dava, que se afogava.//Respondeu-lhe o Diabo / do outro lado da água://  [IGR # 0180] #7697
  Vozes dava o marinheiro, / vozes dava, que se afogava.//Respondeu-lhe o mau demónio / das bandas de além da água://  [IGR # 0180] #7695
  Vozes dava o marinheiro, / vozes de que se afogava.//Respondeu o mau demónio / da outra banda da água://  [IGR # 0180] #7698
  Vuelta, vuelta, bueyes negros, / que se me olvidó la hijada// La puerta la dejé abierta / y ahora la encuentro cerrada,//  [IGR # 0436] #1297
  Xa bate o sol na vidreira, / xa no pazo loce o dia,//cando o conde d`Alemana / coa linda reina dormía.//  [IGR # 0095] #4551
  Xan Guindan querse casar, / non ten a muller buscada,//foille faelo amor / á filia da tía Xuana.//  [IGR # 0883] #4929
  Y Abrán tenía un hijo, / muy querido y estimado,,//y un día estando en la mesa / todos juntos merendando,//  [IGR # 0201] #8994
  Ya cabalga Calaínos / a la sombra de una oliva,// el pie tiene en el estribo, / cabalga de gallardía.//  [IGR # 0609] #1622
  Ya camina don Alonso, / lleva la reina consigo// a parir a Zaragoza / porque era zaragozana.//  [IGR # 0030] #636
  Ya camina don Belarde, / don Belarde ya se va,//ya ha puesto pie en el estribo / pa empezar a caminar//  [IGR # 0110] #3895
  Ya camina don Belarde, / ya camina, ya se va,// ya pone el pie en el estribo / para irse a caminar.//  [IGR # 0110] #1142
  Ya camina don Belardo, / ya camina ya se va//y a su esposita la deja / pequeña de tierna edad//  [IGR # 0110] #3908
  Ya camina don Bernardo, / ya camina ya se va//y deja a la doncellita / de catorce años na mas//  [IGR # 0110] #3913
  Ya camina don Brillante, / ya camina ya se va//y a su querida Isabel / solita la deja ya.//  [IGR # 0110] #3911
  Ya camina don Velarde / ya camina ya se va,//y a su esposita la deja / de quince años nada mas//  [IGR # 0110] #3902
  Ya camina ya Bernardo, / ya camina ya se va//y a su esposita la deja / de catorce años de edad//  [IGR # 0110] #3914
  (Y) a caza iba y a caza / el infante Juan García,//lleva los galgos cansados / de subir cuestas arriba.//  [IGR # 0183] #3351
  Ya dije en la primera parte / cómo van por el camino//don Jacinto con Leonor, / ambos del amor rendidos.//  [IGR # 5035] #3541
  Ya la guerra se publica / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4399
  Y a la puerta de don Aire, / limosna pedían;//lo parte la madre, / lo baja la hija.//  [IGR # 0189+0148] #6219
  Y a la verde, verde / y a la verde oliva,//donde cautivaron / y a las tres cautivas.//  [IGR # 0137] #3131
  Ya le ha tocado la quinta / de capitán general.//si a los siete años no vengo / niña te puedes casar//  [IGR # 0023+0110] #4206
  Y al la puerta de Aire / un pobre pedia; //de parte` la madre, / lo baja la hija. //  [IGR # 0189+0148] #6225
  Ya llegó don Juan Barros / vaquero del Agua Fría,// con su caballo cansado / de correr todito el día.//  [IGR # 0407] #3500
  Y allí [prop] á la Roca / Cristo s` hi va posá.//Un minyonet ho veya, / minyó de poca edat,//  [IGR # 2757] #7923
  Ya mandara el rey / por todo España un pregón,// que vayan a luchar / de cada casa un varón.//  [IGR # 0231] #899
  Ya n` eran tres dallavres / qu` en dallan del bon blat,//la-un dalla que dalla, / l`altre no vol dallá.//  [IGR # 1085] #7867
  Ya piensa don Bernaldino / su amiga visitar;// da voces a los sus pajes, / de vestir le quieran dar.//  [IGR # 2328] #1566
  . . . Y a quien me da, la daré / otras riquezas más grandes.//que las tengo reguardadas / en el reino de mi padre.--//  [IGR # 0605.1] #117
  Ya sabrás, doña Leonor, / dónde tiene usté el marido//--Mi marido no está en casa, / no viene hasta el domingo.--//  [IGR # 0699] #2030
  Ya sale el Rey de los Cielos, / el soberano supremo//aquel que sale triunfante / de su hermosísimo templo;//  [IGR # 0793] #2102
  Ya salía el condecillo / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.//  [IGR # 0049] #5293
