Pan-Hispanic Ballad Project
Index of First Verses
Scroll down or use the browser's FIND [^F] to locate a particular first verse.
(articles, punctuation, and accented characters do not affect the sorting sequence)
Number of first verses: 9775
A Adelina háde ser minha, / és a minha namorada,//ê di ouro te vestia, / ê de prata te calçava.// [IGR # 0005+0075] #7150
A Alvorada, Alvoradinha, / sentada no seu bordado,//dores de parto lhe deram / que a fizeram ajoelhar.// [IGR # 0153] #6565
A Atocha va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo lleva! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5101
Abajando va el conde / maldiziendo a su mujer//que le parió siete hijos / sin ningún hijo varón.// [IGR # 0231] #8922
--Abaxad Cara de Flores, / avridme la puerta.--//Abaxó Cara de Flores, / avió la puerta.// [IGR # 0552] #8042
Abelardo ya se iba / Abelardo ya se va//y a su mujer la dejaba / cansadita de llorar// [IGR # 0110] #3893
A Belén camina / a Virxe Maía//leva a San José / n`a sua compañía// [IGR # 0542] #8770
A Belén camina / la virgen Maria// iba San José / en su compañía.// [IGR # 0226] #8933
A Belén camina / la Virgen María//San José bendito / va en su compañía // [IGR # 0542] #7939
A Belén camina / la Virgen María//San José su esposo, / en su compañía.// [IGR # 0710] #8256
A Belén camina / la Virgen María//y a San José lleva / en su compañía.// [IGR # 0542] #573
A Belén camina, / quisiera saber,//un hombre de noche / con una mujer.// [IGR # 0542] #9821
--Abenamar, Abenamar, / moro de la morería,// el día que tú naciste, / grandes señales había;// [IGR # 0074] #3322
Abenámar, Abenámar, / moro de la morería,// qué castillos son aquellos? / altos son y relucian// [IGR # 0051] #1475
--Abenámar, Abenámar, / moro de la morería,//¿qué torres eran aquéllas, / labradas a maravilla?// [IGR # 0051] #5912
--Abenamar, Abenámar, / moro de la morería,//y el día que tú nacistes / grandes señales había:// [IGR # 0074] #3326
Abraham tenía un hijo / muy querido y estimado// y un día, estando en la mesa / todos juntos merendando,// [IGR # 0201] #9817
--Abra-me a porta, / chegue-se `ó postigo,//atire-me c` um lencinho, / qu` eu venho todo ferido.// [IGR # 0189] #7059
--Abram-s` as portas, / fachem-s` os postigos,//vênham dari a ismola / `ó triste ceguinho.// [IGR # 0189] #7041
--Abram-se as portas, / fechem-se os postigos,//amor, dá-me um lenço, / que eu venho ferido.// [IGR # 0189] #7056
--Abram-se essas portas, / fechem-se os postigos,//dê-me cá um lenço, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7026
--Abra-se essa porta, / cerre-se o postigo;//dê-me cá um lenço, / que já venho f`rido.// [IGR # 0189] #7037
--Abre a porta, Ana, / abre o teu postigo;//dá-me um lenço, amor, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7048
--Abre a porta, Ana, / abre o teu postigo, //dáme um lenço, Ana, / que venho ferido. // [IGR # 0189] #7017
--Abre a porta, Morena, / abre a porta, minh` alma.//--Como te heide abrir a porta, / meu Frei João da minh` alma,// [IGR # 0309] #6843
Abre la porta, morena, / abre la porta, minha alma.//Como t`hei-d`abrir a porta, / meu Frei João da minha alma,// [IGR # 0309] #2711
--Abre la porta, Morena, / qu` estou de pés na geada,//se me não abres la porta, / Morena, nã vales nada.// [IGR # 0309] #6848
--Abre la puerta, Polonia, / que vengo muy mal herido,//cuatro puñaladas traigo / que me ha dado tu marido.// [IGR # 0115] #9284
Abre la puerta, Teresa, / que la muerte traigo aquí// Quién es ese caballero, / que a mi puerta mandó abrir?// [IGR # 0222] #1048
--Ábreme a porta, / cérrame o postigo//e faime a cama, / que venño mui frío.// [IGR # 0189] #4465
--Abre-me a porta, / fecha-me o postigo,//deita-m` um lencinho, / que eu venho ferido.// [IGR # 0189] #7027
--Abre-me a porta, infeliz, / eu `stou com o pé na geada,//se não me abres a porta / não és feliz não és nada!// [IGR # 0309] #6841
--Abre-me a porta, morena, / / morena linda, casada!//--Como ta eu abrirei, ó D. Luís da minha alma?// [IGR # 0309] #6822
--Abreme a porta, Morena, / Moreninha engraçada, //se me não abres a porta, / nem és Morena nem nada!// [IGR # 0309] #6827
--Abre-me a porta, Morena, / moreninha malfadada,//Se me não abres a porta, / não és Morena nem nada.// [IGR # 0309] #6824
--Abre-me essa porta, / abre-me o postigo;//dá-me um lenço, Ana, / que eu venho ferido.// [IGR # 0189] #7039
--Ábreme la puerta, Elena, / no me tengas desconfianza,//que soy Fernández Francés / que ahora vengo de Francia.--// [IGR # 0222] #5054
--Abre-te, porta, / cerra-te, postigo;//dá-me o teu lencinho, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7021
--Abridme, galanica, / que va amanecer. //--Abrid, ya vos abro, / mi lindo amor, //", [IGR # 0597] #8556
Abrisme, Cara de Rosa, / abrisme la puerta,//que de siempre fuites mía, / cuanto y más ahora.// [IGR # 0552] #3676
À caça ia D. Pedro, / à caça como solia;//chegou ao meio do caminho, / o mal da morte le vinha;// [IGR # 0080] #7468
A caçar n`és el bon rei, / el bon rei i la regina, //no roman ningú a palau / sinó l`infant i la dida.// [IGR # 0802] #9768
A caçar vai caçador, / a caçar donde o sol ia;//seus perros leva cansados, / seu balcão perdido ia;// [IGR # 0164+0100] #7238
A caçar vai cavaleiro, / a caçar como o sol ia;//seus perros leva cansados / de andar de noute e de dia.// [IGR # 0164+0100] #7252
A caçar vai cavaleiro, / a caçar como solia;//seus gozos leva cansados / e o falcão perdido ia.// [IGR # 0164] #7248
A caçar vai cavaleiro, / a caçar donde o sol ia.//Seus perros leva cansados / e o falcão perdido ia,// [IGR # 0164+0100] #7244
À caça se vai D. Pedro, / à caça com o sol ia,//seus cães leva cansados, /ele cansado ia.// [IGR # 0080] #7465
À caça vai cavalheiro, / caçava como solia;//anoitecera na serra / sem caça, sem companhia.// [IGR # 0164] #2860
A Calatrava la Vieja / la combaten castellanos// por cima de Guadiana / derribaron tres pedazos;// [IGR # 0031] #1402
A casar se vai don Pedro, / a casar con Morsolina,//e no medio do camiño, / diull` un dolor de barriga.// [IGR # 0080] #8694
A caza iba el caballero, / a caza como solía,//los perros iban cazando / y el halcón perdido había.// [IGR # 0164] #8801
A caza iban, a caza / los cazadores del rey,// ni fallaban ellos caza, / ni fallaban qué traer.// [IGR # 0133] #1533
A cazar el rey salía, / a casar como salía,//por yirse a la caza, / onde la reina se iya.// [IGR # 0426] #2934
A cazar iba, a cazar / el esposo don García.//Se ha echado a dormir / al tronco una verde oliva.// [IGR # 0183] #4878
A cazar iba, a cazar, / el infante Juan García,// . . . / no caza como solía;// [IGR # 0164+0100] #5408
A cazar iba don Juan, / a los montes que solía,// lleva los perros cansados, / la caza no parecía.// [IGR # 0164+0100] #760
A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//eso de la medianoche / echó la vista p`arriba,// [IGR # 0164+0100] #8364
A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//lleva los perros cansados, / la caza no aparecía.// [IGR # 0164+0100] #8356
A cazar iba don Pedro, / a cazar como solía,//los perros iban cansados, / la caza nun parecía.// [IGR # 0164+0100] #8351
A cazar iba don Pedro, / a cazar donde solía,// los perros lleva cansados, / el galgo no parecía.// [IGR # 0164+0100] #759
A cazar iba don Pedro, / de caza como solía,//los perros lleva cansados, / la caza no parecía.// [IGR # 0164+0100] #8358
A cazar iba don Pedro / y a los montes que solía,//donde cae la nieve a copos / y el agua serena y fría;// [IGR # 0080] #9001
A cazar iba el caballero, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / y el halcón perdido había.// [IGR # 0164] #8800
A cazar iba el caballero, / a cazar como solía,//los perros le iban cazando, / el halcón perdido iba,// [IGR # 0164] #3749
A cazar iba el don Pedro, / a cazar como solía,//los perros iban cansados, / la caza no le venía,// [IGR # 0080] #8375
A cazar sale don Jorge, / a cazar como solía,//lleva su perro calzado, / el hurón calzado diba.// [IGR # 0164+0100] #3750
A cazar se vai don Pedro, / a cazar como solía//os perros leva cansados / i a cabeza lle doía. [IGR # 0100] #1662
A cazar va el caballero, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / y el halcón perdido había.// [IGR # 0164] #9384
A cazar va el caballero, / a cazar pra Mosolía//os perros leva cansados / i a caza non parecía.// [IGR # 0164] #1749
A cazar va el cazador, / a cazar como solía;//los perros ya están cansados / y el hurón perdido había;// [IGR # 0164+0100] #8326
A cazar va la serrana, / ojos de garza morena;//lleva la escopeta al hombro / como si cazador fuera.// [IGR # 0233] #7436
A caza va el cazador, / a caza como solía,//lleva los perros cansados / de subir cuestas arriba.// [IGR # 0164] #9709
Achava-se dona Iria / na sua sala asssentada,//bordando de agulha de oiro / e com seu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7684
A cidade de Coimbra / tem uma fonte de água clara;//as moças que bebem nela / logo se vêem pejadas.// [IGR # 0159] #6083
A condessa teve um filho, / e o filho seu não tinha mais,//Foi-o levar ao palácio / p`ra ele valer muito mais.// [IGR # 0440] #4412
A condessa teve um filho, / teve um só, não teve mais;//foram oferecer ao rei / p`ra saber e valer mais.// [IGR # 0440] #2656
Acordado de la muerte, / aunque con algún temor,//propio amor de su aparato, / en apariencia omisión,// [IGR # 1265] #3545
--Acorda, Helena, / desse teu dormir,//vai ver o cego / à porta a pedir.// [IGR # 0189] #4469
Acordai, filha Princesa, / vinde ver o belo cantar;//ou e serafim no céu / ou e sereia no mar.// [IGR # 0049] #5817
--Acordai vós, madre, / do doce dormir;//vind` ouvi` lo cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7067
--Acorde, minha mãe, / acorde de dormir,//que aí vem o triste cego / a tocar e a pedir.// [IGR # 0189] #7040
--Acorde, minha mãe, / acorde de dormir,//venha ouvir o cego / cantar e pedir!// [IGR # 0189] #7034
--Acorde, minha mãe, / desse seu dormir,//venha ouvir o cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7028
Adán tenía un hijo / chiquitito y`inclinado//siempre está pidiendo a Dios / que salga bien eduoado// [IGR # 0201] #8001
--Adelina, Adelina, / queres ser minha namorada?//Eu lo oiro la bestia, / eu de prata la calçava.--// [IGR # 0075] #7140
A descer da minha escada, / me caiu o meu chapim; //ao abrir da minha porta, / m` apagaram o meu candim;// [IGR # 0222+0168] #6899
--Adeus, vós, mãe da minh` alma, / que já nã torno a ver,//lá vai esta nau à guerra, / pelejar até morrer.// [IGR # 0112] #5971
Adiós, ciutat de Málaga, / ciutat rica y abundanta,//s` hi passeja un cavallé / festeja una noble dama.// [IGR # 0384] #8571
--Adiós, linda Margarita. / --Adiós, lindo baronel.//--Yo me embarco para Francia, / ¿qué mandáis a quien queréis?// [IGR # 0113] #3464
A dona Claralinda, / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6278
A dónde va Jesucristo / en una cruz enclavado//todo cubierto de luto, / hasta los pies del caballo?,// [IGR # 0481] #2096
Adónde vas, Alexandre, / adónde vas, arriero?//--Vamos a la romería, / vamos los dos compañeros.// [IGR # 0738] #2167
--¿Adonde vas, Alfonso Doce, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Merceditas, / que hace un año la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4687
--¿A dónde vas, Valdovinos, / dónde vas que no es de día?//--Y que seya, que no seya / tengo de ir ver a María.--// [IGR # 0546] #8371
Adormido se ha el buen viejo / del cansancio que traía,//a la sombra de un enebro / que otro árbol no le había,// [IGR # 0894] #4541
adrugaba conde Niños / a las orillas del mar//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8465
A entrada do mês de Maio, / `espedida da Primavera,//soldadinho rei Fernandes / votou laços para a guerra.// [IGR # 0176+0168] #6491
À entrada do mês de Maio, / . . . saída da Primavera,//entrou o rei Fernandes / laços deitando . . . guerra.// [IGR # 0176+0168] #6489
A esto pasó un pastor / y se enamoró de una de ellas.//--Oh buen yerno ¿como estás?, / ¿Cómo quedó Blancaflor?// [IGR # 0184] #3608
A filha de um rei de Espanha / aprendeu lambandeira.//. . . / . . . // [IGR # 1663] #6614
A filha do Rei da Espanha / foi tomar banho no mar,// a jóia caiu do dedo / e foi ao fundo do mar.// [IGR # 2964] #9528
A filha do Rei da França / foi tomar banho de mar;//caiu a jóia do dedo, / ela se pôs a chorar.// [IGR # 2964] #4422
A formiga foi ansiosa / e correu o pé na neve.// Ó neve, tu és tão forte / que meu pé prendes?// [IGR # 0737] #2896
A fortuna convidou-me, / p` ra ir com ela jantar,//em mesa de sentimentos, / toalhinha de pesar.// [IGR # 0720] #6541
A França hi ha una dama, / dama, dama de gran valor.//Du la cabeiera llarga, / llarga fins en el taló.// [IGR # 0107] #4864
a Fray Diego / sentadito al sol,//las bolsas colgando / y tieso el bastón.// [IGR # 0665] #9761
Afuera, afuera, Rodrigo, / el soberbio castellano,// acordársete debría / de aquel tiempo ya pasado// [IGR # 0021] #1423
Agora baixou o sol, / horas são de merendar,//vozes dava o marinheiro, v / ozes dava, que se afogava.// [IGR # 0180] #7702
Agora baixou o sol, / louvado seja o Senhor!//Eu casei c` uma donzela, / filha é dum lavrador;// [IGR # 0085] #7478
Águeda, que no quisiste / a los dioses adorar//en prueba de tu constancia / las tetas te han de cortar.--// [IGR # 0393] #2202
À guerra, à guerra, mourinhos, / ide pelo mar em fora,//quero uma cristã cativa que seja / bem branca e loura.// [IGR # 0136] #6174
A guerra, à guerra, mourinhos, / quero uma cristã cautiva//Uns vão por o mar abaixo, / outros por a terra acima.// [IGR # 0136] #2310
Agustín está malo, / muy malito en cama//llamaron siete dotores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2392
Agustín está malo / muy malito está en cama// [IGR # 0006] #2400
Ah, el día de los Reyes, / la primer fiesta del año// cuando todas las doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0056] #8075
Ahí arriba en aquel alto / venden ricos naranjeros;//ciego es el que los vende, / ciego es el que no ve.// [IGR # 0226] #5343
Ahí por bajito de Burgos / hay una pequeña aldea//y habitaba un comerciante, / tratante de paño y seda,// [IGR # 0096] #609
Ahí viene don Pedro / de la guerra herido;//viene con el ansia / de ver a su hijo.// [IGR # 0080] #4829
Ahí viene el perro moro / a todos desafiando//Ya tiene los dientes romos / de morder a los cristianos// [IGR # 0061] #8979
. . . //Ahí viene San José, / le dijo de esta manera//--¿Qué haces ahí, María, / con hábito de doncella?// [IGR # 0098.1+0043.1] #8290
--¿Ahont anéu vos, el bon comte, / ahont anéu tan dematí?//--Vaig á veure la comtesa / tant de temps que no `ns hem vist.// [IGR # 0168] #8592
Ahora les voy a decir / a las señoras honradas,//no den su brazo a torcer / cuando se encuentren casadas;// [IGR # 0222] #5056
Ahora que estoy despacio / siéntate y te contaré// la vida de un molinero / y el trance de su mujer,// [IGR # 0461] #1303
Ahora se publican guerras / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4155
--Ai de mim, que eu já sou velho, as guerras me acabarão,//sete filhas que eu tenho, sem ter um filho varão!// [IGR # 0231] #7544
--Ai de mim, que já sou velho, / as guerras me acabarão,//de três filhas que eu tenho / não tenho um filho varão!// [IGR # 0231] #7525
-Ai de mim, que sou velho, / as guerras m` acabarão.//Mal hajas tu, ó mulher, / e o teu mau coração,// [IGR # 0231] #7493
--Ai de mim, que vou p`r` à guerra, / guerras me acabarão,//de três filhas que eu tive, / sem nenhuma ser varão!// [IGR # 0231] #7509
--Ai de mim, um pobre velho, / que as guerras me acabarão,//de três filhas que eu tenho, / não ter um filho varão!// [IGR # 0231] #7539
--Ai, fill, per què no et cases, / per què no et cerques muller?//--Ai, mare, la mia mare / amb qui em casaré?// [IGR # 0148] #4508
Ai, Jesus da minha alma, / Senhor do meu coração,//quem soubera imitar / passos da vossa paixão// [IGR # 2900] #2796
