Pan-Hispanic Ballad Project
Index of First Verses
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Number of first verses: 9769
A Adelina háde ser minha, / és a minha namorada,//ê di ouro te vestia, / ê de prata te calçava.// [IGR # 0005+0075] #7150
A Alvorada, Alvoradinha, / sentada no seu bordado,//dores de parto lhe deram / que a fizeram ajoelhar.// [IGR # 0153] #6565
A Atocha va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo lleva! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5101
Abajando va el conde / maldiziendo a su mujer//que le parió siete hijos / sin ningún hijo varón.// [IGR # 0231] #8922
--Abaxad Cara de Flores, / avridme la puerta.--//Abaxó Cara de Flores, / avió la puerta.// [IGR # 0552] #8042
Abelardo ya se iba / Abelardo ya se va//y a su mujer la dejaba / cansadita de llorar// [IGR # 0110] #3893
A Belén camina / a Virxe Maía//leva a San José / n`a sua compañía// [IGR # 0542] #8770
A Belén camina / la virgen Maria// iba San José / en su compañía.// [IGR # 0226] #8933
A Belén camina / la Virgen María//San José bendito / va en su compañía // [IGR # 0542] #7939
A Belén camina / la Virgen María//San José su esposo, / en su compañía.// [IGR # 0710] #8256
A Belén camina / la Virgen María//y a San José lleva / en su compañía.// [IGR # 0542] #574
A Belén camina, / quisiera saber,//un hombre de noche / con una mujer.// [IGR # 0542] #9821
--Abenamar, Abenamar, / moro de la morería,// el día que tú naciste, / grandes señales había;// [IGR # 0074] #3322
Abenámar, Abenámar, / moro de la morería,// qué castillos son aquellos? / altos son y relucian// [IGR # 0051] #1475
--Abenámar, Abenámar, / moro de la morería,//¿qué torres eran aquéllas, / labradas a maravilla?// [IGR # 0051] #5912
--Abenamar, Abenámar, / moro de la morería,//y el día que tú nacistes / grandes señales había:// [IGR # 0074] #3325
Abraham tenía un hijo / muy querido y estimado// y un día, estando en la mesa / todos juntos merendando,// [IGR # 0201] #9817
--Abra-me a porta, / chegue-se `ó postigo,//atire-me c` um lencinho, / qu` eu venho todo ferido.// [IGR # 0189] #7059
--Abram-s` as portas, / fachem-s` os postigos,//vênham dari a ismola / `ó triste ceguinho.// [IGR # 0189] #7041
--Abram-se as portas, / fechem-se os postigos,//amor, dá-me um lenço, / que eu venho ferido.// [IGR # 0189] #7056
--Abram-se essas portas, / fechem-se os postigos,//dê-me cá um lenço, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7026
--Abra-se essa porta, / cerre-se o postigo;//dê-me cá um lenço, / que já venho f`rido.// [IGR # 0189] #7037
--Abre a porta, Ana, / abre o teu postigo;//dá-me um lenço, amor, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7048
--Abre a porta, Ana, / abre o teu postigo, //dáme um lenço, Ana, / que venho ferido. // [IGR # 0189] #7017
--Abre a porta, Morena, / abre a porta, minh` alma.//--Como te heide abrir a porta, / meu Frei João da minh` alma,// [IGR # 0309] #6843
Abre la porta, morena, / abre la porta, minha alma.//Como t`hei-d`abrir a porta, / meu Frei João da minha alma,// [IGR # 0309] #2711
--Abre la porta, Morena, / qu` estou de pés na geada,//se me não abres la porta, / Morena, nã vales nada.// [IGR # 0309] #6848
--Abre la puerta, Polonia, / que vengo muy mal herido,//cuatro puñaladas traigo / que me ha dado tu marido.// [IGR # 0115] #9284
Abre la puerta, Teresa, / que la muerte traigo aquí// Quién es ese caballero, / que a mi puerta mandó abrir?// [IGR # 0222] #1048
--Ábreme a porta, / cérrame o postigo//e faime a cama, / que venño mui frío.// [IGR # 0189] #4465
--Abre-me a porta, / fecha-me o postigo,//deita-m` um lencinho, / que eu venho ferido.// [IGR # 0189] #7027
--Abre-me a porta, infeliz, / eu `stou com o pé na geada,//se não me abres a porta / não és feliz não és nada!// [IGR # 0309] #6841
--Abre-me a porta, morena, / / morena linda, casada!//--Como ta eu abrirei, ó D. Luís da minha alma?// [IGR # 0309] #6822
--Abreme a porta, Morena, / Moreninha engraçada, //se me não abres a porta, / nem és Morena nem nada!// [IGR # 0309] #6827
--Abre-me a porta, Morena, / moreninha malfadada,//Se me não abres a porta, / não és Morena nem nada.// [IGR # 0309] #6824
--Abre-me essa porta, / abre-me o postigo;//dá-me um lenço, Ana, / que eu venho ferido.// [IGR # 0189] #7039
--Ábreme la puerta, Elena, / no me tengas desconfianza,//que soy Fernández Francés / que ahora vengo de Francia.--// [IGR # 0222] #5054
--Abre-te, porta, / cerra-te, postigo;//dá-me o teu lencinho, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7021
--Abridme, galanica, / que va amanecer. //--Abrid, ya vos abro, / mi lindo amor, //", [IGR # 0597] #8556
Abrisme, Cara de Rosa, / abrisme la puerta,//que de siempre fuites mía, / cuanto y más ahora.// [IGR # 0552] #3676
À caça ia D. Pedro, / à caça como solia;//chegou ao meio do caminho, / o mal da morte le vinha;// [IGR # 0080] #7468
A caçar n`és el bon rei, / el bon rei i la regina, //no roman ningú a palau / sinó l`infant i la dida.// [IGR # 0802] #9768
A caçar vai caçador, / a caçar donde o sol ia;//seus perros leva cansados, / seu balcão perdido ia;// [IGR # 0164+0100] #7238
A caçar vai cavaleiro, / a caçar como o sol ia;//seus perros leva cansados / de andar de noute e de dia.// [IGR # 0164+0100] #7252
A caçar vai cavaleiro, / a caçar como solia;//seus gozos leva cansados / e o falcão perdido ia.// [IGR # 0164] #7248
A caçar vai cavaleiro, / a caçar donde o sol ia.//Seus perros leva cansados / e o falcão perdido ia,// [IGR # 0164+0100] #7244
À caça se vai D. Pedro, / à caça com o sol ia,//seus cães leva cansados, /ele cansado ia.// [IGR # 0080] #7465
À caça vai cavalheiro, / caçava como solia;//anoitecera na serra / sem caça, sem companhia.// [IGR # 0164] #2860
A Calatrava la Vieja / la combaten castellanos// por cima de Guadiana / derribaron tres pedazos;// [IGR # 0031] #1402
A casar se vai don Pedro, / a casar con Morsolina,//e no medio do camiño, / diull` un dolor de barriga.// [IGR # 0080] #8694
A caza iba el caballero, / a caza como solía,//los perros iban cazando / y el halcón perdido había.// [IGR # 0164] #8801
A caza iban, a caza / los cazadores del rey,// ni fallaban ellos caza, / ni fallaban qué traer.// [IGR # 0133] #1533
A cazar el rey salía, / a casar como salía,//por yirse a la caza, / onde la reina se iya.// [IGR # 0426] #2934
A cazar iba, a cazar / el esposo don García.//Se ha echado a dormir / al tronco una verde oliva.// [IGR # 0183] #4878
A cazar iba, a cazar, / el infante Juan García,// . . . / no caza como solía;// [IGR # 0164+0100] #5408
A cazar iba don Juan, / a los montes que solía,// lleva los perros cansados, / la caza no parecía.// [IGR # 0164+0100] #760
A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//eso de la medianoche / echó la vista p`arriba,// [IGR # 0164+0100] #8364
A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//lleva los perros cansados, / la caza no aparecía.// [IGR # 0164+0100] #8356
A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//los perros iban cansados, / la caza nun parecía.// [IGR # 0164+0100] #8351
A cazar iba don Pedro, / a cazar donde solía,// los perros lleva cansados, / el galgo no parecía.// [IGR # 0164+0100] #759
A cazar iba don Pedro, / de caza como solía,//los perros lleva cansados, / la caza no parecía.// [IGR # 0164+0100] #8358
A cazar iba don Pedro / y a los montes que solía,//donde cae la nieve a copos / y el agua serena y fría;// [IGR # 0080] #9001
A cazar iba el caballero, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / y el halcón perdido había.// [IGR # 0164] #8800
A cazar iba el caballero, / a cazar como solía,//los perros le iban cazando, / el halcón perdido iba,// [IGR # 0164] #3749
A cazar iba el don Pedro, / a cazar como solía,//los perros iban cansados, / la caza no le venía,// [IGR # 0080] #8375
A cazar sale don Jorge, / a cazar como solía,//lleva su perro calzado, / el hurón calzado diba.// [IGR # 0164+0100] #3750
A cazar se vai don Pedro, / a cazar como solía//os perros leva cansados / i a cabeza lle doía. [IGR # 0100] #1662
A cazar va el caballero, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / y el halcón perdido había.// [IGR # 0164] #9384
A cazar va el caballero, / a cazar pra Mosolía//os perros leva cansados / i a caza non parecía.// [IGR # 0164] #1749
A cazar va el cazador, / a cazar como solía;//los perros ya están cansados / y el hurón perdido había;// [IGR # 0164+0100] #8326
A cazar va la serrana, / ojos de garza morena;//lleva la escopeta al hombro / como si cazador fuera.// [IGR # 0233] #7436
A caza va el cazador, / a caza como solía,//lleva los perros cansados / de subir cuestas arriba.// [IGR # 0164] #9709
Achava-se dona Iria / na sua sala asssentada,//bordando de agulha de oiro / e com seu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7684
A cidade de Coimbra / tem uma fonte de água clara;//as moças que bebem nela / logo se vêem pejadas.// [IGR # 0159] #6083
A condessa teve um filho, / e o filho seu não tinha mais,//Foi-o levar ao palácio / p`ra ele valer muito mais.// [IGR # 0440] #4412
A condessa teve um filho, / teve um só, não teve mais;//foram oferecer ao rei / p`ra saber e valer mais.// [IGR # 0440] #2656
Acordado de la muerte, / aunque con algún temor,//propio amor de su aparato, / en apariencia omisión,// [IGR # 1265] #3545
--Acorda, Helena, / desse teu dormir,//vai ver o cego / à porta a pedir.// [IGR # 0189] #4469
Acordai, filha Princesa, / vinde ver o belo cantar;//ou e serafim no céu / ou e sereia no mar.// [IGR # 0049] #5817
--Acordai vós, madre, / do doce dormir;//vind` ouvi` lo cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7067
--Acorde, minha mãe, / acorde de dormir,//que aí vem o triste cego / a tocar e a pedir.// [IGR # 0189] #7040
--Acorde, minha mãe, / acorde de dormir,//venha ouvir o cego / cantar e pedir!// [IGR # 0189] #7034
--Acorde, minha mãe, / desse seu dormir,//venha ouvir o cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7028
Adán tenía un hijo / chiquitito y`inclinado//siempre está pidiendo a Dios / que salga bien eduoado// [IGR # 0201] #8001
--Adelina, Adelina, / queres ser minha namorada?//Eu lo oiro la bestia, / eu de prata la calçava.--// [IGR # 0075] #7140
A descer da minha escada, / me caiu o meu chapim; //ao abrir da minha porta, / m` apagaram o meu candim;// [IGR # 0222+0168] #6899
--Adeus, vós, mãe da minh` alma, / que já nã torno a ver,//lá vai esta nau à guerra, / pelejar até morrer.// [IGR # 0112] #5971
Adiós, ciutat de Málaga, / ciutat rica y abundanta,//s` hi passeja un cavallé / festeja una noble dama.// [IGR # 0384] #8571
--Adiós, linda Margarita. / --Adiós, lindo baronel.//--Yo me embarco para Francia, / ¿qué mandáis a quien queréis?// [IGR # 0113] #3464
A dona Claralinda, / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6278
A dónde va Jesucristo / en una cruz enclavado//todo cubierto de luto, / hasta los pies del caballo?,// [IGR # 0481] #2096
Adónde vas, Alexandre, / adónde vas, arriero?//--Vamos a la romería, / vamos los dos compañeros.// [IGR # 0738] #2167
--¿Adonde vas, Alfonso Doce, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Merceditas, / que hace un año la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4687
--¿A dónde vas, Valdovinos, / dónde vas que no es de día?//--Y que seya, que no seya / tengo de ir ver a María.--// [IGR # 0546] #8371
Adormido se ha el buen viejo / del cansancio que traía,//a la sombra de un enebro / que otro árbol no le había,// [IGR # 0894] #4541
adrugaba conde Niños / a las orillas del mar//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8465
A entrada do mês de Maio, / `espedida da Primavera,//soldadinho rei Fernandes / votou laços para a guerra.// [IGR # 0176+0168] #6491
À entrada do mês de Maio, / . . . saída da Primavera,//entrou o rei Fernandes / laços deitando . . . guerra.// [IGR # 0176+0168] #6489
A esto pasó un pastor / y se enamoró de una de ellas.//--Oh buen yerno ¿como estás?, / ¿Cómo quedó Blancaflor?// [IGR # 0184] #3608
A filha de um rei de Espanha / aprendeu lambandeira.//. . . / . . . // [IGR # 1663] #6614
A filha do Rei da Espanha / foi tomar banho no mar,// a jóia caiu do dedo / e foi ao fundo do mar.// [IGR # 2964] #9528
A filha do Rei da França / foi tomar banho de mar;//caiu a jóia do dedo, / ela se pôs a chorar.// [IGR # 2964] #4422
A formiga foi ansiosa / e correu o pé na neve.// Ó neve, tu és tão forte / que meu pé prendes?// [IGR # 0737] #2896
A fortuna convidou-me, / p` ra ir com ela jantar,//em mesa de sentimentos, / toalhinha de pesar.// [IGR # 0720] #6541
A França hi ha una dama, / dama, dama de gran valor.//Du la cabeiera llarga, / llarga fins en el taló.// [IGR # 0107] #4864
a Fray Diego / sentadito al sol,//las bolsas colgando / y tieso el bastón.// [IGR # 0665] #9761
Afuera, afuera, Rodrigo, / el soberbio castellano,// acordársete debría / de aquel tiempo ya pasado// [IGR # 0021] #1423
Agora baixou o sol, / horas são de merendar,//vozes dava o marinheiro, v / ozes dava, que se afogava.// [IGR # 0180] #7702
Agora baixou o sol, / louvado seja o Senhor!//Eu casei c` uma donzela, / filha é dum lavrador;// [IGR # 0085] #7478
Águeda, que no quisiste / a los dioses adorar//en prueba de tu constancia / las tetas te han de cortar.--// [IGR # 0393] #2202
À guerra, à guerra, mourinhos, / ide pelo mar em fora,//quero uma cristã cativa que seja / bem branca e loura.// [IGR # 0136] #6174
A guerra, à guerra, mourinhos, / quero uma cristã cautiva//Uns vão por o mar abaixo, / outros por a terra acima.// [IGR # 0136] #2310
Agustín está malo, / muy malito en cama//llamaron siete dotores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2392
Agustín está malo / muy malito está en cama// [IGR # 0006] #2400
Ah, el día de los Reyes, / la primer fiesta del año// cuando todas las doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0056] #8075
Ahí arriba en aquel alto / venden ricos naranjeros;//ciego es el que los vende, / ciego es el que no ve.// [IGR # 0226] #5343
Ahí por bajito de Burgos / hay una pequeña aldea//y habitaba un comerciante, / tratante de paño y seda,// [IGR # 0096] #609
Ahí viene don Pedro / de la guerra herido;//viene con el ansia / de ver a su hijo.// [IGR # 0080] #4829
Ahí viene el perro moro / a todos desafiando//Ya tiene los dientes romos / de morder a los cristianos// [IGR # 0061] #8979
. . . //Ahí viene San José, / le dijo de esta manera//--¿Qué haces ahí, María, / con hábito de doncella?// [IGR # 0098.1+0043.1] #8290
--¿Ahont anéu vos, el bon comte, / ahont anéu tan dematí?//--Vaig á veure la comtesa / tant de temps que no `ns hem vist.// [IGR # 0168] #8592
Ahora les voy a decir / a las señoras honradas,//no den su brazo a torcer / cuando se encuentren casadas;// [IGR # 0222] #5056
Ahora que estoy despacio / siéntate y te contaré// la vida de un molinero / y el trance de su mujer,// [IGR # 0461] #1303
Ahora se publican guerras / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4155
--Ai de mim, que eu já sou velho, as guerras me acabarão,//sete filhas que eu tenho, sem ter um filho varão!// [IGR # 0231] #7544
--Ai de mim, que já sou velho, / as guerras me acabarão,//de três filhas que eu tenho / não tenho um filho varão!// [IGR # 0231] #7525
-Ai de mim, que sou velho, / as guerras m` acabarão.//Mal hajas tu, ó mulher, / e o teu mau coração,// [IGR # 0231] #7493
--Ai de mim, que vou p`r` à guerra, / guerras me acabarão,//de três filhas que eu tive, / sem nenhuma ser varão!// [IGR # 0231] #7509
--Ai de mim, um pobre velho, / que as guerras me acabarão,//de três filhas que eu tenho, / não ter um filho varão!// [IGR # 0231] #7539
--Ai, fill, per què no et cases, / per què no et cerques muller?//--Ai, mare, la mia mare / amb qui em casaré?// [IGR # 0148] #4508
Ai, Jesus da minha alma, / Senhor do meu coração,//quem soubera imitar / passos da vossa paixão// [IGR # 2900] #2796
Aimería, Aimería, / das montañas de León//de siete hijas que has tenido / ninguna te fue varón.// [IGR # 0231] #1716
Ainda ban se passeia a mourinha / de calçada em calçada,// [IGR # 0045] #2210
Ainda há pouco deu-se um caso / lá no centro de Espanha://`Tava D. João a morte, / doente na sua cama.// [IGR # 0006] #2288
A infância das mulheres / e para os homens cadeia:// muitos perdem no sentido / e o sangue das suas veias;// [IGR # 2690] #2319
Ai, nossa nau Catrineta, / andas perdida na mar,//já nã temos que beber, / já nã temos que manjar;// [IGR # 0457] #7773
Ai que saudades m`apertam / por a casa dos mês pais//Também m`apertam as dores / s`a minha mãe nã chegar.// [IGR # 0153] #2702
Airecito que venía / de tierra de Aguadelupe;//niña, despierta tu madre / para que el romance escuche.// [IGR # 0188] #2758
Alabadas sean las horas, / las horas que Cristo padeció,//por librarnos del pecado, / bendita sea su pasión.// [IGR # 1537.1] #5078
Alabándose anda Féliz, / Féliz como el gran traidor,// que no hay dama ni doncella / que a él le niegue el amor.// [IGR # 0532] #845
Alabóse el conde Vélez / alabóse el gran traidor,//que no hay dama ni doncella / que le negase el amor,// [IGR # 0532] #3347
Alabóse el conde Vélez, / alabóse el muy traidor,//que no hay dama ni doncella / que no riera su amor.// [IGR # 0532] #5863
Alabóse el conde Velo / en sus cortes s` alabó,//que non hay ni mosa ni casada / que s` enconora d` amor.// [IGR # 0532] #4462
A la celestial Princesa, / madre del divino Verbo,//le pido me dé su gracia, / porque sin ella no puedo// [IGR # 5138] #3547
A la celestial Princesa, / madre del divino Verbo,//le pido me dé su gracia, / porque sin ella no puedo// [IGR # 5138] #3549
--A la cinta, cinta de oro, / a la cinta de laurel,//por ciertas calles me han dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5208
A la ciutat de Granada / tota la gent va fugir//menos una noble dama / que té pres el seu marit.// [IGR # 1058] #4496
A la hija del rey / la llevan cautiva,//la cautivan moros / para Morería.// [IGR # 0169] #2567
A la medianoche y guila, / los gallos quieren cantar//Carlos, el amor que tiene, / no lo puede sosegar.// [IGR # 0366] #1682
A la montaña de Oro, / allí dentro de una cueva,//n`hi havia una serrana / blanca i rossa i no es morena.// [IGR # 0233] #7427
A la montanya d`Orís, / n`hi ha una linda mujera;//lleva chaqueta encarnada / y hermilla de seda buena,// [IGR # 0233] #7429
Alandino, Alandino, / paje del rey más querido,//¡cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo!// [IGR # 0023] #9697
Al ángel del oro, / que son hijas de un marqués//y me ha dicho una señora: / ¡Qué lindas damas tenéis!// [IGR # 0224] #3301
Al año de estar alli / dice que se va a la guerra//miente como un gran traidor / y fue a casa de su suegra// [IGR # 0023+0110] #4260
A la oliva verde, / a la verde oliva,//y a la hija del rey / la llevan cautiva,// [IGR # 0169] #2568
A la orilla de un río / una morena,// bordaba un gran vestido / para la reina;// [IGR # 0411] #996
A la plassa fan bailadas / mare, deixeumi aná;//yo que so tan boniqueta / bailado no `m faltará.// [IGR # 1040] #7843
A la presó de Lleyda / tots los presos hi son,//cent y cinquanta presos / cantan una cansó. // [IGR # 0375] #8563
A la puerta de Aire / limosna pedían,//partíalo la madre, / bajábalo la hija.// [IGR # 0189+0148] #4489
A la puerta de Aire / un pobre venía; //pártelo la madre, / bájalo la hija.// [IGR # 0189] #6223
A la puerta del rey cuarto/ vive Felipe tercero//llega una mujer cansada/ a pedir alojamiento. [IGR # 0007] #4885
A la puerta el Aire / (y) un pobre pedía;//lo parte la madre, / lo baja la hija.// [IGR # 0189+0148] #6224
A la puerta llama un niño / más hermoso que el sol bello//en duda que tiene frío / en duda que está en cueros.// [IGR # 0179] #375
--A la puerta llora un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío / y el pobrecito está en cueros.// [IGR # 0179] #8284
A la puerta petan, / quién es el que llama?// Es un pobre ciego / que pide posada.// [IGR # 0189] #947
A la puerta pican, / sal a ver quién es.// Es el ciego, madre, / que la viene a ver.// [IGR # 0189] #948
. . . A la punta de una lancha / un pañuelo yo bordé//que le bordé siendo niña, / siendo niña le bordé.// [IGR # 0113] #222
A la que es Madre del Verbo, / María, Señora Nuestra,//le pido, humilde postrado / me dé gracias para que pueda // [IGR # 5007] #8848
A la que es madre del Verbo / María y Señora nuestra//la pido humilde y postrado / diga si con lo que pueda// [IGR # 5007] #8349
A la quinta, quinta, quinta / de una señora de bien,//llega un lindo caballero / corriendo a todo correr.// [IGR # 2988] #3533
A la reina le cortan faxadura, / faxadura de sirma y perla.//Ya le cortan a la esclava / todas las migajirías.// [IGR # 0136] #9471
A l`arrabal de Sevilla / viv`una linda zagala,//no tiene padre ni madre, / sol`uno armano l`ampara// [IGR # 0147] #2757
A la salida de Francia / y a la entrada de Aragón//me encontré con unas damas / mucho más bellas que el sol.// [IGR # 0612] #402
A las diez de la noche / Juan se marchaba//y la pobre de Adela / se desmayaba;// [IGR # 0195] #3057
A las doce de la noche / cuando los gallos cantaban,//cuando don Carlos de Amor / se levanta con su espada,// [IGR # 0366+0159] #8617
A las doce de la noche / los gallos quieren cantar//cuando el conde y la condesa / a misa del gallo van// [IGR # 0110] #3920
A las doce de la noche / un pobre pidió posada;// los padres, como eran dóciles, / ellos luego se la daban.// [IGR # 0173] #981
A las dos de la tarde / le dijeron a Prim://--Viva usted con cuidado, / que lo quieren herir.// [IGR # 0154.9] #3126
A las idas y venidas / San José hizo reparo//que la saya de María / se le iba levantando:// [IGR # 0777+0710] #3186
A las mujeres discretas / [ . . . . ]//que presumen de entendidas, / que de amorosas se precían// [IGR # 0902] #3555
A las puertas de Belén, / que es ciudad de la Judea//está la Virgen María, / relumbra como una estrella.// [IGR # 0098.1] #8291
A las puertas del palacio / del rey Felipe tercero//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento,// [IGR # 0007] #1910
Alá vai dona Silvana / pelo corredor p` ra cima,//com a guitarra na mão, / belamente a tangia.// [IGR # 0503] #6649
A la verde, verde, / a la verde oliva//donde cautivaron / a las tres cautivas.// [IGR # 0137] #3046
A la verde, verde, / a la verde oliva//donde cautivaron / a las tres cautivas.// [IGR # 0137] #253
A la verde, verde, / a la verde oliva,//donde cautivaron / y a las tres mocitas.// [IGR # 0137] #8853
A la verde, verde, / y a la verde oliva//donde cautivaron / a mis tres cautivas.// [IGR # 0137] #250
A la vila de Gabá / n` hi ha unas damas que `s pintan.//S` en posan las millós robas, / donan un tom per la vila.// [IGR # 0972] #7835
A la vila de Pontosa / n`hi han tres estudiants//que segueixen els estudis / per a ser-ne capellans,// [IGR # 0370] #3662
A la vila de Sant Pere / s`ha tractat un casament//d`un fadrí i una donzella, / la flor de tot lo jovent.// [IGR # 1044] #7836
A la Virgen de las Nieves / pido que me dé su gracia//pa contar de una doncella / principio de su desgracia:// [IGR # 0852] #1979
A la voreta del mar / n`hi ha una donzella// que brodava un mocador / que és per la reina.// [IGR # 0411] #9575
A la voreta del mar / un mariner s`hi enfonsa.//--Valga`m la Verge Maria, / valga`m, la Verge i Senyora,// [IGR # 0538+0180] #8605
--Albana, ó Albaninha, / filha do conde Albar,//quem te caçara, ó Albana, / três horas a meu mandar// [IGR # 0149] #2738
--Albaninha, Albaninha, /a filha do conde Alvar!//Oh! quem te vira Albaninha / três horas a meu mandar!// [IGR # 0149] #5990
--Albaninha, Albaninha, / filha do conde de Albar,//quem te dera, Albaninha, / três horas do meu mandar.// [IGR # 0159] #6036
--Albaninha, ó Albaninha, / filha do conde d` Alvar,//quem te dera, ó Albaninha, / três horas ao meu mandar!// [IGR # 0159] #6034
--Alberto, para que amas / a filha do teu senhor?//Ela é da mais alta gente, / não te deve ter amor.// [IGR # 0720] #6531
Al cabar la luna alta / como el sol de mediodía//cuando el conde don Belardo / de las batallas venía.// [IGR # 0103] #8381
Al cabo de cuatro meses / se han formado grandes guerras//y a Gerineldo le nombran / por capitán de banderas// [IGR # 0023+0110] #4223
Al cabo de los seis años / se ha levantado una guerra//y a Gerineldo le nombran / por capitán de banderas// [IGR # 0023+0110] #4229
Al caçar vai cavaleiro, / al caçar com o sol ia;//seus perros leva cansados / e o falcão perdido lhe ia.// [IGR # 0164+0100] #7247
Alcançar vai cavaleiro, / alcançar com o sol ia;//seus perros leva cansados, / senhor falcão perdido ia;// [IGR # 0164+0100] #7243
Al conde Flores le llevan / por capitán general.//y la triste de su esposa / no cesaba de llorar// [IGR # 0110] #3814
Al conde le han nombrado / de capitán general,//la condesa que lo supo / no dejaba de llorar// [IGR # 0110] #3944
Al conde le llevan preso, / al conde Miguel del Prado// no le llevan por ladrón, / tampoco porque ha robado,// [IGR # 0118] #8083
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel al prado;// no le llevan por ladrón / ni por cosa que ha robado.// [IGR # 0118] #750
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel del Prado,//no lo llevan por ladrón / ni por cosa que ha robado.// [IGR # 0118] #8331
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel del Prado,// no lo llevan por ladrón / tampoco porque ha matado,// [IGR # 0118] #751
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel el Prado,// por esfurciar una niña / del parador de Santiago.// [IGR # 0118] #749
Al dia cinch de juny eram / cent segadors atrevits// Allí á la vila de Targa / encontraren. l` enemich.// [IGR # 2746] #6396
--Aldidinha, queres ser minha, / queres ser minha namorada? //S` Adininha fosses minha d` ouro / vestias, prata calçavas.// [IGR # 0075] #7138
--Aldininha, queres ser minha, / queres ser minha namorada?//Eu de oiro a vestia / e de prata a calçava.// [IGR # 0075] #7103
Al Dió del sielo Abraham, / al Dió del sielo Isaac l`horrado//para cumplirse los tres / fuerte cosa le ha mandado.// [IGR # 0201] #7933
Alecrim bateu à porta, / Manjerona: --Quem está aí?//--É um cravo d` Arrochela, / ó Rosa, mandailhe abrir! // [IGR # 0222+0168] #6896
A l` edat dels qators` anys / en varen cridá á la guerra,//a quinze mi fan aná / y á setze ya `n som alferes,// [IGR # 0939] #7890
Alegraros, Virgen pura, / al oír esta noticia//sabéis cómo a vuestro hijo / le corre una grande prisa,// [IGR # 0541] #2075
Al entrar en el congreso / le dijeron a Prim//que tuviese cuidado / que lo iban a herir.// [IGR # 0154.9] #9636
A les muntanyes dc l`Oro, / a la ciutat de València,//si n`hi havia una selrana, / rosca, blanxa, i no morena.// [IGR # 0233] #3654
--Alevanta, Esturuncha, / del vuestro lindo dormir, //oyeras cantar hermozo / de la sirena de la mar.// [IGR # 0049] #8918
Alevantéis mi madre, / una demañana//cuando alboreara / e amanecía,// [IGR # 0169] #2955
Alfonso uno, / Alfonso dos//anda en busca de Conchita, / que ayer tarde la perdió./ / [IGR # 0168.1] #4688
Aliarda se ha esmerado, / de dormir se ha levantado.//A las puertas del perdón, / a misa se había entrado// [IGR # 0149] #5881
Allà a la ciutat de Burgos, / rica vila i abundanta,// si n`hi havia un caballero, / festeja una linda dama.// [IGR # 0384] #8604
Allà al palacio del rey / un estendard n`hi ha plantado,//a un cap está la lluna / a s`altre, el solei pintado,// [IGR # 0002] #8058
Allá arría en el Carrizal, / día de la Candelaria//en un juego de turrón / de palabras se trataron.// [IGR # 5116] #1930
Allá arriba, allá arriba, / junto al Bierzo de Navarra//bäixara el rey Jesucristo / vestido de carne humana// [IGR # 0524] #1697
Allá arriba, allá arriba, / junto al reino de Navarra//saliera un batallón / de regimiento de armada.// [IGR # 0445] #1838
Allá arriba en alta sierra, / allá arriba en alto mar,//le llevan al conde `Velen / por capitán general.// [IGR # 0110] #3835
Allá arriba en altos cielos / una capilla se hacía//no la hizo carpintero / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #8267
Allá arriba en aquel alto, / debajo de aquel abel,// había una santa , / casa de Santa Isabel,// [IGR # 0133] #991
Allá arriba en aquel alto / en el alto de una sierra,//se pasea una serrana, / una serrana se pasea;// [IGR # 0233] #7352
Allá arriba en aquel alto / en lo más alto que había,//hay una casa de santos / todos llenos de alegría,// [IGR # 0212] #5680
Allá arriba en aquel alto, / había una nueva ermita,// las paredes son de oro, / las tejas de plata fina,// [IGR # 0456] #966
Allá arriba en aquel alto / había una pastorina,// los aires la favorecen / y el sol de cara la mira,// [IGR # 0212] #1271
Allá arriba en aquel alto / hay una casa caída,//ni la han hecho carpinteros / ni hombres de carpintería,// [IGR # 0308.1] #5675
Allá arriba en aquel alto / hay una guapa ermetica,// las paredes son de plata, / las tejas de plata fina,// [IGR # 0456] #967
Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera; //cuando tiene gana de hombres / se sale por la ribera. // [IGR # 0233] #4888
Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas:// [IGR # 0233] #5599
Allá arriba en aquel alto, / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas.// [IGR # 0233] #5598
Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / perdidora de la hacienda.// [IGR # 0233] #8646
Allá arriba en aquel alto, / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / robadora de la hacienda.// [IGR # 0233] #7368
Allá arriba en aquel alto / hay un labrador muy rico//que teje paños de seda / y pañuelos exquisitos.// [IGR # 0096] #598
Allá arriba en aquel alto / una capilla se hacía//no la hizo carpintero, / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #8269
Allá arriba en aquel alto / una viuda habitaba //de amores la pretendían / los diez príncipes de España..// [IGR # 0253+0006] #7797
Allá arriba en aquel alto / un castillo relucía,//no le hizo carpintero / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #5674
Allá arriba en aquellas cuestas, / que las cuestas tienen faldas, / se quedó un pastor dormido, / se le perdieron las cabras,/ [IGR # 0191] #915
Allá arriba en aquel monte / está una ermita muy fina//las paredes son de oro, / la teja de plata fina,// [IGR # 0456] #8106
Allá arriba en aquel monte, / hay una terrible fiera,//con una trenza de pelo / que hasta el zapato le allega.// [IGR # 0233] #7363
Allá arriba en aquel monte / se pasea una zagala//al pie de una mata oscura / rezando el rosario estaba.// [IGR # 0214] #3257
Allá arriba en aquel monte / una capilla se hacía//no la hizo carpintero / de obra de carpintería,// [IGR # 0308.1] #8265
Allá arriba en aquel prado, / hay una fuente que mana//a donde se lava la Virgen / sus pies y su linda cara.// [IGR # 0104] #164
Allá arriba en Barcelona / vive una niña muy linda,//siete gala`es la pretenden / de noche como de día.// [IGR # 0217] #9393
Allá arriba en Belén, / doce leguas del Calvario//iba la Virgen María / por su hijo preguntando.// [IGR # 1537.1] #8295
Allá arriba en Belén, / siete leguas del Calvario,//encontré una mujercita / que iba rezando el rosario.// [IGR # 1537.1] #5092
Allá arriba en el altar / gran castillo allí se hacía//que no lo hace un carpintero / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #9830
Allá arriba, en la alta sierra, / la niña se adormentara//Allá arriba, en la alta sierra, / la niña se adormentara;// [IGR # 0235] #1756
Allá arriba en la Bahida, / hay una noble ciudad,//nombraron al conde Lara / de capitán general.// [IGR # 0110] #3825
Allá arriba en Lalguadiía, / n aquella noble ciudad,//nombraron al conde Laro / de capitán general.// [IGR # 0110] #3823
Allá arriba en Lombardía, / aquella noble ciudad,//nombraron al conde Laura / de capitán general.// [IGR # 0110] #3810
Allá arriba en Lombardía, / en aquella noble ciudad,//nombran al conde Lara / de la guerra capitán// [IGR # 0110] #3822
Allá arriba en Lombardía / en un zaizarro lugar//llevan al conde de Flores / de capitán general.// [IGR # 0110] #3860
Allá arriba en Lombardía, / hay una noble ciudad,//nombraron al conde Lado / de capitán general.// [IGR # 0110] #3817
Allá arriba en Lombardía, / naquella noble ciudad,//nombraron al conde labra / de capitán general.// [IGR # 0110] #3808
Allá arriba en Madrid, / junto al reino de Toledo//habitaba una viuda / que tenía mucho dinero// [IGR # 0038] #1690
Allá arriba en Nobardía, / aquella noble ciudad,//nombran al conde Lara / de capitán general.// [IGR # 0110] #3819
Allá arriba en Nogarcía / en aquel rico lugar//llevan al conde de Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #3843
Allá arriba en Novaldia / en una noble ciudad//llevaron al conde Florez / de capitán general.// [IGR # 0110] #3859
Allá arriba en Novalias, / aquella noble ciudad,//tratan de poner al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #3828
Allá arriba en Novardía, / n aquella noble ciudad,//llevaban al conde de Arcos / de capitán general.// [IGR # 0110] #3815
Allá arriba en Ogarcia, / aquella noble ciudad,//se ha casado un matrimonio / de quince años nada mas// [IGR # 0110] #3832
Allá arriba en Santa Coma / en un pueblo de Santa Clara//había una mujer vieja / que doña Juana se llamaba,// [IGR # 0253+0006] #2474
Allá arriba en Turquía, / dentro de Turquía estaba//una niña muy bonita / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #1826
Allá arriba en Valdemoro, / Valdemoro que llamamos//de una hija de una viuda / don Pedro se ha enamorado.// [IGR # 0643] #1969
Allá arriba hay una ermita / que la llaman San Simón//donde damas y doncellas / van allá hacer la oración.// [IGR # 0107+0101] #77
Allá arriba, muy arriba / en aquella alta montaña//hay una linda doncella / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #5699
Allá arriba, muy arriba, / en el reino de Altafalla//habitaba un matrimonio / como el sacramento manda,// [IGR # 4012] #2129
Allá arriba, muy arriba, / junto a los caños del agua,//allí estaba un caballero / que don Pedro se llamaba.// [IGR # 0075] #4963
Allá arriba, muy arriba / junto al reino de Navarra//Don Juan tenía una hija / Teresita se llamaba // [IGR # 0253+0006] #2404
Allá arriba n a Barría / naquella noble ciudad,//nombraron a conde Laro / de capitán general.// [IGR # 0110] #3807
Allá arriba n`aquel monte / hicieron una capilla//no la hizo carpintero / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #8264
Allá arriba Navarría, / naquella noble ciudad,//nombraron al conde Laro / de capitán general.// [IGR # 0110] #3809
Allá arribita, arribita, / hay una pequeña aldea//hay un rico comerciante / que vende paños y sedas.// [IGR # 0096] #600
Allá arribita en Belén, / siete leguas de Calvario,//vi pasar a una mujer / toda vestida de blanco.// [IGR # 1537.1] #8688
Allá arribita, en Belén, / siete leguas del Calvario,//encontré a una viejecita / que iba rezando el rosario.// [IGR # 1537.1] #5747
Allá arribita una ermita / que la llaman San Simón//donde damas y doncellas / iban a hacer oración.// [IGR # 0107+0101] #9710
Allá en Barranca la Jolla, / orillita de Plasencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia, muy morena,// [IGR # 0233] #7421
Allá en Barranca la Olla, / a orillita de Pacencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia, muy morena,// [IGR # 0233] #7420
Allá en Barranca la Olla, / sonilito de Plasencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia y es muy bella,// [IGR # 0233] #7419
Allà en el camp de Moreria / n`hi ha una fonteta d`aigua viva.// N`hi ha una fonteta d`aigua viva / i una serpent que n`hi bevia.// [IGR # 0164] #9562
Allá en Garganta de Olla, / a una legua de Plasencia,// habitaba una serrana, / alta, linda y sandunguera.// [IGR # 0233] #928
Allá en Garganta la Olla, / en la Vera de Plasencia,//salteóme una serrana, / blanca, rubia, ojimorena./ / [IGR # 0233] #4782
Allá en Garganta la Olla / por las sierras de la Vera,/ / se pasea la Serrana / bien calada su montera,/ / [IGR # 0233] #4783
Allá en Garganta la Olla, / por una senda vereda,//se pasea serrana / blanca, rubia y fue morena,// [IGR # 0233] #7446
Allá en Granada la rica / instrumentos oí tocar / en la calle de los Gomeles, / a la puerta de Abidbar,// [IGR # 0303] #1479
Allá estábase Ben Dráis / por una fresca mañana//gozando del viento fresco, / mirando correr el agua,// [IGR # 0014] #1888
Allá por el mes05/, / allá por la primavera,// cuando don Felipe Quinto / llama gente pa la guerra.// [IGR # 0176+0168] #1015
Allá por el mes de mayo / cuando las recias calores,//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #3034
Allá por el mes de mayo / cuando los recios calores,//cuando los toritos bravos / y caballos corredores// [IGR # 0023+0110] #4243
Allá riba en Babilonia / dentro de una cueva estaba//una niña muy bonita, / Catalina se llamaba.// [IGR # 0126+0180] #4911
Allá va Lucas Barroso, / vaquero `e la Compañía,//con el caballo cansa`o, / y la vaca muy rendi`a.// [IGR # 0407] #3499
Allá va Nuestra Señora, / de Egiptos para Belém.// [IGR # 0226] #7732
--Alleguéisme en hora aquí, doña Loreta, / parecéis mujer discreta,//de mi pena y mi ocasión / de librar mi corazón encadenado,// [IGR # 0760] #8858
Allí á la ciutat de Malta / ciutat gran y regalada// n`hi havía un cavaller / qu`en festeja noble dama.// [IGR # 0384] #9560
Alli á la vila de Reus / tota la gent ha fugit//sinó una nobla dama / qu` en té pres lo seu marit.// [IGR # 1058] #8590
Allí arriba en alto cielo / se pasea una romera,// que en los días de mi vida / no he visto cosa más bella.// [IGR # 0192] #1248
Allí arriba en aquel alto / un señora habitaba// ella tiene una hija / que Teresina se llamaba// [IGR # 0253+0006] #2365
Allí arriba en aquel alto / un viuda habitaba// y el que la pretendía / era príncipe de España.// [IGR # 0253+0006] #2359
Allí arriba en aquel monte / está la mar que convertía//allá está una casa santa, / casa santa se decía.// [IGR # 0308.1] #8263
Alli baix el pla / ya n` hi ha una dama//del dimoni n` es / molt atormentada.// [IGR # 2773] #9781
Allí en Garganta de Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7296
Allí vido unos caballos / que sacan a pasear//¿De quién son estos caballos / que sacáis a pasear?// [IGR # 0110] #4022
. . . Al llegar a la iglesia / toda la gente la mira//--¿Por qué me mira la gente / que mirarme no solía?// [IGR # 0080] #8173
Al matí de San Joan / com es matí d` alegría,//Yo m` en llevo dematí / y m` en vaig á la fon`t viva.// [IGR # 1075] #7880
Alma vai a Santiago, / vai comprir a romaria;//a companhia que levava / era a Virgem Maria.// [IGR # 0797] #7794
Al oír estas palabras / una voz del cielo oía://--Échale de penitencia / la que tiene merecida.// [IGR # 0020] #5370
A lómbra d`un tarongé / está la gentil Martra,//pentinant son cabell ros / am pinteta de plata.// [IGR # 1016] #3669
A los siete años de casado / pidio guerra el Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4203
Al partir para la guerra /dos besos al aire echí. /El uno es para la mamá /y el otro es para ti,// [IGR # 9462.9] #2946
Al pasar por Casablanca / en medio de morería,//había una mora lavando / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2575
Al pasar por Casablanca / pasé por la morería//y me he encontrado una mora / lavando en la fuente fría.// [IGR # 0169] #2576
Al pasar por tierra blanca, / en casa de la morería,//vi que lavaba una mora / al pie de una serranía.// [IGR # 0169] #2562
Al pasar por un río hondo, / que pasarlo no podía//vio venir un caballero, / ligero sueño tenía.// [IGR # 0797] #8236
Al pie de aquella doncella / naciera una fuente fría//todos los cojos y mancos / lavarse a ella venían:// [IGR # 0456] #1770
Al pie de un túmulo negro / está Bernardo del Carpio,//hincadas ambas rodillas / en medio de un templo santo.// [IGR # 1619] #8545
Al pla de Barcelona / de bonicas n` hi ha// Entre totas n` hi ha una // ya s` en vol casá// [IGR # 1008] #7863
Al quarto de don Francisco / galans plós y dols hi havía / y al quarto de donya Ana / galans bailadas hi havía.// [IGR # 0080] #8070
Al rey Chico de Granada / mensajeros le han entrado;// entran por la puerta Elvira, / y en el Alhambra han parado.// [IGR # 0830.6] #1497
Al rey-conde se han llevado / de tiniente capitán,//los ojos de la condesa / no se secan de llorar// [IGR # 0110] #4035
Al salir de Barcelona, / marinero cayó al agua;//Lucifer, que nunca duerme, / contestó de la otra banda:// [IGR # 0180] #5262
Al salir de palacio / le dijeron a Prim://--Ándese con cuidado, / que le quieren herir.// [IGR # 0154.9] #3276
Al salir de un barranquillo / y al bajar de una ladera,//quiso Dios y la fortuna / que me encontrara con ella.// [IGR # 0233] #7391
Al subir una montaña / una sombra vi venir;//cuando más yo me alejaba, / ella se acercaba a mí.// [IGR # 0168.1] #5043
Alta, alta va la luna / como el sol del mediodía,//cuando el conde don Belardo / de la batalla salía.// [IGR # 0103] #8378
Alta, alta va la luna, / como el sol de mediodía,//Cuando cortaban la capa / de Espinel de Barbería.// [IGR # 0074] #3309
¡Altas y soberbias torres / questais a orilla de Francia,//funestos y altos sipreses / que siñen buestras murallas,// [IGR # 1607] #3449
Alta vai a lua, alta / mais que o sol ao meiodia; //lá se vai aquela senhora / a cumprir a romaria.// [IGR # 0232] #6989
Alta vai a lua, alta, / mais que o sol ao meio-dia,//quando aquela donzela / meter freira se ela queria.// [IGR # 0431] #7229
Alta va la luna, madre, / alta va, que no es de día,// cuando don Pedro y Belardo / de la batalla venían;// [IGR # 0103] #698
Alta va la luna, madre, / como el sol del mediodía,// cuando don Pedro Belardo / de la batalla venía;// [IGR # 0103] #697
Alterada esta Castilla / por vn caso desastrado,//qu`el conde don Pero Uelez / en palacio fue hallado// [IGR # 0117] #3613
Al tiempo de caminar, / un labrador encontraron,//y María le preguntó: / Labrador, ¿qué estás sembrando?// [IGR # 0512] #5723
Alto, alto, cavaleiro, / que o rei vos manda contare.// Aqui falta Valdavino / e o seu cavalo real.// [IGR # 0150] #2213
Alto Dios Enimpotente, / Emperador siempre eterno//donde la Virgen su madre / sirvió de trono pequeño;// [IGR # 0870] #2037
Al valiente don Manuel, / que de León se dezía,//el moro alcaide de Ronda / un mensagero le embía,// [IGR # 0641] #9330
Al verdadero Jesús / suplico me dé su gracia,//y a la Reina de los cielos, / madre de Dios soberana.// [IGR # 0139] #3553
Amadís el muy famoso, / hijo del buen rey de Gaula,//qué de amores fueron los vuestros / con la muy linda Oriana, // [IGR # 1592] #8962
Amar e saber amar, / amar e saber a quem;//eu amo ao meu amor, / não amo a mais ninguém.// [IGR # 2946] #2916
A mi padre, don Antonio, / y a mi madre, doña Juana//y, por gustos de padrino, / a mí me llaman Leonarda.// [IGR # 5125] #1983
A misa es que iba un galán / por la calle de la iglesia://es que no iba por oir misa / ni pa estar atento a ella,// [IGR # 0130] #3493
Amores, e fores à praia, / trazei-me uma criadinha,//das mais alva que encontrar / que não seja parenta minha.// [IGR # 0136] #5806
Amores trata Rodrigo: / descubierto ha su cuidado;// a la Cava lo decía / de quien era enamorado:// [IGR # 0296] #1382
Amores trata Rodrigo, / descubierto ha su cuidado;//a la Cava se lo dize, / de quien anda enamorado.// [IGR # 0296] #7965
A mulher de Mouribanes, / mui formosa e mui linda,// . . . sombra duma roseira, / bem bordava e bem cosia,// [IGR # 0328] #6507
A nau Santa Caterina / nove anos andou no mar,//já não tinham que comer, / nem mais pouco que manjar;// [IGR # 0457] #7780
Anda allá, dama de amores, / anda y gentil menza y gala;//en la noble Andalucía / un alcaide de reinara:// [IGR # 0768] #8798
--Anda, anda, minha filha, / ouvir o lindo cantar;//ou são os anjos no céu, / ou a sereia no mar.// [IGR # 0049] #6442
Andaba la Virgen pura / en busca de su hijo amado;//en el medio del camino / una mujer ha encontrado.// [IGR # 1537.1] #5742
Andaba yo enamorada / de un bellísimo mancebo//tratan de meterme monja / en un santo monasterio// [IGR # 0225] #1917
Andados loa años treinta / que reinava Alfonso el Casto,//en la era de ochocientos / y más cuarenta y un año,// [IGR # 1514] #8493
Andados treinta y seis años / del rey don Alfonso el Casto,// en la era de ochocientos / y cincuenta y tres ha entrado// [IGR # 1514] #1392
Andando a dona Alfástica / a passear no jardim,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo apartou.// [IGR # 0113] #6271
Andando a marinera / lá no mar afrontada,//respondeu-lhe o porco sujo / lá das brenhas donde andava:// [IGR # 0180] #7709
Andando Brancalinda / no jardim a passear://--Quem me dera u~a só / hora com Brancalinda falar!// [IGR # 0159] #6062
Andando dona Silvana / corredor abaixo, corredor acima,//Tocando numa guitarra, / ó que estrondo ela fazia!// [IGR # 0503] #6690
Andando dona Silvana no seu jardim passeando,//seu pai, que muito a mirava / . . . // [IGR # 0005+0075] #7127
Andando dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / tocando na maravilha.// [IGR # 0503] #6637
Andando el-rei à caça / lá numa escura nontilha,//olhara para cima, / viu estar uma donzela.// [IGR # 0164+0100] #7241
Andándome yo paseando, / amigos, les contaré,//me encontré a una jovencita, / que de ella me enamoré.// [IGR # 0234] #5008
Andándome yo paseando / por las orillas del mar,// encontré una joven bella / y me empezó a enamorar.// [IGR # 0234] #5005
Andándome yo paseando / por las orillas del mar//me encontré una chaparrita / que a su casa me llevó;// [IGR # 0234] #5007
Anda tu, meu fillo, / ponte linda envira//por ver la hija de Arias / si sale a la mira.--// [IGR # 0189] #1671
Andava a dona Catrina / ao redol do seu jardim,//panteando o seu cabelo / com pentinho de marfim.//, [IGR # 0113] #6307
Andava bela Silvana / servindo sê pai à mesa,//seu vestido sobre curto, / sua barriguinha tesa.// [IGR # 0503] #8781
Andava la dona Ouliva / polos palácios reais, // penando las suas penas, / e gemendo los seus ais.// [IGR # 0077] #6740
--¿Ande habéis estado, el Sidi, / que en Cortes no habéis entrado?//--Hay estado en las batallas / con ios moros guerreando.// [IGR # 0003] #8889
Ande hay damas hay amores, / ande hay gentileza hay gala//En la noble Andalucía, / un grande alcaide alcaitaba;// [IGR # 0768] #2008
--¿Ande vos vas, caballero, / ande vos vas y me dejáx?//Me dejáx niña y muchacha / los mis años por gozar. // [IGR # 0190.1+0246] #8024
Andiveram três comadres, / andiveram todas três;//determinaron una cena / para el día de Santo Andrés.// [IGR # 0275] #2865
--Angel del moro, / oh, niñitas de un marqués//que me ha dicho una señora / que lindas damas tenéis.// [IGR # 0224] #8125
--Ángel de oro, / arenita de un marqués//que de Francia he venido, / por un niño portugués,// [IGR # 0224] #5186
Anica, barre la casa. / Ay, madre, barréla vos//--Anica, tú estás preñada. / --Ay, madre, usted también vos.// [IGR # 0360] #2191
Anoche, a la media noche, / cayó un lucero a la plaza//pa alumbrar a don Alonso / que salía de su casa.// [IGR # 0115] #5095
Anoche a la medianoche / cayó un marinero agua//echando verbos al aire / diciendo: --¡Jesús me valga!// [IGR # 0180] #5260
Antes do mundo ser mundo, / em forma (?) natureza,//mandei (?) ao vosso homem espaço, / não tinha ond`arrumare.// [IGR # 2688] #2301
Antes que barbas tuviese, / el rey Alfonso, juraste//el darme a mi padre vivo, / y nunca me das mi padre;// [IGR # 0028] #8536
--Antes que barbas tuviesse, / rey Alfonso, me juraste//de darme a mi padre vivo, / y nunca me das mi padre.// [IGR # 0028] #8535
Antes que llegue mañana / una quinta te han de echar//y sacara a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4209
Antonio, divino Antonio, / suplícale a Dios semento//que, por tu gracia divina, / alumbre mi entendimiento// [IGR # 0194] #3078
Ao cabo de sete anos, / donzela casar queria,//saiu de casa à procura, / onde o caçador estaria,// [IGR # 0720] #6543
A orilla de una fuente / una salada vi,//con el ruido del agua / yo los pasos le seguí.// [IGR # 0650] #8839
Aos catorze da lua de março, / resplandecente do Dia,//partiu o Povo d`Israel do Egito, / cantando em harmonia // [IGR # 2853] #6152
A otro día de mañana / una ceula mando echar//sacaron a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4205
Apárejame la burra / que me voy a vender nabos.//A la mitad del camino / salieron cuatro gitanos,// [IGR # 0765] #106
Apártate, mora blanca, / apártate, mora linda.//--Este oliva es de mi padre, / de mi padre es este olivo.// [IGR # 0169] #569
--Apeai-vos, ó cavaleiro, / dar-vos-ei de merendar.//--Que tendes, ó Dona Ausenda, / guardado para me dar?// [IGR # 0172] #6953
Apéate, cabaleiro, / qu` horas son de merendar//--¿Qué tienes, Marianita, / qué tienes para me dar?// [IGR # 0172] #1853
A pedir diba la Virgen, / a pedir por ser quien era//de rodillas por el suelo / rastro de sangre que deja.// [IGR # 0756] #2196
--Apeia-te, ó cavaleiro, / dara-te eu de merendar.//--Que tens tu, ó Dona Eugénia, / que tens tu para me dar?// [IGR # 0172] #6958
--Apeia-te, ó cavaleiro, / dera-te eu de merendar.//--Tu que tens, ó Dona Eugénia, / que é que tens para me dar?// [IGR # 0172] #6968
--Apeia-te, ó cavaleiro, / que te darei de merendar.//--Que tens lá tu, ó Dona Eugênia, / de merenda para me dar?// [IGR # 0172] #9591
--Apeia-te ó cavaleiro, / são horas de merendar.//--Que trazes ó Dona Eugénia, / que trazes para me dar?// [IGR # 0172] #6964
--Apeiate, ó cavaleiro, / vamos daí merendar.//--Tu que tens, ó Dona Ausênia, / guardado para me dar?// [IGR # 0172] #6961
--Apeia-te, ó cavalheiro, / que hemos d` ir a merendar//--Tu que tens, D. Eugenia, / guardado para me dar?// [IGR # 0172] #8015
Apenas se sentó / don Argüeso a la mesa//cuando le vino carta / de marchar a la guerra.// [IGR # 0148] #3429
--A pesar de cien pesares / he de pasar por aquí //a dar agua a mi caballo / y a buscar lo que perdí,// [IGR # 0168] #9464
À porta de dona Alvórea / nasceu uma erva mui` má;//dona Alvórea buliu nela, / logo se sentiu pejada.// [IGR # 0469+0138] #7215
À porta de dona Ausenda / está uma erva fadada;//mulher que ponha a mão nela / logo se sente pejada.// [IGR # 0469+0138] #7213
À porta de Dona Ausénia / hai u~a erva mui má;//Dona Ausénia bulhiu nela, / logo saiu prenhada.// [IGR # 0159] #6035
Apostada tendo, madre, / de perder o de ganar,// de dormir con Moreana / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #957
Apostado tengo, madre, / a perder y no ganar,// de dormir con Marïana / antes los gallos cantar.// [IGR # 0255] #958
Apostado tengo, madre, /. . . // de dormir con Marianica / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #953
Apostado tengo, madre, / mis armas y mi puñal// de dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255+0172] #962
Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar//de dormir con Mariana / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #3356
--Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar, //el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #9838
Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar,// el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255+0172] #959
--Apostado tengo, madre, / y pienso que le de ganar,//que he de dormir con Mariana / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #9835
--Apostado tenho, madre, / não sei se heide ganhar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0255] #7453
--Aposte, minha mãe, aposte, / quer minha mãe apostar?//Hei-de dormir com Mariana / antes dos galos cantar.// [IGR # 0159] #6087
--Aposto, senhora mãe, / qu` eu também hei-d` apostar://hei-d` enganar Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6069
Apresentada estava a Virgem, / muito bem apresentada,//um véu tem pela cabeça, / parece uma mulher casada;// [IGR # 0192] #7718
A princesa marroquina / foi dar um barejo `ó mar,//deu-lhe o navio à costa / foi parar a Portugal.// [IGR # 0589] #6218
A puertas del rey Felipe, / del gran Felipe tercero,//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento.// [IGR # 0007+0004] #2986
A puertas del rey Felipe, / del rey Felipe tercero//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento.// [IGR # 0007+0004] #1912
A pulga e o piolho / queriam-se casare;//queriam fazer a boda / e não tinham que gastare.// [IGR # 0888] #2851
Apustado tengo, madre, / cosas que no he de ganar:// el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255+0172] #961
Aquela carreira de olmos / hei-de mandá-la talhar,//D. Carlos anda de amores, / não pode ver verdegar.// [IGR # 0366] #6135
Aquela carreira d` olmos / hei-de mandá-la cortar,//quem anda cego d` amores / não pode ver verdegar// [IGR # 0366] #6134
Aquel conde, aquel conde, / en la mar sea su fin,//armó armas y galeras, / para Francia quixo ir.// [IGR # 0468] #9520
Aquel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin // armó naves y galeras, / para Francia quiso ir.// [IGR # 0468] #9518
Aquel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin//armó naves y galeras, / para Francia quiso ir;// [IGR # 0468] #9511
Aquel corderito blanco / hijo de la blanca oveja//cuando vino de León / a ser manso en esta tie// [IGR # 0621] #2077
Aquella divina aurora, / Madre del Divino Verbo//guarnecida de humildad / fue a confesar un domingo.// [IGR # 0682] #535
Aquella señora / del mandil de seda //con la escoba barre, / con la mano riega. // [IGR # 0155] #4884
Aquella señora / del mandil de seda,//con la escoba barre, / con los ojos riega.// [IGR # 0155] #8635
Aquel rey de Fransia era, / aquel rey de Fransia era,//que le nasió siete hiz+as / sin dingún hiz+o varón.// [IGR # 0231] #3712
Aquel rey de las romanzas / que Tarquino se llamava,//hizo sombra de camino; / por la su puerta pasava.// [IGR # 0403] #8914
Aquel rey de los romances, / aquel que reina en Turquía,//entre los moritos tiene / una morena cautiva// [IGR # 0169] #2587
Aquel rey de los romanos, / que Tarquinos se llamaba,//se enamoró de Lucreza, / la noblesa de romana,// [IGR # 0403] #8776
Aquesta nit / som somiat//Que l`amor era / al meu costat.// [IGR # 2771] #9780
Aquí dalt de la montiña // una cérvola hi bevia,// [IGR # 0164] #8323
Aqui dalt en estos montes / y en tierras muy regaladas//N` hi nasqué una criatura / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #8610
Aquí está la hija del rey / qu` ella la fresca prenía// [y] viene muy descontenta / de las novas que corrían.// [IGR # 0503] #5854
Aquí están los de Logroño / afición de aviadores//a saludar al alcalde / y a todos sus moradores.// [IGR # 2577.9] #9660
--Aqui mora o conde Hilário, / aqui deve ele morar?//--Se precisa alguma coisa, / eu o mandarei chamar,// [IGR # 0720] #6524
Aquí tenéis al Mesías / que san Gabriel ha anunciado.//Hoy lo supe en el camino / cuando venía con mis cabras.// [IGR # 0694] #2052
Aragó n` hi ha una dama / qu` es bonica com un sol,//té la caballera rossa / l` hi arriva fins els talons.// [IGR # 0107] #8573
Ara ve el Sant Diumenge, / el Sant Diumenge del Ram,//i en pararem les taules / de palmes i de rams,// [IGR # 2738+2739] #7912
Arboledina se pasea / de la ventana al ventanal//--¡Oh palacios, oh palacios, / palacios del Valledal,// [IGR # 0153] #3242
A rezar iba la Virgen / con mucho modo y manera//con lágrimas en los ojos / iba regando la tierra.// [IGR # 1537.1] #435
armaron guerra armaron guerra / entre Francia y Portugal//y al conde Flores pusieron / por capitán general.// [IGR # 0110] #3861
--Arrebenta, Catalina, / das telas do coração,//sete filhos que tiveste, / nenhum te saiu varão.// [IGR # 0231] #7490
Arreíce un caballero, / es don Jacinto de Fuentes//Arreíce un caballero, / es don Jacinto de Fuentes,// [IGR # 0663] #2155
Arrevientes tú, María, / por venas del corazón,// que has tenido siete hembras, / n`el medio ningún varón;// [IGR # 0231] #884
Arriba, arriba mis criados / arriba, arriba, levantad//y veremos cómo canta / la sirena de la mar.//et al. [IGR # 0049] #8435
Arriba, la perra mora, / señora de gran valía,//que la cautivaron moros / día de Pascua Florida,// [IGR # 0136] #3220
Arriba, mi madre / del dulce dormir//a la puerta está un pobre// que viene a pedir.// [IGR # 0189+0148] #4488
Arvolero, arvolero, / arvolero y tan gentil,//en la ramica más alta / hay una moza gentil // [IGR # 0113] #8037
Arvolero, y arvolero, / arvolero a tan g+entil;//la raís tenes+ de oro, / la simiente de marfil.// [IGR # 0113] #3705
A San Antonio divino / suplícale a Dios inmenso//que con su gracia divina, / alumbre mi entendimiento// [IGR # 0194] #8346
Ascendeu o Espírito Santo / sua santa monarquia;//desceu do céu à terra / com prazer e alegria.// [IGR # 2893] #2839
A Senhora quando caminha, / caminha p`ra Belém,//com seu menino nos braços, / que lhe pede de comer.// [IGR # 0226] #2818
Asentada está la reina, / asentada en su kiojé, //labrando un destemel, / la labor del menekjé.// [IGR # 0292] #8935
Asentada está la reina, / asentada en su xelté;//maldiciendo padre y madre / casamenteros también;// [IGR # 1126] #9777
Asentado está Gaiferos / en el palacio real,// asentado al tablero / para las tablas jugar.// [IGR # 0151] #1597
A serrana s` está peinando / en su ventana florida://vira vir um cavalheiro / por aquela serra arriba.// [IGR # 0200] #6975
As guerras se apregoavam / à porta do D. Barão.//--Ai, de mim que já estou velho, / não as posso vencer, não.// [IGR # 0231] #7530
--Así revientes, María, / al lado del corazón,//que has parido siete hembras / y entre ellas ningún varón.// [IGR # 0231] #8391
--¡Así revientes, María, / por medio del corazón,//que has tenido siete hijas, / y no has tenido un varón!// [IGR # 0231] #8947
--As mangas do meu vestido / eu não as chegue a romper,//s` adonde meu pai vindo da missa / eu lho não for logo dizer.// [IGR # 0095] #6800
Asomada está la niña / asomada a su balcón,//vio pasar un caballero / con trahilla e con halcón.// [IGR # 0234] #3236
A sombras de un acebuche, / entre robles y xarales,//había una cueva escura / labrada por un salvaje,// [IGR # 1827] #7940
Atal anda don García / por una sala adelante,// saetas de oro en la mano, / en la otra un arco trae;// [IGR # 0613] #1547
Atención, noble auditorio, /á decirles me detengo.//Año de cuarenta y siete, / siete mil y siete cientos// [IGR # 5102] #3585
Atención, noble auditorio, / todo el orbe se suspenda,//mientras mi lengua declara / la más reñida pendencia// [IGR # 5118] #3568
Atención pido señores / pa poder explicar//la vida de los carlistas, / es muy digna de contar.// [IGR # 0721] #8005
Atención, señores míos, / Membruno se va a casar//con una niña hermosa / nacida en Portugal.// [IGR # 0178] #5227
Atinción pido, siñores, / pa` explicar el nacimiento//del hijo del eterno padre / a este sagrado templo.// [IGR # 2693] #3293
A tu puerta estaba el niño, / en esa tu rica morada;//gritando está con frío, / pedindo por Dios posada.// [IGR # 0179] #2845
A tu puerta llaman, llaman, / a tu puerta dice "abrir"//--¿Quién es ese caballero / que a tu puerta dice "abrir`"// [IGR # 0222] #8653
A tu puerta llora un niño / más hemoso que el sol bello//y el pobrecito tié frío, / sin duda que estará en cueros.// [IGR # 0179] #376
A tu puerta llora un niño / más hermoso que el sol bello//sin duda que tiene frío, / y el pobrecito está en cueros.// [IGR # 0179] #374
Auel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin,//tomó armas y caballos / para Francia quixo ir.// [IGR # 0468] #9524
A una peña tosca y fría / fía el sueño y rinde el cuerpo //el que ayer fue Rey de España / y oy está en duda de serlo.// [IGR # 0610] #8490
A un capitán sevillano / siete hijas le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #3740
Aunque vengo de la feria, / no diré lo que vi en ella,// una bonita señora / y una hermosa romera.// [IGR # 0192] #1238
Aventura ficen, madre, / contra o rei de Portugal//de lle dormir coa filla / antes de o galo cantar.// [IGR # 0255] #1647
A veynte y siete de março / la media noche sería//que Barcelona la grande / muy grandes llanos hazía.// [IGR # 0534] #3790
A vinte graus para o norte / da linha equinocial,//fica a cidade de Lisboa, / corte de Portugal.// [IGR # 4003] #2810
A Virgem se confessou / pela manhã, ao domingo.//Não foi por ter pecado, / nem pelo ter cometido,// [IGR # 0682] #2829
A Virgem vai caminhando / por aquela serra escura; **2*lá p`r` ò meio do caminho / se ha espantado a mula.// [IGR # 0226] #7742
¡Ay Aliarda! ¡Ay Aliarda! / De dormir se ha levantado;//por las puertas del Perdó / a missa se había entrado,// [IGR # 0149] #4861
Ayá va el guaso Perquenco / en su cavayo alasán://ocho sorda`o` lo siguen / y no lo pue`en arcansar.// [IGR # 2594] #3508
Ay castell de Figueras / com t` ets espavordit!//Sense tirar un tiro / t`ets dat al enemich.// [IGR # 1128] #6389
Ay Dios, qué buen caballero / el Maestre de Calatrava// cuán bien que corre los moros / por la vega de Granada,// [IGR # 0342] #1490
Ay Dios, qué buen Caballero / el Maestre de Calatrava// Qué bien que corre los moros / por la vega de Granada,// [IGR # 0342] #1492
Ay ditxosa Catalunya / qui t` ha vista rica y plena!//Ara `l Rey nostre senyó / delclarada `ns té la guerra.// [IGR # 0256] #6387
Ayer noche soñé un sueño, / soñito del alma mía,//soñé que tenía en mis brazos / la prenda que más quería// [IGR # 0081+0020] #7963
--Ayer nos casamos, buen conde, / y hoy ya nos quieres dejar;//dime tú, buen conde, / cuánto has de tardar.// [IGR # 0190] #5397
Ayer tarde la vi yo / en los hilos de una reja//con auja de oro en sus manos, / bordando las flores bellas.// [IGR # 0098] #9525
--¡Ay, mancebo, ay, mancebo! / ¡ay, mancebo tan gentil!//Si para Francia partía? / al mi amor saludé?// [IGR # 0113] #9456
--¡Ay! quant n`era petitet / la mare prou m` avisava:// --Noy, no vagis [pas] de nits / que las cosas van de malas.// [IGR # 1086] #6400
¡Ay, qué alta va la luna, / y el aire la bambolea!//Las ovejas de un pastor / se salen de la telera.// [IGR # 0235] #9442
Ay qué rueda de fortuna, / ay qué de fortuna rueda//si no vos cansáis de andar, / de dar vueltas a mi reja!// [IGR # 0132] #2020
Ay qué rueda de fortuna, / si no te cansas de andar//de dar vueltas a mis rejas, / si por una linda dama // [IGR # 0132] #8838
Ay, si quieres que te cante / la canción del entremés,// lo que pasa un molinero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #1308
Ayudadme, buen Jesús, / para que referir pueda//un caso que ha sucedido / a un galán y una doncella,// [IGR # 0209] #3272
Ay, un galán nesta villa, / ay, un galán nesta casa//Ay, diga lo que él quería, / ay, diga lo que él buscaba,// [IGR # 0406] #8121
Azarque indignado y fiero, / su fuerte braço arremanga,//su roxo bonete arroja, / y empuña su cimitarra,// [IGR # 1973] #6738
Baja el hijo del buen conde / la mañanita de San Juan//a darle agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9719
Bajan toos los pajarillos / juntos en una mañana//a esperar que el unicornio / meta su cuerno en el agua.// [IGR # 0049] #5289
Bañando están las prisiones / las lágrimas que derrama//el conde don Sancho Díaz, / esse señor de Saldaña,// [IGR # 0029] #8527
Barcelona ciutat gran, / bandera n` hi han parada,//Bandera de foch y sanch / qu` es senyal de guerra mala.// [IGR # 2707] #6386
Bartolillo, ¡guarda el toro! / --Sí, señor, que soy valiente,//y mi sangre no consiente / morir en astas de toro.// [IGR # 0101] #3507
Bate lo sol na janela, / impina já p`ra mei`-dia,//`inda Conde D. Germano, / mai` la rainha dormia!// [IGR # 0095] #6804
--Bateram` à minha porta, / ala, ala, quem `stá lá?//Se é Bernardo Francês, / a porta lhe vou abrir;// [IGR # 0222+0168] #6880
Beira do Douro abaixo, / beira do Douro acima,//vozes dava uma alma, / vozes dava que atuía.// [IGR # 0797] #2823
Bem cantaba a labadeira / `ò som da sua barrela.//A roupa qu` ela lababa / era do rei de Castela,// [IGR # 1663] #6602
Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela.//A roupa que ela lavava / era do rei de Castela,// [IGR # 1663] #6611
Bem cantava a lavadeira, / ao som da sua barrela,//ela cantando dizia: / --Ó que meada tão bela!// [IGR # 1663] #6610
Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela,//ela cantava e dizia: / --Oh que coada tão bela!// [IGR # 1663] #6606
Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela.//et al. [IGR # 1663] #6613
Bem cantava a lavadeira, / ao som da sua barrela.//Os panos que ela lavava / eram para o rei de Castela;// [IGR # 1663] #6612
Bem cantava a lavadeira, / `ò som da sua barrela,//ela lavava no Douro / e estendia `ò par da serra.// [IGR # 1663] #6608
Bem madruga a casadinha / `ò domingo pelo dia,//vai fazer oração / à sempre Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7596
Bem madruga o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / cantou um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6429
Bem madrugava a donzela / ao domingo de manhana,//para ir pedir à Virgem / que lhe desse uma companha.// [IGR # 0196.1] #7747
Bem madrugava a donzela / ao domingo de manhana,//pedindo a Deus do céu / que lhe desse uma companha.// [IGR # 0196.1] #7744
Bem madrugava a donzela / no domingo de manhana,//a pedir a Deus do céu / que lhe desse uma companha.// [IGR # 0196.1] #7743
Bem madrugava a donzela, / no domingo ir à missa.//Uma vizinha da porta / um falso `stemunho lhe erguia.// [IGR # 0165] #7594
Bem madrugava Frei João, / uma manhã de segada,//à porta duma morena, / morena linda, casada.// [IGR # 0309] #6817
Bem madrugava o rei p`ra feira, / muito bem qu` ele madrugava;//bem madrugava o rei mouro, / seu cavalo penteava.// [IGR # 0426] #6947
--Bem puderas to Silvana, / . . . //dormir comigo uma noite, brincar comigo um dia.// [IGR # 0005+0075] #7148
Bem se navega Genebra, / vésperas de Nossa Senhora,//pensando de navegar / o dia e a noite toda.// [IGR # 0538] #7787
Bem se passeava o mouro / de calçada em calçada,//olhando para Valença, / o que está d` amuralhada.// [IGR # 0045] #5952
Bem se passeia a Genebra, / vésperas de Nossa Senhora,//cuidando de navegar / o dia e a noite toda.// [IGR # 0538] #7786
Bem se passeia a Silvana / por um corredor acima,//tocando numa guitarra / muito bem que a cingia;// [IGR # 0503] #6629
Bem se passeia Bernardo / pela ribeira de Umbria;//leva duzentos cavalos, / todos ganhou num dia.// [IGR # 0103] #5978
Bem se passeia Bernardo / p`la ribeira d` Hungria;// duzentos cavalos leva / todos ganhados num dia.// [IGR # 0103] #5976
Bem se passeia Moirito / de calçada em calçada,// olhando para Valencia / como está de amuralhada:// [IGR # 0045] #3689
Bem se passeia mourilho / de calçada em calçada,//olhando para Valência, / como estava muralhada.// [IGR # 0045] #5950
Bem se passeia mourito,/ de calçada em calçada,//olhando para Valência, / como está amuralhada.// [IGR # 0045] #5954
Bem se passeia o mourinho / de calçada em calçada,//olhando para Valência, / o que estava amuralhada.// [IGR # 0045] #5953
Bem se passeia o Mourinho/de calçada em calçada,// olhando para Valência,/o que estava amuralhada// [IGR # 0045] #3679
Bem se passeia Silbana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / e dando ais de agonia.// [IGR # 0503] #6620
Bem se passeia Silvana / pelo corredor acima,//o magano de seu pai / d` amores a pretendia.// [IGR # 0005] #7077
Bem se passeia Silvana / pelo corredor acima.//Se bem canta, melhor baila, / melhor romance fazia.// [IGR # 0503] #6731
Bem se passeia Silvana / por um corredor acima,//tocando numa guitarra, / muito bem que a cingia.// [IGR # 0503] #6638
Bem te passeias, Bernardo, / pela ribeira d`Hungria,//com novecentos cavalos, / todos ganhados num dia.// [IGR # 0103] #2271
Bem-vindo sejas, sobrinho, / sobrinho meu muito amado;//muito folgo de vos ver / a esta casa chegado.// [IGR # 0747] #2760
Benica cu de muralla, / nombrada por mar y tierra//dos toreros cara a cara / y un vaquero en una yegua.// [IGR # 0878] #2126
--Bernardito, Bernardito / cuéntame de mis hizañas//si para mí no las tienes / Bernardo, ¿pa quién las guardas?// [IGR # 0029+0027] #9615
--Bernardo del Carpio / que por las montañas venías// a los osos sujetabas / y a los tigres vencías// [IGR # 0029+0027] #9613
Bernardo estaba en el Carpio, / y el Rey Alfonso, el León//una carta y mensajero / a Bernardo le mandó.// [IGR # 0027] #1862
. . . Berraba por Magdalena / que le curara la llaga//Magdalena respondió-e / muy triste y muy enojada.// [IGR # 0004.1] #1812
Bien se te avía, Caiferes, / a los naipes a jugar,// la tu esposa Melisendra / yo sé bien adónde está:// [IGR # 0151] #711
Bisortiz llama el mozo, / Bisortiz el afamado;//una tarde, estando a solas, / fue su padre a aconsejarlo:// [IGR # 0766] #3562
Blasonando está el Francés / contra el exército hispano//por ver que cubre su gente, / sierra, monte, campo y llano.// [IGR # 1589] #8518
Bodas se hazen en Francia / allá dentro en París.// Quan bien que trae la dança / essa doña Beatriz.// [IGR # 0468] #9513
--Bons dias, ó Juliana, / bons dias lh`eu venho dar.//--Disseram-me agora, ali, / Jorge se ia a casar.// [IGR # 0172] #8016
Bordas do Douro abaixo, / bordas do Douro acima,//vozes dava uma alma, / vozes dava, que aturdia.// [IGR # 0797] #7792
. . . / bramando como una fiera.//--Vuelve, serranito, vuelve, / vuelve por la tu montera,// [IGR # 0233] #7362
--Brancalinda à sua janela, / branca, tão linda flor,//quem me dera ficar com ela / uma noite sem temor!// [IGR # 0234] #6920
--Brancalinda, Brancalinda, / ó minha tão bela flor://quem te agarrara, ó Branca, / uma noite sem temor!// [IGR # 0234] #6912
Brancalinda, Brancalinda, / ó minha tão bela flor,//quem te caçara, Brancalinda, / uma noite sem amor// [IGR # 0234] #2710
Brocado de oiro / e prata lavrada,//estav` eu bordando / à minha almofada,// [IGR # 0173] #7685
Buen alcaide de Cañete, / mal consejo habéis tomado// en correr a Setenil, / hecho, se había, voluntario// [IGR # 0382] #1469
Buena mañanita hace / para aquel que la desea//por la Vega de Granada / el rey Chico se pasea [IGR # 0040.7] #1884
--Buenas tardes, caballero. / ¿De dónde ha venido usté?//--De la guerra, señorita / ¿Qué se la ha ofrecido a usté?// [IGR # 0113] #9455
Buenas tardes tengas, mi tío, / y con los que con vos están//Mala la traiga, Bernardo, / hijo de padre traidor,// [IGR # 0027] #1863
Buen conde Fernán González, / el rey envía por vos,// que váyades a las cortes / que se hacían en León;// [IGR # 0123] #1400
Buenos días, Marïana, / yo a mis bodas te convido.// Esas bodas, don Alonso, / yo creí que eran conmigo.// [IGR # 0172] #827
--Caballero, caballero, / ¿qué anda haciendo por aquí?//--Ando en busca de mi esposa / que hace tiempo la perdí.// [IGR # 0168] #5046
Caballero de armas blancas / con la infanta quer casar//Válgame Nuestra Señora, / la Virgen de alén del mar!// [IGR # 0720] #1809
Caballero, si a Francia ides, / por mi señor preguntad;// y porque le conozcáis / con poca dificultad,// [IGR # 0113] #1575
Caballeros van y vienen, / por la ciudat de Aragón.//Todo el que hijo varón tiene, / a la guerra lo envió.// [IGR # 0231] #2944
Caçador que fora à caça, / à terra do sol subia,//anoiteceu-lhe numa terra, / onde gente não havia.// [IGR # 0164+0100] #7279
Caçador que vai à caça, / à caça como sabia,//anoiteceu-lhe num campo, / numa obscura montia.// [IGR # 0164+0100] #7265
Caçador que vai à caça, / à caça vai vida minha;//seu perro leva alcançado, / seu calvão perdido ia;// [IGR # 0164+0100] #7255
Caçador que vai à caça, / vai caçar à maravilha;//os seus perros le cansaram, / qu` era o que ele mais sentia.// [IGR # 0164+0100] #7263
Caçar vai cavaleiro, / caçar como o solia;//lá no meio do monte / o sol se escurecia;// [IGR # 0164+0100] #7239
Cada día que el sol sale / . . . //cada día que amanece / su padre la castigaba// [IGR # 0126] #131
Caíra um escrito do céu / que de Deus vinha escrevido;//há-de ir descalço a Roma / despedrando o caminho,// [IGR # 0140] #6148
. . . / . . . //--Cala-te minha filha que me deves d` incobrir// [IGR # 0095] #6790
Calle de San Rafael, / calle de Santa María,//paseaba un caballero, / calle abajo y calle arriba./ / [IGR # 0200] #4789
Caminaba Baldovinos, / Baldovinos caminaba// y en el medio del camino / se cayó en un pozo de agua.// [IGR # 0180] #1276
Caminaba conde Olinos / mañanita de San Suan// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #790
Caminaba conde Olinos / mañanitas de San Juan//a dar agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8444
Caminaba don Alonso, / don Alonso caminaba// llevaba la mujer encinta / de nueve meses preñada// [IGR # 0030] #9044
Caminaba don Alonso, / don Alonso caminaba,// lleva la mujer consigo, / de nueve meses preñada,// [IGR # 0030] #635
Caminaba don Buiso / en una mañana fría,// en tierras de moro / a buscar amiga.// [IGR # 0169] #1202
Camiñaba don Galán / para a misa de Cuaresma//non por devoción da misa / nin por otra que tuviera,// [IGR # 0130] #1731
Caminaba el conde Arnaldos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9212
Caminaba el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #8442
Caminaba el conde Olindes / a llevar el caballo a beber,//mientras que el caballo bebe / sacara un lindo cantar,// [IGR # 0049+0796] #8968
Caminaba el Conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su cabello / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #3135
Caminaba el conde Ynelo / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9237
Caminaba el vizcondito / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / y a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9216
Caminaba Marcelino / por las orillas del mar.//Mientras su caballo bebe / echa un dulce cantar.// [IGR # 0049] #8439
Caminaba Montesinos / por una verde montaña//con el fusilín al hombro / como aquel que va de caza// [IGR # 1537] #1875
Caminaba Montesinos / por una verde montaña//por aquel lado ensiniestro / y con aquella pequeña daga// [IGR # 0252] #1879
Caminaba un labrador / tres horas antes del día//se encontraba con un pobre / que muy cansado venía.// [IGR # 0185] #8305
Camina conde Olinos / . . . //a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8434
Camiña don Berso / mañania fría//a tierra de moros / a buscar amiga.// [IGR # 0169] #8735
Camina don Boiso / mañanita fría// a tierra de moros / a buscar amiga;// [IGR # 0169] #1204
Camina don Boiso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar la niña.// [IGR # 0169] #5835
Camina don Boyso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar amiga.// [IGR # 0169] #2554
Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de Campos / a buscar la niña.// [IGR # 0169] #2545