  Ya salió don Alonso, / ya se salió de su casa;//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.//  [IGR # 0030] #9037
  Ya se armara una guerra / de Francia pa Portugal;//ya mandan a Gerineldo / por capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4127
  Ya se camina don Bardo / ya se camina ya se va//ya le pregunta su esposa / que pa cuando volvera//  [IGR # 0110] #3917
  Ya se comenzo la guerra / ya tiran a pelear//di-me dueño de mi vida / po cuantos días te vas//  [IGR # 0110] #3992
  Ya se declaró la guerra / de Francia con Portugal//a Gerineldo lo nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4278
  Ya se declaró la guerra / ya se marchó el general//le pregunta la princesa / por cuanto tiempo te vas//  [IGR # 0110] #4003
  Ya se descubren las torres / por esos cerros y templos//y a la Virgen soberana / el frío la va asistiendo.//  [IGR # 0560] #272
  . . . //Ya se echan a parir / todas las dos en un día. //Las comadres son lijeras / trocan a las criaturas.//  [IGR # 0136] #8035
  Ya se embarca don Bernardo, / ya se embarca, ya se va,// y queda la Isabelita / con catorce años de edad,//  [IGR # 0110] #1150
  Ya se ha empezado la guerra / entre Francia y Portugal// al señor conde lo llaman / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4080
  Ya se ha formado la guerra / entre Francia y Portugal//y al conde le han nombrado / el capitán general.//  [IGR # 0110] #304
  Ya se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal,//y le tocó a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #9420
  Ya se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal//y le toco a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4333
  Ya se ha movido la guerra / entre Francia y Portugal// al conde Flores lo llaman / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4081
  Ya se levantan las guerras / con Francia y con Portugal//a don Varío le ha tocado / por capitán general.//  [IGR # 0110] #3966
  Ya se levanta una guerra / de Francia pa Portugal//y llevan a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4130
  Ya se marcha don Belarde, / ya se marcha ya se va//y a su esposita la deja / pequeña y de poca edad//  [IGR # 0110] #3900
  Ya se marcha don Bernardo, / ya se marcha ya se va//y deja la doncellina / de catorce años de edad//  [IGR # 0110] #3912
  Ya se marcha el conde Flores, / ya se marcha ya se va//a poner guerras en Burgos / porque en Francia no las hay//  [IGR # 0110] #3887
  Ya se marcha el conde Flórez, / ya se marcha ya se va//a poner guerras en Burgos / porque en Francia no las hay//  [IGR # 0110] #3886
  Ya se murió el rey Alfonso, / el que a Toledo ganara//y, por ser el rey tan güeno, / su muerte fue tan llorada.//  [IGR # 0089] #1873
  Ya se nombro una guerra / en Francia y en Portugal//ya a Gerineldo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4336
  Ya se parte el conde el Arco / ya se parte ya se va//le pregunta su esposita / cuantos meses tardaras//  [IGR # 0110] #3951
  Ya se pasan los siete años / y algún día de más,//ya volvió don Alonso / a la Mariana a brindar.//  [IGR # 0255+0172] #9264
  Ya se prenuncia la guerra, / ya se vuelve a prenunciar;//el rey-conde Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4257
  Ya se publica la guerra / la mandan a publicar// al rey-conde se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4017
  Ya se publica la guerra / la mandan a publicar//Gerineldo se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4271
  Ya se publica la guerra, / ya se manda publicar,//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #9429
  Ya se publica la guerra / y se vuelve a publicar//y Gerineldo cupido / a servir al rey se va//  [IGR # 0023+0110] #4258
  Ya se publican las guerras / entre Francia y Portugal//los ojos de la romera / no dejaban de llorar.//  [IGR # 0110] #298