Aimería, Aimería, / das montañas de León//de siete hijas que has tenido / ninguna te fue varón.// [IGR # 0231] #1716
Ainda ban se passeia a mourinha / de calçada em calçada,// [IGR # 0045] #2210
Ainda há pouco deu-se um caso / lá no centro de Espanha://`Tava D. João a morte, / doente na sua cama.// [IGR # 0006] #2288
A infância das mulheres / e para os homens cadeia:// muitos perdem no sentido / e o sangue das suas veias;// [IGR # 2690] #2319
Ai, nossa nau Catrineta, / andas perdida na mar,//já nã temos que beber, / já nã temos que manjar;// [IGR # 0457] #7773
Ai que saudades m`apertam / por a casa dos mês pais//Também m`apertam as dores / s`a minha mãe nã chegar.// [IGR # 0153] #2702
Airecito que venía / de tierra de Aguadelupe;//niña, despierta tu madre / para que el romance escuche.// [IGR # 0188] #2758
Alabadas sean las horas, / las horas que Cristo padeció,//por librarnos del pecado, / bendita sea su pasión.// [IGR # 1537.1] #5078
Alabándose anda Féliz, / Féliz como el gran traidor,// que no hay dama ni doncella / que a él le niegue el amor.// [IGR # 0532] #845
Alabóse el conde Vélez / alabóse el gran traidor,//que no hay dama ni doncella / que le negase el amor,// [IGR # 0532] #3347
Alabóse el conde Vélez, / alabóse el muy traidor,//que no hay dama ni doncella / que no riera su amor.// [IGR # 0532] #5863
Alabóse el conde Velo / en sus cortes s` alabó,//que non hay ni mosa ni casada / que s` enconora d` amor.// [IGR # 0532] #4462
A la celestial Princesa, / madre del divino Verbo,//le pido me dé su gracia, / porque sin ella no puedo// [IGR # 5138] #3548
A la celestial Princesa, / madre del divino Verbo,//le pido me dé su gracia, / porque sin ella no puedo// [IGR # 5138] #3547
--A la cinta, cinta de oro, / a la cinta de laurel,//por ciertas calles me han dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5208
A la ciutat de Granada / tota la gent va fugir//menos una noble dama / que té pres el seu marit.// [IGR # 1058] #4496
A la hija del rey / la llevan cautiva,//la cautivan moros / para Morería.// [IGR # 0169] #2567
A la medianoche y guila, / los gallos quieren cantar//Carlos, el amor que tiene, / no lo puede sosegar.// [IGR # 0366] #1682
A la montaña de Oro, / allí dentro de una cueva,//n`hi havia una serrana / blanca i rossa i no es morena.// [IGR # 0233] #7427
A la montanya d`Orís, / n`hi ha una linda mujera;//lleva chaqueta encarnada / y hermilla de seda buena,// [IGR # 0233] #7429
Alandino, Alandino, / paje del rey más querido,//¡cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo!// [IGR # 0023] #9697
Al ángel del oro, / que son hijas de un marqués//y me ha dicho una señora: / ¡Qué lindas damas tenéis!// [IGR # 0224] #3301
Al año de estar alli / dice que se va a la guerra//miente como un gran traidor / y fue a casa de su suegra// [IGR # 0023+0110] #4260
A la oliva verde, / a la verde oliva,//y a la hija del rey / la llevan cautiva,// [IGR # 0169] #2568
A la orilla de un río / una morena,// bordaba un gran vestido / para la reina;// [IGR # 0411] #996
A la plassa fan bailadas / mare, deixeumi aná;//yo que so tan boniqueta / bailado no `m faltará.// [IGR # 1040] #7843
A la presó de Lleyda / tots los presos hi son,//cent y cinquanta presos / cantan una cansó. // [IGR # 0375] #8563
A la puerta de Aire / limosna pedían,//partíalo la madre, / bajábalo la hija.// [IGR # 0189+0148] #4489
A la puerta de Aire / un pobre venía; //pártelo la madre, / bájalo la hija.// [IGR # 0189] #6223
A la puerta del rey cuarto/ vive Felipe tercero//llega una mujer cansada/ a pedir alojamiento. [IGR # 0007] #4885
A la puerta el Aire / (y) un pobre pedía;//lo parte la madre, / lo baja la hija.// [IGR # 0189+0148] #6224
A la puerta llama un niño / más hermoso que el sol bello//en duda que tiene frío / en duda que está en cueros.// [IGR # 0179] #375
--A la puerta llora un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío / y el pobrecito está en cueros.// [IGR # 0179] #8284
A la puerta petan, / quién es el que llama?// Es un pobre ciego / que pide posada.// [IGR # 0189] #947
A la puerta pican, / sal a ver quién es.// Es el ciego, madre, / que la viene a ver.// [IGR # 0189] #948
. . . A la punta de una lancha / un pañuelo yo bordé//que le bordé siendo niña, / siendo niña le bordé.// [IGR # 0113] #222
A la que es Madre del Verbo, / María, Señora Nuestra,//le pido, humilde postrado / me dé gracias para que pueda // [IGR # 5007] #8848
A la que es madre del Verbo / María y Señora nuestra//la pido humilde y postrado / diga si con lo que pueda// [IGR # 5007] #8349
A la quinta, quinta, quinta / de una señora de bien,//llega un lindo caballero / corriendo a todo correr.// [IGR # 2988] #3533
A la reina le cortan faxadura, / faxadura de sirma y perla.//Ya le cortan a la esclava / todas las migajirías.// [IGR # 0136] #9471
A l`arrabal de Sevilla / viv`una linda zagala,//no tiene padre ni madre, / sol`uno armano l`ampara// [IGR # 0147] #2757
A la salida de Francia / y a la entrada de Aragón//me encontré con unas damas / mucho más bellas que el sol.// [IGR # 0612] #402
A las diez de la noche / Juan se marchaba//y la pobre de Adela / se desmayaba;// [IGR # 0195] #3057
A las doce de la noche / cuando los gallos cantaban,//cuando don Carlos de Amor / se levanta con su espada,// [IGR # 0366+0159] #8617
A las doce de la noche / los gallos quieren cantar//cuando el conde y la condesa / a misa del gallo van// [IGR # 0110] #3920
A las doce de la noche / un pobre pidió posada;// los padres, como eran dóciles, / ellos luego se la daban.// [IGR # 0173] #981
A las dos de la tarde / le dijeron a Prim://--Viva usted con cuidado, / que lo quieren herir.// [IGR # 0154.9] #3126
A las idas y venidas / San José hizo reparo//que la saya de María / se le iba levantando:// [IGR # 0777+0710] #3186
A las mujeres discretas / [ . . . . ]//que presumen de entendidas, / que de amorosas se precían// [IGR # 0902] #3555
A las puertas de Belén, / que es ciudad de la Judea//está la Virgen María, / relumbra como una estrella.// [IGR # 0098.1] #8291
A las puertas del palacio / del rey Felipe tercero//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento,// [IGR # 0007] #1910
Alá vai dona Silvana / pelo corredor p` ra cima,//com a guitarra na mão, / belamente a tangia.// [IGR # 0503] #6649
A la verde, verde, / a la verde oliva//donde cautivaron / a las tres cautivas.// [IGR # 0137] #3046
A la verde, verde, / a la verde oliva//donde cautivaron / a las tres cautivas.// [IGR # 0137] #254
A la verde, verde, / a la verde oliva,//donde cautivaron / y a las tres mocitas.// [IGR # 0137] #8853
A la verde, verde, / y a la verde oliva//donde cautivaron / a mis tres cautivas.// [IGR # 0137] #250
A la vila de Gabá / n` hi ha unas damas que `s pintan.//S` en posan las millós robas, / donan un tom per la vila.// [IGR # 0972] #7835
A la vila de Pontosa / n`hi han tres estudiants//que segueixen els estudis / per a ser-ne capellans,// [IGR # 0370] #3662
A la vila de Sant Pere / s`ha tractat un casament//d`un fadrí i una donzella, / la flor de tot lo jovent.// [IGR # 1044] #7836
A la Virgen de las Nieves / pido que me dé su gracia//pa contar de una doncella / principio de su desgracia:// [IGR # 0852] #1979
A la voreta del mar / n`hi ha una donzella// que brodava un mocador / que és per la reina.// [IGR # 0411] #9575
A la voreta del mar / un mariner s`hi enfonsa.//--Valga`m la Verge Maria, / valga`m, la Verge i Senyora,// [IGR # 0538+0180] #8605
--Albana, ó Albaninha, / filha do conde Albar,//quem te caçara, ó Albana, / três horas a meu mandar// [IGR # 0149] #2738
--Albaninha, Albaninha, /a filha do conde Alvar!//Oh! quem te vira Albaninha / três horas a meu mandar!// [IGR # 0149] #5990
--Albaninha, Albaninha, / filha do conde de Albar,//quem te dera, Albaninha, / três horas do meu mandar.// [IGR # 0159] #6036
--Albaninha, ó Albaninha, / filha do conde d` Alvar,//quem te dera, ó Albaninha, / três horas ao meu mandar!// [IGR # 0159] #6034
--Alberto, para que amas / a filha do teu senhor?//Ela é da mais alta gente, / não te deve ter amor.// [IGR # 0720] #6531
Al cabar la luna alta / como el sol de mediodía//cuando el conde don Belardo / de las batallas venía.// [IGR # 0103] #8381
Al cabo de cuatro meses / se han formado grandes guerras//y a Gerineldo le nombran / por capitán de banderas// [IGR # 0023+0110] #4223
Al cabo de los seis años / se ha levantado una guerra//y a Gerineldo le nombran / por capitán de banderas// [IGR # 0023+0110] #4229
Al caçar vai cavaleiro, / al caçar com o sol ia;//seus perros leva cansados / e o falcão perdido lhe ia.// [IGR # 0164+0100] #7247
Alcançar vai cavaleiro, / alcançar com o sol ia;//seus perros leva cansados, / senhor falcão perdido ia;// [IGR # 0164+0100] #7243
Al conde Flores le llevan / por capitán general.//y la triste de su esposa / no cesaba de llorar// [IGR # 0110] #3814
Al conde le han nombrado / de capitán general,//la condesa que lo supo / no dejaba de llorar// [IGR # 0110] #3944
Al conde le llevan preso, / al conde Miguel del Prado// no le llevan por ladrón, / tampoco porque ha robado,// [IGR # 0118] #8083
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel al prado;// no le llevan por ladrón / ni por cosa que ha robado.// [IGR # 0118] #750
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel del Prado,//no lo llevan por ladrón / ni por cosa que ha robado.// [IGR # 0118] #8331
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel del Prado,// no lo llevan por ladrón / tampoco porque ha matado,// [IGR # 0118] #751
Al conde lo llevan preso, / al conde Miguel el Prado,// por esfurciar una niña / del parador de Santiago.// [IGR # 0118] #749
Al dia cinch de juny eram / cent segadors atrevits// Allí á la vila de Targa / encontraren. l` enemich.// [IGR # 2746] #6396
--Aldidinha, queres ser minha, / queres ser minha namorada? //S` Adininha fosses minha d` ouro / vestias, prata calçavas.// [IGR # 0075] #7138
--Aldininha, queres ser minha, / queres ser minha namorada?//Eu de oiro a vestia / e de prata a calçava.// [IGR # 0075] #7103
Al Dió del sielo Abraham, / al Dió del sielo Isaac l`horrado//para cumplirse los tres / fuerte cosa le ha mandado.// [IGR # 0201] #7933
Alecrim bateu à porta, / Manjerona: --Quem está aí?//--É um cravo d` Arrochela, / ó Rosa, mandailhe abrir! // [IGR # 0222+0168] #6896
A l` edat dels qators` anys / en varen cridá á la guerra,//a quinze mi fan aná / y á setze ya `n som alferes,// [IGR # 0939] #7890
Alegraros, Virgen pura, / al oír esta noticia//sabéis cómo a vuestro hijo / le corre una grande prisa,// [IGR # 0541] #2075
Al entrar en el congreso / le dijeron a Prim//que tuviese cuidado / que lo iban a herir.// [IGR # 0154.9] #9636
A les muntanyes dc l`Oro, / a la ciutat de València,//si n`hi havia una selrana, / rosca, blanxa, i no morena.// [IGR # 0233] #3654
--Alevanta, Esturuncha, / del vuestro lindo dormir, //oyeras cantar hermozo / de la sirena de la mar.// [IGR # 0049] #8918
Alevantéis mi madre, / una demañana//cuando alboreara / e amanecía,// [IGR # 0169] #2955
Alfonso uno, / Alfonso dos//anda en busca de Conchita, / que ayer tarde la perdió./ / [IGR # 0168.1] #4688
Aliarda se ha esmerado, / de dormir se ha levantado.//A las puertas del perdón, / a misa se había entrado// [IGR # 0149] #5881
Allà a la ciutat de Burgos, / rica vila i abundanta,// si n`hi havia un caballero, / festeja una linda dama.// [IGR # 0384] #8604
Allà al palacio del rey / un estendard n`hi ha plantado,//a un cap está la lluna / a s`altre, el solei pintado,// [IGR # 0002] #8058
Allá arría en el Carrizal, / día de la Candelaria//en un juego de turrón / de palabras se trataron.// [IGR # 5116] #1930
Allá arriba, allá arriba, / junto al Bierzo de Navarra//bäixara el rey Jesucristo / vestido de carne humana// [IGR # 0524] #1697
Allá arriba, allá arriba, / junto al reino de Navarra//saliera un batallón / de regimiento de armada.// [IGR # 0445] #1838
Allá arriba en alta sierra, / allá arriba en alto mar,//le llevan al conde `Velen / por capitán general.// [IGR # 0110] #3835
Allá arriba en altos cielos / una capilla se hacía//no la hizo carpintero / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #8267
Allá arriba en aquel alto, / debajo de aquel abel,// había una santa , / casa de Santa Isabel,// [IGR # 0133] #991
Allá arriba en aquel alto / en el alto de una sierra,//se pasea una serrana, / una serrana se pasea;// [IGR # 0233] #7352
Allá arriba en aquel alto / en lo más alto que había,//hay una casa de santos / todos llenos de alegría,// [IGR # 0212] #5680
Allá arriba en aquel alto, / había una nueva ermita,// las paredes son de oro, / las tejas de plata fina,// [IGR # 0456] #966
Allá arriba en aquel alto / había una pastorina,// los aires la favorecen / y el sol de cara la mira,// [IGR # 0212] #1271
Allá arriba en aquel alto / hay una casa caída,//ni la han hecho carpinteros / ni hombres de carpintería,// [IGR # 0308.1] #5675
Allá arriba en aquel alto / hay una guapa ermetica,// las paredes son de plata, / las tejas de plata fina,// [IGR # 0456] #967
Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera; //cuando tiene gana de hombres / se sale por la ribera. // [IGR # 0233] #4888
Allá arriba en aquel alto, / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas.// [IGR # 0233] #5598
Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas:// [IGR # 0233] #5599
Allá arriba en aquel alto / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / perdidora de la hacienda.// [IGR # 0233] #8646
Allá arriba en aquel alto, / hay una serrana fiera,//matadora de los hombres, / robadora de la hacienda.// [IGR # 0233] #7368
Allá arriba en aquel alto / hay un labrador muy rico//que teje paños de seda / y pañuelos exquisitos.// [IGR # 0096] #598
Allá arriba en aquel alto / una capilla se hacía//no la hizo carpintero, / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #8269
Allá arriba en aquel alto / una viuda habitaba //de amores la pretendían / los diez príncipes de España..// [IGR # 0253+0006] #7797
Allá arriba en aquel alto / un castillo relucía,//no le hizo carpintero / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #5674
Allá arriba en aquellas cuestas, / que las cuestas tienen faldas, / se quedó un pastor dormido, / se le perdieron las cabras,/ [IGR # 0191] #915
Allá arriba en aquel monte / está una ermita muy fina//las paredes son de oro, / la teja de plata fina,// [IGR # 0456] #8106
Allá arriba en aquel monte, / hay una terrible fiera,//con una trenza de pelo / que hasta el zapato le allega.// [IGR # 0233] #7363
Allá arriba en aquel monte / se pasea una zagala//al pie de una mata oscura / rezando el rosario estaba.// [IGR # 0214] #3257
Allá arriba en aquel monte / una capilla se hacía//no la hizo carpintero / de obra de carpintería,// [IGR # 0308.1] #8265
Allá arriba en aquel prado, / hay una fuente que mana//a donde se lava la Virgen / sus pies y su linda cara.// [IGR # 0104] #164
Allá arriba en Barcelona / vive una niña muy linda,//siete gala`es la pretenden / de noche como de día.// [IGR # 0217] #9393
Allá arriba en Belén, / doce leguas del Calvario//iba la Virgen María / por su hijo preguntando.// [IGR # 1537.1] #8295
Allá arriba en Belén, / siete leguas del Calvario,//encontré una mujercita / que iba rezando el rosario.// [IGR # 1537.1] #5092
Allá arriba en el altar / gran castillo allí se hacía//que no lo hace un carpintero / ni hombre de carpintería,// [IGR # 0308.1] #9830
Allá arriba, en la alta sierra, / la niña se adormentara//Allá arriba, en la alta sierra, / la niña se adormentara;// [IGR # 0235] #1756
Allá arriba en la Bahida, / hay una noble ciudad,//nombraron al conde Lara / de capitán general.// [IGR # 0110] #3825
Allá arriba en Lalguadiía, / n aquella noble ciudad,//nombraron al conde Laro / de capitán general.// [IGR # 0110] #3823
Allá arriba en Lombardía, / aquella noble ciudad,//nombraron al conde Laura / de capitán general.// [IGR # 0110] #3810