Camina don Bueso / mañanita fría// a tierra de moros / a buscar amiga;// [IGR # 0169] #2544
Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar amiga;// [IGR # 0169] #2524
Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar la niña;// [IGR # 0169] #2520
Camina don Bueso / una mañana fría//en busca de amores / a tierra judía// [IGR # 0169] #570
Camina don Güeso / mañanita fría//a buscar amores / a la morería.// [IGR # 0169] #9048
Camina don Juan a caza, / a caza como solía;//le vino el mal de la muerte, / pa su casa se volvía.// [IGR # 0080] #8652
Camina la Virgen pura, / camina hacia Belén,//con un niño entre sus brazos, / que es el cielo el que lo ve./ / [IGR # 0226] #4588
Camina la Virgen pura, / camina muy de mañana,//por los arroyos de sangre / que su hijo derramaba.// [IGR # 1537.1] #5091
Camina la Virgen pura, / camina para Belén//con el niño entre los brazos / y Jesús de Nazaret;// [IGR # 0226] #8278
Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//con su niñito en los brazos / que más bello que el sol es.// [IGR # 0226] #5724
Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//en el medio del camino / el niño pidió de beber;// [IGR # 0226] #5725
Camina la Virgen pura / camina para Belén//y en el medio del camino / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #5730
Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//y en el medio del camino / pide el Niño de beber.// [IGR # 0226] #9823
Camina la Virgen pura, / camina para Belén//y en el medio del camino / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #4923
Camina la Virgen pura, / camina para Belén//y en medio del camino / pidió el niño de beber.// [IGR # 0226] #3767
Camina la Virgen Pura / con el niño y san José,//como el camino era largo, / pidió el niño de beber.// [IGR # 0226] #3042
Camina la Virgen pura / con el rigor del invierno//con la barriga en la boca, / preñada del Padre Eterno.// [IGR # 0216] #2040
Camina la Virgen pura / con San Juan que le acompaña,//en una calle sangrienta / que Jesucristo derrama.// [IGR # 1537.1] #5080
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//caminando siete leguas, / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #8282
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//en la borriquita mansa / que le compró san José;// [IGR # 0226] #5347
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén.//En la mitad del camino / el niño tenía sed.// [IGR # 0226] #5348
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén.//En la mitad del camino / el niño tenía sed./ / [IGR # 0226] #4594
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//en una burrita mansa / que le compró san José;// [IGR # 0226] #5351
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//y a la mitad del camino / el niño tenía sed.// [IGR # 0226] #5344
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén,//y en la mitad del camino, / el Niño tenía sed.// [IGR # 0226] #9409
Camina la Virgen pura / de Egiptos para Belén//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ / [IGR # 0226] #4593
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4608
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió agua el niño a beber./ / [IGR # 0226] #4610
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4609
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4598
Camina la Virgen pura, / la bendita Madalena//con cuatrocientos soldados / al mando de su bandera.// [IGR # 0176+0168] #406
Camina la Virgen pura, / la bendita Magdalena,//con trescientos mil soldados / debaja de su bandera.// [IGR # 0176+0168] #8629
Camina la Virgen pura / lejito para Belén//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ / [IGR # 0226] #4599
Camina la Virgen pura / por esta y por otra calle//en busca del su querido, / que se le perdió ayer tarde.// [IGR # 0605.1] #2065
Camina la Virgen Santa, / camina para Belén//y en la mitad del camino / pide el niño de beber./ / [IGR # 0226] #4605
Camina la Virgen santa / con el niñito Jesús,//pero van tan cansaditos / y el niño quiere beber.// [IGR # 0226] #5345
Camina la Virge pura, / camina para Belén//como el camino era largo, / el niño tenía sed.// [IGR # 0226] #1858
Caminan dos estudiantes / pa un estudio muy nombrado//La noche de Navidad / en Babilonia han entrado;// [IGR # 0206] #4909
Caminando va José / caminando va María,//caminan para Belén / más de noche que de día,// [IGR # 0770] #8771
Caminando va la Virgen / en derechura a Belén//con un niño de la mano, / Jesucristo, nuestro bien.// [IGR # 0226] #8280
Caminan José y María, / caminan para Belén;//en el medio del camino / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #8683
Caminan para Roma / dos peregrinos// que antes eran hermanos / y ahora son primos// [IGR # 0142] #2980
Camina Nuestra Señora, / camina para Belén,//con un niño entre los brazos / que daba gusto de ver.// [IGR # 0226] #3519
Camina para la Mancha / un buen mozo arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #3193
Caminemos, caminemos, / caminemos pa Belén.// --No tomes agua, mi vida, / no tomes agua, mi bien,// [IGR # 0226] #3521
Caminhando dona Iria / p` lo seu corredor acima,//tocando a sua guitarra / muito triste em demasia,// [IGR # 0503] #6720
Caminhou Dona Silvana / por a sua varanda acima,//guitarra d` ouro à cinta, / grande instrumento faria.// [IGR # 0005+0004] #2603
Caminhou Flores e Ventos, / uma noite de Natal,//desonrou sete donzelas, / todas de sangue real.// [IGR # 0343] #6129
Caminí por altas tores, / navegí por las fortunas,//onde non cantaba gallo, / ni menos canta gallina,// [IGR # 0588] #2942
Caminito a las avenas / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #3764
Caminito de Bembibre / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media / y bolsillo de dinero// [IGR # 0134] #5821
Caminito de Santiago / caminaba una romera,// su cara lleva tan blanca, / relumbra por mar y tierra.// [IGR # 0192] #1242
Camino de Extremadura / iba un valiente arriguero//Camino de Extremadura / iba un valiente arriguero,// [IGR # 0134] #1921
Camino de la serena, / caminava un arriero,//bom sapato, buena media, / bom bolsillo de denero.// [IGR # 0134] #2868
Camino de Naranjales / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buena bolsa de dinero.// [IGR # 0134] #3051
Camino de Santiago,//con grande halago,//mi peregrina//la encontré yo.// [IGR # 5006] #9553
Camino para La Mancha / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #8329
--Campos verdes, / bem os vejo verdegar,//quem me dera naquele monte, / quem me dera naquele vale,// [IGR # 0153] #6564
Campos verdes, campos verdes, / cuando la pasión salía// un ciego y un curredor / que grande es la maravilla// [IGR # 0212] #1261
Candelaria, Candelaria, / día dos de febrero//salió la Virgen a misa, / María, madre del Verbo.// [IGR # 0713+0107.1] #266
Candelaria, Candelaria, / el segundo de febrero//salió a misa de parida / María, madre del Verbo;// [IGR # 0713] #2053
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,//porque se llevan al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #4119
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,// porque se llevan al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #9597
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,//porque se llevan al conde / del capitán general.// [IGR # 0110] #9601
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar.//Se ha marchado el conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #9598
Cansados de pelear / los seis hermanos yacían;// infantes todos los llaman / que de Lara se decían.// [IGR # 1144] #1405
--Canta, moiro, canta, moiro, / canta, pela tua vida.//--Como cantarei, senhora, / nesta prisão metido?// [IGR # 0051] #5958
--Canta, moro, canta, moro, / canta, moro, por tu vida//--¿Cómo he de cantar, señora, / si entre gentes no podía?// [IGR # 0438] #3270
Canta moro, canta moro, / canta moro por tu vida//que entre más el moro canta,// [IGR # 0438] #2988
--Canta mouro, canta mouro, / canta pela tua vida.//--Como cantara, senhora, / se eu em ferros não podia?// [IGR # 0051] #5959
Canta, mouro, canta, mouro, / canta pela tua vida.//Como cantara, senhora, / se eu em ferros não podia?// [IGR # 0438] #2651
--Canta, mouro, canta, mouro, / canta, pela tua vida.--//Como cantarei eu, triste, / s` eu de prisões não saía?// [IGR # 0051] #5956
--Canta, mouro, canta, mouro, / canta pela tua vida,//o teu cantar namora / a filha do rei d` Hungria.// [IGR # 0051] #5962
--Cara linda, ó cara linda, / és tão linda como o sol, //deixame ir dormir contigo / às barras do teu lençol. // [IGR # 0234] #6905
--Carcelero por tu vida, / carcelero por piedade,//que me quites las cadenas / y me afloxes el corale,// [IGR # 0025] #5904
Cargadita de humildad / fue a confesar un domingo,//sin tener ningún pecado, / ni en su vida le ha tenido,// [IGR # 0682] #5757
Carmela se paseaba / Carmela se paseaba// con los dolores de parto / el corazón se le parte.// [IGR # 0153] #2962
Carmela se paseaba / por una montaña arriba,//la cogieron los moros / el día de Pascua florida.// [IGR # 0169] #2515
Carmela se paseaba / por una montaña arriba,//y la han cogido los moros / se la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #2578
Carmela se paseaba / por una montaña oscura//y la cogieron los moros / y se la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #2566
Carmela se paseaba / por una sala adelantet.//Con los dolores de parto, / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #505
Carmela se paseaba por / una sala muy grande//con dolores de parir / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #480
Carmela se paseaba / por una sala muy grande//con dolores de parir / se ha marchado en ca su madre.// [IGR # 0153] #503
Carmela se paseaba / por una salita alante//con los dolores de parto, / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #494
Carmela se paseaba / por una salita alante//con los dolores de parto / que el corazón se la parte,// [IGR # 0153] #499
Carmela se paseaba / por una salita alante,//con un dolor de barriga / que la pobre reventaba.// [IGR # 0153] #3019
Carmeliña, Carmeliña / tú qué fuiches desgraciada//por unha mala dormida / deixache estar casada// [IGR # 0006] #2409
Carmencita, Carmencita, / tú nacistes desgraciada// que por un malo amor / dejastes de ser casada.// [IGR # 0006] #2347
Carré de Barcelona / carré dels argentés,//tot son valets y comptes / damas y caballés.// [IGR # 0133] #7882
Carretera de Aragón, / la pasea un mozo arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #5600
Cartas le vienen al conde / de la raya `e Portugal// que lo llaman a la guerra / de capitán general.// [IGR # 1668] #745
Cartas va, cartas vienen, / que se corren por España,// Juan de Dios y de María / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2334
Cartas van y cartas vienen / a las orillas del mar,// que llaman al conde Dirlos / por capitán general.// [IGR # 1668] #746
Cartas van y cartas vienen, / cartas al emperador,// que todos viejos y mozos / a servir al rey señor.// [IGR # 0231] #901
Casada de oito dias, / à janela foi chegar,//vira vir um cavaleiro, / com um lencinho a abanar.// [IGR # 0069] #5967
Casada de treze dias, / `stava na minha janela,//chegou uma pomba negra, / que nova me trará ela?// [IGR # 0069] #5963
Casadinha de outo dias, / sentadinha à janela,//vira vir um cavaleiro / com cartinhas a abanar.// [IGR # 0069] #2627
--Casadita, casadita, / ¿dónde tienes el marido?// (sic) se fue a la guerra / no sé si es muerto o si es vivo.// [IGR # 0113] #3758
Casado estaba Montero / con doña Juana del Cueto,//Blanca, rubia, como el sol / y de gran entendimiento// [IGR # 5110] #8000
--Casai-me, meu pai, casai-me, / que a idade me obriga.//--Tenho corrido mil terras / sem achar quem a queria,// [IGR # 0503] #6705
--Casai-me, meu pai, casai-me, / que a idade mo declina,//quero casar com conde Verde / que é amor da minha vida,// [IGR # 0503] #6630
Casamiento se hacía / que a Dios ha desagradado:// casan a doña Teresa / con un moro renegado,// [IGR # 2215] #1410
Casei c` uma donzelinha, / filha é dum lavrador;//gastei o meu e o seu, / quanto nos deu o Senhor.// [IGR # 0085] #7479
--Cáseme mi padre, cáseme, / que el tiempo ya lo tenía,//los árboles dieron hojas / y ahora ya les caían.// [IGR # 0503] #8313
Casóme a mía madre / con un pícaro pastor,// que no me dexa ir a misa / ni tampoco ir al sermón,// [IGR # 0171] #1360
Casóme mi madre / con un pícaro pastor,// ni me deja ir a misa / ni tampoco oír sermón,// [IGR # 0171] #1362
Casóme mi madre / con un polido pastor,// patituerto y jorobado / y hecho de mala fación.// [IGR # 0171] #1363
Casóme mi papa / chiquirita y bonita// con un picaruelo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1033
Castillo sobre castillo, / en lo más alto de Uviedo//habitaban dos serranas, / ¡con qué pena lo refiero!;// [IGR # 0360] #2190
Cata Francia, Montesinos, / y París esa ciudad;// cata palacio del rey / tu abuelo natural;// [IGR # 9289] #1601
--Catalina, bella niña, / blanca flor de Ginové,//mañana me voy pa` Francia, / ¿qué encargás o qué querés?-- [IGR # 0113] #4665
--Catalina, Catalina, / bella flor de Genova,//mañana me voy para España, / ¡y dirá lo que queras!--/ / [IGR # 0113] #4669
--Catalina, Catalina, / blanca flor del limoné,//un barco sale pa España / y otro para el Lago Né;// [IGR # 0113] #3746
Catalina, Catalina, / Catalina, blanca flor,// quisiera dormir contigo / una noche sin temor.// [IGR # 0234] #1045
--Catalina, Catalina, / del monte del genovés,//mañana me voy para Francia, / ¿qué le ofrece y qué queréis?/ / [IGR # 0113] #4659
--Catalina, Catalina, / flor de Genovés,//¿qué se le ofrece para Francia, / pues mañana me embarcaré?/ / [IGR # 0113] #4662
Catalina, Catalina, / la del paño limonés,//¿qué se te ofrece pa Francia? / Dime, niña, ¿qué queréis?// [IGR # 0113] #5297
--Catalina, Catalina, / la del quinto ginové,//mañana me voy pa` Francia, / ¿qué mandás o qué querés?--/ / [IGR # 0113] #4667
--Catalina, Catalina, / linda flor de Genové,//mañana me voy para Francia, / ¿qué tenéis o qué mandáis? [IGR # 0113] #4664
--Catalina, Catalina, / linda moza y lindo pie,//yo me embarco para Francia, / ¿qué encargo es el que me hacéis?// [IGR # 0113] #3458
--Catalina, Catalina, / lindo cuerpo aragonés,//yo me embarco para Francia, / ¿qué dice su piquerey?// [IGR # 0113] #3462
--Catalina, Catalina, / lindo cuerpo aragonés,//yo me parto para Francia; / manda tú lo que queréis.// [IGR # 0113] #3461
--Catalina, Catalina, / lindo nombre aragonés,//mañana me, voy a Francia, / me mandáis lo que queréis.// [IGR # 0113] #5333
--Catalina, Catalina, / lindo nombre aragonés,//por España mi partido, / me mandáis o qué queréis.// [IGR # 0113] #5335
Catalina estaba sentadita, / sentada debajo laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr.// [IGR # 0113] #2666
--Catalina, flor de lima, / flor de todo genovés,//mañana voy para Francia, / mandad lo que queréis.// [IGR # 0113] #5316
--Catalina, mi señora, / lindo cuerpo pagoney,//yo me embarco para Francia, / ¿qué mandáis o qué queréis?// [IGR # 0113] #3459
Catalunya, Catalunya, / Catalunya rica i plena!//Puix que el rei nostre senyor / declarada ens té la guerra,// [IGR # 0256] #4497
Caterina asentada, / asentada en su balcón,//vido pasar a un soldado, / de su marido le pruntó:// [IGR # 0113] #3745
Caterina se`n pentina / amb una pinta d`Urgell// Cada cabell que se n`arenca / maliex als seus parents;// [IGR # 1126] #9783
Cativa estaba, cativa, / la (e)sposica de Gayfero,//pensando está que l`escriba, / con uno de sus mesajeros.// [IGR # 0151] #8775
Cativaram-me os moiros / lá nesses tempos da guerra;//levaram-me a vender / aos ares da minha terra.// [IGR # 0443] #6209
Cavaleiro, nã namores, / filha d` el-rei teu senhor,//tua vida pagaria, / tamanho crime d` amor.// [IGR # 0720] #6539
--Cavaleiro, não namores / a filha do teu senhor,//que vós heis-de ficar / sem ela, morres por o teu amor.--// [IGR # 0720] #9527
Cavalheiro d`armas brancas, / vístai-lo por aqui passar?//Esse cavalheiro, senhora, / morto está no areal.// [IGR # 0150+0457] #2245
--Cavalhero, nã te namoris / da filha do tê sinhor,//qu` ele há-de zumbar de ti, / tu hadis morrer d` amoris.// [IGR # 0720] #6530
Cazador que va cazando / al monte cuando solía//lleva los perros cansados / y el gamo más no podía;// [IGR # 0080] #3245
Cercada está Santa Fe / por el vno y otro lado,//assentadas muchas tiendas / de oro, seda y brocado;// [IGR # 0067.6] #5823
Cercada está Santa Fuente / de un fino lienzo encerado//ricas tiendas le rodean / de terciopelo y brocado.// [IGR # 0045] #3373
Cerquines se casa / en muy lejas tierras//sus padres no quieren / casarle con ella.// [IGR # 0155] #355
--Cerra-te, janela, / abre-te, postigo;//deita cá um lenço / que eu venho mui` frio.// [IGR # 0189] #7020
Chegada era la hora, / ao pino do meiodia,//quando a bela infanta / de freirinha se metia.// [IGR # 0431] #7228
--Chegai, Infanta, . . . janela, / ouvi um doce cantar,//ouvi cantar as sereias, / no meio daquele mar.// [IGR # 0049] #6448
Chegando o senhor D. Jorge / das batalhas d` Além-Mar,//correu logo a ver a esposa / que deixara no solar.// [IGR # 0234] #6936
Chico era Ofico, / chico era de la cuna,//lo mitieron por rubico / a meldar las criaturas// [IGR # 0080] #4824
Chiquita y bonita / me casó mi madre//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #5220
Chon Pipa se fué a la guerra, / montado en una perra.//La perra que se resbala, / Chon Pipa que se hace bala./ / [IGR # 0178] #4759
Chorava a infanta Solisa, / chorava e razão havia,// vivendo tam descontente, / seu pae por casar a tinha.// [IGR # 0503] #1587
Chorava dona Helena, / chorava que razão tinha.//--Que tendes, dona Helena, / que estais posta a chorar?// [IGR # 0153] #6585
Chorava dona Silvana, / chorava, que razão teria,//seu pai se ergueu da cama / ao pranto que ela fazia.// [IGR # 0503] #6712
--Ciego que nada ve, / ¿quiere hacer una merced?//Darle una naranja al Niño / para que apague la sed.// [IGR # 0226] #3523
Cien caballos tien Bernardo, / todos los ganó en un día;// y el rey le pedía uno, / y el rey uno le pedía.// [IGR # 0103] #693
Ciento y un quintado llevan, / todos van para la guerra.//Ya se ponen a comer / debajo de una alameda./ / [IGR # 0176] #4791
Ciertas nuevas, ciertas nuevas, / nuevas corren por España:// malito se halla don Juan, / malito se halla en la cama,// [IGR # 0006] #662
Cipriana tiene una huerta / toda de árboles cercada//y en medio de ella una fuente / con siete caños de plata.// [IGR # 0446] #3397
--Clara linda, Clara linda, / Clara linda como o sol,//deixame dormir contigo / nas pontas do teu lençol.// [IGR # 0234] #6933
Claralinda está doente? / Vejo-a tão descorada.//Foi de um pucarinho de água / que bebeu na madrugada.// [IGR # 0159] #2614
cobles noves / n` anirém cantant//d` una minyoneta / plena de trevalls.// [IGR # 0512] #9557
Cogiera un vaso de agua / y se bajara al corral,//y hubo cogido tres granos / del más fuerte solimán;// [IGR # 0255+0172] #9279
--Coitado de mim, que sou velho, / as guerras me matarão,//as três filhas que eu tenho, / de nada me servirão!// [IGR # 0231] #7537
Combidaron al buen rey / a la guerra de Aragón;//maldiziendo va el buen rey, / una mala maldisión.// [IGR # 0231] #3713
Cómo llora la Silvana, / lloraba que trasvertía//--¿Oh, qué tendrá la Silvana, / oh, qué tendrás, hija mía?// [IGR # 0005] #8143
--Cómo no me casa, padre, / cómo no me casaría;//yo podía estar casada / con el jefe ` policía.// [IGR # 0503] #3399
como no te casas hija / como no te casas ya//como quieres que me case / yo le pido a uste un favor// [IGR # 0110] #3907
Cómo quedó con tristeza / la reyna, y desconsolada//de la vitoria que tuuo / ensangrentando su lança// [IGR # 2463] #5826
Como se pasea el moro, / pasea por la calzada//de cara mira a Sevilla, / de cara mira a Granada,// [IGR # 0045] #9387
--Como `stás bonita, senhora, / bonita c`m`à maravilha,//quem me dera dormir contigo / uma noite e mais um dia!// [IGR # 0234] #6938
Como vai, minha criada? / --Como vai, senhora minha?//Ainda ontem fui princesa, / já hoje estou na cozinha.// [IGR # 0136] #5805
Compañero, compañero, / casóse mi linda amiga;// casóse con un villano, / que es lo que más me dolía.// [IGR # 2933] #1556
Con ansia estrema y lloroso, / triste, ansioso y afligido,//se parte Bernardo el Carpio / de grave dolor vencido,// [IGR # 1567] #8508
Con crespa y dorada crin / del hondo mar se levantan,//sembrando por todo el mundo / luz por las narizes altas// [IGR # 1595] #8521
Conde Aliñes, conde Aliñes, / mañanitas de San Juan,//a dar agua a sus caballos / a puerto de sobre mar.// [IGR # 0049] #8429
Conde Alines madrugó / mañanita de San Juan,//mientras el caballo bebe / el cantaba un cantar.// [IGR # 0049] #8408
Conde Alinos, conde Alinos / fue niño y pasó la mar,//lleva el caballo a beber / a las orillas del mar,// [IGR # 0049+0796] #8966
Conde Carlos condoído d` amor / que se nã podia repousar,//que dava pulo na cama / como um gavião no mare.// [IGR # 0366] #8905
Conde Claros, com amores, / nã podia descançar,//e dava pulos na cama, / nem gavião a pular.// [IGR # 0366] #2613
Conde Frores, conde Frores, / . . .//¿Por cuántos años vas, conde? / --Por siete y no voy por más;// [IGR # 0110] #3974
Conde Montalvar nã dorme, / nã pára no cabeçal,//salta pinotes na cama / que nem galeão real,// [IGR # 0366] #6138
Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan//fue a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #8460
Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5384
Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan//va a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9213
Conde Niño por amores / es niño y pasó la mar,//fue a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #8425
Conde Niños pa la guerra / se tenía que marchar.// Si a los siete años no vuelvo, / a los ocho casarás.// [IGR # 1668] #743
Conde Olinos, conde Olinos, / de noche pasó la mar//co`l caballo por la rienda / cantando un rico cantar.// [IGR # 0049] #1687
Conde Olinos, conde Olinos / es niño y pasó la mar;//lleva el caballo a beber / mañanita de San Juan// [IGR # 0796] #8314
Conde Olinos, conde Olinos / es niño y pasó la mar//Estaba el rey conde Olinos / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049] #323
Conde Olinos, Conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Levantóse Conde Olinos / mañanita de San Juan;// [IGR # 0049+0796] #8316
Conde Olinos, conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Se llevanta conde Olino / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049] #794
Conde Olinos, conde Olinos, / fue niño y pasó a la mar,//mientras el caballo bebe / él se pusiera a cantar:// [IGR # 0049+0796] #8972
Conde Olinos, conde Olinos, / fue niño y pasó la mar,//levantóse conde Olinos / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049+0796] #8971
Conde Olinos, conde Olinos / lleva el caballo a beber// mientras el caballo bebe / conde Olinos canta bien.// [IGR # 0049] #764
Conde Olinos, conde Olinos, / mañanita de San Juan,// fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #785
Conde Olmos, Conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Levantóse el Conde Olinos / mañanita de San Juan// [IGR # 0049+0796] #9373
Conde Rondai se pasea / de la ventana al balcón.//--Reviente la mi mujer / al par de mi corazón,// [IGR # 0231] #5915
Confiésate a mí, Carmela, / que yo se lo diré a un fraile//que detrás de aquella ermita / he intentado de matarte.// [IGR # 0153] #506
Con los mejores de Asturias / sale de León Bernaldo,//puestos a punto de guerra / a impedir de Francia el passo.// [IGR # 1583] #8516
Con solos diez de los suyos / ante el rey Bernardo llega,//con el sombrero en la mano / y acatada reverencia;// [IGR # 0027] #8550
Contándole estava un día / al valeroso Bernardo//Elvira Sánchez, su aya, / que de niño le ha criado:// [IGR # 1526] #8528
Con tres mil y más leoneses / dexa la ciudad Bernardo,//que de la perdida Iberia / fue milagroso restauro:// [IGR # 1581] #8514
Coração, coração lindo, / qu`assi m`andas aborrido//Vai-se o conde e a condessa, / ambos vão por um caminho.// [IGR # 0338] #2716
--`Corde, minha mãe, / desse seu dormir://venha vê` lo cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7032
Corre la voz por el mundo,/ corre la voz por Españ//que hay un rico mercader/ que en paños y sedas trata.// [IGR # 0501] #4896
. . . Corrió salas y aposentos / y vio colgada de un clavo//una espada ya mohosa / y estas palabras le ha hablado:// [IGR # 0114] #1869
Cosas buenas, cosas buenas, / que se cuentan por España?// Se cuenta que el rey don Juan / está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #670
Criaba una pobre viuda / tres hijos con grande honor//por una cosa que viera, / su madre les regañó.// [IGR # 0143] #1790
Criados los mis criados / los que de mi coméis pan//sacádmela de paseo / llevádmela a pasear// [IGR # 0110] #3883
Cristo, rendido y cansado / de la venerable sierra//quisiera, en traje de pobre, / dar a mostrar su grandeza.// [IGR # 0676] #2094
--Cruelbento, Cruelbento, / ah! roubador maioral,//derrubaste três cidades, / todas três em Portugal;// [IGR # 0343] #6124
--Cruelvento, Cruelvento, / derrubador maioral!//Derrubaste três igrejas / das melhores de Portugal.// [IGR # 0343] #6123
--Cruelvento, Cruelvento, / roubador maioral!//Derrubaste três castelos, / no reino de Portugal;// [IGR # 0343] #6121
Cruel vento, ó cruel vento, / roubador maioral//Roubaste as três igrejas, / as melhores de Portugal.// [IGR # 0343] #2269
Cuáles son las dos hermanas / las que de amor están tocadas?//Una se llama Ximena, / la otra Fátima se llama.// [IGR # 0014] #1889
Cuáles son las dos hermanas / que son del amor trocadas?//La una se llama Xerifa, / la otra Fátima se llama.// [IGR # 0052] #1887
Cuando abril de flores lleno, / salí, pues, una mañana//y oí una voz tenebrosa / que sonaba en la montaña.// [IGR # 0901] #1976
Cuando a las tres de la tarde / vi que bajá de un cerro//una hermosa peregrina / con un infante pequeño,// [IGR # 0323] #2198
Cuando don Bernardo / de las tropa se salía,// con trescientos mil caballos, / todos de una igualía// [IGR # 0103] #692
Cuando el conde don Valdivia / se disponia casar//buscaba la dama hermosa / chiquita y de poca edad// [IGR # 0110] #3989
Cuando el conde volvió `e misa, / la condesa escolorida está.// Qué te pasa, la condesa, / que tan escolorida estás?// [IGR # 0311] #683
Cuando el conde y la condesa / a coger flores se van//el conde tiende la capa / la condesa su brillar// [IGR # 0110] #3956
Cuando el infante don Pedro / cuando el infante don juan//se despide de su esposa / se despide y ya se va// [IGR # 0110] #3919
Cuando el manto de Pinela / se partían en Berbería//siete sastres lo partieron, / siete toman la medida;// [IGR # 0074] #3310
Cuando el rey de los murcianos, / aquel que reina en Turquía,//entre sus morillas tiene / una cristiana cautiva.// [IGR # 0169] #8641
Cuando el rey Selomó / en Yerusalaim reinó//vinieron a él dos mujeres / que el corazón lastimó,// [IGR # 0490] #7804
Cuando el trigo está en espiga / y el lino está echando flor, //estaba el conde de Lara, / estaba el conde Mayor:// [IGR # 0231] #4890
Cuando empezaron la guerra / entre Francia y Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4103
Cuando empezó la guerra / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4079
Cuando empezo la guerra / entre España y Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4090
Cuando empiezan la guerra / en Francia y en Portugal//demanen al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4074
Cuando entré en este castillo / apenas tenía barba//y ahora, por mi desgracia, / las tengo largas y canas,// [IGR # 0029] #1865
Cuando Fernandito va / a las orillas de la mar//a dar agua a su caballo / . . . // [IGR # 0049] #8463
Cuando Gerenildo iba / a dar agua a sus caballos;//mientras sus caballos beben// Gerenildo echó a cantar [IGR # 0023] #3798
Cuando Jesús iba a caza, / a caza como él solía,//se ha encontrado con un hombre / triste y de {I}malancolia{M}.// [IGR # 0808] #4919
Cuando la guerra de Italia / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4085
Cuando las pintadas aves / mudas están, y la tierra//atenta escucha los ríos / que al mar su tributo llevan,// [IGR # 0672] #9350
Cuando mayo fue por mayo, / cuando los fuertes calores//cuando los trigos encañan, / los árboles echan flores.// [IGR # 0078] #214
Cuando me casó mi madre, / ma casó con un pastor//chiquitito y jorobado, / hecho de mala facción.// [IGR # 0171] #444
Cuando me casó mi madre, / me casó con un pastor//chiquito y jorobado, / hecho de mala facción.// [IGR # 0171] #447
Cuando me parió mi madre, / me parió en alta montina,// donde cae la nieve a copos, / agua menudita y fría,// [IGR # 0020] #627
Cuando quiere tomar amores / se baja para l`idea;//cuando de amores no quiere, / se sube para la sierra.// [IGR # 0233] #7329
Cuando salen los navíos / cargaditos de españoles//y al tiempo de echar la vela / cayó un marinero al agua.// [IGR # 0180] #5263
Cuando San José y la Virgen / caminaban para el templo//en la mitad del camino / al niño echaron de menos.// [IGR # 0596+0179] #369
Cuando se armaron las guerras / en Francia y en Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4087
Cuando se declaró en huelga / Italia con Portugal// al conde de Miraflores / le nombraron general// [IGR # 0110] #2973
Cuando se empezó la guerra / en Italia y Portugal//llevaron al conde Alisiado / por capitán general.// [IGR # 0110] #4082
Cuando se formó la guerra / entre España y Portugal//formaron conde de Flores / al capitán general.// [IGR # 0110] #4089
Cuando se movio la guerra / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4086
Cuando yo enfermí de amor, / triste y non dormía yo,//de dolor en los mis güesos, / de ansias de mi corazón.// [IGR # 0690] #7810
Cuando yo era chiquitina / y apenas tuve cinco años//De los brazos de mi madre / los moros me arrebataron.// [IGR # 0169] #2512
Cuando yo era pastorcillo / que cuidaba mis ovejas,//echaba mi lanza a lomo, / mi zurrón a tiracuellos.// [IGR # 0233] #7416
Cuando yo era pastorcillo, / que cuidaba mis ovejas,//me encontré con la serrana / dentro de una taramela.// [IGR # 0233] #7373
Cuando yo era pastorcillo, / que guardaba mis ovejas,//vide venir la serrana / brincando de piedra en piedra// [IGR # 0233] #7377
Cuando yo era pastorcillo, / y guardaba mis ovejas,//iba por un barranco arriba, / la serrana me saliera.// [IGR # 0233] #7378
Cuando yo era pastorcito, / que cuidaba mis ovejas,//echaba mi lanza al hombro, / mi gurión a tiracuello.// [IGR # 0233] #7372
Cuando yo era pequeñita / y apenas tenía cinco años,////de los brazos de mi padre / los moros me arrebataron.// [IGR # 0169] #2538
Cuando yo estaba en Sevilla, / mozo galán y bizarro//para quitarme la barba / no tuve siquiera un cuarto.// [IGR # 0698] #611
Cuando yo me muera, / no me entierren en pelado;//entiérrenme en una loma, / donde no pasó ganado./ / [IGR # 0101] #4745
--¿Cuánto me das, marinero? / ¿Cuánto me das, marinero,//porque te saque del agua, sí, sí, / porque te saque del agua, sí, si?--/ / [IGR # 0180] #4676
--Cuatrocientos sei los míos, / los que me coméis el pan //siempre mos han repartió, mañana mos reparterán:// [IGR # 0027] #9364
Cuatrocientos sois, los míos, / los que coméis el mi pan,//nunca fuestes apartados, / agora os apartarán;// [IGR # 0027] #8548
Cuatro doctores lo curan, / de los mejores de España,// sólo falta por venir / el doctor de la Fama.// [IGR # 0006] #2380
Cuatro leguas de Garganta, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera,// [IGR # 0233] #7447
Cuenten, cuenten, los señores, / yo también contaré algo//y un caso que ha sucedido / con la hija de don Bernardo,// [IGR # 0748] #2193
D. Afonso sou chumada, / minha mãe assim o dizia, / qu`os meus manos baptizados / sou com o nome de D. Dinis./ [IGR # 0301] #2624
Da gusto ver un vaquero / cuando anda por renovar,//buscando una vaca negra / sin perilla y sin señal.// [IGR # 2986] #3511
Da igreja vem no velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão, a mulher vem de enterrar.// [IGR # 0635] #7554
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//assentou-se à sua porta / a fartar-se de chorar.// [IGR # 0635] #7549
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seu filho traz p`r a mão, / sua mulher vem de enterrar;// [IGR # 0635] #7552
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos trai pela mão, / sua mulher vem de enterrar;// [IGR # 0635] #7555
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão / e a mulher vem de enterrar.// [IGR # 0635] #7557
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão, / sua mulher vem de a enterrar.// [IGR # 0635] #7550
--Daime armas e cavalo, / que eu serei filha varão.//--Tende` los olhos mui` lindos, / filha, conhecer-vos-ão.// [IGR # 0231] #7501
Dai-nos licença, Senhora, / vos pedimos com ternura,//que descrevamos em verso / toda a vossa formosura.// [IGR # 2961] #2898
. . . / . . . //--D. Alberto, D. Alberto, / o nosso sono foi sabido,// [IGR # 0023] #7185
--D. Alberto, não ames / a filha do teu senhor,//ela é muito criancinha, / não te há-de ter amor.// [IGR # 0720] #6533
Dame la gracia y memoria / para si cantar podía//la firmeza `e dos amantes / que uno a otro se tenían.// [IGR # 0217] #118
Dañana tenía un hijo / y otra cosa no tenía,// brindáralo la Gallarda / a comer con ella un día.// [IGR # 0200] #944
Dá o sol na vidraça, / já lá vem claro dia;//o condinho da Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #2718
Da outra banda ou desta, / da outra banda da água,//vozes dava o marinheiro, / vozes deu que se afogava.// [IGR # 0180] #7711
. . . Das posada al cebollero?//No está mi marido en casa, / . . . // [IGR # 0650] #270
Dava o sol na vidraça, / já lá responde meio-dia;//ainda o conde d`Alemanha / co` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #3800
De altas tierras viene / una blanca niña,//vestida de oro / y de perla fina,// [IGR # 0169] #8032
De amores trata don Rodrigo; / descubierto ha su cuidado;// a la Cava se lo dice / de quien anda enamorado;// [IGR # 0296] #1384
Debaixo da flor da murta / corre um cano de água clara;//a mulher que dela bebe / logo se sente pejada.// [IGR # 0469+0138] #2739
Debajo de la bandera / de la Virgen del Rosario//debajo de la bandera / van doscientos de a caballo;// [IGR # 0176+0168] #407
Debajo de un pino verde, / donde se peinaba Adriana,//su gran mata de cabello / de la cintura pasaba.// [IGR # 0446] #3786
De Barcelona partimos / en una noble fragata//que per nombre se decía / Santa Catarina Marta.// [IGR # 0180] #8611
Debaso`l kioprí de Larso / avía `na mosa zarif.//El su padre l` ay guardado / para lindo celebí// [IGR # 2682] #8043
De Belén salió un niñito / huyendo del rey Herodes// y en el caminar pasan / grades fríos y calores// [IGR # 0512] #3107
De Betlem partí la Verge / sols per `nar á Nasaret;//Ya `n prengué per companyía / al gloriós San Josep.// [IGR # 0408] #9801
De Bul-los partióse el rey, / de Bul-los a Salamanca,//en mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9291
De Burgos partió ese rey / de Burgos a Salamanca// . . . / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9288
De Burgos partió ese rey, / de Burgos pa Salamanca,//en meatad de aquel camino / çielo cayó `na carta.// [IGR # 0006] #9295
De Burgos partióse el rey, / de Burgos a Salamanca.// [IGR # 0006] #9289
De Burgos partióse el rey / ese rey de Salamanca,// [IGR # 0006] #9300
De Burlos partió ese rey, / de Burlos de Salamanca;//en mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9302
De campos a campos / de la verde olivaj//la hija del Rey / la llevan cautiva.// [IGR # 0169] #5511
De campos a campos, / de olivas a olivas,//la hija del rey / la llevan cautiva.// [IGR # 0169] #2522
De cara miro a Valencia, / de cara miro a Granada,// de cara miro a Valencia, /oh, Valencia valenciana,// [IGR # 0045] #639
Declarou-se uma guerra / entre França e Portugal;//convidaram conde Flores / pra capitão general// [IGR # 0110] #3973
De concierto están los condes / Hermanos, Diego y Fernando;// afrentar quieren al Cid, / muy gran traición han armado.// [IGR # 0335] #1447
--¿De cuándo acá tantos fieros, / señora Zaida la bella?//¿qué confesión revelé / para tanta penitencia?// [IGR # 2098] #7969
De dónde vienes, mi esposa, de dónde vienes, mi esclava?//--Vengo de San Salvador, / de oir la misa rezada,// [IGR # 0006] #2464
De en frente la veo venir / como un grano de agranada;//le prunto y le dixe / si era moza era casada.// [IGR # 0200] #8036
De Francia partió la niña / de Francia la bien guarnida;// íbase para París, / do padre y madre tenía.// [IGR # 0100] #1573
De Francia partió la niña, / de Francia la bien querida,//fuérase para París / donde padre y madre tenía.// [IGR # 0100] #8923
De Francia partió la niña, / de Francia, la bien querida,//fuérase para París / donde padre y madre tenía.// [IGR # 0100] #8864
--De Francia vengo, señora, / de por hilo portugués,//y en el camino me han dicho, / que buenas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5610
De Francia vengo, señora, / de un pollido portugués//y en el camino me han dicho: / "¡Qué lindas hijas tenéis!"// [IGR # 0224] #1743
--De Francia vengo, señoras, / a buscarle la esposa al rey,// que en el camino me han dicho / que lindas tenéis.// [IGR # 0224] #9439
--De Francia vengo, señora / traigo un hijo portugués//y en el camino me habla / de las hijitas de utsted.// [IGR # 0224] #3592
--De Francia vengo, señora, / y en el camino encontré//á un caballero, y me dijo / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #3579
--De Francia vengo, señores, / de por hilo portugués//y en el camino me han dicho / buenas hijas tiene usted.// [IGR # 0224] #3593
--De Francia vengo, señores, / de reinado portugués,//que en el camino me han dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5191
--De Francia vengo, señores, / muy buen mozo portugués,//a pedirle a usted señora, / que una esposa a mí me dé.// [IGR # 0224] #5196
--De Francia vengo, señores, / un pulido portugués,//en el camino me ha dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5200
De Francia vino un francés / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que no supo responder.// [IGR # 0204] #24
De Granada salió el moro / que Aliatar es llamado//primo hermano del valiente / y del esforzado Albayardo,// [IGR # 0070.7] #1903
Dei de comer ós boicinos / e marchei para a labrada// al dar o primeiro rego / esqueacérame a aguillada;// [IGR # 0436] #1636
--Deitei os olhos ao mar, / avistei formosa armada,//capitão que a governava / muito triste me falou.// [IGR # 0113] #6319
Dei um beijo amoroso / na testa do meu amor,//e ela disse: Mais abaixo, / mais abaixo, por favor.// [IGR # 2868] #2764
--Déixeme ir, mi madre, / beilar ô turreiro,//que quero casarme / con un sapateiro.// [IGR # 4027] #8759
De la ciudad de Bersaba / huyendo salió Jacob//de su hermano Esau / por la bendición que le quitó// [IGR # 2761] #8890
De la guerra se han venido, / una quinta van a echar;//le ha tocado a Gerineldo / ser capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4219
De la hija más hermosa / que el rey de España tenía,//se enamoró otro rey moro / y se ha llevado la niña.// [IGR # 0169] #5519
De la iglesia viene el viejo, / de la iglesia de rezar//sus hijos trae de la mano, / su mujer vén de enterrar.// [IGR # 0635] #1660
De la juma sali el moro, / de la juma al mediodía.//Con trescientos vavalleros, / se lleva por compañía.// [IGR # 0054] #4436
De la más hermosa rosa / nació el clavel de la gracia,//que la escogió el Padre Eterno, / hija de Joaquín y Ana,// [IGR # 0505] #9819
. . . del año//entre damas y doncellas, / y al rey piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #397
Delante del rey León / Jimela salió una tarde//demandando iba justicia / que quién la mató a su padre:// [IGR # 0001] #3371
Delante del rey León / Ximena salió una tarde,//demandando iba justicia / por la muerte de su padre:// [IGR # 0001] #8885
Del aposento de Amón / la hermosa Tamar salía,//como rabiosa leona / quando le quitan la cría.// [IGR # 0381] #5359
De las altas mares / abaxa la blanca y niña//(y) encargada en el oro / y en la perlería,// [IGR # 0169] #9398
De la sangrienta batalla / sale el valiente Bernardo,//dexando a Roldán herido, / aquel paladín gallardo,// [IGR # 1517] #8523
De las cañadas del pino / que hazen a Tajo estrecho//rostro blanco encendido / de dolor, vergüenza y miedo,// [IGR # 2874] #4419
De las damas que hay ahora / doña Ángela es la que priva.//La rondan cien caballeros / todos de espada ceñida;// [IGR # 0217] #8664
De las guerras ven Bernardos, / de las batallas venía,//cien caballos trai delante, / todos ganados de un día.// [IGR # 0103] #8376
De las mozas que hay ahora / doña Ángela es la que brilla;//la rondan duques y condes / . . . . . de villa.// [IGR # 0217] #8666
Del conde Julián traidos / moros entran por Tarifa,//júntanse con los cristianos / que su favor atendían// [IGR # 0463] #9340
--Delgada, ó Delgadinha, / Delgadinha delgada,//queres tu, ó Delgadinha, / ser minha namorada?// [IGR # 0075] #7094
Delgadina, Delgadina, / como caña de cebada//tan Delgadina era ella / que a su padre enamoraba// [IGR # 0075] #4997
--Delgadina, Delgadina / ha de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo, / ni la Virgen oberana,// [IGR # 0075] #4959
--Delgadina, Delgadina, / has de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo, / ni la Virgen soberana,// [IGR # 0075] #4947
Delgadina, Delgadina, / hija del rey de Granada,//un día estando a la mesa / su padre la reparaba:// [IGR # 0075] #4965
--Delgadina, Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo / ni la Virgen soberana // [IGR # 0075] #5488
--Delgadina, Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.//--No lo quiera el rey del cielo, / ni la Virgen soberana,// [IGR # 0075] #4978
Delgadina, Delgadina, / un jueves por la mañana//al vestir la su camisa, / al calzar calzau de grana,// [IGR # 0075] #4955
Delgadina se paseaba / de la sala a la cocina//con su vestido de seda / que su cuerpo cristalina.// [IGR # 0075] #5133
Delgadina se paseaba / en su sala bien cuadrada,//con su manto de hilo de oro, / que en su pecho brillaba.// [IGR # 0075] #5131
Delgadina se paseaba / en una sala cuadrada,//con una mantona de oro / que la sala relumbraba.// [IGR # 0075] #5129
Delgadina se paseaba / por su sala bien cuadrada//con su talmantito de oro / en su pecho le brillaba.// [IGR # 0075] #5137
Delgadina se pasiaba / en su sala bien cuadrada//con su manto d` hilo di oro / que en su pecho le brillaba.// [IGR # 0075] #9482
Delgadinha, Delgadinha, / Delgadinha bem delgada,//de tão linda que era / o seu pai a namorava.// [IGR # 0075] #2734
--Delgadinha, Delgadinha, / Delgadinha, la Delgada;//queres tu, ó Delgadinha, / ser a minha namorada?// [IGR # 0075] #7095
De los árboles frutales / me gusta el melocotón//y de los reyes de España / Alfonsito de Borbón.// [IGR # 0168.1] #591
De los árboles frutales / me gusta el melocotón / y de los reyes de España / don Alfonso de Borbón// [IGR # 0168.1] #595
De los campos verdes / de la verde oliva//la hija del rey / la llevan cautiva.// [IGR # 0169] #1740
De los nobilissimos godos / que en Castilla avían reinado,//Rodrigo reinó el postrero / de los reyes que han passado.// [IGR # 0430] #4417
Del Soldán de Babilonia, / de ése os quiero decir,// que le dé Dios mala vida / y a la postre peor fin.// [IGR # 0276] #1625
--De manhã pisar pimenta, / de tarde cravo e canela,//a noite que era chegada, / me deitei no colo dela.// [IGR # 0443+0317] #6211
De Mantua salen apriesa / sin tardanza ni vagar// ese noble conde Dirlos, / visorey de allende el mar,// [IGR # 0843] #1590
De Mantua salió el marqués / Danes Urgel el leal//a divertirse en la caza / por las orillas del mar// [IGR # 0088] #9703
Dem, dem, dem, dem. / --Quem bate aí?//--É um pobre cego / a chorar e a pedir.// [IGR # 0189] #4474
Deme de cenar, mi madre, / por ser hoy el postrer día,// que me brindó la Gallarda / a cenar con ella un día.// [IGR # 0200] #941
De medio cuerpecito pa arriba / le diera de buena gana//a ese maestrito valiente / que se llama Calatrava.--// [IGR # 0230] #1904
De Nápoles para Roma / salió `n mercante fragata//una muy noble señora / de sangre calificada;// [IGR # 0805] #2136
Den la vuelta, bueyes negros, / que se me olvidó la hijada.// Dejo las puertas abiertas / y las encuentro cerradas,// [IGR # 0436] #1294
Dentro de Jerusalen, / en lo más lucido de ella//se juntaron en consejo / y determinan que muera.// [IGR # 0600] #2076
Dentro de Nápoles hay / una pulida doncella//casada con un galán, / tratante de paño y seda.// [IGR # 0096] #599
Dentro en Nápoles hay / una querida doncella//casada con un galán / tratante de paño y seda.// [IGR # 0096] #605
--¿De ónde es ese caballero / tan corto y tan bien hablado?//--Yo soy de un país, señora, / de un país enamorado;// [IGR # 0043+0079+0101] #3735
. . . / . . . //--¿De ónde vienes, Gerineldo,___tan cochino y tan marrano?// [IGR # 0023] #9699
De Orente salen tres reyes, / todos tres en compañía,// no perguntan por posada / y menos por compañía,// [IGR # 0770] #1629
De París partió este rey, / este rey de Salamanca.//En mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9280
De principio de sus males, / navegando por las mares,//se le rompieron las velas / en el golfo de mares.// [IGR # 0677] #4807
De pronto ha venido parte / de Francia a Portugal//han nombrado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4142
De puro amor abrasado / sale vn moro de Granada,//galán, dispuesto, gracioso, / aunque a guisa de batalla,// [IGR # 2067] #5830
--¿De qué lloras, Blancaniña, / de qué lloras, Blancaflor?//--Lloro por ti, caballero, / que te vas y me des+ás;// [IGR # 0190.1] #4460
--De qué lloras, blanca niña, / por qué lloras, Bancaflor?//--Ay, lloro yo por vos, caballero, / que vos vais y me dejáis.// [IGR # 0190.1] #3723
--¿De quién es aquella espada, / que en mi pared relumbró?--//--Suya, mi don Elberto, / mi padre se la mandó.--/ / [IGR # 0234] #4651
De quien son esos caballos / que tan elegantes van//son del conde Flores / que bien me la puedes dar// [IGR # 0023+0110] #4286
¿De quién son estas vaquillas / que a tu cuidadito estan//de don Belarde señora / que mañana va a casar// [IGR # 0110] #3901
De rodillas está la Virgen, / detrás de aquella `lameda;//con lágrimas no seu rosto / lloraba o filho eterno.// [IGR # 0098.1] #2795
De Salamanca partía / el buen Bernaldo del Carpio,//enojado malamente del rey don Alfonso el Magno.// [IGR # 1545] #8500
Desde chiquetita en el pueblo de Úbeda, / desde chiquetita allí me crié;// [IGR # 5055.9] #3093
Desde que empezo la guerra / de Francia con Portugal// al conde Flores llamaron / de capitán general.// [IGR # 0110] #3929
Desde que en el mundo anduve, / compré un bendito rosario//pa la Virgen, mi Señora, / aunque nunca le hei rezado.// [IGR # 0832] #2201
Desdichada fue Calmena / desde el vientre de su madre//por no parir una niña / ya tan solo en el aquel valle.// [IGR # 0153] #5885
--De sete filhas que eu tenho / não tenho nenhum varão!//Tendes o cabelo grande, / eles vos conhecerão.// [IGR # 0231] #7499
De Sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//de siete hijas que tuvo / [y] ninguna fue varón.// [IGR # 0231] #526
Despertó del dulce sueño / que sus sentidos ocupaba//y no hallándole decía: / «¿Hay mujer más desgraciada// [IGR # 0841] #3205
Después que el rey don Rodrigo / a España perdido había,// íbase desesperado / por donde más le placía.// [IGR # 0020] #1389
Después que Vellido Dolfos, / aquel traidor afamado,// derribó con cruda muerte / al valiente rey don Sancho,// [IGR # 0325] #1443
Desterró el rey Alfonso / a su sobrino Bernardo,//por poder cumplir la manda / que avía hecho a Carlo-Magno;// [IGR # 1569] #8509
Detrás de Sierra Morena / un labrador recibía// venía vía de Aral / como los demás venían// [IGR # 0185] #2977
De tres germans qu` en tenía /.nit y dia la fan cerqué,//l han cercada y l` han trobada / á l` ombra d` un orangé:// [IGR # 2724] #8555
De tus amores, Mamilde, / tirarme de esta ventana//--Si te tirares, mi vida, / te recibiré en mi falda.--// [IGR # 0052] #1885
--Deus a salve, minha tia, / na sua mesa a jantar!// --Deus te salve, meu sobrinho, / tão bem me sabes falar!// [IGR # 0559] #6406
--Deus esteja com minhas tias, / sentadinhas a fiar.//--Deus esteja com meu sobrinho, / se nos vem a visitar.// [IGR # 0559] #6417
Deu sete voltas ao muro, / outras tantas ao quintal,//achava as portas fechadas / sem ele poder entrar.// [IGR # 0153] #6570
Deus me dera tal ventura / além das águas do mare,//como teve Florevento / numa noite de Natal.// [IGR # 0343] #8904
. . . / --Deus te não há-de perdoar;//--Se derrubei três igrejas, / tornarei-as a levantar,// [IGR # 0343] #6126
--Deus te salve, Juliana, / sentada no teu estrado.//--Deus te salve a ti, D. Jorge, / em cima do teu cavalo.// [IGR # 0172] #6973
--Deus te salve, ó Albaninha, / filha do conde de Alva!//--Vem com Deus, Carlos Pinto, / presidente da Casa Real!// [IGR # 0159] #6073
Deus te visite, ó João, / nesta cama desterrada.//Donde vens, D. Isabel? / . . . // [IGR # 0006] #2279
Deus vos salve, minha sogra, / no seu estado assentada.//Deus vos salve, meu genro, / em seu cavalo// [IGR # 0155] #5812
--Deus vos salve, minha tia, / na sua roca a fiar!// --Venha com Deus, meu sobrinho, / que tão bem me sabe falar!// [IGR # 0559] #6408
--Deus vos salve, minha tia, / na vossa roca a fiar!//--Bem haja o bom cavaleiro, / tão discreto em seu falar!// [IGR # 0559] #6415
De Valencia pido / de la blanca niña,//que en toda la España / no la hubo tan linda.// [IGR # 0044] #5887
De Villafranca a Bembibre / caminaba un caballero//todo vestido de blanco / montando un caballo negro.// [IGR # 0134] #8010
De Zamora sale el Dolfos / corriendo y apresurado:// huyendo va de los hijos / del buen viejo Arias Gonzalo// [IGR # 0315] #1433
D. Garcia vai à caça, / sua esposa linda leva;//Mas a neve era tamanha, / sua esposa linda perde.// [IGR # 0183] #7016
Día de los Santos Reyes / fiesta primera del año// cuando damas y doncellas / al rey piden aguilando// [IGR # 0046] #9620
día de los torneos / pasé por la morena,//y oí cantar una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #5515
Día de Pascua Florida, / día muy aseñalado,// se ha enamorado una niña / de aquel galán tan bizarro.// [IGR # 0208] #9533
Dia de Quinta-Feira Santa, / três dias antes da Páscoa,//morreu Nosso Senhor Jesus Cristo, / por seus discípulos chamava.// [IGR # 0064.1] #2789
Dia disset de Setembre / del any mil vuyt cents y tres//Cap á campanya s` en `navan / Regiment de fusillés.// [IGR # 2706] #6385
Día era de San Antón, / ese santo señalado,// cuando salen de Jaen / cuatrocientos hijosdalgo;// [IGR # 0794] #1480
Día jueves en la tarde, / víspera de la Asunción,//hallé mi casa enramada / con ramas de admiración.// [IGR # 0234] #3480
Diana se passejava / en una sala muy grande//vestida de un paño vierdo, / puntejando su guitarra.// [IGR # 0446] #9574
Dicen que casar, casar / cada una con su igual,//no hagas lo que Doña Elena, / Doña Elena Montealbar,// [IGR # 0311] #9493
Diga-me lá, senhor soldado, / que há servido o rei,//se me há visto o meu marido / pela guerra alguma vez.// [IGR # 0113] #2665
--Dígamelo la mi madre, / dígamelo, madre mía,//si vio pasar por aquí / su nuera Madalenina.// [IGR # 0183] #8335
--Dígame usté la verdád, / no me diga la mentira://¿el que duerme con mujer / se condena en l` otra vida?// [IGR # 0020] #3490
--Diga usted, señor soldado, / ¿de la guerra viene usted?//¿No me ha visto a mi marido / que a la guerra fue también?// [IGR # 0113] #5329
--Dime, dime, doña María, / dime, dime, mi blanca flor,//¿cuyo, cuyo es ese sombrero, / que con el mío igualó?--/ / [IGR # 0234] #4649
Dime tu cuento, Eliserio, / levántate a las estrellas//dime tu sabiduría, / la majestad verdadera.// [IGR # 0084] #2165
Dindo dona Silvânia / pelo corredor arriba,//tocando a sua guitarra / do melhor que sabia,// [IGR # 0503] #6711
Dios le guarde a usted, mi madre. / Bienvenido, don García//--A preguntar vengo, madre, / a preguntarle venía,// [IGR # 0183] #1721
Dispusadu istá Dumbueso / qui si queríe casar,//a primus y a parientis / d` oy va ir a cumbidar.// [IGR # 0172] #9020
Divino Santo António, / suplicai-lhe ao Deus imenso / que, por tua graça divina, / alumbres meu entendimento,// [IGR # 0194] #2809
Diz-me, moiro, diz-me, moiro, / diz-me, pela tua vida://de quem são aqueles palácios / que tanto relumbrariam?// [IGR # 0051] #2625
D. João, que Deus guarde, / aviso mandou ao mar,//que se aparelhasse o conde / para uma manhã largar.// [IGR # 0112] #5968
D. João se achou doente, / lá no centro de Espanha,//mandara chamar três médicos, / dos melhores que tinha Granada.// [IGR # 0006] #5922
D. João tomou amores / com D. A^ngela de Mexia;//o pai da tal moçoila / outros intentos trazia:// [IGR # 0217] #2690
Dóde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #592
Dois filhos tenia o rei, / ambos lindos como a prata://o mais novo deles todos / D. Basinho se chamava.// [IGR # 0140] #6147
Doliente se siente el rey, / ese buen rey don Fernando;// los pies tiene hácia oriente / y la candela en la mano.// [IGR # 0009] #1421
Dom Aldonso foi à guerra, / lá p`ra bandas de Leão,//em sua casa, Don` Alda, / `stá sentada no balcão, // [IGR # 0234] #6939
Domingo era de Ramos / la pasión quieren decir,// cuando moros y cristianos / todos entran en la lid.// [IGR # 0568] #1610
Doña Albora anda de parto / de casa para el corral,// con dolores de parir / que le fain arrodillar.// [IGR # 0153] #1112
Doña Albora se pasea, / por una sala muy grande//con dolores de parir, / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #496
Doña Albora se pasea / por una sala muy grande//la dan dolores de parto, / dolores la dan mortales.// [IGR # 0153] #481
Doña Aldora se pasea / de la cocina pal portal,// con dolores de parir / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #1114
Doña Ana estaba sentada, / borda que borda, bordando,//con sus dos hermosas hijas, / Blanca Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5059
Doña Ángela a la ventana, / don Juan por allí venía;//palabras de casamiento / uno a el otro se decían.// [IGR # 0217] #5838
Doña Arbola se pasea / por sus palacios de seda,//con dos niñas de la mano, / Blancaflor y Pulicena.// [IGR # 0184] #8648
Doña Aurora se pasea / por una sala muy grande//con dolores de parir / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #492
Dona Clara, dona infante / estava no seu jardim,//penteando tranças de oiro / com seu pente de marfim,// [IGR # 0113] #6268
Doña Inés tenía un hijo / que en el alma lo quería//y lo brindaba Gallarda / a cenar con ella un día.// [IGR # 0200] #5861
Don Alberto así decía / a su mujer al salir://--Prepárame un almuerzo / que a caza voy a salir;// [IGR # 0234] #5015
Doña Leonor de la Rosa / tuvo los cielos propicios://fue tan grande su hermosura, / que se pasó a ser prodigio,// [IGR # 5035] #3542
Don Alonso, don Alonso / a caballo caminaba,//lleva la reina consigo / de nueve meses preñada.// [IGR # 0030] #9028
Don Alonso, don Alonso / don Alonso de su casa//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9036
Don Alonso, don Alonso / qu` a caballo caminaba,//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9043
Don Alonso, don Alonso / que a caballo caminaba//la reina lleva consigo / de siete meses preñada,// [IGR # 0030] #9040
Don Alonso, don Alonso / que a caballo caminaba//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9039
Don Alonso, don Alonso, / que a caballo caminaba,//lleva la reina consigo, / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9032
Doña María de Padilla, / no os me mostráis triste vos,// que si me casé dos veces / hícelo por vuestra pro,// [IGR # 0152] #1462
Don Antonio de Valor, / hombre de valor y fama,//ese tal tiene una hija / que doña Antonia se llama,// [IGR # 0501] #3751
Dona Olinda / no seu jardim assentada,//com pente de ouro na mão, / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6338
Don Arbolo Pardo viene / n`un caballito andador;//el cabello trai revuelto, / demudada la color.// [IGR # 0288] #4548
Don Belardo don Belardo, / don Belardo ya se va//y a su esposita la deja / cansadita de llorar// [IGR # 0110] #3896
Don Bernardo ya camina / don Bernardo ya se va//y a su esposa le dice / con dios te puedes quedar// [IGR # 0110] #3923
Don Berso iba na caza, / don Berso na caza iba, //don Berso venía cansado, / los perros cansados viñan.// [IGR # 0080] #8693
Don Buesco se va / a la romeria;//mentre està cazando / la muerte li arriba.// [IGR # 0080] #8699
Don Carlos anda de amores / que no puede sosegar.// Aprisa pide el caballo, / aprisa pide el calzar.// [IGR # 0159] #735
Don Carlos se fue a la guerra / de capitán general.//--Si a los siete años no vengo, / romera, te pues casar// [IGR # 0110] #4114
Don Carlos va de paseo, / don Carlos de Montealbar;// las criadas y doncellas / todas salen a mirar,// [IGR # 0159] #716
Don Conde de Montealvar / tiene una hierba muy mala,// Sabeliña la tocara / y la encontra embarazada.// [IGR # 0145] #1737
Donde hay damas hay amor, / donde sentimiento, hay gracia,//y en la noble Andalucía / y un rico alcalde habitaba.// [IGR # 0768] #8799
¿Dónde se va el conde Lino / mañanita de San Juan?//--Voy a darle agua al caballo / a las orillas del mar.--// [IGR # 0049] #8405
. . . --¿Dónde va este soldado, / a dónde va por aquí?//--Voy a ver a mi esposita / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168] #8133
--Donde vai o cavalheiro, / . . . s dez horas, por aqui?//--Vou em busca da minha dama / qu` há dez anos a não vi.// [IGR # 0168] #6458
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #9647
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #9651
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #9655
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #9648
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de ti?// --Voy en busca de Mercedes / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168.1] #9650
Dónde vas, Alfonso Doce, / dónde vas, triste de ti?// Voy en busca ` la mi esposa / a los palacios de Madrid.// [IGR # 0168.1] #1023
--¿Dónde vas, Alfonso Lonzo, / dónde vas para Madrid?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4680
--¿Dónde vas, Alfonso López, / dónde vas, para `l almacén?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi./ / [IGR # 0168.1] #4681
--¿Dónde vas, Alfonso López? / --Niña, voy para el vergel,//en busca de Merceditas, / que ayer tarde yo la vi./ / [IGR # 0168.1] #4686
--¿Dónde vas, Alfonso, mi hijo, / dónde vas, tan de carrera?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4679
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas lejos de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5022
--¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas, lejos de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5042
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / donde vas? --Pobre de mí,//voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5032
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, pobre de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5023
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas tan solo así?//--Voy en busca de Juanita / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5039
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas triste, ay de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #5040
--¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas? --¡Triste de mí!//En busca de Merceditas, / que hace un año la perdí.// [IGR # 0168.1] #5034
Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que aquel día no la vi.// [IGR # 0168.1] #590
--¿Dónde vas Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #8989
Dónde vas, Alfonso XII? / dónde vas, triste de ti?//Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #3049
Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #593
--¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168.1] #5031
--¿Dónde vas, Lucas Barroso/ vaquero de gallardía?// --Traigo las vacas cansadas/ de subir cuestas arriba.// [IGR # 0407] #3211
--¿Dónde vas, rey Alfonsito, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi./ / [IGR # 0168.1] #4682
--¿Dónde vas, tú, caballero, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de mi esposa / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168] #5048
--¿Dónde vas tú, caballero? / ¿Dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de mi esposa / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168] #5047
--¿Dónde va usted, caballero, / dónde va usted por aquí?//--Voy en busca de mi esposa / que hace días que no la veo.// [IGR # 0168] #5049
Donde venis, grand Jesus, / tam rendido e tam cansado?//Viengo de Jerusalém, / de resgatiar los cristianos.// [IGR # 0003.1] #2846
--Donde vens, ó cavaleiro, / triste, coitado de ti?//--Eu vou ver a minha amada, / dias há que a não vi.// [IGR # 0168] #6456
--Donde vens, ó Ermelinda, / donde vens tão orvalhada,//teu cabelo aos anéis, / tua face desmaiada?// [IGR # 0159] #6054
--Donde vens, ó marujinho, / triste, coitado de ti?//--Venho ver a minha amada, / dias há que a não vi.// [IGR # 0168] #6455
Dónde vienes Ricardina / tan temprano y de mañana?//Vengo de Santa Teresa, / de rezar a Santa Ana.// [IGR # 0006+0140] #2352
--Donde vindes, mulher minha, / qual foi a vossa jornada?//--Venho da Virgem da Lapa / mais forte do que cansada;// [IGR # 0165] #7620
--¿D` óndi venix, el mi padre, / con la barba tan pelada?//--Vengo d` arogar al Dio / que ti salvi d` esta cama.// [IGR # 0006] #9307
Don Enric surt ab don Blasco / a caçar se`n van los dos, i don Blasco amb traidoria / tira i mata al seu senyor;// [IGR # 0292] #8936
Don Fevo estaba a la mesa / le ha llegado la razón//que se marchara a la guerra, / si no, un hijo varón.// [IGR # 0231] #3772
Don García de Padilla, / eso que Dios perdonase,// tomara al rey por la mano / y apartólo en puridad:// [IGR # 0341] #1463
Don Hueso iba de caza / y no caza como solía;//los perros iban cansados, / los galgos ya no corrían.// [IGR # 0080] #1231
Don Joan y Dona María / tots dos van naixe en un dia,//Tots dos los van dá á cria, / tots dosets amb una dida.// [IGR # 0418] #8575
Don Juan de Trubia está malo / de una enfermedad muy larga.// Cuatro médicos lo asisten / los mejores de la Nava.// [IGR # 0006] #2340
Don Juan, el caballero, / está muy malito en cama;// cuatro doctores lo asisten, / de los mejores que hay n`España,// [IGR # 0006] #661
Don Juan estaba muy malo, / don Juan estaba en la cama;// dotores le van a ver / los más ricos de la España,// [IGR # 0006] #671
--Don Lluís, la teu dona / se n`ha tornada a casar// [IGR # 0559] #8726
Don Lombardo va a la guerra / a la guerra te d anar//la trista de su señora / no hace mas que llorar// [IGR # 0110] #4065
Don Pedro de Salazar, / el sobrenombre de Mazas,//éste tal sirve de amores / a la linda doña Juana,// [IGR # 0102] #5597
Don Pedro de Salazar / hombre rico y de gran fama,//éste tal muere y perece / por la linda doña Juana,// [IGR # 0102] #5595
Don Pedro fue a la caza / a los montes de Aragón,// cuervos le saquen los ojos / y águilas el corazón.// [IGR # 0234] #1037
Don Pedro Gil de la Fuente, / hombre de mucha importancia//que, por su grande valor, / la ciudad respetaba,// [IGR # 0662] #2007
Don Pedro iba de caza / a cazar donde solía,//los perros iban cansados, / la caza no parecía,// [IGR # 0164+0100] #8354
Don Pedro iba de caza / a las riberas de Hungría,//don Pedro iba de caza / con tres perros que él tenía.// [IGR # 0080] #1229
Don Pedro iba de caza, / de caza como solía,//la nieve caía a copos, / l` agua menudita y fría.// [IGR # 0164+0100] #8990
Don Pedro los Alamares / y por apellido Mapa//ese tal se pela y muere / por la linda doña Juana.// [IGR # 0102] #2001
Don Pedro se fue a cazar / como siempre él solía://se le desmayan los perros, la hurona iba perdida.// [IGR # 0164+0100] #2580
Don Pedro va en la caza / en las veigas de Sevilla//e pegoulle o mal da morte, / pra su casa se volvía.// [IGR # 0080] #1787
Don Peyre s` ha mort al camp, / don Joan ve de batalla,//sa mare l` en veu vení / per un camp que verdejava:// [IGR # 0369] #8564
Don Rodrigo de Padilla, / aquel que Dios perdonase,// tomara al rey por la mano / y apartólo en puridad:// [IGR # 0341] #1464
Don Rodrigo fue a caza, / a caza como solía//Non encontró cosa muerta, / nin tampoco cosa viva,// [IGR # 0020] #3277
Don Santiago iba de caza, / de caza como solía,//lleva los perros cansados, / la caza no aparecía,// [IGR # 0164+0100] #8350
--Donzela, abre a porta / ao cego perdido,//deita-me um lenço, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7054
Dos arrieros caminaban / por caminos y veredas//a la mitad del camino / con dos ladrones se encuentran.// [IGR # 0506] #1922
Dos de mayo, dos de mayo, / dos de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176] #426
Dos esposadas castos / convida la Iglesia, amigo,//el esposado es José / que tanta dicha ha tenido,// [IGR # 0777] #5711
Dos hijas tenía un rey, / dos hijas no más tenía,//casólas con dos indianos / que de las Indias venían;// [IGR # 0374] #5532
Dos hijas tenía un rey, / se las dio a Santa María;//vino tiempo y pasó tiempo / y casaron en un día// [IGR # 0374] #5535
Dos hijos tenía el rey, / la cosa que él más amaba,// y uno se llama Altamor / y otra la linda Altamara.// [IGR # 0140] #1059
Dos mandamentos divinos / que devemos de guardar,//dados pelo rei da glória / para bem de nos salvar:// [IGR # 2945] #2902
D. Pedro foi à caça, / da caça se volveria.//--Abrame a porta, ó mãe! / Dela se não levantaria.// [IGR # 0080] #7469
D. Pedro se foi à caça, / D. Pedro à caça ia;//seus perros leva cansados / e eu também cansado ia.// [IGR # 0164+0100] #2769
D. Pedro se vai à caça, / ele co` as armas não podia;//deral` o mal no caminho, / ele p`ra trás tornaria.// [IGR # 0080] #7467
D. Ramiro, avante, avante / com vosso cavalo e malha;//minha mãe vos deu vestidos, / meu pai dá-vos sua espada,// [IGR # 0021] #2606
Drento Córdoba la llana / hay un rico comerciante//de haciendas muy suficientes, / haciendas amoderadas.// [IGR # 0662] #575
Dueña Juana de la Rosa, / de haciendas monedadas//única hija tenía / que su hacienda le heredara.// [IGR # 0841] #1978
D` un home facinerós / que molt temps que fa de lladre. //El dia dos de Febré / á las Alujas entrárem;// [IGR # 0949] #7887
Duque de Alba, estás casado? / Si no, yo te casaría.// Estoy casado, señor, / di la palabra a una niña,// [IGR # 0508] #997
Durmiendo está el rey Almanzor / a un sabor atan grande,// los siete reyes de moros / no lo osaban acordar.// [IGR # 2540] #1626
E a caça de D. Humberto / é uma caça muito interessante.//E ali estava lá `ò longe, / os olhos muito brilhantes.// [IGR # 0164+0100] #7275
Echado está Montesinos / al pie de una verde haya,//llorando está a Durandarte / su primo que tanto amava.// [IGR # 1552] #8893
--Échame la bendición, padre, / que me lo voy a buscar.// Me pongo mi sombrero de paja, / que mis hombros cubrirán.--// [IGR # 0110] #9602
É deitado um voato, / na cidade de Sevilha,//que casa duque d` Alba / com dama de grande linha.// [IGR # 0508] #6516
É espalhado um boato / na cidade de Sevilha,//que se casa o duque de Alba / com dama de grande linha.// [IGR # 0508] #2688
Eis o conde, o conde Nino, / seu cavalo vai banhar;//enquanto o cavalo bebe, / cantou um lindo cantar:// [IGR # 0049] #2675
El árbol que Dios plantó, / todo lleno de victoria,//y la tierra que l` echaron, / fueron ramos de la glorias.// [IGR # 0064.1+1537.1+2989] #3537
El bravo alcaide de Rronda / se sale de la alcaidía,//la mañana de san Juan / al punto que amanecía,// [IGR # 2476] #9331
El buen rey padre tenía tres hijas, / todas tres eran muy lindas//La más hermosa de ellas / se llamaba Delgadina;// [IGR # 0075] #3239
El buen rey tenía dos hijos / que los quería en el alma//uno se llama Altamor / y otra la linda Altamada.// [IGR # 0140] #8139
El buen rey tenía tres hijas / muy hermosas y galanas;//la más chiquita de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4970
El buen Rey tenía tres hijas / todas tres como la plata;//se enamoró de Delgadina / en un cuarto la encerrara.// [IGR # 0075] #4968
El buen rey tenía tres hijas / todas tres como una plata,//y la más hermosa d`ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4980
El buen rey tenía tres hijas, / una se llama Delgada.//Un día viniendo de misa / su padre la reparara:// [IGR # 0075] #4952
El buen rey tenía una hija, / Delgadina se llagaba.//--Delgadina,Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.// [IGR # 0075] #4946
El buen rey tenía una hija, / esa y otra no tenía//de la plata la calzaba, / de la seda la vestía.// [IGR # 0212] #8194
El buen rey tenía una hija, / más que aquella no tenía,// que de oro la calzaba / y de plata la vestía.// [IGR # 0212] #1260
El buen rey tenía una hija, / para monja la dejaba//¡Oh , qué yerbas tan viciosas, / criadas tan regaladas!// [IGR # 0138] #8090
El buen rey tenía un hijo, / más que un hijo no tenía//Le brindara la Gallarda / para su merienda un día;// [IGR # 0200] #3286
El buen rey tiene una hija / que Marcelina se llama//un día poniendo mesa / su padre la remiraba.// [IGR # 0138] #1745
El capo de la setena / yo [la] vulguera contá.//Set anys so `nat en galera / sens may terra paltrigá:// [IGR # 0457] #8570
El casar es el casar / cada uno con su igual,//que no casar como Elena, / Elena de Monteadán,// [IGR # 0311] #4832
El castillo está en la torre / casa más alta no había;//no la hizo carpintero / ni hombre de carpintería.// [IGR # 0308.1] #3305
El cielo estaba nubloso, / el sol eclipse tenía,//quando el conde don Belardos / de la batalla salía,// [IGR # 0103] #5898
El cintillo de mi pelo / se lo di a una cocinera//por medio pocillo de agua / y una brasa de candela.// [IGR # 0826] #5180
El comte de l` Aronja / dematí s` en llevé //s` en calsa y s`en bota / e cavall embridé.// [IGR # 0178] #8554
El conde de Altamira, / cuando se iba a cazar,//dejó su mujer bonita, / bonita de tierna edad.// [IGR # 0110] #4124
El conde de Flores, madre, / se ha ido de capitán general;//ha dejado la su esposa / que no cesa de llorar.// [IGR # 0110] #5837
El conde de Marcelino / todas las mañanas va//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9745
El conde de Murcia tiene / una niña muy salada//y la quiere meter monja / ella quiere ser casada// [IGR # 0161] #9404
El Conde de Romanones / tiene una hija muy guapa,// que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #879
El conde de Romanónos / tenía una hija muy guapa,//su papá la quería monja / y ella quería ser casada.// [IGR # 0161] #8984
El conde Fernán González / cabe la villa de Lara,//mientra la gente se junta / sálese a buscar la caza.// [IGR # 0332] #4536
El conde fizo una nave / y metió mucha gente.//benieron la gente /--¿Quién metió esta nave aquí?// [IGR # 0468] #9515
El conde Flores [. . .] / hoy se casa y hoy se va//a poner guerras [en Buso] / en rayas de Portugal,// [IGR # 0110] #8372
El conde lo llevan preso, / el conde Miguel al prado//no lo llevan por ladrón, / ni por cosa que ha robado;// [IGR # 0118] #3280
El conde Miguel fue preso, / el conde Miguel del Prado,//no le llevan por ladrón, / ni por cosa que ha robado,// [IGR # 0118] #5372
El Conde Olinos pasea / por la orillita del mar,//mientras su caballo bebe / él se entretiene en cantar.// [IGR # 0049] #3012
El condeso y la condesa / los ojos son a llorar//porque se va el conde dirre / por capitán general.// [IGR # 0110] #3941
El conde y la condesa / a coger flores se van//el conde extiende su capa, / la condesa su briyal.// [IGR # 0110] #291
El conde y la condesa / a coger flores se van//el conde tiende la capa, / la condesa su brial.// [IGR # 0110] #300
El conde y la condesa / se van a marchar//la condesa esta muy triste / porque el conde se va// [IGR # 0110] #3952
El cura de Aldeonte / tiene una criada//y a la media noche / el cura la llama.// [IGR # 0177] #79
El cura de San Francisco, / de las ánimas traidor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #1702
El cura está malo, / malito en la cama,// a media la noche / llamó la criada.// [IGR # 0177] #1302
El cura está malo, / malito en la cama,// y a la media noche / llama a la criada.// [IGR # 0177] #1300
El cura está malo, / muy malito en cama,// a la media noche / llamó a la criada.// [IGR # 0177] #1299
El cura Villalba / tenía una criada//a la media noche / el cura la llama.// [IGR # 0177] #78
El demonio está enojado, / lleno de malancolía// porque los cristianos rezan / el rosario de María.// [IGR # 0212] #1266
El día cinco de mayo / hay una fiesta en Granada//porque ha nacido una niña / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #5114
El día de la Ascensión, / por ser día señalado//se han salido dos amigos / al monte a coger un palo.// [IGR # 5117] #1929
El día de los santos Reyes / primera fiesta del año//todas damas y doncellas / al rey van pedir guinaldo// [IGR # 0149] #8338
El día de los torneos / pasé por la morería// a dar agua a mi caballo / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #1219
El día de los torneos, / pasé por la morería,// oí cantar a una mora / al pie de una fuente fría:// [IGR # 0169] #1215
El día de los torneos / pasé por la morería//y oí cantar a una mora / al pie de una fuentecilla.// [IGR # 0169] #2507
El día de los torneos / pasé por la morería//y vi lavar a una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #4521
El día de los torneos / recorrí la morería//había una mora lavando / al pie de una fuentecilla.// [IGR # 0169] #565
El día de los torneros / pasé por la moraira,//oí cantar una muera / `ó pé d`una fonte fría.// [IGR # 0169] #6197
El día de los torneros / pasé yo por morería// y oí cantar a una mora / al pie de la fuente fría.// [IGR # 0169] #1220
El día de Nochebuena / un piojo salió a rondar; //en casa de un caballero / a la puerta fue a llamar.// [IGR # 0888] #4898
El día de San Andrés / por ser día señalado,//salieron dos estudiantes / de un estudio muy nombrado// [IGR # 0206] #3412
El dia de San Joan / es festa per tot lo dia,//Fan festa los cristians / y `ls moros de moreria.// [IGR # 0169] #8325