  Ya se publican las guerras / por Francia y por Portugal//nombraron al conde Airón / por capitán general.//  [IGR # 0110] #4040
  Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar// al rey-conde se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4026
  Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4028
  Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4019
  Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4021
  Ya se publicó la guerra / la guerra esta publica//con el duque blancaflor / que el ha mandado llamar//  [IGR # 0110] #3999
  Ya se publico la guerra / ya se publica en liberal//y a Gerineldo le llevan / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4273
  Ya se sale de Toledo / el conde don Julián,//él y su hija la Cava / muy mal enojados van;//  [IGR # 0247] #4538
  Ya se sale don Alonso, / ya se sale de su casa,//lleva a la reina consigo / de siete meses preñada.//  [IGR # 0030] #4435
  Ya se sale Guiomar / de los baños de bañar// colorada como la rosa, / su rostro como cristal.//  [IGR # 0492] #1604
  Ya se sale la leona, / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas, / Blancaflor y Felimena.//  [IGR # 0184] #3717
  Ya se salen de Jaen / los trescientos hijosdalgo:// mozos codiciosos de honra, / pero más enamorados.//  [IGR # 0271] #1481
  Ya se salía el rey moro / de Granada para Almería,// con trescientos moros perros / que lleva en su compañía.//  [IGR # 0304] #1488
  Ya se salió don Alonso / ya se salió de su casa//ya queda la triste reina / de ocho meses embarazada.//  [IGR # 0030] #9034
  Ya se termina la guerra, / ya se marcha el general//le pregunta su romera / para cuanto tiempo va//  [IGR # 0110] #4005
  Ya se van los cien quintados, / cien quintos para la guerra;//en medio de ellos va uno, / hombre de valor y fuerza.//  [IGR # 0176] #3010
  Ya se van los quintos, madre, / ya se van para la guerra;//en media de ellos va uno, / hombre de valor y fuerza.//  [IGR # 0176] #3008
  --Ya te habís acostumbrado / a andar con malas ojotas,//si te casaras conmigo /te pusieras ricas botas.//  [IGR # 0191] #3498
  Ya tocan a misa en Roma / en la iglesia de Santiago. //Por la calle de las Culpas / mucha gente iba entrando;//  [IGR # 0149] #4880
  Ya van a sacar la quinta, / la quinta van a sacar,//y al vizconde se le llevan / de capitán general.//  [IGR # 0110] #4007
  Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//viene con el afán / de ver a su hijo.//  [IGR # 0080] #8855
  Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//ya viene que vuela / por ver a su niño.//  [IGR # 0080] #3146
  Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//y viene corriendo / por ver a su hijo.//  [IGR # 0080] #5919
  Ya viene don Pedro / de la guerra muy herido,//viene sofocado / por ver a su hijo.//  [IGR # 0080] #1235
  Ya viene don Pepe / de la guerra herido,//ya viene con ansias de ver a su hijo.//  [IGR # 0080] #3015
  Ya vienen los cativos / con todas las cativas,//entre eyos havía / una blanca niña.//  [IGR # 0169] #3698
  Y de caza ya salieron / los cazadores del rey//ni encontraron caza viva / ni conejos que traer.//  [IGR # 0133] #3354
  Y el rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se lamaba;//y un dia, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.//  [IGR # 0140] #6361
  Yendo por el campo arriba, / con mi caballo trotón,//me encontré con dos madamas / bellas, rubias, como el sol.//  [IGR # 0612] #5646
  Yendo yo un camino abajo / la muerte me reprendía.//--Confiésate, penitente, / porque la muerte te avisa.//  [IGR # 0020] #9357
  Y en el diez y seis de mayo / una guerra se ha formado//y han puesto a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4305
  (Y) en el palacio del rey / hay una hierba malvada//que todo el que la pisara / se quedaría malvada.//  [IGR # 0138] #9500