Allá arriba en Lombardía, / en aquella noble ciudad,//nombran al conde Lara / de la guerra capitán// [IGR # 0110] #3822
Allá arriba en Lombardía / en un zaizarro lugar//llevan al conde de Flores / de capitán general.// [IGR # 0110] #3860
Allá arriba en Lombardía, / hay una noble ciudad,//nombraron al conde Lado / de capitán general.// [IGR # 0110] #3817
Allá arriba en Lombardía, / naquella noble ciudad,//nombraron al conde labra / de capitán general.// [IGR # 0110] #3808
Allá arriba en Madrid, / junto al reino de Toledo//habitaba una viuda / que tenía mucho dinero// [IGR # 0038] #1690
Allá arriba en Nobardía, / aquella noble ciudad,//nombran al conde Lara / de capitán general.// [IGR # 0110] #3819
Allá arriba en Nogarcía / en aquel rico lugar//llevan al conde de Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #3843
Allá arriba en Novaldia / en una noble ciudad//llevaron al conde Florez / de capitán general.// [IGR # 0110] #3859
Allá arriba en Novalias, / aquella noble ciudad,//tratan de poner al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #3828
Allá arriba en Novardía, / n aquella noble ciudad,//llevaban al conde de Arcos / de capitán general.// [IGR # 0110] #3815
Allá arriba en Ogarcia, / aquella noble ciudad,//se ha casado un matrimonio / de quince años nada mas// [IGR # 0110] #3832
Allá arriba en Santa Coma / en un pueblo de Santa Clara//había una mujer vieja / que doña Juana se llamaba,// [IGR # 0253+0006] #2474
Allá arriba en Turquía, / dentro de Turquía estaba//una niña muy bonita / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #1826
Allá arriba en Valdemoro, / Valdemoro que llamamos//de una hija de una viuda / don Pedro se ha enamorado.// [IGR # 0643] #1969
Allá arriba hay un palacio / que le llaman Doroté,//en el palacio una niña / que la llaman Isabel.// [IGR # 0133] #5502
Allá arriba muy arriba / allá en el monte Calvario,//vi venir una mujer / con un librito rezando.// [IGR # 1537.1] #5744
Allá arriba, muy arriba / en aquella alta montaña//hay una linda doncella / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #5699
Allá arriba, muy arriba, / en el reino de Altafalla//habitaba un matrimonio / como el sacramento manda,// [IGR # 4012] #2129
Allá arriba, muy arriba, / junto a los caños del agua,//allí estaba un caballero / que don Pedro se llamaba.// [IGR # 0075] #4963
Allá arriba, muy arriba / junto al reino de Navarra//Don Juan tenía una hija / Teresita se llamaba // [IGR # 0253+0006] #2404
Allá arriba n a Ormandia, / naquella noble ciudad,//nombraron al conde de Ara / de capitán general.// [IGR # 0110] #3813
Allá arriba n`aquel alto / hay un pastor con ganado//tiene ovejas, tiene cabras, / vacas para su regalo,// [IGR # 0864] #1925
Allá arriba vive un cura / de las ánimas pastor.//Se enamoró de una niña / de que la bautizó.// [IGR # 0083] #9843
Allá arribita, arribita, / hay una pequeña aldea//hay un rico comerciante / que vende paños y sedas.// [IGR # 0096] #600
Allá arribita en Belén, / siete leguas de Calvario,//vi pasar a una mujer / toda vestida de blanco.// [IGR # 1537.1] #8688
Allá arribita, en Belén, / siete leguas del Calvario,//encontré a una viejecita / que iba rezando el rosario.// [IGR # 1537.1] #5747
Allá arribita una ermita / que la llaman San Simón//donde damas y doncellas / iban a hacer oración.// [IGR # 0107+0101] #9710
Allá en Barranca la Jolla, / orillita de Plasencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia, muy morena,// [IGR # 0233] #7421
Allá en Barranca la Olla, / a orillita de Pacencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia, muy morena,// [IGR # 0233] #7420
Allá en Barranca la Olla, / sonilito de Plasencia,//se pasea una serrana / blanca, rubia y es muy bella,// [IGR # 0233] #7419
Allà en el camp de Moreria / n`hi ha una fonteta d`aigua viva.// N`hi ha una fonteta d`aigua viva / i una serpent que n`hi bevia.// [IGR # 0164] #9562
Allá en Garganta de Olla, / a una legua de Plasencia,// habitaba una serrana, / alta, linda y sandunguera.// [IGR # 0233] #928
Allá en Garganta la Olla, / en la Vera de Plasencia,//salteóme una serrana, / blanca, rubia, ojimorena./ / [IGR # 0233] #4782
Allá en Garganta la Olla / por las sierras de la Vera,/ / se pasea la Serrana / bien calada su montera,/ / [IGR # 0233] #4783
Allá en Garganta la Olla, / por una senda vereda,//se pasea serrana / blanca, rubia y fue morena,// [IGR # 0233] #7446
Allá en Granada la rica / instrumentos oí tocar / en la calle de los Gomeles, / a la puerta de Abidbar,// [IGR # 0303] #1479
Allá estábase Ben Dráis / por una fresca mañana//gozando del viento fresco, / mirando correr el agua,// [IGR # 0014] #1888
Allá por el mes05/, / allá por la primavera,// cuando don Felipe Quinto / llama gente pa la guerra.// [IGR # 0176+0168] #1015
Allá por el mes de mayo / cuando las recias calores,//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #3034
Allá por el mes de mayo / cuando los recios calores,//cuando los toritos bravos / y caballos corredores// [IGR # 0023+0110] #4243
Allá riba en Babilonia / dentro de una cueva estaba//una niña muy bonita, / Catalina se llamaba.// [IGR # 0126+0180] #4911
Allá va Lucas Barroso, / vaquero `e la Compañía,//con el caballo cansa`o, / y la vaca muy rendi`a.// [IGR # 0407] #3499
Allá va Nuestra Señora, / de Egiptos para Belém.// [IGR # 0226] #7732
--Alleguéisme en hora aquí, doña Loreta, / parecéis mujer discreta,//de mi pena y mi ocasión / de librar mi corazón encadenado,// [IGR # 0760] #8858
Allí á la ciutat de Malta / ciutat gran y regalada// n`hi havía un cavaller / qu`en festeja noble dama.// [IGR # 0384] #9560
Alli á la vila de Reus / tota la gent ha fugit//sinó una nobla dama / qu` en té pres lo seu marit.// [IGR # 1058] #8590
Allí arriba en alto cielo / se pasea una romera,// que en los días de mi vida / no he visto cosa más bella.// [IGR # 0192] #1248
Allí arriba en aquel alto / un señora habitaba// ella tiene una hija / que Teresina se llamaba// [IGR # 0253+0006] #2365
Allí arriba en aquel alto / un viuda habitaba// y el que la pretendía / era príncipe de España.// [IGR # 0253+0006] #2359
Allí arriba en aquel monte / está la mar que convertía//allá está una casa santa, / casa santa se decía.// [IGR # 0308.1] #8263
Alli baix el pla / ya n` hi ha una dama//del dimoni n` es / molt atormentada.// [IGR # 2773] #9781
Allí en Garganta de Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7296
Allí vido unos caballos / que sacan a pasear//¿De quién son estos caballos / que sacáis a pasear?// [IGR # 0110] #4022
. . . Al llegar a la iglesia / toda la gente la mira//--¿Por qué me mira la gente / que mirarme no solía?// [IGR # 0080] #8173
Al matí de San Joan / com es matí d` alegría,//Yo m` en llevo dematí / y m` en vaig á la fon`t viva.// [IGR # 1075] #7880
Alma vai a Santiago, / vai comprir a romaria;//a companhia que levava / era a Virgem Maria.// [IGR # 0797] #7794
Al oír estas palabras / una voz del cielo oía://--Échale de penitencia / la que tiene merecida.// [IGR # 0020] #5370
A lómbra d`un tarongé / está la gentil Martra,//pentinant son cabell ros / am pinteta de plata.// [IGR # 1016] #3669
A los siete años de casado / pidio guerra el Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4203
Al partir para la guerra /dos besos al aire echí. /El uno es para la mamá /y el otro es para ti,// [IGR # 9462.9] #2946
Al pasar por Casablanca / en medio de morería,//había una mora lavando / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2575
Al pasar por Casablanca / pasé por la morería//y me he encontrado una mora / lavando en la fuente fría.// [IGR # 0169] #2576
Al pasar por tierra blanca, / en casa de la morería,//vi que lavaba una mora / al pie de una serranía.// [IGR # 0169] #2562
Al pasar por un río hondo, / que pasarlo no podía//vio venir un caballero, / ligero sueño tenía.// [IGR # 0797] #8236
Al pie de aquella doncella / naciera una fuente fría//todos los cojos y mancos / lavarse a ella venían:// [IGR # 0456] #1770
Al pie de un túmulo negro / está Bernardo del Carpio,//hincadas ambas rodillas / en medio de un templo santo.// [IGR # 1619] #8545
Al pla de Barcelona / de bonicas n` hi ha// Entre totas n` hi ha una // ya s` en vol casá// [IGR # 1008] #7863
Al quarto de don Francisco / galans plós y dols hi havía / y al quarto de donya Ana / galans bailadas hi havía.// [IGR # 0080] #8070
Al rey Chico de Granada / mensajeros le han entrado;// entran por la puerta Elvira, / y en el Alhambra han parado.// [IGR # 0830.6] #1497
Al rey-conde se han llevado / de tiniente capitán,//los ojos de la condesa / no se secan de llorar// [IGR # 0110] #4035
Al salir de Barcelona, / marinero cayó al agua;//Lucifer, que nunca duerme, / contestó de la otra banda:// [IGR # 0180] #5262
Al salir de palacio / le dijeron a Prim://--Ándese con cuidado, / que le quieren herir.// [IGR # 0154.9] #3276
Al salir de un barranquillo / y al bajar de una ladera,//quiso Dios y la fortuna / que me encontrara con ella.// [IGR # 0233] #7391
Al subir una montaña / una sombra vi venir;//cuando más yo me alejaba, / ella se acercaba a mí.// [IGR # 0168.1] #5043
Alta, alta va la luna / como el sol del mediodía,//cuando el conde don Belardo / de la batalla salía.// [IGR # 0103] #8378
Alta, alta va la luna, / como el sol de mediodía,//Cuando cortaban la capa / de Espinel de Barbería.// [IGR # 0074] #3309
¡Altas y soberbias torres / questais a orilla de Francia,//funestos y altos sipreses / que siñen buestras murallas,// [IGR # 1607] #3449
Alta vai a lua, alta / mais que o sol ao meiodia; //lá se vai aquela senhora / a cumprir a romaria.// [IGR # 0232] #6989
Alta vai a lua, alta, / mais que o sol ao meio-dia,//quando aquela donzela / meter freira se ela queria.// [IGR # 0431] #7229
Alta va la luna, madre, / alta va, que no es de día,// cuando don Pedro y Belardo / de la batalla venían;// [IGR # 0103] #698
Alta va la luna, madre, / como el sol del mediodía,// cuando don Pedro Belardo / de la batalla venía;// [IGR # 0103] #697
Alterada esta Castilla / por vn caso desastrado,//qu`el conde don Pero Uelez / en palacio fue hallado// [IGR # 0117] #3613
Al tiempo de caminar, / un labrador encontraron,//y María le preguntó: / Labrador, ¿qué estás sembrando?// [IGR # 0512] #5723
Alto, alto, cavaleiro, / que o rei vos manda contare.// Aqui falta Valdavino / e o seu cavalo real.// [IGR # 0150] #2213
Alto Dios Enimpotente, / Emperador siempre eterno//donde la Virgen su madre / sirvió de trono pequeño;// [IGR # 0870] #2037
Al valiente don Manuel, / que de León se dezía,//el moro alcaide de Ronda / un mensagero le embía,// [IGR # 0641] #9330
Al verdadero Jesús / suplico me dé su gracia,//y a la Reina de los cielos, / madre de Dios soberana.// [IGR # 0139] #3553
Amadís el muy famoso, / hijo del buen rey de Gaula,//qué de amores fueron los vuestros / con la muy linda Oriana, // [IGR # 1592] #8962
Amar e saber amar, / amar e saber a quem;//eu amo ao meu amor, / não amo a mais ninguém.// [IGR # 2946] #2916
A mi padre, don Antonio, / y a mi madre, doña Juana//y, por gustos de padrino, / a mí me llaman Leonarda.// [IGR # 5125] #1983
A misa es que iba un galán / por la calle de la iglesia://es que no iba por oir misa / ni pa estar atento a ella,// [IGR # 0130] #3493
Amores, e fores à praia, / trazei-me uma criadinha,//das mais alva que encontrar / que não seja parenta minha.// [IGR # 0136] #5806
Amores trata Rodrigo: / descubierto ha su cuidado;// a la Cava lo decía / de quien era enamorado:// [IGR # 0296] #1382
Amores trata Rodrigo, / descubierto ha su cuidado;//a la Cava se lo dize, / de quien anda enamorado.// [IGR # 0296] #7965
A mulher de Mouribanes, / mui formosa e mui linda,// . . . sombra duma roseira, / bem bordava e bem cosia,// [IGR # 0328] #6507
A nau Santa Caterina / nove anos andou no mar,//já não tinham que comer, / nem mais pouco que manjar;// [IGR # 0457] #7780
Anda allá, dama de amores, / anda y gentil menza y gala;//en la noble Andalucía / un alcaide de reinara:// [IGR # 0768] #8798
--Anda, anda, minha filha, / ouvir o lindo cantar;//ou são os anjos no céu, / ou a sereia no mar.// [IGR # 0049] #6442
Andaba la Virgen pura / en busca de su hijo amado;//en el medio del camino / una mujer ha encontrado.// [IGR # 1537.1] #5742
Andaba yo enamorada / de un bellísimo mancebo//tratan de meterme monja / en un santo monasterio// [IGR # 0225] #1917
Andados loa años treinta / que reinava Alfonso el Casto,//en la era de ochocientos / y más cuarenta y un año,// [IGR # 1514] #8493
Andados treinta y seis años / del rey don Alfonso el Casto,// en la era de ochocientos / y cincuenta y tres ha entrado// [IGR # 1514] #1392
Andando a dona Alfástica / a passear no jardim,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo apartou.// [IGR # 0113] #6271
Andando a marinera / lá no mar afrontada,//respondeu-lhe o porco sujo / lá das brenhas donde andava:// [IGR # 0180] #7709
Andando Brancalinda / no jardim a passear://--Quem me dera u~a só / hora com Brancalinda falar!// [IGR # 0159] #6062
Andando dona Silvana / corredor abaixo, corredor acima,//Tocando numa guitarra, / ó que estrondo ela fazia!// [IGR # 0503] #6690
Andando dona Silvana no seu jardim passeando,//seu pai, que muito a mirava / . . . // [IGR # 0005+0075] #7127
Andando dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / tocando na maravilha.// [IGR # 0503] #6637
Andando el-rei à caça / lá numa escura nontilha,//olhara para cima, / viu estar uma donzela.// [IGR # 0164+0100] #7241
Andándome yo paseando, / amigos, les contaré,//me encontré a una jovencita, / que de ella me enamoré.// [IGR # 0234] #5008
Andándome yo paseando / por las orillas del mar,// encontré una joven bella / y me empezó a enamorar.// [IGR # 0234] #5005
Andándome yo paseando / por las orillas del mar//me encontré una chaparrita / que a su casa me llevó;// [IGR # 0234] #5007
Anda tu, meu fillo, / ponte linda envira//por ver la hija de Arias / si sale a la mira.--// [IGR # 0189] #1671
Andava a dona Catrina / ao redol do seu jardim,//panteando o seu cabelo / com pentinho de marfim.//, [IGR # 0113] #6307
Andava bela Silvana / servindo sê pai à mesa,//seu vestido sobre curto, / sua barriguinha tesa.// [IGR # 0503] #8781
Andava la dona Ouliva / polos palácios reais, // penando las suas penas, / e gemendo los seus ais.// [IGR # 0077] #6740
--¿Ande habéis estado, el Sidi, / que en Cortes no habéis entrado?//--Hay estado en las batallas / con ios moros guerreando.// [IGR # 0003] #8889
Ande hay damas hay amores, / ande hay gentileza hay gala//En la noble Andalucía, / un grande alcaide alcaitaba;// [IGR # 0768] #2008
--¿Ande vos vas, caballero, / ande vos vas y me dejáx?//Me dejáx niña y muchacha / los mis años por gozar. // [IGR # 0190.1+0246] #8024
Andiveram três comadres, / andiveram todas três;//determinaron una cena / para el día de Santo Andrés.// [IGR # 0275] #2865
--Angel del moro, / oh, niñitas de un marqués//que me ha dicho una señora / que lindas damas tenéis.// [IGR # 0224] #8125
--Ángel de oro, / arenita de un marqués//que de Francia he venido, / por un niño portugués,// [IGR # 0224] #5186
Anica, barre la casa. / Ay, madre, barréla vos//--Anica, tú estás preñada. / --Ay, madre, usted también vos.// [IGR # 0360] #2191
Anoche, a la media noche, / cayó un lucero a la plaza//pa alumbrar a don Alonso / que salía de su casa.// [IGR # 0115] #5095
Anoche a la medianoche / cayó un marinero agua//echando verbos al aire / diciendo: --¡Jesús me valga!// [IGR # 0180] #5260
Antes do mundo ser mundo, / em forma (?) natureza,//mandei (?) ao vosso homem espaço, / não tinha ond`arrumare.// [IGR # 2688] #2301
Antes que barbas tuviese, / el rey Alfonso, juraste//el darme a mi padre vivo, / y nunca me das mi padre;// [IGR # 0028] #8536
--Antes que barbas tuviesse, / rey Alfonso, me juraste//de darme a mi padre vivo, / y nunca me das mi padre.// [IGR # 0028] #8535
Antes que llegue mañana / una quinta te han de echar//y sacara a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4209