El día de San Juan por la mañana, / como es costumbre donde quiera,//cogen lupe los galanes / y las damas en conserva.// [IGR # 0372] #5528
El día de Sant Joan / cum Sant Joan se desía//fan festa los cristians / los mueros de morería// [IGR # 0169] #2492
El día de Sant Joan / que n`es día d`alegria//fan festa los crestians / i els moros a moreria.// [IGR # 0169] #2489
El día de Todos los Santos / iba un joven pa la iglesia//--Vamos a la romería, / vamos los dos compañeros.// [IGR # 0130] #2168
El día Pascua de flores, / día mejor señalado,//se enamoró de una dama / aquel galán tan bizarro.// [IGR # 0208] #5588
El día quince de enero / en Madrid se presentó//un hijo bien parecido / y natural de Carrión.// [IGR # 0202.9] #9657
El día quince de mayo / Joselito toreaba//en Madrid que por las reses / no pudo lucirse nada.// [IGR # 0916] #9658
El día treinta de abril / en Madrid se presentó//un joven bien parecido / natural del Moreón.// [IGR # 0202.9] #5846
El día trenta de abril / y día de Pascua Flurida//los moros hurtaron a una niña, / la más guapa de la urilla.// [IGR # 0169] #9399
El día veinte de enero / veréis lo que sucedió//en el pueblo San Benito, / provincia de Badajoz.// [IGR # 5131] #3084
El diecisiete de agosto,/ como la historia lo cuenta,//un capitán general/ debajo de su bandera// [IGR # 0176+0168] #4902
El Dio del cielo a Abraham / muchas veces le ha probado, //para cumplirle las diez / fuerte cosa le ha mandado:// [IGR # 0201] #8996
El domingo yendo a misa / encontréme y encontréla,// me encontré con la serrana / de alta Sierra Morena.// [IGR # 0233] #923
El duc se`n va a la guerra, / no sé quan tornarà,// si torna per la Pasqua / o per la {I}Trinité{M}.// [IGR # 0178] #9568
El emperador de Roma / tenía una hija betarda//que la quiere meter a monja / ¡ay! ella quiere ser casada,// [IGR # 0161] #9446
El emperador de Roma / tiene una hija bastarda//muchos condes la pretenden, / caballeros de gran fama.// [IGR # 0161] #1652
El emperador de Roma / tiene una hija bastarda,// que la quiere meter monja / n`el convento `e Santa Clara.// [IGR # 0161] #876
El Emperador de Roma / tiene una hija bastarda//que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #8981
--Elena, abríme la puerta, / que soy Fernando Francés,//que acabo de llegar de Francia./ / [IGR # 0222] #4647
--Elena, abríme la puerta, / si no te da desconfianza;//si soy Fernando el Francés, / que acabo de llegar de Francia.--/ / [IGR # 0222] #4645
--Elena, abríme la puerta, / si no tomás desconfianza;//que soy Francisco Francés, / que ha llegado de Francia.--/ / [IGR # 0222] #4648
El gran rey tenía una hija, / una hija que es bastarda;// la rondan duques y condes, / caballeros de honra y fama,// [IGR # 0161] #878
El imperador de Roma / tenía uma higa bastarda; //condes, duques la pretendem, / caballeros de gran fama;// [IGR # 0161] #7207
El infante conde Niño / la mañana de San Juan//fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9721
Elisarda se pasea / por sus ricos comedores//con un vestido muy largo / que le arrastran los galones.// [IGR # 0159] #9376
El jutje está malalt, / jutje de l` Audiencia,//passan de tremados / los que les van á veure.// [IGR # 2722] #8602
--Ella es rubia y colorada, / relumbra de media legua,//trae zapato picado / y rica media de seda,// [IGR # 0192] #5662
Ella renya al home / perque vespre ve://--Mira, dona, calla, / sinó `t mataré.// [IGR # 1018] #9794
El Lázaro le pidió / al avariento limosna//y como no se la dio, / Cristo le negó su gloria.// [IGR # 0514] #620
El mal rich s` está á la porta, / passa un pobre pelegrí://--Senyó, ¿vol fé caritat / `a aquest pobre pelegrí?-- [IGR # 1094] #9786
. . . El maquinista se bajó / por ver lo que sucedió//y el maquinista que vio / la vía llena de sangre,// [IGR # 0156] #1649
El marinero era San Pedro / y San Juan era capitán.//Una noche muy serena / cayó el marinero al agua./ / [IGR # 0180] #4675
El matí de Sant Joan / com és festa d`alegría,//fan festa los cristians / i els moros a Morería.// [IGR # 0169] #2493
El moro alcayde de Ronda / se sale de su alcaydía//la mañana de san Iuan / al punto que amanecía,// [IGR # 2226] #5827
El Niño Dios se ha perdido, / por el cielo no parece,//le van a buscar al río, / allí está pescando peces.// [IGR # 0179] #5761
El Niño Dios se perdió, / por el mundo anda pidiendo//y se fue a `n casa de un rico / y de allí sale diciendo:// [IGR # 0596] #2070
El niño está malito, / está malitico en la cama,//cuatro médicos lo asisten / y ninguno lo ha curado.// [IGR # 0006] #9283
El novio de Ricardina / malito cayó en la cama// malito está que se muere / malito está que se acaba.// [IGR # 0006] #2348
El Padre Santo de Roma / tiene una hija bastarda,//que la quiere meter a monja / y ella quiere ser casada// [IGR # 0161] #8975
El patró de la galera / pallas curtas n` hi va tirant,//tot tirant n` hi las pallas curtas / la mes curta li `n pertocá.// [IGR # 0457] #8568
El piojo y la pulga / se quieren casar,//no han hecho la boda / por falta de maíz./ / [IGR # 0888] #4776
El piojo y la pulga / se quieren casar,//y no se casan / por falta de manteca./ / [IGR # 0888] #4777
El piojo y la pulga / se van a casar,//y no se casaron / falta de pan./ / [IGR # 0888] #4781
El presidente de Chile / tiene una niña bastarda;//por tenerla más segura / la tiene dentro la sala.// [IGR # 0161] #5051
El presidente de Europa / tenía una hija muy guapa;// él la quería meter monja / y ella quería ser casada.// [IGR # 0161] #874
El primero caballero / que de Francia venía//tenía veinticinco años, / y el pecado no tenía;// [IGR # 0020] #8072
El rei na fetes fe cridas, / cridas na fetes fe,//el qui te la mujer jove / a la guerra ha de ener.// [IGR # 0148] #4480
El rei n`ha fetes crides, / o les ha fetes fer,//que n`han d`anar a la guerra / condes i cavallers.// [IGR # 0178] #3652
El-rei tinha uma filha, / que a queria como a vida.//Rezava o seu rosário duas, / três vezes no dia.// [IGR # 0212] #7724
El rey conde se pasea / la mañana de San Juan//por dar agua a su caballo / a las orillas del mar./ [IGR # 0049] #9158
El rey de pesadumbre / guerra mandó publicar//y a Gerineldo le toca / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4247
El rey excelente / de buen punto vengan//los que tienen lencua / reyes del Oriente.// [IGR # 0770] #1633
El rey lo echó pa la guerra, / para ir a pelear.//--Niña, si vengo a los quince, / niña te podrás casar,// [IGR # 0023+0110] #4374
El rey moro se pasea / por la orillita del mar,//mientras su caballo bebe / él se entretiene en cantar,// [IGR # 0049] #3011
El rey moro tenía una hija / más bonita que la plata//y de ella se enamoró / un hermanito de casa.// [IGR # 0140] #3341
El rey moro tenía un hijo / más hermoso que la plata,//que a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #8345
El rey moro tenía un hijo / más hermoso que la plata, //que de edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6364
El rey moro tenía un hijo / más hermoso que la playa//y a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #5856
El rey moro tenía un hijo / más hermoso que una playa//de la edad de quince años / se enemoró de su hermana.// [IGR # 0140] #1844
El rey moro tenía un hijo / que Raimundo se llamaba//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #458
El rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba,//hijo que quería ser / novio de su propia hermana;// [IGR # 0140] #3004
El rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba// y estando por artas mares / ze enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #9544
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #470
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Estando cenando un día / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6358
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//un día estando cenando / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #459
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día estando comiendo / se enamoró de su hermana// [IGR # 0140] #474
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//Un día yendo de paseo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #475
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba,// / y estando un día de paseo / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6352
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba,//y una noche cenando / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6356
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo le llamaban,// un día estando comiendo / se enamoró de us hermana;// [IGR # 0140] #1055
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba;//y tenía una hija / que era más de guapa.// [IGR # 0140] #6353
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Estando cenando un día / se enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #9065
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba//La otra mañana almorzando / se ha enamorao de su hermana.// [IGR # 0140] #464
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día, a! salir de paseo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6362
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día, estando en la mesa, / se enamoró de su hermana// [IGR # 0140] #6360
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Y un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #6351
El rey moro . . . / una hija tenía.//La piden ricos y condes / y a todos los despedía.// [IGR # 0212] #336
El rey n ha fet fe unas cridas / per espanya y Portugal//que volen a don Lombardo / per capita general// [IGR # 0110] #4047
El rey Pedro iba a caza, / a caza como solía,//los perros iban rendidos, / la caza no aparecía,// [IGR # 0164+0100] #8359
El rey que muncho madruga / ande la reina se ía//La reina staba durminedo / con sus cabellos deshechos.// [IGR # 0426] #3724
El rey, que muncho madruga, / por ande la reina se ha andado,//topó a la reina en cabello, / en cabello destrensado;// [IGR # 0426] #8777
El rey que tanto madruga / ande la reina se iría,//la topa deznuda, / en cavellos destrenzados.// [IGR # 0426] #8909
El rey tenía dos hijos / queridas prendas del alma//el niño era Altamiro / la niña Altamara.// [IGR # 0140] #7990
El rey tenía sus hijos / que pelean que es maravilla.//Él, como padre que era, / su maldición les pedía.// [IGR # 0535] #3783
El rey tenía tres hijas, / Delgadina más estimada.// Y un día comiendo a la mesa / su padre la remiraba.// [IGR # 0075] #1082
El rey tenía tres hijas / muy queridas y muy amadas,// la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1085
El rey tenía tres hijas / muy ricas y aponderadas//la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4960
El rey tenía tres hijas / que era lo mejor que había,// una casada en España / y otra casada en Sevilla,// [IGR # 0503] #9526
El rey tenía tres hijas / todas tres a una igual,//todas tres beben de un vino, / todas tres comen de un pan;// [IGR # 0075] #4964
El Rey tenía tres hijas / todas tres como la plata//la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba// [IGR # 0075] #4982
El rey tenía tres hijas, / todas tres como la plata.//Una se llamaba Ginta / y otra se llamaba Juana,// [IGR # 0075] #4937
El rey tenía tres hijas / todas tres como una grana.//Una se llamaba Rosa / y otra se llamaba Juana,// [IGR # 0075] #4973
El rey tenía tres hijas, / todas tres como una plata//sino que la más pequeña / que Delgadina se llama.// [IGR # 0075] #80
El rey tenía tres hijas, / todas tres de guardia estaban//y la más pequeña de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1704
El rey tenía tres hijas / todas tres eran galanas;//la más chiquitica de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4966
El rey tenía tres hijas / tres hijas como la plata//la más pequeñina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3431
El rey tenía tres hijos, / los tres con capa y espada,// el más chiquito de ellos / se hizo malito en la cama.// [IGR # 0140] #1056
El rey tenía una hija, / cuya hija era bastarda;// la rondan condes y duques, / caballeros de honra y fama,// [IGR # 0161] #875
El rey tenía una hija, / la cosa que él más quería//él de oro la calzaba / y él de plata la vestía.// [IGR # 0212] #8193
El rey tenía una hija, / mucho la quiere y la estima,// vestida la trae de oro, / calzada de plata fina.// [IGR # 0503] #819
El rey tenía una hija / muy querida y estimada;//la piden duques y condes / y a ninguno se la daba// [IGR # 0140] #7989
El rey tenía una hija / muy querida y estimada,// . . . / que le llaman Altamara,// [IGR # 0140] #7995
El rey tenía una hija / vestida de maravilla//de oro la trae calzada, / de plata la trae vestida.// [IGR # 0212] #1705
El rey tenía una huerta / toda de álbores plantada//en medio de aquella huerta / hay una fuente que mana;// [IGR # 0469+0138] #209
El rey tenía un hijo / que le quería en el alma//por la mañana temprano / lo iba a ver a la cama.// [IGR # 0140] #1842
El rey tenía un peral / que ricas peras él daba//cogióselas una hija suya / que fue la su dicha mala.// [IGR # 0469+0138] #8004
El rey turco de Toledo / tiene una hija bastarda,// que él la quiere meter monja / y ella quiere ser casada;// [IGR # 0161] #872
El rey y la reina un día / juntitos a misa van;//Tonillos iba diciendo / lo que se había de callar;// [IGR # 0145] #5400
El romeu y la romera / anaren á Monserrat,//La romera va descalsa / y `l romeu tot desprejat.// [IGR # 2700] #6373
El sábado por la tarde / por tu calle me paseo;//platico con tus vecinas, / ya que contigo no puedo.// [IGR # 0188] #5632
El sábado por la tarde, / por tu calle me paseo,//con las tus vecinas hablo / ya que contigo no puedo.// [IGR # 0188] #5634
El sábado por la tarde / por tu calle me paseo,//converso con las vecinas, / ya que contigo no puedo.// [IGR # 0188] #5633
El sábado por la tarde / por tu calle me paseo,//platico con las vecinas / ya que contigo no puedo.// [IGR # 0188] #5637
Els amich sempre me diuhen: / "Bernadet t` ets de casá."//Yo [be] prou me sasaría, / de dona no `n trovo pas.// [IGR # 0113] #8608
El Santo Padre de Roma / tiene una sobrina en casa,//quiere meterla de monja / y no pretende casarla.// [IGR # 0161] #8939
El Señor Don Gato / seniadito en su tejao,//Ha recibido una carta, / que si quiere ser casao/ / [IGR # 0144] #4735
El Señor me dé el aliento, / entendimiento y memoria//El Señor me dé el aliento, / entendimiento y memoria// [IGR # 3002] #2204
El Señor nos dé su gracia, / y entendimiento María//para poder explicar / una grande maravilla// [IGR # 0217] #8209
El sol detenga sus rayos, / la luna sus luces veras//traduzca el mar con sus olas / y estremézcase la tierra. / [IGR # 0906] #3570
El sol detenga sus rayos / y la luna su luz bella,//caduque el mar con sus olas / y estremézcase la tierra.// [IGR # 0906] #7817
El triste rey don Alonso / viviendo a más andar,//su hijo el rey don Sancho / desheredado lo ha.// [IGR # 0563] #4537
El vasallo dexleale, / el desterrado, el traidor,//el que non cupo en Castilla / maguer que en ella nació;// [IGR # 1399] #7979
El veinticinco del mes, / del mes que le llaman mayo//robaron en una iglesia / los sacramentos sagrados,/ [IGR # 0079+0020] #4798
El veinticinco del mes, / del raes que llamamos Mayo,//robaron el Sacramento / y a Jesús Sacramentado.// [IGR # 0079] #5573
El veinticinco del mes / que se llama el mes de mayo//robaron el Sacramento, / para siempre sea alabado.// [IGR # 0079] #553
El veinticinco de un mes, / de un mes que llaman de mayo//robaron el Sacramento / por siempre sea alabado.// [IGR # 0079] #1820
El veintisiete de junio, / salí pa la morería////y oí cantar a una moza / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2539
El venticinco de un mes, / por cierto que ha sido en mayo//robaron el Sacramento, / para siempre y alabado.// [IGR # 0079] #2174
El vespre es va acostant, / el sopar s`amania,//ja n`entra un jovenet / en cambra de Maria.// [IGR # 2772] #9779
El viernes partió el señor / para la ciudad de samaria.//Sobre el brocal recostóse / viendo que cansado estaba,// [IGR # 0187] #76
Embuelto en sudor y llanto, / el esparcido cabello,//su blanco rostro encendido / de dolor, vergüença y miedo,// [IGR # 0606] #9345
Em certa aldeia indigente, / isto em tempos passados,//viviam muito simpremente / dois velhinhos bem casados.// [IGR # 2960] #2926
Em França havia um castelo, / à conta do rei se fez;//o rei tinha uma filha / chamada D. Inês.// [IGR # 0133] #2728
Em Lisboa está castila, / que à custa de el-rei se fez,//também está uma menina, / chamada dona Inês.// [IGR # 0133] #7012
Em nome de Deus bendito / saiba toda a cristandade,//que está o mundo assombrado / de ver um santo milagre// [IGR # 2896] #2843
Emperatrices y reinas / cuantas en el mundo había,// las que buscáis la tristeza / y huis del alegría,// [IGR # 0314] #1513
Em Sevilha está um santo / que se chama S. Simão//todos os que o vão ver / freirinhas e frades são. [IGR # 0107] #7222
Em vindo dona Silvana, / pelo corredor abaixo,//tocando na guitarra / muito bem que a tangia,// [IGR # 0503] #6697
En aquellos altos montes, / en aquellas altas sierras,// se pasea una serrana, / una serrana se pasea,// [IGR # 0233] #929
En aquel pradito verde / hay una flor encarnada// y la dama que la pise / ha de ser enamorada.// [IGR # 0469] #5383
En aquel prado de avenus / se pasea Ana Benena//con sus tres hijas hermosas, / que daba gusto de verlas.// [IGR # 0184] #149
En Arjona estaba el duque, / y el buen rey en Gibraltar;// envióle un mensajero / que le hubiese a hablar.// [IGR # 0592] #1465
En Belén naciera Cristo, / en Belén en un portal//donde llegan los judíos / todos en comunidad.// [IGR # 0337] #1754
En Belén parió María, / escogida del Señor, //parió un niño como el oro / que relumbra como el sol;// [IGR # 0237] #5734
En Burgos está el buen rey / asentado a su yantar,// cuando la Jimena Gómez / se le vino a querellar.// [IGR # 0001] #1414
En Burgos hay una niña / que Catalina se llama,//todos los días de fiesta / su padre la castigaba,// [IGR # 0126+0180] #8679
En Burgos nació una niña / que Catalina se llama,// su padre era un perro moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126] #1286
En ca del buen reye / se perdió un caballo,//decían que el conde / lo había robado.// [IGR # 0477] #8821
En Cádiz hay una joven / viuda y con una hija,//alta, de buen parecer; / quince años tenía Rita.// [IGR # 5058] #3097
En Cádiz hay una niña / que Catalina se llama//Su padre es un perro moro, / su madre, una renegada;// [IGR # 0126] #8206
En Cádiz hay una niña / que Cataliña se llama,//todos los días de fiesta / su padre la castigaba,// [IGR # 0126+0180] #5698
En Cádiz hay una niña / que Catalina se llama.//Todos los días de fiesta / su padre la regañaba// [IGR # 0126] #5108
En Cádiz nació un niño / de parto natural,// hijo de padres nobles / como los hay acá;// [IGR # 0178] #1356
En casa de Aires / un pobre pedía,//particralo la madre, / bajáralo la hija.// [IGR # 0189+0148] #5428
En casa de los mis padres / un traidor pidió posada;//mis padres como eran nobles / al momento se la daban.// [IGR # 0173] #8011
En casa del rey mi padre / un traidor pide posada;// mi padre, como era noble, / muy luego se la mandaba.// [IGR # 0173] #982
En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada//mi padre, com` es tan bueno, / al momento se la daba.// [IGR # 0173] #1829
En casa del rey, mi padre, / un traidor pidió posada.//Mi padre, como era noble, / al instante se la daba.// [IGR # 0173] #9833
En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada,// mi padre, como es tan noble, / luego se la mandaba.// [IGR # 0173] #980
En Castilla está un castill / y aquel castillo lucero//rodeado está de almenas / del oro de la Turquía,// [IGR # 0308] #9372
En Castilla no avié rey / ni menos enperador,//sino un infante niño / y de poco balor// [IGR # 1130] #5792
En catorse de Nisan / el pueblo de Israel,//el pueblo de Israel, / de Ayifto salió cantando.// [IGR # 2853] #7931
En Ceuta estaba el buen rey, / ese rey de Portugal,// cuando le dieron aviso / de tristeza y de pesar,// [IGR # 2255] #1517
--Encierren la Sildanita / en un aposento oscuro,//que tenga cuatro ventanas. / . . . --/ / [IGR # 0075] #4639
Encima de un pino verde / y encima de un verde pino,// encima de un pino verde / oí cantar un pajarcillo,// [IGR # 0113] #1160
Enciméntase una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4344
En coche va la niña, / hija de un capitán,.//¡Qué lindo pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?/ / [IGR # 3013.9] #4764
En coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5099
En coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5107
Encontrárase el hijo del rey / muy enfermo en una cama;//fue su padre a visitarle / un día por la mañana.// [IGR # 0140] #3595
Encontrei Frei João, / numa manhã de geada,//Com um instrumento na mão, / vinha a ser uma guitarra.// [IGR # 0309] #6851
Encontrei um valezinho / todo de robles cercado//e vi uma pastorinha / dando voltas a seu gado.// [IGR # 0329] #7752
Encontréla y encontréla, / y un domingo yendo a misa,//encontréi con la serrana / que habita en Sierra Morena.// [IGR # 0233] #7450
En corte del casto Alfonso / Bernaldo a placer vivía,// sin saber de la prisión / en que su padre yacía.// [IGR # 1524] #1391
En cortes entra Bernardo, / luego que entendido havía//que esse casto rey Alfonso / a Carlos dava a Castilla;// [IGR # 1571] #8510
En el alto de la sierra / viv` un rico labradore//aquel tal tien una hija / más hermosa que un sole// [IGR # 0083] #1701
En el campo de San Julio / hay una rosa tirada//y aquella que la pisara / se quedara enamorada.// [IGR # 0075] #3296
En el campo El Moro, / en la verde oliva//donde cautivaron / aquellas tres niñas.// [IGR # 0137] #246
En el campo hay una flor / que está toda deshojada//y la dama que la pise / será la más desgraciada // [IGR # 0138] #9397
En el campo hay una hierba / muy querida y regalada,// la mujer que la pisase / luego saldrá embarazada;// [IGR # 0469+0138] #836
En el campo hay una hierba / que le llaman la malvada,// que toda la que la pisa / de ella queda embarazada;// [IGR # 0469+0138] #837
En el campo hay una rosa / que se llama la rosada//la doncella que allí pise//será la más desgraciada.// [IGR # 0469] #354
En el campo moro, / en la verde oliva,//donde cautivaron / tres hermosas niñas,// [IGR # 0137] #5340
En el campo, moro / en medio la oliva,//donde cautivaron / tres hermosas niñas;// [IGR # 0137] #8642
En el campo moro, / entre las olivas,// fueron cautivadas / tres hermosas niñas.// [IGR # 0137] #1224
En el campo moro / y en la verde oliva,//donde cautivaron / tres hermosas niñas,// [IGR # 0137] #5341
En el cerco de Çamora / grandes alaridos ay,//no enbate ni pelea / mas en dolor y pesar// [IGR # 1210] #5791
En el jardín de Cupido / se paseaba Sildana//su padre la envió a llamar / por un paje que tenía.// [IGR # 0005] #8145
En el jardín de la reina / hay una herba muy mala//toda mujer que la pisa / pronto sale embarazada.// [IGR # 0159] #1678
En el jardín de las damas / se passea el rey Rodrigo,//por alargar la cadena / que a un pensamiento cautivo.// [IGR # 0570] #9343
En el mar hay un castillo / fundado de maravilla.//Tiene las ventanas de oro. / las rejas de plata fina,// [IGR # 0308.1] #4927
En el mes de abril y mayo / cuando empiezan los calores//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores;// [IGR # 0023] #186
En el monte hay un palacio / que le dicen de Oruzbel//y allí vive una muchacha / que la llaman Isabel.// [IGR # 0133] #5214
En el monte murió Cristo, / Dios y hombre verdadero//no murió por sus pecados, / que murió por los ajenos.// [IGR # 0664] #8302
En el nombre de Jesús / que todo el mundo ha formado,// y de la Virgen su Madre, / que de niño lo ha criado,// [IGR # 0800] #1591
En el nombre de Jesús / y la Virgen Soberana//te escribo, esposa querida,, / esta lastimosa carta // [IGR # 0510] #8851
En el nombré de María, / nuestra reina soberana,//daré principio a contar / de una apacible hazaña// [IGR # 0902] #3556
En el palacio del rey / hay una hierba muy mala,//que la dama que la pise, / dice que sale embarazada// [IGR # 0469] #7214
En el Palaciu del Rey / e a un pom dor estampat//e un cap e á se lluna / y e saltra es sol pintat// [IGR # 0002] #8060
En el parador de Roma hay una hija bastarda.// Condes, duques la pretenden / caballeros de gran fama.// [IGR # 0161] #8983
En el portal de Belén, / en la ciudad de Judea//parió la Virgen María / y le alumbraba una estrella.// [IGR # 0237] #8272
En el portal de Belén//está la Virgen parida, / que la alumbraba una estrella.// [IGR # 0199] #8303
En el portal de Belén / está la Virgen pariendo,//la está alumbrando una estrella / y un reluciente lucero.// [IGR # 0644] #5721
En el portal de Belén / `taba la Virgen María.//con su librito en la mano, / que ella rezaba y leía.// [IGR # 0702] #3535
En el pueblo de Altazona / y en el reino de Navarra//habitaba un matrimonio / como el sacramento manda.// [IGR # 4012] #2128
En el pueblo de Garganta, / a siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7295
En el pueblo de la Olla, / legua y media de Palencia,// habitaba una serrana, / blanca, rubia, ojimorena,// [IGR # 0233] #931
En el pueblo de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una gitana / alta, rubia y sandunguera:/ / [IGR # 0233] #7285
En el pueblo `e Valporquero, / lugar de mucho tener,// vivían tres comadruelas / de un mismo barrio las tres.// [IGR # 0275] #1314
En el pueblo Miraflores / hay una dama enviciada//desprecia condes y marqueses / y a señoritos de gala.// [IGR # 0161] #36
En el reino de Valencia / els aires hi van pasando//con un padre y dos hijos, / valerosos y afamados.// [IGR # 0766] #8056
En el reino de Venecia / hay un rey muy aguerrido;//este rey tiene una hija / que es su ídolo querido,// [IGR # 0023] #5414
En el reyno de León / quando el casto rey Alfonso reynaba,//hermosea hermana tenía, / doma Xiniena se llama, // [IGR # 0013] #8470
En el salón de aquel valle / donde Carmela paseaba,//con los dolores de parto / la vida se le arrancaba.// [IGR # 0153] #3599
En el tiempo que Mercurio / en occidente reinaba,// hubo en Venus su mujer / un hijo que tanto amaba.// [IGR # 0386] #1524
En el tiempo que reinaba / el santo rey don Fernando//primo de aquel alevoso / nuestro rey que fue don Sancho,// [IGR # 0002] #1868
En el tiempo que reinaba / y en virtudes florecía,// ese conde don Ramón, / flor de la caballería,// [IGR # 2687] #1585
En el valle, valle, / de la verde oliva,// donde cautivaron / tres niñas perdidas.// [IGR # 0137] #5505
En el verg+el de la reina, / hay cresido un bel rozal;//la raís tiene de oro, / el simiente de un bel cristal.// [IGR # 0049] #3702
En esa ciudad de Búrgos / en Cortes se habían juntado// el rey que venció las Navas / con todos los hijosdalgo.// [IGR # 2405] #1451
En esta ciudad del rey / se pasea una serrana,//blanca, rubia y encarnada, / bonita como una perla;// [IGR # 0233] #7415
En esta ciudad vivía / un caballero de fama//En esta ciudad vivía / un caballero de fama,// [IGR # 0501] #2027
En este estalló una guerra / entre España y Portugal;//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9254
En este mismo momento / se ha publicado una guerra//en Francia y en Portugal / nombraron a Gerineldo// [IGR # 0023+0110] #4334
En esto hubo una guerra / en Francia y en Portugal;//ya llevan a Girineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4129
Enfermo el-rei de Castela / em cama de prata estava;//desque seu mal o turgiira, / sete doutos consultava// [IGR # 0009] #2601
Enfermo estaba el don Juan, / enfermo estaba en la cama,//siete doctores le curan / de los mejores de España; [IGR # 0006] #9285
En Francia estava Belerma / alegre, y regozijada,//hablando con sus donzellas, / como otras vezes usava.// [IGR # 0252] #8897
En Francia hay una guerra, / en Francia y en Portugal,//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4316
En Francia hay una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo lleva! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5103
En Francia nace un niño, / de padre militar,//Por no tener padrinos, / Mambrú se ha de llamar./ / [IGR # 0178] #4754
En Francia nació un niño / de padre natural,//por no tener padrino / Mambrú se ha de llamar.// [IGR # 0178] #5240
En Francia nació un niño / de padre natural//por no tener padrino / Mambrú se ha de llamar.// [IGR # 0178] #5243
En Francia nació un niño / de padre natural,//por no tener padrinos / murió sin bautizar.// [IGR # 0178] #5238
En Francia nació un niño / de padres natural,// sus padrinos fueron / los reyes de Portugal.// [IGR # 0178] #1357
En Francia nació un niño / de un parto natural//al cabo de los tres días / lo llevan a bautizar,// [IGR # 0178] #1765
En Francia nació un niño / muy bello y sin igual,//por falta de madrina / Mambrús se llamará.// [IGR # 0178] #5234
En Galicia había una niña, / Catalina se llamaba.//Su padre era un rey moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126] #5112
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama;//su padre era un perro malo, / su madre una renegada.// [IGR # 0126+0180] #9506
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama.//Su padre era un perro moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126+0180] #5118
En Galicia hay una niña / que Catalina se llamasu padre era un perro moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126] #135
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama.//Todos los días de fiesta / su madre la regañaba// [IGR # 0126+0180] #5110
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama//Todos los días de fiesta / su padre la castigaba// [IGR # 0126] #136
En Galicia hay una niña / que le llaman la Isabel//que no la daban sus padres / ni por ningún interés.// [IGR # 0133] #3120
En Garganta de la Hoyo / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana / metidita en una cueva.// [IGR # 0233] #7444
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7294
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7298
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7306
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / rica, y guapa y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7284
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia, //paseaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7318
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//se pasea una serrana, / alta, rubia, aragonesa;/ / [IGR # 0233] #7317
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//y habitaba una serrana / y alta y rubia y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7292
En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7289
En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7299
En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7301
En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana / que parecía una fiera,/ / [IGR # 0233] #7290
En Garganta la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7288
En gran pessar y tristeza / era el valiente Bernaldo, //por ver a su padre presso / y no poder libertallo. // [IGR # 1542] #8499
en guerra ya se levantan / la Francia con Portugal// al conde Florez le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #3863
En la aldea referida / un labrador afamado//que pasa de caudal / de doscientos mil ducados.// [IGR # 5033] #8242
En la Baja Extremadura, / en Extremadura Baja//allí vive un caballero / de hacienda algo moderada.// [IGR # 0745] #2184
En la calle / de la verde oliva,//donde cautivaron / tres niñas cautivas.// [IGR # 0137] #5506
En la calle de la villa / está una fuente de agua clara,//la dama que toma de ella / siempre se ve conturbada.// [IGR # 0469+0138] #5217
En la calle del Turco / lo mataron a Prim,//sentadito en su coche / de una manera vil.// [IGR # 0154.9] #5277
En la capital de Burgos / en medio la población,//hay una mujer muy guapa; / más vale que fuera íea.// [IGR # 0096] #5482
En la cibdad de Madrí / se cría una hermosa dama,//ella no tenía padre / pero poco la faltaba.// [IGR # 0701] #9462
En la ciudad de Alguilar, / en los jardines de Italia,//había una señorita / llamada doña Leandra.// [IGR # 0446] #9556
En la ciudad de Betulia / Judich quiso dejar//el luto que había guardado, / del contino sospirar.// [IGR # 0893] #4543
En la ciudad de Burgos / a don Juan vino una carta//lo que en la carta traía / lo diré si me acordara:// [IGR # 0139] #2122
En la ciudad de Jaén / un moro que en Cristo andaba//llora porque non tien` hijos, / por los de Dios sospiraba.// [IGR # 0196] #3259
En la ciudad de León,/ en frente la calle Nueva,//vive un lindo mercader/ de ricos paños de seda.// [IGR # 0096] #4907
En la ciudad de León / por muchas partes nombrada//por lo rico y apulento / y de todos alabada,// [IGR # 0816] #1946
En la ciudad de Lisboa, / en medio ` la calle Nueva//habitaba un caballero / tratante en paños de seda.// [IGR # 0096] #8227
En la ciudad de Logroño, / en el nido de una barra//hay una linda doncella / que Catalina se llama,// [IGR # 0126+0212] #130
En la ciudad de Logroño / se deleitaba un mancebo//en guardar unas ovejas / y en buscarlas el sustento.// [IGR # 0323] #107
En la ciudad de los moros, / que es una ciudad muy grande,//donde una niña se crió, / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #5113
En la ciudad de Madrid, / en la calle del Romero//allí habita un mercader / que trata en paños de seda.// [IGR # 0767] #8232
En la ciudad de Madrid, / junto a los caños del agua//habitaba una viudita, / viudita y muy bien honrada;// [IGR # 0529] #1964
En la ciudad de Madrid / junto a los canos del agua//viven dos fieles amigos / muy pulidos camaradas.// [IGR # 0147] #8394
En la ciudad de Madrid, / junto a los caños del agua,// vivía un caballero / que Juan Antonio se llama// [IGR # 0075] #1090
En la ciudad de Madrid, / junto al reino de Toledo//habitaba una viuda / con su triste desconsuelo.// [IGR # 0182] #8241
En la ciudad de Madrid / pasea doña Manuela,//con dos hijas a su lado, / Blancaílor y Gerumbela.// [IGR # 0184] #5498
En la ciudad de Madrid, / que es ciudad nombrada y buena,//residía un caballero / que trata en paños de seda;// [IGR # 0084] #5545
En la ciudad de Madrid / residía un caballero//con su mujer y sus hijos, / más preciosos que el sol mesmo.// [IGR # 0166] #2120
En la ciudad de Madrid / se paseaba una romera//blanca, rubia y colorada, / hermosa como una perla.// [IGR # 0192] #8181
En la ciudad de Madrid / sucedió lo que ahora cuento://una mujer muy devota / del divino Sacramento,// [IGR # 0182] #5576
En la ciudad de Madrid/ una hermosa linda Juana,//camarera de la reina/ que ella viste y la calza.// [IGR # 0102] #4886
En la ciudad de Oviedo / dos peregrinos entraron//vestidos de cotonilla, / bordones de oro en las manos.// [IGR # 0526] #1699
En la ciudad de Segovia / por todo el mundo nombrada,//por lo fuerte y abundante, / que el cielo mismo la guarda// [IGR # 0139] #3551
En la ciudad de Sevilla / una serrana pasea,// linda como el sol que sale, / bonita como una estrella.// [IGR # 0233] #9589
. . . / en la ciudad de Toledo//ha vivido y vivirá / un hidalgo caballero,// [IGR # 0166] #5538
En la ciudad de Toledo / muy grandes fiestas hacía//ese rey godo, Rodrigo, / con su gran caballería// [IGR # 0280] #7826
En la ciudad de Toledo / y en la ciudad de Granada,//y ahí se ha criado un mancebo / que Diego León se llama.// [IGR # 0163] #7807
En la ciudad de Tortosa / vivía una linda dama//ni nunca hubiera nacido / ni sus padres la engendraran// [IGR # 0873] #2157
En la ciudad de Trujillo, / ciudad muy ennoblecida//vivían dos caballeros / que tenían una hija;// [IGR # 0478] #2152
En la ciudad de Valencia / arreíca un caballero//nacido de nobles padres, / llamado don Blas Romero.// [IGR # 0751] #2170
En la ciudad de Valencia / que es muy bonita ciudad//el rey que tiene una hija / la tiene de por casar// [IGR # 0110] #3915
En la ciudad de Valencia / un matrimonio vivía,//eran ricos y hacendosos / y una hija que tenían,// [IGR # 9448] #8012
En la ciudad más alegre / que calienta con sus reflejos//de ese farol luminante / que se atechonan los cielos,// [IGR # 0646.0] #8831
En la corte de Madrid / en una pequeña aldea//hay un niño chiquitito / que a los tres años no llega.// [IGR # 0096] #3394
En la corte de Madrid / hay una fuente muy clara;//cuatro caños tie la fuente, / por todos los cuatro mana:// [IGR # 0446] #4872
En la corte de Madrid, / junto a los caños del agua//allí vivió un caballero / que don Pedro se llamaba,// [IGR # 0102] #3260
En la corte de Madrid / va un caballero a la iglesia;//más va por ver a su dama / que no por ver las completas.// [IGR # 0130] #8631
En la Fuente `e las Tres Gotas, / allá habitaba un mancebo//guardando un atajo `e cabras / y dándolas el sustento.// [IGR # 0323] #108
En la Garganta de Onda, / legua y media de Plasencia,// habitaba una serrana, / alta, rubia y zandunguera.// [IGR # 0233] #930
En la Garganta `la Olla / una serrana vivía,//con una trenza de pelo / . . ./ / [IGR # 0233] #7310
En la gran ciudad de Cádiz / andaba un cebollinero//tullido de pies y manos / que era una lástima el verlo.// [IGR # 0322] #5705
En la gran frasca de Cádiz / hay un señor que le llaman//don Pedro Acil de la Fuente, / de hacienda muy moderada.// [IGR # 0769] #5606
En la gran Sierra Morena / un labradorcito había.//Viniendo un día de arar / viniendo como otros venían,// [IGR # 0185] #8682
En la huerta del rey, padre, / once mil manzanas vi//doces eran para otro / y amargosas para mí.// [IGR # 0281] #1657
En la mita del camino / el Niño pide beber,// y vienen las aguas turbias / y no se pueden beber.// [IGR # 0226] #9822
En la plaza del Turco / le mataron a Prim//sentadito en su coche / con la guardia civil.// [IGR # 0154.9] #9637
En la provincia de Cuenca / vivía una viudita//que tan sólo tenía un hijo, / el amparo de su vida.// [IGR # 0371] #3195
En la provincia Guipuzcoa, / ciudad muy rica y amena,//habitaba doñ Antonio / con su esposa doña Petra.// [IGR # 0744] #3421
En la puerta `el paraíso / `taba la Virgen María//con un librito en la mano,:/ la mitad rezaba, la mitad leía.// [IGR # 0702] #3536
En la raiz de un arao / había una señorita,//hija de Pedro Racero, / que se Mama Agustinita.// [IGR # 5031] #3082
En las alturas del cielo / una ermita se facía//non la fizo carpintero, / ni obra de carpintería,// [IGR # 0308.1] #3266
En las calles de Madrid, / junto a los caños del agua,//residen dos caballeros / de la nobleza de España.// [IGR # 0147] #5607
En las calles de Madrid, / muy bien rica y hacendada//residía una señora, / que se llama doña Juana;// [IGR # 0769] #1973
En las calles de Madrid / un caballero vivía//el cual que tiene dos hijas, / ambas las casó en un día.// [IGR # 0374] #8230
En las cortes de León / gran fiesta se ha pregonado,// mandáralas pregonar / el rey don Alfonso el Casto.// [IGR # 0291] #1397
En las huertas de mi padre / herido me le he hallado.//Curéle las sus heridas / con rosas y vino blanco;// [IGR # 0502] #3609
En la sierra de Piornal, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7304
En las Indias de León / muchas guerras andarán// al niño enduque le llevan / por capitán general.// [IGR # 0110] #3945
En las montañas de España / se crió una niña bella//más hermosa, que parece / una reluciente estrella.// [IGR # 0891] #2109
En las salas de París, / en el palacio sagrado// donde está el emperador / con su imperial estado,// [IGR # 0358] #1603
En la tierra del rey moro, / donde Gonzalo paseaba//todos pasan y lo miran / y ninguno le dice nada.// [IGR # 0731] #2145
En la verde, verde, / en la verde oliva,//donde cautivaron / a mis tres cautivas;// [IGR # 0137] #8852
En la villa de Madrid, / junto a la calle Londera//había un rico mercadel / que trata en paños y seda.// [IGR # 0096] #8223
En la villa de Madrid / (nos asista y no nos falte)//se pasea una doncella / hermosa, de lindo talle,// [IGR # 0783] #2177
En la villa de Madrid, / villa de corte se llama//habitan dos caballeros / de la nobleza de España,// [IGR # 0147] #42
En León y las Asturias, / Alfonso el Magno reinava,//el tercero deste nombre / de los que antes reinavan.// [IGR # 1563] #8506
En llamas de amor deshecho / y qual fiero Marte ayrado,//se parte el valiente Muça / al campo del rey Fernando.// [IGR # 1334] #5825
En lo alto de aquel monte / un grande palacio había//allí habita un caballero / que tiene una hermosa hija.// [IGR # 0212] #8198
En lo más alto del monte / se pasea una doncella,//blanca y rubia como el sol / que relumbra de una legua // [IGR # 0192] #5659
En los altos miradores / está la reina mirando,//hija de doña Isabel / y mujer de don Fernando.// [IGR # 0061] #4452
En los altos miranderos / está la Virgen mirando//mira al rey, mira a la reina, / mira a Felipe y Fernando:// [IGR # 0061] #4453
En los campos de Carmoña, / donde va el agua a Sevilla,//por un senderito angoso / una romera camina// [IGR # 0100] #3756
En los campos de Malverde / se paseaba una niña//con los pies siega la yerba, / con el calcaño la tría,// [IGR # 0232] #3271
En los campos de Valverde / había una yerba muy mala// la que pisa aquella yerba / presto vuela embarazada.// [IGR # 0138] #8088
En los montes de Carmona / una serrana pasea;//ni serrana ni serrano / que vaya tan bien compuesta.// [IGR # 0233] #8647
En los pasos de Carmona, / donde el agua va a Sevilla,//se pasea una señora, / la flol de la maravilla,// [IGR # 0100] #9383
En los reinos de León / el casto Alfonso reinaba:// hermosa hermana tenía, / doña Jimena se llama.// [IGR # 0013] #1390
En Madrid hay una niña / que la llaman Isabel//que no la daban sus padres / ni por ningún interés,// [IGR # 0133] #7822
En Madrid hay una niña / que la llaman la Isabel,// que no la daban sus padres / ni por ningún interés,// [IGR # 0133] #988
En Madrid hay una niña, / que le llaman Isabel,//que no la daban sus padres / ni por ningún interés,// [IGR # 0133] #7005
En Madrid hay una niña / que le llaman la Isabel// que no la daban sus padres / ni por todo el interés.// [IGR # 0133] #992
En Madrid hay un palacio / que la llama(n) y no lo es//. . . / que le llama(n) y no lo es// [IGR # 0133] #3162
En Madrid hay un palacio / que le llaman de Oropel//y allí vive una muchacha / que la llaman la Isabel.// [IGR # 0133] #5215
En Madrid hay un palacio / que se llama el Oropel,// y en él habita una niña / que se llamaba Isabel.// [IGR # 0133] #987
En Madrid hay un palacio / y en el palacio, un hotel//y en el hotel, una niña / que la llaman la Isabel,// [IGR # 0133] #3432
En Madrid se hizo una torre, / la más alta de Toledo//hízola el rey don Fernando, / pagóla con su dinero;// [IGR # 0053] #1661
En Madrid una señora, / casadita y de respeto//esa tal tenía una hija / que la crió el Santo Cielo;// [IGR # 0723] #2116
En Madrid / una viudina ha habitado//sólo tenía tres hijos / que mal tormento le han dado:// [IGR # 0917] #2150
En mayo,// y en mayo era, / cuando las fuertes calores,//cuando la cebada seca, / los trigos en granaciones,/ [IGR # 0078+1027] #9749
En Mayo y en mes de Mayo, / cuando las fuertes calores,//cuando los trigos encañan / y en el campo nacen flores.// [IGR # 0078] #9410
. . . En mi casa entra un alférez / y a mi madre la requiebra//me la agarra de la mano / y a la sala se la lleva// [IGR # 0096] #601
En mi casa hay un peral / cubierto de perlas finas,//en el gajo más cargado / se sienta una golondrina,// [IGR # 0826] #5181
En mis güertas crezen flores / y en los sacsis graveínas, //se apean damas y donzellas / a ver esta maravilla// [IGR # 0170] #8917
Enojada estaba Roma de ese pueblo soriano:// envía, que le castigue, / a Cipión el Africano.// [IGR # 2686] #1380
En Paría hay un peral / que las lindas peras daba,// la dama que las pisara / embaranzada quedara;// [IGR # 0469+0138] #841
En París está doña Alda, / la esposa de don Rondare,//trescientas damas con ella, / todas de alto buen linage.// [IGR # 0539] #5909
En París hay una niña / que Catalina se llama,//todos los días de fiesta / Catalina arrodillaba,// [IGR # 0126+0180] #5697
En Peñas Umbradas / y en Peñas Umbrías,// moros y cristianos / andan a porfía,// [IGR # 0169] #1207
En poder de moros va, / en poder de moros iba//en poder de moros va / la esposa de don García.// [IGR # 0183] #8152
Enquanto bebe que não bebe / solta um lindo trinar.//Ouvira o el rei / donde andava a passear.// [IGR # 0049] #6435
En Salamanca había una joven / pura y hermosa como un jazmín.//Ella solita se mantenía / haciendo ropa para Madrid;// [IGR # 5023.9] #3210
En santa Águeda de Burgos, / do juran los hijos de algo,//allí toma juramento / el Cid al rey castellano:// [IGR # 0035] #7545
En Sevilla, a un sevillano / cuatro hijas le dio Dios,// y la más chiquita de ellas / le llamó la inclinación.// [IGR # 0231] #885
En Sevilla a un sevillano / siete hijas le dio Dios,//y tan mala suerte tuvo / que ninguna fue varón.// [IGR # 0231] #8949
En Sevilla a un sevillano / siete hijos le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #521
En Sevilla hay un peral, / ¡oh, qué ricas peras daba!//la dama que las comiese / embara[zada] quedaba.// [IGR # 0138] #8097
En Sevilla un sevillano / cuatro hijas le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguna fue varón.// [IGR # 0231] #529
En Sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//de siete hijos que tuvo / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #528
En Sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//que de siete hijos que tuvo / y ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #527
En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios//la mala suerte que tuvo / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #522
En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios//y la desgracia que tuvo / que ningua fue varón.// [IGR # 0231] #531
En Sevilla un sevillano / siete hijos le dio Dios// y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #883
En Sofía hay una fuente / una fuente muy corriente.//El muxluc tiene de oro, / la tasa de plata fina.// [IGR # 0469+0138] #8025
entada está la niña, / asentada en el vergel,//los pies tiene en la verdura, / sus manos en bien hazer.// [IGR # 0191] #5902
En tiempo de abril y mayo, / en tiempo de primavera//cuando sortean los quintos / y los mandan a la guerra,// [IGR # 0168] #8131
En tierra de señorío / una serrana pasea,//con su pelito enrollado / debajo de su montera;// [IGR # 0233] #7413
En tierras del rey de España / una serrana pasea, //blanca, rubia, encarnada, / bonita como una perla;// [IGR # 0233] #7383
En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y encarnada, / bonita, que no era fea;// [IGR # 0233] #7400
En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y encarnada, / bonita, que no era fea; // [IGR # 0233] #7388
En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y generosa, / bonita como una estrella;// [IGR # 0233] #7414
En tierras del rey de Francia / una serrana pasea,//blanca, rubia y colorada, / bonita como una perla.// [IGR # 0233] #7396
En Toledo estaba Alfonso, / que non cuidaba reinar;// desterrárale don Sancho / por su reino le quitar// [IGR # 1263] #1441
En Toledo hay una torre, / la más alta que allí había//en el medio de la torre / una doncellita había,// [IGR # 0212] #8197
Entrar quería el mes de mayo / y el de abril salir quería//cuando la rosa fallara / demuestra sus valentías,// [IGR # 0431] #8790
. . . //Entre dolor y dolor, / entre puntada y puntada//entre dolor y dolor / un niño varón lloraba.// [IGR # 0138] #8101
Entre España y Portugal / ha estallado una gran guerra,//que llamen a Gerineldo / príncipe de la bandera// [IGR # 0023+0110] #4150
Entre Francia y Portugal / se va a formar una guerra//y a Gerineldo le llaman / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4359
Entre la gente se dice, / y no por cosa sabida,// que del honrado Maestre / don Fadrique de Castilla,// [IGR # 0286] #1459
Entre moros y cristianos / andan a porfías,// la hija de la reina / la llevan cautiva,// [IGR # 0169] #1209
--Entren, si traen dinero, / que si no, no hay posada.--//San José se afligía / María le consolaba:// [IGR # 0710] #3306
Entre pazes e a guerra me cativaram os mouros,// não havia mouro, nem moura, oh, tão lindo! passasse de à noite vera.// [IGR # 0443+0317] #9401
Entre San Pedro y San Juan / hicieron un barco nuevo,//el barco era de oro, / los remos eran de acero,// [IGR # 0180] #5264
Entre unas cosas y otras / Guillerma cayó esmayada.//Ni con vino ni con agua / no fueron a recordarla.// [IGR # 0353] #1881
En tu puerta llama un niño / más hermoso que el sol bello//dice que no tiene frío / y está desnudito en cueros.// [IGR # 0179] #2067
En una augusta ciudad, / corte insigne y celebrada,//sucedió un día de Corpus, / de que después de acabada// [IGR # 0902] #3557
En una casa de campo / está mi Dios a la muerte//en cama de campo vive, / en cama de campo muere.// [IGR # 0716] #2084
En una ciudad famosa / que la llaman de la Algaba//había un bizarro mozo / que Diego León se llama.// [IGR # 0163] #1993
En una playa arenosa / una blanca sombra vi, //y entre más me retiraba, / más se acercaba a mí.// [IGR # 0168] #5045
. . . / En unas altas montañas//se encontraba una pastora / con un atajo de cabras.// [IGR # 0214] #260
En un coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5097
En un desierto apartado, / junto al mar de Galilea//hoy nos muestra Jesucristo / su divina onipotencia.// [IGR # 0645] #539
En un hospital de Cádiz / habitaba una enfermera// y varios los soldaditos / le hablaban de esta manera:// [IGR # 0176] #1007
En un lugar de Francia / en una pequeña aldea// había un mercader muy rico / tratante de paño y seda.// [IGR # 0096] #2968
En un lugar junto a Burgos / que se llama Villarcayo//allí tiene un padre un hijo, / un hijo muy estimado,// [IGR # 0201] #5363
En un lugar junto a Francia, / en una pequeña aldea,/ / hay un mercader muy rico / tratante de paño y seda,/ / [IGR # 0096] #4793
En un verde campo / una verde oliva//la hija del rey / la llevaban cautiva// [IGR # 0169] #2585
En Valladolid de arriba, / junto a los caños del agua,//vive bem un caballero / que don Diego se llamaba.// [IGR # 0410] #2658
En Valladolid la rica, / junto a los caños del agua//esa tal tenía una hija, / Teresina se llamaba.// [IGR # 0410] #1944
En Valladolid, señores, / junto a los caños del agua//habitaba un caballero / que don Juan s`apellidaba.// [IGR # 0410] #8207
--Envergonhe-se, minha mãe, / bem se pode envergonhar,//uma dama já casada / `inda gosta de brincar!// [IGR # 0095] #6748
En Villamedia del Campo / han hecho capillanía,//entre duques y marqueses / toda gente muy lucida.// [IGR # 0170] #3355
Era Deus no princípio, / e tudo criar pensou;//céu, terra, água e fogo / tudo do nada criou.// [IGR # 2688] #2632
Era el-rei de Leão / casado c`uma princesa / devota, de Portugal, / de Santo António varão.// [IGR # 4001] #2811
Era filha de um rei, / foi aprender a nadar,//Deixou cair su jóia / no fondo do mar.// [IGR # 2964] #5787
Era meianoite em ponto, / a uma porta batiam.//--Se é Bernardo Francês, / a porta lhe vou abrir;// [IGR # 0222+0168] #6885
Era meia-noite / quando o ladrão veio,//deu três pancadinhas / à porta do meio.// [IGR # 0189] #7050
Era meia-noite / quando o ladrão veio,//deu três pancadinhas / à porta do meio.// [IGR # 0189] #7047
Era meia-noite / quando o pobre veio,//deu três pancadinhas / à porta do meio.// [IGR # 0189] #7052
Éramos tres hermanitas, / hijas del rey de Aragón;//se murió su padre y madre / quedó su hermano el mayor.// [IGR # 0847] #8881
Eram três irmãzinhas, / todas três de um parecer;//ensinavam umas às outras / a bordar e a coser.// [IGR # 0536] #2726
Eran dos hermanos huérfanos / criados en Barcelona;//el niño se llama Enrique / la niña se llama Lola.// [IGR # 5129] #5777
Eran dos hermano(s) huérfanos / nacidos en Barcelona;//el niño se llama Enrique, / la niña se María Lola.// [IGR # 5129] #3086
Era pelo mês d`Abril, / de Maio antes um dia,//quando a bela infanta / já da frota se espedia.// [IGR # 0431] #2742
Érase un viuda pobre / y no tenía más que una hija//y le daba buen enseño / y también buena doctrina;// [IGR # 0409] #2134
Era uma filha de França, / foi tomar banho de mar.//Chegando lá perdeu sua jóia, / ela se pôs-se a chorar.// [IGR # 2964] #5788
Era um homem muito rico, / duas vezes viuvou;//i casar com mulher povre, / grande soberba tomou.// [IGR # 0913] #2890
Era um rei, tinha três filhas, / mais lindas que a prata fina,//namorouse da mais velha, / que se chamava Galdina.// [IGR # 0005+0075] #7082
Era um senhor em Roma, / com sua filha bastarda,//ela, dum ceifão do pai, / `stava louca namorada.// [IGR # 0161] #7210
Era una joven muy guapa / de una familia muy rica,//su novio la abandonó / después que la dejó encinta.// [IGR # 5050] #3083
Era una linda pastora, / era una linda zagala,// tres veces reza el Rosano / a la Virgen Soberana.// [IGR # 0214] #9609
Era un alma pecadora, / que para Santiago iba,// encontraba un río fondo, / que pasarlo no podían.// [IGR # 0797] #1289
Era una niña bonita / de todo el mundo apreciada//a la edad de quince años / tomó estado de casada// [IGR # 0561] #1951
Era un bonetero / portugués y honrado,// que hacía bonetes, / los vendía a ochavo,// [IGR # 0497] #1364
Era un domingo de ramos / a la salida de misa//y diban las tres hermanas / juntas a la calle arriba.// [IGR # 0170] #1914
Era un mozo muy valiente, / muy detenido en su raya//que ninguno se lo hiciera / que no se lo ejecutara:// [IGR # 0595] #2017
Era un rico caballero / hombre de valor y fama//siete años rondó un palacio, / siete años rondó una dama.// [IGR # 0102] #3410
Era un soldado francês / que se chamava Ricardo,//jogador de profissão, / que nunca foi numa parte// [IGR # 0470] #4421
Erguerase Frei João, / uma manhã de geada,//penteando o seu cabelo, / tocando sua guitarra,// [IGR # 0309] #6850
Erisca, la Erisca mora, / mora de la morería// deseosa de encontrar / una cristiana cautiva.// [IGR # 0136] #1197
Esa era una Felimena, / mujer del gobernador//El gobernador celoso / de todo era sabidor.// [IGR # 0752] #1957
Esa señorita / del mandil de seda//ella sola barre, / ella sola friega,// [IGR # 0155] #357
Escribir quiero una carta, / de mi mano la yentil;//mandársela quiero a mi padre, / que me quite ya de aquí.// [IGR # 0821] #8045
Escuchen con atención, / lo que pasó con el diablo / a un pobrecito pastor://--Pastor, que tienes las vacas / tendidas por esa braña,// [IGR # 0191] #8930
Escuchen los villancicos / ahora que cantarles quiero// del nacimiento de gracia / y el Niño que nació a yelo.// [IGR # 0560] #273
Escuchen y estén atentos: / cuando Jesucristo llama,//San Juan y la Magdalena / todos juntos caminaban// [IGR # 1537.1] #5087
--Escuchís, señor soldado, / si de las guerras venís.//--Sí señora, de las guerras, / de las guerras del Inglés.// [IGR # 0113] #5874
--Escutai, se qu`reis ouvir, / um rico doce cantar,//devem de ser as marinhas, / ou os peixinhos do mar.// [IGR # 0049] #6447
Ese buen Cid Campeador / que Dios con salud mantenga,//haciendo está una vigilia / en San Pedro de Cardeña;// [IGR # 1402] #7971
Ese conde don Manuel, / que de León es nombrado,// hizo un hecho en la corte / que jamás será olvidado,// [IGR # 0614] #1548
Eso de la media noche / y eso del gallo cantar,//y eso de lo, media noche, / tejedor se ha vuelto ya.// [IGR # 0255+0172] #9265
Eso de los nueve meses / un infante tiene ya,//y a las bodas don Alonso / ya la venía brindar.// [IGR # 0255+0172] #9271
Es que te marea el tren / o el humo de la caldera?//--¿Es que te marea el barco / o el humo de la caldera?// [IGR # 0176] #429
Esse buen rey don Alonso, / de la mano horadada;//después que ganó a Toledo / en él puso su morada,// [IGR # 0354] #3675
[. . . ] / Es su hermana Filomena.--// --Yo mandarla sí, por cierto, / teniendo cuenta con ella.--// [IGR # 0184] #8151
Estaba Catalina sentada / debajo un laurel,//con los pies en la frescura, / las aguas viendo correr./ / [IGR # 0113] #4653
Estaba Catalinita / sentadita en su balcón,//tocando su guitarrita, / cantando versos de amor.// [IGR # 0234] #5019
Estaba doña Ana / en día de parir//y se la ha antojado / el cuerpo `un jabalí// [IGR # 0080] #4811
Estaba doña Diana / entre la paz y la guerra//con sus dos hermosas hijas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #145
Estaba doña Leonor / lavando paños de seda,//vio venir a un caballero / por aquellas altas sierras.// [IGR # 0113] #5433
Estaba doña María / sentadita en su escalera//con sus dos hijas al lado, / Blanca Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5062
Estaba don Bueso / sentado a la mesa;//cartas le venían / que vaya a la guerra.// [IGR # 0148] #4476
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar//dando agua a su caballo, / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #317
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar// dando agua a sus caballos / para poder caminar.// [IGR # 0049] #773
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar,//mientras beben los caballos / se puso a echar un cantar,// [IGR # 0049] #8006
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar.//Mientras los caballos beben / entonó dulce cantar// [IGR # 0049] #9737
Estaba don Fernandito / a las orillas del mar//dándole agua a su caballo / mientras cantaba un cantar.// [IGR # 0049] #9740
Estaba don Fernandito / a las orillas del mar//dándole agua a su caballo / y al tiempo a echar un cantar,// [IGR # 0049] #9239
Estaba don Fernandito / . . .// dando de beber al caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9165
Estaba don Fernandito / en la orillita del mar.//Mientras su caballo bebe / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #5393
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan// [IGR # 0049] #9210
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #5386
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando de beber al caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9163
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando de beber al caballo / a las orillas del mar;// [IGR # 0049] #309
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dándole agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #8447
Estaba don Juan de Oca / en su cerca mitad huerto //pasa por allí el demonio / vestido de caballero. // [IGR # 0166] #4908
Estaba el alba nevada / sentadita en la su aldea//con las dos hijas al lado, / la una Blanca, Floribella.// [IGR # 0184] #142
Estaba el conde Longinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4786
Estaba el cura / sentadito al sol,//. . . / pasó la criada.// [IGR # 0177] #9757
Estaba Elenita / bordando corbatas//con agujas de oro / y dedales de plata.// [IGR # 0173] #7955
Estaba el gato sentado / en su sillita de palo//con sombrerito de paja / como valiente soldado.// [IGR # 0144] #5151
Estaba el rey don Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9180
Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9147
Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar//Dando agua a su caballo, / se puso a echar un cantar;// [IGR # 0049] #322
Estaba el rey Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #308
Estaba el rey Fernandito / mañanita de San Juan//dando agua a su caballo a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9195
Estaba el señor don Gato / en silla de orce sentado,//calzando medias de seda / y zapatitos picados.// [IGR # 0144] #5162
Estaba el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//calzando media de seda / y zapatito dorado,/ / [IGR # 0144] #4741
Estaba el señor don Gato / en silla de oro sentado//calzando media de seda / y zapato repicado.// [IGR # 0144] #8249
Estaba el señor don Gato / en silla de oro sentado,//calzando medias de seda / y zapatico calado,// [IGR # 0144] #5157
Estaba el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//luciendo medias de seda / y zapatico dorado./ / [IGR # 0144] #4730
Estaba el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//sus medias eran de seda, / sus zapaticos calados./ / [IGR # 0144] #4733
Estaba el señor don Gato ra miau / estaba el señor don Gato ra miau// [IGR # 0144] #2982
Estaba el señor don Gato / sentadito en el tejado;//ha recibido una carta, / que si quiere ser casado// [IGR # 0144] #5165
Estaba el señor don Gato / sentadito en el tejado,// calzando medias azules, / zapato alparagatado.// [IGR # 0144] #1348
Estaba el señor don gato / sentadito en su tejado;//ha recibido una carta / si quería ser casado// [IGR # 0144] #5657
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado//con su mediecita `e seda / y zapatitos bordados.// [IGR # 0144] #5156
Estaba el Señor Don Gato / sentadito en su tejado,//Ha llegado una carta, / que si quiere ser casado./ / [IGR # 0144] #4729
Estaba el señor don Gato, / sentadito en su tejado//ha recibido una carta, / que si quiere ser casado,// [IGR # 0144] #43
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,// le ha llegado la noticia / si quería ser casado.// [IGR # 0144] #1352
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,//y le llegaron las nuevas / que había de ser casado.// [IGR # 0144] #3504
Estaba el Señor Don Gato / sentado en silla de oro.//Sus medias eran de seda / y sus zapaticos calados./ / [IGR # 0144] #4731
Estaba el señor don Gato / sentado en silla de oro,//usando medias de seda / zapatillas de mil pecado,// [IGR # 0144] #5166
Estaba el señor don Gato / sentando en su silla de oro//y vio pasar a la gata, / con un paso bien sonoro.// [IGR # 0144] #5153
Estaba el señor gato / en silla de oro sentado//calzando medias de seda, / zapatos blancos bordados,// [IGR # 0144] #5655
Estaba el señor Gato / sentadito en el tejado.//Él recibió una carta / de si quería ser casado// [IGR # 0144] #5161
. . . estaba en la cama//vinieron siete dotores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2401
Estaba essa reina Lena / ya acabada de almorzar;//asomóse a la ventana / por ver la gente passar.// [IGR # 0043] #3730
Estaba fray Diego / sentadito al sol,//los hábitos rotos, / mostrando el cordón.// [IGR # 0665] #7945
Estaba la bella Blanca / estaba la blanca flor,//peinando los sus cabellos / sentada en su mirador;// [IGR # 0234] #5450
Estaba la blanca Fana / al «olor» de su candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3635
Estaba la Blancaflor / arrimada a la candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3633
Estaba la blanca niña, / estaba la blanca flor//sentadita en su ventana, / bordando en su bastidor.// [IGR # 0234] #5018
Estaba la blanca niña / y estaba la blanca flor // sentadita en silla de oro, / bordando en un bastidor.// [IGR # 0234] #5443
Estaba la Blancarrosa, / estaba la Blancaflor,//sentadita en su ventana / mirándose al tocador.// [IGR # 0234] #9576
Estaba la Carolina / sentadita en su balcón// pasó por allí un soldado / de muy malita intención.// [IGR # 0234] #1035
Estaba la Catalina / asomada a su balcón,// pasó por allí un soldado / de muy mala condición.// [IGR # 0234] #1039
Estaba la Catalina / sentadita en su balcón, //vio venir un caballero / de buena mala intención:// [IGR # 0234] #8064
Estaba la condesita / en su palacio condal//con peines de oro en la mano / que a su hijo iba a peinar.// [IGR # 0087] #5773
Estaba la coronela / a la puerta del cuartel,//esperando a que llegara / el teniente coronel.// [IGR # 0113] #9059
Estaba la Gallarda / en su ventana florida//peinaba unos cabellos / que de seda pareciían;// [IGR # 0200] #4449
Estaba la leona, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3467
Estaba la linda, estaba / entre la paja y la yerba,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3473
Estaba la linda, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3472
Estaba la linda, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3638
Estaba la linda Gallarda / en su ventana florida//hilando cabellos de hombre / parecen seda torcida.// [IGR # 0200] #9389
Estaba la Madalena / al pie de la Cruz sentada//contemplando los tormentos / que Jesucristo pasaba.// [IGR # 0004.1] #4428
Estaba la niña Lisalda / sentadita en sus sillones//bordando pañales de seda / y un dibujo de bordones.// [IGR # 0159] #9378
Estaba la reina, estaba / a la luz de una candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3475
Estaba la reina, estaba, / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blanca, Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5069
Estaba la reina, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3476
Estaba la Santa Juana / a la voz de su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3642
Estaba la Santa Juana / al labor de su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3640
Estaba la Serranita / paseando `n la ribera.//Vino venir un soldado / desertado de la guerra;/ / [IGR # 0233] #7312
Estaba la Teresina / a la sombra de un laurel,// con los pies a la frescura / y viendo el agua correr;// [IGR # 0113] #1184
Estaba la Teresita / en sillas de oro sentada,//empañando el hijo `el rey / a la luz de la retama.// [IGR # 0802] #5870
Estaba la Virgen peinándose / debajo de una palmera;//los peines eran de plata / las cintas, de primavera.// [IGR # 0098.1] #3759
Estaba la Virgen pura / a sombra de unas palmeras,//con agujas de oro en mano / bordando la fina seda.// [IGR # 0098.1] #5751
Estaba la Virgen pura / sentadita en su portal//con la costura en la mano, / su hijo la iba a llevar.// [IGR # 0863] #2062
Estaba malo el rey / malito en la cama// [IGR # 0006] #2346
Estaban tres niñas / bordando corbata,//agujas de oro / dedales de plata,// [IGR # 0173] #5855
Estaban tres niñas / bordando corbatas//con aguja de oro / y dedales de plata;// [IGR # 0173] #8861
Estaba Nuestra Señora / en silla de oro sentada//con el cuerpo está na silla, / con los pies nel agua clara;// [IGR # 0104] #8183
Estaba Santa Lucía / a la luz de una candela,//con sus dos hijas queridas, / Blanca Flor y Filumena.// [IGR # 0184] #5067
Estábase don Reinaldos / en París, esa ciudad,// con su primo Malgesí / que bien sabe adevinar.// [IGR # 0521] #1616
Estábase el conde Dirlos, / sobrino de don Beltrán,// asentado en sus tierras / deleitándose en cazar,// [IGR # 0190] #1588
Estábase el morito / en las cárceles muy hondas;//cantando iba el cantar nuevo / en todos los animales.// [IGR # 0438] #8847
Estábase la Delgada, / en su silla de oro sentada;//peine de oro en la su mano, / los sus cabellos peinaba.// [IGR # 0075] #5893
Estábase la gentil Ana / sentada en el al-laurel;//un pie tiene en la verdura / aguardando a tomar placer.// [IGR # 0191] #5903
Estábase la traidora / sentadita en su balcón,//bordando en paños de oro / con muchísimo primor.// [IGR # 0234] #5444
Estábase Moriana / sentada en sus solverados,//mirando estaba sus campos / como siega el trigo en grano// [IGR # 0172] #9011
Estábase Pai Pero / sentadito al sol,//con las manos puestas / y afuera el cordón;// [IGR # 0665] #8880
Estábase reina Elena / acabada de almorzar,//asomóse a la ventana / la que da sobre la mar;// [IGR # 0043] #8953
Estábase reina Elena / acabada de almorzar,//asomóse a la ventana, / por ver la gente pasar.// [IGR # 0043] #8952
Estábase una doncella / peinándose en el balcón;//por aquí pasó un soldado / de medianas condiciones.// [IGR # 0234] #5451
Estaba una doncellita / asomada a su balcón,//pasó por allí un soldado / de buena o mala intención.// [IGR # 0234] #5445
Estaba una niña / bordando corbatas//con dedal de oro, / tijeras de plata,// [IGR # 0173] #13
Estaba una pastora / cuidando el rebañito,//con leche de sus cabras / hacía sus quesitos.// [IGR # 0565] #5658
Estaba una pastora, / cuidando un rebañito.//Con leche de sus cabras / hacía su quesito./ / [IGR # 0565] #4774
Estaba una pastorcita / al pie de una peña oscura //con el rosario en la mano / como ella siempre acostumbra.// [IGR # 0214] #5687
Estaba una pastorcita / guardando un hatajo `e cabras//una tarde muy lluviosa / con bastantes aguarradas,// [IGR # 0214] #2108
Estaba una pastorcita senci, / sencilla y de corazón,//y vio vola(r) un pajarito / pican picando de flor en flor;// [IGR # 0549] #3075
Estaba una señorita/ peinándose en su balcón,//pasó por allí un soldado/ de muy mala condición,// [IGR # 0234] #4879
Estaba una señorita / sentadita en el balcón,//pasó por allí un soldado / y de ella se enamoró.// [IGR # 0234] #8656
Estaba una señorita / sentadita en su balcón//esperando que pasara / el segundo batallón.// [IGR # 0234] #583
Estaba una señorita / sentadita en su balcón,//pasó por allí un soldado / de buena o mala intención,// [IGR # 0234] #8657
Estaba una señorita / sentadita en su balcón.//Pasó por allí un soldado / de muy mala condición.// [IGR # 0234] #5449
Estaba una señorita / sentadita en su balcón//poniéndose sus medias de seda / y sus zapatitos de charol.// [IGR # 0234] #588
Estaba un día Gallarda / en su ventana florida//peinaba cabellos rubios / que de oro parecían.// [IGR # 0200] #3386
Estaba un día un pastor / de amores muy descuidado;//vio venir una zagala. / --Tú me das a mí cuidado.--// [IGR # 0191] #5623
Estaba un hombre en el campo / recogiendo sus haciendas//el corazón le decía: / --Vete a tu casa y no duermas,// [IGR # 0818] #1958
Estaba un pastorcillo, / cuidando sus ovejas;//le apareció una serrana, / no se sabe si era macho o hembra.// [IGR # 0233] #7387
Estádome paseando / un día por la alameda/ me encontré con dos muchachas, / no me parecieron feas.// [IGR # 0750] #3111
Está el señor don Gato / sentado en silla de oro.//Le llega una noticia / que debe ser casado.// [IGR # 0144] #5167
Esta es la rueda del mundo / la rueda del mundo es.//--¿Ha visto usté a mi marido / en la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #9454
Esta guerra que se forma / es Francia con Portugal//ya se preparan las tropas / ya tocaban a marchar// [IGR # 0023+0110] #4294
Está la Virgen sentada / debajo de una alameda//labrando una camisa, / para el hijo de Dios era.// [IGR # 0098.1] #8685
Está malo el hijo del rey, / está malo y no se levanta;//vinieron todos los médicos, / todos los que había en España,// [IGR # 0006] #2420
Esta mañana temprano, / antes de rayar el alba//daba voces un marino, / que el agua se le llevaba./ / [IGR # 0180] #4792
Estamos en tiempo de verano / y en tiempo de primavera,// cuando los soldados quintan, / caminan para la guerra.// [IGR # 0176+0168] #1011
Estando a bela Infanta / no jardim bem assentada,//olhou para o mar e viu, / viu uma grande armada.// [IGR # 0113] #6304
Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6276
Estando a bela Infanta, / no seu jardim assentada, //com pentes de ouro na mão, / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6339
Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente de ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6245
Estando a Bela Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão, / c` o seu cabelo penteado.// [IGR # 0113] #6241
Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6269
Estando a bela infanta / no seu jardim assentada,//c`um pente d`ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #2663
Estando a bela infanta / no seu jardim assentada,//seu pente de ouro na mão, / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6322
Estando a bela princesa / no seu jardim assentada,//deitou os olhos ao mar, / viu vir uma grande armada,// [IGR # 0113] #6348
Estando a coser / na minha almofada,//minha agulha d` oiro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7653
Estando a dona Alina / na sua sala real,//com as dores do seu parto, / que se deixava finar,// [IGR # 0153] #6576
Estando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pentes de ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6309
Estando a dona Infanta, / no seu jardim asssentada,//c` um pente de ouro na mão, / seu cabelo penteaba.// [IGR # 0113] #6262
Estando a dona Infanta / no seu jardim sentada,//seu pente de ouro na mão, seus cabelos penteados.// [IGR # 0113] #6321
Estando a dona Silvana / na sua sala assentada, //se bem tocava viola, / melhor tocava guitarra. // [IGR # 0005+0075] #7142
Estando a filha do rei / muito triste em demasia,//perguntou-lhe seu pai rei: / --Filha minha, o que tenia?// [IGR # 0503] #6702
Estando a Iria / à porta assentada,// . . . / cosendo numa almofada,// [IGR # 0173] #7666
Estando a linda Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6274
Estando à minha porta / cosendo na minha almofada,//com agulha de oiro / e com dedal de prata,// [IGR # 0173] #7663
Estando à minha porta, / cosendo na minha almofada,//com agulha de ouro / e com didal de prata,// [IGR # 0173] #7664
Estando a princesa a chorar, / filha do rei de Castilha,//seu pai se foi ter com ela, / ao estrondo que fazia.// [IGR # 0503] #6696
Estando Arvorada à mesa / a preparar o seu jantar,//deram-lhe as dores de parir, / fizeram-na ajoelhar.// [IGR # 0153] #6569
Estando bordando / corbatas de holanda//pasó un caballero / pidiendo posada.// [IGR # 0173] #10
Estando Catalina / sentadita en el laurel//con los pies a frescura / y viendo el agua correr.// [IGR # 0113] #3337
Estando Catalínita / sentada en su vergel,//ha los piececitos estirado, / viendo el agua correr;/ / [IGR # 0113] #4656
Estando Catalinita / sentadita en su balcón,//pasa su novio y le dice: / --Ven, que quiero hablar con vos.// [IGR # 0234] #5021
Estando Claralinda com / o conde a conversar,//o preto, criado do rei, / muito bem posto a espreitar.// [IGR # 0159] #6051
Estando cosendo / na miña almohada,//miña agulla d`ouro / meu dedal de plata,// [IGR # 0173] #8753
Estando cosiendo / la mía corbata// con aguja de oro / y dedal de plata,// [IGR # 0173] #984
Estando D. João doente, / no seu quarto a gritar,//foram chamar tres doutores / p`ra u~a visita le vir dar.// [IGR # 0006+0260] #2280
Estando Dom João à morte / uma voz ouviu dizere://Confessa-te Dom João, / que às tres horas há-des morrere:// [IGR # 0006] #8907
Estando dona Adriana / no seu jardim assentada,//deitou os olhos ao largo / e viu vir `ma grande armada.// [IGR # 0113] #6316
Estando Dona Claralinda / com D. Carlos a brincar,//aos beijinhos, aos abraços, / sem se poder apartar,// [IGR # 0159] #6057
Estando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6344
Estando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//c` um, pente d` ouro na mão / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6270