  Y en medio de su jardín / se paseaba la reina//con sus dos hijas al lado / Blancaflor y Filomena.//  [IGR # 0184] #3615
  (Y) En Provincia de Caciris / y en la calle La Tarjeta,//allí vivía una moza / que era la propia violeta.//  [IGR # 5034] #9809
  Y en una casita humilde / (y) una enfermita habitaba// que estaba la pobre enferma / estaba enfermita en la cama//  [IGR # 0193] #3118
  Y estaba el rey Fernandillo, madre//dando agua a su caballo / a las orillas del mar//  [IGR # 0049] #329
  Y estando el gatito pardo / en silla de oro sentado,// le viniera una carta / que el gato iba a ser casado//  [IGR # 0144] #1341
  Y) estando fray / Pedro sentaíto ar sol,//(y) el hábito abierto / y afuera el cordón,//  [IGR # 0665] #9759
  Y estándose una señora / bordando pañuelos de seda//vio venir un caballero / por alta sierra y morena.//  [IGR # 0113] #8168
  Y estando una señorita / sentadita en su balcón//pasó por allí un caballero / --Con usted durmiera yo//.  [IGR # 0234] #9067
  . . . Y la más chiquitina / Delgadina se llamaba.//Un día estaba comiendo / de su hij[a] se enamoró.//  [IGR # 0075] #94
  Y le han dado las estrellas / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4298
  Yo be la coneixeria / amb un brillant que li da//s en descorda la cutilla / y l brillant li ensenya//  [IGR # 0110] #4064
  Yo entraba a la puerta, / se me apagara el candil.//--Vete tú, mi nuera, / y busca una flama.//  [IGR # 0373] #8866
  Yo ma casé con un mozo / muy salao y muy pulido//yo me casé por mi gusto, / mala cuenta me ha salido.//  [IGR # 0273] #510
  Yo me adamé una amiga / dentro en mi corazón;// Catalina había por nombre, / no la puedo olvidar, no.//  [IGR # 0671] #1557
  Yo me alevantí un lunes, / un lunes por la mañana,//tomí arco y filecha / me asentí en la ventana.//  [IGR # 0436] #3706
  Yo me estaba reposando, / durmiendo como solia,//recorde, triste, llorando / con gran pena que sentia.//  [IGR # 0081] #8973
  Yo me estando en Tordesillas / por mi placer y holgar,// vínome al pensamiento, / vínome a la voluntad//  [IGR # 0127] #1514
  Yo me estando, madre, / en mi rico vergel,//una mala vieja / me vino a vencer.//  [IGR # 0416] #8050
  Yo me levantara un lunes, / un lunes antes de albor,//cogiera mi cantarito / y a la mar me echí a fólgar.//  [IGR # 0831+0222] #8803
  Yo me levantara un lunes, / un lunes por la mañana,//cogiera mi cantarito / y a la fuente fui por agua.//  [IGR # 0707] #8865
  Yo me levantí / un lunes por la mañana//y al hijo del rey / hallíle polvo y ceniza.//  [IGR # 0802] #0
  Yo m` en pujo costa amunt / amunt la costa solana,//quant ne soch á mitx camí / sento una veu prima y clara,//  [IGR # 0937] #7895
  Yo me partiera de Burgos, / Burgos a Salamanca.//En mitad de aquel camino, / del cielo cayó una carta,//  [IGR # 0006] #5896
  Yo me quería casar / con un mocito barbero;//mi padre no lo quería, / me encerraron en un convento.//  [IGR # 0225] #5271
  Yo me quería casar / con un mocito barbero,//y mi madre no quería / mocito de ministerio.//  [IGR # 0225] #3194
  Yo me quería casar / con un mocito barbero//y mi padre me quería / monjita del monasterio.//  [IGR # 0225] #5273
  Yo me quería casar / con un mocito barbero//y mis padres me querían / monjita de monasterio.//  [IGR # 0225] #1919
  Yo me quería casar / con un. niñito muy bueno,//y mis padres me querían / monjita de un monasterio.//  [IGR # 0225] #3526
  Yo me yva para Francia, / do padre y madre tenia,//errado avia el camino, / errado avia la via;//  [IGR # 0100] #8382
  Yo nací pobre y mezquino, / una grande probería.//Caí en puertas de rey / por servirlo toda mi vida.//  [IGR # 0073+0086+0622] #8049
  Yo no soy peña dorabre, / yo no soy dorabre peña//ue las peñas dando golpes / de un lado y del otro quiebran;//  [IGR # 0209] #2182
  Yo Peidru Prietu y Llombardu, / vecino de este conceyu//natural de Sobrescobiu, / porque era de allá mi abuelu;//  [IGR # 2804] #8312