Antonio, divino Antonio, / suplícale a Dios semento//que, por tu gracia divina, / alumbre mi entendimiento// [IGR # 0194] #3078
Ao cabo de sete anos, / donzela casar queria,//saiu de casa à procura, / onde o caçador estaria,// [IGR # 0720] #6543
A orilla de una fuente / una salada vi,//con el ruido del agua / yo los pasos le seguí.// [IGR # 0650] #8839
Aos catorze da lua de março, / resplandecente do Dia,//partiu o Povo d`Israel do Egito, / cantando em harmonia // [IGR # 2853] #6152
A otro día de mañana / una ceula mando echar//sacaron a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4205
Apárejame la burra / que me voy a vender nabos.//A la mitad del camino / salieron cuatro gitanos,// [IGR # 0765] #106
Apártate, mora blanca, / apártate, mora linda.//--Este oliva es de mi padre, / de mi padre es este olivo.// [IGR # 0169] #569
--Apeai-vos, ó cavaleiro, / dar-vos-ei de merendar.//--Que tendes, ó Dona Ausenda, / guardado para me dar?// [IGR # 0172] #6953
Apéate, cabaleiro, / qu` horas son de merendar//--¿Qué tienes, Marianita, / qué tienes para me dar?// [IGR # 0172] #1853
A pedir diba la Virgen, / a pedir por ser quien era//de rodillas por el suelo / rastro de sangre que deja.// [IGR # 0756] #2196
--Apeia-te, ó cavaleiro, / dara-te eu de merendar.//--Que tens tu, ó Dona Eugénia, / que tens tu para me dar?// [IGR # 0172] #6958
--Apeia-te, ó cavaleiro, / dera-te eu de merendar.//--Tu que tens, ó Dona Eugénia, / que é que tens para me dar?// [IGR # 0172] #6968
--Apeia-te, ó cavaleiro, / que te darei de merendar.//--Que tens lá tu, ó Dona Eugênia, / de merenda para me dar?// [IGR # 0172] #9591
--Apeia-te ó cavaleiro, / são horas de merendar.//--Que trazes ó Dona Eugénia, / que trazes para me dar?// [IGR # 0172] #6964
--Apeiate, ó cavaleiro, / vamos daí merendar.//--Tu que tens, ó Dona Ausênia, / guardado para me dar?// [IGR # 0172] #6961
--Apeia-te, ó cavalheiro, / que hemos d` ir a merendar//--Tu que tens, D. Eugenia, / guardado para me dar?// [IGR # 0172] #8015
Apenas se sentó / don Argüeso a la mesa//cuando le vino carta / de marchar a la guerra.// [IGR # 0148] #3429
--A pesar de cien pesares / he de pasar por aquí //a dar agua a mi caballo / y a buscar lo que perdí,// [IGR # 0168] #9464
À porta de dona Alvórea / nasceu uma erva mui` má;//dona Alvórea buliu nela, / logo se sentiu pejada.// [IGR # 0469+0138] #7215
À porta de dona Ausenda / está uma erva fadada;//mulher que ponha a mão nela / logo se sente pejada.// [IGR # 0469+0138] #7213
À porta de Dona Ausénia / hai u~a erva mui má;//Dona Ausénia bulhiu nela, / logo saiu prenhada.// [IGR # 0159] #6035
Apostada tendo, madre, / de perder o de ganar,// de dormir con Moreana / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #957
Apostado tengo, madre, / a perder y no ganar,// de dormir con Marïana / antes los gallos cantar.// [IGR # 0255] #958
Apostado tengo, madre, /. . . // de dormir con Marianica / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #953
Apostado tengo, madre, / mis armas y mi puñal// de dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255+0172] #962
Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar//de dormir con Mariana / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #3356
--Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar, //el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #9838
Apostado tengo, madre, / no sé si podré ganar,// el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255+0172] #959
--Apostado tengo, madre, / y pienso que le de ganar,//que he de dormir con Mariana / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #9835
--Apostado tenho, madre, / não sei se heide ganhar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0255] #7453
--Aposte, minha mãe, aposte, / quer minha mãe apostar?//Hei-de dormir com Mariana / antes dos galos cantar.// [IGR # 0159] #6087
--Aposto, senhora mãe, / qu` eu também hei-d` apostar://hei-d` enganar Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6069
Apresentada estava a Virgem, / muito bem apresentada,//um véu tem pela cabeça, / parece uma mulher casada;// [IGR # 0192] #7718
A princesa marroquina / foi dar um barejo `ó mar,//deu-lhe o navio à costa / foi parar a Portugal.// [IGR # 0589] #6218
A puertas del rey Felipe, / del gran Felipe tercero,//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento.// [IGR # 0007+0004] #2986
A puertas del rey Felipe, / del rey Felipe tercero//llegó una mujer cansada / a pedir alojamiento.// [IGR # 0007+0004] #1912
A pulga e o piolho / queriam-se casare;//queriam fazer a boda / e não tinham que gastare.// [IGR # 0888] #2851
Apustado tengo, madre, / cosas que no he de ganar:// el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255+0172] #961
Aquela carreira de olmos / hei-de mandá-la talhar,//D. Carlos anda de amores, / não pode ver verdegar.// [IGR # 0366] #6135
Aquela carreira d` olmos / hei-de mandá-la cortar,//quem anda cego d` amores / não pode ver verdegar// [IGR # 0366] #6134
Aquel conde, aquel conde, / en la mar sea su fin,//armó armas y galeras, / para Francia quixo ir.// [IGR # 0468] #9520
Aquel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin // armó naves y galeras, / para Francia quiso ir.// [IGR # 0468] #9518
Aquel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin//armó naves y galeras, / para Francia quiso ir;// [IGR # 0468] #9511
Aquel corderito blanco / hijo de la blanca oveja//cuando vino de León / a ser manso en esta tie// [IGR # 0621] #2077
Aquella divina aurora, / Madre del Divino Verbo//guarnecida de humildad / fue a confesar un domingo.// [IGR # 0682] #535
Aquella señora / del mandil de seda //con la escoba barre, / con la mano riega. // [IGR # 0155] #4884
Aquella señora / del mandil de seda,//con la escoba barre, / con los ojos riega.// [IGR # 0155] #8635
Aquel rey de Fransia era, / aquel rey de Fransia era,//que le nasió siete hiz+as / sin dingún hiz+o varón.// [IGR # 0231] #3712
Aquel rey de las romanzas / que Tarquino se llamava,//hizo sombra de camino; / por la su puerta pasava.// [IGR # 0403] #8914
Aquel rey de los romances, / aquel que reina en Turquía,//entre los moritos tiene / una morena cautiva// [IGR # 0169] #2587
Aquel rey de los romanos, / que Tarquinos se llamaba,//se enamoró de Lucreza, / la noblesa de romana,// [IGR # 0403] #8776
Aquesta nit / som somiat//Que l`amor era / al meu costat.// [IGR # 2771] #9780
Aquí dalt de la montiña // una cérvola hi bevia,// [IGR # 0164] #8323
Aqui dalt en estos montes / y en tierras muy regaladas//N` hi nasqué una criatura / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #8610
Aquí está la hija del rey / qu` ella la fresca prenía// [y] viene muy descontenta / de las novas que corrían.// [IGR # 0503] #5854
Aquí están los de Logroño / afición de aviadores//a saludar al alcalde / y a todos sus moradores.// [IGR # 2577.9] #9660
--Aqui mora o conde Hilário, / aqui deve ele morar?//--Se precisa alguma coisa, / eu o mandarei chamar,// [IGR # 0720] #6524
Aquí tenéis al Mesías / que san Gabriel ha anunciado.//Hoy lo supe en el camino / cuando venía con mis cabras.// [IGR # 0694] #2052
Aragó n` hi ha una dama / qu` es bonica com un sol,//té la caballera rossa / l` hi arriva fins els talons.// [IGR # 0107] #8573
Ara ve el Sant Diumenge, / el Sant Diumenge del Ram,//i en pararem les taules / de palmes i de rams,// [IGR # 2738+2739] #7912
Arboledina se pasea / de la ventana al ventanal//--¡Oh palacios, oh palacios, / palacios del Valledal,// [IGR # 0153] #3242
A rezar iba la Virgen / con mucho modo y manera//con lágrimas en los ojos / iba regando la tierra.// [IGR # 1537.1] #435
armaron guerra armaron guerra / entre Francia y Portugal//y al conde Flores pusieron / por capitán general.// [IGR # 0110] #3861
--Arrebenta, Catalina, / das telas do coração,//sete filhos que tiveste, / nenhum te saiu varão.// [IGR # 0231] #7490
Arreíce un caballero, / es don Jacinto de Fuentes//Arreíce un caballero, / es don Jacinto de Fuentes,// [IGR # 0663] #2155
Arrevientes tú, María, / por venas del corazón,// que has tenido siete hembras, / n`el medio ningún varón;// [IGR # 0231] #884
Arriba, arriba mis criados / arriba, arriba, levantad//y veremos cómo canta / la sirena de la mar.//et al. [IGR # 0049] #8435
Arriba, la perra mora, / señora de gran valía,//que la cautivaron moros / día de Pascua Florida,// [IGR # 0136] #3220
Arriba, mi madre / del dulce dormir//a la puerta está un pobre// que viene a pedir.// [IGR # 0189+0148] #4488
Arvolero, arvolero, / arvolero y tan gentil,//en la ramica más alta / hay una moza gentil // [IGR # 0113] #8037
Arvolero, y arvolero, / arvolero a tan g+entil;//la raís tenes+ de oro, / la simiente de marfil.// [IGR # 0113] #3705
A San Antonio divino / suplícale a Dios inmenso//que con su gracia divina, / alumbre mi entendimiento// [IGR # 0194] #8346
Ascendeu o Espírito Santo / sua santa monarquia;//desceu do céu à terra / com prazer e alegria.// [IGR # 2893] #2839
A Senhora quando caminha, / caminha p`ra Belém,//com seu menino nos braços, / que lhe pede de comer.// [IGR # 0226] #2818
Asentada está la reina, / asentada en su kiojé, //labrando un destemel, / la labor del menekjé.// [IGR # 0292] #8935
Asentada está la reina, / asentada en su xelté;//maldiciendo padre y madre / casamenteros también;// [IGR # 1126] #9777
Asentado está Gaiferos / en el palacio real,// asentado al tablero / para las tablas jugar.// [IGR # 0151] #1597
A serrana s` está peinando / en su ventana florida://vira vir um cavalheiro / por aquela serra arriba.// [IGR # 0200] #6975
As guerras se apregoavam / à porta do D. Barão.//--Ai, de mim que já estou velho, / não as posso vencer, não.// [IGR # 0231] #7530
--Así revientes, María, / al lado del corazón,//que has parido siete hembras / y entre ellas ningún varón.// [IGR # 0231] #8391
--¡Así revientes, María, / por medio del corazón,//que has tenido siete hijas, / y no has tenido un varón!// [IGR # 0231] #8947
--As mangas do meu vestido / eu não as chegue a romper,//s` adonde meu pai vindo da missa / eu lho não for logo dizer.// [IGR # 0095] #6800
Asomada está la niña / asomada a su balcón,//vio pasar un caballero / con trahilla e con halcón.// [IGR # 0234] #3236
A sombras de un acebuche, / entre robles y xarales,//había una cueva escura / labrada por un salvaje,// [IGR # 1827] #7940
Atal anda don García / por una sala adelante,// saetas de oro en la mano, / en la otra un arco trae;// [IGR # 0613] #1547
Atención, noble auditorio, /á decirles me detengo.//Año de cuarenta y siete, / siete mil y siete cientos// [IGR # 5102] #3585
Atención, noble auditorio, / todo el orbe se suspenda,//mientras mi lengua declara / la más reñida pendencia// [IGR # 5118] #3568
Atención pido señores / pa poder explicar//la vida de los carlistas, / es muy digna de contar.// [IGR # 0721] #8005
Atención, señores míos, / Membruno se va a casar//con una niña hermosa / nacida en Portugal.// [IGR # 0178] #5227
Atinción pido, siñores, / pa` explicar el nacimiento//del hijo del eterno padre / a este sagrado templo.// [IGR # 2693] #3293
A tu puerta estaba el niño, / en esa tu rica morada;//gritando está con frío, / pedindo por Dios posada.// [IGR # 0179] #2845
A tu puerta llaman, llaman, / a tu puerta dice "abrir"//--¿Quién es ese caballero / que a tu puerta dice "abrir`"// [IGR # 0222] #8653
A tu puerta llora un niño / más hemoso que el sol bello//y el pobrecito tié frío, / sin duda que estará en cueros.// [IGR # 0179] #376
A tu puerta llora un niño / más hermoso que el sol bello//sin duda que tiene frío, / y el pobrecito está en cueros.// [IGR # 0179] #374
Auel conde y aquel conde / que en la mar sea su fin,//tomó armas y caballos / para Francia quixo ir.// [IGR # 0468] #9524
A una peña tosca y fría / fía el sueño y rinde el cuerpo //el que ayer fue Rey de España / y oy está en duda de serlo.// [IGR # 0610] #8490
A un capitán sevillano / siete hijas le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #3740
Aunque vengo de la feria, / no diré lo que vi en ella,// una bonita señora / y una hermosa romera.// [IGR # 0192] #1238
Aventura ficen, madre, / contra o rei de Portugal//de lle dormir coa filla / antes de o galo cantar.// [IGR # 0255] #1647
A veynte y siete de março / la media noche sería//que Barcelona la grande / muy grandes llanos hazía.// [IGR # 0534] #3790
A vinte graus para o norte / da linha equinocial,//fica a cidade de Lisboa, / corte de Portugal.// [IGR # 4003] #2810
A Virgem se confessou / pela manhã, ao domingo.//Não foi por ter pecado, / nem pelo ter cometido,// [IGR # 0682] #2829
A Virgem vai caminhando / por aquela serra escura; **2*lá p`r` ò meio do caminho / se ha espantado a mula.// [IGR # 0226] #7742
¡Ay Aliarda! ¡Ay Aliarda! / De dormir se ha levantado;//por las puertas del Perdó / a missa se había entrado,// [IGR # 0149] #4861
Ayá va el guaso Perquenco / en su cavayo alasán://ocho sorda`o` lo siguen / y no lo pue`en arcansar.// [IGR # 2594] #3508
Ay castell de Figueras / com t` ets espavordit!//Sense tirar un tiro / t`ets dat al enemich.// [IGR # 1128] #6389
Ay Dios, qué buen caballero / el Maestre de Calatrava// cuán bien que corre los moros / por la vega de Granada,// [IGR # 0342] #1490
Ay Dios, qué buen Caballero / el Maestre de Calatrava// Qué bien que corre los moros / por la vega de Granada,// [IGR # 0342] #1492
Ay ditxosa Catalunya / qui t` ha vista rica y plena!//Ara `l Rey nostre senyó / delclarada `ns té la guerra.// [IGR # 0256] #6387
Ayer noche soñé un sueño, / soñito del alma mía,//soñé que tenía en mis brazos / la prenda que más quería// [IGR # 0081+0020] #7963
--Ayer nos casamos, buen conde, / y hoy ya nos quieres dejar;//dime tú, buen conde, / cuánto has de tardar.// [IGR # 0190] #5397
Ayer tarde la vi yo / en los hilos de una reja//con auja de oro en sus manos, / bordando las flores bellas.// [IGR # 0098] #9525
--¡Ay, mancebo, ay, mancebo! / ¡ay, mancebo tan gentil!//Si para Francia partía? / al mi amor saludé?// [IGR # 0113] #9456
--¡Ay! quant n`era petitet / la mare prou m` avisava:// --Noy, no vagis [pas] de nits / que las cosas van de malas.// [IGR # 1086] #6400
¡Ay, qué alta va la luna, / y el aire la bambolea!//Las ovejas de un pastor / se salen de la telera.// [IGR # 0235] #9442
Ay qué rueda de fortuna, / ay qué de fortuna rueda//si no vos cansáis de andar, / de dar vueltas a mi reja!// [IGR # 0132] #2020
Ay qué rueda de fortuna, / si no te cansas de andar//de dar vueltas a mis rejas, / si por una linda dama // [IGR # 0132] #8838
Ay, si quieres que te cante / la canción del entremés,// lo que pasa un molinero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #1308
Ayudadme, buen Jesús, / para que referir pueda//un caso que ha sucedido / a un galán y una doncella,// [IGR # 0209] #3272
Ay, un galán nesta villa, / ay, un galán nesta casa//Ay, diga lo que él quería, / ay, diga lo que él buscaba,// [IGR # 0406] #8121
Azarque indignado y fiero, / su fuerte braço arremanga,//su roxo bonete arroja, / y empuña su cimitarra,// [IGR # 1973] #6738
Baja el hijo del buen conde / la mañanita de San Juan//a darle agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9719
Bajan toos los pajarillos / juntos en una mañana//a esperar que el unicornio / meta su cuerno en el agua.// [IGR # 0049] #5289
Bañando están las prisiones / las lágrimas que derrama//el conde don Sancho Díaz, / esse señor de Saldaña,// [IGR # 0029] #8527
Barcelona ciutat gran, / bandera n` hi han parada,//Bandera de foch y sanch / qu` es senyal de guerra mala.// [IGR # 2707] #6386
Bartolillo, ¡guarda el toro! / --Sí, señor, que soy valiente,//y mi sangre no consiente / morir en astas de toro.// [IGR # 0101] #3507
Bate lo sol na janela, / impina já p`ra mei`-dia,//`inda Conde D. Germano, / mai` la rainha dormia!// [IGR # 0095] #6804
--Bateram` à minha porta, / ala, ala, quem `stá lá?//Se é Bernardo Francês, / a porta lhe vou abrir;// [IGR # 0222+0168] #6880
Beira do Douro abaixo, / beira do Douro acima,//vozes dava uma alma, / vozes dava que atuía.// [IGR # 0797] #2823