Estando dona Clara / no seu jardim assentada,//com seu pente na mão / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6283
Estando dona Clarinda / no seu jardim bem penteada,//ouviu real armada / com sua real arzada:// [IGR # 0113] #6277
Estando dona Felismina / no seu balcão assentada: //--Onde vai o soldadinho / em tão boa ocasião? // [IGR # 0234] #6919
Estando dona Filomena / no seu banco assentada,//c` um pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0234] #6915
Estando dona Filomena / no seu jardim a fiar,//foi caso acontecido / de passar um militar.// [IGR # 0234] #6914
Estando dona Filomena / no seu jardim assentada, //com um pente d` ouro / na mão seu cabelo penteava. // [IGR # 0234] #6922
Estando dona Filomena / sentada ao seu balcão,//passou por ela um soldado, / pediulhe conversação.// [IGR # 0234] #6907
Estando dona Filomena / sentadinha em seu balcão,//passou por ali um soldado, / pediulhe conversação.// [IGR # 0234] #6908
Estando Dona Galaçua, / no seu jardim a brincar,//passou por ali D. Carlos, / D. Carlos de Montealbar.// [IGR # 0159] #6096
Estando Dona Galançua, / filha d`el-rei maioral,// . . . /uma noite a serenar,// [IGR # 0159] #6099
Estando dona Helena / à sua porta sentada,//passou um passageiro / pedindo pousada.// [IGR # 0173] #7631
Estando dona Iria / à porta assentada,//bordando a fio de ouro / na sua almofada,// [IGR # 0173] #7683
Estando doña María / . . .//con sus dos queridas hijas / Blanca Flor y Filomena,// [IGR # 0184] #5064
Estando doña María / en su sala de primera,//con sus dos niñas al lado, / Blanca Flor y Filomena// [IGR # 0184] #5061
Estando doña Silvana / en el corredor de arriba//tocando nunha guitarra, / que muy bien la repartía,// [IGR # 0503] #1676
Estando dona Silvana, / escada abaixo, escada acima,//tocando no seu instrumento / que até a terra tremia,// [IGR # 0503] #6714
Estando dona Silvana / no seu corredor um dia,//veio seu pai duma caçada, / d` amores a perseguia.// [IGR # 0005+0075] #7147
Estando dona Silvana / no seu jardim assentada,//deitou os olhos ao mar, / viu vir uma linda armada,// [IGR # 0113] #6275
Estando dona Silvana / no seu quarto bordando,//seu pai que lhe aparecia, / d` amores a acometia.// [IGR # 0075] #7146
Estando doña Silvana / no seu xardín asentada//cun peite d`ouro na man / seu cabelo peiteaba.// [IGR # 0113] #1832
Estando doña Silvana / polo corredor arriba,// tocando na maravalla, / tocando unha maravilla,// [IGR # 0503] #821
Estando don Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / allí se puso a cantar.// [IGR # 0049] #9150
Estando don Fernandito / a las orillas del mar,// mientras su caballo bebe, / entonaba este cantar.// [IGR # 0049] #772
Estando don Fernandito / a mañana de San Juan// [IGR # 0049] #9199
Estando don Fernandito / mañanita de San Juan//dando agua a su caballo / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #9159
Estando don Fernandito / una mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #319
Estando don Hueso / un día a cazar,//de que no vido a nadie, / se puso a merendar.// [IGR # 0080] #4808
Estando don Juan de Lara / en su regalado huerto//sembrando de aquel buen trigo / que era candeal y bueno,// [IGR # 0166] #5541
Estando don Pedro malo / muy maliño en la sua cama//lo vinieron a curar / cuatro príncipes de España.// [IGR # 0006] #2397
Estando donzela no monte, em cima do carvalhim,// e passou um passageiro. . . // [IGR # 0164+0100] #7254
Estando el conde del Arco / como otras veces solía,//pasó por allí el rey / que iba a hacerle una visita.// [IGR # 0503] #8945
Estando Elena / bordando corbatas//con agujas de oro / y dedal de plata,// [IGR # 0173] #5276
Estando el gato / en su silla de oro sentado,// le vinieron cien cartas / que tenía que ser casado// [IGR # 0144] #1345
Estando el hijo `el rey conde / mañanita de San Juan//dándole agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9231
Estando el moro en prisiones / cantando la morería//lo oyó la hija del rey / altas torres donde vivía.// [IGR # 0438] #1777
Estando el padre cura / sentado en su cama,//y a la media noche / llamó a la criada:// [IGR # 0177] #8878
Estando el pastor un día, / de amores muy descuidado, / fue una serrana y le dice: / --Pastor, tú me das cuidado. / [IGR # 0191] #917
Estando el rey don Fernando / en conquísta de Granada,// donde están duques y condes / y otros señores de salva,// [IGR # 0064] #1501
Estando el rey Fernandito / a la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9225
Estando el rey Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / las mañanas de San Juan.// [IGR # 0049] #9161
Estando el rey paseando / en su pulida arboleda//vio venir una señora / en traje de una doncella.// [IGR # 0192] #8179
Estando el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//cuando llegó la razón, / que tenía que ser casado/ / [IGR # 0144] #4740
Estando el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//haciendo su testamento / de todo lo que había hurtado:/ / [IGR # 0144] #4742
Estando el señor don Gato / en silla de oro sentado// vio venir una gatita / por encima del tejado.// [IGR # 0144] #1347
Estando el señor don Gato / en sillón de oro sentado//con xibón de cotonía / y muy largo embitonado,// [IGR # 0101] #1792
Estando el Señor Don Gato / sentadito en su tejado,//Le mandaron una carta, / que si quería ser casado/ / [IGR # 0144] #4728
Estando el señor don Gato / sentadito en su tejado, / llegó una gatita blanca / hijo de un gato romano.// [IGR # 0144] #3045
Estando el señor don Gato / sentado en su silla de oro,//le ha venido la noticia / que si quiere ser casado// [IGR # 0144] #5163
Estando el señor don Gato, / sentado sobre el tejado;//por esperar a una gata, / se ha caído del tejado.// [IGR # 0144] #5169
Estando el señor gatito / en silla de oro sentado,// le venían cartecillas / que había de ser casado// [IGR # 0144] #1350
Estando el señor gatito / en silla de oro sentado//luego le vinieron nuevas / que había de ser casado// [IGR # 0144] #5654
Estando el triste en el campo / gobernando de su hacienda//el corazón le decía: / --Vete a tu casa y no duermas,// [IGR # 0818] #122
Estando em anágua / para me ir à cama,//vem um cavalheiro / pedindo pousada,// [IGR # 0189] #7043
Estando enamoradita / de un jovencito mancebo//mis padres me han intentado / meterme en un monasterio.// [IGR # 0225] #8212
Estando en el real / a la mira de Granada nada `istante//del católico Fernando / y de acero tan cortante// [IGR # 0067.6] #1906
Estando en estas palabras / viene una carta a Gerineldo//de Francia y de Portugal / que nombran a Gerineldo// [IGR # 0023+0110] #4322
Estando en estas razones, / una guerra se encrementa; //a Gerineldo le nombran / por general de primera.// [IGR # 0023+0110] #9252
Estando en estas razones / un mensajero ha venido//con un papel muy cerrado / que para el rey ha traido// [IGR # 0023+0110] #4288
Estando en la mía choza / pintando la mi gayada, //vi venir una lobita / derecha a onde yo estaba. // [IGR # 0235] #4801
Estando en la mía re / gobernando una zamarra// vino la loba merina / vino la loba malvada.// [IGR # 0235] #9554
Estando en mi majada// repicando mi caldero, / remendando mi tafarra,// [IGR # 0235] #1328
Estando en paz y sossiego / el buen rey Alfonso el Casto,//que de lidiar con los moros / estava muy fatigado,// [IGR # 1533] #8497
Estando eu a coser / em minha almofada,//chigou cavalheiro / pedindo pousada.// [IGR # 0173] #7660
Estando eu a coser / na minha almofada,//com agulha d` ouro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #7676
Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7655
Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7639
Estando eu a coser / na minha almofada,//veu um cavalheiro / e pediu pousada.// [IGR # 0173] #7640
Estando eu a coser / no meu quintal,//com agulha d` ouro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #7649
Estando eu à janela / co` a minha almofada,//meu dedal de ouro, / agulha de prata,// [IGR # 0173] #7679
Estando eu à mia porta / cosendo seda lavrada,//cavaleiro por `li passou, / a mi pediu pousada.// [IGR # 0173] #7626
Estando eu à minha porta, / a uma raça de sol,//passa ali um cavalheiro, / com um cavalo corredor.// [IGR # 0026] #6547
Estando eu à minha porta / a uma raça de sol,//vira vir um cavaleiro, / c` um cavalo corredor.// [IGR # 0026] #6545
Estando eu à minha porta / cosendo e lavando seda,//vira vir um cavaleiro / junto à Serra Morena.// [IGR # 0113] #6256
--Estando eu à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vi baixar um cavaleiro / daquela Serra Morena.// [IGR # 0113] #6235
Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//passou por ali um cavaleiro, / a meu pai pediu pousada.// [IGR # 0173] #7629
Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//passou por ali um cavaleiro / e a mim me pediu água// [IGR # 0173] #7628
Estando eu à minha porta, / cosendo seda lavrada,//vira vir um cavaleiro / a meu pai pedir pousada.// [IGR # 0173] #2808
Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//vira vir um cavaleiro / a meu pai pedir pousada.// [IGR # 0173] #7642
Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//vira vir um cavaleiro, / a meu pai pediu pousada.// [IGR # 0173] #7634
Estando eu à minha porta / dobrando seda lavrada,//passou ali um cavalheiro, / a meu pai pediu pousada// [IGR # 0173] #7633
Estando eu à minha porta, / no meu jardim assentada,//botei os olhos `ò longe / e vi vir uma rica armada.// [IGR # 0113] #6257
Estando eu bordando / na minha almofada,//com agulha de ouro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #7682
Estando eu cosendo / na minha almofada,//com agulha de ouro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #7681
Estando eu cosendo / na minha almofada//com agulha d`ouro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #2807
Estando eu cosendo / na minha almofada,//c` uma agulha de ouro, / c` um dedal de prata,// [IGR # 0173] #7675
Estando eu cosendo / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7651
--Estando eu na minha cela, / dovando seda amarela, //chega o Conde d` Alemanha, / três fios me tirou dela.// [IGR # 0095] #6759
Estando eu na minha sala, / dobando seda amarela,//veio o Conde d` Alemanha, / três fios me tirou dela.// [IGR # 0095] #6768
Estando eu no meu quintal, / estando mui bem assentada,//lancei os olhos ao mar, / vejo vir uma armada,// [IGR # 0113] #6334
Estando eu no meu tear, / tecendo seda amarela,//veio o Conde d` Alemanha, / três fios me tirou dela.// [IGR # 0095] #6767
--Estando eu no meu tear, / tecendo seda amarela, //vem o Conde d` Alemanha, / três fios me tira dela.// [IGR # 0095] #6811
Estando eu um dia à tarde / sentada no meu jardim//penteando os meus cabelos / com meu pente de marfim,// [IGR # 0113] #6332
Estando Habacuc profeta no campo, / ele mais os seus pastores,// dando graças ao Senhor / que lhe fazia tantos favores:// [IGR # 2852] #2636
Estando Juan López, niño, / edad de catorce años//cuidando sus corderitos / a la orilla de un barranco,// [IGR # 5106] #2199
Estando la blanca niña / estando la blanca flor//estando la blanca niña / sentada en su bastidor,// [IGR # 0234] #3483
Estando la blanca niña, / estando la blanca flor// sentadita en una silla / guarneciendo el peinador, [IGR # 0234] #1637
Estando la Carolina / sentadita en un balcón// con los pies a la frescura / y la cabecera al sol.// [IGR # 0234] #1038
[Estando la Catalina / a la sombra de un laurel,//pasó por allí un soldado, / un soldado del cuartel.// [IGR # 0113] #8925
Estando la Catalina / sentada en el verde orel,// con los pies a la frescura / y viendo el agua correr,// [IGR # 0113] #1187
Estando la Catalina / sentadita en el laurel,// con los pies a la frescura, / viendo las aguas correr,// [IGR # 0113] #1161
Estando la condesina / en su palacio real//con peine de oro en la mano / para su hijo peinar.// [IGR # 0087] #3378
Estando la condesina / en su palacio real,// con peine de oro en la mano / para su hijo peinare:// [IGR # 0087] #703
Estando la Coronela / y a la puerta del cuartel// esperando que bajara / el Teniente Coronel.// [IGR # 0113] #1189
Estando la doña Antonia / encima de su pinar//vio venir tres caballeros / y los tres de par y par.// [IGR # 0047] #1751
Estando la Elisada / sentada en los corredores,// vino el conde de Montealvar / y le pidió los amores.// [IGR # 0159] #724
Estando la Gallarda / en su ventana florida,// pinando cabellos de oro / que parecen seda fina,// [IGR # 0200] #934
Estando la Isabelita / sentada junto a un laurel//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr,// [IGR # 0113] #1835
Estando la Narbolita / en su pulido portal,// sus blancas manos retuerce, / sus anillos suel quebrar.// [IGR # 0153] #1126
Estando la niña / bordando corbatas,//con dedal de oro / y aguja de plata,// [IGR # 0173] #5691
Estando la pastorcita / guardando su atajo `e cabras//cuando el sol se la ponía, / la noche se la acercaba.// [IGR # 0214] #257
Estando la reina mora / en la puerta del cuartel//y esperando que saliera / el teniente coronel:// [IGR # 0113] #3132
Estando la reina moro / con sus hijas alredor//pasó una mala gitana / y le echó una maldición.// [IGR # 0231] #3018
Estando la señorita / torciendo la fina seda,// vio venir un caballero / por alta Sierra Morena// [IGR # 0113] #1170
Estando las tres borrachas / en el portal de Belén//estando las tres borrachas, / estando las otras tres,// [IGR # 0275] #403
Estando las tres borrachas / en el portal de Belén,// estando las tres borrachas / llegó el marido de Inés.// [IGR # 0275] #1312
Estando la Teresita / sentadita a la su puerta,// vio venir un caballero / que venía de la guerra,// [IGR # 0113] #1174
Estando Marcos de Alfaro / un día en el mar pescando//Estando Marcos de Alfaro / un día en el mar pescando,// [IGR # 0868] #2139
Estándome paseando / un día por la alameda,//me encontré con dos muchachas, / no me parecieron feas.// [IGR # 0750] #3064
Estándome paseando / y un ratito en la alameda//me encontré con dos mozuelas, / no me parecieron feas,// [IGR # 0750] #3172
Estándome un día en un / viaje en Sierra Morena,//vide venir la serrana / saltando de piedra en piedra.// [IGR # 0233] #7405
Estándome yo cuidando / mis cabras en Choramela,//vi venir una serrana / saltando de piedra en piedra.// [IGR # 0233] #7380
Estándome yo guardando / mis cabras en Talavera,//vide venir una serrana / brincando de piedra en piedra;// [IGR # 0233] #7393
Estándome yo pinando / debajo de una alameda,// vi venir un caballero / por alta Sierra Morena.// [IGR # 0113] #1172
Estando na minha cama, / no melhor do meu dormir,//ouvi cavalos à porta / e espadas a tinir.// [IGR # 0222+0168] #6887
Estando Nuestra Señora / al pie de una fuente clara,// con libros de oro en la mano / bendiciendo estaba el agua;// [IGR # 0104] #1252
Estando o senhor D. Gato / na sua cadeira sentau,//calçando meia de seda / e seu sapatinho virau,// [IGR # 0144] #7471
Estando por el camino / la Virgen y san José,//al niño le entró sed / y pidió agua que beber.// [IGR # 0226] #5350
Estando San Pedro / sentaíto al sol//en calzones blancos / y afuera el cordón,// [IGR # 0665] #3076
Estando Santa Helena / na sala assentada,//com agulha d` oiro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #7641
Estando Santa Ireia / a coser na almofada,//com agulha d` oiro, / seu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7657
Estando Santa Irena / na sua almofada, **2*a agulha era d` ouro / e o dedal de prata;// [IGR # 0173] #7636
Estando Santa Iria / na sua almofada,//boa agulha d` oiro, / bom dedal de prata,// [IGR # 0173] #7691
Estándose doña Arbola / en su palacio real//con la rueca a la cintura, / pocas ganas de filar.// [IGR # 0153] #8158
Estándose la Alborinda / sentadita en su balcón//con agujas de oro y plata / como mujer de razón// [IGR # 0234] #8740
Estándose la Gallarda / a su ventana florida//peinando su cabellera, / parece seda torcida.// [IGR # 0200] #8104
Estándose la Gallarda / en su ventana florida (dorida)//peinando su cabellera / que parecía una torcida.// [IGR # 0200] #9390
Estándose la Gallarda / en su ventana florida,//peinando su pelo de oro, / parece seda torcida,// [IGR # 0200] #7947
Estándose la Gallarda / en su ventana florida//vio venir un caballero / por aquel camino arriba.// [IGR # 0200] #8370
Estándose la Silvana / en na su huerta florida//bien la mira el rey su padre / desde abajo para arriba.// [IGR # 0005] #8142
Estándose Teresita, / tan temprano de mañana,//empañándose la niña / debajo de una retama.// [IGR # 0802] #9808
Estándose una señora / sentadita en su balcón//vio venir un caballero / de buena o mala intinción.// [IGR # 0234] #8136
Estándose un pastorcillo / pastoreando sus ovejas.//Vio venir a una serrana, / saltando de piedra en piedra,// [IGR # 0233] #7410
Estándose un pastorcillo / un día en Sierra Morena,//viera venir la serrana / brincando de piedra en piedra.// [IGR # 0233] #7403
Estándose un pastorcito / en un vallecito pequeño//guardando sus ovejuelas, / buscándoles su alimento,// [IGR # 0323] #2197
Estando siete borriquitos / en una era de cebada//el que mejor boca tiene / mejor bocado que daba;// [IGR # 0464] #2039
Estando tres niñas / bordando corbatas,//aguja de oro, / dedales de plata;// [IGR # 0173] #3176
Estando tres niñas / bordando corbatas//con agujas de oro,//dedales de plata,// [IGR # 0173] #12
Estando uma dona Princesa / no seu jardim assentada,//com pentes d` ouro na mão, / como está bem penteada!// [IGR # 0113] #6327
Estando una doncellita, / que se llamaba Teresa,//sirviendo en casa de un rey, / se enamoró un galán de ella.// [IGR # 0209] #5543
Estando una niña / bordando corbatas,//agujas de oro, / dedales de plata.// [IGR # 0173] #8860
Estando una niña / bordando corbatas,//pasó un caballero / pidiendo posada.// [IGR # 0173] #5692
Estando una pastorcita / cuidando cabras y ovejas//ha llegado un caballero. / [caballero de buena modiía.// [IGR # 0148] #4477
Estando una pastorcita / sencilla de corazón//al pie de sus ovejitas / pensando en su dulce amor,// [IGR # 0549] #3197
Estando una señora / torciendo en hilán de seda//vira vir un caballero / por alta Sierra Morena.// [IGR # 0222] #1658
Estando una señorita / bordando paños de seda,//vio venir un caballero / por lo alto de la sierra.// [IGR # 0113] #5431
Estando una señorita / de pechos en su balcón//pasó por allí un soldado / y de ella se enamoró.// [IGR # 0234] #579
Estando una señorita / sentadita a su balcón,//pasó por allí un soldado / de buena o mala intención.// [IGR # 0234] #5447
Estando una señorita / sentadita en su balcón//con zapatito de plata, / blanca media de algodón;// [IGR # 0234] #8138
Estando una señorita / sentadita en su balcón,// vio venir un caballero / de buena o mala intención.// [IGR # 0234] #1044
Estando una señorita / torcendo i-e hilando seda//vira vir un caballero / naquela Sierra Morena.// [IGR # 0113] #1833
Estando un curita / malito en la cama// y a la media noche / llama a la criada.// [IGR # 0177] #3114
Estando un día a mi puerta / labrando paños de seda//vi venir un caballero / por el alto de la sierra.// [IGR # 0113] #3244
Estando un día cazando, / cazando en la mi ribera,//vi venir un caballero / que estaba cazando en ella.// [IGR # 0233] #7369
Estando un día doña Ana / bordando paños de seda,// vio venir a un soldadito / por el alto de una sierra.// [IGR # 0113] #1169
Estando un día Gaiférez// con los demás compañeros / para los dados jugar.// [IGR # 0151] #708
Estando un día jugando / el juego del alfiler//se presenta Alfonso XII / vestido de coronel.// [IGR # 0168.1] #3125
Estando un día lavando, / a las seis o poco más//se apareció una mujer / de hermosura sin igual,// [IGR # 0914] #2105
Estando un día sentada,/ sentadita a la mi puerta, //vi pasar un caballero/ por las cumbres de una cuesta.// [IGR # 0113] #4893
Estando un día un pastor / de amores muy descuidado,//vino por allí una dama. / --Usted me da a mí cuidado. [IGR # 0191] #5621
Estando un día un pastor / remendando la chamarra,//pues vio venir siete lobos / por aquella vega llana.// [IGR # 0235] #5647
Estando un famoso gato / en su palacio durmiendo//pasó un ratón y le daba / con el rabo por los besos.// [IGR # 0577] #4558
Estando un labradorcito / en su labrancita un día//y a que se le hacía tarde / a su casa se venía.// [IGR # 0185] #190
Estando un marinerito / en su divina farmacia//tiempo encender la vela / cayó el marinero al agua.// [IGR # 0180] #3411
Estando un pastorcito / pintando la su cayada,// viera venir siete lobos / por una vega muy larga;// [IGR # 0235] #1338
Estando un pastor en vela / pintando la su cayada,// vio de venir siete lobos / y en medio la loba parda.// [IGR # 0235] #1325
Estando un pastor un día/ remendando la zamarra,// vio venir a siete lobos / por una triste montaña.// [IGR # 0235] #9558
Estando un soldado en misa / con los naipe(s) entretenido,//le ha regañado el sargento, / se ha hecho el entretenido.// [IGR # 0470] #3188
Estando yo a las mis puertas / labrando la fina seda,// vi venir un caballero / por alto Sierra Morena.// [IGR # 0113] #1176
Estando yo a mi puerta / y a la raiola del sol//vira vir un caballero / del caballito andador.// [IGR # 0026] #1788
Estando yo a mi ventana / bordando paños de seda,// vi venir un caballero / por el alto de una sierra.// [IGR # 0113] #1179
Estando yo bordando / un paño de iglesia//vi bajar a un caballero / por los altos de la sierra.// [IGR # 0113] #227
Estando yo enamorada / de un pulidito mancebo,// me quieren meter mis padres monjita / de un monasterio.// [IGR # 0225] #9539
Estando yo en chozuela / pintando la mi cayada,// vi venir siete lobitos / por una larga collada;// [IGR # 0235] #1320
Estando yo en la mía choza / pintando la mía cayada,//las cabrillas iban altas / y la luna rebajada.// [IGR # 0235] #9450
Estando yo en la mi cama, / despierto que no dormía,// miré para atrás y vi / la Muerte en mi compañía:// [IGR # 0020] #630
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cabaña,// vi venir siete lobetos / por una oscura collada;// [IGR # 0235] #1331
Estando yo en la mi choza / Pintando la mi cayada,//las cabrillas altas iban / y la luna rebajada.// [IGR # 0235] #9408
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// repicando mi caldero, / remendando mi zamarra,// [IGR # 0235] #1329
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir por Piedras Pintas / una muy grande lobada;// [IGR # 0235] #1334
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir siete lobetos / por una oscura cañada;// [IGR # 0235] #1332
Estando yo en la ventana / hilando y tejiendo seda//vi venir un caballero / que venía de la guerra.// [IGR # 0113] #223
Estando yo en mi balcón / bordando paños de seda,// vi venir a un soldadito / por alta sierra morena.// [IGR # 0113] #1181
Estando yo en mi balcón / labrando p[años] de seda//vi venir un c[aballero] / por alta Sierra Morena.// [IGR # 0113] #8169
Estando yo en mi chozuela / pintando la mi cayada,// vide venir siete lobos / por una larga cañada;// [IGR # 0235] #1316
Estando yo en mi chozuelo / pintando la mi cayada,// vi venir siete lobitos / por una verde cañada;// [IGR # 0235] #1317
Estando yo en mi majada / pintando por mi cayada,// repicando por mi caldero, / remendando por mi zamarra,// [IGR # 0235] #1326
Estando yo en mi portal / bordando paños de seda,//vide venir a unn soldado / por alta Sierra Morena// [IGR # 0113] #3384
Estando yo en mi portal, / bordando paños de seda,//vi venir un caballero / por altas sierras morenas.// [IGR # 0113] #7823
Estando yo en mi puerta / bordando mi corbata//con el dedal de oro, / la aguja de plata// [IGR # 0173] #3119
Estando yo en mi ventana, / torciendo y doblando seda,// vi venir un soldadito / por alta Sierra Morena;// [IGR # 0113] #1173
Estando yo, la mi madre, / el sábado a la mañana//abrochando mi jubón / y templando mi guitarra,// [IGR # 0436] #5455
Estando yo paseando / por los campitos de batalla//yo he sentido unos quejiditos / entre medio de verdes matas.// [IGR # 1537] #1877
Estando yo sentadita / a un ladito de mi puerta//pasó por allí un soldado / que venía de la guerra.// [IGR # 0113] #228
--Esta noche, caballeros, / dormí con una doncella,// que en los días de mi vida / yo no vi cosa más bella.// [IGR # 0149] #1555
Esta noche, cavalleros, / durmir quiero con una señora,//no topí otra como ea, / blanca es y corelada.// [IGR # 0243] #8910
Esta noche en nochebuena / y mañana Navidad,//y el conde y la condesita / a los maitines se van// [IGR # 0110] #3925
Esta noche es noche buena, / noche de mucha alegría,//caminan para Belén / San José y Santa María.// [IGR # 0812] #5714
Esta noche es Nochebuena, / que no es noche de dormir//está la Virgen de parto / a las doce ha de parir.// [IGR # 0484] #29
Esta noche es Nochebuena / y mañana es Navidad,//cuando el conde y la condesa / a los maitines se van// [IGR # 0110] #3874
Esta noche es Nochebuena / y mañana Navidad,//cuando el conde y la condesa / a los maitines se van// [IGR # 0110] #3970
Esta noche es Nochebuena / y mañana Navidad,//y el condeso y la condesa / a misa del gallo van// [IGR # 0110] #3924
Esta noche he soñado un sueño / que ha salido de verdad//que a don Marcos se le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3938
Esta noche, si Dios quiere, / si los gallos no se yerran//pare la Virgen María, / pura y quedando doncella;// [IGR # 0484] #2050
Esta noche sií que es noche / noche de Natividad//mando el conde a la condesa / se despide que se va// [IGR # 0110] #3930
--Esta noite, meus senhores, / enganei uma donzela,//do que eu tive muita pena, / muita pena tive dela!// [IGR # 0159] #6072
Esta Rachel lastimosa, / lástima que Dios la dio//siendo mujer de quien era, / mujer de un gobernador!.// [IGR # 0752] #1956
Estas calles de Madrid, / que son calles del romero//paséanse dos galanes, / una dama y un mancebo.// [IGR # 0248] #559
Estava a bela Infanta, / no seu jardim assentada,//com o pente de ouro fino / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6226
Estava a bela infanta / no seu jardim assentada, //com o pente d` oiro fino / seus cabelos penteava. // [IGR # 0113] #6227
Estava a infanta de nojo, / de sorte que não comia,//por seu pai não a casar, / nem esse cuidado tinha.// [IGR # 0503] #6706
Estava à minha porta / muito assentada,//cosendo / na minha almofada,// [IGR # 0173] #7644
Estava D. Branca / servindo à mesa a seu pai,//com a saia levantada / e a barriga empinada.// [IGR # 0469] #2741
Estava Dona Branca / com as saias arregaçada,//na mesa servindo ao pai / com a barriga empinada.// [IGR # 0159] #5799
Estava dona Mariana / no seu jardim assentada,//com pente de ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6314
Estava eu cosendo / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7689
Estava eu um dia / à porta assentada,//fazia costura / na minha almofada,// [IGR # 0173] #7680
Estava la reina Isila / y en su bastidor lavrando,//algujica de oro en mano / y un pendón de amor lavrando;// [IGR # 0043] #8911
Estava na minha janela, / casadtnha há treze dias,//quando passa um pombo branco, / tristes novas me trazia./ [IGR # 0069] #9360
Estavan los siete hermanos, / todos siete en una meza,//comiendo estavan y beviendo / carne asada y buena cena.// [IGR # 0099] #8913
Estava Santa Iria / a coser numa almofada,//quando um passageiro / lhe pediu pousada.// [IGR # 0173] #7650
Estava uma mal casada / no seu tear dobando,//da sua vizinha mala, / mala estava falando.// [IGR # 2867] #2707
Este era un padre / que una hija tenía// . . . / que por costumbre tenía// [IGR # 0212] #333
Este era un pobre lancero / casado con una falsa//y la falsa tuvo un niño / más bonito que la plata.// [IGR # 0096] #3149
Éste era un rey que tenía / tres hijas como la plata,//la que era más pequeña / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5132
Éste es el Mambrú, señores, / que lo cantan al revés.//--¿Ha visto usted a mi marido / en la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #5317
Este es el Mambrú, señores, / que se canta del revés.//--¿Ha visto usted mi marido / en la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #5438
Este noble caballerito, / que veneis de Granada//¿no habéis visto por allí / a mi primito, primo de mi alma?// [IGR # 0252] #1880
Este rey de los romanos, / que Atarquino se llamaba,//namoróse de Lucrecia, / Lucrecia `stá apalabrada.// [IGR # 0403] #7805
Este ser villano / que a mi adormecía;//tomó espada en mano, / fue a rondar la vía.// [IGR # 0221] #5882
Esto eran dos hermanas / que se iban a acostar.//Dijo la grande a la chica: / --Gente hay en el corral.--// [IGR # 0536] #9763
Esto eran tres segadores / que de su casa marchaban;//uno de los segadores / llevaba ropa historiada,// [IGR # 0161] #8982
Esto pasó en Zaragoza, / y un matrimonio habitaba//la Virgen le concedió / una hija muy amada.// [IGR # 4013] #2117
--Estou velho, as guerras / se me acabarão;//de sete filhas que eu tenho / nenhuma me saiu varão.// [IGR # 0231] #7504
Estrella clara y serena, / espiga de un verde trigo//guarnecida de humildad / fue a confesarse un domingo;// [IGR # 0682] #533
Eu bem vi a Filomena / no seu balcão assentada,//com um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0234] #6930
--Eu bem vi Claralinda / com D. Carlos a brincar//debaixo duma roseira, / debaixo dum bom rosal.// [IGR # 0159] #6056
Eu bem vi estar a galharda, / bem vi estar a galhardinha,//em sua janela d` ouro, / sua lanterna florida.// [IGR # 0200] #6979
Eu bem vi um valezinho / todo de robles cercado,//também vi linda pastora / dando voltas ao seu gado.// [IGR # 0329] #2820
Eu casei com uma donzela, / filha de um bom lavrador;//gastei o meu e o seu, / quanto nos deu o Senhor;// [IGR # 0085] #7480
Eu casei com uma donzela, / filha era dum lavrador;//ela é mulher poupada, / eu um grande gastador.// [IGR # 0085] #7482
Eu casei c` uma donzelinha, ai, / filha era dum lavrador,//ela era mulher pouposa / e eu um grande gastador.// [IGR # 0085] #7484
Eu casei-me c`u~ pastore, / pansando de ser sinhora,//S`outro di` pola manhana: / --Pega no cerrou, pastora.// [IGR # 0026] #3385
Eu estava cosendo / à minha almofada,//vem um cavaleiro / e pede pousada.// [IGR # 0173] #7686
--Eu fiz hoje uma aposta, / espero de a ganhar,//de dormir com Mariana / até o galo cantar.// [IGR # 0159] #6108
Eu jungi os meus boizinhos, / com eles fui para a arada;//lá no meio do caminho / esqueceu-se-me a aguilhada.// [IGR # 0436] #2712
Eu jungi os meus boizinhos, / fui-me com eles à arada,//lá no meio do caminho, / esqueceu-se-m` aguilhada,// [IGR # 0436] #6949
--Eu montei no meu cavalo, / por aquela serra acima;//a neve era muito grande, / minha esposa vai perdida.// [IGR # 0183] #7014
Eu montei no meu cavalo / por aquela serra acima;//pois a neve era mui grande, / minha esposa vai perdida.// [IGR # 0183] #7015
Eu na terra fui gerada, / nas ondas do mar nascida,//do meu triste nascimento / minha mãe foi falecida.// [IGR # 2856] #2660
--Eu peço à madre querida, / pelo sangre derramado,// quando o vosso filho vindo, / nada lhe seja contado,// [IGR # 0077] #9584
Eu plantei no meu quintal / o brio da minha dama;//nasceram pérolas finas, / angélicas, cor de cana// [IGR # 0548] #2897
--Eu prometo, minha mãe, / Mariana enganar.//--Não apostes, meu filho, / nem tenhas que apostar,// [IGR # 0159] #6053
Eu tinha um gato em casa, / chamado Bela Saúde;//chegou o gato a um ponto / que o quis suster e não pude.// [IGR # 2894] #2857
Fadrinets de San Boy / molta fatxenda `n gastan,// els mes petit de tots / en gasta mes que `ls altres// [IGR # 2763] #9570
Fa set anys que vaig per terra, / altres set que vaig per mar;//i al cap de la catorzena, / llacència vaig demanar.// [IGR # 0559] #8716
--Fecha a tua porta, / abre o teu postigo,//dá-m` um lencinho, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7046
Felices Pascuas de Reyes / teñan vuestras señorías;// si ustedes nos dan licencia / iremos encomenzare.// [IGR # 0030] #9026
--Felizarda, Felizarda, / Felizarda, meu amor,//bem podias, Felizarda, / dormir uma noite ao rigor!// [IGR # 0159] #6091
Fernandito paseaba / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #8451
Fernandito se pasea / por las calles de Madrid//y a una fuente cristalina / . . .// [IGR # 0049] #9182
Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe, / echa su dulce cantar;// [IGR # 0049] #326
Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe / él echa un feliz cantar.// [IGR # 0049] #330
Fernandito se pasea / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él está a dulce cantar.// [IGR # 0049] #9191
Fernandito se pasea / por las orillas del mar//montadito en su caballo / y le echa un dulce cantar.// [IGR # 0049] #321
Fernandito se pasea / por las orillas riel mar;//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #9153
Filha d` el-rei de Marrocos / todo o dia está llorando.//Seu pai lh` está perguntando: / --Porque lloras, filha minha?// [IGR # 0503] #6717
-Filito, filito de oro, / ¡qué niñas lindas tenéis!//--Téngalas o no las tenga, / las dejaré de tener./ / [IGR # 0224] #4706
Filito, filito de oro, / yo amolando mi alfiler,//me dijo una gran señora, / --¡Que buenas hijas tenéis./ / [IGR # 0224] #4713
Filito, filito de oro, / yo jugando al ajedrez, me dijo una gran señora, / --¡Que lindas hijas tenés./ / [IGR # 0224] #4707
Filito, filito de oro, / yo jugando al ajedrez,//me encontré una gran señora: / --¡Qué lindas hijas tenés!/ / [IGR # 0224] #4703
Filito, filito de oro, / yo jugando la encontré.//Me dijo una gran señora: / --¡Qué lindas hijas tenéis!/ / [IGR # 0224] #4701
Firmeza de dos amantes / que uno a otro se tenían,//palabra de casamiento / se dieron los dos un día.// [IGR # 0217] #5550
Flor de mayo, flor de mayo, / de mayo no hay más que un día,// cuando aquel pobre Belardo / de la batalla venía.// [IGR # 0103] #689
Flor de mayo, flor de mayo, / tiempo de la primavera,// cuando se marchan los mozos / a pelear a la guerra. [IGR # 0168] #1646
Foi el-rei a montear, / montear, como olia,//e, quanto mais monteava, / menos la caça aparecia.// [IGR # 0164] #7281
Foi el-rei, foi a caçar, a caçar como solia,//e, de cansado, deitouse ao pé duma fonte fria,// [IGR # 0164] #7274
Foi um filho do rei à caça, / mais a sua fidalguia;//foram passar a calma / debaixo duma oliva.// [IGR # 0164+0100] #7271
Fontefrida, fontefrida, / fontefrida y con amor,// do todas las avecicas / van tomar consolación,// [IGR # 0229] #1530
Foram vê` la sepultura, / acharam-na lá parida,//c` uma menina nos braços, / que le chamavam Maria;// [IGR # 0165] #7591
Fradínets ara que `m vaga, / sinó ho feu ho faré yo//De posá ia ma á la ploma / per dictarne una cansó,// [IGR # 0945] #6382
--¡Francisquilla, Francisquilla, / la del cuerpo tan gentil,//levántate, abre la puerta / a quien las sueles abrir,// [IGR # 0222] #4848
--Francisquinha à janela / parece um ramo de flores.//Oh que dormira com ela / uma noite sem temor!// [IGR # 0234] #6925
--Francisquinha, Francisquinha, / desse corpo tão gentil,//abrime lá essa porta, / que ma costumais abrir.// [IGR # 0222+0168] #6895
--Francisquita, Francisquita, / su puerta vení a abrir.--//--¿Quién es el Mirón francés, / que mi puerta manda abrir?/ / [IGR # 0222] #4650
Frei João se levantou / numa bela madrugada,//chega á porta da Morena, / da Morena engraçada:// [IGR # 0309] #6829
Frei João se levantou / numa manhã de geada://--Abre-m` a porta, Morena, / ó Morena malfadada!// [IGR # 0309] #6828
Frei João se levantou / por uma manhã de geada,//em procura de Morena / o Frei João caminhava.// [IGR # 0309] #6837
Frei João se levantou / um dia de madrugada;//chegou à porte de Morena, / por Morena procurava:// [IGR # 0309] #6831
Frei João `stava doente, / c`uma doença de cama,//mandou chamar três doutores; / três horas de vida lhe deram.// [IGR # 0006] #5939
Fue publicada la guerra / en Francia y en Portugal, //pusieron a Gerineldo / de capitán general. // [IGR # 0023+0110] #9424
Fuera a caza, fuera a caza, / el infante don García,//fuera a caza, fuera a caza, / no cazó como solía.// [IGR # 0183] #5375
Fuese el conde y la condesa / a Martín a pasearse//y en meatad de aquel camino / criaturita oye llorare;// [IGR # 0087] #8874
Fui a darle agua a mi caballo / a las orillas del ma[r];//mientras el caballo bebe / yo me entretengo en cantar.// [IGR # 0049] #9116
Fui cativo p`ra moirama, / polo trist` azar da guerra,//que por mim moneta desse, / não houve perro, nem perra,// [IGR # 0443+0317] #6213
Fui-me à porta da Morena, / da Morena mal casada.//--Abre-me a porta, Morena, /abre-ma por tua alma!// [IGR # 0309] #6812
--Galancina, Galancina, / hija del conde Galán//¡quién te tuviera tres noches / a mi gusto y mi gozar!// [IGR # 0159] #8080
Galancina, Galancina / hija del conde Galán,// quién te tuviera tres noches / a mi gusto y mi mandar// [IGR # 0159] #741
Galancina, Galancina, / hija de un conde Galán// quién estuviera tres noches / a tu gusto y mi mandar// [IGR # 0159] #740
--Galanducha, Galanducha, / filha do Cond` Alvar,//bem puderas, Galanducha, / `tar üa hora a dond` eu mandar!// [IGR # 0159] #8906
Galanzuca, Galanzuca, / hija del conde Galán,// quién pudiera estar contigo / una noche y no tardar// [IGR # 0159] #737
Galanzuca, Galanzuca, / hija del conde Rondal,// si anduvieras una noche / o dos o tres a ti mandar// [IGR # 0159] #739
--Galdina, minha Galdina, / minha rica prend` amada,//tu tens sido minha filha, / vais ser minha namorada.// [IGR # 0075] #7083
Galeres van i venen / galeres de Portugal//han nombrat el conde elias / per capita general// [IGR # 0110] #4060
Gallarda se estaba peinando / en su ventana florida;//vira vir un caballero / camino de Andaluciá:// [IGR # 0200] #3328
--Genaraldo, Genaraldo, / pajem d` elrei mais querido, //bem podes tu, Genaraldo, / dormir um sono comigo.// [IGR # 0023] #7188
--General, General, / meu conselheiro tão qu`rido,//bem podias, General, / dormir uma noite comigo.// [IGR # 0023] #7186
--Generardo, Generardo, / pajem d` el-rei mais querido,//bem pudera Generardo / tomar amores comigo!// [IGR # 0023] #7175
Genereldo, Genereldo / fue a dar agua a su caballo.// Mientros su caballo bebe, / Genereldo echa un cantar;// [IGR # 0023+0110] #806
--Gente da serra, acudi, / acudi àquela serra,//que anda lá uma serrana / que é o estrago desta terra.// [IGR # 0233] #6999
Gente noble somos / los que aquí venimos//si nos dan licencia, / los Reis le pidimos// [IGR # 0710] #1794
--Gerenaldo, Gerenaldo, / pajem do rei bem querido,//porque não falas de amores / que estás aqui só comigo?// [IGR # 0023] #7194
--Gerinaldo, Gerinaldo, / cravo de elrei mais querido,//bem puderas, Gerinaldo, / em braços dormir comigo.// [IGR # 0023] #7177
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito pulido//¡quién te pillara esta noche / dos horas a mi albeldrío!// [IGR # 0023] #9690
Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #172
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito querido//¡ay, quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9678
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito querido//¡quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9679
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldo, meu amigo,//bem puderas, Gerinaldo, / à noite dormir comingo.// [IGR # 0023] #7176
--Gerinaldo, Gerinaldo, / já passas do rei mais querido. //Se tu queres, ó Gerinaldo, / passar a noite comigo? // [IGR # 0023] #7169
--Gerinaldo, Gerinaldo, / mi camarada y amigo,//¡quién te pudiera tener / tres horas a mi veltrido!// [IGR # 0023+0110] #5427
--Gerinaldo, Gerinaldo, / paje d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / a noute dormir comigo?// [IGR # 0023] #7163
--¡Gerinaldo, Gerinaldo / paje del Rey más querido.//Quién te me diera una noche / a solas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #8736
--Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7159
--Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` el-rei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / bolrar à noite comigo?// [IGR # 0426] #6948
Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem del-rei tão querido,//bem puderas, Gerinaldo, / dormir a noite comigo.// [IGR # 0023] #2735
--Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` elrei tão querido,//quem me dera, Gerinaldo, / vires aqui dormir comigo.// [IGR # 0023] #7182
--Gerinaldo, ó Gerinaldo, / d` elrei vassalo querido, //queres tu, ó Gerinaldo, / tomares amores comigo?// [IGR # 0023] #7154
--Gerinaldo, ó Gerinaldo, / pajem de elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / dormir à noite comigo?// [IGR # 0023] #7155
--Gerinaldo, ó Gerinaldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7198
--Gerinardo, Gerinardo, / pajem d` elrei tão amigo,//quisera eu, Gerinardo, / dormil la noite contigo.// [IGR # 0023] #7190
--Gerinelda, Gerinelda, / Gerineldita pulida//ya te va llegando el tiempo / de quedarte solita// [IGR # 0110] #4285
--Gerineldo, Gerineldo, / de mi jardín florecido//¡quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9673
Gerineldo, Gerineldo, / el mi paje más querido,// quisiera hablarte esta noche / en este jardín sombrío.// [IGR # 0023] #1584
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldillo pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #168
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito florido//ay, quién pudiera esta noche / dormir dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9671
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡Oh, quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9691
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡Oh, quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9686
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido.//. . . / . . . //¿Por dónde pasaré ahora / pa ser más desconocío?// [IGR # 0023+0110] #3033
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién pudiera por dos horas / dormir un rato contigo// [IGR # 0023] #174
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te pillara esta noche / dos o tres horas conmigo!// [IGR # 0023] #9692
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023+0110] #104
Gerineldo Gerineldo / Gerineldito pulido//quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío.// [IGR # 0023] #2960
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #169
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te pudiera coger / tres horas en mi albernilio!// [IGR # 0023] #4856
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//quién te pudiera tener / tres horas a mi albedrío.// [IGR # 0023] #5420
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te tuviera esta noche / _tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #4853
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,// . . . / . . .// [IGR # 0023] #9694
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¡ay, quién pudiera esta noche / dormir a solas contigo!// [IGR # 0023] #9685
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido//¡ay, quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9681
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¿dónde has pasado la noche / que vienes despavorido?// [IGR # 0023] #9695
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido//¡quién te pillara esta noche / dos horas en mi albedrío!// [IGR # 0023] #178
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas antes del día!// [IGR # 0023+0049] #3604
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido//¡quién te tuviera esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #170
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldo, amante mío//¡quién te tuviera esta noche / durmiendo a solas conmigo!// [IGR # 0023] #9682
Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero benino,// si fueras rico en hacienda / como eras galán pulido,// [IGR # 0023+0110] #812
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero florido,//quién te tuviera esta noche / tres horas en mi servicio.// [IGR # 0023] #5415
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #9670
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas en mi retiro! // [IGR # 0023+0110] #9428
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido,//si te hablara en esta noche / tres horas a mi albedrío.// [IGR # 0023] #5174
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero querido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas en mi albedrío!// [IGR # 0023] #4858
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camareru aguerrido,//¡quién te tuviera tres horas, / tres horas a mi servicio!// [IGR # 0023] #3605
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey bien querido,//cuántas damas y doncellas / desean hablar contigo;// [IGR # 0023] #5418
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido,// ¡cuántas damas y doncellas / quisieran folgar contigo,// [IGR # 0023] #8086
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡dichosa de la mujer / que te escoja por marido!// [IGR # 0023+0110] #3229
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¿dónde has estado esta noche, / que vienes descolorido?// [IGR # 0023] #187
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡quién estuviera una noche / sola dos horas contigo,// [IGR # 0023] #180
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido.//¡quién estuviese dos horas / sobre la noche contigo// [IGR # 0023+0049] #548
--Gerineldo, Gerineldo / paje del rey más querido,//quién te tuviera esta noche / en mi jardín florecido.// [IGR # 0023] #9367
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡quién te tuviera esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #9684
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido,//yo te quisiera tener / tres horas en mi castillo.// [IGR # 0023+0110] #5171
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido//baja a dar agua al caballo / a las orillas del mar,// [IGR # 0023] #183
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,//¡cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo!,/ / [IGR # 0023] #4787
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,//cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo;// [IGR # 0023] #5419
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido//fue a darle agua a su caballo / a la orillita del río.// [IGR # 0023] #9701
--Gerineldo Gerineldo / paje del rey tan querido;//si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido;// [IGR # 0023+0110] #9000
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido, quién me diera, Gerineldo, / dormir una noche contigo// [IGR # 0023] #798
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,// quién te pudiera traer /. . . // [IGR # 0023+0110] #816
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,//quién te tuviera tres noches / dos horas a mi dominio// [IGR # 0023] #797
--Gerineldo, Gerineldo / paje del rey tan querido,//si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido,// [IGR # 0023+0110] #8320
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,//si fueses rico en hacienda / como eres galán pulido// [IGR # 0023] #5819
--Gerineldo, Gerineldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerineldo, / dormir à noite comigo?// [IGR # 0023] #7165
--Gerineldo, Gerineldo, / ¿por qué tienes tan lindo?//¡Cuántas damas y doncellas / quisieran dormer contigo!// [IGR # 0023] #9379
--Gerineldo, Gerineldo, / ¡qué mal sueño hemos tenido,//que la espada de mi padre / en el medio amanecido!--/ / [IGR # 0023] #4614
. . . / . . . //Gerineldo no era tonto / y sólo una flor cortó// [IGR # 0023] #9693
--Gerineldo, ó Gerineldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerineldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7195
--Gian Lorenzo, Gian Lorenzo, / ¿quen te hiso tanto mal?//--Por tener mujer hermosa / el rey me quere matar.// [IGR # 0022] #5818
Gines nuevas gines nuevas, / que se suenan por España,//el caballero don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2465
--Girinaldo, Girinaldo, / filho do rei mais querido,//anda cá, ó Girinaldo, / se tu queres casar comigo.// [IGR # 0023] #7178
--Girinaldo, Girinaldo, / o pajem de elrei mais querido,//queres tu, ó Girinaldo, / ir à noite a dormir comigo?// [IGR # 0023] #7196
--Girinaldo, Girinaldo, / pajem d` elrei, o mais qu`rido.//bem podias, Girinaldo, / dormir à noite comigo.// [IGR # 0023] #7187
--Girinaldo, Girinaldo, / pajem do rei tão querido,//queres tu, ó Girinaldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7197
--Girineldo, Girineldo, / paje de los más queridos//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #9688
Gracias te doy, gran señor, / y alabo tu gran deber,//pues con el alma en el cuerpo / me has dejado amanecer.// [IGR # 1537.1] #5076
Grandes bodas hay en Francia / y en las salas de París://casa el hijo del rey / con la hija de Amadí.// [IGR # 0468] #9514
Grandes festas fazem mouros / na noite de S. João.//Quando os mouros o festejam, / que fará quem é cristão// [IGR # 0011] #2631
--Grandes guerras estão armadas / entre França e Aragão!//Mal o hajas tu, mulher, / mais a tua criação;// [IGR # 0231] #7516
Grandes guerras hay ahora / en la raya e Portugal// al conde de Arco le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3892
Grandes guerras hay en Francia / mas grandes en Portugal//y a este conde de don Marcos / lo llevan por capitán// [IGR # 0110] #4107
Grandes guerras se anunciaron / por la tierra y por el mar// y al duque Flores lo nombran / de teniente general.// [IGR # 0110] #1158
Grandes guerras se declaran / por España y Portugal// al conde Flores romera / le nombran capitán general.// [IGR # 0110] #4395
Grandes guerras se han armado / en rayas de Portugal// al conde el Arco le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3851
Grandes guerras se han formado / en rayas de Portugal//el conde el Arco le llevan / por capitán general.// [IGR # 0110] #3853
Grandes guerras se levantan / en rayas de Portugal//han llevado al conde Adoro / por capitán general.// [IGR # 0110] #3872
Grandes guerras se preparan / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4356
Grandes guerras se publican / en España y Portugal//llamaron al conde Flores / para jefe general// [IGR # 0110] #4097
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde don Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #293
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #4389
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4407
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4405
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4402
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4388
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4386
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y el conde Flores nombrado / por capitán general.// [IGR # 0110] #292
Grandes guerras se publican / en la tierra y en la mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4391
Grandes guerras se publican / en toda Francia en general//y al señor de Gerineldo / lo nombran de general// [IGR # 0023+0110] #4172
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal;//y al conde Sol le nombran / por capitán general;// [IGR # 0110] #3797
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal//nombran a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0110] #4135
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal//y al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #303
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #3996
Grandes [guerras] se publican / España con Portugal //y llaman a Gerineldo / por capitán general. // [IGR # 0023+0110] #9423
Grandes guerras se publican / España con Portugal//y llaman a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4369
Grandes guerras se publican / por España y Portugal//y al conde Flores le nombran / de capitan general.// [IGR # 0110] #289
Grandes guerras se publican / por España y Portugal//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4401
Grandes guerras se publican / por Francia y por Portugal//y a Gerineldo lo ponen / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4159
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//al conde Flores nombraron / por capitán general.// [IGR # 0110] #296
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #3995
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde Flores lo nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4390
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y el conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #302
Grandes guerras se publican / y en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4392
Grandes nuevas, grandes nuevas / se cuenta por Portugal,//que al conde Flores le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3888
Grandes nuevas, grandes nuevas, / se suenan en Portugal//se ha casado el conde Aliste / con la condesa, y se van// [IGR # 0135] #1913
Gran fiestas hacen los moros / por la vega de Granada,//arrevuelven sus caballos, / jugando iban a la danza.// [IGR # 0013] #8479
Gran función tendrán los moros / en la ciudad de Granada//mejor la tiene la Virgen / al pie de una fuente clara,// [IGR # 0104] #157
Gran función tienen los reyes / en la ciudad de Granada//mejor la tiene la Virgen / al pie de una fuente clara,// [IGR # 0104] #162
Gran llanto hazía la Cava / con gran dolor y amargura,//desque vido la perdición / y la crueldad tan dura// [IGR # 0424] #4539
Griselda se paseaba / entre la mar y la arena//con sus dos hijas al lado / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3358
Gritos dava a marinheira, / gritos, que se afundava.//O diabo le respondeu / dum cabeço donde estava:// [IGR # 0180] #7699
Gritos dava o marinheiro, / gritos dava, que se afogava.//Respondeu-lhe o mau demónio / d` altas torres donde estava:// [IGR # 0180] #7705
--Gualdininha, quer`s ser minha, / queres ser minha namorada? //Eu de ouro te vestia, / eu de ouro te calçava!// [IGR # 0075] #7108
Guay del hombre que s`encona, / o con mujer o con goya//Guay del hombre que jura, / o en mentira o en vedrá,//, [IGR # 2685] #2984
--Guerineldo, Guerineldo, / Guerineldito pulido,//quién te tuviera una noche / y otras tres al lado mío.// [IGR # 0023] #5176
Guerra, guerra pide el rey / entre España y Portugal//que metan a Gerinaldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4313
Guerra, guerra se levanta / entre Francia y Portugal// al conde le han nombrado / de capitán general.// [IGR # 0110] #3943
Guerra, guerra se levante / entre España y Portugal//y la señora condesa / no paraba de llorar// [IGR # 0110] #3977
Guerras comunican, guerras, / España con Portugal//y el señor don conde Flores / a la guerra se nos va.// [IGR # 0110] #3978
Guerras, guerras se levantan / entre Francia y Portugal,//que ha salido el conde Florez / por capitán general.// [IGR # 0110] #3877
Guerras se levantan, guerras / entre España y Portugal;//nombraron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #3975
Habían anunciado guerra / Francia contra Portugal//y al conde Flores lo nombran / de Capitán General.// [IGR # 0110] #9453
Había tres niñas / bordando una bufanda//con aguja de oro / y dedal de plata.// [IGR # 0173] #5275
Había una mora lavando / al pie de una fuente fría.//--Retírate mora bella, / retírate mora linda,// [IGR # 0169] #567
Hablando estava la reina, / en su palacio real,//con la infanta de Castilla, / princessa de Portugal.// [IGR # 0069] #3754
Ha comenzado la guerra / entre Francia y Portugal// al conde barrios señora / le nombran por general// [IGR # 0110] #3994
Hais de venir a escuchar / un portentoso prodigio//que ahora les voy a contar, / y esta noche ha sucedido:// [IGR # 0143] #5604
Ha mandado a formar guerra / en Francia y en Portugal//y al conde de Gerineldo / lo nombran de capitán// [IGR # 0023+0110] #4175
Han comenzado la guerra / de España con Portugal// y al conde de Lindaflores / le han nombrado capitán.// [IGR # 0110] #9599
Han echado una guerra / entre España y Portugal//a Gerineldo le llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4185
Han estallado las guerras / de Francia con Portugal//y a don waldo se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3947
Han inventado una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4381
Han pasado los seis años, / corriendo los siete van,//se declararon las guerras / de Francia y de Portugal.// [IGR # 0023+0110] #4199
Han pedio a Gerinerdo / de capitán general.//la princesa como niña / todo se le van en llorar// [IGR # 0023+0110] #4181
Han publicado una guerra / en Francia y en Portugal//y ha tocado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4207
Ha principiado una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4382
Harta estaba la condesa / harta y cansa de llorar//porque al buen conde le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3899
Há sete anos e um dia / que andam na volta do mar,//já não tinham que comer, / já não tinham que manjar;// [IGR # 0457] #7777
Ha venido frey Fulano, / me quiso pisar el pié.//--Déjate que te le pise, / te dará bien de comer,// [IGR # 0461] #110
Havia um D. Manuel, / filho de un gran general;//mandou falar à princesa / para com ela casar.// [IGR # 0720] #2687
Havia um rei que tinha três filhos / e a coroa tinha de dar;//não sabia s`ao mais velho, / s`ò mais moço ia chegar.// [IGR # 2954] #2930
Há vinte e quatro anos / que às ordens m`entregaram;//quatro vinténs e um pão / foi tudo quanto me deram.// [IGR # 2917] #2928
--¿Ha visto usted a mi marido / en la guerra alguna vez?//--Si acaso lo hubiera visto / deme las señasde él.// [IGR # 0113] #3586
Hay una flor en el campo / que la llaman la borraja//e la niña que la pisa / se sentía embarazada.// [IGR # 0469+0138] #3230
Hay una yerba en el campo / bien florida y bien granada//que no hay dama que la pise / que no quede embaranzada.// [IGR # 0138] #8095
Hay una yerba en el campo / muy florida y muy granada//no hay doncella que la tríe / que no quede embarazada.// [IGR # 0138] #8094
Hay una yerba en el campo / que llaman de la borraja://las mujeres que la pisan / se sienten embarazadas.// [IGR # 0469] #3492
Hay una yerba en el huerto / muy viciosa y regalada//Eugenita la pisó / por su desdicha malvada.// [IGR # 0138] #8100
Hazino estaba el buen rey, / hazino y echado en cama;//siete dotores lo rijen, / los mijores de Grenada;// [IGR # 0006] #2483
Hazino estaba un mancebo, / hazino echado en la cama,//con unas calenturas fuertes / que el alma se le arrancaba.// [IGR # 0006] #9308
--Hebritas, hebritas de oro / que se me vienen quebrando,//que dice mi señor amo / que cuántas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5185
--Heide fazer uma aposta, / de perder ou de ganhar,//de falar com Mariana, / antes do galo cantar.// [IGR # 0255] #7462
Hélo, hélo por do viene / el infante vengador,// caballero a la gineta / en un caballo corredor,// [IGR # 0288] #1567
Herido está don Tristán / de una muy mala lanzada,// diérasela el rey su tío / con una lanza herbolada;// [IGR # 0116] #1563
Hermosa ciutat de Vic / mereixeries ser cremada,//n`has fet matar un cavaller, / el més noble de la Plana,// [IGR # 2695] #3666
Hermosa me era yo, hermosa / más que rosa en el rosal,//más que los reales nuevos / y la flor de un limonar.// [IGR # 0047+0022] #3368
Hija de un padre muy noble / el don Antonio Moreno//éste, por muerte que hizo, / salió de su patria huyendo.// [IGR # 5102] #2144
. . . hijo el vizconde / . . . //La reina que lo ha escuchado / se ha quedado enamorá.// [IGR # 0049] #9105
Hijo querido del alma, / oye a tu madre afligida//angustiada y dolorida, / a quien tanto favor clama.// [IGR # 0628] #366
Hilito, hilito de oro, / hilado de una francés,//me dijo una gran señora, / que buenas hijas tenéis./ / [IGR # 0224] #4699
--Hilito, hilito de oro, / que jugando la del rey,//por el camino me han dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5204
Hilito, hilito de oro, / yo jugando al ajedrez,//díjele a una gran señora: / --Qué lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5197
--Hilito, hilito de oro, / yo jugando, al ajedrez,//por el camino me han dicho / lindas hijas tiene el rey.// [IGR # 0224] #5199
Hilito, hilito de oro, / yo jugando al ajedrez,//pregunta una gran señora, / --¿Qué lindas hijas tenéis?/ / [IGR # 0224] #4710
Hilito, hilito de oro, / yo jugando la encontré;//me dice una gran señora, / que de linda ha de tener./ / [IGR # 0224] #4693
--Hilitos, hilitos de oro / que se me vienen quebrando,//que manda decir el rey / que cuántos hijos tenéis.// [IGR # 0224] #5184
--Hilo de oro, hilo de plata; / que jugando al ajedrez,//me decía una mujer / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5207
--Hilo de oro, hilo de plata, / vamos ju`ando al ajedrez,//que me ha dicho una señora / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #3518
Hilo de oro, hilo de plata, / y jugando al ajedrez,// me ha visto un caballero: / Qué lindas hijas tenéis// [IGR # 0224] #1359
--Hilo, hilo, hilo verde, / que hilando, lo hilé,//que en el camino me han dicho / que lindas niñas tenés.// [IGR # 0224] #5190
Hincado está de rodillas / ese valiente Bernardo,//delante el conde su padre / para besarle la mano,// [IGR # 1609] #8538
História da nau Catrineta / eu vo-la quero contar.//Trinta anos e um dia, / sempre à beira do mar,// [IGR # 0457] #7761
Hizo hazer al rey León / el Cidi un juramento,//delante de muchos grandes, / que se hallaron en Burgos.// [IGR # 0035] #5908
--Hoje apregoam las guerras / de França com Aragão,//eu já nã posso fazêlas / e cabo de mim darão.// [IGR # 0231] #7535
--Hoje s` apregoam guerras, / las guerras de D. João//e já sou velho cansado, / las guerras m` acabarão.// [IGR # 0231] #7536
--Hoje sim, ó cavalheiro, / hoje sim, amanhã não,//meu marido não está cá / foi para a feira d` Ascenção.// [IGR # 0234] #6931
Hoxe se emmpezan as guerras / entre Franza e Portugale//conde Niños iba nelas / por capitán general-e.// [IGR # 0190] #1683
Hoy es día de alegría, / olvidar todo el pesar//que anda el Redentor del mundo / navegando por la mar.// [IGR # 0435.2] #1732
Hoy es día de los Reyes, / día muy asiñalado,// entre damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0046] #648
Hoy es día de los Reyes, / primera fiesta del año//todas damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0056] #1773
Hoy es víspera de Reises, / primera fiesta del año//caballeros y doncellas / al rey piden su aguinaldo,// [IGR # 0046] #1782
Hoy es víspera de Reyes, / en principio de un buen año,//donde damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0120] #7901
Hoy noche de Navidad / de la Virgen nació un niño//le encontraron los pastores / en un campo florecido.// [IGR # 0806] #2060
Hoy se casa Genereldo, / mañana se va a pelear;// su mujer, chiquilla y niña, / no cesaba de llorar.// [IGR # 0110] #1141
Hoy se casan dos hermanas / ambas juntas en un día,//se casan con dos hermanos / que de las Indias venían;// [IGR # 0374] #5533
Hoy se despide don Bardo / hoy se despide y se va//los ojos de mirabela / no cesaban de llorar// [IGR # 0110] #3991
Hoy se marcha el conde Flores, / hoy se marcha y hoy se va;//la condesa, como es niña, / no cesaba de llorar.// [IGR # 0110] #3850
Hoy se parte el conde Alarcos / hoy se parte hoy se va//los ojos de la condesa / ya no cesan de llorar// [IGR # 0110] #3933
Hoy se publica la guerra, / hoy la mandan publicar// al rey-conde se le llevan / para seis años na mas// [IGR # 0110] #4013
Hoy se publica la guerra, / hoy se quiere publicar//y el rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4032
Hoy se publican las guerras, / hoy se mandan publicar//el rey-conde es mi marido / y se lo van a llevar// [IGR # 0023+0110] #4277
Hoy se publican las guerras, / hoy se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4030
Hoy, víspera de los Reyes, / la primer fiesta del año,//cuanto principia el rey moro / a su padre pide aguinaldo.// [IGR # 0056] #9365
Hoy víspera de los Reyes, / la primer fiesta del año//príncipes y caballeros / al rey piden l`aguinaldo.// [IGR # 0056] #8073
Hubo una guerra mu grande / entre Francia y Portugal//hubo una guerra mu grande, / Lumbardo marchó pa allá.// [IGR # 0110] #295
Hueste saca el rey Orés, / rey de Mérida llamado;//con la gran gente que lleva / va muy sobervio el pagano.// [IGR # 1527] #8495
I a les muntanyes de l`Oro, / i a la ciutat de València,//si n`hi havia una serrana / que n`es blanxa i no morena.// [IGR # 0233] #7422
I a Madrid n`hi ha una dama / casada amb el fill del rei.// Sa mare la`n pentinava / amb una pinteta d`Urgell,// [IGR # 1126] #4511
Iba a caza, iba a caza / el infante don García;// no va por falta de caza, / que cazadores tenía,// [IGR # 0183] #862
Iba el rey a cazar / a cazar por alta sierra,//en vez de encontrar caza / encontró una linda romera. // [IGR # 0192] #4917
Iban doscientos soldados / debajo de una bandera// y en el medio de ellos / uno que colgaba la cabeza,// [IGR # 0176] #1008
Iban dos estudiantillos / al estudio acostumbrados//la noche de Navidad / a Bolonia van llegando;// [IGR # 0206] #2181
Íbase la Sildanita / por un corredor arriba,//por un corredor abajo. / ¡Qué bien tocaba y tenía,/ / [IGR # 0005] #4635
I el pobre terrisser, `/ i el pobre terrissaire,//en passant-ne el riu del Ter / el ruc li`n cau a l`aiga.// [IGR # 1110] #4513
I els Castells de Bons Aires / i els moros me l`han pres,//no m`han pres per riquesa / ni tampoc per diners,// [IGR # 0299] #4516
I-estas partes del Oriente, / tierra de sierra y aldea// salieron los tres Reis Magos / guiados por una estrella. [IGR # 0770] #1630
--Imbelina, Imbelina, / filha do conde-real,//quem me dera ocasião, / u~` hora de te ir falar!// [IGR # 0159] #6059
--Imbulina, Imbulininha, / filha do conde-real,//quem me dera u~a hora, / hora de te eu ir falar!// [IGR # 0159] #6058
--`Inda agora vim da Lapa, / quem me dera lá tornar,//só para ver a pastorinha / que lá ficava assentada// [IGR # 0165] #7618
`Inda não é de manhã, / começa a campa a dobrar.// `Inda não é meio-dia, / vão ambos a degolar.// [IGR # 0049] #6419
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima //acordou seu pai da cama / co` o estrondo que ela fazia.// [IGR # 0503] #6657
Indo a dona Silvana, / pelo corredor acima,//acordou seu pai e mãe / com estrondo que fazia.// [IGR # 0503] #6666
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//a tocar numa guitarra, / muito bem, a maravilha.// [IGR # 0503] #6648
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando cravo d` ouro, / muito bem que o tangia,// [IGR # 0503] #6733
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / coisa que ela não sabia,// [IGR # 0503] #6692
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//tocava numa guitarra, / que tão bem a retinia.// [IGR # 0503] #6670
Indo a dona Silvana / pelo seu quintal acima,//tamanhos gritos dava / que no palácio se ouviram,// [IGR # 0503] #6642
Indo a dona Silvana / p` la sua escada acima,//logo o sê pai recordou: / --Que tens tu, ó filha minha?// [IGR # 0503] #6693
Indo a dona Silvana / p` lo corredor acima,//tocando numa guitarra, / cantando a meravilha,// [IGR # 0503] #6681
Indo a dona Silvana / por um corredor acima,//a tocar numa guitarra, / oh, que tão bem a tangia!// [IGR # 0503] #6673
Indo Carolina Augusta / pelo seu corredor acima,//tocando numa guitarra, / que istrumento não fazia,// [IGR # 0503] #6664
Indo dona Infanta / por seu corredor acima,//tocando numa guitarra, / tocava que retinia.// [IGR # 0503] #6699
Indo dona Selivana / pelo seu jardim acima //tocando numa viola, / tocava que rescindia ,// [IGR # 0503] #6710
Indo dona Silbana, / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / oh! quê tãobãi la tangia!// [IGR # 0503] #6687
Indo dona Silvana linda / pelo corredor acima //tocando uma guitarra d` ouro, / muito bem à maravilha.// [IGR # 0503] #6654
Indo dona Silvana / pela sua sala acima,//tocando na sua guitarra, / tocando à maravilha,// [IGR # 0503] #6689
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//com uma guitarra na mão, / que tão bem a cingia.// [IGR # 0503] #6671
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando na sua guitarra / . . . // [IGR # 0503] #6659
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / grande estrondo fazia.// [IGR # 0503] #6624
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / que grande estrondo que fazia!// [IGR # 0503] #6665
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / tocando à maravilha,// [IGR # 0503] #6634
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / todo o bem que ela sabia,// [IGR # 0503] #6643
Indo dona Silvana / pelo corredor adiante,//tocando numa guitarra, / tocando à maravilha.// [IGR # 0503] #6660
Indo dona Silvana / por seu corredor acima,//com uma guitarra nos braços, / donde ela era tangida,// [IGR # 0503] #6730
Indo dona Silvana, / por um cerrado acima,//tocando numa guitarra, / que grande estrondo faria.// [IGR # 0503] #6627
Indo dona Silvaninha / pelo corredor acima,//pelo corredor abaixo / . . . // [IGR # 0503] #6651
Indo dona Silvaninha / pelo corredor acima,//tocando uma guitarra / (e bem que ela a tenia!);// [IGR # 0075] #7091
Indo dona Silvaninha / pelo seu corredor acima,//tocando numa guitarra, / oh tão bem que ela sabia!// [IGR # 0503] #6632
Indo D. Pedro à caça / com toda a fantasia,//ali no meio duma brenha / fez-se noite, anoitecia.// [IGR # 0164+0100] #7268
--Indo eu ao mê` espêlho vi o meu rosto malfadado.//Malaçoado marido / . . . // [IGR # 0231] #7528
Indo eu para a campanha, / esqueceu-me a espingarda;//tornei para trás por ela, / achei a porta fechada.// [IGR # 0436] #6952
Indo-m`eu por aí abaixo, / em busca dos meus amores,//encontrei um laranjal / carregadinho de flores.// [IGR # 2990] #2921
Indo Noss` Senhor à caça, / tã lind` como o sol ia,//incontrou um homa rico / todo tcheio de melenconia.// [IGR # 0808] #2827
Indo o caçador à caça, / à caça como se via,//encostou-s` `ò arvoredo, / ao mais alto que lá havia.// [IGR # 0164+0100] #7261
Indo o rei Traquilha à caça / anoiteceu-lhe na caçada;//Estando Grameneza à porta, / logo ficou assustada.// [IGR # 0403] #4409
Indo um caçador à caça, / caçando com maravilha,//seus perros iam cansados, / seus falcões perdidos iam,// [IGR # 0164+0100] #7246
Indo um cavaleiro à caça, / à caça da altanaria,//foi de tarde descansar / nuns matos da Berberia.// [IGR # 0164+0100] #7270
Indo yo en mi caballo, / en mi caballo el trotón,//me encontré con una dama, / con dos damas y un señor.// [IGR # 0612] #9754
Indo yöu la sierra arriba, / delantre de mie piara,//repicando no caldeiro, / remendando mie çamarra,// [IGR # 0235] #2853
--Infeliza, abre-me a porta, / qu` estou co` os pés na geada;//se me não abrir`s a porta, / nem és firme, nem és nada.// [IGR # 0309] #6833
--¡Inhumano rey Alfonso! / de tus tierras me despido,//porque no es rey natural / rey ingrato a los servicios.// [IGR # 1623] #8547
Irás a la presente valle / más hermoso que el sol sale//La dama está en la ventana / y el galán está en la calle.// [IGR # 0726] #2097
--Irme quiero, la mi madre, / irme quiero a la Romanía.//Con quién deje a la mi esposita, / la mi esposa querida?// [IGR # 0148] #4484
--Irme quiero, la mi madre, / irme quiero a romería.//A la mi esposa Elena / ¿onde yo la dexaría?// [IGR # 0148] #4483
Isso é coisa qu`eu não faço, / qu`ê fico envergonhado;//s`ê beijasse as de meu pai, / ê seria hom`honrado.// [IGR # 0035] #2608
I una cançó vui cantar, / no hi ha molt que s`és dictada,//d` una noia del Celrà / que a Ripoll la n` han casada.// [IGR # 1004] #4535
I una matinada fresca / jo me`n vaig anar a caçar.// No trobo caça ninguna / que jo li pogués tirar,// [IGR # 2729] #7841
Já bate o sol na vidraça, / já lá vem o claro dia,//já o conde da Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6793
Já bate o sol no Tejo, / lá vem o claro dia,//Levantou-se o Conde d` Alemanha / que co` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6777
--Já começam as guerras no campo de Mazagão,//ai de mim, que já estou velho, as guerras me matarão!// [IGR # 0231] #7532
Já dá o sol na vidraça, / já lá vem o claro dia, //já o Conde d` Alemanha / com a rainha dormia. // [IGR # 0095] #6810
Já dá o sol na vidraça, / já vem o claro dia,//e o conde D` Alamanha / com a rainha dormia;// [IGR # 0095] #6754
Já dá o sol no castelo, / já lá vem o claro dia,//já o Conde de Alemanha / co` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6774
. . . / . . . //--Já é meia-noite dada / sem te voltares para mi;// [IGR # 0222+0168] #6888
Ja en veu venir dos patges, / carregats del {I}dolé{M}.//--Ai, patges, los meus patges, quines noves me`n porteu?// [IGR # 0178] #9567
Ja hi havia un marinero / en el más fondo del agua,//reclamaba san Antonia / y a san Francisco de Paula.// [IGR # 0180] #8606
Já lá baixo vem a noite, / vaise a luz do claro dia, //vem o Conde d` Alemanha / a dormir com a rainha. // [IGR # 0095] #6808
Já lá baixo vem o sol, / já lá vem no claro dia,//vem o duque de Alemanha / que co` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6746
Já lá bat` o sol no Tejo, / já lá ben o claro dia;//já lá ben o Conde Nino / de dormir cun a rainha.// [IGR # 0095] #6758
Já lá na serra amanhece, / já lá vem o claro dia,//`inda o Conde d` Alemanha / com a rainha dormia!// [IGR # 0095] #6786
Já lá vanh` a bal` aurora / já lá vanh` o balo dia//já lá vanh` o dom condi / cum canh` a rainha drumia// [IGR # 0095] #6771
Já lá vão pelo mar fora, / já não têm que comer,//deitaram sortes à vida, / qual havia de morrer;// [IGR # 0457] #7784
Já lá vem a manhã clara, / já lá vem o claro dia,//já o Conde de Alemanha / comigo brincar queria.// [IGR # 0095] #6781
Já lá vem a nau Catrineta, / que tem muito que contar.//Sete anos e um dia andou / sobre as águas do mar.// [IGR # 0457] #7772
Já lá vem no conde Aninho, / seu cavalo foi banhar,//enquanto o cavalo bebeu, / formou se um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6439
Já lá vem no sol nascendo, / já lá vem no claro dia,//e o Conde d` Alamanha / que co` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6796
Já lá vem o claro sol, / o claro luzeiro do dia,//e o conde d` Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6794
Já lá vem o sol abaixo, / já lá vem o claro dia,//e o Conde de Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6762