  Yo salí de mis torneos, / me fui pa la morería,//me he encontradito una mora / lavando en la fuente fría.//  [IGR # 0169] #3039
  Yo so fill de la Valldaura / m` hi criat á Castelló,//N` hi acabat l`aprenentatje / m` hi posat festejadó//  [IGR # 1041] #3667
  Yo soy la recién casada, / a nadie le gustará,//me abandonó mi marido / por la mala libertada//  [IGR # 0113] #5304
  --Yo soy la recién casada, / de mí nadie gozará,//me abandonó mi marido / por la mucha libertad./ /  [IGR # 0113] #4724
  --Yo soy la recién casada, / hace un mes que me casé.//Mi marido me abandona / por amar otra mujer./ /  [IGR # 0113] #4715
  --Yo soy la recién casada, / ¿no me han visto a mi marido?//--No, señora, no, señora, / déme seña y le diré./ /  [IGR # 0113] #4717
  --Yo soy la recién casada, / que he venido de Panamá,//en busca de mi marido / y no sé dónde estará./ /  [IGR # 0113] #4723
  --Yo soy la recién casada / que nadie me gozará;//yo abandoné a mi marido / por gozar la libertad.//  [IGR # 0113] #5302
  --Yo soy la recién casada / que nadie me gozará,//me abandonó mi marido / por amar la libertad.//  [IGR # 0113] #5307
  --Yo soy la recién casada / que nunca me casaré;//me abandonó mi marido, / pero aquí lo esperaré.//  [IGR # 0113] #5300
  --Yo soy la recién casada, / que vengo de Panamá,//abandoné a mi marido / por amar la libertad./ /  [IGR # 0113] #4722
  --Yo soy la recién casada, / venida de Panamá,//mi marido me abandona / por la mucha libertad./ /  [IGR # 0113] #4721
  --Yo soy la recién viuda, / hace un año me casé,//mi marido me ha abandonado / por amar la libertad./ /  [IGR # 0113] #4726
  --Yo soy, yo soy la viudita / que no ceso de llorar; //me abandonó mi marido / por seguir la libertad.//  [IGR # 0113] #5318
  . . . Yo te absuelvo, penitente, / si cumples lo que te digo//tienes que ir descalzo a Roma / sin comer nin beber vino,//  [IGR # 0121] #1799
  Yo te brindo, Marïana, / pa mis bodas el domingo// Esas bodas, don Buïso, / debían de ser conmigo.//  [IGR # 0172] #826
  Yo tenía una huerta / toda sembrada de granos//cuando vino la cosecha / todas se volvieron nabos.//  [IGR # 0765] #1850
  Yo tenía un buen amigo / y atan galán y tan cortés, //por darle el buen consejo / no me lo quiso recibir://  [IGR # 0266] #8054
  Yo vide una Serranita / brincando de piedra en piedra.//Desafióme la serrana, / desafióme y desafiéla;//  [IGR # 0233] #7409
  Yo vi vajar un vaquero / por l` oriya`e un renoval//`etrrás di una vaca negra / orejana y sin señal.//  [IGR # 2986] #3510
  Y se formara una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4348
  Y se ha formado una guerra / en raya de Portugal//y llaman a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4351
  Y se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal;//llevaron a Gerineldo / de capitán general.//  [IGR # 0023+0110] #4234
  Y se revuelve una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le toca / de general capitán//  [IGR # 0023+0110] #4339
  Y una costurera vino / de la parte del Oriente//a hacerle la canastilla / y a Jesús que está en el vientre.//  [IGR # 0889] #3187
  Y un águila vi volar / tan alta que al cielo llega,//y cuando la vi bajar / baja humilde a una ribera./ /  [IGR # 0233] #7286
  (Y) una hija tiene el rey, / una hija regalada,//su padre, por más valor, / un castillo la fraguara://  [IGR # 0098] #7806
  Zagala que en este monte / guardaba un hatajo `e cabras//pa nuestro favor ha sido / de una hermosa zagala//  [IGR # 0214] #255
  Zagaleja que en el monte, / en el monte guardas cabras,//al pie de una piedra oscura / se ha sentado una mañana.//  [IGR # 0214] #8681
  Zuliana en el castillo, / con ese moro galane.//Juegando iban a los dados, / por grande gusto tornare.//  [IGR # 0312] #5910
Back
Pan-Hispanic Ballad Project Home Page
Email: petersen@uw.edu