Bem cantaba a labadeira / `ò som da sua barrela.//A roupa qu` ela lababa / era do rei de Castela,// [IGR # 1663] #6602
Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela.//A roupa que ela lavava / era do rei de Castela,// [IGR # 1663] #6611
Bem cantava a lavadeira, / ao som da sua barrela,//ela cantando dizia: / --Ó que meada tão bela!// [IGR # 1663] #6610
Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela,//ela cantava e dizia: / --Oh que coada tão bela!// [IGR # 1663] #6606
Bem cantava a lavadeira / ao som da sua barrela.//et al. [IGR # 1663] #6613
Bem cantava a lavadeira, / ao som da sua barrela.//Os panos que ela lavava / eram para o rei de Castela;// [IGR # 1663] #6612
Bem cantava a lavadeira, / `ò som da sua barrela,//ela lavava no Douro / e estendia `ò par da serra.// [IGR # 1663] #6608
Bem madruga a casadinha / `ò domingo pelo dia,//vai fazer oração / à sempre Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7596
Bem madruga o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / cantou um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6429
Bem madrugava a donzela / ao domingo de manhana,//para ir pedir à Virgem / que lhe desse uma companha.// [IGR # 0196.1] #7747
Bem madrugava a donzela / ao domingo de manhana,//pedindo a Deus do céu / que lhe desse uma companha.// [IGR # 0196.1] #7745
Bem madrugava a donzela / no domingo de manhana,//a pedir a Deus do céu / que lhe desse uma companha.// [IGR # 0196.1] #7743
Bem madrugava a donzela, / no domingo ir à missa.//Uma vizinha da porta / um falso `stemunho lhe erguia.// [IGR # 0165] #7594
Bem madrugava Frei João, / uma manhã de segada,//à porta duma morena, / morena linda, casada.// [IGR # 0309] #6817
Bem madrugava o rei p`ra feira, / muito bem qu` ele madrugava;//bem madrugava o rei mouro, / seu cavalo penteava.// [IGR # 0426] #6947
--Bem puderas to Silvana, / . . . //dormir comigo uma noite, brincar comigo um dia.// [IGR # 0005+0075] #7148
Bem se navega Genebra, / vésperas de Nossa Senhora,//pensando de navegar / o dia e a noite toda.// [IGR # 0538] #7787
Bem se passeava o mouro / de calçada em calçada,//olhando para Valença, / o que está d` amuralhada.// [IGR # 0045] #5952
Bem se passeia a Genebra, / vésperas de Nossa Senhora,//cuidando de navegar / o dia e a noite toda.// [IGR # 0538] #7786
Bem se passeia a Silvana / por um corredor acima,//tocando numa guitarra / muito bem que a cingia;// [IGR # 0503] #6629
Bem se passeia Bernardo / pela ribeira de Umbria;//leva duzentos cavalos, / todos ganhou num dia.// [IGR # 0103] #5978
Bem se passeia Bernardo / p`la ribeira d` Hungria;// duzentos cavalos leva / todos ganhados num dia.// [IGR # 0103] #5976
Bem se passeia Moirito / de calçada em calçada,// olhando para Valencia / como está de amuralhada:// [IGR # 0045] #3689
Bem se passeia mourilho / de calçada em calçada,//olhando para Valência, / como estava muralhada.// [IGR # 0045] #5950
Bem se passeia mourito,/ de calçada em calçada,//olhando para Valência, / como está amuralhada.// [IGR # 0045] #5954
Bem se passeia o mourinho / de calçada em calçada,//olhando para Valência, / o que estava amuralhada.// [IGR # 0045] #5953
Bem se passeia o Mourinho/de calçada em calçada,// olhando para Valência,/o que estava amuralhada// [IGR # 0045] #3679
Bem se passeia Silbana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / e dando ais de agonia.// [IGR # 0503] #6620
Bem se passeia Silvana / pelo corredor acima,//o magano de seu pai / d` amores a pretendia.// [IGR # 0005] #7077
Bem se passeia Silvana / pelo corredor acima.//Se bem canta, melhor baila, / melhor romance fazia.// [IGR # 0503] #6731
Bem se passeia Silvana / por um corredor acima,//tocando numa guitarra, / muito bem que a cingia.// [IGR # 0503] #6638
Bem te passeias, Bernardo, / pela ribeira d`Hungria,//com novecentos cavalos, / todos ganhados num dia.// [IGR # 0103] #2271
Bem-vindo sejas, sobrinho, / sobrinho meu muito amado;//muito folgo de vos ver / a esta casa chegado.// [IGR # 0747] #2760
Benica cu de muralla, / nombrada por mar y tierra//dos toreros cara a cara / y un vaquero en una yegua.// [IGR # 0878] #2126
--Bernardito, Bernardito / cuéntame de mis hizañas//si para mí no las tienes / Bernardo, ¿pa quién las guardas?// [IGR # 0029+0027] #9615
--Bernardo del Carpio / que por las montañas venías// a los osos sujetabas / y a los tigres vencías// [IGR # 0029+0027] #9613
Bernardo estaba en el Carpio, / y el Rey Alfonso, el León//una carta y mensajero / a Bernardo le mandó.// [IGR # 0027] #1862
. . . Berraba por Magdalena / que le curara la llaga//Magdalena respondió-e / muy triste y muy enojada.// [IGR # 0004.1] #1812
Bien se te avía, Caiferes, / a los naipes a jugar,// la tu esposa Melisendra / yo sé bien adónde está:// [IGR # 0151] #711
Bisortiz llama el mozo, / Bisortiz el afamado;//una tarde, estando a solas, / fue su padre a aconsejarlo:// [IGR # 0766] #3562
Blasonando está el Francés / contra el exército hispano//por ver que cubre su gente, / sierra, monte, campo y llano.// [IGR # 1589] #8518
Bodas se hazen en Francia / allá dentro en París.// Quan bien que trae la dança / essa doña Beatriz.// [IGR # 0468] #9513
--Bons dias, ó Juliana, / bons dias lh`eu venho dar.//--Disseram-me agora, ali, / Jorge se ia a casar.// [IGR # 0172] #8016
Bordas do Douro abaixo, / bordas do Douro acima,//vozes dava uma alma, / vozes dava, que aturdia.// [IGR # 0797] #7792
. . . / bramando como una fiera.//--Vuelve, serranito, vuelve, / vuelve por la tu montera,// [IGR # 0233] #7362
--Brancalinda à sua janela, / branca, tão linda flor,//quem me dera ficar com ela / uma noite sem temor!// [IGR # 0234] #6920
--Brancalinda, Brancalinda, / ó minha tão bela flor://quem te agarrara, ó Branca, / uma noite sem temor!// [IGR # 0234] #6912
Brancalinda, Brancalinda, / ó minha tão bela flor,//quem te caçara, Brancalinda, / uma noite sem amor// [IGR # 0234] #2710
Brocado de oiro / e prata lavrada,//estav` eu bordando / à minha almofada,// [IGR # 0173] #7685
Buen alcaide de Cañete, / mal consejo habéis tomado// en correr a Setenil, / hecho, se había, voluntario// [IGR # 0382] #1469
Buena mañanita hace / para aquel que la desea//por la Vega de Granada / el rey Chico se pasea [IGR # 0040.7] #1884
--Buenas tardes, caballero. / ¿De dónde ha venido usté?//--De la guerra, señorita / ¿Qué se la ha ofrecido a usté?// [IGR # 0113] #9455
Buenas tardes tengas, mi tío, / y con los que con vos están//Mala la traiga, Bernardo, / hijo de padre traidor,// [IGR # 0027] #1863
Buen conde Fernán González, / el rey envía por vos,// que váyades a las cortes / que se hacían en León;// [IGR # 0123] #1400
Buenos días, Marïana, / yo a mis bodas te convido.// Esas bodas, don Alonso, / yo creí que eran conmigo.// [IGR # 0172] #827
--Caballero, caballero, / ¿qué anda haciendo por aquí?//--Ando en busca de mi esposa / que hace tiempo la perdí.// [IGR # 0168] #5046
Caballero de armas blancas / con la infanta quer casar//Válgame Nuestra Señora, / la Virgen de alén del mar!// [IGR # 0720] #1809
Caballero, si a Francia ides, / por mi señor preguntad;// y porque le conozcáis / con poca dificultad,// [IGR # 0113] #1575
Caballeros van y vienen, / por la ciudat de Aragón.//Todo el que hijo varón tiene, / a la guerra lo envió.// [IGR # 0231] #2944
Caçador que fora à caça, / à terra do sol subia,//anoiteceu-lhe numa terra, / onde gente não havia.// [IGR # 0164+0100] #7279
Caçador que vai à caça, / à caça como sabia,//anoiteceu-lhe num campo, / numa obscura montia.// [IGR # 0164+0100] #7265
Caçador que vai à caça, / à caça vai vida minha;//seu perro leva alcançado, / seu calvão perdido ia;// [IGR # 0164+0100] #7255
Caçador que vai à caça, / vai caçar à maravilha;//os seus perros le cansaram, / qu` era o que ele mais sentia.// [IGR # 0164+0100] #7263
Caçar vai cavaleiro, / caçar como o solia;//lá no meio do monte / o sol se escurecia;// [IGR # 0164+0100] #7239
Cada día que el sol sale / . . . //cada día que amanece / su padre la castigaba// [IGR # 0126] #131
Caíra um escrito do céu / que de Deus vinha escrevido;//há-de ir descalço a Roma / despedrando o caminho,// [IGR # 0140] #6148
. . . / . . . //--Cala-te minha filha que me deves d` incobrir// [IGR # 0095] #6790
Calle de San Rafael, / calle de Santa María,//paseaba un caballero, / calle abajo y calle arriba./ / [IGR # 0200] #4789
Caminaba Baldovinos, / Baldovinos caminaba// y en el medio del camino / se cayó en un pozo de agua.// [IGR # 0180] #1276
Caminaba conde Olinos / mañanita de San Suan// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #790
Caminaba conde Olinos / mañanitas de San Juan//a dar agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8444
Caminaba don Alonso, / don Alonso caminaba// llevaba la mujer encinta / de nueve meses preñada// [IGR # 0030] #9044
Caminaba don Alonso, / don Alonso caminaba,// lleva la mujer consigo, / de nueve meses preñada,// [IGR # 0030] #635
Caminaba don Buiso / en una mañana fría,// en tierras de moro / a buscar amiga.// [IGR # 0169] #1202
Camiñaba don Galán / para a misa de Cuaresma//non por devoción da misa / nin por otra que tuviera,// [IGR # 0130] #1731
Caminaba el conde Arnaldos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9212
Caminaba el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #8442
Caminaba el conde Olindes / a llevar el caballo a beber,//mientras que el caballo bebe / sacara un lindo cantar,// [IGR # 0049+0796] #8968
Caminaba el Conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su cabello / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #3135
Caminaba el conde Ynelo / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9237
Caminaba el vizcondito / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / y a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9216
Caminaba Marcelino / por las orillas del mar.//Mientras su caballo bebe / echa un dulce cantar.// [IGR # 0049] #8439
Caminaba Montesinos / por una verde montaña//con el fusilín al hombro / como aquel que va de caza// [IGR # 1537] #1875
Caminaba Montesinos / por una verde montaña//por aquel lado ensiniestro / y con aquella pequeña daga// [IGR # 0252] #1879
Caminaba un labrador / tres horas antes del día//se encontraba con un pobre / que muy cansado venía.// [IGR # 0185] #8305
Camina conde Olinos / . . . //a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8434
Camiña don Berso / mañania fría//a tierra de moros / a buscar amiga.// [IGR # 0169] #8735
Camina don Boiso / mañanita fría// a tierra de moros / a buscar amiga;// [IGR # 0169] #1204
Camina don Boiso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar la niña.// [IGR # 0169] #5835
Camina don Boyso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar amiga.// [IGR # 0169] #2554
Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de Campos / a buscar la niña.// [IGR # 0169] #2545
Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar amiga;// [IGR # 0169] #2524
Camina don Bueso / mañanita fría// a tierra de moros / a buscar amiga;// [IGR # 0169] #2546
Camina don Bueso / mañanita fría//a tierra de moros / a buscar la niña;// [IGR # 0169] #2520
Camina don Bueso / una mañana fría//en busca de amores / a tierra judía// [IGR # 0169] #570
Camina don Güeso / mañanita fría//a buscar amores / a la morería.// [IGR # 0169] #9048
Camina don Juan a caza, / a caza como solía;//le vino el mal de la muerte, / pa su casa se volvía.// [IGR # 0080] #8652
Camina la Virgen pura, / camina hacia Belén,//con un niño entre sus brazos, / que es el cielo el que lo ve./ / [IGR # 0226] #4588
Camina la Virgen pura, / camina muy de mañana,//por los arroyos de sangre / que su hijo derramaba.// [IGR # 1537.1] #5091
Camina la Virgen pura, / camina para Belén//con el niño entre los brazos / y Jesús de Nazaret;// [IGR # 0226] #8278
Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//con su niñito en los brazos / que más bello que el sol es.// [IGR # 0226] #5724
Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//en el medio del camino / el niño pidió de beber;// [IGR # 0226] #5725
Camina la Virgen pura, / camina para Belén,//y en el medio del camino / pide el Niño de beber.// [IGR # 0226] #9823
Camina la Virgen pura, / camina para Belén//y en el medio del camino / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #4923
Camina la Virgen pura / camina para Belén//y en el medio del camino / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #5730
Camina la Virgen pura, / camina para Belén//y en medio del camino / pidió el niño de beber.// [IGR # 0226] #3767
Camina la Virgen Pura / con el niño y san José,//como el camino era largo, / pidió el niño de beber.// [IGR # 0226] #3042
Camina la Virgen pura / con el rigor del invierno//con la barriga en la boca, / preñada del Padre Eterno.// [IGR # 0216] #2040
Camina la Virgen pura / con San Juan que le acompaña,//en una calle sangrienta / que Jesucristo derrama.// [IGR # 1537.1] #5080
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//caminando siete leguas, / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #8282
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//en la borriquita mansa / que le compró san José;// [IGR # 0226] #5347
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén.//En la mitad del camino / el niño tenía sed./ / [IGR # 0226] #4594
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén.//En la mitad del camino / el niño tenía sed.// [IGR # 0226] #5348
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//en una burrita mansa / que le compró san José;// [IGR # 0226] #5351
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén//y a la mitad del camino / el niño tenía sed.// [IGR # 0226] #5344
Camina la Virgen pura / de Egipto para Belén,//y en la mitad del camino, / el Niño tenía sed.// [IGR # 0226] #9409
Camina la Virgen pura / de Egiptos para Belén//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ / [IGR # 0226] #4593
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4608
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió agua el niño a beber./ / [IGR # 0226] #4610
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4598
Camina la Virgen pura / del Valle para Belén.//En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4609
Camina la Virgen pura, / la bendita Madalena//con cuatrocientos soldados / al mando de su bandera.// [IGR # 0176+0168] #406
Camina la Virgen pura, / la bendita Magdalena,//con trescientos mil soldados / debaja de su bandera.// [IGR # 0176+0168] #8629
Camina la Virgen pura / lejito para Belén//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ / [IGR # 0226] #4599
Camina la Virgen pura / por esta y por otra calle//en busca del su querido, / que se le perdió ayer tarde.// [IGR # 0605.1] #2065
Camina la Virgen Santa, / camina para Belén//y en la mitad del camino / pide el niño de beber./ / [IGR # 0226] #4605
Camina la Virgen santa / con el niñito Jesús,//pero van tan cansaditos / y el niño quiere beber.// [IGR # 0226] #5345
Camina la Virge pura, / camina para Belén//como el camino era largo, / el niño tenía sed.// [IGR # 0226] #1858
Caminan dos estudiantes / pa un estudio muy nombrado//La noche de Navidad / en Babilonia han entrado;// [IGR # 0206] #4909
Caminando va José / caminando va María,//caminan para Belén / más de noche que de día,// [IGR # 0770] #8771
Caminando va la Virgen / en derechura a Belén//con un niño de la mano, / Jesucristo, nuestro bien.// [IGR # 0226] #8280
Caminan José y María, / caminan para Belén;//en el medio del camino / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #8683
Caminan para Roma / dos peregrinos// que antes eran hermanos / y ahora son primos// [IGR # 0142] #2980
Camina Nuestra Señora, / camina para Belén,//con un niño entre los brazos / que daba gusto de ver.// [IGR # 0226] #3519
Camina para la Mancha / un buen mozo arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #3193