Já lá vem o sol à serra, / lá vem o claro dia,//e o conde de Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6764
Já lá vem o sol nascendo, / já lá vem o claro dia,//e o conde de Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6785
Já lá vem o sol nascendo, / já lá vem o claro dia//e o Conde de Lamanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6801
--Jalinero, Jalinero, / Jalinerito querido,//¡quién pudiera esta noche / estar tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9696
Já lo sol dá na janela, / impina já a mei`dia,//`inda Conde de Germanha, / com la rainha dormia.// [IGR # 0095] #6803
Ja n toquen a la generala / soc condenado a marxar//si al cap dels set anys no torno / niña te podrás casar// [IGR # 0110] #4062
Já o D. Golpes vai preso, / muito bem arreatado,//ofendeu uma romeira / no caminho da romage,// [IGR # 0118] #5988
Já os anjos vão p`r`ò céu, / `stou disposto em procissão;//S. Pedro leva a cruz, / S. João leva o pendão.// [IGR # 0034.3] #2801
--Já os galos cantam / meu amor vai-te.//--P` onde é que eu hei-de ir, / coração, deixar-te?// [IGR # 0155] #6597
--Já os galos cantam, / ó mê amor vai-ti.//--C` m` irei triste / coração deixar-ti?// [IGR # 0155] #6593
--Já os galos cantam, / ó meu amor, vai-te.//--Onde me hei-de eu ir, / coração, e deixar-te?// [IGR # 0155] #6598
Já o sol dá do castelo / já lá vem o claro dia.//--A manga desta camisa / não a chego ir fazer// [IGR # 0095] #6783
Já o sol dá nas vidraças, / já lá vem o claro dia,//já o Conde da Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6775
Já o sol dá na vidraça, / ai Jesus! tão claro dia,//ainda o Conde de Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6806
Já o sol dá na vidraça, / já lá vem o claro dia, //e `inda o conde d` Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6743
Já o sol dá no castelo, / já lá vem o claro dia,//ele o Conde d`Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6772
Já o sol era raiado, / já lá vem claro dia,//já o conde de Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6779
Jarifa, la perra mora, / señora de gran valía,//dice que tiene deseos / de una cristiana cautiva.// [IGR # 0136] #5523
--Já se apregoam as guerras / entre França e Aragão,//ai de mim que já sou velho, / não nas posso brigar, não!// [IGR # 0231] #7489
--Já se apregoam as guerras lá nos campos de Aragão;/// ai de mim, que já sou velho / e guerras me acabarão.// [IGR # 0231] #7488
Já se começam as guerras / no campo de D. Barão.//--Triste de mim, que sou velho, / as guerras me acabarão!// [IGR # 0231] #7506
--Já se começam as guerras / nos campos de Mazagão,//triste de mim, que sou velho, / as guerras me matarão!// [IGR # 0231] #7531
Já vai arraiando o sol, / próprio e claro dia,//veu o conde da Alemanha, / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6753
Jesucristo árida pidiendo, / en clase de pobre andaba,//ha llegado a una puerta / y ha llamado --Deo gracias;// [IGR # 0524] #5709
Jesucristo fue a cazar, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / de subir cuestas arriba.// [IGR # 0808] #5578
Jesucristo iba a cazar, / a cazar como solía;//los perros lleva cansados / de subir cuestas arriba. // [IGR # 0808] #4920
Jesucristo sal de caza, / no sale como salía//cuando se marchan los mozos / a pelear a la guerra.// [IGR # 0808] #1648
Jesucristo se ha perdido, / la Virgen lo va a buscar;//lo buscaba de huerto en huerto / y de rosal en rosal;// [IGR # 0697+1537.1] #7949
Jesucristo se ha perdido, / la Virgen lo va a buscar,//de huerto en huerto, / de rosal en rosal.// [IGR # 0697+1537.1] #5079
Jesucristo se ha perdido, / su madre le anda buscando.//--¿Quién le ha visto por aquí / una estrella relumbrando?// [IGR # 1537.1] #5746
Jesucristo se perdió, / su madre le anda a buscar,//calle arriba, calle abajo, / no le ha sido de encontrar.// [IGR # 1537.1] #5750
. . . / . . . //Jesus Cristo se passeia / ao redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7567
Jilita, jilita de oro, / que jilando Alejandría,//yo vide una gran señora, / que lindas hijas tenía./ / [IGR # 0224] #4712
Joan Sala es diu per nom, / lo nom propi que tenia,//per altre nom Serrallonga,/ casat amb una pubilla.// [IGR # 0948] #4503
Joan Sala y Viladrau / era `l nom que yo tenía,//per altre nom Serrallonga, / casat ab una pubilla.// [IGR # 0948] #3671
Joãozinho foi jogar, / uma noite de Natal,//ganhou cem dobras d` ouro, / marcadas e por marcar,// [IGR # 0343] #6128
Jonas, desobediente / ao que o Senhor o mandou://fosse pregar à Nívia, / onde Jonas desembarcou.// [IGR # 2851] #2635
Juana Luna de mi vida, / mira qué casualidad,//cada vez que vengo a verte / tu marido viene ya.// [IGR # 0234] #5010
Juan de Trunfa está muy malo / de una enfermedad muy larga.// Siete dotores le cuidan / los mejores de Granada.// [IGR # 0006] #2329
Juanito fue a la vía / por ver si venía el tren,//y el tren venía con violencia, / Juanito volvió a caer.// [IGR # 0156] #3141
Jueves Santo, Jueves Santo, / cuando la Pasión salía//cuando por Villamayor / tropa de caballería.// [IGR # 0170] #452
Jueves santo, jueves santo, / jueves santo, aquel día//estaba la Virgen María / buscando a su hijo amado.// [IGR # 1537.1] #5085
Jueves Santo, Jueves Santo, / Jueves Santo en aquel día//cuando la Virgen María / fue a buscar a su hijo amado.// [IGR # 1537.1] #432
Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua//cuando el Redentor del mundo / a sus disciplos llama.// [IGR # 0064.1] #1710
Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua//cuando el redentor del mundo / a sus discípulos llamaba.// [IGR # 0064.1] #3766
Jueves Santo, Jueves Santo / tres días antes de Pascua//cuando el Redentor del mundo / por sus discípulos llamaba.// [IGR # 0064.1] #8763
Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua,//cuando el Redentor del mundo / por sus discípulos llamaba.// [IGR # 0064.1] #8764
Jueves Santo, Viernes Santo, / día de la pasión//crucificaron a Cristo, / aquel divino Señor.// [IGR # 0199] #8304
Jugando estaba el rey moro / y aun al ajedrez un día,// con aquese buen Fajardo / con amor que le tenía.// [IGR # 0313] #1482
Julianiña, Julianiña, / hija de un rey Julián//por los campos de Mostela / se venía a pasear.// [IGR # 0149] #1639
Julianita, Julianita,__hija del conde Galán,/quién te me diera tres noches / todas tres al miöu mandar// [IGR # 0159] #8333
--Julianita, Julianita / hija del conde Galán,//quién te tuviera tres noches / todas tres al mío mandar.// [IGR # 0159] #9385
. . . juntaron rostro con rostro, / juntaron cara con cara//tantas eran las lágrimas, / que toda a cama regaran;// [IGR # 0116] #1847
Junto al reino de Aragón, / junto al reino de Turquía,//cautivaron a una mora, / se llevaron a una niña.// [IGR # 0169] #2591
Juramento lleban hecho / todos juntos a vna boz//de no dar al alma yndigna / el manjar viuo que es Dios;// [IGR # 1525.1] #5002
Juramento tengo hecho / y en mi librito nisá//cual su mujer hubiera / gran plazel le he de tomá,// [IGR # 0789] #8052
--Ken kere tomar konsez+o / ke venga `a mí, se lo daré://ken kere kazar kon mosa, / non se `espere ala vez+és.// [IGR # 0311] #4842
Lá abaixo vem o conde, / preso vem, arreatado,//não por furtos que haja feito, / nem por homens que há matado;// [IGR # 0118] #5989
Lá acima em Catalunha, / junto ao pé de Sevilha,//correm os moços um touro / que admirar-se podia// [IGR # 0669] #2696
Lá arriba naquela serra / está uma bela ermida,//onde vai uma devota, / serva da Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7609
La bella de la que andaba / sagrario del Verbo Trino//guarnecida en humildad / fue a confesarse un domingo,// [IGR # 0682] #2057
La bella mal maridada, / de las lindas que yo ví,// véote tan triste, enojada, / la verdad díla tú a mí.// [IGR # 0281] #1558
La botiga d` un paraire / s` ha dictada una cansó,//Un fadrí y una minyona / que s` han donada l` amor.// [IGR # 0107] #8574
Labrando está el Espinés / . . . //el manto labra el Espinés, / el manto a la maravilla.// [IGR # 0074] #3316
Lá caminhou D. Rodrigues / muito bem aparelhado,//com cem homens ò seu lado, / com cem homens a cavalo.// [IGR # 0036] #2598
Lá cima, naquela serra, / está uma linda ermida;//uma devota está nela, / que se chama Cecília.// [IGR # 0165] #7592
Lá cima, naquela serra, / está uma linda ermida,//devota de Nossa Senhora, / que se chamava Maria.// [IGR # 0165] #7611
Lá cima naquela serra / está uma linda ermida,//está uma devota dela, / que se chamava Cecília.// [IGR # 0165] #7608
La ciudad de Nobadía / es una hermosa ciudad,// donde el conde Flores Bienes / a la guerra a pelear;// [IGR # 0110] #1148
La ciutat de Barcelona,/ oh, que noble ciutat és,//allí n`anirem nosaltres / per guanyar alguns diners// [IGR # 0971] #4502
La condesa de olivares / tiesta y harta de llorar//porque le llevan al conde / por capitán general.// [IGR # 0110] #3958
La condesa li decia / conde cuando tornara//de mi ya la tienes hija / dios del cielo te la da// [IGR # 0110] #4054
La condesita lloraba, / tiene bien por que llorar,//que al conde Flores le llevan / a la guerra general// [IGR # 0110] #3980
La cristiana más hermosa / que el rey de Francia tenía,//se la cautivaron moros / días de Pascua Florida.// [IGR # 0169] #5518
Lá das bandas de Castalia / triste nova era chegada://Dom João que vem doente, / mal pezar da sua amada.// [IGR # 0006] #9323
Lá de baixo vem o sol, / vem a luz do claro dia,//aquele conde de Lamala / a dormir vai co` a a rainha.// [IGR # 0095] #6747
La diada de Sant Joan / és una diada bona//fan festa los cristians / los moros de moreria.// [IGR # 0169] #2490
La diosa a quien sacrifica / Samo y Cipro en mill altares,//va buscando peregrina / del mundo las quatro partes// [IGR # 0605] #4415
Lá em cima naquela serra / está uma bela ermida//onde está uma devota, / serva da Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7598
Lá em cima, naquela serra, / está uma linda ermida,//dentro dela Deus assiste / mais a Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7606
. . . la encuentra lavando en la fuente fría:// [IGR # 0169] #2521
La filla del marxant / diuhen qu` es la mes bella,//no es la mes bella, nó, / qu` altres n` hi ha sens` ella// [IGR # 2720] #8594
La firmeza de dos amantes / que uno al otro se tenían//don Juan del Monte, / doña Ángela de Mesías.// [IGR # 0217] #120
La gente como es tan mala / empezaba a murmurar:// Si sería Galanzuca, / si será, si no será.// [IGR # 0159] #736
La guerra se ha publicado / la guerra s ha publicat//los ojos de una princesa / mai se cansan de llorar// [IGR # 0110] #4077
La guerra se va empezando / la guerra se va a empezar// al rey-conde se le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4011
La guerra ya esta emprendida / Gerineldo marcha-te//si a los siete años no vengo / princesa podeis casar// [IGR # 0023+0110] #4262
La infanta se paseaba / por un arroyito arriba,//se la encontraron los moros, / se la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #2572
La Jaliana está en la corte, / tejiendo una rica manga//para el fuerte Rocasino / que por ella juega a las cañas.// [IGR # 0205] #1901
La Ligarda y Flor de Lis / iban a la misa (d)el gallo//ellas no iban por rezar / ni llevaban tal cuidado// [IGR # 0149] #9706
La mañana de San Juan / al punto que amanecía,//vieron salir a una monja / de su convento afligida.// [IGR # 0232] #8623
La mañana de San Juan / antes de salir el sol,//hallé mi puerta enramada / más que la lima y la flor,// [IGR # 0234] #8655
La mañana de San Juan / cayó una borrasca de agua,//de relámpagos y truenos / que al mundo aterrorizaban.// [IGR # 0180] #5700
La mañana de San Juan, / como costumbre que fuera//las damas y los galanes / a bañarse a las Arenas,// [IGR # 0372] #1949
La mañana de San Juan / cuando el sol alboreaba, //cuando la reina del cielo / a la tierra se bajaba// [IGR # 0104] #4916
La mañana de San Juan / cuando el sol alboreaba,//cuando la Virgen María / de los cielos se abajaba// [IGR # 0104] #5671
La mañana de San Juan / por la mañana temprano,//se levanta el conde Niño / a dar agua a su caballo./ [IGR # 0049] #9192
La mañana de San Juan / tres horas antes del día//cautivaron a una dama / día de Pascua florida;// [IGR # 0169] #2504
La mañana de San Juan / una mañana temprano//se levanta el conde Buz / a darle agua a su caballo// [IGR # 0110] #3934
La mañana de sant Joan / al tiempo que alboreaba,// gran fiesta hacen los moros / por la Vega de Granada.// [IGR # 0011] #1472
La máquina carbonera / qué mal estreno ha tenido//por haber descarrilado / a un guardafreno ha cogido!// [IGR # 0156] #1938
La Mare de Déu / quan era xiqueta//anava a costura / a aprendre de lletra,// [IGR # 2741] #7897
La mare de Deu / tallava y cusia//feya camisetas / pel fill de María.// [IGR # 0512] #2055
La mare de don Joan / també de dona María,//tots dos dormen enbresol / tots dos los crie una dida.// [IGR # 0418] #8578
La mare i una filla / renyiren promptament,//la filla es posa mala, / mala molt promptament,// [IGR # 0299] #4518
La mare y la filla / á la porta s` estan,//La filla broda seda / la mare broda estam.// [IGR # 2721] #8597
La mare y la filla / n` han renyit fortament;//La filla `n cau malalta / en discurs de poch temps// [IGR # 0299] #8583
La matí de Sant Joan / com è matí d`alegría//fan festa los cristians / i els moros de morería.// [IGR # 0169] #2496
L` Amelia está malalta / que no hi ha mes remey,//Comtes la van á veure / comtes, barons y reys// [IGR # 0299] #8582
la muerte de mi padre / jamás la olvidaré.// [IGR # 0154.9] #9634
La mujer del tabernero / se llamaba Isabel//la pretende el señor cura / que le quier pisar un pie.// [IGR # 0461] #1774
La mujer de Terah / preñada eslava,//de en día en día / se demudava.// [IGR # 0556] #8920
Lá na cidade de Roma / . . . //houve em tempo uma donzela, / Catarina se chamava.// [IGR # 0126] #2805
Lá na côrte de Castella / entre los grandes vivia//nobre e altivo cavalleiro, / que era a flor da fidalguia.// [IGR # 0546] #2012
Lá nas ruas de Belém / andava a Virgem Sagrada//pedindo de porta em porta / a quem le desse poisada.// [IGR # 0710] #2844
La niña va en coche, caraví, / hija de un capitán,//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?/ / [IGR # 3013.9] #4763
Lá no alto de Castilha / tinha o rei uma filha//que rezava três rosários, / três rosários cada dia;// [IGR # 0212] #7729
La noche de Navidad, / por ser la noche mayor//La noche de Navidad, / por ser la noche mayor,// [IGR # 0237] #1855
La noche de Navidad, / por ser la noche mejor//tuvo la Virgen María / un soberano señor.// [IGR # 0237] #8275
Lá no Dia de Juízo, / dia de tanta amargura,//ditosa da criatura / que tiver sua alma pura.// [IGR # 2879] #2835
Lá no mais alto da serra, / em terra de massapez,//morava uma menina, / chamada dona Inês.// [IGR # 0133] #7010
--Lá no pé da laranjinha, / lá no pé do laranjal,//eu vi Dona Cjaralinda / mais Dom Carlos a brincar.// [IGR # 0307] #5813
Lá onde se acaba a terra / e o mar de Espanha chegara,//mil castelos em ruínas / esse mar avassalara.// [IGR # 2858] #2662
La pastora guarda vacas / en una oscura montiña,// donde cae la nieve a copos / y el agua serena y fría.// [IGR # 0212] #1267
La pastora guarda vacas, / guárdalas todos los días,//y un día de mucho calor / la pastora se dormía.// [IGR # 0212] #4914
La plana de Vic / n`hi ha una donzella,//es burla dels fadrins / perquè és boniqueta.// [IGR # 2753] #7858
La primer sangre que el Niño / derramó por el bien nuestro//fue el primer día del año, / como afirma el Evangelio.// [IGR # 0512] #2056
La princesa a quien la tierra / reverencia en mil altares//va buscando sola y triste / por una y otra calle// [IGR # 0605.1] #5900
La Princesa de los Cielos / llorando está sin cesar//--En este pozo tan hondo / el Niño se me va a ahogar.// [IGR # 0892] #2061
La princesa de los cielos / reverencia en mil altares//la Virgen a quien se humillan / los ángeles celestiales,// [IGR # 0605.1] #116
La Princesa de los cielos / reverencia mil altares//la Virgen a quien se humillan / los ángeles celestiales,// [IGR # 0605.1] #2064
La pulga y el piojo / se quieren casar,//no he hecho la boda / por falta de pan.// [IGR # 0888] #3190
La reina de Francia / tres hijas tenía,.//la una cusía, / la otra labraba// [IGR # 0833] #9497
La reina feia fer crides / per espanya i Portugal//tambe hi fa anar a don carlos / per capita general// [IGR # 0110] #4067
La reina J+erifa mora, / a que mora en la Almería,//dice que tiene deseo / de una cristiana cautiva.// [IGR # 0136] #3719
La Reina le dice a su hija: / --¡Levantáte, no durmás!//Oí, qué bonito canta / la sirenita en el mar.--/ / [IGR # 0049] #4629
La reina salió a paseo / por un arroyito arriba;//se la encontraron los moros / y la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #2549
La reina se paseaba / por una montaña arriba,//y la han pillado los moros / y la han llevado cautiva.// [IGR # 0169] #2513
La reina tuvo un niño / y le pusieron leal//a eso de los siete años / el padre le empezo a hablar// [IGR # 0023+0110] #4270
La reina xerifa mora, / la que mora en la Almería,//dice que tiene deseo / de una cristiana cautiva.// [IGR # 0136] #5886
¡Largos son los montes, niña, / largos y malos de andar!//Me amaba un caballero / y yo no le quise amar;// [IGR # 0720] #8129
La rueda de la fortuna, / la de la fortuna rueda//con volta y media que diste / me trajiste hacia estas tierras.// [IGR # 0132+0818] #1822
La rueda de la fortuna / nunca puede estar parada// por que algunos nos persigue / la rueda de la desgracia.// [IGR # 0139] #2963
La rueda de la fortuna / nunca se pudo estar quieta;//de puro vueltas que daba / ella me trajo a esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #9430
La rueda de la fortuna / nunca se pudo estar quieta//de media roda que distes / me trajistes a esta tierra;// [IGR # 0818] #1959
La rueda de la fortuna / nunca se pudo estar quieta// de una rodada que dio / se te fueron de su tierra// [IGR # 0132+0818] #2969
La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quieta//a una rodada que ha dado / me trajo aquí a esta tierra.// [IGR # 0132+0084] #537
La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quieta//de una rodada que ha dado / me ha traído a esta tierra.// [IGR # 0132] #123
La rueda de la fortuna / nunca se puede estar quieta//media vuelta que se da / te echa fuera de la tierra.// [IGR # 0132] #352
La rueda de la fortuna / que nunca paraste quieta,//que de una roda que diste / me plantaste en otra tierra.// [IGR # 0132+0818] #5452
La rueda de la Fortuna, / válgame Dios lo que rueda//con media vuelta que ha dado / me ha traido a esta tierra;// [IGR # 0818] #1808
La rueda de la Fortuna / ¡válgame Dios lo que rueda!,//por una vuelta que ha dado / me ha echado a mí n`esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #8342
La Santa Catalina / era hija de un rey://su madre era cristiana, / su padre no lo es.// [IGR # 0126] #3532
La Santa Catalina, / era hija de un rey.//Su padre era pagano, / pero su madre no./ / [IGR # 0126] #4768
La Sarafa reina mora, / reina de la morería//ella diz que la pretende / una cristiana cautiva.// [IGR # 0136] #8177
Las cabrillas ya van altas / la luna va revelada;// las ovejas de un cornudo / no paran en la majada.// [IGR # 0235] #9559
Las campanas de París / están tocando a alba//Entró el noble Montesinos, / entró de noche en la batalla,// [IGR # 0251] #1874
Las campanas tocan, tocan, / tocan que se hacen pedazos;//los frailes de San Francisco / por las calles predicando:// [IGR # 0079] #5572
Las creíses salen verdes / los caballos alazanos//y por las cuestas de Orduña / suben más recios que galgos.// [IGR # 0318] #9618
Lá se bai Nosso Senhor / pelos campos d`alegria//donde vêm nas três romeiras / a cumpri`la romaria:// [IGR # 0456] #2732
--Lá se começam as guerras entre Espanha e Aragão,//eu, que sou um pobre velho, as guerras me matarão.// [IGR # 0231] #7543
La serena de la noite, / al claro de la mañana, //o imperador de Roma / tem uma hija galharda.// [IGR # 0161] #7201
Las estrellitas van altas, / los astillejos ya van,// . . ./ los astilleros ya van.// [IGR # 0235] #4802
Lá se vai Nossa Senhora / d` Agito para Belém,//leva seu niño nos braços, / qu` é Jasus de Nazarém.// [IGR # 0226] #7738
Lá se vai Nossa Senhora / do Egipto para Belém, //com o seu menino nos braços, / ao longe, parece bem.// [IGR # 0226] #7733
Lá se vai Nossa Senhora / do Egipto para Belém,//lá no meio do caminho / botou seus olhos além;// [IGR # 0226] #7734
Lá se vai Nossa Senhora / do Egipto p`ra Belém,//seu filho leva nos braços, / é Jesus de Nazarém.// [IGR # 0226] #7739
Lá se vai Nossa Senhora / p`lo seu caminho dourado;//encontrou dois cavaleiros / de suas armas bem armados:// [IGR # 1537.1] #2792
Lá se vai o capitão, / c`os seus soldados . . . guerra://duzentos eram quintados, / eram duzentos de leva.// [IGR # 0176] #6486
Lá se vai o conde Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / arma lhe um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6432
Lá se vai o conde Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / forma um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6421
Lá se vai o conde Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / formou um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6426
Lá se vai o conde de Flores, / c` os mouros vai batalhar;//a condessa era mui nova, / não cessava de chorar.// [IGR # 0190] #6118
Lá se vai o conde Flores, / co` os mouros a batalhar;//disse a sua / esposa chamadinha Guiomar:// [IGR # 0190] #6109
Lá se vai o conde Flores / c` os mouros a batalhar,//cá deixa a sua esposa, / qu` é a Dona Guiomar.// [IGR # 0190] #6111
Lá se vai o conde Ninho, / seu cavalo bai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / conde Ninho está a cantar.// [IGR # 0049] #6424
Lá se vai o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe / arma lhe um rico cantar.// [IGR # 0049] #6441
Lá se vai o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar.//Enquanto o cavalo bebe, / cantou um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6420
Lá se vai o conde preso, / preso, bem arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por homens ter matado:// [IGR # 0118+0101] #2256
Lá se vai o conde Torres / c`os mouros a batalhar;//a mulher fica mui nova, / não cessava de chorar// [IGR # 1668] #2672
Las glorias de Teresa / yo os voy a contar//De edad de siete años / la vida quiso dar// [IGR # 0573] #2206
--Las guardias, las bones guardias / que Deu us dongui `l bon jorn,//lo vostre senyor os manda / que m` ubrieu [á] l` entorn;// [IGR # 0292] #8586
Las guerras son publicadas / las de fransa y Portugal//el fill del conde don Burgos / l han cridat per general// [IGR # 0110] #4069
Las hijas de Ceferino / llevan la rica merienda;//al tiempo de merendar / se perdió la más pequeña.// [IGR # 0826] #5644
Las hijas del rey Chiquito / todas andan a un igual,//todas visten un vestir, / todas calzan un calzar,// [IGR # 0159] #5406
Las mañanitas de San Juan / y asómate a la ventana// que vi venir a un vaquero / con una yegua lozana// [IGR # 0193] #2974
Las obsequias funerales / sobre el ya difunto cuerpo,//celebra del padre suyo / Bernardo con ojos tiernos.// [IGR # 1621] #8546
Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París,//que de damas y doncellas / y de caballeros mil,// [IGR # 0468] #9483
Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París,//que de damas y doncellas / y de caballeros mil,// [IGR # 0468] #9488
Las ricas bodas se hacen / en la ciudad de París,//que de damas y doncellas / y de caballeros mil!// [IGR # 0468] #9486
Las ricas bodas se hazen / en la siudad de París,// que de damas y donzeyas / y de cabayeros mil,// [IGR # 0468] #9510
Lá subiu dona Silvana / pelo seu corredor arriba,//a tocar numa guitarra, / do melhor que ela sabia.// [IGR # 0503] #6707
Las varias flores despoja / del rocío aljofarado,//que con visos cristalinos / la vista alegran y el campo,// [IGR # 1579] #8515
Lá vai a dona Silvana, / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / grande instrumento fazia.// [IGR # 0503] #6646
Lá vai dona Silvaninha / pelo corredor acima,//tocando viola de ouro / guitarra de corda fina.// [IGR # 0503] #6647
Lá vai o cond` Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / cantemos um rico cantar.// [IGR # 0049] #6430
Lá vai o conde das Flores / co` os mouros a batalhar.//--Se eu tardar sete anos, / mulher, torna-te a casar.// [IGR # 0190] #6116
Lá vai por onde assoma/o Mouro p`la calçada// olhando p`ra Valença/c`mo iba bem cercada// [IGR # 0045] #3690
Lá vem a Nau Catarineta / que tem muito que contar;//sete anos e um dia / andou nas águas do mar.// [IGR # 0457] #5816
Lá vem a nau Caterineta / que traz muito que contar.//Há sete anos e um dia / sem nunca terra encontrar,// [IGR # 0457] #7778
Lá vem a nau Catrineta, / leva muito que contar,//leva muito que comer / e muito majar.// [IGR # 0457] #7770
Lá vem a nau Catrineta / que há-de trazer que contar;//menos traz que comer, / menos traz que contar.// [IGR # 0457] #7769
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar;//ouvide agora, senhores, / uma historia de pasmar.// [IGR # 0457] #7765
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar.//Andava há anos e dias / naquela volta do mar,// [IGR # 0457] #7763
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar,//escutai, se quereis ouvir, / uma historia de pasmar.// [IGR # 0457] #7785
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar.//Há sete anos e um dia / sobre as águas do mar,// [IGR # 0457] #7776
Lá vem a nau Catrineta / que traz muito que contar,//porque já anda há sete anos / pelo mar a navegar.// [IGR # 0457] #7781
La vida de la galera / muy bien me la sé pasar,//siete años estuve en ella, / todos siete por el mar,// [IGR # 0559] #8702
--La vida de la galera / n`es molt llarga de contá;//amor, be m`esperareu / fins qu`hauré fet los set anys.// [IGR # 0559] #8722
La vida de la galera / n` es molt llarga de contá;//amor, be m` esperareu / tins qu` hauré fet los set anys.// [IGR # 0559] #8558
La vida de les galeres és molt mala de passar.//Ha set anys que vaig amb elles / i altres set n`hi he d`anar.// [IGR # 0559] #8710
La vida de les galeres / mai la puc desoblidar,//set anys ha que vaig amb elles / sense mai terra tocar.// [IGR # 0559] #8725
La vida de los carlistas / es muy buena de contar;//en llegando al primer pueblo / comienzan a preguntar:// [IGR # 0721] #4930
La Vilana se`n passeja / amunt i avali da sa cambra,// [IGR # 0446] #9564
La Viñuel . . . / al bajar de Taravela,/ / . . . / que día pa la ribera,// [IGR # 0233] #7395
La Virgen de la Cabeza, / por toda España nombrada//bajó rompiendo los aires, / con resplandores cercada.// [IGR # 5106] #2200
La Virgen estaba sentada / debajo de una palmera;//sus peines eran de aro, / la cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4581
La Virgen santa María / camina para Belén.//En el medio del camino / pidió el niño de beber.// [IGR # 0226] #5358
La Virgen se está peinando / al pie de Sierra Morena,//los cabellos son de oro / y la cinta primavera.// [IGR # 0098.1] #9829
La Virgen se está peinando / debajo de la alameda,//pasó por allí un señor, / le dijo de esta manera;// [IGR # 0098.1] #5752
La Virgen se está peinando / debajo de una alameda; //los cabellos eran de oro, / las cintas de primavera.// [IGR # 0098.1] #4924
La Virgen se está peinando / debajo de una arameda// los cabellos son de oro / las cintas de primavera// [IGR # 0098.1] #2978
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//los peines eran de plata, / la cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4573
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//los peines eran de plata, / la cinta de primavera.// [IGR # 0098.1] #5756
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//su peinecito de plata, / su cinta del redadera./ / [IGR # 0098.1] #4575
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de oro, / su cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4567
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / su cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4579
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata, / su cinta de primavera,/ / [IGR # 0098.1] #4577
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / y su cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4584
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines son de plata, / su cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4582
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera,//sus peines eran de plata, / la cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4568
La Virgen se fue en viaje / del Valle para Belén//y en la mitad del camino / le pidió el niño a beber.// [IGR # 0226] #5352
La Virgen sola camina / muy triste y desconsolada;//por el medio del camino / una ermita fue a encontrar,// [IGR # 1537.1] #5737
La Virgen va caminando, / caminito de Belén.//Como el camino es tan largo / y al niño le [ha]entrado sed.// [IGR # 0226] #3177
La Virgen va caminando / de viaje para Belén.//En la mitad del camino / pide el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4591
La Virgen va caminando / por el caminito de Belén,//como el camino es muy largo, / al niño le ha dado sed.// [IGR # 0226] #5355
La Virgen va por la calle, / san José le va diciendo://--Tome este manto, señora, / no le haga daño el sereno.// [IGR # 0226] #5357
La virgen y san José / iban a una romería// la Virgen iba embarcada / y aun caminar no podía.// [IGR # 0812] #2975
La Virgen y San José / salieron de paseo//con su niño de la mano. / . . . // [IGR # 0834] #614
La víspera de los Reyes, / la primer fiesta del año// todas damas y doncellas / van a pedir l`aguinaldo.// [IGR # 0056] #8074
Lavrando estava la reina, / lavrando en su vergel,//agujica de oro en mano / escrivanía de marfil.// [IGR # 0222] #2948
Lazarito fue a pedir / a un avariento limosna//y como no se la dio, / Cristo le negó su gloria.// [IGR # 0514] #622
Lázaro, gran caballero, / primo y amigo de Dios//Señora, rogad por nos / al Señor que concebiste.// [IGR # 0514] #619
Lázaro salió a pedir / a un avariento limosna//y como no se la dio / Cristo le negó su gloria.// [IGR # 0514] #624
. . . le daban el pan por onzas / y el agua por una medida.// Suéltame de las manos / que de los pies yo me soltarí [IGR # 0438] #995
Legua y media de Chiona / se dedicaba un mancebo// guardando sus ovejuelas, / buscándolas el sustento.// [IGR # 0323] #9610
--Lembras-te, ó Cara-linda, / quando eu te recebi?//do anel de sete pedras / que contigo reparti?// [IGR # 0113] #6343
Le nombran a Gerineldo / de capitán general.//Ella se echó a llorar. / --no llores, prenda del alma// [IGR # 0023+0110] #4364
L`entrada de Betlem / és una entrada molt bona.//S`hi passeja un senyor, / un senyor y una senyora.// [IGR # 2780] #9804
Lenzoquiña, Lenzoquiña, / filla del conde Riale//quen me dera estar tres horas, / tres horas ó teu mandar-e!// [IGR # 0159] #1680
--Leonardo, Leonardo, / pajem d` elrei tão querido,//bem puderas, Leonardo, / ser duas horas comigo.// [IGR # 0023] #7191
Les guerres ja son armades / les de franc,a i Portugal//el fill del comte don pere / l han cridat per general// [IGR # 0110] #4059
Les guerres son cridades / comte elias hi ha d anar//la comtessa li deia / quant de temps fora estara// [IGR # 0110] #4056
Levanta, amor, / do teu tanto dormir,//vai na casa da tua mãe / que eu quero parir.// [IGR # 0155] #5811
Levantándome yo, madre, / un lunes por la mañana//me dirigí hacia el convento / que de San Francisco llaman.// [IGR # 1114] #9355
--Levantaros, las mis hijas, / si vos queréis levantar,//ya veréis la serena / cómo canta en la mar.// [IGR # 0049] #8437
Levantase el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a cus caballos / a las orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9081
Levántate, Colderillo, / la mañana de un San Juan//dale agua a tu caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5291
--Levanta-te, Jeluvina, / dessa cama de dormir,//vem ouvir o cego / cantar e pedir.--// [IGR # 0189] #7024
Levántate Marianita, / y arréglale de almorzar,//docena y media de huevos / revueltos con solimán.--// [IGR # 0255+0172] #8469
Levanta-te, Mineta, / do doce dormire,//que está um pobre à porta, / num lindo pedire.// [IGR # 0189] #2729
--Levántate, Narvolinda, / te quieres levantar//oirás cantar la sirena / del otro lado del mar.// [IGR # 0049] #8445
--Levanta-t` ó dona Aninhas, / se queres ouvir cantar,//`ò são nos anjos no céu, / `ò a areia no mar.// [IGR # 0720] #6525
Levántese el niño Lirio, / en la mañanita de San Juan,//a darle agua a sus caballos / en las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4621
--Levántese mi madre / del dulce dormir//y veréis a un pobre / cantar y pedir.// [IGR # 0189+0155] #4466
Levantóse el conde Miño / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a su caballo / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9090
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / y a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9086
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9080
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9070
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la ori[ll]a de la mar.// [IGR # 0049] #9084
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9113
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / y a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9076
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a la orilla del mar.// [IGR # 0049] #9071
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//fue a dar agua a sus caballos / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9106
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan,,//fue a darle agua a su caballo / a lasorillas de la mar.// [IGR # 0049] #9075
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//fuera a dar agua a sus caballos / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9109
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan,//mientras los caballos beben / él entona este cantar.// [IGR # 0049] #9091
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//ya dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9096
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//y a dar agua a sus caballos / y a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9097
Levantóse el rey a cazar / un lunes por la mañana//y fuera a ver a la reina / a ver cómo alboreaba.// [IGR # 0426] #3725
Levantóse Güeso / lunes de mañana,//aleara sus armas / fuérase a la caça.// [IGR # 0080] #4815
Levantóse Güeso / lunes de mañana,//aleara sus armas / y a la mar se iría.// [IGR # 0080] #4818
Levantóse Güeso / mañanita fría.//Pegó Güeso a Huerco / en el calcañale;// [IGR # 0080] #4820
Levantóse Hueso / lunes de mañana,//aleara sus armas / y a la caça iría.// [IGR # 0080] #4814
Levantóse la guerra / de Francia para Portugal;//vistiole de Jirineldo / de teniente general// [IGR # 0023+0110] #4137
Levanto-se Santo António, / numa manhã orvalhada.// Para a Virgem caminhou, / para a Virgem caminhava.// [IGR # 2801] #1372
Levantóse Ueso / lunes de mañana,//aleara sus armas / y a la caça iría.// [IGR # 0080] #4819
Levantouse Candiolinos / mañanita de San Juan//levantouse e calzouse, / e aparellou o ruán// [IGR # 0049] #1688
Levantou-se Frei António / uma manhã de madrugada,//bate à porta de Morena, / Morenita mal casada.// [IGR # 0309] #6839
Levantou-se Frei João / numa manhã de geada,//foi-se à porta da Morena, / da Morena malfadada.// [IGR # 0309] #6840
Levantou-se o Frei João / um dia de madrugada;//aonde havia ir bater, / à porta da mal casada!// [IGR # 0309] #6842
Linda filha tinha o rei, / que pela vida le queria,//que rezava três rosários / à Sob`rana Maria.// [IGR # 0212] #2821
Lindas voces, lindas voces / que sonaban por España, era el príncipe don Diego / qu`está muy malito en la cama.// [IGR # 0006] #2361
--Lisarda, amor Lisarda, / Lisarda, amor primeiro,//se tu me deras um beijo, / Lisarda amor verdadeiro.// [IGR # 0159] #6093
Lisarda se paseaba / por los altos corredores//pasó por allí don Luna / y se colmaron de amores// [IGR # 0159] #3345
Llaman a la puerta, / quién es el que llama?//que la canta un niño / al uso de Italia.// [IGR # 0189] #1673
Llamaron al conde Linos / de capitán general;//la triste de su esposa / no cesaba de llorar.// [IGR # 0110] #3846
Llegó la fama del Cid / a los confines de América,//cuando andaba por el mundo / dando razón de quien era.// [IGR # 0090] #1872
Llevan al conde de Luna / a ser capitán general.//la condesa como niña / no cesaba de llorar// [IGR # 0110] #3961
Lloraba la condesita, / hace muy bien de llorar//que al conde Florez lo llevan / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3986
Lloraba la condesita, / tiene por donde llorar//que se ha ido el conde Flores / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3985
Lloraba la pelegrina / tiene por donde llorar//que se ha ido el conde Flores / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3983
Lloraba la peregrina / tiene por donde llorar//que se ha ido el conde Flores / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3982
Lo bon rey s` en va á cassá, / lo bon rey y la regina;//No quede ningú al palau / sinó l` infant y ]a dida.// [IGR # 0802] #6374
Lo convent de San Francisco / es un religiós convent.//Fadrins qu`en festeixeu dues / n`heu perdut l`enteniment.// [IGR # 0711] #6375
Lo dia de los torneos, / yo en mia cavelaria,//ouvi cantar u~a moura / ao pé dua fuente fria.// [IGR # 0169] #2316
Lo dia de sant Joan, / que és diada assenyalada,//les veïnes del carrer / l`enhorabona em donaven.// [IGR # 1006] #7891
Lo matí de Sant Joan / com és matí d`alegría,//tots los cristians fan festa / i els moros de Morería.// [IGR # 0169] #2511
Lo meu pare m`ha casat, / me n`ha donat á un pastò,//que se n`ha anat á montanya / á passejar lo bastó.// [IGR # 0026] #9492
Lo pobre terrisser, / lo pobre terrissaire,//passant lo riu de Teix / lo ruc li cau a l`aiga.// [IGR # 1110] #4512
Lo rector de Sarrià// quan té sopes no te pa.// [IGR # 0999] #7929
Lo rei n ha fet fer una crida / per Italia i Portugal//tambe hi ha d anar don Bardo / per capita general// [IGR # 0110] #4048
Los aires andan contrarios, / el sol eclipse hacía,// la luna perdió su lumbre, / el norte no parecía,// [IGR # 0603] #1506
Los caminos se hicieron / con agua, viento y frío// caminaba un anciano / muy triste y aflegido,// [IGR # 0710] #3104
Los curas de San Francisco / por las calles pregonando//--¡No hay quién descubra este mal, / no hay quién descubra este daño!--// [IGR # 0079+0020] #557
Los doce pares de Francia / hoy se parten y hoy se van.// Pasan por Molinaseca / y al Rabanal van a dar.// [IGR # 0150] #686
Los duques de . . . / tenían una hija muy guapa.//Un día de gran calor / so asomó a una ventana// [IGR # 0161] #8985
Los frailes de San Francisco, / por la calle predicando//se encuentran a una mujer / toda vestida de blanco.// [IGR # 0079] #552
Los mozos de Moleón / se fueron a arar temprano//para ir a la corrida / y remudar con despacio.// [IGR # 0371] #1933
Los ojos de la condesa / no cesaban de llorar//por que lloras condesita / que me han dicho que te vas// [IGR # 0110] #4016
Los padres ya son mayores / y el tiempo se va pasando,//por eso un día le dan / a su hijo este recado:// [IGR # 0141] #9831
Los Reyes son pedidores / la primer pascua del año//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0046] #387
Los Sacramentos cantados / vengo a cantarte, paloma,//si los quieres escuchar / que los tengas en memoria.// [IGR # 0211] #5770
Los vientos eran contrarios, / la luna estaba crecida,// los peces daban gemidos / por et mal tiempo que hacía,// [IGR # 0389] #1387
Lo treidor chegando, / meia-noit` em pino,//três vezes batia / na porta mansinho.// [IGR # 0189] #7066
Luego al día de mañana / de Francia y de Portugal//nombran a don Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4242
Luego ha venido una carta / de Madrid y Portugal//que se marche Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4167
Luis Ortiz se llama el mozo, / Luis Ortiz el afamado;//una tarde, estando a solas, / fue su padre a aconsejarlo:// [IGR # 0766+0101] #3563
Luis Ortiz se llamá el mozo, / Luis Ortiz el afamado,//lo sacó su padre un día / a solas aconsejarlo:// [IGR # 0766] #3560
Lunes era, lunes / de Pascua florida;//guerrean los moros / en campos de oliva// [IGR # 0169] #2508
Lunes era, lunes / de Pascua florida,//guerrean los moros / en campos de oliva.// [IGR # 0169] #2517
Lunes se decía, lunes, / tres horas antes del día,// cuando el duque de Braganza / con la duquesa reñía.// [IGR # 0326] #1519
Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello//parece que tiene frío, / es sin duda que está en cueros.// [IGR # 0179] #371
--Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello,//preciso es que tenga frío, / el pobrecito está en cueros.// [IGR # 0179] #5760
--Madre, a la puerta hay un Niño / más hermoso que el sol bello,//que viene muerto de frío / porque el pobre viene en cueros.// [IGR # 0179] #5763
Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío / porque el pobre viene en cueros.// [IGR # 0596+0179] #373
Madre, cuando me muera, / no me entierren en sagra--//entiérrame en un rincón / donde no me vea na-,// [IGR # 0101] #74
Madre, échame la bendición, / que me marcho a buscar// al conde de la Romera, / que pretende de casar.--// [IGR # 0110] #4123
--Madre, échame la bendición, / que me marcho a buscar//al conde de la Romera / que pretende de casar.--// [IGR # 0110] #9604
Madre, en la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello,//discurro que tenga frío, / porque viene medio en cueros.// [IGR # 0179] #3080
Madre, Francisco no viene, / madre, Francisco ya tarda//--Calla, hija de mi vida, / no seas disparatada,// [IGR # 0193] #542
--Madre, Francisco no viene, / madre, Francisco ya tarda,//Y su madre la decía: / --Calla, hija desesperada,// [IGR # 0193] #5616
--Madre mía, qué bien canta / la serena de la mar.//--No es la serenita, madre, / ni tampoco el serenal,// [IGR # 0049] #9201
Madre mía, si `o me muero, / no me entierren en sagrado// . . . / me entierren en un verde prado,// [IGR # 0101] #75
Madre, quiere usted que vaya / un ratito a la alameda//con las hijas de Medina, / que llevan rica merienda?// [IGR # 0826] #3067
--Madre, ¿quier` usté que vaya / un ratito a l` alameda//con las niñas de Merino, / que tienen buena merienda?--// [IGR # 0826] #3436
Madre, todos los soldados / se divierten y hacen fiesta,//menos un pobre soldado / que está lleno de tristeza.// [IGR # 0176+0168] #5564
Madrugaba conde Lino / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8415
Madrugaba Conde Niño / la mañana de San Juan,//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar;// [IGR # 0049+0502] #3612
Madrugaba conde Olinos / mañanita de San Juan//mientras su caballo bebe / el conde echó un cantar;// [IGR # 0049] #9087
Madrugaba conde Olino / y por mucho madrugar// a levar o seu cavalo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #765
Madrugaba don Alonso / dos horas el sol salido// para invitar a su boda / a los parientes y amigos;// [IGR # 0172] #828
Madrugaba don Alonso / mañanita de domingo,//a dar agua a su caballo / a las orillas del río.// [IGR # 0255+0172] #9276
Madrugaba Don Alonso, / mañanita de domingo,//llévale el caballo al agua, / a las orillas del río.// [IGR # 0172] #5864
Madrugaba don Florencios / la mañana de San Juan//a darl` agu` a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9220
Madrugaba el conde Flores / mañanita de San Juan//a darle agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9117
Madrugaba el conde Lino / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9739
Madrugaba el conde Lino / mañanita de San Juan//a darle agua a su cabello / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8403
Madrugaba el conde Linos / como solía madrugar,// a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #775
Madrugaba el conde Linos / mañanita de San Juan-//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8404
Madrugaba el conde, madre, / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9173
Madrugaba el conde Niña / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9119
Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9211
Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan,//a dar agua a su caballo / y su cuerpo a pasear.// [IGR # 0049] #5387
Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5389
Madrugaba el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9232
Madrugaba el conde Olino / como suele madrugar,// a llevar el caballo al agua, /. . . /// [IGR # 0049] #770
Madrugaba el conde Olinos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caball / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8410
Madrugaba el conde Olinos / la mañana de San Juan//por dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5287
Madrugaba el conde Olinos, / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #793
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8459
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #316
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9722
Madrugaba el Conde Olinos / mañanita de San Juan/ / dar agua a su caballo / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4622
Madrugaba el hijo del conde / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9168
Madrugaba Fernandito / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9218
Madrugaba Galiarda / Galiarda y sus doncellas;//no madrugan por rezar / ni las mata tal cuidado,// [IGR # 0149] #4881
Madrugaba Gerineldo / como suele madrugar//a dar agua a su caballo / a la orilla del mar.// [IGR # 0049] #8440
Madrugaba Marcelino / la mañ ana de sen Juan//a dar aguo a sus caballos / a ios orillas del mar. // [IGR # 0049] #9169
Madrugaba Teresina / el lunes por la mañana// a empañar hijos del rey / a la orilla de una retrama.// [IGR # 0802] #852
Madrugaba un cabaallero / mañanita de San Jua//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8402
Madrugaba un caballero / mañanitas de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8399
Madrugaba un campesino / mañanita de San Juan// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #792
Madruga Cordecelines / el jueves por la mañana,// altos de Sierra de Arriba / y altos de Sierra Morada.// [IGR # 0180] #1278
Madrugada de San Xoán, / cando o sol alboreaba//camiño da fonte fría, / iba unha samaritana.// [IGR # 0017] #1727
Madruga don Bueso / mañanitas frías// en busca de amores / a la morería.// [IGR # 0169] #1201
Madruga don Fernandito / la mañana de San Juan,//a dar agua a su caballo / si la quería tomar.// [IGR # 0049] #5392
Madruga don Fernandito / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos, / si lo quisieran tomar.// [IGR # 0049] #8458
Madruga el conde de Flores / mañanita de San Juan// a echar el caballo al agua.// [IGR # 0049] #791
Madruga el conde Flores / a dar agua a su caballo.//Mientras el caballo bebe / el cantaba este cantar:// [IGR # 0049] #8443
Madruga Madalenilla / tres hora antes del día,// a buscar rosas y flores / a la reguera de Oria;// [IGR # 0183] #858
Madrugara conde Olino / mañanita de San Juan//a llevar caballo al agua / a las orillas del mare,// [IGR # 0049] #8414
Madrugara don Alonso / a caballo en su rocino,//Iba brindar la leana / pa sus bodas el domingo.// [IGR # 0172] #9259
Madrugara don Alonso / mañanita de tardío//a darle agua a sus caballos / a las orillas del río.// [IGR # 0255+0172] #9277
Madrugará el conde Madre / no soliendo madrugar//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8412
Madrugara el pastor / un día muy de mañana// a remendar su zurrón / y a replicar su cayada;// [IGR # 0235] #1324
Madrugara Marianita, / madrugara Mariana,//a empañar hijos del rey / a la luz de una retrama.// [IGR # 0802] #5869
Madrugava o cond` Aninho, / seu cavalo vai banhar,//mentes o cavalo banha, / cantou um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6423
Madrugó el conde Niño / la mañana de San Juan//darle agua a su caballo / a las orillas del mar./ [IGR # 0049] #9120
Madruguéme nun día, / un lunes a la mañana,//me cogí los mi(s) nuviellos, / me marchei para la arada,// [IGR # 0436] #3395
Mães que tendes vossas filhas, / assim Deus vos dê ventura//Não lhes deis maridos calvos, / se lhes quereis dar fortuna.// [IGR # 2870] #2709
--Magdalena, Magdalena, / tu a sermó n`ets anada?//--No per cert, germana Marta, / a sermó no hi sóc anada.// [IGR # 2705] #7909
Maio, era por Maio, / duma linda primavera;//lá se vai o capitão, / com seus soldados . . . guerra;// [IGR # 0176] #6482
Maio era, por Maio, / e o Abril, a Primavera;//lá se vai o capitão / com seus soldados p`r`à guerra.// [IGR # 0176] #2679
Maio, era por Maio, / p`la linda Primabera,//quando o rei D. João / mandera quintar a guerra.// [IGR # 0176] #6467
Málaga, cuyas murallas / combate la mar soberbia//el mejor puerto de mar / que el rey tenía en su tierra,// [IGR # 0372] #1948
Mala la vistes, franceses, / la caza de Roncesvalles:// Don Carlos perdió la honra, / murieron los doce pares,// [IGR # 0223] #1614
Malalta està, malalta, / la filla del rei francès,//ningù no l`anava a veure / sinó dames, cavallers.// [IGR # 0299] #4515
Malalta n` está la Amelis, / la filla del rey francés,///Ya la van á visitarla / grans comtes y cavallés// [IGR # 0299] #8580
Malas mañas habéis, tío, / no las podéis olvidar:// más precias matar un puerco / que ganar una ciudad.// [IGR # 0825] #1525
Malato está el hij^o del rey, / malato que non sanaba.//Siete doctores lo miran, / los mejores de Granada;// [IGR # 0006] #9312
Malato está el hijo del rey, / malato que non salvaba.//Siete dotores lo miran / los mejores de Granada.// [IGR # 0006] #9318
Malato está el hijo del rey / malato que no sanaba;//siete dotores lo miran / los mijores de Granada.// [IGR # 0006] #2478
Malato `sta el hijo del reyes, / malato que no sanava.//Siete dotores lo miran, / los mejores de Granada.// [IGR # 0006] #9316
Maldita seas Mariana, / revientes po`l corazón,// siete partos has tenido / y en ellos ningún varón,// [IGR # 0231] #894
Maldita seas, mujer, / qué desgraciado soy yo://siete partos que has tenido, / no tienes nengún varón!// [IGR # 0231] #512
--Maldita sejas, Malvora, / por um lado do coração,//de sete filhos que has tido / não saíu nenhum varão!// [IGR # 0231] #7494
--Mal hajas tu, ó mulher, / mais a tua condição!//Sete filhas que eu tive / sem nenhuma ser varão.// [IGR # 0231] #7513
--Mal hajas tu, ó mulher, / ma` lo leite que mamaste,//sete filhas que tiveste / sem nenhuma ser varão!// [IGR # 0231] #7526
--Mal hajas tu, rainha, / mal haja a tua geração;//de sete filhas que temos, / nenhuma saiu varão.// [IGR # 0231] #7507
--Malhaya tripa de madre / que tanta hixa nació//parió siete hijos hembras / sin ningún hixo varón.// [IGR # 0231] #3409
Mal hiciste, Catalina, / casarte con un pastor;// el pastor tiene tres faltas, / todas te las digo yo:// [IGR # 0234] #1042
Malito estaba don Juan / malito estaba en la cama// cuatro doncellas le asisten / de las mejores de España.// [IGR # 0006] #2349
Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama,// malito está que se muere, / malito está que se acaba.// [IGR # 0006] #2388
Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama,//siete médicos le asisten / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #9281
Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama// siete médicos lo asisten / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2354
Malito está que se muere, / malito está que se acaba.// Siete doctores lo visitan, / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2379
Malo estaba don Francisco, / malo que no le levanta,//con un dolor de cabeza / y una calentura ingrata.// [IGR # 0006] #2415
Malo estaba elhijo `el rey, / malo estaba en la su cama//todos le iban a ver / un lunes por la mañana.// [IGR # 0006] #2414
Malo estaba y ese rey / y ese rey de Salamanca,// [IGR # 0006] #9293
Malo está el buen rey, / malo está que no sanaba. / Siete doctores le rig+en; ninguna respuesta daba.// [IGR # 0006] #9304
Malo está el hij^o del rey, / malo está que no sanaba.//Siete dotores lo miran, / los mejores de Granada.// [IGR # 0006] #9309
Malo está el hijo del rey / . . . //de una mala enfermedad, / de una enfermedad muy mala.// [IGR # 0006] #2427
Malo está el hijo del rey / malo está, malito en cama//Vinieron sietre doctores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2408
Malo está el hijo del Rey / malo está y no se le levanta,//siete médicos le asisten / siete doctores de España;// [IGR # 0006] #2419
Malo está el hijo del rey, / malo está y no se levanta,//con un dolor de cabeza / y una calentura ingrata.// [IGR # 0006] #2416
Malo está el hijo del rey, / malo está y no se levanta,//tiene un dolor de cabeza / y una calentura ingrata,// [IGR # 0006] #2417
Malo está el hijo del rey, malo que no se levanta;//tiene un dolor de cabeza / y una calentura ingrata.// [IGR # 0006] #2412
Malo está el señor don Pedro, / malo, postrado en la cama;//lo curan siete doctores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #9287
--Mal o hajas tu, mulher, / e mai` la tua condição,//sete filhas que tivemos, / nenhuma saiu varão!// [IGR # 0231] #7496
Malos son los montes madre / malos y largos de andar.//Fuera en busca de una niña / no me la quisieron dar// [IGR # 0720+0049] #8341
Malveliña se pasea / da sala pro ventanale//delores le dan de parto / non teñen conto nin pare // [IGR # 0153] #8748
--Mamá, ¿quiere usted que vaya / un ratico a la alameda//con las hijas de Merino / que llevan ricas meriendas?--// [IGR # 0826] #5178
Mamá, quiere usted que vaya / un ratito a la alameda//con las hijas de Merino / por llevar rica merienda? [IGR # 0826] #3098
--Mamá, ¿tú me dejas ir / un ratito a la alameda//con las hijas de Merino / que llevan ricas meriendas?--// [IGR # 0826] #5179
Mambrú se fue a la guerra / ¡qué dolor, qué dolor, qué pena! / no sé cuándo vendrá.// [IGR # 0178] #3200
Mambrú se fue a la guerra, / mi Dios, cuándo vendrá?,// si vendrá pa las Pascuas / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #1358
Mambrú se fue a la guerra, / montado en una perra.//La perra se cayó / y Mambrú se reventó./ / [IGR # 0178] #4760
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá;//si será por la Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #3514
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá//que venga pa la Pascua, / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #7
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si será por la. Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #3513
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuando vendrá,// si vendrá pa la Pacua / si pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #1353
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuando vendrá,//si vendrá pa las Pascuas / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #9628
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuando vendrá,//si vendrá para la Pascua / o para la Trinidad.// [IGR # 0178] #4
Mambrú se fue a la guerra, / no se cuándo vendrá,//si vendrá para Pascuas / o para Navidad.// [IGR # 0178] #5244
Mambrú se fue a la guerra // No sé cuándo vendrá//si vendrá por la Pascua / o por la Navidá.// [IGR # 0178] #8251
Mambrú se fué a la guerra, / no sé, cuando vendrá.//(Si) Vendrá por la Pascua / o por la Navidad./ / [IGR # 0178] #4753
Mambrú se fue a la guerra / no sé cuándo vendrá,//si vendrá por la Pascua / o por la Navidad.// [IGR # 0178] #5232
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si vendrá por la Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #5253
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuando vendrá,// si vendrá por la Pascua, / si por la Trinidad.// [IGR # 0178] #1354
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si viene pa las Pascuas / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #9629
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//vendrá para la Pascua / o para la Trinidad.// [IGR # 0178] #5254
Mambrú se fue a la guerra, / qué noticias traerá//si vendrá para la Pascua / o para la Trinidad [IGR # 0178] #1
Mambrú se fue a la guerra / viva el amor//Si vendrá pa la Pascua / vendrá pa Navidad.// [IGR # 0178] #5
Mambrú se fue a la guerra, / y cuándo volverá?//La Madre Florinda / corría, corría afanosa,/ / [IGR # 0178] #4758
Mambrú se fue a la guerra / y no sé cuándo vendrá,//vendrá para la Pascua / o para la Trinidad.// [IGR # 0178] #5235
Mambrú se fue a la guerra / y no se cuándo vendrá,//vendrá para las Pascuas, / las Pascuas o Navidad.// [IGR # 0178] #5242
Mambrú se va a la guerra, / no sé cuándo vendrá, //si vendrá pa las Pascuas / o pa la Trinidad// [IGR # 0178] #9631
Mamita me casó / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no lo quería.// [IGR # 0221] #5226
Mañana es el día de los Reyes, / la primer fiesta del año,// todas damas y doncellas / al rey piden l`aguinaldo,// [IGR # 0046] #649
Mañana, mañanita / mañana de San Simón,//estaba una señorita / sentadita en su balcón,// [IGR # 0234] #3023
Mañanciña de San Xoan / cando o sol alboreaba//a Virxe Santa María / dos altos ceos baixaba// [IGR # 0104] #8758
Mañanita de Ascensión, / por ser día señalado//se marcharon dos amigos / al monte a cortar un palo.// [IGR # 5117] #1928
--Mañanita de San Juan / asómate a la ventana//y verás los segadores / segando trigo y cebada.// [IGR # 0161] #4799
Mañanita de San Juan / cayó un marinero al agua//--¿Cuánto me das, marinero, / por que te saque del agua?// [IGR # 0180] #3274
Mañanita de San Juan / cayó un marinero al agua//el diablo, como no duerme, / le dijo de l` otra banda:// [IGR # 0180] #8204
Mañanita de San Juan / cuando el sol aborleaba,//caían perlas preciosas / al pie de una fuente clara,// [IGR # 0104] #5670
Mañanita de San Juan, / cuando el sol alboreaba//bajó Nuestra Señora / a bendecir la flor del agua.// [IGR # 0104] #1723
Mañanita de San Juan, / cuando el sol arboleaba//iba la Virgen María / por un cantarito de agua.// [IGR # 0104] #160
Mañanita de San Juan / cuando el sol narboleaba,// cuando la Virgen María / se lavaba pies y cara.// [IGR # 0104] #1257
Mañanita de San Juan, / cuando el sol revoleteaba//bajó la Virgen del cielo, / la bencición echa al agua.// [IGR # 0104] #163
Mañanita de San Juan, / cuando Gerinaldo va//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar;// [IGR # 0023] #1694
Mañanita de San Juan / cuando Guerineldo va//a dar agua a sus caballos / a las corrientes del mar,// [IGR # 0049] #8436
Mañanita de San Juan / el sol se extiende en su centro//por la marina caminaban / muchas damas en concejo,// [IGR # 0372] #3258
Mañanita de San Juan / . . . //fui a dar agua a mi caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9138
Mañanita de San Juan / [. . .] //fui a dar agua a mi caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9136
Mañanita de san juan / madrugaba conde niño//a dar agua a su caballo / a las orillas del rio// [IGR # 0110] #4045
Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara//cuando las piedras preciosas / saltan y bailan en ` agua,// [IGR # 0104] #8187
Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara//cuando la Virgen María / de los cielos se bajara,// [IGR # 0104] #8185
Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara,//(y) ¡ay, quién tuviera la suerte / de aquella samaritana!// [IGR # 0017] #9827
Mañanita de San Juan, / mientras el sol arboleaba//pasó la Virgen María / al pie de una fuente clara,// [IGR # 0104] #158
Mañanita de San Juan / por la mañana temprano//se levanta el conde Niño / a dar agua a su caballo.// [IGR # 0049] #9193
Mañanita de San Juan / salió al mar velera lancha,//diez bizarros marineros / y el patrón la tripulaban.// [IGR # 2680] #3304
Mañanita de San Juan / se levantó Gerineldo//a dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro.// [IGR # 0049] #8428
Mañanita de verano, / mañanita de San Juan,//cuando el conde y la condesa / a coger flores se van// [IGR # 0110] #3954
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba;//grande fiesta hacen los moros / por la bella de Granada;// [IGR # 0013] #8475
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba;//gran fiesta hacen los moros / por la bella de Granada;// [IGR # 0013] #8481
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiesta hacen los moros por la bella de Granada.// [IGR # 0013] #8476
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiesta hacían los moros / en la bella de Granada.// [IGR # 0013] #8472
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiestas hacen los moros / en la bella de Granada,// [IGR # 0013] #8478
Mañanita era, mañana, / mañanita de oración, ****cuando mozas y galanes / van a la predicación;// [IGR # 0107] #8832
Mañanita era mañana, / mañanita de orasión,//cuando mosas y galanas / iban a la admirasión;// [IGR # 0107] #4866
Mañanita era, mañana, / mañanita de San Juan,//mientras los cabayos beben / el conde dize un cantar// [IGR # 0049] #9099
Mañanita, la mañana, / mañanita de San Juan//llevo mi caballo al agua / a las corrientes del mar.// [IGR # 0049] #8468
Mañanita, mañanita, / mañana de San Simón,//entre damas y galanes / van a oir misa y sermón.// [IGR # 0107] #9434
Mañanita, mañanita, / mañana de San Simón,//estaba una señorita / sentadita en su balcón// [IGR # 0234] #3022
Mañanita mañanita, / mañanita de primor,//cautivaban a una mora / que era más bella que el sol.// [IGR # 0169] #2590
Mañanita, mañanita, / mañanita de primor,//me encontré con una mora / que es más bonita que el sol.// [IGR # 0169] #2958
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049] #9108
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan;//mientras mi caballo al agua / yo a la orillita del ma[r],// [IGR # 0049] #9122
Mañanita mañanita / mañanita de san juan//cuando el conde y la condesa / a cortar flores se van// [IGR # 0110] #3997
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #307
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//llevé me caballo al agua / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9125
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//mi caballo al agua / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9121
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//mientras mi caballo bebe / yo me divierto en cantar.// [IGR # 0049] #9128
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se paseaba el rey-conde / a las orillas del ma[r].// [IGR # 0049] #9156
Mañanita, mañanita,/ mañanita de San Juan,//se paseaba el viscond / por la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9112
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se paseaba el vizconde /por la orilla del mar.// [IGR # 0049] #9726
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se pasea el conde Niño / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9111
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//se pasea Gerineldo / por la orillita del mar;// [IGR # 0023] #9479
Mañanita, mañanita, / mañanita de sol era,// cautivaron a una mora, / más hermosa que el sol era.// [IGR # 0169] #9773
--Mañanita, mañanita, / yo a las mis bodas te brindo.//--Esas bodas, don Alonso, / yo creí que eran conmigo.// [IGR # 0172] #9260
Mañanita qué ventura / en la rivera del mar//como tuvo el conde Arnaldos, / mañanita de San Juan.// [IGR # 0435] #7943
Mañanitas de San Juan, / cuando el agua serenaba,// estaba la Virgen María / en una fuente muy clara,// [IGR # 0104] #1254
Mañanitas de San Juan, / cuando madruga la estrella,// con el resplandor que hacía / madrugaba la Romera,// [IGR # 0192] #1241
Mañanitas de San Juan, / madruga el lindo don Juan// y a dar agua a sus caballos / y a las orillas del mare;// [IGR # 0183] #860
Mañanitas de San Juan / madruga el rey por la estrella//vestido de armas y todo / como rey que va a la guerra;// [IGR # 0192] #8336
Mañanitas, mañanitas, / cuando las fuertes calores, //cuando los toritos bravos, / los caballos corredores, //` [IGR # 0049] #9248
Manda el rey hacer la guerra / de Abegas hasta Aguilar//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4178
Mandan a prender al conde / y a ponerle en mal estado;//no es por hurto que había hecho / ni armas que había hurtado;// [IGR # 0118] #8845
Mandara el rey pregonar, / mandara echar un pregón:// a todo conde de España / que le diesen un varón.// [IGR # 0231] #905
Mandó a doscientos mil moros / que lo fueran a matar,//y lo encontraron sistiando / a las orillas del mar.// [IGR # 0049+0796] #8969
Mandó el rey que pregonaran / y que echaran un pregón//cada una de las casas / que le dieran un varón.// [IGR # 0231] #5581
Mandó que movieran guerras / a Murcia y a Portugal//y al conde de Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4256
Manhã de S. João, / pelas manhãs do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6163
Manhana de S. João, / pelas manhãs do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6171
Manhanas do S. João, / pelas manhanas do alvor.//Não sei quando é de dia, / nem quando arraia o sol,// [IGR # 0078] #6169
Manhaninha de S. João, manhaninha de alvorada,//Jesus Cristo se passeia `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7572
Manhaninha de S. João, / ou pela manhã do alvor,//Jesus Cristo se passeia / duma fontinha `ò redor,// [IGR # 0104] #7575
Manhaninha de S. João, / pela manhã d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7573
Manhaninha de S. João, / pela manhã do alvor,//não sei quando é de dia, / nem quando arreia o sol,// [IGR # 0078] #6164
Manhaninha do S. João, / pela manhã do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6162
Manhaninhas de S. João, / pelas manhãs da alvorada,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7571
Manhaninhas do S. João, / manhaninhas de grande gala,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7564
Manolito cayó enfermo / Manolito cayó en cama//vinieron cuatro doctores / de los mejores de España// [IGR # 0006] #2405
Maravilhas do meu velho / eu estou para contar,//que me deu real e meio / para vestir e calçar,// [IGR # 0362] #2884
Marbuena se paseaba / de la cama al ventanal,//entre paseo y paseo / dolor de parto la da.// [IGR # 0153] #5459
Marbuena se paseaba / del balcón al ventanal,//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5460
Marbuenita se pasea / por la sala ventanal//con los dolores de parto / que le hacen arrodillar;// [IGR # 0153] #3433
. . . Marcelino / a las orillas del mar.//Mientras el caballo bebe, / Marcelino echa un cantar,// [IGR # 0049] #8456
Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9723
[Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9733
Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / y a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9718
Marcelino se levanta / a las orillas del mar//a dar agua a su caballo / o las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9170
Marcelino se pasea / por la orilla del mar//mientras el caballo bebe / Marcelino echa un cantar// [IGR # 0049] #9741
Marcha un hombre de mañana / a ver sus viñas y trigos//la buena de su mujer / para la iglesia ha cogido,// [IGR # 3003] #2171
Marguena se está paseando / de la sala al ventanal; //la dan dolores de parto / que la hacen arrodillar. [IGR # 0153] #4877
--María Antonia, María Antonia, / tú no sabes lo que has hecho//despreciar un primo hermano / para hablarle a un extranjero.// [IGR # 5051] #3201
María, Madre de Gracia,| / Madre de Misericordia//y a vuestros favores pido / una divina pastora.// [IGR # 0104] #165
--María, María, / más blanca que el día,//desposada era, / con don Güeso iría.// [IGR # 0148] #4486
Mariana fuei a su huerto, / (ay) a su huerto florido.//Cogido de siete yerbas, / siete yerbas ha cogido,// [IGR # 0172] #9590
Mariana, Mariana, / pra mis bodas te convido//--Esas bodas, don Alonso, / debían de ser conmigo.// [IGR # 0172] #1852
Marianinhas de S. João, / pela manhã d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / ao redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7560
Marianita, como era tan lista, / al jardín florido subió;//ya le baja el pan, / ya le bajaba el vino.// [IGR # 0255+0172] #9266
Marianita salió de paseo / y al encuentro salió un militar,// y le dice: Dónde vas, Marianita? / Hay peligro por no declarar.// [IGR # 0175.9] #3047
Marianuca se pasea / de la sala para el ventanal//con dolores de parir, / de parir o reventar.// [IGR # 0153] #8155
María se está peinando / enfrente de una palmera;//el peine era de plata / y la cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4580
Maridito mío, / si tú me quisieras//a la tuya madre / fuera(s) y le dijeras.// [IGR # 0155] #3007
Marinero cayó al agua, / sin decir: ¡Jesús me valga!//--¿Qué me pagas, marinero, / si yo te saco del agua?--/ / [IGR # 0180] #4672
Marinero, marinero / voces daba, que se ahogaba,// y le respondió el demonio / pal otro lado del agua:// [IGR # 0180] #1282
--Marinero, por tu vida, / no me eches a la marina.//Llévame onde el mi padre, / mi padre que me risgate.--// [IGR # 0405] #8120
Marinero se fue a un viaje / del Valle para la Habana.//Al tiempo, que ya venía, / se fue marinero al agua./ / [IGR # 0180] #4673
Marinharo dava gritos, / dava gritos, qu` intovam//e o demonho le respundeu / de altas torres dond` istava:// [IGR # 0180] #7707
Martra es lleva dematí, / Martra dematí es llevave,//Martra diu á Magdalena / --si al sermó n` haveu anada.--// [IGR # 2705] #6368
Más allá de Guadalupe, / junto a las pilas del agua,// habita una viudina / muy guapa y muy resalada,// [IGR # 0006] #659
Más allá de Madrid, / cien leguas de Cartagena,//residía un caballero / y una graciosa morena.// [IGR # 0096] #5480
Mas arriba y mas arriba / en la civdad de Silivría,//ahí había pescadores / pescando sus proverías.// [IGR # 0058] #4459
Más arribita de Burgos / hay una pequeña aldea//donde habita un comerciante / que tiene la rica seda.// [IGR # 0096] #607
Más de trescientos soldados / se marchan para la guerra.// Todos comen, todos beben, / todos juegan y hacen fiesta,// [IGR # 0176+0168] #1010
Má sentença um homem teve / em hora triste e minguada;//por ela andava perdido, / sua mulher desterrada.// [IGR # 2921] #2842
--Mas ó que casa tão grande / entre portas e janelas.//--Casa grande minha filha / pra tu morar dentro dela.// [IGR # 0503] #5804
Massanet, vila alegre, / be t` en pots alegrá// Que portas la bandera / que la vares guanyá.// [IGR # 2748] #6398
. . . //matadora de los hombres, / [ladrona de las haciendas].// [IGR # 0233] #7366
Matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas// . . . // --¿De quién son aquellas cruces / de cal y canto y arena?//et al. [IGR # 0233] #7361
Matinadas son fresquetas, / yo m`en vaig aná á cassá// no `n trovo cassa ninguna / pera poderli atiná;// [IGR # 2729] #7842
Matinet m` en so llevat / que l` alba ya n` era eixida,//era eixida a-n el balcó / qu` allí la fresca prenía.// [IGR # 0929] #7876
Mauricio fue a la guerra, / ¡ay, cuándo volverá!//Allá viene un paje, / ¿qué noticias traerá?// [IGR # 0178] #5237
Mayo, yo no digo mayo, / cuando los fuertes calores// cuando los chicos engañan / y los árboles dan flores,// [IGR # 0231] #908
Me casé con un pastor / creyendo de ser señora,// por la mañana me dice: /Coge la cacha, pastora.// [IGR # 0026] #919
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un buen muchacho / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1027
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un buen muchacho, / yo no lo quería.// [IGR # 0221] #9386
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un hombre feo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #5225
Me casó mi madre, / chiquita y bonita,//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #8134
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #53
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #66
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1029
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #3588
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #62
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con unos amores / que yo no quería.// [IGR # 0221] #9537
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un pastorcito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #5223
Me casó mi madre, / chiquitina y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1771
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachillo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #68
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #71
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #61
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #58
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #51
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #48
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #55
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un picardillo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #69
Me casó mi madre / chiquitita y niña,//con unos amores / que yo no quería.// [IGR # 0221] #3145
Me casó mi madre / con un pícaro pastor,//no me deja ir a misa / ni tampoco ir al sermón// [IGR # 0171] #5642
Me casó mi madre / de muy chiquitina.// Las primeras noches / muy bien me quería,// [IGR # 0221] #1031
Me casó mi madre / muy tierna y muy niña// con un barberiño / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1032
Me cautivaron los moros, / cautivo que aquí tenían//Siete años fui mayordomo, / sirviendo en lo que podía;// [IGR # 0425] #2137
Me cautivaron los moros / entre la paz y la guerra//me llevaron a vender-e / a Jerez de la Frontera.// [IGR # 0443] #1666
Media noche era por filo, / los gallos querían cantar,// conde Claros con amores / no podía reposar,// [IGR # 0366] #1618
Media noche llevo en punto / si los gallos no la yerran//parió la Virgen María / en Belén siendo doncella. [IGR # 0484] #33
Media noche ya es pasada, / media queda por pasar,//cuando saliera el Gran Turco / de Tánger para Tetuán.// [IGR # 0057] #9069
` Medio de unia fuentecilla / de agua cristalina y bella,//para regar estas flores, / claveles son y azucenas,// [IGR # 0209] #3558