Caminemos, caminemos, / caminemos pa Belén.// --No tomes agua, mi vida, / no tomes agua, mi bien,// [IGR # 0226] #3521
Caminhando dona Iria / p` lo seu corredor acima,//tocando a sua guitarra / muito triste em demasia,// [IGR # 0503] #6720
Caminhou Dona Silvana / por a sua varanda acima,//guitarra d` ouro à cinta, / grande instrumento faria.// [IGR # 0005+0004] #2603
Caminhou Flores e Ventos, / uma noite de Natal,//desonrou sete donzelas, / todas de sangue real.// [IGR # 0343] #6129
Caminí por altas tores, / navegí por las fortunas,//onde non cantaba gallo, / ni menos canta gallina,// [IGR # 0588] #2942
Caminito a las avenas / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #3764
Caminito de Bembibre / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media / y bolsillo de dinero// [IGR # 0134] #5821
Caminito de Santiago / caminaba una romera,// su cara lleva tan blanca, / relumbra por mar y tierra.// [IGR # 0192] #1242
Camino de Extremadura / iba un valiente arriguero//Camino de Extremadura / iba un valiente arriguero,// [IGR # 0134] #1921
Camino de la serena, / caminava un arriero,//bom sapato, buena media, / bom bolsillo de denero.// [IGR # 0134] #2868
Camino de Naranjales / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buena bolsa de dinero.// [IGR # 0134] #3051
Camino de Santiago,//con grande halago,//mi peregrina//la encontré yo.// [IGR # 5006] #9553
Camino para La Mancha / caminaba un arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #8329
--Campos verdes, / bem os vejo verdegar,//quem me dera naquele monte, / quem me dera naquele vale,// [IGR # 0153] #6564
Campos verdes, campos verdes, / cuando la pasión salía// un ciego y un curredor / que grande es la maravilla// [IGR # 0212] #1261
Candelaria, Candelaria, / día dos de febrero//salió la Virgen a misa, / María, madre del Verbo.// [IGR # 0713+0107.1] #266
Candelaria, Candelaria, / el segundo de febrero//salió a misa de parida / María, madre del Verbo;// [IGR # 0713] #2053
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,//porque se llevan al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #4116
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,// porque se llevan al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #9597
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar,//porque se llevan al conde / del capitán general.// [IGR # 0110] #9601
Cansadita la condesa, / cansadita de llorar.//Se ha marchado el conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #9598
Cansados de pelear / los seis hermanos yacían;// infantes todos los llaman / que de Lara se decían.// [IGR # 1144] #1405
--Canta, moiro, canta, moiro, / canta, pela tua vida.//--Como cantarei, senhora, / nesta prisão metido?// [IGR # 0051] #5958
--Canta, moro, canta, moro, / canta, moro, por tu vida//--¿Cómo he de cantar, señora, / si entre gentes no podía?// [IGR # 0438] #3270
Canta moro, canta moro, / canta moro por tu vida//que entre más el moro canta,// [IGR # 0438] #2988
--Canta mouro, canta mouro, / canta pela tua vida.//--Como cantara, senhora, / se eu em ferros não podia?// [IGR # 0051] #5959
Canta, mouro, canta, mouro, / canta pela tua vida.//Como cantara, senhora, / se eu em ferros não podia?// [IGR # 0438] #2651
--Canta, mouro, canta, mouro, / canta, pela tua vida.--//Como cantarei eu, triste, / s` eu de prisões não saía?// [IGR # 0051] #5956
--Canta, mouro, canta, mouro, / canta pela tua vida,//o teu cantar namora / a filha do rei d` Hungria.// [IGR # 0051] #5962
--Cara linda, ó cara linda, / és tão linda como o sol, //deixame ir dormir contigo / às barras do teu lençol. // [IGR # 0234] #6905
--Carcelero por tu vida, / carcelero por piedade,//que me quites las cadenas / y me afloxes el corale,// [IGR # 0025] #5904
Cargadita de humildad / fue a confesar un domingo,//sin tener ningún pecado, / ni en su vida le ha tenido,// [IGR # 0682] #5757
Carmela se paseaba / Carmela se paseaba// con los dolores de parto / el corazón se le parte.// [IGR # 0153] #2962
Carmela se paseaba / por una montaña arriba,//la cogieron los moros / el día de Pascua florida.// [IGR # 0169] #2515
Carmela se paseaba / por una montaña arriba,//y la han cogido los moros / se la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #2578
Carmela se paseaba / por una montaña oscura//y la cogieron los moros / y se la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #2566
Carmela se paseaba / por una sala adelantet.//Con los dolores de parto, / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #505
Carmela se paseaba por / una sala muy grande//con dolores de parir / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #480
Carmela se paseaba / por una sala muy grande//con dolores de parir / se ha marchado en ca su madre.// [IGR # 0153] #503
Carmela se paseaba / por una salita alante//con los dolores de parto / que el corazón se la parte,// [IGR # 0153] #499
Carmela se paseaba / por una salita alante//con los dolores de parto, / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #494
Carmela se paseaba / por una salita alante,//con un dolor de barriga / que la pobre reventaba.// [IGR # 0153] #3019
Carmeliña, Carmeliña / tú qué fuiches desgraciada//por unha mala dormida / deixache estar casada// [IGR # 0006] #2409
Carmencita, Carmencita, / tú nacistes desgraciada// que por un malo amor / dejastes de ser casada.// [IGR # 0006] #2347
Carré de Barcelona / carré dels argentés,//tot son valets y comptes / damas y caballés.// [IGR # 0133] #7882
Carretera de Aragón, / la pasea un mozo arriero,//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #5600
Cartas le vienen al conde / de la raya `e Portugal// que lo llaman a la guerra / de capitán general.// [IGR # 1668] #745
Cartas va, cartas vienen, / que se corren por España,// Juan de Dios y de María / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2334
Cartas van y cartas vienen / a las orillas del mar,// que llaman al conde Dirlos / por capitán general.// [IGR # 1668] #746
Cartas van y cartas vienen, / cartas al emperador,// que todos viejos y mozos / a servir al rey señor.// [IGR # 0231] #901
Casada de oito dias, / à janela foi chegar,//vira vir um cavaleiro, / com um lencinho a abanar.// [IGR # 0069] #5967
Casada de treze dias, / `stava na minha janela,//chegou uma pomba negra, / que nova me trará ela?// [IGR # 0069] #5963
Casadinha de outo dias, / sentadinha à janela,//vira vir um cavaleiro / com cartinhas a abanar.// [IGR # 0069] #2627
--Casadita, casadita, / ¿dónde tienes el marido?// (sic) se fue a la guerra / no sé si es muerto o si es vivo.// [IGR # 0113] #3758
Casado estaba Montero / con doña Juana del Cueto,//Blanca, rubia, como el sol / y de gran entendimiento// [IGR # 5110] #8000
--Casai-me, meu pai, casai-me, / que a idade me obriga.//--Tenho corrido mil terras / sem achar quem a queria,// [IGR # 0503] #6705
--Casai-me, meu pai, casai-me, / que a idade mo declina,//quero casar com conde Verde / que é amor da minha vida,// [IGR # 0503] #6630
Casamiento se hacía / que a Dios ha desagradado:// casan a doña Teresa / con un moro renegado,// [IGR # 2215] #1410
Casei c` uma donzelinha, / filha é dum lavrador;//gastei o meu e o seu, / quanto nos deu o Senhor.// [IGR # 0085] #7479
--Cáseme mi padre, cáseme, / que el tiempo ya lo tenía,//los árboles dieron hojas / y ahora ya les caían.// [IGR # 0503] #8313
Casóme a mía madre / con un pícaro pastor,// que no me dexa ir a misa / ni tampoco ir al sermón,// [IGR # 0171] #1360
Casóme mi madre / con un pícaro pastor,// ni me deja ir a misa / ni tampoco oír sermón,// [IGR # 0171] #1362
Casóme mi madre / con un polido pastor,// patituerto y jorobado / y hecho de mala fación.// [IGR # 0171] #1363
Casóme mi papa / chiquirita y bonita// con un picaruelo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1033
Castillo sobre castillo, / en lo más alto de Uviedo//habitaban dos serranas, / ¡con qué pena lo refiero!;// [IGR # 0360] #2190
Cata Francia, Montesinos, / y París esa ciudad;// cata palacio del rey / tu abuelo natural;// [IGR # 9289] #1601
--Catalina, bella niña, / blanca flor de Ginové,//mañana me voy pa` Francia, / ¿qué encargás o qué querés?-- [IGR # 0113] #4665
--Catalina, Catalina, / bella flor de Genova,//mañana me voy para España, / ¡y dirá lo que queras!--/ / [IGR # 0113] #4669
--Catalina, Catalina, / blanca flor del limoné,//un barco sale pa España / y otro para el Lago Né;// [IGR # 0113] #3746
Catalina, Catalina, / Catalina, blanca flor,// quisiera dormir contigo / una noche sin temor.// [IGR # 0234] #1045
--Catalina, Catalina, / del monte del genovés,//mañana me voy para Francia, / ¿qué le ofrece y qué queréis?/ / [IGR # 0113] #4659
--Catalina, Catalina, / flor de Genovés,//¿qué se le ofrece para Francia, / pues mañana me embarcaré?/ / [IGR # 0113] #4662
Catalina, Catalina, / la del paño limonés,//¿qué se te ofrece pa Francia? / Dime, niña, ¿qué queréis?// [IGR # 0113] #5297
--Catalina, Catalina, / la del quinto ginové,//mañana me voy pa` Francia, / ¿qué mandás o qué querés?--/ / [IGR # 0113] #4668
--Catalina, Catalina, / linda flor de Genové,//mañana me voy para Francia, / ¿qué tenéis o qué mandáis? [IGR # 0113] #4664
--Catalina, Catalina, / linda moza y lindo pie,//yo me embarco para Francia, / ¿qué encargo es el que me hacéis?// [IGR # 0113] #3458
--Catalina, Catalina, / lindo cuerpo aragonés,//yo me embarco para Francia, / ¿qué dice su piquerey?// [IGR # 0113] #3462
--Catalina, Catalina, / lindo cuerpo aragonés,//yo me parto para Francia; / manda tú lo que queréis.// [IGR # 0113] #3461
--Catalina, Catalina, / lindo nombre aragonés,//mañana me, voy a Francia, / me mandáis lo que queréis.// [IGR # 0113] #5333
--Catalina, Catalina, / lindo nombre aragonés,//por España mi partido, / me mandáis o qué queréis.// [IGR # 0113] #5335
Catalina estaba sentadita, / sentada debajo laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr.// [IGR # 0113] #2666
--Catalina, flor de lima, / flor de todo genovés,//mañana voy para Francia, / mandad lo que queréis.// [IGR # 0113] #5316
--Catalina, mi señora, / lindo cuerpo pagoney,//yo me embarco para Francia, / ¿qué mandáis o qué queréis?// [IGR # 0113] #3459
Catalunya, Catalunya, / Catalunya rica i plena!//Puix que el rei nostre senyor / declarada ens té la guerra,// [IGR # 0256] #4497
Caterina asentada, / asentada en su balcón,//vido pasar a un soldado, / de su marido le pruntó:// [IGR # 0113] #3745
Caterina se`n pentina / amb una pinta d`Urgell// Cada cabell que se n`arenca / maliex als seus parents;// [IGR # 1126] #9783
Cativa estaba, cativa, / la (e)sposica de Gayfero,//pensando está que l`escriba, / con uno de sus mesajeros.// [IGR # 0151] #8775
Cativaram-me os moiros / lá nesses tempos da guerra;//levaram-me a vender / aos ares da minha terra.// [IGR # 0443] #6209
Cavaleiro, nã namores, / filha d` el-rei teu senhor,//tua vida pagaria, / tamanho crime d` amor.// [IGR # 0720] #6539
--Cavaleiro, não namores / a filha do teu senhor,//que vós heis-de ficar / sem ela, morres por o teu amor.--// [IGR # 0720] #9527
Cavalheiro d`armas brancas, / vístai-lo por aqui passar?//Esse cavalheiro, senhora, / morto está no areal.// [IGR # 0150+0457] #2245
--Cavalhero, nã te namoris / da filha do tê sinhor,//qu` ele há-de zumbar de ti, / tu hadis morrer d` amoris.// [IGR # 0720] #6530
Cazador que va cazando / al monte cuando solía//lleva los perros cansados / y el gamo más no podía;// [IGR # 0080] #3245
Cercada está Santa Fe / por el vno y otro lado,//assentadas muchas tiendas / de oro, seda y brocado;// [IGR # 0067.6] #5823
Cercada está Santa Fuente / de un fino lienzo encerado//ricas tiendas le rodean / de terciopelo y brocado.// [IGR # 0045] #3373
Cerquines se casa / en muy lejas tierras//sus padres no quieren / casarle con ella.// [IGR # 0155] #355
--Cerra-te, janela, / abre-te, postigo;//deita cá um lenço / que eu venho mui` frio.// [IGR # 0189] #7020
Chegada era la hora, / ao pino do meiodia,//quando a bela infanta / de freirinha se metia.// [IGR # 0431] #7228
--Chegai, Infanta, . . . janela, / ouvi um doce cantar,//ouvi cantar as sereias, / no meio daquele mar.// [IGR # 0049] #6448
Chegando o senhor D. Jorge / das batalhas d` Além-Mar,//correu logo a ver a esposa / que deixara no solar.// [IGR # 0234] #6936
Chico era Ofico, / chico era de la cuna,//lo mitieron por rubico / a meldar las criaturas// [IGR # 0080] #4824
Chiquita y bonita / me casó mi madre//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #5220
Chon Pipa se fué a la guerra, / montado en una perra.//La perra que se resbala, / Chon Pipa que se hace bala./ / [IGR # 0178] #4759
Chorava a infanta Solisa, / chorava e razão havia,// vivendo tam descontente, / seu pae por casar a tinha.// [IGR # 0503] #1587
Chorava dona Helena, / chorava que razão tinha.//--Que tendes, dona Helena, / que estais posta a chorar?// [IGR # 0153] #6585
Chorava dona Silvana, / chorava, que razão teria,//seu pai se ergueu da cama / ao pranto que ela fazia.// [IGR # 0503] #6712
--Ciego que nada ve, / ¿quiere hacer una merced?//Darle una naranja al Niño / para que apague la sed.// [IGR # 0226] #3523
Cien caballos tien Bernardo, / todos los ganó en un día;// y el rey le pedía uno, / y el rey uno le pedía.// [IGR # 0103] #693
Ciento y un quintado llevan, / todos van para la guerra.//Ya se ponen a comer / debajo de una alameda./ / [IGR # 0176] #4791
Ciertas nuevas, ciertas nuevas, / nuevas corren por España:// malito se halla don Juan, / malito se halla en la cama,// [IGR # 0006] #662
Cipriana tiene una huerta / toda de árboles cercada//y en medio de ella una fuente / con siete caños de plata.// [IGR # 0446] #3397
--Clara linda, Clara linda, / Clara linda como o sol,//deixame dormir contigo / nas pontas do teu lençol.// [IGR # 0234] #6933
Claralinda está doente? / Vejo-a tão descorada.//Foi de um pucarinho de água / que bebeu na madrugada.// [IGR # 0159] #2614
cobles noves / n` anirém cantant//d` una minyoneta / plena de trevalls.// [IGR # 0512] #9557
Cogiera un vaso de agua / y se bajara al corral,//y hubo cogido tres granos / del más fuerte solimán;// [IGR # 0255+0172] #9279
--Coitado de mim, que sou velho, / as guerras me matarão,//as três filhas que eu tenho, / de nada me servirão!// [IGR # 0231] #7537
Combidaron al buen rey / a la guerra de Aragón;//maldiziendo va el buen rey, / una mala maldisión.// [IGR # 0231] #3713
Cómo llora la Silvana, / lloraba que trasvertía//--¿Oh, qué tendrá la Silvana, / oh, qué tendrás, hija mía?// [IGR # 0005] #8143
--Cómo no me casa, padre, / cómo no me casaría;//yo podía estar casada / con el jefe ` policía.// [IGR # 0503] #3399
como no te casas hija / como no te casas ya//como quieres que me case / yo le pido a uste un favor// [IGR # 0110] #3907
Cómo quedó con tristeza / la reyna, y desconsolada//de la vitoria que tuuo / ensangrentando su lança// [IGR # 2463] #5826
Como se pasea el moro, / pasea por la calzada//de cara mira a Sevilla, / de cara mira a Granada,// [IGR # 0045] #9387
--Como `stás bonita, senhora, / bonita c`m`à maravilha,//quem me dera dormir contigo / uma noite e mais um dia!// [IGR # 0234] #6938
Como vai, minha criada? / --Como vai, senhora minha?//Ainda ontem fui princesa, / já hoje estou na cozinha.// [IGR # 0136] #5805
Compañero, compañero, / casóse mi linda amiga;// casóse con un villano, / que es lo que más me dolía.// [IGR # 2933] #1556
Con ansia estrema y lloroso, / triste, ansioso y afligido,//se parte Bernardo el Carpio / de grave dolor vencido,// [IGR # 1567] #8508
Con crespa y dorada crin / del hondo mar se levantan,//sembrando por todo el mundo / luz por las narizes altas// [IGR # 1595] #8521
Conde Aliñes, conde Aliñes, / mañanitas de San Juan,//a dar agua a sus caballos / a puerto de sobre mar.// [IGR # 0049] #8429
Conde Alines madrugó / mañanita de San Juan,//mientras el caballo bebe / el cantaba un cantar.// [IGR # 0049] #8408
Conde Alinos, conde Alinos / fue niño y pasó la mar,//lleva el caballo a beber / a las orillas del mar,// [IGR # 0049+0796] #8966
Conde Carlos condoído d` amor / que se nã podia repousar,//que dava pulo na cama / como um gavião no mare.// [IGR # 0366] #8905
Conde Claros, com amores, / nã podia descançar,//e dava pulos na cama, / nem gavião a pular.// [IGR # 0366] #2613
Conde Frores, conde Frores, / . . .//¿Por cuántos años vas, conde? / --Por siete y no voy por más;// [IGR # 0110] #3974
Conde Montalvar nã dorme, / nã pára no cabeçal,//salta pinotes na cama / que nem galeão real,// [IGR # 0366] #6138
Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan//fue a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #8460
Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5384
Conde Niño, conde Niño, / la mañana de San Juan//va a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9213
Conde Niño por amores / es niño y pasó la mar,//fue a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #8425
Conde Niños pa la guerra / se tenía que marchar.// Si a los siete años no vuelvo, / a los ocho casarás.// [IGR # 1668] #743
Conde Olinos, conde Olinos, / de noche pasó la mar//co`l caballo por la rienda / cantando un rico cantar.// [IGR # 0049] #1687
Conde Olinos, conde Olinos / es niño y pasó la mar;//lleva el caballo a beber / mañanita de San Juan// [IGR # 0796] #8314
Conde Olinos, conde Olinos / es niño y pasó la mar//Estaba el rey conde Olinos / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049] #323
Conde Olinos, Conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Levantóse Conde Olinos / mañanita de San Juan;// [IGR # 0049+0796] #8316
Conde Olinos, conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Se llevanta conde Olino / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049] #794
Conde Olinos, conde Olinos, / fue niño y pasó a la mar,//mientras el caballo bebe / él se pusiera a cantar:// [IGR # 0049+0796] #8972
Conde Olinos, conde Olinos, / fue niño y pasó la mar,//levantóse conde Olinos / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049+0796] #8971
Conde Olinos, conde Olinos / lleva el caballo a beber// mientras el caballo bebe / conde Olinos canta bien.// [IGR # 0049] #764
Conde Olinos, conde Olinos, / mañanita de San Juan,// fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #785
Conde Olmos, Conde Olinos, / es niño y pasó la mar.//Levantóse el Conde Olinos / mañanita de San Juan// [IGR # 0049+0796] #9373
Conde Rondai se pasea / de la ventana al balcón.//--Reviente la mi mujer / al par de mi corazón,// [IGR # 0231] #5915
Confiésate a mí, Carmela, / que yo se lo diré a un fraile//que detrás de aquella ermita / he intentado de matarte.// [IGR # 0153] #506
Con los mejores de Asturias / sale de León Bernaldo,//puestos a punto de guerra / a impedir de Francia el passo.// [IGR # 1583] #8516
Con solos diez de los suyos / ante el rey Bernardo llega,//con el sombrero en la mano / y acatada reverencia;// [IGR # 0027] #8550
Contándole estava un día / al valeroso Bernardo//Elvira Sánchez, su aya, / que de niño le ha criado:// [IGR # 1526] #8528
Con tres mil y más leoneses / dexa la ciudad Bernardo,//que de la perdida Iberia / fue milagroso restauro:// [IGR # 1581] #8514
Coração, coração lindo, / qu`assi m`andas aborrido//Vai-se o conde e a condessa, / ambos vão por um caminho.// [IGR # 0338] #2716
--`Corde, minha mãe, / desse seu dormir://venha vê` lo cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7032
Corre la voz por el mundo,/ corre la voz por Españ//que hay un rico mercader/ que en paños y sedas trata.// [IGR # 0501] #4896
. . . Corrió salas y aposentos / y vio colgada de un clavo//una espada ya mohosa / y estas palabras le ha hablado:// [IGR # 0114] #1869
Cosas buenas, cosas buenas, / que se cuentan por España?// Se cuenta que el rey don Juan / está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #670
Criaba una pobre viuda / tres hijos con grande honor//por una cosa que viera, / su madre les regañó.// [IGR # 0143] #1790
Criados los mis criados / los que de mi coméis pan//sacádmela de paseo / llevádmela a pasear// [IGR # 0110] #3883
Cristo, rendido y cansado / de la venerable sierra//quisiera, en traje de pobre, / dar a mostrar su grandeza.// [IGR # 0676] #2094
--Cruelbento, Cruelbento, / ah! roubador maioral,//derrubaste três cidades, / todas três em Portugal;// [IGR # 0343] #6124
--Cruelvento, Cruelvento, / derrubador maioral!//Derrubaste três igrejas / das melhores de Portugal.// [IGR # 0343] #6123
--Cruelvento, Cruelvento, / roubador maioral!//Derrubaste três castelos, / no reino de Portugal;// [IGR # 0343] #6121
Cruel vento, ó cruel vento, / roubador maioral//Roubaste as três igrejas, / as melhores de Portugal.// [IGR # 0343] #2269
Cuáles son las dos hermanas / las que de amor están tocadas?//Una se llama Ximena, / la otra Fátima se llama.// [IGR # 0014] #1889
Cuáles son las dos hermanas / que son del amor trocadas?//La una se llama Xerifa, / la otra Fátima se llama.// [IGR # 0052] #1887
Cuando abril de flores lleno, / salí, pues, una mañana//y oí una voz tenebrosa / que sonaba en la montaña.// [IGR # 0901] #1976
Cuando a las tres de la tarde / vi que bajá de un cerro//una hermosa peregrina / con un infante pequeño,// [IGR # 0323] #2198
Cuando don Bernardo / de las tropa se salía,// con trescientos mil caballos, / todos de una igualía// [IGR # 0103] #692
Cuando el conde don Valdivia / se disponia casar//buscaba la dama hermosa / chiquita y de poca edad// [IGR # 0110] #3989
Cuando el conde volvió `e misa, / la condesa escolorida está.// Qué te pasa, la condesa, / que tan escolorida estás?// [IGR # 0311] #683
Cuando el conde y la condesa / a coger flores se van//el conde tiende la capa / la condesa su brillar// [IGR # 0110] #3956
Cuando el infante don Pedro / cuando el infante don juan//se despide de su esposa / se despide y ya se va// [IGR # 0110] #3919
Cuando el manto de Pinela / se partían en Berbería//siete sastres lo partieron, / siete toman la medida;// [IGR # 0074] #3310
Cuando el rey de los murcianos, / aquel que reina en Turquía,//entre sus morillas tiene / una cristiana cautiva.// [IGR # 0169] #8641
Cuando el rey Selomó / en Yerusalaim reinó//vinieron a él dos mujeres / que el corazón lastimó,// [IGR # 0490] #7804
Cuando el trigo está en espiga / y el lino está echando flor, //estaba el conde de Lara, / estaba el conde Mayor:// [IGR # 0231] #4890
Cuando empezaron la guerra / entre Francia y Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4103
Cuando empezó la guerra / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4079
Cuando empezo la guerra / entre España y Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4090
Cuando empiezan la guerra / en Francia y en Portugal//demanen al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4074
Cuando entré en este castillo / apenas tenía barba//y ahora, por mi desgracia, / las tengo largas y canas,// [IGR # 0029] #1865
Cuando Fernandito va / a las orillas de la mar//a dar agua a su caballo / . . . // [IGR # 0049] #8463
Cuando Gerenildo iba / a dar agua a sus caballos;//mientras sus caballos beben// Gerenildo echó a cantar [IGR # 0023] #3798
Cuando Jesús iba a caza, / a caza como él solía,//se ha encontrado con un hombre / triste y de {I}malancolia{M}.// [IGR # 0808] #4919
Cuando la guerra de Italia / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4085
Cuando las pintadas aves / mudas están, y la tierra//atenta escucha los ríos / que al mar su tributo llevan,// [IGR # 0672] #9350
Cuando mayo fue por mayo, / cuando los fuertes calores//cuando los trigos encañan, / los árboles echan flores.// [IGR # 0078] #214
Cuando me casó mi madre, / ma casó con un pastor//chiquitito y jorobado, / hecho de mala facción.// [IGR # 0171] #444
Cuando me casó mi madre, / me casó con un pastor//chiquito y jorobado, / hecho de mala facción.// [IGR # 0171] #447
Cuando me parió mi madre, / me parió en alta montina,// donde cae la nieve a copos, / agua menudita y fría,// [IGR # 0020] #627
Cuando quiere tomar amores / se baja para l`idea;//cuando de amores no quiere, / se sube para la sierra.// [IGR # 0233] #7329
Cuando salen los navíos / cargaditos de españoles//y al tiempo de echar la vela / cayó un marinero al agua.// [IGR # 0180] #5263
Cuando San José y la Virgen / caminaban para el templo//en la mitad del camino / al niño echaron de menos.// [IGR # 0596+0179] #369
Cuando se armaron las guerras / en Francia y en Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4084
Cuando se declaró en huelga / Italia con Portugal// al conde de Miraflores / le nombraron general// [IGR # 0110] #2973
Cuando se empezó la guerra / en Italia y Portugal//llevaron al conde Alisiado / por capitán general.// [IGR # 0110] #4082
Cuando se formó la guerra / entre España y Portugal//formaron conde de Flores / al capitán general.// [IGR # 0110] #4089
Cuando se movio la guerra / de Francia y de Portugal//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4086
Cuando yo enfermí de amor, / triste y non dormía yo,//de dolor en los mis güesos, / de ansias de mi corazón.// [IGR # 0690] #7810
Cuando yo era chiquitina / y apenas tuve cinco años//De los brazos de mi madre / los moros me arrebataron.// [IGR # 0169] #2512
Cuando yo era pastorcillo / que cuidaba mis ovejas,//echaba mi lanza a lomo, / mi zurrón a tiracuellos.// [IGR # 0233] #7416
Cuando yo era pastorcillo, / que cuidaba mis ovejas,//me encontré con la serrana / dentro de una taramela.// [IGR # 0233] #7373
Cuando yo era pastorcillo, / que guardaba mis ovejas,//vide venir la serrana / brincando de piedra en piedra// [IGR # 0233] #7377
Cuando yo era pastorcillo, / y guardaba mis ovejas,//iba por un barranco arriba, / la serrana me saliera.// [IGR # 0233] #7378
Cuando yo era pastorcito, / que cuidaba mis ovejas,//echaba mi lanza al hombro, / mi gurión a tiracuello.// [IGR # 0233] #7372
Cuando yo era pequeñita / y apenas tenía cinco años,////de los brazos de mi padre / los moros me arrebataron.// [IGR # 0169] #2538
Cuando yo estaba en Sevilla, / mozo galán y bizarro//para quitarme la barba / no tuve siquiera un cuarto.// [IGR # 0698] #611
Cuando yo me muera, / no me entierren en pelado;//entiérrenme en una loma, / donde no pasó ganado./ / [IGR # 0101] #4745
--¿Cuánto me das, marinero? / ¿Cuánto me das, marinero,//porque te saque del agua, sí, sí, / porque te saque del agua, sí, si?--/ / [IGR # 0180] #4676
--Cuatrocientos sei los míos, / los que me coméis el pan //siempre mos han repartió, mañana mos reparterán:// [IGR # 0027] #9364
Cuatrocientos sois, los míos, / los que coméis el mi pan,//nunca fuestes apartados, / agora os apartarán;// [IGR # 0027] #8548
Cuatro doctores lo curan, / de los mejores de España,// sólo falta por venir / el doctor de la Fama.// [IGR # 0006] #2380
Cuatro leguas de Garganta, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera,// [IGR # 0233] #7447
Cuenten, cuenten, los señores, / yo también contaré algo//y un caso que ha sucedido / con la hija de don Bernardo,// [IGR # 0748] #2193
D. Afonso sou chumada, / minha mãe assim o dizia, / qu`os meus manos baptizados / sou com o nome de D. Dinis./ [IGR # 0301] #2624
Da gusto ver un vaquero / cuando anda por renovar,//buscando una vaca negra / sin perilla y sin señal.// [IGR # 2986] #3511
Da igreja vem no velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão, a mulher vem de enterrar.// [IGR # 0635] #7554
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//assentou-se à sua porta / a fartar-se de chorar.// [IGR # 0635] #7549
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seu filho traz p`r a mão, / sua mulher vem de enterrar;// [IGR # 0635] #7552
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos trai pela mão, / sua mulher vem de enterrar;// [IGR # 0635] #7555
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão / e a mulher vem de enterrar.// [IGR # 0635] #7557
Da igreja vem o velho, / da igreja, de rezar,//seus filhos traz pela mão, / sua mulher vem de a enterrar.// [IGR # 0635] #7550
--Daime armas e cavalo, / que eu serei filha varão.//--Tende` los olhos mui` lindos, / filha, conhecer-vos-ão.// [IGR # 0231] #7501
Dai-nos licença, Senhora, / vos pedimos com ternura,//que descrevamos em verso / toda a vossa formosura.// [IGR # 2961] #2898
. . . / . . . //--D. Alberto, D. Alberto, / o nosso sono foi sabido,// [IGR # 0023] #7185
--D. Alberto, não ames / a filha do teu senhor,//ela é muito criancinha, / não te há-de ter amor.// [IGR # 0720] #6533
Dame la gracia y memoria / para si cantar podía//la firmeza `e dos amantes / que uno a otro se tenían.// [IGR # 0217] #118
Dañana tenía un hijo / y otra cosa no tenía,// brindáralo la Gallarda / a comer con ella un día.// [IGR # 0200] #944
Dá o sol na vidraça, / já lá vem claro dia;//o condinho da Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #2718
Da outra banda ou desta, / da outra banda da água,//vozes dava o marinheiro, / vozes deu que se afogava.// [IGR # 0180] #7711
. . . Das posada al cebollero?//No está mi marido en casa, / . . . // [IGR # 0650] #270
Dava o sol na vidraça, / já lá responde meio-dia;//ainda o conde d`Alemanha / co` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #3800
De altas tierras viene / una blanca niña,//vestida de oro / y de perla fina,// [IGR # 0169] #8032
De amores trata don Rodrigo; / descubierto ha su cuidado;// a la Cava se lo dice / de quien anda enamorado;// [IGR # 0296] #1384
Debaixo da flor da murta / corre um cano de água clara;//a mulher que dela bebe / logo se sente pejada.// [IGR # 0469+0138] #2739
Debajo de la bandera / de la Virgen del Rosario//debajo de la bandera / van doscientos de a caballo;// [IGR # 0176+0168] #407
Debajo de un pino verde, / donde se peinaba Adriana,//su gran mata de cabello / de la cintura pasaba.// [IGR # 0446] #3786
De Barcelona partimos / en una noble fragata//que per nombre se decía / Santa Catarina Marta.// [IGR # 0180] #8611
Debaso`l kioprí de Larso / avía `na mosa zarif.//El su padre l` ay guardado / para lindo celebí// [IGR # 2682] #8043
De Belén salió un niñito / huyendo del rey Herodes// y en el caminar pasan / grades fríos y calores// [IGR # 0512] #3107
De Betlem partí la Verge / sols per `nar á Nasaret;//Ya `n prengué per companyía / al gloriós San Josep.// [IGR # 0408] #9801
De Bul-los partióse el rey, / de Bul-los a Salamanca,//en mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9291
De Burgos partió ese rey / de Burgos a Salamanca// . . . / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9288
De Burgos partió ese rey, / de Burgos pa Salamanca,//en meatad de aquel camino / çielo cayó `na carta.// [IGR # 0006] #9295
De Burgos partióse el rey, / de Burgos a Salamanca.// [IGR # 0006] #9289
De Burgos partióse el rey / ese rey de Salamanca,// [IGR # 0006] #9300
De Burlos partió ese rey, / de Burlos de Salamanca;//en mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9302
De campos a campos / de la verde olivaj//la hija del Rey / la llevan cautiva.// [IGR # 0169] #5511
De campos a campos, / de olivas a olivas,//la hija del rey / la llevan cautiva.// [IGR # 0169] #2522
De cara miro a Valencia, / de cara miro a Granada,// de cara miro a Valencia, /oh, Valencia valenciana,// [IGR # 0045] #639
Declarou-se uma guerra / entre França e Portugal;//convidaram conde Flores / pra capitão general// [IGR # 0110] #3973
De concierto están los condes / Hermanos, Diego y Fernando;// afrentar quieren al Cid, / muy gran traición han armado.// [IGR # 0335] #1447
--¿De cuándo acá tantos fieros, / señora Zaida la bella?//¿qué confesión revelé / para tanta penitencia?// [IGR # 2098] #7969
De dónde vienes, mi esposa, de dónde vienes, mi esclava?//--Vengo de San Salvador, / de oir la misa rezada,// [IGR # 0006] #2464
De en frente la veo venir / como un grano de agranada;//le prunto y le dixe / si era moza era casada.// [IGR # 0200] #8036
De Francia partió la niña / de Francia la bien guarnida;// íbase para París, / do padre y madre tenía.// [IGR # 0100] #1573
De Francia partió la niña, / de Francia, la bien querida,//fuérase para París / donde padre y madre tenía.// [IGR # 0100] #8864