Meia-noite já é dada, / os galos querem cantar,//o conde Claros na cama / não podia repousar.// [IGR # 0366] #6130
Meia noite vai andada, / outra meia por andar,//D. Carlos por mal d` amores / não podia descansar.// [IGR # 0366] #6133
Meia-noite vai andando / e outra meia por andare.//Levantou-se ontem D. Carlos / para com os mouros batalhare.// [IGR # 0159] #2250
Meiodia era em ponto, / quando o sol revolvia,//quando a bela infanta / do seu palácio saía.// [IGR # 0431] #7225
Meio-dia era em ponto, / quando o sol se volveria,//quando a bela infanta / do seu palácio saía.// [IGR # 0431] #7226
Me mandaron a lavar / pañuelitos a la rí//.Vi venir a un caballero / que de la guerra venía.// [IGR # 0169] #2487
Membrún se fue a la guerra / no sé cuándo vendrá,//si será por la Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #3512
Me n`han dat per penitencia / tres hores de passà el mar://amb l`afeció que el passava, / amb dugués lo he passat.// [IGR # 0559] #8713
--Menina, abre a porta / ao cego perdido,//deita-me um paninho / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7053
--M` en lleví de bon matí / antes del jorn,//a la porta de l` aymada / m` en aní sol.// [IGR # 1052] #8584
Me parió mi madre / con sal y salero.// Cuando me afajaba / me estaba diciendo:// [IGR # 0455] #1309
Me puze con un maestro / tres semanitas y un mes;//el oficio que me daba / rio se lo harían tres:// [IGR # 0827] #8879
Me quiso casar mi madre / con un pulido pastor//patituerto y jorobado / y hecho de mala visión.// [IGR # 0171] #442
Mês de Maio, mês de Maio, / Abril pela Primavera,//lá se vai o capitão / com seus soldados . . . guerra,// [IGR # 0176+0168] #6480
Mes de mayo, el mes de mayo, / mes de las fuertes calores//corren toritos muy bravos, / caballos corregidores.// [IGR # 0023] #185
Mes de Mayo, mes de Mayo, / cuando aprieta la calor,//cuando los enamorados / van a servir al amor.// [IGR # 0078] #5620
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las fuertes calores//cuando granan las cebadas / y los trigos echan flores,// [IGR # 0078] #213
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las fuertes calores,//cuando los lechones bravos, / los caballos corredores;// [IGR # 0023+0110] #8789
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las grandes calores//cuando los centenos ciernen / y los campos crían flores,// [IGR # 0078] #212
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los fuertes calores,// cuando los toriles bravan, / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #817
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los fuertes calores,//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores// [IGR # 0023+0110] #814
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los grandes calores,//cuando los bueyes están gordos, / los caballos corredores,// [IGR # 0078] #9432
Mes de mayo, mes de mayo, / el de las regias calores//cuando las cebadas granan / y los trigos echan flores,// [IGR # 0078] #217
Mes de Mayo, mes de mayo / mañanitas de San Juan//cuando los arrilleritos / para los puertos se van.// [IGR # 0023+0110] #8999
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de fragancias y flores,// cuando los toritos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #815
Mes de mayo, mes de mayo / mes de hermosa primavera// cuando alistan a los quintos / y los llevan a la guerra,// [IGR # 0176] #1000
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de hermosa primavera,// donde quintan los soldados / y los llaman a la guerra.// [IGR # 0176+0168] #1017
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la gran calor,// cuando los bueis andan gordos / y el caballo corredor,// [IGR # 0078] #868
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la mucha calore,// cuando el caballo está gordo / y el caminito andadore,// [IGR # 0078] #864
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la rica calor,// cuando los bueis están gordos, / el caballo corredor,// [IGR # 0078] #869
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las fuertes calores,// cuando los enamorados / gozaban de sus amores.// [IGR # 0023+0110] #811
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las fuertes calores//cuando los torillos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0078] #1811
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las ricas calores,// cuando los toritos bravos / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #805
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de linda primavera//cuando se sortean los quintos / y se marchan a la guerra.// [IGR # 0176] #1813
Mes de mayo, mes de mayo / mes de los grandes calores,//cuando la cebada grana / los trigos ya van en flores,// [IGR # 0078+0548] #9715
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176] #419
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo, primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176+0168] #411
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176] #428
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo y primavera//cuando los quintos soldados / se embarcan para la guerra;// [IGR # 0176] #425
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de toditas las flores// cuando los inamorados / regalan a sus amores:// [IGR # 0023] #801
Mes de mayo, mes de mayo, / n` es tiempo de grans calores,//cuando la cebada grana / los trigos n` estan en flores,// [IGR # 0078] #5849
Mes de mayo, mes de mayo, / tiempo de la gran calor,// cuando los bueis están gordos / y el caballo corredor,// [IGR # 0078] #867
Mes de mayo, mes de mayo / tiempo de la primavera//cuando los quintos se marchan / y se encomienza la guerra,// [IGR # 0176+0168] #8926
Mes de mayo, mes de mayo, / y mes de la primavera,//cuando los pobres soldados / marchaban para la guerra.// [IGR # 0176+0168] #5565
Mes de mayo, mes de mayo, / y mes de la primavera,// cuando los pobres soldados / van a servir a la guerra;// [IGR # 0176+0168] #1013
Mes de Mayo, mes de Muyo, / cuando arrecian los calores, //cuando los torillos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0078] #5619
. . . mes de mayo primavera//vinieron siete dotores / de los mejores de España.// [IGR # 0176] #431
Me tengo que hacer el conde / de Aragón y Portugal//si a los siete años no vengo / princesa te pues casar// [IGR # 0023+0110] #4267
Meu padre era de Hamburgo, / minha mãe de Hamburgo era;//me cativaram os mouros, / entre a paz e a guerra.// [IGR # 0443+0317] #6205
--Meu pai, eu queria-me casar. / --Não há pessoa igual à tua,//só sendo co` o conde Lardo. / --Esse é que me convinha,// [IGR # 0503] #6676
Meu Senhor Jesus Cristo, / Cristo do meu coração,//perdoai os meus pecados, / que bem sabeis quantos são.// [IGR # 2892] #2833
Mi abuela tenía una huerta / toda sembrada de nabos//en la cosecha de ellos / todo se le vuelven nabos.// [IGR # 0765] #1849
Mi abuelo tenía un huerto / todo sembrado de nardos.//Aparéjame el borrico, / que me voy a vender nardos.// [IGR # 0765] #3070
Mi agüelo tenía un güerto / todo sembrado de nabos //--Apareja la borrica / que me voy a vender nabos.// [IGR # 0765] #9762
Mientras el caballo bebe / una copla voy a echar//para que lo oiga mi novia / desde el palacio real.--// [IGR # 0049] #9226
Mientras el conde va a misa, / la condesa mala está.// Tú que tienes, la condesa, / de hora y media para acá?// [IGR # 0311] #684
Mientras su caballo bebe, / canta un hermoso cantar,//las aves que iban volando, / se paraban a escuchar.// [IGR # 0049] #9440
--Mi hermana, por ser mi hermana, / socórreme un jarro de agua//que tengo más sed que hambre--; / con bolas de oro jugaba./ / [IGR # 0075] #4644
Mi madre me casó / chiquita y bonita//con un buen muchacho / que yo no quería.// [IGR # 0221] #9536
Mi madre me casó / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #3024
Mi madre me casó / con un pícaro pastor,//no me deja ir a misa / ni tampoco ir al sermón;// [IGR # 0171] #5641
Mi madre me casó / con un pulido pastor//patituerto y jorobado / y hecho de mala fación.// [IGR # 0171] #440
--Mi madre, por ser mi madre, / dé por Dios un vaso de agua;//más vale la sed que el hambre / y a Dios pienso darle el alma.--/ / [IGR # 0075] #4638
--Minha mãe, acorde / desse seu dormir;//venha ouvir um cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7038
--Minha mãe, de sete filhos, / que conselhos me hás-de dar?//--Os conselhos tos darei / se os souberes tomar:// [IGR # 0159] #6042
--Minha mãe era de Burgos / e meu pai del` Antesquera;//cultivaram-me los mouros / entre la paz e la guerra;// [IGR # 0443] #6208
--Minha mãe, faça-me a ceia, / depressa, não devagar,//que eu tenho a aposta feita, / de perder ou de ganhar.// [IGR # 0159] #6046
--Minha mãe, faça-me / a ceia depressa, não devagar,//que eu tenho uma aposta feita / de perder ou de ganhar,// [IGR # 0159] #6078
--Minha mãe, façame a ceia, / depressa, não devagar,//que eu tenho uma aposta feita, / de perder ou de ganhar;// [IGR # 0255] #7459
Minha mãe, faça-me a ceia, / depressa, não devagar,//qu`eu tenho uma aposta feita / ou de perder ou de ganhar,// [IGR # 0255] #2770
--Minha mãe, fiz uma aposta, / para perder ou ganhar,//de dormir com / Albaninha antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6037
--Minha mãe, minha mãe, / quem me dera em Castelo de Amar!//Queria levar por parteira / a sua mãe natural.// [IGR # 0153] #6578
--Minha mãi, lá vem D. Jorge / no seu cavalo montado.//--Deus te guarde, Juliana, / no teu camarim sentada.// [IGR # 0172] #6966
--Mi nuera, mi nuera, / mi nuera garrida,//tejerís las cintas / de vuestras camisas// [IGR # 0373] #3123
Mi padre era de Ronda, / y mi madre de Antequera;// cativáronme los moros / entre la paz y la guerra,// [IGR # 0443] #1545
Miraba de Campo Viejo / el rey de Aragón un día,// miraba la mar de España / cómo menguaba y crecía;// [IGR # 0270] #7825
Miraba de Campo Viejo / el rey de Aragón un día,// miraba la mar de España / cómo menguaba y crecía;// [IGR # 0270] #1509
--Mira, hija, cómo canta / la sirenita en el mar.//--Madre, esa no es la sirena, / que esa no sabe cantar,// [IGR # 0049] #8446
Mira Nero de Tarpeya / a Roma cómo se ardía.//Gritos dan niños y viejos / y él de nada se dolía.// [IGR # 0397] #9334
--Mira qué piernas tan blancas / para un botín colorao.// . . .// [IGR # 0191] #5123
Mira, Zaide, que ch`aviso / que no pases por mi calle//nin hables con mis mujeres, / nin con mis cautivos trates,// [IGR # 0063] #1892
--Mira, Zaide, que te digo / que no pases por mi calle,//no hables con mis mujeres,/ ni con mis cautivos trates,// [IGR # 0063] #7957
Miren lo que le pasó / a la señorita Elena://quiso escribir en latín / teniendo su letra buena.// [IGR # 0222] #4851
Mirundún se fue a la guerra, / não sé cuando vendrá,//não sé si vendrá p`r la Pascua, / si por la eternidad.// [IGR # 0178] #7487
Misa se dice en Roma / en el altar de Santiago;//por la puerta del Perdón / gran pecado ha entrado;// [IGR # 0149] #4863
--Moirito, se vais a França, / mouro, traz-me uma cativa;//nem parenta nem irmã, / nem gente que seja minha.// [IGR # 0136] #6178
--Moiros partem mar abaixo, / moiros partem mar acima;//quero caçar a princesa / no jardim que seu pai tinha;// [IGR # 0136] #6182
Moiros partem mar abaixo, / moiros partem mar acima://os que partem mar abaixo / fizeram milhor partida;// [IGR # 0136] #6180
Mon pare i mon germà / m`han privat de alegria,//ellos no són capellans / i jo volen que monja sia.// [IGR # 0225] #9540
Mon payre y ma mayre / m` han gridata may,//M` han dada am un drotle / de quatre vint anys.// [IGR # 2736] #9790
Morena me llama / el hijo del rey.//No quere de vanda baja, / ni quere de vía en via.// [IGR # 0136] #2954
Moriana en un castillo / juega con el moro Galváne// juegan los dos a las tablas / por mayor placer tomare.// [IGR # 0312] #1535
Morico, si a Francia fueres, / traeme de allí una cautiva,// que no sea prima ni hermana / ni tampoco gente mía.// [IGR # 0136] #1194
Moricos, los mis moricos, / los que ganáis mi soldada,// derribédesme a Baeza, / esa ciudad torreada,// [IGR # 0010] #1467
--Moricos, loz miz moricos, / bus+came una cativa,//ni de casta alta sea, / ni menos de provería.--// [IGR # 0136] #3700
Morirse quiere Alixandre / del dolor del coraçón,//embió por los maestros / cuantos en el mundo son.// [IGR # 0380] #5897
--Morir vos queredes, padre, / San Miguel vos haya el alma;// mandástes las vuestras tierras / a quien se vos antojara,// [IGR # 0004] #1422
--Morisco, si a Francia fueres, / tráeme de allá una cautiva,//que no sea de sangre baja, / ni de gente villanía,// [IGR # 0136] #4859
--Morito, si vas de caza / la tierra de Andalucía, / sea princesa o sea condesa, tráeme p` acá una cautiva.// [IGR # 0136] #9400
--Moro alcaide, moro alcaide, / él de la vellida barba,// el rey te manda prender / por la pérdida de Alhama,// [IGR # 0055] #1484
Moro, si vas a la España, / traerás una cautiva// no sea blanca ni fea, / ni gente de villanía.// [IGR # 0136] #1544
Moros van al mar abajo, / moros van al mar arriba;// los que van al mar abajo / tuvieron mejor partida,// [IGR # 0136] #1191
Morreu lo duque nas guerras, / d` antigo tempo passado,//dos quatro filhos varões, / que tinham dele ficado,// [IGR # 0440] #6201
Mose salió de Misraim / huyendo del rey Paróh;//se fue derecho a Midián / y se encontró con Ytró// [IGR # 0450] #4443
Mourinho, se fores à guerra, / à terra da cristandade,//trazes-me de lá uma cativa / muito da minha vontade:// [IGR # 0136] #2309
--Mouro, se fordes à guerra, / à terra da cristandade,//traz-me de lá uma cativa / que seja da minha vontade,// [IGR # 0136] #6175
--Mouro, se fores à caça, / traz-me uma linda cativa,/ que não seja de conde, / ou duque, nem de gente igual à minha;// [IGR # 0136] #6193
Mouros partem mar abaixo, / mouros partem mar arriba://os que partem mar abaixo / levam na feliz partida,// [IGR # 0136] #6179
--Mouros, se fôreis à guerra, / `ó campo da cristandade,//trazei-me uma cristalina, / muito da minha vontade:// [IGR # 0136] #6177
Muchas guerras se han armado / entre Francia y Portugal//y al conde Larcos le han hecho / capitán general.// [IGR # 0110] #3940
Mucho madruga la Virgen / el día de San Miguel,//el camino que llevaba / era para ir a Belén.// [IGR # 0226] #5729
Muerto va el hiz+o del rey, / muerto va por Felizmena.//Tomó armas y cavayos / y se fué para la guerra;// [IGR # 0184] #3701
Muerto yace Durandarte / debajo una verde haya// con él está Montesinos, / que en la su muerte se halla.// [IGR # 0262] #1609
Mujer de Belarde, / más triste que el día,// sola se calzaba, / sola se vestía,// [IGR # 0509] #1107
Mujer de Bernardo, / mujer muy querida,// sola se está en casa, / sola se estaría.// [IGR # 0509] #1109
Mujer de Bernardo, / mujer muy querida,// sola se está en casa, / sola se estaría,// [IGR # 0509] #1110
Muntanyes de Canigó / són fresques i regalades,//a demés ara a l`estiu, / que les aiguës són gelades.// [IGR # 2752+0309] #7838
Muralla cubre muralla / combate la mar serena//el mejor puerto de mar / que el rey tenía en su tierra.// [IGR # 0372] #3349
Muy malo estaba don Juan / muy malo estaba en la cama//Siete doctores lo curan / de los mejores de España// [IGR # 0006] #2456
Muy malo estaba don Sancho, / muy malo en la cama enfermo,// los dotores vienen a verlo, / y eran ángeles del cielo:// [IGR # 0038] #637
Muy malo estaba el don Juan, / muy malo estaba en la cama,//siete dotores lo curan / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2454
Muy malo estaba Espinelo, / en una cama yacia,// los bancos eran de oro, / las tablas de plata fina,// [IGR # 0074] #1570
Muy malo se halla don Juan, / muy malo se hallaba en cama;// mandan llamar siete doctores, / los más entendidos de España.// [IGR # 0006] #655
Na beirinha daquele monte / vai uma linda orada//e o ermitão que a guarda / tem uma filha galharda.// [IGR # 0298] #2871
Na cidade de Clamor, / na maior que tinha a Espanha,//passeia um cavalheiro, / um cavalheiro de fama.// [IGR # 0445] #2768
Na horta de dona Ausenda, / há uma erva encantada;//la mulher que cheirar dela, / dizem que fica prenhada.// [IGR # 0469+0138] #7220
Na manhã de S. João / levantou-se a Virgem Sagrada,//pegou no seu cantarinho, / foi à fonte benzer a água.// [IGR # 0104] #7565
Na manhã de S. João, / logo ao romper d`alvorada,//passeava Jesus Cristo / ao redor da fonte clara,// [IGR # 0104] #2817
Na manhã de S. João, / pela manhã, na alvorada,//Jesus Cristo se passeia / em redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7559
Na minha terra de França, / menina me divertia,//era na Páscoa florida, / rosas no rosal colhia.// [IGR # 0136] #6192
Namorava u~a fadista, / trazia-a na mocidade;//falava-l`à meia-noite, / todos os dias à tarde.// [IGR # 2968] #2763
--Não cases com a moça, Alberto, / que ela é filha de seu sior;//que ela é d` alta linhagem, / logo te perde o amor.// [IGR # 0720] #6532
--Não fora eu seu criado / que não mangara comigo.//--Eu não mango, Gerinaldo, / que eu bem deveras to digo.// [IGR # 0023] #7161
Não me enterrem na igreja / nem tão-pouco em sagrado,//enterrem-me naqueles campos / onde se faz o mercado.// [IGR # 0101] #2691
--Não namores, cavalheiro, / a filha do teu senhor,//qu` ela há-de zombar de ti, / tu hás-de morrer de amor.// [IGR # 0720] #6528
. . . / . . . // Não torno culpa aos mouros / em o meu filho matar,//só tono culpa as cavalo, / não o saber retirar.// [IGR # 0796] #8317
Naquela cidade de Roma, / naquela romana cidade,//nasceu uma criatura, / Cat`rininha se chamava.// [IGR # 0126] #7580
Naquela serrica alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serrana / que é o estrago desta terra.// [IGR # 0233] #7000
Naquela serriña alta, / naquela mais alta serra,//vivía una serraniña, / serraniña engañadera./ / [IGR # 0233] #7328
Naquela serriña i-alta, / naquela mais alta serra,//vivía una serraniña, / serraniña engañadera./ / [IGR # 0233] #7325
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá ûa serraninha, / oh que linda ela i-era!// [IGR # 0233] #7331
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha / bem bonita que ela era.// [IGR # 0233] #7349
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha, / oh que linda que ela era!// [IGR # 0233] #7332
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//estava lá uma serrana / bem bonita que ela era.// [IGR # 0233] #7346
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//(. . .) lá uma serrana / formosa e ganadeira.// [IGR # 0233] #7004
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//mora lá uma menina / oh que linda ela era.// [IGR # 0233] #7347
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//mora uma serrana, / formosa, ingrata era.// [IGR # 0233] #2725
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vive lá uma serrana / formosa e granadera;// [IGR # 0233] #7002
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vive lá uma serrana, / serrana vive na serra.// [IGR # 0233] #7335
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vivia um ermitão / em penitência cruel.// [IGR # 0020] #2596
Naquela serrinha alta, / no alto daquela serra,//vivia ua serrana, / serrana vivia na serra.// [IGR # 0233] #7333
Naquela serrinha alta / rico lavrador vivia;//tem duas filhas mui lindas, / criadas em fantasia.// [IGR # 0374] #2867
Naquela serrinha i-alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha, / que é o estrago desta terra.// [IGR # 0233] #7337
Naquela serrinha i-alta, / naquela mais alta serra,//mora lá uma serrana, / que ela de grenadas era.// [IGR # 0233] #7334
Naquela serrinha, / naquela mais alta serra,//mora lá uma serrana / que é o estrago desta terra,/ / [IGR # 0233] #7339
Narbola está paseando / por su barrido portal,//le dan dolores de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5457
Narbola se anda paseando / por su palacito real,// dolores le dan de parto / que le hacen arrodellar,// [IGR # 0153] #1122
Narbola se paseaba / por su palacio real,// manos blancas retorcía / y anillos quiere quebrar.// [IGR # 0153] #1121
Narboliña anda de parto / de casa prao seu corral,// con dolores de parir / que lle fain arrodillar,// [IGR # 0153] #1111
Narbolita se pasea / de la puerta pa` el portal//con dolores de parir / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #3283
Na segunda-feira te amo, / na terça te quero bem,//na quarta digo que morro, / na quinta digo por quem,// [IGR # 2952] #2911
Nas praias da Galilea / andava o bom de S. Pedro//a lançar a rede ao mar / sem ter receio nem medo.// [IGR # 2943] #2803
Navegando en altas mares / cayó un marinero al agua.//--¿Qué me das tú, marinero, / si te sacara del agua?// [IGR # 0180] #8872
Navegava o Seginebra, / véspera de Nossa Senhora,//pensando de navegar / o dia e a noite toda.// [IGR # 0538] #7789
N`el campo de Verde Olivo / don Carlos de Montealvar,// Carlos tenía la capa, / la niña el verde brial.// [IGR # 0159] #715
`N el campo hay una erva, / um verde mui` regalado,//aquela que tocar nela, / logo fica prenhada.// [IGR # 0469+0138] #7216
N`esa villa de Madrid, / Dios me ayude y no me falte//allí se crió una dama / hermosa y de lindo talle.// [IGR # 0783] #1643
Nesa villa de Madrid, / junto a la calle empedrada//habitaba un regimiento / de soldados [de la armada].// [IGR # 0445] #8238
Nesa villa de Madrid, / junto al reino de Toledo//palabra de amor se tratan / un galán y una doncella.// [IGR # 0209] #8234
N`esta villa de Madrid, / junto a los caños del agua// . . . / vive un galán y una dama.// [IGR # 0248] #1698
Neste cerrado alvoredo, / neste bravio montado,//aqui vivo como bicho, / entre rochas interrado.// [IGR # 2866] #2699
`n esto formaron guerra / España con Portugal//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4301
N`han baixat set segadós / d`aquí adalt de la montanya,//n`han baixat aquí á n-el pla / pera seguí ias segadas// [IGR # 0161] #8964
N`han baixat tres segadors / d`aquí dalt de la muntanya,//n`han baixat a baix al pla / per segar una quinzenada,// [IGR # 0161] #4520
N` hi ha una monjeta / á Jerusalem//qu` en conta las horas / plorant y rient.// [IGR # 1002] #7884
N`hi havia tres ninetes, / vora d`un riu,//l`una renta bugada, / l`altra l`estén,// [IGR # 2694] #3659
N` hi havía un pagés / qu` en tenía una filla,//no l` ha volguda dar / als fadrins de la vila// [IGR # 2728] #7854
N`hi havien tres dallaires / que dallaven amb un pla//// S`enraonen l`un amb l`altre: / --Quina ens durà l`esmorzar?// [IGR # 1085] #5783
Ninguno niegue su patria / sin tener impedimento//que es muy grande desventura / la de un pobre forastero.// [IGR # 0906] #1974
No alto daquela serra / está uma linda ermida;//a devota que está nela, / serva da Virgem Maria,// [IGR # 0165] #7589
No alto daquela serra / está uma linda ermida,//a devota que está nela / é serva da Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7599
No alto daquela serra / está uma linda ermida,//onde vive uma devota, / serva da Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7590
No alto daquela serra / há uma linda ermida,//moram ao pé dois casados, / vivem em paz e alegria.// [IGR # 0165] #7623
No alto daquela serra, / mora um rico lavrador.//--Malo hajas, oh, meu pai, / que me casou com um pastor!// [IGR # 0026] #6548
No alto daquele cabeço / mora um rico lavrador;//tem uma filha mui linda, / que é como os raios do sol.// [IGR # 0083] #2869
No alto daquele monte / está uma linda ermida,//está uma devota nela, / servindo a Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7602
No alto do monte estava / uma espanhola como uma fera,/ / [ ] / alta, linda, sedongueira;// [IGR # 0233] #7336
Nobardía, Nobardía, / qué se cuenta por España?// Es la muerte de don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006+0079+0020] #2371
No campo há uma erva / mui fresca, mui regalada;//a dama que la pisou, / logo salida prenhada.// [IGR # 0469+0138] #2740
No céu está um castelo / lavrado de mil maravilhas;//Jacob apanhava a pedra, / Abraão a componia.// [IGR # 0308.1] #2641
Nochebuena, Nochebuena, / la noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a los maitines se van// [IGR # 0110] #3875
Nochebuena, Nochebuena, / la noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / en los maitines estan// [IGR # 0110] #3890
Noche buena, noche buena, / noches son de enamorar.//--Donzellas, las mis donzellas / o dormís o espertáx.--// [IGR # 0307] #8029
Nochebuena y nochebuena, / noche la de Navidad,// cuando el conde y la condesa / a misa de gallo van.// [IGR # 0110] #9596
Noche de San Juan Bautista, / muy resplandeciente y clara,//de la que Juana nació / de aquellas puras entrañas // [IGR # 0472] #8850
Noche oscura y temerosa / de relámpagos y truenos,//vi pasear un caballero / de su coche a la cochera.// [IGR # 0115] #5094
Noches, noches, buenas noches, / noches.son de enamorar,//dando vueltas por la cama / como el pexe en la mar.// [IGR # 0307] #9371
No correr deste ribeiro, / longe desta fonte fria,//uma pastora mocinha / com seu pai além vivia.// [IGR # 2942] #2837
No domingo de manhã / Dom João partir queria;//ao sábado embarca a gente, / ao domingo à vela ia.// [IGR # 0112] #8782
No jardim do seu recreio / passeava uma donzela//tão linda como engraçada, / como as mesmas flores bela.// [IGR # 0350] #2744
No la maldiga usted, padre, / la eche tal maldición,// que si no ha tenido hijos, / porque Dios no se les dio.// [IGR # 0231] #904
No Maio era no Maio / no tempo da Primavera,//quando el-rei D. Fernando / mandara quintar a terra.// [IGR # 0176+0168] #6481
--No me burlo, Serileldo, / que siento lo que te digo.//¡quién te pudiera traer / tres horas a mi almendrío!// [IGR # 0023] #5784
--¡No os llamo canalla vil / sólo porque os llaman godos, **2*y no ofender a Pelayo, / por agraviar a vosotros,// [IGR # 1575] #8512
--No quiera Dios ni la Virgen / ni la reina soberana//que a mi pobrecita madre / la trate de mal casada.--// [IGR # 0075] #4525
No reinaba rey ninguno / en Navarra, ese reinado;//los moros entran en él / todo el reino han estragado.// [IGR # 0030] #9046
No reventaras, María, / al lado del corazón,// siete partos que tuviste, / no tienes ningún varón// [IGR # 0231] #906
--¿No sabes tú, doña Ana / no sabes, hermana mía,//que el duque de Alba se casa / con otra y a ti te olvida?// [IGR # 0508] #5380
Nos campos da Vila Rica, / junto a los canos da água,//paséase um caballero, / com sua mulher D. Ana.// [IGR # 0410] #2657
Nos estados de Roma, / . . . //houve certa criatura, / Catarina se chamava,// [IGR # 0126] #7586
Nosso rei tinha três filhas, / todas lindas como o sol;//a mais bonitinha delas / Baldebina se chamava.// [IGR # 0075] #7113
No tengo padre ni madre, / ni quién se acuerde de mí,// tan sólo tengo una hermana, /ay, desgraciada de mí// [IGR # 0047] #644
Novedades traigo eu / do meu vello que contar//que me deu real e medio / para vestir e calzar.// [IGR # 0362] #1766
Nublado, hace nublado, / la luna no parecía,// las estrellas en el cielo / juntas salen en aquel día,// [IGR # 0413] #9547
Nuevas blancas, nuevas blancas, / que se cuentan por España:// que don Juan, el caballero, / muy malito está en la cama;// [IGR # 0006] #664
Numa grande, bela herdade, / em riqueza e alegria,//o pai, cheio de bondade, / com seus dois filhos dividia.// [IGR # 2689] #2303
Numa noit` serena e escura / Leandro deitou-s`ò mar.//Érula faltou com a luz, / vinha a meio do canal.// [IGR # 0384] #2643
--Num quero as tuas filhas, / que me num combéim a mim//sóu p`ra cóndes / e marqueses, p`ra i-êssas pessôas assim.// [IGR # 0113] #6273
Nuño Vero, Nuño Vero, / buen caballero probado,// hinquedes la lanza en tierra / y arrendedes el caballo;// [IGR # 0801] #1592
O arado contarei, / de peças o irei formando;a Paixão de Jesus Cristo / por ele irei explicando.// [IGR # 0880] #2799
--Ó Bento, ó cruel Bento, / ó roubador maioral!//Derrubaste três castelos, / todos três em Portugal;// [IGR # 0343] #6122
O conde das três Marias, /por sê` lo conde maior,//ele qu`ria outras meninas, / todas lindas como o sol.// [IGR # 0075] #7106
O conde das três Marias, / por ser o conde maior,//ele tinha três meninas, / todas lindas com` ó sol.// [IGR # 0075] #7110
O conde das três Marias, / por ser o conde maior,//tinha três filhas solteiras, / todas lindas coma o sol.// [IGR # 0075] #7105
O conde da Vila-Flor, / por ser o conde maior,//de três filhas que ele tinha, / clarinhas como o sol,// [IGR # 0005+0075] #7124
O conde de Vila Flor, / com ser o conde maior, //com ter já três filhos homens / lindos como o mesmo sol; // [IGR # 0005+0075] #7075
O conde e a condessa / foram passear um dia;//o conde deitou a capa, / a condessa la mantilha.// [IGR # 0136] #6183
Ó condessa, ó condessinha, / ó condessa de Aragão,//dá-me umas das tuas filhas, / só de lindas que elas são.// [IGR # 0224] #2917
--Ó de casa! Ó de casa! / Ó de casa! Quem `stá aí?//--Eu sou Bernardo Francês, / as portas me vem a abrir.// [IGR # 0222] #6883
--Ó de casa, ó de casa, / ó de casa, quem `stá `i?//--Se és Bernardo Francês, / as portas te vou abrir;// [IGR # 0222+0168] #6881
O ditoso do labradori, / que ele da sua arada vinha,// rezando o seu resário, / a cavalo em sua burrinha.// [IGR # 0185] #9612
. . . o es por venir a la guerra?//Ni es por padre ni es por madre, / ni es por venir a la guerra,// [IGR # 0176+0168] #415
Ofico era chiquito / como chico de la cuna,//lo metieran por rubbico / a meldar las criaturas.// [IGR # 0080] #4825
--Ó filha, filha, vem cá, / vem ouvir doce cantar,//pescador nã pode ser, / só sirena de la mar.// [IGR # 0720] #6537
--Ó Grinaldo, ó Grinaldo, / ó Grinaldo, meu amigo,//quanto davas tu, Grinaldo, / para à noite brincar comigo?// [IGR # 0023] #7160
Oh campos, oh campos / de la verde oliva// la hija del Rey / la llevan cautiva,// [IGR # 0169] #2547
--Oh, ¿cuántas hijas tenéis?//--Si las tengo o no las tengo, / no las tengo para dar,/ / [IGR # 0224] #4696
Oh, ditosa da donzela, / ó meu Deus, tal fora a mi`a!//Ela rezava o seu rosário / duas e três vezes `ò dia.// [IGR # 0212] #7726
Oh, ditosa da donzela, / sua sorte fora a minha!//Rezavam no seu rosário / todos, três vezes ao dia;// [IGR # 0212] #7723
--¡Oh, malhaya la condesa, / que no lo sea de Dios!, //de nueve hijas que ha tenido / en ellas ningún varón.--// [IGR # 0231] #4889
Oh, mia Santa Elena, / oh, mi amor primero// De las tres hijas, madre, / lleva la más galana.// [IGR # 0173] #983
--Oh, minha mãe! faça a ceia, / que me quero ir deitar,//tenho uma aposta feita, / espero de a ganhar.// [IGR # 0159] #6066
--Oh, que guerras estão armadas / entre a França e Aragão,//ai de mim, que já estou velho, / não as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7511
--Oh, que guerras vão armadas / entre França e Aragão,//ai de mim que já estou velho, / não as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7519
--Oh, que guerras vão armadas / p`r` às bandas de Marvão,//ai de mim, qu` eu já sou velho, / nã as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7515
Oh que linda rosa branca / naquele claro passeia//El-rei estava à janela, / logo se namorou dela.// [IGR # 0192] #2748
--Oh que linda rosa branca / naquele claro se passeia!//Se ela for de gente nobre / eu hei-de casar com ela,// [IGR # 0032] #5947
Oh, que linda rosa branca / naquele prado se passeia!//Leva touca valanciana, / o trajo é de romeira. // [IGR # 0192] #7713
--Oh! que linda rosa branca / naquele prado se passeia.//S` ela é de gente nobre / eu hei-de casar com ela,// [IGR # 0032] #5946
Oh que linda rosa branca / naqueles vales se passeia!//Leva touca valenciana, / vai em traje de romeira,// [IGR # 0232] #6988
Oh, que lindos prados verdes, / de grandes robles cercados,//onde a pastorinha / dar as voltas com seu gado.// [IGR # 0085] #7481
--Oh quem bate à minha porta, / oh quem bate ao meu postigo?! //Se é Bernardo Francês, / a porta l` eu vou abrir;// [IGR # 0222] #6856
--Oh! quem bate à minha porta? / Oh! quem bate, oh! quem está aí?//--São cravos, minha senhora, / e rosas vos trago aqui.// [IGR # 0222+0168] #6902
--Oh quem bate à minha porta, / oh quem bate, oh quem `stá `i!//--São cravos, minha senhora, / felores vos trago aqui.// [IGR # 0222+0168] #6872
--Oh quem bate à minha porta, oh quem bate, oh quem `stá `i?!//--São cravos, minha senhora, / rosas le trago aqui.// [IGR # 0222+0168] #6865
Oh quem fosse tão ditoso / que o céu fora ganhar,//como fora Madalena, / que Jesus foi procurar.// [IGR # 0697] #2824
Oh que noite tão escura,/ ao rigor de todo o tempo// Expirou uma alma / sem levar os sacramentos.// [IGR # 0685] #2832
¡Oh, quién tuviera la dicha / que Gerineldo ha tenido,//que en el palacio del rey / quince años le ha servido!// [IGR # 0023] #5413
Oh, quién tuviera la suerte / que Gerineldo ha tenido//limpiando ropas de seda / para dar al rey vestido!// [IGR # 0023] #166
¡Oh rueda de la Fortuna!, / ¡oh, de la Fortuna rueda!//de vuelta y media que diste / me pusiste en esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #8219
¡Oh! rueda de la fortuna / que nunca te estabas queda.//De una rodada que has dado / me has traído a esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #5453
¡Oh, rueda de la Fortuna, / y de la Fortuna rueda!//por vuelta y media que diste / me sacasti de mi tierra.// [IGR # 0132+0818] #8220
Oh Valencia, oh Valencia, / oh Valencia valenciana,// antes fuestes de moros / que de cristianos ganada;// [IGR # 0045] #640
Oh Valencia, oh Valencia, / oh Valencia valenciana,// primero fuestes de moros / que de cristianos ganada,// [IGR # 0045] #641
Oh, Virgen de los Remedios, / cómo no tenéis cuidado//que han robado a vuestro hijo / en el camino `el sagrario.// [IGR # 0079] #554
Oiça, padre, as minhas culpas. / Diga, filha, com bem dor.//Eu, meu padre, alguma trago, / mas não deixo o meu amor.// [IGR # 2862] #2684
Oid, señor don Gaiferos / lo que como amigo os hablo://que los dones más de estima / suelen ser consejos sanos.// [IGR # 1502] #6735
Oiga, oiga, buen soldado, / si solo que parecéis,// a mi marido habéis visto / por la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #1577
--Oiga usted, señor soldado, / que viste traje café,//¿no oyó hablar de mi marido / por la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #5303
--Oila, oila! Quem está aí? / . . . //--É Bernal Francês, senhora. / --A porta vou abrir.// [IGR # 0222+0168] #6889
O imperador de Roma / tem uma filha bastarda; //ele a queria casar, / ela a todos punha falta.// [IGR # 0161] #7204
O imperador de Roma / tem uma filha galharda; //de bonita que ela era / a todos lhe punha chata.// [IGR # 0161] #7205
O imperador de Roma / tem uma filha galharda; //namorama condes e duques, / senhores de grande valha.// [IGR # 0161] #7208
--Ó Laurinda, ó Laurina, / és tão linda com` o sol;//deixa-me dormir contigo / na dobra do teu lençol.// [IGR # 0234] #6943
Oléiendinha tem desejos / de ir à casa de seu pai.//--Se não tens outros desejos, / toma o caminho e vai.// [IGR # 0153] #6567
--Olha p` ra o meu cavalo branco / que já vai a vermelhejar,//vai-me chamar um padre / que me quero confessar.// [IGR # 0153] #6572
--Ó Lizarda, ó Lizarda, / oh! quem contigo dormira,//uma noite, nada mais, / que felicidade era a minha!// [IGR # 0159] #6038
O Maio era no Maio, / no rigor da Primavera,//lá se vai o capitão / co` os seus soldados . . . guerra.// [IGR # 0176] #6477
O Maio, era no Maio, / no tempo da Primavera,//q`ando el rei D. João / chamou soldados . . . guerra.// [IGR # 0176] #6475
O Maio, era por Maio, / no rigor da Primavera,//quando o rei D. Afonso / mandou pintar a guerra.// [IGR # 0176] #6464
O mal de amores não tem cura, / que é um mal desesperado,// [IGR # 0101] #6510
O mancebo, formoso Henrique,/ de que Gualdina gostava,//onde quer que a encontrasse / deste modo lhe falava:// [IGR # 0075] #7097
O marquês tinha três filhos, / três filhos tinha o marquês,//o rei os mandou pedir, / cada um por sua vez.// [IGR # 0440] #6204
--Ó menina da mantilha, / guarde-me esse lindo rosto,//que eu vou para a minha terra, / em vindo caso convosco.// [IGR # 0110] #6453
Ó meu formoso menino, / vossas graças vou cantar,//com amor e alegria, / junto, aqui, do vosso altar.// [IGR # 2969] #2899
--Ó meu pai, já era tempo / de vós me dar um marido.//Por vergonha não no peço, / de boa vontade lhe digo.// [IGR # 0503] #6716
--Ó minha mãe, eu fiz uma aposta, / . . . //à ponta da minha espada / ou hei-de perder ou hei-de ganhar,// [IGR # 0159] #6092
--Ó minha mãe, minha mãe, / que eu morro sem confissão,//que os olhos de D. Marcos / são de mulher, de homem não.// [IGR # 0231] #7527
--Ó minha mãe quem pudesse ir / à minha hortinha do vale!//--Ó filha, se tu quisesses, / quem t` havera a ti `storvar?// [IGR # 0153] #6582
--Ó minha mãezinha, / nem tanto dormir,//venha ouvir o cego / a cantar e a pedir.// [IGR # 0189] #7025
O moiro parte mar abaixo, / o moiro parte mar acima.//Os que levavam meia subida era / os que iam mar acima.// [IGR # 0136] #2312
--Ó mouro, se fores à caça, / traze de lá uma cativa,//que seja de bom sangue, / senhora de mais valia.--// [IGR # 0136] #6189
Ó mouro, se fores à caça, / traz-me uma linda cativa.//Que não seja de gente baixa / ou gente de vilania,// [IGR # 0136] #2647
--Ó mouro, se vais à caça, / traz-me uma criada cativa,//que não seja de lavrador / nem de gente de vilania,// [IGR # 0136] #6181
O mundo ralha de tudo, / tenha ou não tenha razão;//vou-vos contar uma história / em prova desta asserção.// [IGR # 2963] #2927
--On aneu, Mare de Déu, / on aneu tan apressada?//--Aquí baix en un poblet / una dona m`hi demana.// [IGR # 2703] #7915
--Onde vai a Belassena, / desta manhã de geada?//--Quer tu visses, quer não visses, / a meu pai não digas nada.// [IGR # 0159] #6081
Onde vai dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando viola de ouro, / guitarra de prata fina.// [IGR # 0503] #6644
--Onde vais, ó Madassena, / com esta manhã de neve,//teu cabelo penteado, / teu coração tão alegre?// [IGR # 0159] #6060
Onde vas, triste soldado, / onde vas, triste de ti?//Vou ver miña namorada / qu` hai ben tempo non a vin.// [IGR # 0168] #1645
Ondinhas do mar abaixo, / ondinhas do mar acima,//vai a triste duma alma, / dando vozes que aturdia.// [IGR # 0797] #7790
--Ó Palomba, ó Palombinha, / não soubeste apalombar,//hoje vão cortar a lenha / e amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6050
O piollo y-a pulga / querían casar//non tiñan panciño / para encomenzar.// [IGR # 0888] #8762
O primeiro é baptismo, / eu também fui baptizado;//creio no que Deus me disse, / nisso vivo descansado.// [IGR # 0211] #2910
--O que fazes, soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Se t` alembra pai ou mãe, / ou alguém da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6504
O que joga e não perde, / gosto é vê1o jogar.//--Apostado tenho, madre, / minhas armas, meu punhal,// [IGR # 0255] #7456
--Ó quem bate à minha porta, / ó quem bate e quem `stá aí? //--Cravo roxo, minha senhora, / Rosa Branca, venha aqui.// [IGR # 0222+0168] #6860
O qué rey de las romansas, / que Tarquino se llamava,//se hizo un hombre de camino, / por la su puerta pasaba.// [IGR # 0403] #8038
--O, que tés, o Xuliana / que estas disposta a chorar? //--Miña nai, é por don Xorxe / que con outra vai casar.// [IGR # 0172] #8013
O rei tenia um filho, / por certo Amor se chama,//terminou tomar amores / com sua própria irmana.// [IGR # 0140] #6150
--Ó Ricardo, ó Ricardo, / retrato da minha alma,//se tu deves alguma cousa / a alguma moça honrada!// [IGR # 0006] #5935
O sapo mai` la sapa / caminho vão de Granada;//o sapo vai no cavalo / e a sapa na mula brava.// [IGR # 0515] #7474
--Ó Silvana,ó Silvaninha, / ó filha minha,//bem podias tu, Silvana, / brincares comigo um dia.// [IGR # 0075] #7098
Os mandamentos do vinho, / são dez por este caminho://primeiro, amarás / o vinho de Portugal,// [IGR # 2932] #2907
Os que jogam e não perdem, / prazer é vê-los jogar.//--Apostadas tenho, madre, / minhas armas, meu punhal,// [IGR # 0255] #7455
Otro día en la mañana / las ricas bodas se armó.// [IGR # 0742] #8055
Ouvira o a rainha e a infanta sua filha.//--Acorda, ó bela infanta, se queres ouvir cantar.// [IGR # 0049] #6436
O vento, ó cruel vento, ó ladrao maiorale//Roubaste três igrejas das melhores de Portugal.// [IGR # 0343] #2266
O vento, ó cruel vento, / ó roubador maioral//Roubaste as três igrejas / das melhores de Portugal;// [IGR # 0343] #2267
Oy, qué rueda de fortuna, / oy, qué rueda de fortuna,//si no te cansas de andar / de dar vueltas a mi reja.// [IGR # 0132] #8835
Pa Belén camina / la Virgen María//san José con ella, / en su compañía.// [IGR # 0542] #2042
Padre cura, mi marido / me quiere pisar el pie.//Déjalo que te lo pise, / si te da bien de comer.// [IGR # 0461] #3063
--Padre cura, mi marido / me quiere pisar el pie.//--Déjalo que te lo pise / si te da bien de comer.// [IGR # 0461] #3166
Padre, no riña usté a madre / que la culpa no tié, no//que si hombres van a la guerra, / a la guerra me voy yo.// [IGR # 0231] #520
Paje, paje Gerineldo, / oh, qué paje tan pulido//¡Oh, quién pudiera esta noche / dormir dos horas contigo// [IGR # 0023] #181
Palabra de casamiento / se daban los dos un día,//tan firme la habían dado, / que borrarla no podían.// [IGR # 0217] #5549
Palabras se da don Juan / a doña Angela de Mesías//tan firmes que se las dieron / que olvidarse no podían.// [IGR # 0217] #8211
--Palomba, ó Palombinha, / mal soubeste apalombar,//hoje te cortam na lenha / e amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6049
--Palomba, ó Palombinha, / mal soubeste palombar,//hoje te vão talhar a lenha, / amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6031
--Palombinha, ó Palombinha, / que mal soubestes a palombar!//hoje te cortam a rama / e amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6043
Pa` misa diba un galán / caminito de la iglesia//no diba por oir misa / ni pa` estar atento a ella,// [IGR # 0130] #8233
Panxoliña de Nadale, / esta noite principale,//cando Dios quixo nacer, / todo o mundo parecer;// [IGR # 0034.2] #1857
--Papá, si me dejas ir / un poquito a la alameda//con las hijas del Merino, / que llevan rica merienda.--// [IGR # 0826] #8254
Para Belén camina / la familia sagrada,//San José un pobre viejo / y una niña ocupada.// [IGR # 0710] #5716
Para Belén caminan / dos pelegrinos//a que los case el Papa / porque son primos// [IGR # 0142] #3110
Para Belén camina / una niña ocupada//hermosa cuanto bella, / San José en su compaña.// [IGR # 0710] #8259
para degollarle / el rey, de soberbio.Caminaban para Egipto / huyendo del rey Herodes// [IGR # 0512] #2054
--¿Para dónde vas, Alfonso López? / --Yo voy para el jardín,//en busca de Merceditas, / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5035
--¿Para dónde va usté, señora, / para dónde, pobre de ti?//--Voy en busca de mi marido / que hace tiempo lo perdí.// [IGR # 0113] #5313
Para eso sodes, Gaiférez, / para los naipes jugare,// vai buscar a Milisendra, / que en poder de moros va// [IGR # 0151] #707
Parai, devino Entónio, / parai, devino senhor, / parai-no, do Universo / digno de tanto louvor.// [IGR # 4040] #2847
Para mayo, para mayo, / cuando los fuertes calores,//cuando los trigos echan caña / y en el campo hay varias flores.// [IGR # 0231] #3771
Para que todos entiendan / las obras y maravillas//de Jesús Omnipotente, / rey de la alta monarquía,// [IGR # 0217] #5858
Parida estaba la infanta, / la infanta parida estaba;// para cumplir con el rey / decía que estaba mala.// [IGR # 0138] #1582
Pártese el moro Alicante / víspera de sant Cebrián;// ocho cabezas llevaba / todas de hombres de alta sangre.// [IGR # 0310] #1407
Partírem del Rosselló / per anar llunyas terras,//Per anar l` Ampurdá / que n` es terra molt alegra// [IGR # 0591] #6388
Pasa el conde Maxximino / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #9205
Pasan días y entran meses / y el mozo en la casa estaba//ella se fina por él / y el galán sin saber nada.// [IGR # 0903] #2010
Pasando por Angualina, / por los palacios andando//en el estado mayor / encontré conde Lozano.// [IGR # 0002] #3370
Paseaba el conde Flores / mañanitas de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8398
Paseaba el conde Linos / la mañana de San Juan//a dar agua su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8420
Paseaba el conde Mares / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9236
Paseaba el conde Niño / le mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9215
Paseaba el conde Olino / la mañana de San Juan//va a dar agua a su caballo / a las orillas del mar// [IGR # 0110] #4394
Paseaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8461
Paseaba el conde Olivos / a las orillas del mar;//mientras su caballo bebe / él cantaba este cantar:// [IGR # 0049] #5286
Paseaba el del Carpio / por las fronteras francesas,//buscando al gran rey Mauno / pa presentarle pelea// [IGR # 1587] #3448
Paseaba el hijo `el conde / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9235
Paseaba el rey Fernando / a las orillas del mar//A[l] dar agua a su caballo, / un cantar se puso a echar;// [IGR # 0049] #328
Paseaba Fernandito / a las orillas del mar//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #9734
Paseaba Gerinelda / por su palacio real,//con sus dos hijas doncellas / Blanca flor y Gerimena.// [IGR # 0184] #8650
Paseaba Marcelino / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9219
Paseábase Carmela, / por una sala adelante//con muchos dolores de parto, / y el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #495
Paseábase Carmela / por una salita alante// con los dolores del parto / que el corazón se le parte.// [IGR # 0153] #1129
Paseábase el buen Cidi / por la su sala garrida,//libro de oro en la su mano / las oraciones hacía,// [IGR # 0635] #7811
Paseábase el buen Sidi / por la su sala garrida,//libro de oro en la su mano / las duraciones hacía,// [IGR # 0635] #8812
Paseábase el del Carpio / por las murallas francesas,//armado de punta en blanco, / para atacar al Rey Santo,// [IGR # 1587] #3447
Paseábase Elisada / por sus altos corredores,// y el conde de Montealbar / quiso tratarla de amores.// [IGR # 0159] #731
Paseábase el rey moro / por la ciudad de Granada,// cartas le fuéron venidas / Alhama era ganada:// [IGR # 0040.6] #1485
Paseábase en la mar buena / por su corredor real//con dolores de parir / de parir o reventar.// [IGR # 0153] #8156
Paseábase Güezo / por toda Sevilla,//bara de oro en mano, / también que la envía.// [IGR # 0093] #5873
Paseábase la Servana, / que era la flor de Castilla.// Su padre la miraba / desde las torres de arriba.// [IGR # 0005] #1070
Paseábase Malbuena / de la sala al ventanal,//dolores la dan de parto / que la. hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5472
Paseábase Marbuena / del postigo al ventanal,//con los dolores de parto / sin poder arrodillar;// [IGR # 0153] #5463
Paseábase Narbola / por el palacio real,// dolores lleva de parto / que la hacían arrodillar.// [IGR # 0153] #1115
Paseábase una reina / por el arroyo arriba,//y la cogieron los moros / y la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #5513
Paseaba un caballero / en alta Sierra Morena// y le espedió a preguntar / si venía de la guerra.// [IGR # 0113] #1165
Paseaba un caballero / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9135
Paseaba un condelino / la mañana de San Juan,//fue a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #8416
Paseándome cierto día / por los llanos del Playón//me encontré una morena, / más bonita que una flor./ / [IGR # 0612] #4749
Paseándome una mañana / en las riberas del mar//encontré una joven bella / y me pasé a contemplar.// [IGR # 0234] #5011
Paseándose anda don Carlos / por el su palacio real;// todas damas y doncellas / se salían a mirar,// [IGR # 0159] #730
Paseándose anda el morito/por las sendas de Granada;// mirándose anda a Valencia,/que estaba muy bien cercada:// [IGR # 0045] #3684
Paseando se anda Enarbola / por una verde pradera,// con sus hijas por la mano, / Mariblanca y Filumena.// [IGR # 0184] #1101
Paseándose anda Gallarda / por su salita florida,// si bien canta, mejor baila, / mejor romance traía.// [IGR # 0200] #938
Paseándose anda Sildana / del balcón a la alameda,// sus hijas dos por la mano, / Blancaiflor y Filomena;// [IGR # 0184] #1099
Paseándose anda Silvana / por los palacios d`Igreja//con dos hijas por la mão, / Brancafror y Filomena.// [IGR # 0184] #2304
Paseándose anda Tildana / desde el palacio a la higuera// trae dos hijas por la mano, / Blancaylor y Filomena.// [IGR # 0184] #1098
Paseándose está doña Ana / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas / Blancaflor y Felomena.// [IGR # 0184] #3624
Paseándose está doña Ana / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3623
Paseándose está Giralda / entre la paz y la guerra//con sus dos amadas hijas / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3627
Paseándose está Sildana / en su casa y su azotea//con sus dos hijas al lado / Blancaflor y Felomena.// [IGR # 0184] #3620
Paseándose está Turquino / ente la paz y la guerra;//se enamora de Blancaflor / muriendo por Filomena.// [IGR # 0184] #3621
Paseándose va el morillo,/morillo por la calzada;// mirando a Valencia/como está tan bien cercada;// [IGR # 0045] #3683
Paseándose va Narbola / por el su palacio real,// le dan dolores de parto / que le hacen rodillar.// [IGR # 0153] #1118
Pasear se iba Rondale, Rondale,//por un vergel que tenía, tenía.// [IGR # 0122] #2951
Paséase el buen viejo / de la ventana al balcón:// Reviente mi mujer, / al par del corazón,// [IGR # 0231] #902
Paséase la condesa / por su barido portal,// con peines de oro en la mano / para sus hijos peinar.// [IGR # 0087] #705
Paséase la viudina / con tres hijas que tenía//por la mano las llevaba, / por la mano las traía,// [IGR # 0170] #3261
. . . / pasé por la morería// oí cantar a una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #9475
Pasé un día / por una morería,//había una morerita lavando / . . ./ / [IGR # 0169] #4677
Pasó por aüí Turquillo, / se enamoró de una de ellas.//Se enamoró de la grande, / le dieron la más pequeña.// [IGR # 0184] #9049
Passeaba-se `l rei móro, / pu` les rues de Granada.// Cô `l resplandor del sôl, / le relhumbraba la `spada.// [IGR # 0040.6] #5949
Passeava a Galdoninha / pelo corredor acima;//viola de oiro levava, / oh, que tão bem a tangia!// [IGR # 0005+0075] #7122
Passeava dona Estefânia / pelo seu corredor fora,//tocando numa viola, / o melhor que ela sabia.// [IGR # 0503] #6708
Passeava dona Helena, / por um corredor acima,//cantares que ela cantava, / ouvidos que a sogra ouvia.// [IGR # 0153] #6586
Passeava dona Silvana / por o corredor acima,//viola de ouro ao peito, / pois ela bem retinia.// [IGR # 0005+0075] #7084
Passeava-se a Silvana, / por um corredor acima,//seu pai a estava mirando, / da cama donde jazia,// [IGR # 0005+0503] #6724
Passeava uma princesa, / tão linda, tão engraçada,//mais linda que a flor bela, / o seu nome era Lisarda// [IGR # 0350] #7232
Passeiava Don` Alberta, / mas de saia mal rodada,//toda cheia de tristeza, / e no carão descorada.// [IGR # 0159] #6100
Passejantme per ciutat, / á Barcelona una tarde,//pel carré de las presons / puntejant una guitarra,// [IGR # 0979] #5852
Passou pela minha porta, / às minhas terras foi caçar.//Matou-me as minhas pombinhas / que eu tenho no meu pomar.// [IGR # 0001] #2600
Pastora que anda pastando / en el monte con las cabras//al pie de una verde oliva / se sentara una mañana// [IGR # 0214] #1663
Pastora que nesses montes, / nesses montes e montanhas,//pastora que nesses montes / diriges um tagalho de cabras// [IGR # 0214] #2822
Pastores, alvíçaras, / que eu vi lo menino//nacido d`um`hora / do ventre divino.// [IGR # 2902] #2781
--Pastor, que andas por la sierra /pastoriando tu ganado,//si te casaras conmigo, /salieras de esos cuidados.// [IGR # 0191] #3497
--Pastor que duermes en sierra / entre peñas y peñones,// llega una zagala y dice / si quería ser casado// [IGR # 0191] #9402
Pastor, que estás en el campo / durmiendo sobre la arena,//si te casaras conmigo, si, si, / durmiera(s) en sábanas buenas. Adiós.// [IGR # 0191] #3036
--Pastor, que estás en la sierra / de amores tan retirado,//yo quisiera preguntarte / si tú quieres ser casado.// [IGR # 0191] #3495
Pastor que guardas ovejas / en ese tendido prado, / yo te las daré guardadas, / que vengas tarde o temprano./ [IGR # 0191] #914
Pastor, que tienes las vacas//tendidas por esas brañas,//por que no te pique el sol, / bájalas a mi cabaña.--// [IGR # 0191] #1703
Patge patge / me diries la veritat//aquests cavalls que tu menes / per a qui estan regalats// [IGR # 0110] #4052
Pedro Adán tenía un niño / muy querido y muy amado//y Dios, por lograr su intento, / dice que ha de ser quemado.// [IGR # 0201] #8002
Pedro, si vas a servir, / no sirvas en esta tierra//porque dan poca soldada / y la paga no está buena.// [IGR # 3006] #1916
Peinando estaba la Virgen, / peinando a su chiquitín,//debajo de una palmera / en una mañana de abril./ / [IGR # 0098.1] #4572
Pela jura que juraste / ao nosso pai Abraão,//mandamentos que fizeste / nos campos de Marião.// [IGR # 0201] #6151
Pelas manhãs de S. João, / pelas manhãs d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7569
--Pelas portas do castelo, / heid`eu roubá` la cidade.//Cavalheiro d` armas brancas / viste-lo por `qui passar?// [IGR # 0150] #6000
Pelea el uno, pelea el otro, / Celinos debajo cae,//--Por Dios te pido, buen conde, / no me acabes de matar.// [IGR # 0311] #5377
Peleime con mi suegra / al preciar del asugar.//Tomí mi capica al hombro, / me fue al puerto del mar,// [IGR # 0559] #8709
Peleime con mi suegra / al preciar el axugar.//Tomé mi capica al hombro, / me fui a rodear el mar,// [IGR # 0559] #8705
Pelos campinhos verdes / linda romeira venia,//sua saia leva baixa, / nas ervas lhe prendia.// [IGR # 0232] #6982
Pensatibo estaba el Cid, / lleno de pena y cuidado,//de saber como a sus hijas / los condes an afrentado.// [IGR # 1487] #3446
Pensativo estaba el Polo, / malo y de melancolía,//que lo que gana en un año, / todo se le va en un día// [IGR # 0485+0469+0138] #4441
Pensativo estaba el Polo, / malo y de melancolía//que lo que gana en un año / todo se le va en un día,// [IGR # 0485+0469+0138] #8792
Pensativo estaba `l Polo, / malo y de melanconía,//odo lo que gana `n un año / se le iba en un día,// [IGR # 0485+0469+0138] #7813
Per aquell Vallés avall / ne baixan alguns garbes,// S` en van dret á Barcelona / per guanyar alguns dinés// [IGR # 0971] #6399
Peregrina, a peregrina / andava a peregrinar //em cata de um cavaleiro / que lhe fugiu, mal pesar!// [IGR # 0720] #6517
Per nom se`n diu Anneta, / i Anneta Rostoiar.//Campans toquen a missa, / i a missa s` ha d`anar, [IGR # 1008] #9498
--Per què no us caseu, don Jaume? / per què no cerqueu muller?--// Si n`hi ha una fadrineta / que pare i mare no té,// [IGR # 0148] #4509
Pésame de vos, el conde, / porque así os quieren matar,// porque el yerro que hecistes / no fue mucho de culpar,// [IGR # 0366] #1619
Petita l`han casada, / la filla de sant Joaquim;//la n`han dada amb un vellet_ / que Joseph s`enomenava.// [IGR # 2775] #9785
Petita l`han casada, / l`Escriveta joliu,//petita l`han casada, / encara no se sap vestir.// [IGR # 0616] #4506
Petiteta l`han casada / que amb treball se sap vestir,//son marit se`n va a la guerra / per deixar-la engrandir.// [IGR # 0616] #3648
Pidiendo a las diez del día / papel a su secretario,//a las cartas de Ximena / responde el rey por su mano.// [IGR # 0732] #7978
Pino verde, pino verde, / más verde que no florido,// de la noche a la mañana / le cantaba una pajarcillo// [IGR # 0113] #1159
Plan de guerra se publica / entre Francia y Portugal,//me mientan al conde Flores / de capitán general.// [IGR # 0110] #3134
Poderoso Dios, soberana Inés, / Inés, Inés, Inesita, Inés.//Se juntaron tres comadres, / de un barrio todas tres.// [IGR # 0275] #7821
Pola veiga de Granada, / el-rei moiro passeiava,//de sua lança na mão, / com que pássaros matava.// [IGR # 0045] #5955
Polla veiga de Granada/el-rei moiro passeiava,// de sua lança na mão,/com que passaros matava:// [IGR # 0045] #3686
--Polo mundo me vou, madre, / polo mundo a camiñare//en busca de Bernaldino / que non-o podo atopare.// [IGR # 0720] #8737
Por altos coteros / . . . // vio venir un caballero / que a Paris lleva la guía.// [IGR # 0100] #5410
Por a manhana de S. João, / por a manhana do alvor,//todos os criados / vão visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6170
Por amar una donzeya, /de aquí de este luar,//se la demandí a su padre, /de palavras me engañó;// [IGR # 0720] #3711
Por aquela rua abaixo / vai uma linda romera,//com seu rosário na mano, / contador de prata era;// [IGR # 0192] #7714
Por aquela serra acima / linda romeirinha ia;//cavalheiro ia `trás dela, / alcançá-la não podia.// [IGR # 0232] #6981
Por aquela serra acima / vai uma linda donzela; //vestido leva de seda, / forrado de Primavera;// [IGR # 0192] #7721
Por aquele colado arriba / vai uma linda rezadeira,//calçadinha vai de ouro, / vestidinha vai de seda;// [IGR # 0192] #7719
Por aqueles campinhos berdes / linda romeira benia;//a saia lubaba baixa, / nas erbas le reprendia.// [IGR # 0232] #6983
Por aqueles campos verdes / linda romeira camina//saia leva sobre saia, / basquiña sobre basquiña,// [IGR # 0232] #1722
Por aqueles campos verdes / linda romeira venia;//cabalheiro vai `trás dela, / alcançá-la não podia.// [IGR # 0232] #6990
Por aqueles campos verdes / unha romeira camiña,//guardapé verde levaba, / corpiño de granadía,// [IGR # 0232] #8749
Por aqueles prados verdes / linda donzela venia;//o vestido era tão baixo / que nas flores se prendia;// [IGR # 0192] #7715
Por aquelha calhe abajo / vai uma linda romera;//la saia lebaba baixa, / na barba le comprendia.// [IGR # 0232] #6987
Por aquella sierra abajo / un lindo pastor venía,//buen pastor debía de ser / por lo bien que disponía.// [IGR # 0344] #4871
Por aquella sierra arriba / un serranito subía//con el rosario en la mano, / rezando el Ave María.// [IGR # 0197] #2038
Por aquel lirón arriba / lindo pastor va llorando,// por el agua de sus ojos / el gabán lleva mojado.// [IGR # 0344] #870
Por aquel lirón arriba / lindo pastor va llorando,//y de agua de sus ojos / el gabán iba mojado.// [IGR # 0344] #9748
Por aquellos altos montes, / en aquellas altas sierras,//se pasea una serrana, / una serrana se pasea,// [IGR # 0233] #7360
Por aquellos campos verdes / linda romera camina,// con los pies pida la hierba, / con la saya la derriba.// [IGR # 0232] #971
Por aquellos campos verdes, / por aquellas praderías,// paseaba Clarineta, / la más bonita que había;// [IGR # 0232] #975
Por aquellos campos verdes / se paseaba una niña//con un pie siega la yerba / y con el otro lo tría,// [IGR # 0456] #8111
Por aquellos campos verdes / se pasea una doncella//blanca, rubia y colorada, / relumbra como una estrella.// [IGR # 0032.1+0098.1] #8286
Por aquellos prados verdes, / por aquella pradería//vestida de colorado / yo vi venir una niña;// [IGR # 0232] #3232
Por aquellos prados verdes / por aquellas praderías// bajaba la Melinesa, / mi Dios, qué bien parecía,// [IGR # 0232] #977
Por aquellos valles arriba / va pastor con su ganado;// lleva cabras, lleva ovejas, / vacas para su rebaño,// [IGR # 0864] #1797
Por aquel portillo abierto / que jamás lo vi cerrado,//vide entrar un pendón negro / y detrás un colorado,// [IGR # 0034.2+0034.1] #4431
Por aquel portillo abierto / que nunca le vi cerrado,//por allí pasó la Virgen / vestida de azul y blanco.// [IGR # 1537.1] #5739
Por aquel postigo viejo / que nunca fuera cerrado,// vi venir seña bermeja / con trecientos de caballo:// [IGR # 0034] #1440
Por aquel pradito bajo / bajaba una doncellita//vestida de colorado, / calzada de plata fina.// [IGR # 0232] #9551
Por aquel pradito verde / una doncella camina//las yerbas eran tan largas / que tropezaba y caía.// [IGR # 0456] #8113
Por camino de Bembibre / se pasea un caballero; //buen zapato, buena media, / buen bolsillo con dinero.// [IGR # 0134] #8008
Por debajito de Burgos / y un poquito más abajo//hay un padre con un hijo, / hijo para su regalo.// [IGR # 0744] #1971
Por Dios te ruego, carcelero, / quanto te puedo rogar,//que m`afloxes las cadenas / y me quites el collar.// [IGR # 0025] #3785
. . . Por dois anos vais, Rodrigues, / p`ra fora do meu reinado.// [IGR # 0003] #2599
--¿Por dónde me voy ahora / para no ser conocido?//--Vete por esos jardines / a coger rosas y lirios.// [IGR # 0023+0110] #3782
Por el alto de una sierra / iba una serrana bella,// con el pelito trenzado / por debajo ` la montera.// [IGR # 0233] #925
Por el camino del cielo / caminan José y María,//tanto navegan de noche / como navegan de día.// [IGR # 0812] #8687
Por el castillo de Luna / que galante se pasea Zaide,//aguardando que saliera / que Cilinda al balcón a hablarle// [IGR # 0091] #8387
Por el mes allá de mayo, / cuando hace la calor,//cuando canta la calandria / y responde el ruiseñor// [IGR # 0078] #5296
Por el mes era de mayo / cuando las recias calores,//cuando los toros son bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0023] #3030
Por el pueblo de Garganta, / en la sierra de la Vera,//se pasea una serrana, / la serrana bandolera:/ / [IGR # 0233] #7287
Por el rastro de la sangre / que Durandarte dexava//caminaua Montesinos / por un áspera montaña,// [IGR # 1537] #8891
Por el rastro de la sangre / que Jesucristo derrama,//camina la Virgen pura / en una fresca mañana.// [IGR # 1537.1] #5073
Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado,//camina la Virgen pura / en busca de su hijo amado.// [IGR # 1537.1] #5738
Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado//iba la Virgen María / en busca de su hijo amado.// [IGR # 1537.1] #436
Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado,//iba la Virgen pura / en busca de su Hijo amado.// [IGR # 1537.1] #5741
Por el rastro de la sangre / que Jesús va derramando//camina la Virgen pura, / camina, va caminando,// [IGR # 1537.1] #1815
Por el val de las Estacas / el buen Cid pasado había:// a la mano izquierda deja / la villa de Constantina.// [IGR # 2406] #1417
Por el Val de las Estacas / pasó el Cid a mediodía,// en su caballo Babieca: / oh qué bien que parecía// [IGR # 0037] #1416
Por el val de las estrellas / va Rodrigo cierto día,//relumbrando van sus armas / como el sol de mediodía.// [IGR # 0020] #8003
Por esos campos arriba / se pasea una romera//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #150
Por esos mundos abajo / bajaba un pobre pidiendo//dende el jueves al domingo / no ha hallado ningún remedio.// [IGR # 0322] #2127
--Por esse lindo cabelo, / menina, te conhecerão.//--Dême cá umas tesoiras, / veráo ir para o chão. // [IGR # 0231] #7502
Por Guadalquivir arriba / cabalgan caminadores,// que, según dicen las gentes, / ellos eran buenos hombres:// [IGR # 0340] #1448
Por la calle abajo va / una madre con dos hijas//y un capitán le pregunta / cuál de las dos es más linda,// [IGR # 0170] #1839
Por la calle de Cardona, / donde va el agua a Sevilla,// se pasea una madama, / madama de mil maravillas// [IGR # 0100] #755
Por la calle de su amada / se pasea el moro Zaidi// (y) esperando que sean horas / que se asome para habíale.// [IGR # 0091] #9368
Por la calle de su dama / se pasea el moro Saidi//aguardando a que sean horas / que se asome para hablarle;// [IGR # 0063] #1894
Por la ciudad de Madrid / se pasea Juan Galera//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena,// [IGR # 0184] #5499
Por la escalerita abajo / baja la Silvana linda// retorciendo va sus dedos, / anillos de oro partía.// [IGR # 0005] #1069
Por la gran ciudad de Amaro / paseaba una madama//más bella que el mismo sol / tiene la niña la cara.// [IGR # 0701] #1997
Por la matanza va el viejo, / por la matanza adelante;// los brazos lleva cansados / de los muertos rodear:// [IGR # 0150] #1612
Por la noche andaba Cristo, / de ronda andaba una noche,//vestido de medias blancas, / con paños de mil colores.// [IGR # 0727] #5764
Por la parte donde vido / más sangrienta la batalla//se metía Montesinos /.lleno de una furia insana;// [IGR # 0251] #8892
Por la puerta de la mora / se pasea el moro Zaile//esperando a que sea hora / que salga la mora a hablarle.// [IGR # 0091] #9369
Por la ribera de Turia / va un pastor tras su ganado,//pobre, triste y sin abrigo, / pero más enamorado,// [IGR # 0344] #5871
Por la sala de Altamara / iba la linda Altamara.//la quieren ricos y condes, / también el rey de Granada,// [IGR # 0140] #469
Por la sala de Altamar / iba la linda Altamara;//ella es alta como un pino, / reluce como una espada.// [IGR # 0140] #8674
Por la sala de Altamor / iba la doña Altamara;// ella es alta como un pino, / relumbra como una espada.// [IGR # 0140] #1064
Por la sala ultramarina / iba la niña Ultramada//derechita como un pino, / brillante como una espada.// [IGR # 0140] #467
Por las almenas del Toro / se pasea una doncella,//blanca, rubia y colorada; / su cara, como una estrella.// [IGR # 0032] #8842
Por las anjibas del mundo / habitaba una doncella,//libro de oro la su mano / las oraciones leía;// [IGR # 0032] #8843
Por las calles de Granada / se paseaba doña Elena//con dos hijas por la mano, / Blancaflor y Filomena;// [IGR # 0184] #1659
Por las calles de Jaen / se pasea una romera,// vestida de azul y verde / relumbra más que una estrella.// [IGR # 0192] #1243
Por las calles de Jerusalén / va la Virgen preguntando//que si han visto pasar / a Jesucristo su amado.// [IGR # 1537.1] #5082
Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos, / así fue su nacimiento.// [IGR # 0322] #5706
Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos / que así fue de nacimiento.// [IGR # 0322] #5702
Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos / que así fue su nacimiento;// [IGR # 0322] #5701
Por las calles de Madrid, / junto a calle de Toledo//se pasea una señora / con tres hijos por lo menos.// [IGR # 0182] #1762
Por las calles de Madrid, / junto a los caños del agua,//habitaba una vïuda / como la Iglesia lo manda.// [IGR # 0006] #658
Por las calles de Madrid / junto a los caños del agua// por allí pasó una moza / Teresita se llamaba;// [IGR # 0253] #856
Por las calles de Madrid, / junto de un caño de agua//se pasea una señora / con la hija muy honrada.// [IGR # 0253] #1644
Por las calles de Madrid / pasea un cebollinero//vendiendo sus cebollitas / para ganarse el dinero.// [IGR # 0625] #3061
Por las calles de Madrid, / por donde se arroja el agua,//una condesa tenía / cuatro cañutos de plata.// [IGR # 0446] #4873
Por las calles de Madrid / se paseaba una azucena,// con dos hijas por ma mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #1093
Por las calles de Madrid / se pasea el cebollero//con la cebolla en la mano / para ganar su dinero.// [IGR # 0650] #271
Por las calles de Madrid / se pasea María Blanca,// con dos hijas por la mano, / Delgadina y Altamara;// [IGR # 0140] #1051
Por las calles de Madrid / se pasea una romera,// toda vestida de luto / y arriba de gracia llena.// [IGR # 0192] #1244
Por las calles de Madrid / se pasea un cebollero//con la cebolla en la mano / y en la otra mano el sombrero.// [IGR # 0625] #269
Por las calles de Madrid / se pasea un cebollero,// iba vendiendo cebollas / para ganarse el dinero.// [IGR # 0625] #1310
Por las calles de Madrid / se pasea un cebollinero//vendiendo sus cebollinos / para ganarse el dinero.// [IGR # 0625] #3148
Por las calles de Madrid / un viuda habitaba;// esa tal tenía una hija, / Teresina se llamaba,// [IGR # 0253+0006] #2362
Por las calles de Sevilla / pasea una doncella// y enfrente su casa vive / ) un mozo con mucha gracia.// [IGR # 0701] #9463
Por las calles de Turquía / una serrana pasea,//con su pelo recogido, / bonita, que no era fea.// [IGR # 0233] #7390
Por las calles de Valverde / se pasea una romera,// lleva zapato picado, / por cima media de seda.// [IGR # 0192] #1239
Por las comarcas del mundo / hacer quiso sentimiento//mandó i fraguar un altar / frente a sus ojos puesto,// [IGR # 0008] #1908
Por las cortes de Madrid / se pasean dos doncellas//que por nombre se llamaban / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3155
Por la sierra de Presencia / se pasea una serrana,//rubia, blanca y colorada, / y también ojimorena;// [IGR # 0233] #7441
Por las puertas de Celinda / galán se pasea Zaide,//aguardando que saliera / Celinda para hablalle.// [IGR # 0091] #4553
Por las riberas de Arlança / el gran Bernardo cavalga,//hijo del conde Saldaña, / que del Carpio se llamava.// [IGR # 0297] #8486
Por las riberas de Arlanza / Bernardo del Carpio cabalga// con un caballo morcillo / enjaezado de grana,// [IGR # 0297] #1394
Por las riveras de Arlanza / Bernaldo el Carpio cavalga,//en un cavallo rucino / enjaezado de gra[na].// [IGR # 0297] #8484
Por las salas de Altamara / se paseaba Altamara//con una toalla al hombro / y en una mano una jarra.// [IGR # 0140] #461
Por las salas de Altamar / iba la linda Altamara,//es mas derecha que un pino, / relumbra como una espada.// [IGR # 0140] #7993
Por las torres de Gibraltar / se paseaba un capitán.//Mirándole están las damas, / las feas y las galanas,// [IGR # 0678] #5878
Por las vegas de Granada / un caballero pasea,//casado con Blancaflor, / muriendo por Filomena.// [IGR # 0184] #3622
Por la villa de Valverde / se paseaba un arriero//buena media, buen zapato, / buena capa y buen sombrero;// [IGR # 0134] #1779
Por los Alpes y altas sierras / por do el Po baxa a lo llano //año de mil y quinientos / sesenta y siete contado,// [IGR # 1708] #9452
Por los bosques de Cartago / salia a montería// la reina Dido y Eneas / con muy gran caballería// [IGR # 0376] #1522
Por los campos de Granada / iba una niña chiquita//vestida de raso verde, / ¡mi Dios, cómo parecía!// [IGR # 0456] #8112
Por los campos de Granada / una señora camina,// vestida de colorado, /mi Dios, cómo parecía// [IGR # 0232] #976
Por los campos de Jaén / caminaba una romera,//llevaba zapato bajo, / media muy rica de seda,// [IGR # 0192] #9053
Por los campos de Jerez, / a caza ya el rey don Pedro:// allegóse a una laguna, / allí quiso ver un vuelo.// [IGR # 0124] #1457
Por los campos de los cielos / se pasea una doncella//blanca, rubia y colorada, / relumbra como una estrella.// [IGR # 0032.1+0098.1] #8285
Por los campos de Maluenda / hay una flor muy granada//la dama que la pisare / encintadita quedara.// [IGR # 0138] #8092
Por los campos de Malverde / linda romera venía//vestida de colorado / que una reina parecía;// [IGR # 0456] #8108
Por los campos de Malverde / linda señora camina,// con el pie pisa la hierba, / con el rodo la envolvía.// [IGR # 0232] #972
Por los campos de Malverde / se pasea Sabel Mena//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0153+0184] #8162
Por los campos de Malverde / se pasea una romera//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filumenia.// [IGR # 0184] #3282
Por los campos de Montiel / a caza va el rey don Pedro,// con su venado en la mano / y una trailla de perros.// [IGR # 0124] #652
Por los campos de Trujillo / se pasea Isabel Menta//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filumena.// [IGR # 0184] #5848
Por los campos de Truquillo / vi venir una romera,// romerita como ésta / no la he visto en mucha tierra:// [IGR # 0192] #1249
Por los campos de Turquillos / una blanca se pasea// con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #1103
Por los campos de Valverde / paseábase la romera//con dos hijas por la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #8148
Por los campos de Valverde / una señora paseaba//vestida de encarnado / que una reina parecía;// [IGR # 0456] #8107
Por los campos verdes / de la verde oliva//la hija de rey / la llevan cautiva// [IGR # 0169] #1379
Por los caños de Carmona, / por do va el agua a Sevilla,//por ahí iba Valdovinos / y con él su linda amiga. [IGR # 0109] #9024
Por los jardines del rey, / cortando rosas y lirios,//se pasea Gerineldo / muy calzado y muy vestido;// [IGR # 0023] #5416
Por los montes de Aragón / caminaba un arriero,//buen zapato y buena media, / buen jugón y cinguillero,// [IGR # 0134] #3419
Por los montes de Tolosa / se pasea una serrana,//con un handa en la cintura, / un retauillo de vara.// [IGR # 0233] #7439
Por los palacios del Rey / duques-condes van entrando://allí entrara un conde viejo / con un hijo por la mano.// [IGR # 0149] #4860
Por los palacios del rey / iba una dama corriendo;//iba desnuda y descalza, / desmelenada el cabello,// [IGR # 0038] #9057
Por los palacios del rey / se pasea una romera//tal alta es como un pino, / galana como una estrella.// [IGR # 0192] #3250
Por los palacios del rey / se pasea una romera,// toda vestida de luto, / y arriba de gracia llena.// [IGR # 0192] #1246
Por los reinos de Aragón / dos caballeros triunfaban.//Aquellos dos caballeros / cortejaban a una dama.// [IGR # 0147] #8660
Por maltratar una niña / nel camino de Santiago// Como era de buena gente / gran castigo le habían dado;// [IGR # 0118] #8082
Por mayo por mayo era / cuando los fuertes calores//cuando los enamorados / engañan a sus amores.// [IGR # 0110] #3862
Por muerte del rey Acosta / de los godos en España//quedó el príncipe don Sancho / su hijo en edad temprana,// [IGR # 0448] #9338
¿Por qué llora la mi esposa?/ Porque tengo de llorare.//¿coómo m`he casar, mi padre,/ teniendo marido ya// [IGR # 0110] #3871
--¿Por qué lloras, Blanca Niña, / ¿Por qué lloras, Blanca Flor?//--Lloro por vos, caballero, / que os vais y me dejáis;// [IGR # 0246] #8827
--¿Por qué llores, condesina?, / tú ¿por qué tienes pesar?//--Lloro por ti, conde Mozo, / que te quieren llevar.// [IGR # 0110] #3804
--Porque não cantas, Helena, / à sombra de maçanela?//--Como cantarei eu triste, / como cantarei malvela?// [IGR # 0113] #6252
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Como cantarei eu, triste, / como cantarei alegre?// [IGR # 0113] #6230
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Eu não sei se chore triste, / não sei se cante alegre,// [IGR # 0113] #6239
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Morreu-me meu pai há pouco, / meu marido está na guerra!// [IGR # 0113] #6246
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Porque meu pai era morto, / meu marido anda na guerra.// [IGR # 0113] #6240
--Porque não cantas, Helena, / à sombra desta nogueira?//--Como cantarei, senhora, / como cantarei, mazela,// [IGR # 0113] #6254
Por set` anos e um dia, / sob las ondas de la mar,//andou la nau Catrineta / e nã tinham que manjar.// [IGR # 0457] #7775
. . . / por si me saco del agua.//--Te daré mis enavíos, / cargaditos de oro y plata.// [IGR # 0180] #202
Por uma estrada fora / um fradinho vem a andar,//ao seu bordão encostado, / pobrinho e a mendigar.// [IGR # 2970] #2887
Por una bella doncella / fuíme engañado;//ya la he visto en la su puerta / oro hilando,// [IGR # 0695] #8796
Por una bella donzella / yo fui engañado//yo la vide a la su puerta / oro hilando,// [IGR # 0695] #8795
Por una muerte que hizo / salió de su patria huyendo//guarda andando unas ovejas / por encima de los cerros.// [IGR # 0759] #1950
--Por un caminito. . . / es deseado hijas tener.//--Si las tengo, o no las tengo, / no las dejo de tener./ / [IGR # 0224] #4698
Por un jardín hermoso / cuatro niñitas van;//la niña que va al medio / hija es de un capitán.// [IGR # 3013.9] #5105
Por unos campos floridos / se pasea una romera,// toda vestida de azul / de los pies a la cabeza;// [IGR # 0192] #1250
Por un rato de parola / que tuve con un mancebo//mi padre me metió a monja / en un triste beaterio.// [IGR # 0225] #3404
Povireta muchachica, / di qué sufres en prisión?//Di que sufres en cadenas, / en esta escura prisión?// [IGR # 2684] #2983
--Pregoados son as guerra / de Francia con Aragóne.//¡Probé de min, que son vello / guerras para min non soné!// [IGR # 0231] #8739
Pregonadas son las guerras / as guerras del rey León://Todo `1 que no vaya a la guerra, / su casa `stará en prisión,// [IGR # 0231] #3739
Pregonadas son las guerras, / las guerras del rey León;//todo el que a ellas no fuera / su caza será en prisión,// [IGR # 0231] #8820
Pregonadas son las guerras / las guerras del rey León;//todo el que a ellas no fuera / su caza será en prizión,// [IGR # 0231] #8818
Pregonadas son las guerras, / las guerras del rey León.//Todo el que allá no fuere / su casa estará en prisión,// [IGR # 0231] #3726
Preñada estaba la reina / de tres meses que no mase;//hablóla la criatura / con la gracia de Dios padre:// [IGR # 0015] #4455
Preso está Fernán González / el gran conde de Castilla;// tiénelo el rey de Navarra / maltratado a maravilla.// [IGR # 0804] #1398
Preso foi o conde, preso, / preso vem e algemado,//não por furtos que fizesse / nem por gente que há matado:// [IGR # 0118] #2617
Preso llevaban al conde, / al conde Miguel del Prado// no fue por muertes que ha hecho, / ni por robos que ha quitado,// [IGR # 0118] #8081
Preso lo llevaban al conde, / al conde Miguel del Prado;//ni por males que haiga hecho / ni muertes que haiga causado,// [IGR # 0118] #4494
Preso lo llevan al conde, / preso para lo matar//lo llevaban por su puerta / para más pena le dar.// [IGR # 0396] #1689
Preso vai el conde, preso, / preso vai a buen recado//non vai preso por ladrón, / nem porque hubiere matado,// [IGR # 0118+0101] #5862
Preso vai o conde, preso, / preso vá a bom recado,//por dormir com u~a donzela / caminho de Santiago.// [IGR # 0118+0101] #5981
Preso vai o conde, preso, / preso vai a bom recado;//não vai preso por ladrão / nem por homem que há matado:// [IGR # 0118+0101] #5984
Preso vai o conde, preso, / preso vai a bon recaudo//non vai preso por ladrón / ni por hombres que ha matado,// [IGR # 0118] #1686
Preso vai o conde, preso, preso vai, arreatado,//não vai preso por ladrão, nem por homem ter matado,// [IGR # 0118+0101] #5985
Preso vai o conde, preso, / preso vai, arreatado,//não vai preso por ladrão, / nem por homem ter matado,// [IGR # 0118+0101] #5983
Preso vai o conde, preso, / preso vai arreatado,//não vai preso por ladrão / nem por homem ter matado,// [IGR # 0118+0101] #5986
Preso vai o conde, preso, / preso vai, arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por homens ter matado:// [IGR # 0118+0101] #2259
Preso vai o conde, preso, / preso vai em bom recado,//não vai preso por ladrão, / nem por homem que haja matado,// [IGR # 0118+0101] #5982
Preso vai o conde, preso, / preso vai o D. Ricardo.//Não vai preso por ladrão, / nem por homens ter matado:// [IGR # 0118+0101] #2258
Primeiro: amar a Deus por dinheiro./Segundo: enganar todo o mundo./ [IGR # 2887.9] #2908
Pues le alma una guerra / por Francia y por Portugal//y nombra a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4194
Pues señor, este era un rey / que tenía tres hijitas//y la mayorcita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #9481
Pues, señor, éste era un rey / que tenía tres niñitas//y la más chiquititita / Angelina se llamaba.// [IGR # 0075] #5142
Pues señor, éste era un rey / que tres hijitas//y la más chiquirritica / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5138
Pues, señor, había un rey / que tenía siete hijas// y la más chirriquititica / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #9476
Pus-me a pé de madrugada / e fui ver a Conceição;//encontrei Nossa Senhora / com um ramo d`ouro na mão.// [IGR # 0236] #2919
Q`ando chegou à sua casa, / seu pai na cama o tinha// [IGR # 0009] #2602
-Qual é o vadio / que a estas horas anda? //Tu em `náguas brancas / e tu `inda na cama! // [IGR # 0189] #7065
Quan arriba a casa seva, / a sa tia va trobar.//--Ai, tia, la meva tia, / el meu on està?// [IGR # 0559] #8720
Quando el gran rey Salamon / en Hierusalem juzgaua //vino a el vna muger / de gran dolor lastimada// [IGR # 0490] #9818
Quan jo n`era petitet / la mare me`n governava,//me`n donava alguns ouets / i algunes nous confitades.// [IGR # 1088] #4505
Quan jo n`era petitet / quan n`era un jove tendre//comencí d`enraonar / amb una hermosa donzella.// [IGR # 0939] #7888
Quan jo passava / pel seu carrer//la veig assentada / de mans al teler.// [IGR # 2785] #9812
Quant ens anirem á Fransa / passarem per Guinerdó,//Deixarem las nostras térras, / partida del Rosselló.// [IGR # 0574.9] #6384
Quant jo n` era petitet / festejava y presumía,//espardenya blanca al peu / y mocadó á la falsía.// [IGR # 1087] #7828
Quant yo n` era petitet / la mare m` en regalave,// M` en donave alguns ouets / y alguna nou mastegada;// [IGR # 1088] #6401
Quatre fadrinets, / quatre camarades,//són anats a Tremp / a robar una dama.// [IGR # 1083] #7868
--Que a los tres años no vengo, / m`has de salir a buscar.--//Y ha andado tos siete reinos / y no l ha podido encontrar// [IGR # 0023+0110] #4184
Qué alta que esta la luna / más que el sol de al mediodia,//se despidió el rey Umbardo / de su adorada María// [IGR # 0110] #4109
Que bem canta a labadeira / `ò som da sua barrela!// Ela cantando dizia: / --Oh que coada tam bela!// [IGR # 1663] #6603
Qué bonito soldadito / paradito en el cuartel//con su riflicito al hombro / esperando al coronel.// [IGR # 0113] #5315
--Que cavalheiro é este / que à minha porta rondeia?//--Sou das partes do mar, / venho das partes da Beira!// [IGR # 0190] #6113
que cayó en poder de moros / la esposa de don García//que cayó en poder de moros / la esposa de don García.// [IGR # 0183] #8153
Quédate con Dios, infanta, / con Dios te puedes quedar;//si a los siete años no vengo, / y a los ocho a más tardar// [IGR # 0023+0110] #4309
--Quedes, quedes, cavaleiro, / el-rei vos manda contar;//aqui falta Valdevino, / seu cavalo tremedal;// [IGR # 0150] #6009
¡Qué día más desgraciado / el día quince de abril!//el toro mató a Perpete / en las calles de Madrid.// [IGR # 0467] #9641
¡Qué día tan desgraciado / cuando Austínl Urra nació!// Urra, nacido en el Arque, (sic) / de buena generación,// [IGR # 5140] #3567
Que ditxosa és / la Samaritana,//que anant a la font / amb Cristo parlava.// [IGR # 0316] #7906
¡Que ditxosa n` es / la Samaritana//qu` anant á la font / Jesús encontrave!// [IGR # 0316] #7907
. . . Que don Juan el caballero / está malito en la cama//que se ha caído del caballo / a la puerta de su dama,// [IGR # 0006] #2440
--Quedos, quedos, cavaleiros, / daqueles que el-rei mandou contar.//Falta aqui Valdivinos / e o seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150] #5992
Quedos, quedos, cavaleiros, / dos que el-rei mandou contar.//Contaram e recontaram, / só um le vem a faltare;// [IGR # 0150] #2216
--Quedos, quedos, cavaleiros / dos que el-rei mandou cuntar.//Falta aqui Valdivinos / e o seu cavalo estremedal.// [IGR # 0150] #6007
Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos manda contare.//Tanto nos dá que nos conte, / como que nos mande contare.// [IGR # 0150] #2223
Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contare.//E aqui falta Valdevino / e seu cavalo estremedal.// [IGR # 0150+0049] #2230
--Quedos, quedos, / cavaleiros, el-rei vos mandou contar,//falta aqui o Valdevinos / e seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150] #6017
Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contar.//Falta aqui o Valdevino, / seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150] #2222
Quedos, quedos, cavaleiros, / que d-rei vos mandou contare.//Aqui falta Valdevino, / seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150+0049] #2226
--Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei os manda contar!//Contaram e recontaram, / só um lhe vinha a faltar:// [IGR # 0150] #6013
--Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contar.//Aqui falta Baldevinos, / com seu cavalo real.// [IGR # 0150] #5995
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contare.//Aqui falta Valdevino, / seu cadável domedava// [IGR # 0150+0457] #2235
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contare.//Contaram e recontaram, / só um le vinha a faltare;// [IGR # 0150] #2220
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contare.//Aqui falta Valdevinos, / seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150+0457] #2236
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contare.//Falta aqui o Valdevinos, / seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150+0049] #2229
--Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contar!//não vos conta um a um, / que vos conta par a par.// [IGR # 0150] #6004
--Quedos, quedos, cavaleiros, / qu`el-rei vos manda chamar!//Aqui falta o Valdevino, / co` o seu cavalo real.// [IGR # 0150] #5993
= --Quedos, quedos, cavaleiros, / qu` el-rei vos manda contar.//Aqui falta Valdevinos, / com seu cavalo real.// [IGR # 0150] #6015
Quedos, quedos, cavaleiros, / qu`el-rei vos manda contare.//Que os contes, que os não contes, / todos não os há-des encontrare;// [IGR # 0150] #2218
Quedos, quedos, cavaleiros, / que o rei vos manda contare.// Aqui falta Valdevinos / c`o seu cavalo real.// [IGR # 0150] #2214
Quedos, quedos, cavaleiros, / qu`o rei vos mandou contar.//Aqui falta o Valdemiro, / seu cavalo tremedale.// [IGR # 0150] #2224
Que en Arguil está una dama,//se enamora de un mancebo / que venía de la guerra.// [IGR # 0184] #3630
--Que é que tens, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6473
-- Que é que tu tens, ó Juliana, / que estás tão triste a chorar?//Minha mãe é meu Dão Jorge / que com outra vai casar.// [IGR # 0172] #5797
--Que fazes aqui, donzela, / debaixo do arco a escutar?//--Estou aqui pela sereia, / mais pelo seu lindo cantar.// [IGR # 0720] #6527
Que fazes, ó D. Isabel, / que fazes agora aqui?//Venhor pedir à Virgem / que te levantes dessa cama.// [IGR # 0006] #2273
--Que guerras andam armadas / / para os campos de Marvão,//ai de mim, que já sou velho, não as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7514
--¿Qué haces ahí, blanca niña, / que haces ahí n`el palombar?//--Toy cumpliendo siete años, / siete años y más un día,// [IGR # 0164+0100] #8361
Que han anunciado unas guerras / desde Francia a Portugal//y la infanta como niña / no hace mas que llorar// [IGR # 0023+0110] #4180
Que ha salido de Asturias / caballero aligerado//tiene por nombre don Pedro, / nombre de s`antepasado.// [IGR # 0378] #1986
Que le dio tres hijos / y ninguno fue varón//Y un día la más pequeña / la tiró la inclina[ción]// [IGR # 0231] #517
. . . / qu`el-rei vos mandou contar.//Aqui falta Valdevino, / seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150+0049] #2232
Qué malito está Don Juan, / que malito está en la cama//siete doctores le curan / de los mejores de España,// [IGR # 0006] #2422
Que mañana son los Reyes, / la primer fiesta del año//donde damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #380
Que mañana son los Reyes, / la primer fiesta del año//donde reyes y doncellas / al rey piden aguinaldo,// [IGR # 0046] #382
Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de años / y vísperas de los Reyes// [IGR # 0046] #396
Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de año / y la pascua de los Reyes.// [IGR # 0046] #391
Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de año / y vísperas de los Reyes.// [IGR # 0046] #384
Que marinheiro é aquele / que anda debaixo da água,//chamando por Jesus Cristo, / pela Virgem magoada?// [IGR # 0180] #7706
Que mayo no hay más qu` un mayo / y en mayo no hay más que un día//cuando aquel mozo Abelardo / él de la guerra venía.// [IGR # 0103] #9394
--Quem bate à minha porta, / a est` hora de dormir?//--Sou Bernal Francês, senhora, / p`ra vos bem qu`rer e servir.// [IGR # 0222+0168] #6893
--Quem bate à minha porta, / quem arromba o meu postigo?//--É o pobre do ceguinho, / que não sabe o seu caminho!// [IGR # 0189] #7023
--Quem bate à minha porta, / quem bate e quem `stá `i?//--É D. Francisco, menina, / que consigo vem dormir.// [IGR # 0222+0168] #6857
Quem bate à minha porta, / quem bate, oh quem está aí?//Sou Bernal Francês, senhora, / vossa porta, amor, abri.// [IGR # 0222+0168] #2714
--Quem bate à minha porta, / quem bate, oh! Quem `stá aí? //--Sou Bernal Francês, senhora; / vossa porta, amor, abri.// [IGR # 0222+0168] #6853
--Quem bate à minha porta, / quem bate, quem está aí?//--É Bernaldo Francês, / sua porta venha abrir.// [IGR # 0222] #6886
--Quem bate à minha porta? / Quem bate? Quem `stá aí? //É D. Francisco, senhor? / A porta lhe vou abrir.// [IGR # 0222+0168] #6874
--Quem batoca à minha porta? / Quem batoca? Quem `stá `i?//Se é Bernardo Francês, / a porta lhe irei abrir,// [IGR # 0222+0168] #6884
--¿Qué me das, marinero, / si te saco del agua salada?//--Yo te doy todo mi oro / y mi mujer par esclava.// [IGR # 0180] #5265
--¿Qué me diste, Mariana, / qué me diste en este vino?//--Sangre de siete culebras / y la de un lagarto vivo,// [IGR # 0255+0172] #9270
. . .//--¿Qué me has echado en el vino?//--Las tres hojas de veneno / y ojos de lagarto vivo// [IGR # 0172] #9262
--Que me mira, meu paizinho? / Que muito me está a mirar?//--Eu miro-te, minha filha, / que me pareces pejar.// [IGR # 0159] #6055
--Quem me dera ali, além, / naquele monte, naquele vale!//Quem me dera mais adiante, / lá em casa de meu pai!// [IGR # 0153] #6555
--Quem me dera ali além, / naquel` monte ou naquel` vale,//quem me dera mais além, / nas casinhas de meu pai!// [IGR # 0153] #6550
--Quem me dera em palácio, / p` ra Castelo de Mar,//p` ra passar estas dores / com minha mãe a chorar.// [IGR # 0153] #6588
--Quem me dera ir agora / à hortinha de Mouvadre,//só p` ra estar na companhia / da minha querida madre.// [IGR # 0153] #6581
--Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale,//quem me dera mais acima, / na casinha de meu pai!// [IGR # 0153] #6553
--Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale!//Quem me dera mais acima / nas casinhas de meu pai!// [IGR # 0153] #6554
--Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale!//Quem me dera mais acima, / nas casinhas de meu pai.// [IGR # 0153] #6551
--Quem me dera naquele monte, / quem me dera naquele vale,//quem me dera d` ir para casa, / aos palácios de meu pai!// [IGR # 0153] #6559
--Quem me dera que minha mãe / estivesse em Castilhos del Mar,//para levar por parteira / minha mãe natural.// [IGR # 0153] #6577
--Quem me dera uma casa / lá baixo naqueles vales.//Quem me dera por vezinha / a triste de minha madre!// [IGR # 0153] #6571
Quem poneu aqui esta mesa / de bom pan e de bom vino,//l` um francês e uma francesa / que vinham de São Domingo.// [IGR # 0338] #6946
--Quem pôs aqui estas mesa / de bom pão e de bom vinho?// --O francês mai la francesa / que vinham de São Domingo.--// [IGR # 0338] #9585
Quem quiser viver alegre / não busque companha mia,//que me pariu minha mãe / numa escura montinha,// [IGR # 0648] #6157
Quem quiser viver alegre / não busque companha minha,//que me pariu minha mãe, / em uma escura montina.// [IGR # 0648] #6160
Quem quiser viver alegre / não procure companha minha://minha mãe teve-me e deixou-me lá / numa escura montanha.// [IGR # 0648] #6158
--Quem trupa a essa porta? / Quem trupa ou quem `stá aí?//Sejam cravos, sejam rosas, / minha porta eu abri.// [IGR # 0222] #6876
Qué noche, señores, / del santo nacimiento://Vino dar luz al mundo / gloria al infante bello.// [IGR # 0710] #1793
Quen puxo eiquí estas mesas / de buen pan y de buen vino?//Un francés y una francesa /. . . // [IGR # 0338] #1691
--¿Qué oficio tenes, Paricia?, / qué oficio tenes en mano?//--Mercader so, la mi bulisa, / mercader y escrivano.// [IGR # 0043] #3734
¿Qué oficio tenés Parise / qué oficio tenés en mano?//--Mercader so, la mi bolisa, / de la nave de costane [IGR # 0043] #3363
--¿Que ofisio tenes+ Parizme, / que ofisio tenes+ en mano?//-- Mercader so, la mi bulisa, / mercader y escrivano;// [IGR # 0043] #3699
Que por la puerta de Cilinda / que galante se paseaba Zaide//esperando que saliera / Cilinda por él hablarle.// [IGR # 0091] #1896
Que reviente, la María, / y al lado del corazón,// que has traído siete hembras / sin traer ningún varón// [IGR # 0231] #911
¡Qué ricas bodas se arman / en la ciudad de París!//¡Qué de damas y doncellas / y de caballeros mil!// [IGR # 0468] #9487
Qué ricas bodas se hacen / en las siudad de París,//qué de damas y donsellas, / qué de caballeros mil,// [IGR # 0468] #8988
--Quero apostar, minha mãe, / a perder ou ganhar//que engano Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6067
Qué se cuenta de don Juan / qué se cuenta por España?// Que se cuenta de don Juan / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2327
Qué se cuenta por Sevilla, / qué se cuenta por Granada?// Que se cuenta de don Juan / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #668
Qué se cuenta por Sevilla / qué se cuenta por Granada?// Que se cuenta por Sevilla / que don Juan está en la cama.// [IGR # 0006] #2332
Qué se cuenta, qué se cuenta, / qué se cuenta por España?// La muerte del rey don Juan, / que malito está en la cama.// [IGR # 0006] #675
--Que senhora é aquela / das bandas de além do mar?//--Tecedeira sou, senhora, / a teia venho buscar.// [IGR # 0159] #6076
Qué se sabe de don Juan? / qué se sabe por España?// qué se sabe de don Juan? / Qué está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2383
--Que tanhes tu, ó suldadinho, / que tã tristi andas na gárra?//Ó te lembra pai ó mainhe / ó ares da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6492
Que te ha tocado la suerte / de capitán general.//esto que oyo la infantita / toda se vuelve llorar// [IGR # 0023+0110] #4295
--Que tens, ó D. Fernando, / que tão triste andas na guerra?//Ou te morreu pai e mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6469
--Que tens, soldadinho novo, / qu`andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe, / ou alguém da tua terra!// [IGR # 0176+0168] #6490
Que tens tu, ó D. Fernando, / ó filho da minha i-alma?//Não tenho nada, minha mae, / estou nesta cama deitado;// [IGR # 0006] #2299
--Que tens tu, ó Juliana, / que estás disposta a chorar?//--É o D. Jorge, mamãe, / que com outra vai casar.// [IGR # 0172] #6970
--Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe, / ou alguém da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6506
Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe, / ou gente da tua terra?// [IGR # 0176] #2678
--Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//se t` alembra pai ou mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6493
Que tens tu, ó soldadinho, / que tão triste andas na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe / ou ares da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6501
Que tens tu, triste soldado, / que tão trist` andas na guerra?//Se te morreu pai ó` mãe, / ó` gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6497
Qué tienes tú, Teresita, / qu` hasta el palacio temblaba?//Se me quemó la mantilla, / la mejor, que era de grana.// [IGR # 0802] #1795
--Quetos, quetos, cavaleiros, / que o rei vos manda parar.//Aqui falta Valdevinos, / com seu cavalo real.// [IGR # 0150] #5994
Qué triste es el conde Anruña, / triste le podran llamar,//que el domingo se casó / y el lunes se jue a pelear// [IGR # 0110] #3957
Que un sevillano en Sevilla / siete hijos le dio Dios// y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #912
Que yo me voy a la Italia / con mi esposa natural.//Los abrazos y torneos / para mi esposa serán.// [IGR # 0110] #4006
Quién consuela a doña Infanta; / y un hijo que ella tenía// se lo brindó la Gallarda / a dormir con ella un día// [IGR # 0200] #940
--Quién durmiera con doña Alba / una noche sin temor.//--No digo una noche, / una noche y también dos.// [IGR # 0234] #5016
--¿Quién es aquél que viene / desafiando al reino?//--Es el hijo del almirante Austino// [IGR # 5114] #9705
Quién es ese caballero / que a mi puerta dijo abrir?// Es el señor don Antonio / a quien tú solías abrir.// [IGR # 0222] #1049
¿Quién es ese caballero / que mi puerta manda abrir,//que por abrirle la puerta / se me ha apagado el candil?// [IGR # 0234] #5017
--¿Quién ha llamado a mi puerta? / Que levántate tú a abrir.//--Levántese usted, mi ama, / que con usté ha de dormir.--// [IGR # 0222] #4850
Quién hubiese tal ventura / sobre las aguas de mar,// como hubo el conde Arnaldos / la mañana de San Juan// [IGR # 0435] #1571
--¿[Quién llama a] mi puerta a estas horas? / Yo no me levanto ` abrir.//--[Tu buen francés] soy, señora, / a quien le sabes abrir.// [IGR # 0222] #4849
--¿Quién pica en la mi puerta, / quién en la mi puerta pica?//--Son los cuatro caballeros / en busca de la su hija.// [IGR # 0170] #3285
Quien quiera tomar consejo / venga ande mí, se lo daré;//quien quiere cazar con mosa / que no s`aspere a la vejez. (moza)// [IGR # 0311] #4840
Quién te diera, hermana mía, / saber lo que yo sabía//Que se casa conde de Alba / con dama de gran valía.// [IGR # 0508] #1796
Quién tuviera la fortuna / un domingo a la mañana//que tuvo aquella mujer / llamada la Politana,// [IGR # 0017] #5369
Quién tuviera la gran suerte / de pasar grandes tormentos//como los tiene pasados / el glorioso San Alejo.// [IGR # 0141] #5689
Quién tuviera tal fortuna / para ganar lo perdido//como tuvo Girineldo / mañanita de domingo:// [IGR # 0023] #7809
--Quién tuviera tal fortuna / para ganar lo perdido//como tuvo Xerineldo / mañanita de domingo;// [IGR # 0023] #8786
¡Quién tuviera tal ventura / sobre las aguas del mar,//como tuvo Magdalena / cuando a Cristo fue a buscar!// [IGR # 0435.2+0697] #3529
Quién tuviese tal ventura / con sus amores folgar,// como el Infante Arnaldos / la mañana de San Juan// [IGR # 0435] #1572
Quinas guerras tan terribles / son las qu` esperimentem// Quedan uns fills sense mares / y las casas sense gent.// [IGR # 2745] #6395
Quince años tenía Martina / cuando su amor me entregó;//a los dieciseis cumplidos / una traición me jugó.// [IGR # 0234] #3393
Quintaba don Carlos Quinto, / quintaba por toda la tierra;// cuatro mil hombres llevaba / debajo de su bandera;// [IGR # 0176+0168] #1012
Quintas van y quintas vienen, / quintas van viniendo ya,//llevan al conde de Orense / por capitán general.// [IGR # 0110] #3857
--¿Qui será l`home valent / que á la gavia pujará?//--Yo sería don Lluís, / don Lluís de Montalbá.// [IGR # 0559] #8719
Quiso un galán a una dama / con un amor muy crecido//se motivó a ir a verla / a medianoche un domingo.// [IGR # 0680] #1955
Quítate de ahí, mora bella, / quítate de ahí, mora linda,// [IGR # 0169] #2531
--Quítate de ahí, mora, / hija de judía,//deja a mi caballo / beber agua fría.// [IGR # 0169] #3589
Quítate de alli, mora bella, / quítate de alli, mora linda;//deja beber mis caballos / dessas águas cristalinas.// [IGR # 0169] #2315
Rafaela Villanueva, / novia de Rafael Tello,//por tener nuevos amores / se atrevió a cortarle el cuello.// [IGR # 5054] #3090
Rapazes, vos vou contar / tempos da minha mocidade;//em tudo fui infeliz, / até na própria amizade.// [IGR # 0260] #2694
Rebuelta en sudor y llanto, / el esparcido cabello,//el rostro blanco encendido / de dolor, vergüenza y miedo,// [IGR # 0606] #4420
Recogido en su aposento / Bernardo se eslava armando;//suspiros dava del alma / y de coraje llorando.// [IGR # 1617] #8544
Recogido en su aposento / Bernardo se estava armando,//sospiros echa del alma, / y de coraje llorando,// [IGR # 1617] #8542
Regadas son las prisiones / con lágrimas que derrama//este Señor Soberano / asomado a esta ventana.// [IGR # 0029.1] #2078
Reinado era ya Castilla, / reinado, que no condado://don García fue el primero / que por rey se ha coronado.// [IGR # 0289] #9335
Reina Elena, reina Elena, / acabara de almorzar;//asomóse a la ventana / por ver la gente pasar.// [IGR # 0043] #8954
Reinando el rey don Alfonso, / el que Casto se dezía,//andados diez y siete años / del reinado que tenía,// [IGR # 0105] #8492
Rendidas armas y vida / de Redamante el bravo//y el vitorioso Rugero / va entre el rey sobrino y Carlos;// [IGR # 2298] #7967
Retirada está la infanta, / queno está como solía//porque el rey no la casaba / ni tal cuidado tenía.// [IGR # 0503] #3450
Retírate, mora bella, / retírate, mora linda,//deja beber mi caballo / de esa agua cristalina.// [IGR # 0169] #3038
Retraída está la infanta, / bien así como solía,// viviendo muy descontenta / de la vida que tenía,// [IGR # 0503] #1586
Reventada seas, María, / por al par del corazón,// de siete hijas que has tenido, / entre ellas ningún varón// [IGR # 0231] #909
--Reventada seas, María / por en par del corazón, //de tres hijas que has tenido / entre ellas ningún varón.--// [IGR # 0231] #8690
Revientes tú, la María, / por las telas del corazón,// de siete hembras que has tenido, / en el medio ningún varón// [IGR # 0231] #887
Rey don Sancho, rey don Sancho / cuando en Castilla reinó,// le salían las sus barbas, / y cuán poco las logró// [IGR # 0033] #1425
Rey don Sancho, rey don Sancho, / no digas que no te aviso,// que del cerco de Zamora / traidor había salido:// [IGR # 0330] #1431
Rey don Sancho, rey don Sancho, / ya que te apuntan las barbas,// quien te las vido nacer, / no te las verá logradas.// [IGR # 0336] #1426
Rey Fernando, rey Fernando / de Toledo y Aragón;//a pesar de los franceses / dentro de la Francia entró.// [IGR # 0033] #8887
Rey Fernando, rey Fernando, / de Toledo y Aragón//a pesar de los franceses / dentro de la Francia entró.// [IGR # 0033] #9359
Rey ha formado una guerra / de Cartagena a Portugal//y a Gerineldo le puso / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4340
Rey moro tenía tres hijas / más bonitas que la plata//y la más chica de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3154
Rey moro tiene una hija, / tan sólo una hija tenía//la piden condes y duques / y a todos les despedía.// [IGR # 0212] #332
Riberas de Duero arriba / cabalgan dos zamoranos:// las armas llevan blancas, / caballos rucios rodados,// [IGR # 0318] #1428
Ricardina, Ricardino, / está malito en la cama,// lo asisten siete doctore / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #9806
Ricas bodas, ricas danças, / grande sarao se hazía,//en esa ciudad de Burgos, / que verlo fue maravilla.//// [IGR # 1150] #4418
Río Verde, Río Verde / cuánto cuerpo ti se baña// de cristianos y de moros / muertos por la dura espada// [IGR # 2013] #1504
Río Verde, Río Verde, / más negro vas que la tinta// entre ti y Sierra Bermeja / murió gran caballería,// [IGR # 0106] #1502
Rodillada está Moriana, / que la quieren degollare,// de sus ojos envendados / non cesando de llorare;// [IGR # 1507] #1536
Rosafresca, Rosafresca, / por vos se puede decir// que nascistes con más gracias / que nadie pudo escrevir// [IGR # 0611] #1529
Rosa que estás na roseira, / manda-me um vintém de rosas;//as abertas não as há, / fechadas são mais formosas.// [IGR # 2978] #2747
Rosmanino bateu à porta, / Manjerona: --Quem está aí?//Se ele é Bernardo Francês, / a porta lhe vou abrir; // [IGR # 0222+0168] #6897
Rossinyol, bon rossinyol, / Deu te do llarga volada//y dirás als meus parents / qu` el meu pare m` ha casada,// [IGR # 2730] #8613
Rufina i hermosa, / tu que fais aí?//--`Tou gardando o gado, / ben me ves aquí.// [IGR # 0453] #1798
--Rufina ya hermosa, / ¿tú que fais ai?//--`Tou guardando o gado, / bien me veis aquí.// [IGR # 0453] #8343
Sabrás, esposa mía, / cómo pasado mañana//se ofrece una riña en Cádiz: / ¿es tu gusto que yo vaya?// [IGR # 0911] #2124
Sacro Dios incomprensible, criador del cielo y tierra//gran supremo de los reyes, / en quien todo bien se encierra.// [IGR # 0676] #511
Sagrada Virgen María, / antorcha del cielo empíreo,//señora del eterno Padre, / madre del supremo Hijo// [IGR # 5035] #3540
--Sal a cazar, el rey moro, / a cazar como solías//y traerásme una cristiana / de gran belleza y valía.// [IGR # 0136] #5526
Saldana tiene dos hijas / hermosas como una estrella,// que una llaman Blancaflor / y otra llaman Filomena.// [IGR # 0184] #1100
Sale salió don Alonso, / sale salió de su casa;//lleva la reina consigo / de nueve meses preñada.// [IGR # 0030] #9030
Salí de la casa juego / cansadito de perder//y para mayor fortuna / me he encontrado una mujer.// [IGR # 0204] #3160
Salí de mi casa a un baile / con intención de volver,//y de mi buena fortuna / me encontré a una mujer;// [IGR # 0204] #8869
Saliendo de Canicosa / por el val de Arabiana// donde don Rodrigo espera / los hijos de la su hermana// [IGR # 0368] #1406
Saliendo de Cartagena / marinero cayó al agua.//--¿Qué me das, marinerito, / si te saco de estas aguas?// [IGR # 0180] #5256
Saliendo el rey de paseo / en su ¿ola y su colesa,//en mediada del camino / se encontró con la romera,// [IGR # 0192] #5664
Saliera Cristo de ronda / a las doce de la noche//vestido de almillas blancas, / paños de dos mil colores.// [IGR # 0727] #8298
Salieron dos estudiantes / del estudio muy amados;//a eso del anochecer / en Salamanca han entrado.// [IGR # 0206] #5555
Salieron tres segadores / a segar fuera de casa,//los deiles eran de oro, / los entrepechos de plata;// [IGR # 0161] #3158
Salieron tres segadores / a segar fuera de España,//y una de los segadores / lleva la ropa bordada;// [IGR # 0161] #3041
Salieron tres segadores / salieron tres segadores// Llevan dedines de oro / las hoces de fina plata// [IGR # 0161] #3108
Salió Bernardo a cazar / una nochecita escura//de perritos y lebreles / lleva cercadita la mula.// [IGR # 0029] #1866
Salió el conde y la condesa / un domingo a pasearse,//en meatad de aquel camino / criaturita oyó llorarse.// [IGR # 0087] #4457
Salió la reina a paseo / por un arroyuelo arriba,// la cautivaron los moros / día de Pascua Florida,// [IGR # 0169] #1217
Salió un triste cazador / a una montaña montía//donde no cantaban gallos, / gallinas nunca se oían,// [IGR # 0164+0169] #2560
Salir quere mes de marso, / entrar quere mes de april,//cuando el trigo está en grano / y las flores por abrir.// [IGR # 0773] #2935
Salir, salir, cazadores, / los que amigos sois de caza//veréis al Rey de los Cielos / que está en espera de un alma.// [IGR # 0631] #612
--Salve Deus, ó Moliana, / no vosso estado real!//--Salve Deus, senhor D. Bone, / senhor do vosso cavalo!// [IGR # 0172] #6972
San Francisco el pisador, / que en Sevilla estás jugando,//cartas y requisitorios / por el aire van volando.// [IGR # 0079+0020] #9051
San Josep y la Mare de Deu / feyan companyía bona// Partiren de Nazaret / matinadeta á bon` hora,// [IGR # 2755] #7899
San Josep y la Mare de Deu / y també Nostro Senyó //Si se `n van à llunyas terras, / terras de provessió // [IGR # 0525] #9802
San José salió una tarde / dejando al Niño en la tienda//Hizo una cruz con tres clavos / y recreándose en ella,// [IGR # 0834] #2063
San José salió una tarde, / dejó su niño en la tienda//hizo una cruz con tres clavos, / todos se recrean en ella;// [IGR # 0834] #1789
San José y la Virgen pura / caminaban de jornada//San José camina mucho, / la Virgen llegó cansada.// [IGR # 0525] #1824
San José y María / caminaban para Egipto//donde entraron en un templo / donde pierden a su hijo.// [IGR # 0179] #2068
San José y Santa María / llevan juntos la jornada//San José camina mucho, / la Virgen ya va cansada.// [IGR # 0525] #8262
San Lázaro se hizo pobre / para un buen señor servir//y a la puerta de Recombre / llegó limosna a pedir.// [IGR # 0514] #616
San Pedro foi pecador, / e de santidade `spanto.//Oh que tamanho milagre, / tão pecador e tão santo// [IGR # 2919] #2804
San Silvestre, caballero, / que mañana es Año Nuevo//Que mañana es Año Nuevo, / el primer día del año,// [IGR # 0046] #390
San Silvestre y Año Nuevo, / la primer pascua del año//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0046] #389
San Silvestre y Año Nuevo, / la primer pascua del año//cuando damas y doncellas, / y al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0046] #385
San Silvestre y Año Nuevo, / la primer pascua del año//entre damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #400
Santa Ana tiene una ermita / toda llena d`alegría//Santa Ana tiene una ermita / toda llena d`alegría.// [IGR # 0456] #1769
Santa Catalina, / cabello de oro,//mató sus padres, / porque eran moro,/ / [IGR # 0126] #4769
Santa Eiria / à porta assentada,//co` a sua costurinha / cosendo na sua almofada,// [IGR # 0173] #7673
Santa Fe, cuán bien pareces / en los campos de Granada// que en ti están duques y condes / muchos señores de salva,// [IGR # 0342] #1493
Santa Fe estaba sentada / a la luz de una candela//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #4491
Santas y muy buenas noches / dé Dios a vuestras mercedes//con buenos principios de años / y vísperas de los Reyes,// [IGR # 0046] #9356
Santa Teresa de Jesus / deu uma queda e foi ao chão;//acudiram três cavaleiros, todos três de chapéu na mão.// [IGR # 2953] #2920
Sant Isidro està criat / a la vila de Madrid//que no en té pare ni mare / i els parents l`han avorrit.// [IGR # 0543] #7920
Santísimo sacramento, / ¿dónde vas tan de mañana?//--A visitar un enfermo / que está malito en la cama;// [IGR # 0006] #2462
Santísimo sacramento, / ¿dónde vas tan de mañana?//--Voy a visitar un enfermo / que está muy malito en cama;// [IGR # 0006] #2460
Santísimo sacramento / ¿ónde vai tan de mañana?//--Voy resuscitar un enfermo / que está malito en su cama.--// [IGR # 0006] #2463
Sant Josep ve de defora / molt cansat i molt felló,//troba l`esposa prenyada / i no sap qui ho ha fet, no.// [IGR # 0408] #7903
Santo Antóino se levanto, / Santo Antóino se alevantara,// seu pezinho dreito calçou, / seu pezinho dreito calçara.// [IGR # 2801] #1373
Santo Cristo de Torrijos, / Señor, si aliviáis mis penas//la primer misa que diga, / en vuestro altar y presenc// [IGR # 0219] #2085
Sapinha, vedei-la noite, / vedei-la noite, sapa?//O sapo e mai-la sapa / caminho vão de Granada;// [IGR # 0515] #2854
Sastres ne son sastres, / los meus aymadós,//lo que yo mes amo / s` en diu Janicó.// [IGR # 2727] #7866
Se acabó la flor de mayo, / se acabó la flor de abril,//se acabó mi madrecita, / para siempre la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4690
Se arma guerra en España / y España con Portugal//y a Gerineldo lo nombran / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4279
Se armara una guerra / de Francia para Granada;//llevan a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4131
Se casara Rico-Rico, / la llevó para su tierra//Se casara Rico-Rico, / la llevó para su tierra.// [IGR # 0084] #1695
Se celebraron las guerras / de Aragón y Portugal//y a Gerineldo le toca / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4140
Se declara una guerra / entre Francia y Portugal//nombraron a Gerinaldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4352
Se echó a la cama, / se fuyó por el gjam.//Me fui yo detrás, / por ver onde se iya.// [IGR # 0221] #2939
. . . //--Se é isso ó bela infanta, / eu o mandarei matar.// [IGR # 0049] #6437
. . . Se enamoró de Teresita / desde que la bautizó//Un día está cosiendo / ha pasao el cura traidor.// [IGR # 0083] #346
. . . / se enamoró de una de ellas.//Se casó con Blancaflo / (y se quedó Filomena en su casa)////. [IGR # 0184] #3628
Se encimentan unas guerras / de Aragón y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4353
Se encimentara una guerra / entre España y Portugal//y a Leolfredo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4345
Se encimento una guerra / de Cuba a Portugal;//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4320
Se encomenzaron las guerras / entre España y Portugal,//a Gerineldo buscaban / pa capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9253
Se está peinando la Virgen / detrás de Sierra Morena,//los peines eran de oro, / las flores de primavera.// [IGR # 0098.1] #5755
--Se for Bernal Francês, / a porta lhe vou abrir.//--É Bernal Francês, senhora, / a porta lhe venha abrir // [IGR # 0222+0168] #6866
Se formaran grandes guerras / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo cogen / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9418
Se fue la Virgen para Belén / con su niño que se llama Nazaret.//En la mitad del camino / pidió el niño que beber./ / [IGR # 0226] #4606
--Segador, que tan bien siegas, / mira de segar mi cebada.//Esa cebada, señora, / ¿onde la tiene plantada?// [IGR # 0161] #8940
Segunda, não te pago, / terça é dia aziago, / quarta, vendeste-o, / quinta, crucificaste-o, / [IGR # 2913] #2914
Se ha declarado la guerra / entre España y Portugal//y al conde haro le llevan / por capitán general.// [IGR # 0110] #3834
Se ha declarado la guerra / entre España y Portugal// y a mi novio conde Flores / le han nombrado general.// [IGR # 0110] #1149
Se ha declarado una guerra / en Francia y en Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4329
Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal// al conde Flores se llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4020
Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4317
Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal //y al pobre de Gerineldo / lo han desterrado allá// [IGR # 0023+0110] #9249
Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4170
Se ha declarado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4342
Se ha declarado una guerra / y del mando para allá//han nombrado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9426
Se ha enamorado un hidalgo / de una tan bizarra bella;//siete años han estao juntos / y un año de paz tuvieran.// [IGR # 0096] #5479
Se ha firmado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4361
Se ha formado una gran guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9427
Se ha formado una gran guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4149
Se ha formado una guerra / en cartagena y Portugal//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4200
Se ha formado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4232
Se ha formado una guerra / entre España y Portugal//y han puesto a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4161
Se ha formado una guerrilla / con Francia y con Portugal//y han nombrado a Gerineldos / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4226
Se ha formado una guerrilla / entre Francia y Portugal//y han nombrado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4189
Se ha formao una guerra / entre Francia y Portugal, //lo han llamado a Gerineldo, / lo han llamao pa capitán. // [IGR # 0023+0110] #3032
Se ha jugado una gran guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4146
Se ha levantado una guerra / de Francia con Portugal;//nombraron a Girineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4126
Se ha levantado una guerra / en Francia con Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4191
Se ha levantado una guerra / entre Francia y Portugal//donde Gerineldo iba / de capitán general.// [IGR # 0110] #4338
Se ha levantado una guerra / entre Gibi y Gibraltar//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4245
Se ha levantado una guerra, / Francia contra Portugal//y al conde Flores, mi novio, / le han nombrado capitán.// [IGR # 0110] #290
Se ha levantado una guerra / por España y Portugal//ya a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4239
Se ha movido una guerra / entre España y Portugal// al príncipe Gerineldo / lo han nombrado general// [IGR # 0023+0110] #4197
Se ha ofrecido una guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4168
Se ha presentado una guerra / en Francia y en Portugal//si en siete años no vengo / niña te puedes casar// [IGR # 0023+0110] #4190
Se ha promovido una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4240
Se ha publicado una guerra / en España y Portugal,//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9416
Se ha publicado una guerra / entre Francia y Portugal//nombran al conde lidos / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4157
Seis cautivas tiene el rey, / todas seis en Berbería//y entre las cuales está / una cristiana cautiva // [IGR # 0169] #5409
Se juntan las tres comadres / y de un barrio todas tres;//hacen una merendilla / para ir a San Andrés.// [IGR # 0275] #5639
Se juntaron tres comadres / e de un barrio todas tres//entaman una merienda / para el día de San Andrés;// [IGR # 0275] #1772
. . . se le perdió, qué fatiga//Unas mujeres le dan / noticias, con que se anima:// [IGR # 0858] #2066
Se levanta el conde Niño / la mañana de San Juan{M}//á dar agua á su caballo / en la corriente del mar:// [IGR # 0023+0110] #7211
Se levanta el conde Nuño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / en la ribera del mar.// [IGR # 0049] #5292
Se levanta el Niño Conde / una mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4623
Se levanta Marcelino / con mucha serenidad//a darle agua a los caballos / a la orillita del mar,// [IGR # 0049] #9222
Se levantan unas guerras / en Francia y en Portugal//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4354
Se levantara una guerra / de Aragón y Portugal//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4326
Se levanta una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4346
Se levanta un corderillo / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4626
Se levanta un corderillo / la mañana de un San Juan//a darle agua a sus caballos / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4625
Se levantó don Alonso / mañanita de domingo,//a peinarse y a lavarse, / a ponerse muy polido.// [IGR # 0172] #9258
Se levantó el conde Lirio / [una mañana en San Juan]//a darle agua a un caballo / a las orillas del Jordán.// [IGR # 0049] #5288
Se levanto guerra en Francia / y tambien en Portugal//y a Gerineldo lo han hecho / capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4302
Se levantó, se levantó / el aparato pa volar//el Plus Ultra es un raid / que ha causado admiración,// [IGR # 2577.9] #9659
Se levantó una guerra / de España con Portugal//y a Gerinaldo han puesto / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4308
--Se mandais matar o conde, / mandai me a mim degolar,//a ele levai o para a igreja, / a mim vinde me buscar.// [IGR # 0049] #6434
Se me ha perdido una niña / que Catalina se llama.//Todos los días de fiesta / su padre la castigaba// [IGR # 0126] #5115
Sendo um rapaz pimpão / como outro qualquere,//gostava das raparigas / que lindo garbo tivessem,// [IGR # 5120] #2776
Se n han alc,ades grans guerres / grans guerres de Portugal//s hi ha d anar el comte elies / per capita general// [IGR # 0110] #4058
Senhora dona Carolina, / no seu jardim assentada,//seu pente de ouro na mão, / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6287
Senhora dona Infanta, / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro na mão, / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6285
--Senhora Santa Caterina, / senhora Caterina santa,//que era tanto cantadeira, / e porque agora não canta?// [IGR # 0098] #6161
Senhora Santa Caterina, / senhora Caterina santa,//que era tanto cantadeira, / e porque agora não canta?// [IGR # 0098.1] #2680
Senhora Santa Maria, / seu cabelo de ouro fino.//Perguntou seu bento filho / se velava ou dormia.// [IGR # 0702] #2788
Senhor do Monte Calvário, / tendes a cruz d`oliveira,//por ser o mais lindo cravo / que nasceu entre a craveira.// [IGR # 2898] #2797
--Señora, de Francia vengo / con un librito cortés,//que ha llegado a mis oídos / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5205
--Señora, me voy a Francia, / dígame, ¿qué manda usted?//--Señor, yo no mando nada, / . . .// [IGR # 0113] #5326
--Señora, voy para Francia, / señora, ¿qué manda usted?//--Si usted viese a mi marido, / memorias le dará usted.// [IGR # 0113] #5324
--Señores, por fortuna, / ¿no me han visto a mi mar?//--Señora, no lo conozco, / pero deme algunas señas.// [IGR # 0113] #5312
Señores, voy a contarles / la historia de una niñita//me cautivaron los moros / a los ricos de Melilla.// [IGR # 0169] #2501
Señorita Inés, / si usted me dejara,//todas sus faiciones / se las retratara// [IGR # 0548] #3065
Señor mío Jesucristo, / médico de mis dolencias//no tengo gusto con nada, / ni cosa que me divierta.// [IGR # 0489] #102
Sentada está dona Infanta, / muito triste em seu jardim,//pente d` ouro na cabeça, / seu vestido de cetim,// [IGR # 0113] #6345
Sentada está la Gallarda / en su ventana florida,//vio pasar un caballero / toda la callita arriba.// [IGR # 0200] #3778
Sentada está la Gallarda, / sentada está Gallardina,// sentada está la Gallarda / y en su ventana florida.// [IGR # 0200] #936
Sentadina la Gallarda / en la su sala florida,// vio venir un caballero / por aquella calle ariba.// [IGR # 0200] #939
Sentadita Filomena, / sentadita en su laurel,// con los pies a la frescura / viendo las aguas correr.// [IGR # 0113] #1162
Sentado está D. Brazindo / à sombra dum bilro-ser,//três damas tem a seu lado, / todas três lhe dão prazer:// [IGR # 0400] #2645
Sentado está D. Gaifeiro / no tabuleiro reale.//Tem cartas d`ouro na mão, / disposto para jogare.// [IGR # 0151] #2252
Sentado está D. Galfeiros num tabuleiro real,//está com as cartas na mão a começar a jogar.// [IGR # 0151] #6025
Sentado está Dom Gaifeiros, / lá em palácio real,//assentado ao tabuleiro / para as tábolas jogar.// [IGR # 0151] #6024
Sentado estava Gaifeiros / em tabuleiro real,//os dados tinha na mão / e as cartas para jogar;// [IGR # 0151] #6021
Sentado estava Galfeiro / em tabuleiro real;//as cartas tinha na mão, / os dados `stá p`ra jogar.// [IGR # 0151] #6022
Sentado estava o Galfeiro / junto ao palácio real.//Os dados e as cartas tinha na mão, / estava para jogare.// [IGR # 0151] #2255
Sentéme en un duro tronco, / rendido de andar a caza//oí una voz temerosa / que resuena en las montañas.// [IGR # 0901] #1975
Sentí un gran brujit / entre cel y terra,//aixó era `l Vegué / que `m veni` á pendre// [IGR # 0964] #7830
Se originó una guerra / entre Estella y Portugal;//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4315
Se pasea Altamarina / por las calles de Altamara;//alta era como un pino, / derecha como una espada.// [IGR # 0140] #7981
Se paseaba Carmela / por una salita alante,//con el corazón en un hilo / y el alma que se le parte.// [IGR # 0153] #5474
Se paseaba don Pedro / por unas vegas arriba,//y en el medio del camino / le dio un mal de enfermería.// [IGR # 0080] #1232
Se paseaba el rey conde, / por las calles de San Juan;//lleva a beber agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8464
Se paseaba el vizconde / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / por la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9175
Se paseaba la Carmela / por una sala muy grande//con los dolores de parto / que el corazón se le abre.// [IGR # 0153] #5476
Se paseaba León / por la marina serena,// se paseaba León, / Blancaflor y Filumena.// [IGR # 0184] #1095
Se paseaba Malbuena / de la sala al ventanal,//tiene dolores de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5473
Se paseaba Marbuena / de ventana en ventanal,//con los dolores del parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5471
Se paseaba Narbola / por una sala muy grande//dolores la dan de parto / dolores la dan de parto,// [IGR # 0153] #501
Se paseaba Silvana / por una huerta florida,//su padre la estaba viendo / del mirador que tenía.// [IGR # 0005] #5483
Se paseaba una niña / por una montaña arriba,//la cautivaron los moros / día de Pascua florida.// [IGR # 0169] #2573
Se paseaba Valbuena / por el su palacio real,//le dan dolores de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5466
Se pasea Benjamín / de la cocina a la sala,//con su zapato chancleto, / la espada desenvainada,// [IGR # 0180] #5605
Se pasea Condolino / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9176
Se pasea doña Albora / por su palacito real//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #491
Se pasea doña Albora / por una sala de alante//con dolores y suspiros / que su cuerpo se la parte.// [IGR # 0153] #478
Se pasea doña Arbola / por su palacito real//la dan dolores de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #488
Se pasea doña Arbola / por una sala de alante,//dolores la daban de parto / que la hacen arrodillarse.// [IGR # 0153] #9055
Se pasea el conde Olinos / la mañana de San Juan,//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9217
Se pasea Fernandito / por las orillas del mar//a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #324
Se pasea Fernandito / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él echa dulce cantar.// [IGR # 0049] #9188
Se pasea Fernandito / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar;// [IGR # 0049] #9729
Se pasea Giselita / por los amplios corredores// con sus vestidos de gala / arrastrando los faldones// [IGR # 0159] #2961
Se pasea la Narbola / por su palacio real;//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #8633
Se pasea la Oservanda / por la su huerta florida.//Su padre la está mirando / desde una alta celosía.// [IGR # 0005] #8624
Se pasea la Silvana / por la su huerta florida;//si bien toca la guitarra, / mejor romances decía.// [IGR # 0005] #8625
Se pasea la viudita / por el mar y por la arena//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #152
Se pasea lindo Don / dentro la paz y la guerra//con sus dos hijas querías / Blancaflor y Felomena.// [IGR # 0184] #3619
Se pasea Narbolica / por su palcio real,// dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar;// [IGR # 0153] #1128
Se pasean el rey y la reina / por el su palacio real,//van hablando de Tunillos, / de Tunillos hablando van.// [IGR # 0145] #5398
Se pasea pastor fiel / con su ganado de aquella tadre,//con remolinos y truenos / y los relámpagos muy grandes,// [IGR # 0119] #8916
Se pasea Ultramarina / por una sala ultramada//derechita como un pino, / relumbra como una espada.// [IGR # 0140] #456
Se pasea una señora / por una alameda arriba//con el rosario en la mano / rezando un avemaria.// [IGR # 0232] #5501
Se pasea una serrana / a orillas de una ribera,//blanca como pan de leche, / rubia como la canela.// [IGR # 0233] #3774
Sépase por todo el mundo, / se publique en toda España//que es un mercader muy rico, / mercader de grande fama:// [IGR # 0501] #2026
Sépase por todo el mundo, / se publique ya en España//de un mercader muy rico, / mercader de grande fama.// [IGR # 0859] #1996
Se proclaman unas guerras / entre Francia y Portugal//y nombran al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4133
Se pronunciaron las guerras / por España y Portugal//y nombran a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4153
Se publican unas guerras / de Francia pa Portugal//y a Girineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #4134
Se publicaron las guerras / para Francia y Portugal//y nombran al conde Flores / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4274
Se publique en todo el mundo, / sépase por toda España,// . . . mercader de grande fama;// [IGR # 0501] #8809
Serenita cae la nieve, / serenita cae en el mar,// esta noche, Delgadina, / contigo me he de acostar.// [IGR # 0159] #722
Sergana se paseaba / por su corredor arriba;// si bien toca la guitarra, / mejor romances decía.// [IGR # 0005] #1073
Serrana se está peinando / na sua ventana florida.//O seu cabelo era d` ouro / e o pente de prata fina.// [IGR # 0200] #6980
S` es mogut un temporal / que toda la quinta llora.//també llora D. Luis / qu` es delicada persona.// [IGR # 0538] #8612
Set años n` hi anat per terra / y altres set per dins del mar,//al cap de la quatorzena / llicencia vuy demaná. //, [IGR # 0559] #8560
Set anys fa que vaig per terra, / set anys més que vaig per mar//i, al cap de la catorzena, / llicència vaig demanar.// [IGR # 0559] #3647
Set anys que l` en té pres / y altres set que no l` ha vist.//Al cap de los siete años / comandant ne veu vení.// [IGR # 1058] #8589
Set bastiments partiren de Marsella / per aná á la ciutat d` Oran,//set anys han anat en borrasca / els manteniments van faltant // [IGR # 0457] #8566
Sete anos e um dia / sem se poder navegar;//já não tinham que beber, / já não tinham que manjar,// [IGR # 0457] #7760
Sete años serví al rey / y otros siete sobre el mar;//siete y siete son catorce; / será de marchar.// [IGR # 0559] #8731
Sete anos servín o rei, / todos sete o meu pesar;//pedí permiso al rey, / no me lo quisiera dar;// [IGR # 0559] #2996
--Sete filhos me dê` Deus, / nenhum me dê` barão,//para ir vencer a guerra, / a guerra de Mazargão.// [IGR # 0231] #7529
Set maridas ja navegavan, / navegavan pe-la mar,//quant ne foren á la mar alta / els manteniments van faltant.// [IGR # 0457] #8569
Se ve venir un paje, / ¿qué noticia nos traerá?//La noticia que nos trae: / Mambrú se ha muerto ya;// [IGR # 0178] #5247
Sevilla está en una torre / la más alta de Toledo;// hermosa es a maravilla, / que el amor por ella es ciego.// [IGR # 0053] #1542
Sevillano, sevillano, / siete hijas le dio Dios,// tuvo a la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #886
Se vistió de pelegrina / y le ha salido a buscar.//En medio del camino, / se encontró con una boyá.// [IGR # 0110] #9606
S` ha declarado la guerra / entre Francia y Portugal//y a mi novio monteflores / lo han nombrado general// [IGR # 0110] #3868
S`ha presentao una guerra / la gran guerra del galan//han nombrao a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4182
--Si a los seis años no vengo, / infanta, puedes casar//ya los seis años cumplidos / la infanta ha echado a llorar// [IGR # 0023+0110] #4249
--Si a los seis años no vuelvo, / princesa, te casarás//a los seis años cumplidos / la princesa echo a llorar// [IGR # 0023+0110] #4250
Si a los siete años, condesa, / si a los siete años no más,//si a los siete años no vengo, / a los ocho casaras.--// [IGR # 0110+0113] #3845
Si a los siete años no vengo / a los ocho casarás.--//Ya llegaron los siete años / ya la tratan de casar// [IGR # 0110] #3830
Si a los siete años no vengo, / si a los siete años no más,// si a los siete años no vengo, / a los ocho casarás.// [IGR # 1668] #744
Si a los tres años no vuelvo / princesa te pues casar//los tres años van cumplidos / los cuatro al corriente van// [IGR # 0023+0110] #4254
Si altas ivan las nubes, / más altas ivan las olas.//Lloravan los marineros / y los de la nave toda;// [IGR # 0538] #8614
Si Deu me dona vida / y ocasió//Me posaría [á] escriure / una cansó:// [IGR # 2713] #7832
Si Dios que nació en Belén / de contra mí se pusiera// [IGR # 0029+0027] #9617
--Si dormís vos, la infanta, / o dormís o recordás,//oyerís cómo lo canta / la serena de la mar.// [IGR # 0049] #9077
Siendo las escarchas tanto / que no las derrite el sol//llegan José y María / a la puerta de un mesón.// [IGR # 0414] #2045
Siendo niña de quince años / namoreime en don Rodrigo//la vida que con él paso / a Dios lo ofrezco y le digo.// [IGR # 0273] #1841
Siendo yo buen pastorcito / y andando con mi majada//vira vir siete lobitos / acolá naquela arada.// [IGR # 0235] #1757
Siendo yo chiquita y niña / me casé con don Rodrigo.//Las penas que con él paso, / no las pasa un cautivo.// [IGR # 0273] #3396
Siendo yo mozu valiente, / mozu de ceñir espada//fuime por el mundo alante / a buscar enamorada.// [IGR # 0871] #8247
Siendo yo niña y muchacha / me enamoré de un Rodrigo,// las penas que con él paso / no las pasará un cautivo:// [IGR # 0273] #1237
Siéntate si estás despacio, / te cantaré el entremés//lo que pasa un tabonero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #114
Sierra arriba, sierra abajo, / se pasea una serrana,//con la ballesta en el hombro, / con la correa y la espada.// [IGR # 0233] #7433
Sierra arriba, sierra abajo, / se pasea una serrana, //con la escopetilla al hombro, / que con ella bien tiraba,/ / [IGR # 0233] #7316
Siete amigas tiene Bueso, / que siete amigas tenia,//y a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9018
Siete amigas tiene Güeso, / las siete todas tenía,//y a todas las iba a verlas / día de Pascua florida;// [IGR # 0172] #9016
Siete amigas tiene Güeso, / que siete amigas tenía,//a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9008
Siete amigas tiene Güeso, / que siete amigas tenia,//a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9004
Siete amigas tiene Güezo, / que siente amigas tenía,//a todas las iba a ver / días de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9594
Siete amigas tiene Hueso, / las siete todas quería,//todas iba a verlas / día de Pascua florida.// [IGR # 0172] #9017
Siete amigas tiene Hueso, / todas las siete tenía,////a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9015
Siete años anduve / por la linda dama;//no me la dejan ver / ni por oro, ni por plata.// [IGR # 0189] #2952
Siete años anduví / por una linda dama;//non me la dejan ver / ni por puertas ni ventanas.// [IGR # 0189] #4475
Siete años en la guerra, / todos siete a peleare//le pedí licencia al conde / y no me la quiso dare,// [IGR # 0559] #1860
--Siete años ya son siete, / Girineldo por allá;//padre, si me das permiso / para yo ir`o a buscar// [IGR # 0023+0110] #4136
. . . Siete doctores le asisten, / los mejores de Granada.// Siete doctores le asisten, / los mejores de Granada.// [IGR # 0006] #2370
Siete dotores lo cuaran / los mejores de Granada,// unos dicen que se muere / y otros que sí sana.// [IGR # 0006] #2336
Siete hijas tiene el conde / y las siete son muy majas,//ya se pregonan las guerras, / las guerras son pregonadas,// [IGR # 0231] #5585
Siete leguas de Sión / se dedicaba un mancebo//a guardar las ovejuelas / para ganar el sustento,// [IGR # 0323] #5688
Sildana está paseando / por un corredor arriba,//con su guitarrita en la mano, / qué bonito la tocaría./ / [IGR # 0075] #4631
Sildana se está paseando / por un corredor arriba.//Su padre la está mirando:/ / [IGR # 0005] #4633
Sildaniña s`apasea / por los palacios de Vila//retorce sus manos blancas, / sus anillos quebra y tira.// [IGR # 0005] #1837
Sildanita, corredor arriba, / Sildanita, corredor abajo,//tocando su guitarrita./ / [IGR # 0005] #4636
Si l`infant no vol dormir / ni amb bressol ni amb cadira,//sinó a la voreta del foc / i a la falda de la dida.// [IGR # 0802] #4563
Silvana de olhos azuis / a toda a oente encantava,//num passeador que tinha / todos os dias passeava,// [IGR # 0005+0075] #7121
--Silvana, ó Silvaninha, / Silvana, ó minha filha,//bem puderas tu, Silvana, / brincar comigo um dia.// [IGR # 0075] #7096
Silvana se paseaba / por la alameda floría;// su padre se la miraba / por un mirador que había.// [IGR # 0005] #3360
Silvana se passeava / por um corredor acima,//tocando numa guitarra / muito bem que a tangia.// [IGR # 0503] #6623
Silvanica se pasea / por la su huerta florida;// con los pies pisa la hierba, / con la saya la derriba.// [IGR # 0005] #1077
Silvan` ó Silvaninha, / Sílvan` ó filha minha,//bem puderas tu, Silvana, / comigo brincar um dia.// [IGR # 0075] #7111
--Si me `n trucan á la porta. / --0la! olal baixa á obrir.//--¿Qui es aquest cavaller / qu` ara `s passeja per `qui?// [IGR # 0222] #7986
Si me prestas atención, / querida lectora amada,//quiero que lean los niños / lo que la copla declara.// [IGR # 5144] #9062
Si n`era el patró Dausan, / per la mar molt hi navega.//Con ne fou en alta mar, / se li`n gira una tormenta.// [IGR # 2699] #8607
Si n` eran dotze fadrins / de la vila d` Igualada,//ya n` eran dotze fadrins / que tots dotze n` eran lladres.// [IGR # 0950] #3672
Si n` eran tres tambós, / venían de la guerra;// el mes petit de tots / portáe un pom de roses.// [IGR # 2718] #8565
Si n` era una donzelleta, / n` hi parlaven de marit,//tan bon punt sabé la nova / ja n` ha arrencat a fugir.// [IGR # 0728] #4561
Si n`eren mare i filla, / n`han renyit fortament,//la filla cau malalta / per causa d`aquell temps.// [IGR # 0299] #3651
Si n`eren tres donzelletes / totes tres tenen galant.// Ja en surt la més grandeta: / --Ai, jo ne tinc per dos anys.--/ [IGR # 2717] #7846
Si n`eren tres rectors / a cavall d`un ase,//lo burro va davant / i sense emmorralles.// [IGR # 2758] #7928
Si n`eren tres segadors, / són baixats a la muntanya,//en són baixats; a segar / al bell fons de la muntanya.// [IGR # 0161] #4519
Si n` hi ha tres donzelletas / totas tres filias d` un rich, las dos cantan y s` alegran / la mes bella res no hi diu.// [IGR # 2723] #7855
Si n`hi ha una galant dama / que en té a fora el seu marit;//se n`és anat a la guerra, / set anys trigarà a venir. . . // [IGR # 0222] #7985
Si n` hi havia tres ninetas / assentadas en un banch.// Totas tres s` enrahonavan: / --Quant vindrán nostres galans?--// [IGR # 2717] #7848
Si n`hi havia una serrana / que no era blanca ni morena.//Tenía ganas de hombre / y se fue por la ribera;// [IGR # 0233] #7430
Si n`hi havia un cavaller, / s`ha enamorat d`una dama,//s`ha enamorat de la més gran, / la petita li n`han dada.// [IGR # 0184] #3645
--Si oyeris como lo canta / la serena de la mar.//--No es la serena, mi madre, que es / . . . --// [IGR # 0049] #9093
Si queréis que os cuente / la canción del entremés,// lo que pasa a un tahonero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #1307
Si quieres oír madama / Los Sacramentos cantar,//incorpórate en la cama / que los voy a prencipiar.// [IGR # 0211] #5771
Si quieres que te cantemos / la canción del entremés//lo que pasa a un panadero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #113
Si quiere usted que le cante / la tonada de los huevos,//me ha de afar medio cuartillo / pa mi y pa mi compañé// [IGR # 0763] #3171
Sirvana se paseaba / por sus artos corredores//su padre la estaba viendo / recreándose en amores.// [IGR # 0005] #9543
Si se partiera Abraham, / patriarca muy honrado,//partiérase para el monte, / donde Dios le havía mandado// [IGR # 0201] #8991
Si s`estava lo rei turc / per la ciutat de Granada// passejant-se per defora/que per dedins no gosava;// [IGR # 0045] #3697
--Si tienes el coraçón, / Zaide, como la arrogancia,//y a medida de las manos / dexas volar las palabras;// [IGR # 1885] #7959
Si voleu sabé, fadrins, / el temps que yo festejava//a la vila de Cambrils / n` hi tenía pare y mare.// [IGR # 1046] #3673
S. Lázaro se fezo pobre / p`ra um bom Senhor servir;// à porta do rico home / esmola foi a pedir.// [IGR # 0514] #2639
Sobre el coraçón difunto / Belerma estava llorando//lágrimas de roja sangre, / que las de agua hizieron cabo.// [IGR # 0353] #8898
--Soldadillo, soldadillo, / ¿de dónde viene usted?//--De las guerras señorita, / ¿qué se le ofrece a usted?// [IGR # 0113] #5334
--Soldadinho pequenino / que andas tão triste na guerra! //Ou te lembra pai ou mãe / ou alguém da tua terra.// [IGR # 0075] #7145
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra de Melilla, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #244
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita,//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #233
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿que se la ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #236
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿que se la ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #242
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #234
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #240
--Soldadito, soldadito, / ¿de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #5330
--Soldadito, soldadito, / ¿de donde ha venido usted?//--De la guerra señorita / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #9407
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--He venido de la guerra, / ¿qué se la ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #232
--Soldadito, soldadito / ¿de dónde viene usted?//--Yo vengo de la guerra. / ¿Qué se le ofrece a usted?// [IGR # 0113] #5336
Soldadito, soldadito / que de la guerra venís//¿habéis visto a mi marido / en la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #219
Soldadito, soldadito, / qué haces ahí que no te alegras?//¿es que te marea el mar / o el humo de las calderas?// [IGR # 0176] #427
Soldadito, soldadito, / qué tienes que no te alegras?,// es que te marea el tren / o el humo de la caldera?// [IGR # 0176] #1009
--Soldadito, venga acá, / ¿de Jutiapa viene usté?//¿No me ha visto a mi marido / que en la expedición se fue?// [IGR # 0113] #5309
Soldados en el cuartel / se divierten y hacen fiesta;// hay tan sólo un soldadito / que llora por su morena.// [IGR # 0176+0168] #1022
Sol de mayo, sol de mayo, / sol de la primavera//cuando sortean los quintos / y los llevan a la guerra.// [IGR # 0176] #1814
Soledad de la Calzada, / soledad triste, ay de mí//no tengo padre ni madre, / ni quien se acuerde de mí,// [IGR # 0047] #1750
--Soleta passeu vetllada, / viuda i leal?//--Amb Déu i Maria Santíssima / l`estic passant.// [IGR # 0319] #3663
Som deixat [la] m[eva] esposa / sense haveía de deixá, //ay! per aná á la guerra / set anys á triga á torná, // [IGR # 0559] #8559
--Sortijita de oro traigo / que quebrándoseme viene,//qué linda[s], señora, / las hijas que tiene.// [IGR # 0224] #5195
--Soy la pobre viudita, / hace años me casé.//Mi marido me ha abandonado / por querer a otra mujer./ / [IGR # 0113] #4725
Soy un alma pecadora / que pa` Santiago camina//y no me atrevo a pasar, / qu`aquí me hallo detenida.// [IGR # 0797] #8235
`Stando a bela em armada, / no seu jardim assentada,//com pentes de ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6231
`Stando a bela Infanta / no seu jardim assintada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo pintiava.// [IGR # 0113] #6323
`Stando a Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente d`oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6272
`Stando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6258
`Stando a Rosa Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6243
`Stando dona Branca-nina / no seu jardim assentada,//com pêntãi d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6297
`Stando dona Catrina / no seu quintal assentada,//c` um pente d` ouro na mão / o seu cabelo pinteava.// [IGR # 0113] #6305
`Stando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente d`ouro na mão / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6263
`Stando dona Clarinda / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6260
`Stando dona Delgadina / na sua sala quadrada// . . . / e vindo seu pai da missa// [IGR # 0075] #7126
`Stando dona Delgadinha / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão, / seu cabelo penteava.// [IGR # 0075] #7131
`Stando dona Filomena / no jardim a passear,//um caso acontecido, / cheg` ali um melitar.// [IGR # 0234] #6928
`Stando dona Filomena / no seu jardim assentada,//com pentem d` oiro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6294
`Stando dona Francisquinha, no seu jardim assentada,// . . . / c` um pente de ouro na mão, // [IGR # 0113] #6247
`Stando dona Infância / no seu patinho assentada,//c` um pentem d` ouro na mão / seu cabelo pantiava.// [IGR # 0113] #6301
Stando don` Istifânia / num corredor que tinha,//tocando numa guitarra / e nos modos que nala se via.// [IGR # 0503] #6669
`Stando eu à minha porta, / cosendo, bordando seda,//vi passar um cavaleiro / no alto daquela serra.// [IGR # 0113] #6234
`Stando Francisca à janela, / branca como a branca-flor;// . . . / . . . // [IGR # 0234] #6934
`stando seu marido longe, / em casa lhe deu intrada. Quer de dia, quer de noite, / como com ele casada,// [IGR # 2977] #2774
stando yo en mi chazuelo / pintando la mi cayada// vi de venir siete lobos / por una escura cañada.// [IGR # 0235] #9555
`Stava na minha janela / a ver quem vinha,//vinha um soldado armado / para a Serra da Estrela.// [IGR # 0113] #6279
--`Steja com Deus, minha tia, / na sua roca a fiar!// --Venha com Deus, meu sobrinho, / que o cortês sabe falar!// [IGR # 0559] #6414
Sua alteza, a quem Deus guarde, / aviso mandou ao mar,//que se aparelhasse o Conde, / para de noite largar.// [IGR # 0112] #5972
Sua Alteza, que Deus guarde, / aviso ao mar mandaria://que se aparelhasse a armada / para largar no outro dia.// [IGR # 0112] #5970
Suenan cajas y calajas / y sonoros instrumentos//las más sonadas batallas, / los más reñidos encuentros// [IGR # 5114] #8344
Su madre busca a su hijo, / lo busca y no lo ha encontrado//Su madre busca a su hijo, / lo busca y no lo ha encontrado;// [IGR # 0348] #2083
. . . su padre, de que lo supo, / de casarla determina//con un mercader muy rico / que ha venido de las Indias.// [IGR # 0217] #121
Suspira por Antequera / el rey moro de Granada:// no suspira por la villa, / que otra mejor le quedaba,// [IGR # 0052.6] #1473
Tan alta diba la luna / como el sol del medio día//cuando la querida infanta / partir de Francia quería;// [IGR # 0431] #3100
Tan alta estaba la luna / como el sol a mediodía,//cuando el buen conde Belarde / de su batalla salía.// [IGR # 0103] #5404
Tan alta iba la luna / como el sol al mediodía,//cuando el buen conde Belarde / de sus batallas venía.// [IGR # 0103] #3333
Tan alta iba la luna / como el sol al medio día//cuando el conde don Belarde / de su batalla salía.// [IGR # 0103] #8380
Tan alta iba la luna / como el sol de mediodía,// cuando el bueno de Belardo / de su batalla salía;// [IGR # 0103] #699
Tan alta iba la luna / como el sol de mediodía,//cuando el manto de Pinel / bordaban en Berbería.// [IGR # 0074] #3313
Tan alta iba la lun / como el sol al medio día//cuando el conde y la condesa / van dambos en romería// [IGR # 0136] #3777
Tan alta va la luna, madre, / como el sol del medio día,// cuando don Pedro Abelardo / de la batalla venía,// [IGR # 0103] #694
Tan claro hace la luna / como el sol a mediodía,// cuando sale Valdovinos / de los caños de Sevilla.// [IGR # 0109] #1593
Tand` ê um di` . . . tarde, / regando no mê jardim,//vejo vir Bernardo francês, / tocando manestim.// [IGR # 0168] #6459
`Tando D. João à morte, / próximo para morrere,//aproxima-se-lhe a hora. / Ai, meu Deus, que eu vou fazer?// [IGR # 0006] #2287
Tándose la Teresita / en silla de oro sentada//con el niño entre los brazos / se quedara adormentada;// [IGR # 0802] #9392
¡Tan! ¡tan! llaman en la puerta, / Hierbabuena baja a abrir.//--¿Quién es ese caballero / que en mi puerta llama así?// [IGR # 0222] #4844
--¿Tantos días, tantos meses / has de estar tú por allá?//--No lo cuentes tú por meses, / por años lo pués contar// [IGR # 0110] #3979
Tanto tiempo que he jugado / no he ganado ni perdido;//he ganado una ciudad / y hai perdido un castillo:// [IGR # 0169] #2500
`Tava dona Clàrana, / numa sexta-feira à tarde,//penteando o sê cabelo, / à porta do sê quintal,// [IGR # 0113] #6336
--Tengo de formar una guerra / entre España y Portugal//que el conde de Gerineldo / se tiene que hallar allá.--// [IGR # 0023+0110] #4235
--Tengo yo apostado, madre, / con el rey de Portugal//de dormir con Marianita / hasta los gallos cantar.// [IGR # 0255] #5593
Tengo yo mi esposa en Francia, / de quince años, que más no// y si tú me la engañases, / me saques el corazón;// [IGR # 0532] #846
. . . tenía tres hijas: / Ana, Marta y Filomena//Pasó por allí un pastor / y se ha enamorado de ellas;// [IGR # 0184] #144
Tenía una vez un rey / tres hijas como una plata,//la más chica de las tres / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #7144
--Tens os cabelos compridos, / eles te conhecerão.//--Dême umas tesouras, / que os deitarei ao chão.// [IGR # 0231] #7503
. . . `Te puxeras ahí / para los dados jugar//Si fueras buscar tu prima, / tu prima fueras buscar.// [IGR # 0151] #1730
Teresina daba voces / en sillas de oro sentada,//que se le queimaba el niño, / el niño se le queimaba.// [IGR # 0802] #8384
Teresita tenía un novio / que Francisco se llamaba//acostumbraba ir a verla / tres días en la semana.// [IGR # 0193] #1760
Teresita tenía un novio / que Francisco se llamaba,//y le acostumbraba a ver / tres días a la semana// [IGR # 0193] #5615
Teresita tiene un novio / que Francisco se llamaba//acostumbraba a ir verla / tres días a la semana.// [IGR # 0193] #1761
Te tengo que hacer vizconde / de Aragón y Portugal//para cuantos años conde / para tres y nada mas// [IGR # 0023+0110] #4266
Tiempo es, el caballero, / tiempo es de andar de aquí,// que ni puedo andar en pie, / ni al emperador servir,// [IGR # 0444] #1579
Tinc un home petit / com un gran de civada//que per pujar al seu llit / ha de menester escala,// [IGR # 1113] #7927
Tinha um cordão verde / de rendinha torcida.//Perdera-o minha mãe, / andando pela vila.// [IGR # 2871] #2749
Tiniendo Gonzalo Bustos / en los brazos a Mudarra//con lágrimas y suspiros / desta manera le habla:// [IGR # 2032] #5001
. . . //Tocam sinos a finados, / ai Jesus! Quem morreria?// [IGR # 0503] #6655
Todas as fillas do rei / casadas e con familia//e eu, por ser a máis bonita, / aquí me encontro rendida.// [IGR # 0503] #1677
Todas las aves dormían, / cuantas Dios criaba y nacen,//no dormía Belisera, / la hija del Emperante.// [IGR # 0307] #9370
Todas las aves dormían / cuantas Dios criara y mase;//no dormía Melisera / la hija del Emperante,// [IGR # 0307] #5911
Todas las gentes dormían / en las que Dios tiene parte,// mas no duerme Melisenda / la hija del emperante;// [IGR # 0307] #1627
--Todo el mundo tengo andado / y he visto tierras lejanas,//seis años fui bien servida, / yo sin él, sin gozar nada.// [IGR # 1813] #3580
Todos los soldados cantan, / cantan, bailan y hacen fiesta//menos un pobre soldado / cargadito de tristeza.// [IGR # 0168] #3235
Todos los soldados, madre, / canten, bailen y hacen fiesta//non siendo un pobre soldado / cargadito de tristeza.// [IGR # 0168] #8132
Todos los soldados, madre, / se divierten y hacen fiestas//no siendo el pobre Francisco / que está lleno de clemencia.// [IGR # 0176+0168] #5561
. . . Toma, reina mora, / estas tres cautivas//para que te laven, / para que te sirvan.// [IGR # 0137] #247
Toques, totoques. / --Quem bate aí?//--Sou eu o ceguinho / que pão pedir.// [IGR # 0189] #4473
Torrijos nació en Cádiz, / y fueron sus padrinos//los dos hombres más dignos / que había en la nación.// [IGR # 0181.9] #5845
--Traigo una pena doblada / y un crecido sentimiento;//a nadie le digo nada, / yo sola soy la que siento.// [IGR # 0113] #5298
Trata, trata, Moliana, / trata já de m`enterrar//no canto do tê jardim, / no fundo do tê rosal.// [IGR # 2863] #2692
Tres damas van a la misa / por hacer la oración,//entremedio mi querida, / linda de mi corazón.// [IGR # 0107] #9433
Três filhas tinha el-rei, / todas três a costurar;//levantou-se a mais novinha, / foi regar o laranjal. // [IGR # 0720] #6519
Três filhas tinha o rei, / todas como ouro e prata,//a mais pequena delas / Deladina se chamava.// [IGR # 0075] #7085
Três filhos tinha el-rei, / todos como uma prata.//O mais novinho de todos, / D. Basílio se chamava.// [IGR # 0140] #6143
Três filhos tinha el-rei, / todos três como a prata.//O mais nòvinho deles / à cama se foi deitar.// [IGR # 0140] #6144
Três fontes que há em Braga / todas três de águas claras,//meninas que bebam delas / logo ficam desmaiadas,// [IGR # 0159] #6107
Tres hijas tenía el rey / bonitas como la plata.//la menorcita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3455
Tres hijas tenía el rey / bonitas como la plata,//la menor y la mejor / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3454
Tres hijas tenía el rey, / estimadas y queridas;// una se llama doña Ana / y el otra doña María// [IGR # 0005] #1074
Tres hijas tenía el rey / la cosa que más amaba.//Una se llama María / la otra se llamaba Juana,// [IGR # 0075] #5000
Tres hijas tenía el rey / muy hermosas y galanas,//la más chiquita dellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4995
Tres hijas tenía el rey / muy queridas y estimadas.//De las tres la más pequeña / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5489
Tres hijas tenía el rey, / muy queridas y estimadas,//y la más amable dellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4931
Tres hijas tenía el rey / que a su padre namoraban;//una so llama Altamora / y otra se llama Altamara,// [IGR # 0075] #4942
Tres hijas tenía el rey, / todas tres como la rama;//la más ohiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4958
Tres hijas tenía el rey, / todas tres como una grana//y la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3238
Tres hijas tenía el Rey / todas tres como una guinda.//Una se llama Doñina / y otra se llama Doña Ana,// [IGR # 0075] #4990
Tres hijas tenía el Rey / todas tres como una plata;//la más chiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4985
Tres hijas tenía el rey / todas tres eran delgadas.//La más delgadina de ellas / su padre se enamoraba// [IGR # 0075] #4983
Tres hijas tenía el rey, / y todas tres son igual; //todas visten de un vestido, / todas calzan de un calza // [IGR # 0159] #4883
Tres hijas tenía un rey / más bonitas que la plata;//la menorcita de ellas, / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5147
Tres hijas tenía un rey, / muy queridas y estimadas,//la una se llamaba Antonia, / la otra se llamaba Juana,// [IGR # 0075] #5485
Tres hijas tenía un rey, / todas tres como la plata,//Delgadina es la menor. / --Tú has de ser mi enamorada.// [IGR # 0075] #5486
Tres hijas tenía un rey / todas tres como una plata;//la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #8627
Tres hijas tenia un rey, / tres hijas como la plata,// la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1087
Tres hijas tiene el buen rey, / hermosas a maravilla,//unha a ten casada en Francia / y outra a ten en la Luntría,// [IGR # 0308] #4549
Tres hijos tenía el rey, / todos tres como una plata,// el más chiquitino de ellos / se enamoró de una hermana.// [IGR # 0140] #1052
Tres ninetas remavan / sota `l torrent,//l` una `n renta bugada / l` altra l` estén,// [IGR # 2694] #8066
Tres palombas ven bolando / por el palacio del rey//Bola una bola otra / Ya bolan todas las tres.// [IGR # 0133] #8017
Três voltas dei ao castdo, / sem achar por donde entrare.//Cavalheiro das armas brancas, / vistes-lo por `qui passare?// [IGR # 0150+0457] #2248
Três voltas dei ao castelo, / não achei por onde entrare;//soldado de farda branca, / vistei-lo por aqui passare?// [IGR # 0150] #2219
--Três voltas dei ao castelo, / sem achar por dond` antrar.//cavaleiro d`armas brancas / viste-lo por `qui passar?// [IGR # 0150] #6005
Três voltas dei ao castelo, / sem achar por donde entrare.//Pelo lado mais pequeno / entra o pavão a voare,// [IGR # 0150+0457] #2247
Três voltas dei ao castelo, / sem achar por dond`entrare.// Cavaleiro d`armas brancas, / não o viram por aqui passare?// [IGR # 0150] #2211
--Três voltas dei ao castelo, / sem achar por onde entrar.//Cavaleiro de armas brancas / viste-lo por aqui passar?// [IGR # 0150] #5996
Três voltas dei ao castelo, / sem achar por onde entrare.//Cavaleiro das armas brancas, / viste-lo por aqui passare?// [IGR # 0150+0457] #2243
Três voltas dei ao castelo, / sem saber por donde entrar.//Soldadinho d`armas brancas, / visteis-lo por aqui passar?// [IGR # 0150+0457] #2239
--Triste de mim que estou velho, / as guerras me acabarão!//Mal o hajas tu, ó Helena, / e mai` la tua geração,// [IGR # 0231] #7497
--Triste de mim, que eu sou velho, / as guerras me acabarão,//de sete filhas que eu tenho / não ser nenhum rapaz barão,// [IGR # 0231] #7492
. . . Triste de mí//no tengo padre ni madre / ni quién se acuerde de mí,// [IGR # 0047] #645
Triste estaba la condesa, / triste y harta de llorar//porque le llevan al conde / porque le van a llevar// [IGR # 0110] #3839
Triste estaba la condesa, / triste y harta de llorar//porque llevaban al conde / por teniente capitán// [IGR # 0110] #3838
Triste estaba la condesa, / triste y llena de pesar//porque la llevan al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #3837
Triste estaba mi condesa, / triste y harta de llorar.//--¿Por qué lloras, mi condesa? / por que tengo de llorar// [IGR # 0110] #3950
Triste está la gentil dama, / triste está que no riendo.//Asentada en un estrado / franjas de oro tejiendo,// [IGR # 0758] #4544
Triste estava don Rodrigo, / desdichado se llamava,//gimiendo estava y llorando / la gran pérdida de España;// [IGR # 0441] #7956
Triste novas me vieram / lá do reino da Espanha://Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2281
Triste nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por allá,//que el conde Azores, señora, / lo llevan por general// [IGR # 0110] #3873
Tristes nobas, tristes nobas, / são sonhadas em Sevilha,//que casa o duque d` Alba / com dama de grão valía.// [IGR # 0508] #6513
Tristes novas aí em Espanha, / tristes novas lá havia,//que se casa o duque d` Elvas, / com damas de gran` valia.// [IGR # 0508] #6512
Tristes novas me vieram / desses lados da Espanha://Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2285
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,// está D. João à morte, / com pena da sua dama.// [IGR # 0006] #5933
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2298
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,//estava D. João doente, / doente por sua dama.// [IGR # 0006] #5925
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://estava D. Manuel doente, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2290
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://estava don João doente / con pena da sua dama.// [IGR # 0006] #9326
Tristes novas me vieram,/ lá do centro da Espanha,//que Dom João `stava doente, / p`r`uma doença de dama.// [IGR # 0006] #5930
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,//que estava D. João doente, / com penas da sua dama.// [IGR # 0006] #5934
Tristes novas me vieram lá / do centro da Espanha://Qu`estava D. João à morte, / doente na sua cama.// [IGR # 0006] #2295
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://`Tava D. João à morte, / doente na sua cama.// [IGR # 0006] #2294
Tristes novas me vieram / lá dos lados da Espanha:// Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2277
Tristes novas me vieram / lá dos lados da Espanha://Estava D. João à morte, / sentado na sua cama.// [IGR # 0006] #2286
Tristes novas, novas tristes, / corridas são por Espanha,//que Dom António está doente, / do mal de damas, na cama.// [IGR # 0006] #5941
Tristes novas, novas tristes, / que têm vindo de Granada://Dom João estava doente, / com pena da sua amada.// [IGR # 0006] #9328
Tristes novas, tristes novas, / corridas vão por Espanha,// D. João está doente, / está doente de cama.// [IGR # 0006] #5932
Tristes novas, tristes novas, / que vieram de Granada://D. João está doente / com pena da sua amada.// [IGR # 0006] #2272
Tristes novas, tristes nuevas, / que se cuentan por España:// Que malito está don Juan, / que malito está en la cama.// [IGR # 0006] #2275
Tristes nuevas que se corren / que se corren por España,//¡ay! que el príncipe don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2436
Tristes nuevas, trises nuevas / que se corren por España// es el príncipe don Juan / qu`esta malito en la cama// [IGR # 0006] #2363
Tristes nuevas, tristes malas / tristes nuevas, tristes claras,// tristes nuevas que se corren / que se corren por España// [IGR # 0006] #9624
Tristes nuevas, tristes nuevas / que han sucedido en España//Tristes nuevas, tristes nuevas / que han sucedido en España// [IGR # 0006] #2398
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// de aquel médico don Juan / qu`está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2331
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España://el hijo de Don Felipe / malito estaba en la cama.// [IGR # 0006] #9361
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España// el hijo de don Felipe / malito se halla en la cama;// [IGR # 0006] #9623
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,//el infante de don Juan / está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2434
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// ese príncipe don Juan / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2325
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España//la vida don Juan Carrelo / que se halla enfermo en la cama.// [IGR # 0006] #2469
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España//que el infante de don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2435
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,//que el príncipe de don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2438
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España//señor príncipe don Juan / cayó malito en la cama.// [IGR # 0006] #2342
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// se principia por don Juan / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2326
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por Granada,// ese príncipe don Juan / que está malito en la cama,// [IGR # 0006] #2330
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España ,//el peor es el don Juan / que está malito en la cama;// [IGR # 0006] #2446
Tristes nuevas, tristes nuevas,/ que se cuentan por España,//el primero es don Juan / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2447
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España// que el caballero don Juan / malito cayó en la cama.// [IGR # 0006] #2338
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España:// que el caballero don Juan / malito que está en la cama.// [IGR # 0006] #672
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España:// que el pobrecito Don Juan / malito se halla en la cama.// [IGR # 0006] #665
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España,//que el primero era don Juan / que malito estaba en cama.// [IGR # 0006] #2449
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España,// que se cuenta de don Juan / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2322
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por la España// el caballero don Juan / malito se halla en la cama.// [IGR # 0006] #2344
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuenten por España,//que Joaquín de la Ribera / está malito en la su cama;// [IGR # 0006] #2468
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se suenan por España//Nuestro rey, que Dios haiga, / está muy malito en cama,// [IGR # 0006] #1783
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se suenan por España//que nuestro rey, que Dios haya / está muy malito en cama.// [IGR # 0006] #2402
Tristes nuevas, tristes nuevas / se cuentan por España,// que el señor don Juan / muy malo cayó en la cama.// [IGR # 0006] #2381
Tristes nuevas, tristes viejas, / que se cuentan por España,//que el glorioso San Juanín / está malo en la su cama.// [IGR # 0006] #2451
Trist està el comte don Pere / i la comtessa també, //perquè ha d`anar a la guerra / i ha de deixar sa muller.// [IGR # 0292] #8938
Tristes van los zamoranos / metidos en gran quebranto;// reptados son de traidores, / de alevosos son llamados// [IGR # 0265] #1438
Triste vida é a do frade, / `inda peior que a da freira; / andar de noite às escuras / em penitência.// [IGR # 2957] #2878
--Tu, cavaleiro não ames / a filha `ò teu senhor,//é novinha põe-te fora / que tu morres com amor.// [IGR # 0720] #6520
--Tú eres mujer muy bonita, / eres más linda que el sol,//¡quién te pudiera gozar / una noche sin temor!// [IGR # 0234] #3479
Tu não sabes, mulher minha, / o que tem acontecido://Delgadinha, minha filha, / de amores me tem trazido.// [IGR # 0075] #5809
Tu padre y tu madre buenos / y todos sin novedad.// Al oir a la princesa / al suelo cayó mortal// [IGR # 0110] #4023
--Tu que tens, Juliana? / Passas a vida a chorar.//--Eu nada, ó minha mãe, / o D. Jorge vai casar.// [IGR # 0172] #6960
--Tu que tens, ó D. Fernando, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6476
--Tu que tens, ó Juliana, / que estavas a suspirar?//--Chegou-m` agora a notícia, / João Jorge s` ia casar.// [IGR # 0172] #6971
--Tu que tens, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe, / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6488
--Tu que tens, ó soldadinho, / tão triste andas na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe / ou ares da tua terra!// [IGR # 0176+0168] #6499
Tu Rufina hermosa, / tu que fais aí.// Estou guardando o gado, / ben o veis equí.// [IGR # 0453] #1226
--Uma aposta hei-de fazer, / aposta que hei-de ganhar,//hei-de falar com Mariana, antes de o galo cantar.// [IGR # 0159] #6102
Uma casada de novo, / vizinha do meu lugar,//andou ano e meio / p`ra arrate e meio fiar.// [IGR # 2916] #2874
Uma sogra que eu tenho, / vai-ma cá chamar,//que as dores são tantas, / já não posso estar.// [IGR # 0155] #6594
--Uma sogra que tenho / mandem-ma chamar,//as dores me apertam / eu estou a acabar.// [IGR # 0155] #6596
Um batoque, dois batoques, / Francisquinha sem ouvir;//lá no fim dos três batoques, / Francisquinha vêu abrir.// [IGR # 0234] #6917
Um mercador de Sevilha, / tratante de pano e seda,//dera-lhe Dios por mujer / uma formosa morena.// [IGR # 0096] #2715
/Um navio Catrineto / de`xou munto que contar.//Sete anos e um dia / andou perdido no mar./ [IGR # 0457] #7766
. . . / Um pai tinha uma filha//que era muito devota / da Virgem Santa Maria.// [IGR # 0212] #7727
Um rei tinha sete filhas, / da mais nova muito gostava;//quando era ao jantar, / ele toda a mirava.// [IGR # 0075] #7128
Um rei tinha três filhas, / alvas como prata fina,//namorouse da mais moça, / por lhe chamarem Aldina.// [IGR # 0005+0075] #7151
Um rei tinha uma filha / chamada D. Maria;//ela amava um capitão / pelo bem que lhe queria.// [IGR # 0108] #2681
--Una apuesta tengo, madre, / no sé si podré ganar://el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #4796
Una apuesta tengo madre / no sé si podré ganar//el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #2971
Una cançoneta nova / bé la sentireu a dir,//treta n`és d`un fadrí sastre / que venia de cosir,// [IGR # 1108] #7861
Una cançó novella / cantant vos la diré// treta d`una minyona, / filla de Móra n`é`,// [IGR # 1069] #7873
Una cansoneta nova / be la sentireu cantá//Treta n` es d` una minyona / qu` es filla de l` Ampurdá.// [IGR # 1068] #7845
Una cansó novella / cantant vo` la diré,//treta d` una minyona / filla de Mora n` é// [IGR # 1069] #7885
Una cansó-os vull cantá / no hi ha molt que n` es dictada.//Treta n` es dels matinés / que corren per la montanya// [IGR # 2714] #8062
Una cansó vuy cantá / no hi ha molt que n` es dictada//D` una minyona qu` hi ha / n` es filla del rey de Fransa// [IGR # 1026] #7856
Una cansó vuy cantá / no hi ha molt que n` es dictada //d` un cas que n` ha succehit / dins de la vila de Targa;// [IGR # 0940] #7834
Una cansó vuy canta / una cansó molt pulida,//d` un estudiant de Vich / qu` en festejave una viuda.// [IGR # 1127] #7872
Una cansó vuy dictá / no hi ha molt que n` es dictada//d` un home facinerós / que n` es práctich en las armas./ [IGR # 0943] #5850
Una casada afligida, / con una aflición notable//está envolviendo a su hijo / mientras se acuesta su padre;// [IGR # 0273] #509
Una casada afligida, / en un nación notable//está empañando a su hijo / en unos tristes pañales.// [IGR # 0474] #1988
Una casadina / de muy lejas tierras// con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #1133
Una casadina / de muy lejos tierra,// que murió de parto / y peores parteras.// [IGR # 0155] #1131
Una casadina / de tierras ajenas// con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #1134
Una casadina / de tierras ajenas// con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #1136
Una casadina / que en tierras ajenas//con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #8165
Una casadita / de lejanas tierras//con la mano barre, / con los ojos friega,// [IGR # 0155] #3434
Una casadita / de muy largas tierras// con su escoba barre, / con sus ojos riega// [IGR # 0155] #1130
Una casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #359
Una casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega.// [IGR # 0155] #360
Una dama muy hermosa / que otra mejor no hay,//sayo lleva sobre sayo, / un jubón de clavedón,// [IGR # 0107] #4865
Una doncellita honrada / que en el mundo se ha criado,//se enamoró de un galán / muy bonito y muy gallardo.// [IGR # 0208] #8766
Una famosa hortelana, / más hermosa que cien perlas//toca vigüela y guitarra / y baila que se despeina.// [IGR # 0578] #2029
Una gran guerra se ha armado / en España y Portugal;//los ojos de la condesa / ya no cesan de llorar// [IGR # 0110] #4112
Una gran guerra se ha armado / entre España y Portugal//Los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.// [IGR # 0110] #3361
Una guerra hubo en Francia / otra hubo en Portugal//llamaron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4332
Una guerra se armó en Francia / y otra se armó en Portugal;//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4357
Una guerra se ha formado / entre España y Portugal,//los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.// [IGR # 0110] #5785
Una guerra se ha movido / en Francia de Portugal//y a gerinelo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4281
Una guerra se levanta / la Francia con Portugal// al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #3968
Una hija tenía el rey / Blancayflor se llamaba//El padre dice casarla; / la madre dice que no,// [IGR # 0466] #2162
Una hija tenía el rey, / la prenda que más quería;// el rosario doloroso / tres veces lo reza al día:// [IGR # 0212] #1263
Una hija tenía el rey, / que se llamaba Altamara,// (ay) blanca como la nieve / y la naríz afilada.// [IGR # 0140] #1063
Una hija tenía un rey / muy querida y estimada,//pasó por allí un perro moro / que de ella se enamorara.// [IGR # 0422] #5530
Una hija tenía un rey, / que la amaba y la quería//si de plata la calzaba, / de oro la vestía.// [IGR # 0212] #8196
Una hija tiene el rey, / una hija arregalada;//su padre por más valor / un castillo la fraguara,// [IGR # 0161+0098] #8960
Una hija tiene el rey / una hija regalada;//su padre por más valor / un castillo la fraguaba.// [IGR # 0161+0098] #8959
Una hija tiene el rey, / una hija regalada.//Un día, por las calores, / se asentó en la ventana,// [IGR # 0161] #8980
Una hija tiene un rey / mucho la quiere y la estima,//calzada la trae de plata, / vestida de seda fina// [IGR # 0212] #5682
`Una `iz+a tyene `el rey, / `una `iz+a regalada.// La metyyó `en altas tores / por tenerla byen guadrada.// [IGR # 0161] #8976
--¡Una limosnita / pa la pobre ciega,//una limosnita / pa la pobre vieja!// [IGR # 2987] #3525
Una madre y una hija, / ambas parieron a un tiempo//la madre trajo dos niños / hermosos como luceros,// [IGR # 0360] #1763
Una mañana amorosa / antes que el sol arboleara//bajó la reina del cielo / y al pie de una fuente clara// [IGR # 0030] #9029
Una mañana de abril / pasé por la morería//y vi lavando una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2957
Una mañana de agosto, / eso del amanecer,//sale el conde Fernandito / con su caballo a beber,// [IGR # 0049] #9245
Una mañana de agosto//salió el conde Fernandito / con su caballo ` bebere,// [IGR # 0049] #9244
Una mañana de Julio / se levantó Gerineldo//a dar agua a los caballos / a las orillas del Ebro;// [IGR # 0023+0110] #5423
Una mañana de junio / se levanta Gerineldo,// a dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro;// [IGR # 0023] #802
Una mañana de Junio / se levantó Gerineldo//dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro.// [IGR # 0023+0110] #5422
Una mañana de mayo / se levanta Leonfredo//a dar agua a sus caballos / por las orillas del Ebro.// [IGR # 0023+0110] #8390
Una mañana de niebla / antes de rayar el alba//daba voces un marino / que se lo llevaba el agua.// [IGR # 0180] #3415
Una mañana en San Juan / se despierta el niño conde//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar,// [IGR # 0049] #5284
Una mañana solemne / del mismo mes de San Juan / va Gerineldo a dar agua / a las corrientes del mar;// [IGR # 0023] #799
Una matinada fresca / jo me n`aní a caçar,//no en trobí caça ninguna / que jo li pogués tirar,// [IGR # 2729] #7840
Una mora iba a lavar / pañuelos a la morita,//a las dos de la mañana / venía la pobrecita.// [IGR # 0169+0204] #2593
Una moza y una moza / no se espanta de la Muerte;//porque tiene padre y madre, / sus doce hermanos casados,// [IGR # 0666] #4806
Una mujer tenía dos hijas, / ambas las casó nun día//una con un labrador, / labraba toda la vida,// [IGR # 0374] #8231
Una niña en una fiesta / le dice a un. pastor: --Espera,//que por ti anda la zagala / de amor que se desespera.// [IGR # 0191] #3496
Una niña en un balcón / le dice a un pastor: --Espera,//aquí te habla una zagala, / que de amores desespera.// [IGR # 0191] #5120
Una niña muy bonita, / más bonita que cíen perlas,//toca pandero y guitarra / y baila que desempiedra.// [IGR # 0578] #9755
Una noche de lunar / se levantó Gerinaldo//lleve el caballo a beber / a las orillas del mar.// [IGR # 0023+0049] #3376
Una noche muy de noche, / siendo yo niña chiquita//me cautivaron los moros / día de Pascua florida// [IGR # 0169] #2486
Una noche muy oscura / de codos a una ventana,//vi venir un perro moro / por aquella vega llana.// [IGR # 0422] #5529
Una noche muy oscura, / de relámpagos y agua, / ha salido don manuel / a visitar a su dama.// [IGR # 0115] #4557
Una noche muy oscura, / en el rigor del invierno,// falleció un alma de un cuerpo / que para Santiago iba.// [IGR # 0797] #1290
Una noche muy oscura, / en el rigor del invierno//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.// [IGR # 0685] #8307
Una noche muy oscura, / llena de temor y miedo//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.// [IGR # 0685] #560
Una noche muy oscura / que a la gente atemorá-//se pasea un caballero / desde la esquina a su ca-,// [IGR # 0115] #8215
Una noche muy oscura, / que a la gente hace llorar,//paseaba un caballero / desdé la torre a su casa,// [IGR # 0115] #5626
Una noche triste oscú. . . / que a la gente hacía llorá. . . //paseaba un caballé[. . . ] / desde la puerta a su cá[. . . ],// [IGR # 0115] #1781
Una noche triste, oscura, / en el rigor del invierno,//murió un alma pecadora, / sin recibir sacramentos.// [IGR # 0685] #8765
Una noche triste, oscura, / por el rigor del invierno//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.// [IGR # 0685] #2156
Una pastora divina / guardando estaba sus cabras//con el librito en la mano / leyendo la vida sacra.// [IGR # 0214] #261
Una pulida pastora, / una pulida zagala,//una pulida pastora / guarda un hatallo de cabras;// [IGR # 0329] #1823
. . . / una quinta mandó echar//y le tocó a Gerineldo / de capitán general//la niña lloraba mucho// [IGR # 0023+0110] #4215
Una recién casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #356
Una señora tenía un hijo, / un hijo sólo tenía,// lo ha brindado una Gallarda / para merendar un día.// [IGR # 0200] #943
Una tarde de torneo / pasé por la morería//y vi una mora lavando / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2583
Una tarde de torneo / salí por la morería//y vi lavar a una mora / al pie de una fuentecilla.// [IGR # 0169] #2561
Una tarde de verano / me llevaron a paseo// Al pasar por una esquina / me encontré con un convento,// [IGR # 0225] #9541
Una tarde de verano / me sacaron a paseo//al revolver una esquina / estaba un convento abierto.// [IGR # 0225] #8213
Una tarde de verano / me sacaron a paseo,//al revolver una esquina / había un convento abierto.// [IGR # 0225] #5272
Una tarde de verano / me sacaron de paseo;//al doblar por una esquina / cuatro monjitas salieron,// [IGR # 0225] #5268
Una tarde fresquita de mayo / a la alameda me fui a pasear,//me he encontrado con un caballero / de alta estatura, cuerpo regular.// [IGR # 5016.9] #3091
Una tarde Gerineldo / limpiando el traje de seda,//pasó la infanta y le dijo: / --Gerineldo, yo quisiera . . .// [IGR # 0023] #5175
Una torre vi en Granada / la mejor que vi en mi vida,//la pasea una señora / que se llama Rosalía.// [IGR # 0212] #5677
Una vez hubo un rey moro / fronterizo de Castilla//que en muchas tierras mandaba / y bellas hijas tenía.// [IGR # 2850] #8339
Una vieja de Granada / gran tempestad hacía,//lloran condes, lloran duques, / ya llora la frailecía;// [IGR # 0058] #4461
Una vieja en Granada / y un pollito crió,//sopa en vino le daba / y sopa en vino le dio// [IGR # 0743] #5843
Una vieja muy vieja / tenía una niña,//bajo siete llaves / la trae recogida.// [IGR # 0189+0155] #9807
Una vieja revieja / tenía una hija,//debajo siete llaves / la tenía metida,// [IGR # 0189] #8995
Una vieja, vieja, / tenía una hija;// bajo siete llaves / la tiene metida.// [IGR # 0189+0155] #949
Una vieja, vieja, / tenía una hija,// que entre siete llaves / la tiene metida.// [IGR # 0189+0155] #950
Un barbero fue a moler / en una aceña que está//en jurición de Santiago / en la raya `e Portuga[l].// [IGR # 4008] #2036
Un buque va para Francia / y otro para Portugal//a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4204
Un caballero en la cuadra, / don Alejos` dicía//Un caballero en la cuadra, / don Alejos` dicía,// [IGR # 0546] #1712
Un caballero en Madrid, / tenía una leal criada,//ella era tan bonita, / que de ella se enamoraba,// [IGR # 0245] #5609
Un caballero en Madrid / tenía una noble criada,//él se ha enamorado de ella,/ ella no le ha dado cara.// [IGR # 0245] #8321
Un caballero en Madrid / tiene una linda criada,//que d`amores la pretende / y ella no le daba cara.// [IGR # 0245] #2756
Un calderero me ronda / las tapias de mi corral;//el maldito caldelero / tiene un ojo de cristal.// [IGR # 3007] #3073
Un capitán Jenoé / cartas al sargento lleva,// salen doscientos soldados / de la Mancha de la tierra.// [IGR # 0176] #1005
Un castillo era un castillo, / y aquel castillo lucido,//y rodeado está de almenas / del oro de la Turquía;// [IGR # 0308] #7800
Un cazador fue a cazar, / a cazar como solía;//se le escureció la noche / en una pura montiña,// [IGR # 0164+0100] #8327
Un cazador fue a la caza / tras de un corzo que allí había;// en aquel roble más alto / allí vio a una niña,// [IGR # 0164+0100] #756
Un cazador iba a caza, / no caza como solía,//se bajó una calle abajo, / se subió una calle arriba,// [IGR # 0185] #5708
Un cazador va de caza / a los montes que él sabía,// los perros lleva cansados, / las liebres no aparecían.// [IGR # 0164+0100] #758
Un conde y una condesa / para Santiago caminan//a pedir a Dios del cielo / que les diera niño y niña.// [IGR # 0136] #8643
Un cura decía misa / de las ánimas traidor.//Se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #342
Un cura diciendo misa, / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #347
Un cura diciendo misa / de las ánimas traidor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #4900
Un cura que dice misa / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #8651
Un cura que dice misa, / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #8200
Un cura que dice misa / en la iglesia de un pastor// se enamoró de una niña / desde que la bautizó// [IGR # 0083] #2967
Un día de carnaval / de gitana me vesti,//entré en un salón de baile / y estaba mi novio allí,// [IGR # 5050] #3204
Un día de gran calor / la pastora se dormía,//más la afligía la sed / que el hambre que ella tenía;// [IGR # 0212] #5683
Un día el rey estando en la meza, / el padre que la mirava.//-- ¿Qué me miras, siñor padre, / que me mira, que me mata?// [IGR # 0075] #3709
Un día el rey y la reina / juntitos a misa van//y Tornillos iba hablando / lo que no debía hablar:// [IGR # 0145] #3218
Un dia encontré las gordas, / que fumava de tot plé.//En diuhen: --¿quin tabaco tenes? / --¡Ay! delestanch d`Argelagués.--// [IGR # 2712] #7831
Un día estando durmiendo / muy mal sueño revelaba,// y les dice a sus criados: /No sé qué para en mi casa:// [IGR # 1668] #747
Un día estando en la mesa / su padre la quiso hablar//por que no te casas niña / que el conde ya no vendra// [IGR # 0110] #4092
Un día estando en mi casa / tejiendo y labrando seda,//vi venir un caballero / por altas sierras morenas.// [IGR # 0113] #5337
Un día muy lluvioso / con tan fuertes aguarradas//se ha quedado la zagala / al abrigo ` una chaparra,// [IGR # 0214] #263
Un día por la mañana, / a eso del amanecer,//sale el conde Fernandito / con su caballo a beber.// [IGR # 0049] #8367
Un día por la mañana / fue Gerineldo al castillo//y al entrar por la portada / la infantina le ha sentido;// [IGR # 0023] #5412
Un dia por la mañana / passei pela mouraria;//ouvi cantar una moura / ao pé duma fuentecilla.// [IGR # 0169] #2317
Un día que iba a misa / y encontréime y encontréla,//me encontré con la serrana / que anda por Sierra Morena./ / [IGR # 0233] #7323
Un día salió la niña / por el arroyito arriba//la encontraron unos moros / y la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #1741
Un diumenge, de capvespre, / el condi ve de caçar;//troba sa seva condessa / dalt es llit malalta està.// [IGR # 0311] #4838
Un domingo a la mañana / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #5568
Un domingo de mañana / fui a misa con mi padre,//y en el camino encontré / a una mujer que era un ángel.// [IGR # 0203] #5867
Un domingo diendo a misa / encontréme y enontréla;// me alcontré con la serrana / que vive en Sierra Morena.// [IGR # 0233] #927
Un domingo, estando errados, / se encontraron dos manchegos,//y echando mano a su espada, / como queriendo pelear. // [IGR # 0766+0101] #9775
Un domingo fui a misa, / nunca pude descansar//me cogí la carabina / y al monte me fui a cazar.// [IGR # 0186] #3288
Un domingo por la tarde / me encontré con la Gallarda;//me agarrara por la mano, / a su cueva me llevara;/ / [IGR # 0233] #7324
Un domingo yendo a misa / encontréla y encontréla;//encontré con la serrana / que habita en Sierra Morena.// [IGR # 0233] #7449
Un domingo, yendo a misa, / encontréme y encontréla:// me encontré con la serrana, / que era de Sierra Morena,// [IGR # 0233] #920
Un domingo, yendo a misa, / encontréme y encontréla://me encontré con la serrana / que vive Sierra Morena.// [IGR # 0233] #3339
Un estudiante venía / de estudiar en Salamanca,//se encontró con una niña / como la nieve de blanca.// [IGR # 0204] #5640
Un francés salió de Francia / con deseos de mujer//encontró una chiquitina / que le supo responder.// [IGR # 0204] #8396
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer;//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #16
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer.//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #21
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #23
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #27
Un galán de firme amor, / tuvo con una doncella//palabras de casamiento; / que se ha de casar con ella.// [IGR # 0209] #5542
Un galán iba de caza / por unos montes arriba;// sin hallar caza ninguna / todo el monte recorría.// [IGR # 0164+0100] #763
Un galiot dels més grossos / es va fer cap a la mar, //va sortir de Barcelona, / cap a Grec `via d`anar.// [IGR # 2774] #9782
Un gran rey tenía tres hijas / todas tres como una grana;//la más delgadina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4972
Unha aposta teño feita, / unha aposta hei de ganar//de dormir con Lauriana / autes do galo cantar.// [IGR # 0255] #8755
Un hijito la princesa / un hijito caronale;//por darle del buen dotrino / con el rey le metió a paje.// [IGR # 0440] #8823
Un hijo tenía Abrán, / un hijo sólo tenía,//le traía bien vestido, / le traía bien calzado,// [IGR # 0201] #7999
Un hijo tiene el rey David / que por nombre Hablor se llama,//namoróse de Tamar / aunque era su propia hermana.// [IGR # 0140] #5880
Un hombre se vino a España / en busca de una mujer//y la encontró más bonita / que en el mundo puede haber.// [IGR # 0204] #3342
Un labrador en Madrid / rica labranza tenía;//cuando iba a su labranza / de a caballo se ponía.// [IGR # 0185] #9837
Un labrador fue a arar / y se le olvidó la hijada.// Vuelta, vuelta, los mis bueyes, / vuelta, vuelta para casa.// [IGR # 0436] #1295
Un lunes a las cuatro horas, / ya después de mediodía,// ese duque de Berganza / con la duquesa reñia:// [IGR # 0326] #1518
Un lunes por la mañana / Teresiña madrugaba// a empañar niños al rey / á sombra de una retrama.// [IGR # 0802] #848
Un manto cortó Espinel / un manto a la maravilla;//Las cien damas lo cortaban, / y otras tantas lo cosían.// [IGR # 0074] #3315
Un manto labra Espinel, / un manto a la maravía.//Y el manto turó en labrar / siete semanas y un día// [IGR # 0074] #3324
Un manto labró Espines, / un manto a la maravilla,//que se quedó por labrarle / siete semanas y un día.// [IGR # 0074] #3319
Un mariner caigué a l`aigua / tirant una vela enlaire,//i el dimoni, que és subtil, / tot seguit li preguntava:// [IGR # 0180] #8609
Un marinero en el mar / daba voces que se ahogaba//--¿Qué me das, marinerito?, / y te saco deste agua.// [IGR # 0180] #195
Un marinero en el mar / daba voces que se ahogaba//y le respondió el demonio / al otro lado del agua.// [IGR # 0180] #197
Un matí de bon matí / un matí de sol i vent//partiren de Berberia / que ho eren mil y tants cents.// [IGR # 0148] #4478
Un mocito muy guapo / le decía a su mamá//que quería una capa / con corchetas dorás,// [IGR # 3011] #3074
Un niño nació en Francia / muy bello y sin igual,//por no tener padrinos / Mambrú se va a llamar.// [IGR # 0178] #5252
Uno era el ruincanana, / otro era el ruiseñor// otro era la tortolita, / que lo cantaba mejor.// [IGR # 0231] #903
Unos vienen y otros van, / soldaditos a la guerra;//ciento y uno van quintados / y cien voluntarios llevan, [IGR # 0176] #418
Un padre que trabajaba / en el muelle de Almería//tan sólo tenía una hija, / la flor de la maravilla.// [IGR # 5059] #3089
Un padre tenía tres hijas, / de las tres, la más delgada,//un día comiendo a la mesa, / su padre la reparaba:// [IGR # 0075] #4949
Un padre tenía tres hijas, / todas tres como la plata// y la más chiqueretita / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3359
Un padre tenía tres hijas / . . . //y la más chiquítita / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5778
Un padre tenía tres hijas / y las tres como la plata//y la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #87
Un padre tenía tres hijas / y las tres eran muy guapas, //y la más pequeña de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5484
Un padre tenía un hijo / muy querido y estimado,// que no comía gallina / ni tampoco bacalao,// [IGR # 0201] #5361
Un padre tiene una hija / que más otra no tenía.//La devoción por los santos, / la devoción que tenía,// [IGR # 0212] #337
Un pobre de un labrador / de Medina de Ríuseco//tocóle a coger cabalas, / más alcabalas de un ciento;// [IGR # 0767] #1854
Un pobre sevillano / la desgracia le ocurrió// de siete hijas que tuvo / ninguna fueron varón.// [IGR # 0231] #3117
Un pregón pregonó el rey, / un pregón que así decía://el que matare a Goliat / medio reino le daría;// [IGR # 0537] #7932
Un pregón pregonó el rey / un pregón que así dezía://-El que a la Albetra venziese / medio reino le daría,// [IGR # 0099] #8807
Un pregón pregonó el rey, / un pregón que así dezía://Todo el que la Albetra venze / medio reino le daría,// [IGR # 0099] #8806
Un rey . . . / . . . //Delgadina, y con gran sed, / se ha asomado a la ventana// [IGR # 0075] #99
Un rey moro tenía una hija / que Delgadina se llama//Un día estando comiendo / su padre la miraba.// [IGR # 0075] #90
Un rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba,//cuando era mayorcito, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #3153
Un rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Y un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6354
Un rey tenía dos hijas, / las quiere más que a su vida;// la una era muy devota / de la Sagrada María,// [IGR # 0212] #1265
Un rey tenía dos hijas / tan bellas y tan queridas.//Las cautivaron los moros, / las llevan a morería,// [IGR # 0169] #8640
Un rey tenía dos hijos, / . . . // El hijo le llaman Timón / y la hija Altamara.// [IGR # 0140] #1058
Un rey tenía tres hijas / bonitas como la plata,//y la menorcita d`ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3457
Un rey tenía tres hijas / de oro las vestía y de plata las calzaba.//Un día estando en la mesa / para una merienda:// [IGR # 0075] #4984
Un rey tenía tres hijas, / la cosa que él más quería,// que de plata las calzaba / y de oro las vestía.// [IGR # 0212] #1258
Un rey tenía tres hijas, / las quería y las amaba;// la más chiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0159] #732
Un rey tenía tres hijas / más bonitas que la plata.//De las tres la más chiquita / Delgadina se llamaba./ / [IGR # 0075] #4641
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata,//la más chiquitína de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4992
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #89
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata,//y la más chica de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5149
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//y la más chiquirritina / era la más resalada.// [IGR # 0075] #98
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//y la más chiquirritita / Delgadina se llamaba// [IGR # 0075] #4938
Un rey tenia tres hijas / muy hermosas y galanas,//y la menorcita d` ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3456
Un rey tenía tres hijas / muy queridas, muy amadas,// y la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1089
Un rey tenía tres hijas / muy queridas y estimadas//y entre ellas tenía una / que se llamaba Delgada.// [IGR # 0075] #4991
Un rey tenía tres hijas / todas tres como la plata;//la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5495
Un rey tenía tres hijas, / todas tres como la plata//y la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #100
Un rey tenía tres hijas, / todas tres como una grana.//Una se llama María / y otra Juana se llamaba,// [IGR # 0075] #4940
Un rey tenía tres hijas, / todas tres, como una paja//pero la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4994
Un rey tenía tres hijas / todas tres como una plata;//la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba,// [IGR # 0075] #4979
Un rey tenía tres hijas / todas tres como una plata,// la más chiquitita de ellas / doña Eugenia se llamaba.// [IGR # 0469+0138] #843
Un rey tenía tres hijas / y a todas las estimaba//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #85
Un rey tenía tres hijas / y las tres como la plata//y la más chiquitita / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #82
Un rey tenía tres hijas / y las tres como una plata,//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5490
Un rey tenía tres hijas, / y las tres como una plata,//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5491
Un rey tenía tres hijas, /|todas tres como la plata,//y la más rechiquitita / Delgadina se llamaba./ / [IGR # 0075] #4784
Un rey tenía una hija, / a ella sola la tenía;//la piden duques y condes, / señores de marquesía.// [IGR # 0212] #8669
Un rey tenía una hija, / huerfanita se quedaba;// tierna se quedó sin madre / y buen ama le buscaba// [IGR # 0802] #849
Un rey tenía una hija / la tiene de por casar//desposada con don Bardos / que se fue y no volvio mas// [IGR # 0110] #3918
Un rey tenía una hija / más hermosa que la plata//un día estando comiendo / su padre se la miraba.// [IGR # 0469+0159] #9667
Un rey tenía una hija, / muy querida, muy amada,//no la dejaba salir / ni asomarse a la ventana.// [IGR # 0075] #4961
Un rey tenia una hija / que clarita se llamaba//un día estando en la mesa / de esta manera le habla// [IGR # 0110] #3931
Un rey tenía una hija / que en el alma la tenía//la trae calzada de plata, / vestida de seda fina.// [IGR # 0212] #338
Un rey tenía una hija, / que se llamaba Tamara,// era blanca como leche / y encarnada como grana,// [IGR # 0140] #1062
Un rey tenía una hija, / una hija no más tenía,//de plata la trae calzada, / de oro la trae vestida;// [IGR # 0212] #5676
Un rey tenía una hija, / una, que más no tenía; //de la plata la calzaba, / de la seda la vestía.// [IGR # 0212] #4913
Un rey tenía una huerta / toda de árboles plantada//en medio de aquella huerta / tiene una fuente que mana,// [IGR # 0469+0138] #208
Un rey tenía un hijo / que era príncipe de España.//De Altamar se enamoró, / de Altamar, su linda hermana.// [IGR # 0140] #8673
Un rey tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #476
Un sacerdote de misa / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #5569
Un señor tenía tres fies / toes tres como la plata//y la más hermosa delles / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4954
Un sevillano en Sevilla / siete hijas le dio Dios,// la mala suete que tuvo / ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #891
Un sevillán, sevillán, / siete de que ver;//un día la más pequeña: / --Madre, qui`ó servir al rey.// [IGR # 0231] #530
Un valenciano en Valencia / siete hijas le dio Dios,// la mala suerte que tuvo / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #896
Un viernes partió el Señor / a la ciudad de Samalia//antes de llegar a él / el calor le fatigaba.// [IGR # 0187] #2072
Vacas guarda la pastora, / vacas guarda, vacas cuida,// el día está caloroso, / la pastora se dormía.// [IGR # 0212] #1270
Vai o conde, conde Nino, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / canta um lindo trovar.// [IGR # 0049] #6443
Vai o conde e a condessa / . . . //ambos vão tomar a sesta à sombra do verde prado;// [IGR # 0338] #6945
Vai-se o lobo às ovelhas, / além, naquela ramada.//--Tem-te, lobo, tem-te, lobo, / não me vás à rebanhada,// [IGR # 0235] #7473
--Vai-te, meu D. Bruno, / vai-te e vem logo,//dize à tua mãe, / que venha aqui logo.// [IGR # 0155] #6599
. . . / va la Virgen pa Belén;//en la mitad del camino / pidio el Niño que beber.// [IGR # 0226] #3522
Valdemoros, Valdemoros, / qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2424
Valdovino va de caza / y él de caza no venía,// vai buscalo, don Bernardo, / que Dios te lo pagaría.// [IGR # 0103] #691
--¡Válgame Dios y la Virgen / y todo el santo San Gil!//¿Quién es este caballero / que a mis puertas dice: abrid?// [IGR # 0222] #3486
--¡Válgame el Dios de los cielos, / también mi patrón San Gil!//¿Quién es este caballero / que mi puerta quiere abrir?// [IGR # 0222] #3581
--¡Válgame la Virgen pura / y mi padre san Gil,//que antes de llegar a la puerta / se me ha apagado el candil!// [IGR # 0234] #5014
--¡Válgame la Virgen santa! / ¡Válgame el señor san Gil!//¿quién es ese caballero / que mis puertas viene a abrir?// [IGR # 0222] #5053
Válgame nuestra Señora / y la Virgen soberana.//--Delgadiña, Delgadiña, / Delgada da miña i-alma, [IGR # 0075] #4939
Válgame Santa Ana, valga, / sagrada Virgen María//si hombre que a mujeres llega, / si se le perdonaría.// [IGR # 0020] #1800
--Valha-me Nossa Senhora / e o cavaleiro São Gil,//que cavaleiro é este / que me não deixa dormir?// [IGR # 0222] #6859
--Valha-me Nossa Senhora / e `ó milagroso São Gil;/que cavaleiro é este / que me não deixa dormir?// [IGR # 0222] #6863
--Valhame Nossa Senhora / e o milagroso São Gil. //Que cavaleiro é este / que não deixa dormir? // [IGR # 0222+0168] #6900
--Vamonos para Madrid,/ que dicen que hay buenas damas,//unas las hay muy bonitas,/ bonitas bien adornadas, [IGR # 0249] #4895
Vámonos para Madrid / que dicen que hay lindas damas//dicen que las hay bonitas, / bien vestidas y adornadas!// [IGR # 0249] #1980
Vamos a cantar, señores, / estas coplas de la niña,// que cautivaron los moros / en los riscos de Melilla,// [IGR # 0169] #2536
Vamos a cantar, señores, / estos cuplés de la niña,//que han cautivado los moros / en los riscos de Melilla.// [IGR # 0169] #1216
Vamos con don Juan de Amores / que está malito en la cama;//cuatro médicos lo asisten, / los merjoritos de España.// [IGR # 0006] #2453
--Vamos ju`ando` al hilo de oro / y al hilo `e plata también,//que me ha dicho una señora / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #3517
Vamos ver a barca bela / que do céu caiu ao mar;//Nossa Senhora vai nela, / os anjinhos a remar.// [IGR # 0435.2] #2918
Van camino de Roma / dos peregrinos,//pa que los case el Papa / porque son primos,// [IGR # 0142] #3196
Varen vení á n-aquet mon / Don Dalmau y dona María,//quant ells n` eran petitets / jugaren de maynadilla// [IGR # 0418] #8577
Varias guerras se publican / en la tierra y en el mar,// y a la condesa le llaman / por teniente capitán.// [IGR # 0110] #9603
--Vecina, vecina mía, / vecina, vecina no,//mi gallina se ha perdido / y usté fue quien la cogió.// [IGR # 3012] #9764
Vecinita, vecinita, / vecinita del balcón.//¿Ha visto usté una gallina / que ayer tarde se perdió?// [IGR # 3012] #9765
Vela, vela el moro Murcia, / en el campo estaba armado//de espadas y pistoletas / y un brioso caballo,// [IGR # 0061] #5378
Velo, velo viene el moro, / ya viene por la calzada,// viene tirando a los bolos, / viene jugando a la barra.// [IGR # 0045] #643
Vem-te cá, mê filho mais velho, / tira-m`aqui este dente.//Metê-lhe o dedo na boca, / o pai apertou-lhe sempre.// [IGR # 0002] #2597
--Venerando, Venerando, / mi caballero pulido,//a las diez se acuesta el rey / y a las once está dormido,// [IGR # 0023+0110] #3799
Venga mi hijo el mayor, / por ser el más desgraciado,//méteme un dedo en la boca, / que tengo un diente dañado.// [IGR # 0346+0003] #2999
--Vengo brindado, Mariana, / para una boda el domingo.//--Esa boda, don Alonso, / debiera ser conmigo.// [IGR # 0172] #9261
--Venhas embora, marido, / boa seja a vossa vinda,//que vos quero perguntar / que dizem lá pela vila.// [IGR # 0165] #7607
--Venha ver, meu pai, venha, / tenho novas a contar,//olha que o Conde d` Alamanha / p`r`à cama me quis levar.// [IGR # 0095] #6791
--Venho da Virgem da Lapa / mais valente que cansada;//se eu tivera companhia / ainda para lá tornava// [IGR # 0165] #7615
--Venho da Virgem da Lapa / mais valente que cansada.//Disseram a seu marido / que ela andava namorada,// [IGR # 0165] #7617
Venía um cavaleiro / de Roncesvales, da guerra;//no fundo de lindo outeiro / vira estar uma donzela.// [IGR # 2861] #2683
Venturoso labrador / que da súa arada viña//viña rezando o rosario / d`a cabalo da burriña,// [IGR # 0185] #1755
Verdes parras tem a vinha, /ricas uvas nela achei, / tem maduras, tão coradas. . . / Estão dizendo "comei"// [IGR # 2972] #2765
Veste de en melita en melita / veste de lugar en lugar//y en el medio del camino / un pajercito hallaras// [IGR # 0023+0110] #4255
Vestida (d)e paños de seda, / casada con un mancebo.//Este tal tenía un hijo / que a los diez años no llega.// [IGR # 0096] #603
-Vesti-vos vós, minha filha, / vesti-vos d` ouro e prata,//detende-me aquele moiro, / de palavra em palavra.// [IGR # 0045] #6011
Victorioso vuelve Ercilo / de los moros de Valencia.// . . . / por dar aviso que llega,// [IGR # 0048] #3445
Viene de Andalucía / un caballero de fama// [IGR # 0838] #2019
Vieram os três reis / com muita alegria,//visitar o filho / da Virgem Maria.// [IGR # 0770] #2779
Viernes Santo, Viernes Santo, / de pechos en las armenias,viendo la ciudad de Roma / cómo se abrasa y se quema.// [IGR # 0065+0079] #9362
Viernes santo, Viernes santo, / Viernes santo, en aquel día //pasó la Virgen María / en busca de su hijo amado,// [IGR # 1537.1] #5081
Vilaninha me sondes ora / Vilana sou, mas não vossa// Como passa la vilana / lá no rio sem uma ponte?// [IGR # 2904] #2751
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--El hijo del rey don Juan / está malito en España.--// [IGR # 0006] #2425
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--El rey príncipe don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #680
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La muerte del rey don Juan / que está malito en la cama;// [IGR # 0006] #2480
Villanueva, Villanueva, / ¿que se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malilto en la cama.// [IGR # 0006] #2337
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2333
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2482
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2384
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2431
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que esta malito en la cama.// [IGR # 0006] #674
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?// . . . / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2369
--Vinde abrir a porta / ao cego perdido, //ó minha menina, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7058
Vinde para mim, / meu Deus e Senhor;//salvai a minh`alma, / que eu sou pecador.// [IGR # 2878] #2800
Vindo a dona Silvana / pelo seu corredor acima,//tocando uma guitarra / que até le retenia,// [IGR # 0503] #6691
Vindo dom conde Lindes, / numa noite de luar,//a dar água aos seus cavalos, / ele se pôs a cantar.// [IGR # 0049] #6444
Vindo dona Issirvana, / polo corredor acima,//tocando guitarra d` ouro, / oh que tão bem na tangia!// [IGR # 0503] #6653
Vindo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / dos melhores toques que havia,// [IGR # 0503] #6674
Vindo o lavrador da arada, / encontrou um pobresinho//o pobresinho lhe disse: / --Leva me no teu carrinho.--// [IGR # 0185] #2088
Vindo um cavaleiro / pedindo pousada,//eu o despedia / e meu pai lha dava.// [IGR # 0173] #7630
Vind` un caçador de caza, / . . . //los perros iban cançados / y ello tam`ién lo iba;// [IGR # 0164+0100] #7260
Vinha lo sol dos oiteiros, / já era claro lo dia,//e lo Conde d` Alemanha / e la rainha dormia.// [IGR # 0095] #6802
Viniendo de Cartagena / cayó un marinero al agua.//El diablo, como es tan pillo, / buscaba perder un alma.// [IGR # 0180] #5257
Viniendo yo de las Indias, / queriendo saltar en tierra//vi(de) asomada en la ventana / una niña blanca y bella,// [IGR # 0500] #2024
Vino un parte a Gerineldo / que tiene que servir al rey//todavía no había cumplido / si a los siete años no vengo// [IGR # 0023+0110] #4307
. . . Vio venir un caballero / con una carga de leña//Lo agarró por la mano, / para su cueva lo lleva.// [IGR # 0233] #1836
Virgem Santa, Virgem Santa, / em capela d` alegria, //onde vai a gente toda / a cumprir a romaria. // [IGR # 0456] #7072
Víspera de los Reyes / la primer fiesta del año,//en que el hijo del rey moro / pide a su padre aguinaldo.// [IGR # 0056] #5379
Vísperas de santos reyes, / segunda fiesta del año,//cuántos galanes y damas / al rey piden aguinaldo// [IGR # 0056] #2991
Vistióse de romerita / y echóse en su busquedad.//En mitad de aquel camino / se encontró con un pajar// [IGR # 0023+0110] #4125
Vi venir un caballero / por el alto de la sierra//atrevíme y le pregunté / si venía de la guerra.// [IGR # 0113] #221
Vivía un soldadito / en la ley de Dios humana;//tenía de devoción / de oír misa en Santa Clara.// [IGR # 0445] #8662
Voces daba el marinero / bajo de la mar salada,// que clamaba a nuestro Dios, / que le sacase del agua.// [IGR # 0180] #1281
Voces daba el marinero / dentro de la mar salada,// voces daba al Rey del Cielo, / voces daba que se ahogaba.// [IGR # 0180] #1273
Voces daba el marinero, / que se ahogaba, que se ahogaba//El demonio que non duerme / atsí se tsi priparaba.// [IGR # 0180] #3292
Voces daba el mariñero, / voces daba, que se afogava.//Respondió el mal demonio / del otro lado del agua:// [IGR # 0180] #7692
Voces daba el marinero, / voces daba que se ahogaba.//Le respondiera el demonio / del otro lado del agua.// [IGR # 0180] #7693
Voces daba un alma sola, / voces daba que non vía//iba a casa Santiago / i o camiño non sabía.// [IGR # 0797] #1641
Voces daba un marinero, / voces daba que se ahogaba;//le ha respondido el demonio / al otro lado del agua.// [IGR # 0180] #194
Voces daba un marinero, / voces daba que se ahogaba//le respondiera el demonio / del otro lado del agua:// [IGR # 0180] #1767
Voces daba un marinero / voces daba que se ahogaba,//y le respondió el demonio / del otro lado del agua:// [IGR # 0180] #8678
Vola, vola, passerell / Déu te dó llarga volada,//ja diràs a mon parent / que mon pare m`ha casada,// [IGR # 2730] #9538
Vos peço, madre querida, / pelo sangue derramado,//qu`em vosso filho vindo, / nada le seja contado,// [IGR # 0077] #2720
--Vou-me fazer uma aposta / de perder ou de ganhar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6070
Vou-te deixar, minha amada, / sete i-anos vou viajare.//Lá ao fim dos sete i-anos / fiel me virás achar.// [IGR # 2859] #2671
Vozes dava o marinheiro, / vozes dá que se afundava.//Respondeu-lhe o mau demónio / das outras bandas da água:// [IGR # 0180] #2815
Vozes dava o marinheiro, / vozes dava, que se afogava.//Respondeu-lhe o Diabo / do outro lado da água:// [IGR # 0180] #7697
Vozes dava o marinheiro, / vozes dava, que se afogava.//Respondeu-lhe o mau demónio / das bandas de além da água:// [IGR # 0180] #7695
Vozes dava o marinheiro, / vozes de que se afogava.//Respondeu o mau demónio / da outra banda da água:// [IGR # 0180] #7698
Vuelta, vuelta, bueyes negros, / que se me olvidó la hijada// La puerta la dejé abierta / y ahora la encuentro cerrada,// [IGR # 0436] #1297
Xa bate o sol na vidreira, / xa no pazo loce o dia,//cando o conde d`Alemana / coa linda reina dormía.// [IGR # 0095] #4551
Xan Guindan querse casar, / non ten a muller buscada,//foille faelo amor / á filia da tía Xuana.// [IGR # 0883] #4929
Y Abrán tenía un hijo, / muy querido y estimado,,//y un día estando en la mesa / todos juntos merendando,// [IGR # 0201] #8994
Ya cabalga Calaínos / a la sombra de una oliva,// el pie tiene en el estribo, / cabalga de gallardía.// [IGR # 0609] #1622
Ya camina don Alonso, / lleva la reina consigo// a parir a Zaragoza / porque era zaragozana.// [IGR # 0030] #636
Ya camina don Belarde, / don Belarde ya se va,//ya ha puesto pie en el estribo / pa empezar a caminar// [IGR # 0110] #3895
Ya camina don Belarde, / ya camina, ya se va,// ya pone el pie en el estribo / para irse a caminar.// [IGR # 0110] #1142
Ya camina don Belardo, / ya camina ya se va//y a su esposita la deja / pequeña de tierna edad// [IGR # 0110] #3908
Ya camina don Bernardo, / ya camina ya se va//y deja a la doncellita / de catorce años na mas// [IGR # 0110] #3913
Ya camina don Brillante, / ya camina ya se va//y a su querida Isabel / solita la deja ya.// [IGR # 0110] #3911
Ya camina don Velarde / ya camina ya se va,//y a su esposita la deja / de quince años nada mas// [IGR # 0110] #3902
Ya camina ya Bernardo, / ya camina ya se va//y a su esposita la deja / de catorce años de edad// [IGR # 0110] #3914
(Y) a caza iba y a caza / el infante Juan García,//lleva los galgos cansados / de subir cuestas arriba.// [IGR # 0183] #3351
Ya dije en la primera parte / cómo van por el camino//don Jacinto con Leonor, / ambos del amor rendidos.// [IGR # 5035] #3541
Ya la guerra se publica / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4399
Y a la puerta de don Aire, / limosna pedían;//lo parte la madre, / lo baja la hija.// [IGR # 0189+0148] #6219
Y a la verde, verde / y a la verde oliva,//donde cautivaron / y a las tres cautivas.// [IGR # 0137] #3131
Ya le ha tocado la quinta / de capitán general.//si a los siete años no vengo / niña te puedes casar// [IGR # 0023+0110] #4206
Y al la puerta de Aire / un pobre pedia; //de parte` la madre, / lo baja la hija. // [IGR # 0189+0148] #6225
Ya llegó don Juan Barros / vaquero del Agua Fría,// con su caballo cansado / de correr todito el día.// [IGR # 0407] #3500
Y allí [prop] á la Roca / Cristo s` hi va posá.//Un minyonet ho veya, / minyó de poca edat,// [IGR # 2757] #7923
Ya mandara el rey / por todo España un pregón,// que vayan a luchar / de cada casa un varón.// [IGR # 0231] #899
Ya n` eran tres dallavres / qu` en dallan del bon blat,//la-un dalla que dalla, / l`altre no vol dallá.// [IGR # 1085] #7867
Ya piensa don Bernaldino / su amiga visitar;// da voces a los sus pajes, / de vestir le quieran dar.// [IGR # 2328] #1566
. . . Y a quien me da, la daré / otras riquezas más grandes.//que las tengo reguardadas / en el reino de mi padre.--// [IGR # 0605.1] #117
Ya sabrás, doña Leonor, / dónde tiene usté el marido//--Mi marido no está en casa, / no viene hasta el domingo.--// [IGR # 0699] #2030
Ya sale el Rey de los Cielos, / el soberano supremo//aquel que sale triunfante / de su hermosísimo templo;// [IGR # 0793] #2102
Ya salía el condecillo / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5293
Ya salió don Alonso, / ya se salió de su casa;//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9037
Ya se armara una guerra / de Francia pa Portugal;//ya mandan a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4127
Ya se camina don Bardo / ya se camina ya se va//ya le pregunta su esposa / que pa cuando volvera// [IGR # 0110] #3917
Ya se comenzo la guerra / ya tiran a pelear//di-me dueño de mi vida / po cuantos días te vas// [IGR # 0110] #3992
Ya se declaró la guerra / de Francia con Portugal//a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4278
Ya se declaró la guerra / ya se marchó el general//le pregunta la princesa / por cuanto tiempo te vas// [IGR # 0110] #4003
Ya se descubren las torres / por esos cerros y templos//y a la Virgen soberana / el frío la va asistiendo.// [IGR # 0560] #272
. . . //Ya se echan a parir / todas las dos en un día. //Las comadres son lijeras / trocan a las criaturas.// [IGR # 0136] #8035
Ya se embarca don Bernardo, / ya se embarca, ya se va,// y queda la Isabelita / con catorce años de edad,// [IGR # 0110] #1150
Ya se ha empezado la guerra / entre Francia y Portugal// al señor conde lo llaman / por capitán general.// [IGR # 0110] #4080
Ya se ha formado la guerra / entre Francia y Portugal//y al conde le han nombrado / el capitán general.// [IGR # 0110] #304
Ya se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal,//y le tocó a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9420
Ya se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal//y le toco a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4333
Ya se ha movido la guerra / entre Francia y Portugal// al conde Flores lo llaman / por capitán general.// [IGR # 0110] #4081
Ya se levantan las guerras / con Francia y con Portugal//a don Varío le ha tocado / por capitán general.// [IGR # 0110] #3966
Ya se levanta una guerra / de Francia pa Portugal//y llevan a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4130
Ya se marcha don Belarde, / ya se marcha ya se va//y a su esposita la deja / pequeña y de poca edad// [IGR # 0110] #3900
Ya se marcha don Bernardo, / ya se marcha ya se va//y deja la doncellina / de catorce años de edad// [IGR # 0110] #3912
Ya se marcha el conde Flores, / ya se marcha ya se va//a poner guerras en Burgos / porque en Francia no las hay// [IGR # 0110] #3887
Ya se marcha el conde Flórez, / ya se marcha ya se va//a poner guerras en Burgos / porque en Francia no las hay// [IGR # 0110] #3886
Ya se murió el rey Alfonso, / el que a Toledo ganara//y, por ser el rey tan güeno, / su muerte fue tan llorada.// [IGR # 0089] #1873
Ya se nombro una guerra / en Francia y en Portugal//ya a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4336
Ya se parte el conde el Arco / ya se parte ya se va//le pregunta su esposita / cuantos meses tardaras// [IGR # 0110] #3951
Ya se pasan los siete años / y algún día de más,//ya volvió don Alonso / a la Mariana a brindar.// [IGR # 0255+0172] #9264
Ya se prenuncia la guerra, / ya se vuelve a prenunciar;//el rey-conde Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4257
Ya se publica la guerra / la mandan a publicar// al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4015
Ya se publica la guerra / la mandan a publicar//Gerineldo se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4271
Ya se publica la guerra, / ya se manda publicar,//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9429
Ya se publica la guerra / y se vuelve a publicar//y Gerineldo cupido / a servir al rey se va// [IGR # 0023+0110] #4258
Ya se publican las guerras / entre Francia y Portugal//los ojos de la romera / no dejaban de llorar.// [IGR # 0110] #298
Ya se publican las guerras / por Francia y por Portugal//nombraron al conde Airón / por capitán general.// [IGR # 0110] #4040
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar// al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4026
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4014
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4021
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4028
Ya se publicó la guerra / la guerra esta publica//con el duque blancaflor / que el ha mandado llamar// [IGR # 0110] #3999
Ya se publico la guerra / ya se publica en liberal//y a Gerineldo le llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4273
Ya se sale de Toledo / el conde don Julián,//él y su hija la Cava / muy mal enojados van;// [IGR # 0247] #4538
Ya se sale don Alonso, / ya se sale de su casa,//lleva a la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #4435
Ya se sale Guiomar / de los baños de bañar// colorada como la rosa, / su rostro como cristal.// [IGR # 0492] #1604
Ya se sale la leona, / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas, / Blancaflor y Felimena.// [IGR # 0184] #3717
Ya se salen de Jaen / los trescientos hijosdalgo:// mozos codiciosos de honra, / pero más enamorados.// [IGR # 0271] #1481
Ya se salía el rey moro / de Granada para Almería,// con trescientos moros perros / que lleva en su compañía.// [IGR # 0304] #1488
Ya se salió don Alonso / ya se salió de su casa//ya queda la triste reina / de ocho meses embarazada.// [IGR # 0030] #9034
Ya se termina la guerra, / ya se marcha el general//le pregunta su romera / para cuanto tiempo va// [IGR # 0110] #4005
Ya se van los cien quintados, / cien quintos para la guerra;//en medio de ellos va uno, / hombre de valor y fuerza.// [IGR # 0176] #3010
Ya se van los quintos, madre, / ya se van para la guerra;//en media de ellos va uno, / hombre de valor y fuerza.// [IGR # 0176] #3008
--Ya te habís acostumbrado / a andar con malas ojotas,//si te casaras conmigo /te pusieras ricas botas.// [IGR # 0191] #3498
Ya tocan a misa en Roma / en la iglesia de Santiago. //Por la calle de las Culpas / mucha gente iba entrando;// [IGR # 0149] #4880
Ya van a sacar la quinta, / la quinta van a sacar,//y al vizconde se le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4007
Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//viene con el afán / de ver a su hijo.// [IGR # 0080] #8855
Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//ya viene que vuela / por ver a su niño.// [IGR # 0080] #3146
Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//y viene corriendo / por ver a su hijo.// [IGR # 0080] #5919
Ya viene don Pedro / de la guerra muy herido,//viene sofocado / por ver a su hijo.// [IGR # 0080] #1235
Ya viene don Pepe / de la guerra herido,//ya viene con ansias de ver a su hijo.// [IGR # 0080] #3015
Ya vienen los cativos / con todas las cativas,//entre eyos havía / una blanca niña.// [IGR # 0169] #3698
Y de caza ya salieron / los cazadores del rey//ni encontraron caza viva / ni conejos que traer.// [IGR # 0133] #3354
Y el rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se lamaba;//y un dia, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6361
Yendo por el campo arriba, / con mi caballo trotón,//me encontré con dos madamas / bellas, rubias, como el sol.// [IGR # 0612] #5646
Yendo yo un camino abajo / la muerte me reprendía.//--Confiésate, penitente, / porque la muerte te avisa.// [IGR # 0020] #9357
Y en el diez y seis de mayo / una guerra se ha formado//y han puesto a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4305
(Y) en el palacio del rey / hay una hierba malvada//que todo el que la pisara / se quedaría malvada.// [IGR # 0138] #9500
Y en medio de su jardín / se paseaba la reina//con sus dos hijas al lado / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3615
(Y) En Provincia de Caciris / y en la calle La Tarjeta,//allí vivía una moza / que era la propia violeta.// [IGR # 5034] #9809
Y en una casita humilde / (y) una enfermita habitaba// que estaba la pobre enferma / estaba enfermita en la cama// [IGR # 0193] #3118
Y estaba el rey Fernandillo, madre//dando agua a su caballo / a las orillas del mar// [IGR # 0049] #329
Y estando el gatito pardo / en silla de oro sentado,// le viniera una carta / que el gato iba a ser casado// [IGR # 0144] #1341
Y) estando fray / Pedro sentaíto ar sol,//(y) el hábito abierto / y afuera el cordón,// [IGR # 0665] #9759
Y estándose una señora / bordando pañuelos de seda//vio venir un caballero / por alta sierra y morena.// [IGR # 0113] #8168
Y estando una señorita / sentadita en su balcón//pasó por allí un caballero / --Con usted durmiera yo//. [IGR # 0234] #9067
. . . Y la más chiquitina / Delgadina se llamaba.//Un día estaba comiendo / de su hij[a] se enamoró.// [IGR # 0075] #94
Y le han dado las estrellas / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4298
Yo be la coneixeria / amb un brillant que li da//s en descorda la cutilla / y l brillant li ensenya// [IGR # 0110] #4064
Yo entraba a la puerta, / se me apagara el candil.//--Vete tú, mi nuera, / y busca una flama.// [IGR # 0373] #8866
Yo ma casé con un mozo / muy salao y muy pulido//yo me casé por mi gusto, / mala cuenta me ha salido.// [IGR # 0273] #510
Yo me adamé una amiga / dentro en mi corazón;// Catalina había por nombre, / no la puedo olvidar, no.// [IGR # 0671] #1557
Yo me alevantí un lunes, / un lunes por la mañana,//tomí arco y filecha / me asentí en la ventana.// [IGR # 0436] #3706
Yo me estaba reposando, / durmiendo como solia,//recorde, triste, llorando / con gran pena que sentia.// [IGR # 0081] #8973
Yo me estando en Tordesillas / por mi placer y holgar,// vínome al pensamiento, / vínome a la voluntad// [IGR # 0127] #1514
Yo me estando, madre, / en mi rico vergel,//una mala vieja / me vino a vencer.// [IGR # 0416] #8050
Yo me levantara un lunes, / un lunes antes de albor,//cogiera mi cantarito / y a la mar me echí a fólgar.// [IGR # 0831+0222] #8803
Yo me levantara un lunes, / un lunes por la mañana,//cogiera mi cantarito / y a la fuente fui por agua.// [IGR # 0707] #8865
Yo me levantí / un lunes por la mañana//y al hijo del rey / hallíle polvo y ceniza.// [IGR # 0802] #0
Yo m` en pujo costa amunt / amunt la costa solana,//quant ne soch á mitx camí / sento una veu prima y clara,// [IGR # 0937] #7895
Yo me partiera de Burgos, / Burgos a Salamanca.//En mitad de aquel camino, / del cielo cayó una carta,// [IGR # 0006] #5896
Yo me quería casar / con un mocito barbero;//mi padre no lo quería, / me encerraron en un convento.// [IGR # 0225] #5271
Yo me quería casar / con un mocito barbero,//y mi madre no quería / mocito de ministerio.// [IGR # 0225] #3194
Yo me quería casar / con un mocito barbero//y mi padre me quería / monjita del monasterio.// [IGR # 0225] #5273
Yo me quería casar / con un mocito barbero//Y mis padres me querían / monjita de monasterio.// [IGR # 0225] #5269
Yo me quería casar / con un. niñito muy bueno,//y mis padres me querían / monjita de un monasterio.// [IGR # 0225] #3526
Yo me yva para Francia, / do padre y madre tenia,//errado avia el camino, / errado avia la via;// [IGR # 0100] #8382
Yo nací pobre y mezquino, / una grande probería.//Caí en puertas de rey / por servirlo toda mi vida.// [IGR # 0073+0086+0622] #8049
Yo no soy peña dorabre, / yo no soy dorabre peña//ue las peñas dando golpes / de un lado y del otro quiebran;// [IGR # 0209] #2182
Yo Peidru Prietu y Llombardu, / vecino de este conceyu//natural de Sobrescobiu, / porque era de allá mi abuelu;// [IGR # 2804] #8312
Yo salí de mis torneos, / me fui pa la morería,//me he encontradito una mora / lavando en la fuente fría.// [IGR # 0169] #3039
Yo so fill de la Valldaura / m` hi criat á Castelló,//N` hi acabat l`aprenentatje / m` hi posat festejadó// [IGR # 1041] #3667
Yo soy la recién casada, / a nadie le gustará,//me abandonó mi marido / por la mala libertada// [IGR # 0113] #5304
--Yo soy la recién casada, / de mí nadie gozará,//me abandonó mi marido / por la mucha libertad./ / [IGR # 0113] #4724
--Yo soy la recién casada, / hace un mes que me casé.//Mi marido me abandona / por amar otra mujer./ / [IGR # 0113] #4715
--Yo soy la recién casada, / ¿no me han visto a mi marido?//--No, señora, no, señora, / déme seña y le diré./ / [IGR # 0113] #4717
--Yo soy la recién casada, / que he venido de Panamá,//en busca de mi marido / y no sé dónde estará./ / [IGR # 0113] #4723
--Yo soy la recién casada / que nadie me gozará;//yo abandoné a mi marido / por gozar la libertad.// [IGR # 0113] #5302
--Yo soy la recién casada / que nadie me gozará,//me abandonó mi marido / por amar la libertad.// [IGR # 0113] #5307
--Yo soy la recién casada / que nunca me casaré;//me abandonó mi marido, / pero aquí lo esperaré.// [IGR # 0113] #5300
--Yo soy la recién casada, / que vengo de Panamá,//abandoné a mi marido / por amar la libertad./ / [IGR # 0113] #4722
--Yo soy la recién casada, / venida de Panamá,//mi marido me abandona / por la mucha libertad./ / [IGR # 0113] #4727
--Yo soy la recién viuda, / hace un año me casé,//mi marido me ha abandonado / por amar la libertad./ / [IGR # 0113] #4726
--Yo soy, yo soy la viudita / que no ceso de llorar; //me abandonó mi marido / por seguir la libertad.// [IGR # 0113] #5318
. . . Yo te absuelvo, penitente, / si cumples lo que te digo//tienes que ir descalzo a Roma / sin comer nin beber vino,// [IGR # 0121] #1799
Yo te brindo, Marïana, / pa mis bodas el domingo// Esas bodas, don Buïso, / debían de ser conmigo.// [IGR # 0172] #826
Yo tenía una huerta / toda sembrada de granos//cuando vino la cosecha / todas se volvieron nabos.// [IGR # 0765] #1850
Yo tenía un buen amigo / y atan galán y tan cortés, //por darle el buen consejo / no me lo quiso recibir:// [IGR # 0266] #8054
Yo vide una Serranita / brincando de piedra en piedra.//Desafióme la serrana, / desafióme y desafiéla;// [IGR # 0233] #7409
Yo vi vajar un vaquero / por l` oriya`e un renoval//`etrrás di una vaca negra / orejana y sin señal.// [IGR # 2986] #3510
Y se formara una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4348
Y se ha formado una guerra / en raya de Portugal//y llaman a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4351
Y se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal;//llevaron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4234
Y se revuelve una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le toca / de general capitán// [IGR # 0023+0110] #4339
Y una costurera vino / de la parte del Oriente//a hacerle la canastilla / y a Jesús que está en el vientre.// [IGR # 0889] #3187
Y un águila vi volar / tan alta que al cielo llega,//y cuando la vi bajar / baja humilde a una ribera./ / [IGR # 0233] #7286
(Y) una hija tiene el rey, / una hija regalada,//su padre, por más valor, / un castillo la fraguara:// [IGR # 0098] #7806
Zagala que en este monte / guardaba un hatajo `e cabras//pa nuestro favor ha sido / de una hermosa zagala// [IGR # 0214] #255
Zagaleja que en el monte, / en el monte guardas cabras,//al pie de una piedra oscura / se ha sentado una mañana.// [IGR # 0214] #8681
Zuliana en el castillo, / con ese moro galane.//Juegando iban a los dados, / por grande gusto tornare.// [IGR # 0312] #5910
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