De Francia partió la niña, / de Francia la bien querida,//fuérase para París / donde padre y madre tenía.// [IGR # 0100] #8923
--De Francia vengo, señora, / de por hilo portugués,//y en el camino me han dicho, / que buenas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5610
De Francia vengo, señora, / de un pollido portugués//y en el camino me han dicho: / "¡Qué lindas hijas tenéis!"// [IGR # 0224] #1743
--De Francia vengo, señoras, / a buscarle la esposa al rey,// que en el camino me han dicho / que lindas tenéis.// [IGR # 0224] #9439
--De Francia vengo, señora / traigo un hijo portugués//y en el camino me habla / de las hijitas de utsted.// [IGR # 0224] #3592
--De Francia vengo, señora, / y en el camino encontré//á un caballero, y me dijo / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #3579
--De Francia vengo, señores, / de por hilo portugués//y en el camino me han dicho / buenas hijas tiene usted.// [IGR # 0224] #3593
--De Francia vengo, señores, / de reinado portugués,//que en el camino me han dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5191
--De Francia vengo, señores, / muy buen mozo portugués,//a pedirle a usted señora, / que una esposa a mí me dé.// [IGR # 0224] #5196
--De Francia vengo, señores, / un pulido portugués,//en el camino me ha dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5200
De Francia vino un francés / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que no supo responder.// [IGR # 0204] #24
De Granada salió el moro / que Aliatar es llamado//primo hermano del valiente / y del esforzado Albayardo,// [IGR # 0070.7] #1903
Dei de comer ós boicinos / e marchei para a labrada// al dar o primeiro rego / esqueacérame a aguillada;// [IGR # 0436] #1636
--Deitei os olhos ao mar, / avistei formosa armada,//capitão que a governava / muito triste me falou.// [IGR # 0113] #6319
Dei um beijo amoroso / na testa do meu amor,//e ela disse: Mais abaixo, / mais abaixo, por favor.// [IGR # 2868] #2764
--Déixeme ir, mi madre, / beilar ô turreiro,//que quero casarme / con un sapateiro.// [IGR # 4027] #8759
De la ciudad de Bersaba / huyendo salió Jacob//de su hermano Esau / por la bendición que le quitó// [IGR # 2761] #8890
De la guerra se han venido, / una quinta van a echar;//le ha tocado a Gerineldo / ser capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4219
De la hija más hermosa / que el rey de España tenía,//se enamoró otro rey moro / y se ha llevado la niña.// [IGR # 0169] #5519
De la iglesia viene el viejo, / de la iglesia de rezar//sus hijos trae de la mano, / su mujer vén de enterrar.// [IGR # 0635] #1660
De la juma sali el moro, / de la juma al mediodía.//Con trescientos vavalleros, / se lleva por compañía.// [IGR # 0054] #4436
De la más hermosa rosa / nació el clavel de la gracia,//que la escogió el Padre Eterno, / hija de Joaquín y Ana,// [IGR # 0505] #9819
. . . del año//entre damas y doncellas, / y al rey piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #397
Delante del rey León / Jimela salió una tarde//demandando iba justicia / que quién la mató a su padre:// [IGR # 0001] #3371
Delante del rey León / Ximena salió una tarde,//demandando iba justicia / por la muerte de su padre:// [IGR # 0001] #8885
Del aposento de Amón / la hermosa Tamar salía,//como rabiosa leona / quando le quitan la cría.// [IGR # 0381] #5359
De las altas mares / abaxa la blanca y niña//(y) encargada en el oro / y en la perlería,// [IGR # 0169] #9398
De la sangrienta batalla / sale el valiente Bernardo,//dexando a Roldán herido, / aquel paladín gallardo,// [IGR # 1517] #8523
De las cañadas del pino / que hazen a Tajo estrecho//rostro blanco encendido / de dolor, vergüenza y miedo,// [IGR # 2874] #4419
De las damas que hay ahora / doña Ángela es la que priva.//La rondan cien caballeros / todos de espada ceñida;// [IGR # 0217] #8664
De las guerras ven Bernardos, / de las batallas venía,//cien caballos trai delante, / todos ganados de un día.// [IGR # 0103] #8376
De las mozas que hay ahora / doña Ángela es la que brilla;//la rondan duques y condes / . . . . . de villa.// [IGR # 0217] #8666
Del conde Julián traidos / moros entran por Tarifa,//júntanse con los cristianos / que su favor atendían// [IGR # 0463] #9340
--Delgada, ó Delgadinha, / Delgadinha delgada,//queres tu, ó Delgadinha, / ser minha namorada?// [IGR # 0075] #7094
Delgadina, Delgadina, / como caña de cebada//tan Delgadina era ella / que a su padre enamoraba// [IGR # 0075] #4997
--Delgadina, Delgadina / ha de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo, / ni la Virgen oberana,// [IGR # 0075] #4959
--Delgadina, Delgadina, / has de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo, / ni la Virgen soberana,// [IGR # 0075] #4947
Delgadina, Delgadina, / hija del rey de Granada,//un día estando a la mesa / su padre la reparaba:// [IGR # 0075] #4965
--Delgadina, Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.//--No lo quiera Dios del cielo / ni la Virgen soberana // [IGR # 0075] #5488
--Delgadina, Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.//--No lo quiera el rey del cielo, / ni la Virgen soberana,// [IGR # 0075] #4978
Delgadina, Delgadina, / un jueves por la mañana//al vestir la su camisa, / al calzar calzau de grana,// [IGR # 0075] #4955
Delgadina se paseaba / de la sala a la cocina//con su vestido de seda / que su cuerpo cristalina.// [IGR # 0075] #5133
Delgadina se paseaba / en su sala bien cuadrada,//con su manto de hilo de oro, / que en su pecho brillaba.// [IGR # 0075] #5131
Delgadina se paseaba / en una sala cuadrada,//con una mantona de oro / que la sala relumbraba.// [IGR # 0075] #5129
Delgadina se paseaba / por su sala bien cuadrada//con su talmantito de oro / en su pecho le brillaba.// [IGR # 0075] #5137
Delgadina se pasiaba / en su sala bien cuadrada//con su manto d` hilo di oro / que en su pecho le brillaba.// [IGR # 0075] #9482
Delgadinha, Delgadinha, / Delgadinha bem delgada,//de tão linda que era / o seu pai a namorava.// [IGR # 0075] #2734
--Delgadinha, Delgadinha, / Delgadinha, la Delgada;//queres tu, ó Delgadinha, / ser a minha namorada?// [IGR # 0075] #7095
De los árboles frutales / me gusta el melocotón//y de los reyes de España / Alfonsito de Borbón.// [IGR # 0168.1] #591
De los árboles frutales / me gusta el melocotón / y de los reyes de España / don Alfonso de Borbón// [IGR # 0168.1] #595
De los campos verdes / de la verde oliva//la hija del rey / la llevan cautiva.// [IGR # 0169] #1740
De los nobilissimos godos / que en Castilla avían reinado,//Rodrigo reinó el postrero / de los reyes que han passado.// [IGR # 0430] #4417
Del Soldán de Babilonia, / de ése os quiero decir,// que le dé Dios mala vida / y a la postre peor fin.// [IGR # 0276] #1625
--De manhã pisar pimenta, / de tarde cravo e canela,//a noite que era chegada, / me deitei no colo dela.// [IGR # 0443+0317] #6211
De Mantua salen apriesa / sin tardanza ni vagar// ese noble conde Dirlos, / visorey de allende el mar,// [IGR # 0843] #1590
De Mantua salió el marqués / Danes Urgel el leal//a divertirse en la caza / por las orillas del mar// [IGR # 0088] #9703
Dem, dem, dem, dem. / --Quem bate aí?//--É um pobre cego / a chorar e a pedir.// [IGR # 0189] #4474
Deme de cenar, mi madre, / por ser hoy el postrer día,// que me brindó la Gallarda / a cenar con ella un día.// [IGR # 0200] #941
De medio cuerpecito pa arriba / le diera de buena gana//a ese maestrito valiente / que se llama Calatrava.--// [IGR # 0230] #1904
De Nápoles para Roma / salió `n mercante fragata//una muy noble señora / de sangre calificada;// [IGR # 0805] #2136
Den la vuelta, bueyes negros, / que se me olvidó la hijada.// Dejo las puertas abiertas / y las encuentro cerradas,// [IGR # 0436] #1294
Dentro de Jerusalen, / en lo más lucido de ella//se juntaron en consejo / y determinan que muera.// [IGR # 0600] #2076
Dentro de Nápoles hay / una pulida doncella//casada con un galán, / tratante de paño y seda.// [IGR # 0096] #599
Dentro en Nápoles hay / una querida doncella//casada con un galán / tratante de paño y seda.// [IGR # 0096] #605
--¿De ónde es ese caballero / tan corto y tan bien hablado?//--Yo soy de un país, señora, / de un país enamorado;// [IGR # 0043+0079+0101] #3735
. . . / . . . //--¿De ónde vienes, Gerineldo,___tan cochino y tan marrano?// [IGR # 0023] #9699
De Orente salen tres reyes, / todos tres en compañía,// no perguntan por posada / y menos por compañía,// [IGR # 0770] #1629
De París partió este rey, / este rey de Salamanca.//En mitad de aquel camino / del cielo cayó una carta.// [IGR # 0006] #9280
De principio de sus males, / navegando por las mares,//se le rompieron las velas / en el golfo de mares.// [IGR # 0677] #4807
De pronto ha venido parte / de Francia a Portugal//han nombrado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4142
De puro amor abrasado / sale vn moro de Granada,//galán, dispuesto, gracioso, / aunque a guisa de batalla,// [IGR # 2067] #5830
--¿De qué lloras, Blancaniña, / de qué lloras, Blancaflor?//--Lloro por ti, caballero, / que te vas y me des+ás;// [IGR # 0190.1] #4460
--De qué lloras, blanca niña, / por qué lloras, Bancaflor?//--Ay, lloro yo por vos, caballero, / que vos vais y me dejáis.// [IGR # 0190.1] #3723
--¿De quién es aquella espada, / que en mi pared relumbró?--//--Suya, mi don Elberto, / mi padre se la mandó.--/ / [IGR # 0234] #4651
De quien son esos caballos / que tan elegantes van//son del conde Flores / que bien me la puedes dar// [IGR # 0023+0110] #4286
¿De quién son estas vaquillas / que a tu cuidadito estan//de don Belarde señora / que mañana va a casar// [IGR # 0110] #3901
De rodillas está la Virgen, / detrás de aquella `lameda;//con lágrimas no seu rosto / lloraba o filho eterno.// [IGR # 0098.1] #2795
De Salamanca partía / el buen Bernaldo del Carpio,//enojado malamente del rey don Alfonso el Magno.// [IGR # 1545] #8500
Desde chiquetita en el pueblo de Úbeda, / desde chiquetita allí me crié;// [IGR # 5055.9] #3093
Desde que empezo la guerra / de Francia con Portugal// al conde Flores llamaron / de capitán general.// [IGR # 0110] #3929
Desde que en el mundo anduve, / compré un bendito rosario//pa la Virgen, mi Señora, / aunque nunca le hei rezado.// [IGR # 0832] #2201
Desdichada fue Calmena / desde el vientre de su madre//por no parir una niña / ya tan solo en el aquel valle.// [IGR # 0153] #5885
--De sete filhas que eu tenho / não tenho nenhum varão!//Tendes o cabelo grande, / eles vos conhecerão.// [IGR # 0231] #7499
De Sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//de siete hijas que tuvo / [y] ninguna fue varón.// [IGR # 0231] #526
Despertó del dulce sueño / que sus sentidos ocupaba//y no hallándole decía: / «¿Hay mujer más desgraciada// [IGR # 0841] #3205
Después que el rey don Rodrigo / a España perdido había,// íbase desesperado / por donde más le placía.// [IGR # 0020] #1389
Después que Vellido Dolfos, / aquel traidor afamado,// derribó con cruda muerte / al valiente rey don Sancho,// [IGR # 0325] #1443
Desterró el rey Alfonso / a su sobrino Bernardo,//por poder cumplir la manda / que avía hecho a Carlo-Magno;// [IGR # 1569] #8509
Detrás de Sierra Morena / un labrador recibía// venía vía de Aral / como los demás venían// [IGR # 0185] #2977
De tres germans qu` en tenía /.nit y dia la fan cerqué,//l han cercada y l` han trobada / á l` ombra d` un orangé:// [IGR # 2724] #8555
De tus amores, Mamilde, / tirarme de esta ventana//--Si te tirares, mi vida, / te recibiré en mi falda.--// [IGR # 0052] #1885
--Deus a salve, minha tia, / na sua mesa a jantar!// --Deus te salve, meu sobrinho, / tão bem me sabes falar!// [IGR # 0559] #6406
--Deus esteja com minhas tias, / sentadinhas a fiar.//--Deus esteja com meu sobrinho, / se nos vem a visitar.// [IGR # 0559] #6417
Deu sete voltas ao muro, / outras tantas ao quintal,//achava as portas fechadas / sem ele poder entrar.// [IGR # 0153] #6570
Deus me dera tal ventura / além das águas do mare,//como teve Florevento / numa noite de Natal.// [IGR # 0343] #8904
. . . / --Deus te não há-de perdoar;//--Se derrubei três igrejas, / tornarei-as a levantar,// [IGR # 0343] #6126
--Deus te salve, Juliana, / sentada no teu estrado.//--Deus te salve a ti, D. Jorge, / em cima do teu cavalo.// [IGR # 0172] #6973
--Deus te salve, ó Albaninha, / filha do conde de Alva!//--Vem com Deus, Carlos Pinto, / presidente da Casa Real!// [IGR # 0159] #6073
Deus te visite, ó João, / nesta cama desterrada.//Donde vens, D. Isabel? / . . . // [IGR # 0006] #2279
Deus vos salve, minha sogra, / no seu estado assentada.//Deus vos salve, meu genro, / em seu cavalo// [IGR # 0155] #5812
--Deus vos salve, minha tia, / na sua roca a fiar!// --Venha com Deus, meu sobrinho, / que tão bem me sabe falar!// [IGR # 0559] #6408
--Deus vos salve, minha tia, / na vossa roca a fiar!//--Bem haja o bom cavaleiro, / tão discreto em seu falar!// [IGR # 0559] #6415
De Valencia pido / de la blanca niña,//que en toda la España / no la hubo tan linda.// [IGR # 0044] #5887
De Villafranca a Bembibre / caminaba un caballero//todo vestido de blanco / montando un caballo negro.// [IGR # 0134] #8010
De Zamora sale el Dolfos / corriendo y apresurado:// huyendo va de los hijos / del buen viejo Arias Gonzalo// [IGR # 0315] #1433
D. Garcia vai à caça, / sua esposa linda leva;//Mas a neve era tamanha, / sua esposa linda perde.// [IGR # 0183] #7016
Día de los Santos Reyes / fiesta primera del año// cuando damas y doncellas / al rey piden aguilando// [IGR # 0046] #9620
día de los torneos / pasé por la morena,//y oí cantar una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #5515
Día de Pascua Florida, / día muy aseñalado,// se ha enamorado una niña / de aquel galán tan bizarro.// [IGR # 0208] #9533
Dia de Quinta-Feira Santa, / três dias antes da Páscoa,//morreu Nosso Senhor Jesus Cristo, / por seus discípulos chamava.// [IGR # 0064.1] #2789
Dia disset de Setembre / del any mil vuyt cents y tres//Cap á campanya s` en `navan / Regiment de fusillés.// [IGR # 2706] #6385
Día era de San Antón, / ese santo señalado,// cuando salen de Jaen / cuatrocientos hijosdalgo;// [IGR # 0794] #1480
Día jueves en la tarde, / víspera de la Asunción,//hallé mi casa enramada / con ramas de admiración.// [IGR # 0234] #3480
Diana se passejava / en una sala muy grande//vestida de un paño vierdo, / puntejando su guitarra.// [IGR # 0446] #9574
Dicen que casar, casar / cada una con su igual,//no hagas lo que Doña Elena, / Doña Elena Montealbar,// [IGR # 0311] #9493
Diga-me lá, senhor soldado, / que há servido o rei,//se me há visto o meu marido / pela guerra alguma vez.// [IGR # 0113] #2665
--Dígamelo la mi madre, / dígamelo, madre mía,//si vio pasar por aquí / su nuera Madalenina.// [IGR # 0183] #8335
--Dígame usté la verdád, / no me diga la mentira://¿el que duerme con mujer / se condena en l` otra vida?// [IGR # 0020] #3490
--Diga usted, señor soldado, / ¿de la guerra viene usted?//¿No me ha visto a mi marido / que a la guerra fue también?// [IGR # 0113] #5329
--Dime, dime, doña María, / dime, dime, mi blanca flor,//¿cuyo, cuyo es ese sombrero, / que con el mío igualó?--/ / [IGR # 0234] #4649
Dime tu cuento, Eliserio, / levántate a las estrellas//dime tu sabiduría, / la majestad verdadera.// [IGR # 0084] #2165
Dindo dona Silvânia / pelo corredor arriba,//tocando a sua guitarra / do melhor que sabia,// [IGR # 0503] #6711
Dios le guarde a usted, mi madre. / Bienvenido, don García//--A preguntar vengo, madre, / a preguntarle venía,// [IGR # 0183] #1721
Dispusadu istá Dumbueso / qui si queríe casar,//a primus y a parientis / d` oy va ir a cumbidar.// [IGR # 0172] #9020
Divino Santo António, / suplicai-lhe ao Deus imenso / que, por tua graça divina, / alumbres meu entendimento,// [IGR # 0194] #2809
Diz-me, moiro, diz-me, moiro, / diz-me, pela tua vida://de quem são aqueles palácios / que tanto relumbrariam?// [IGR # 0051] #2625
D. João, que Deus guarde, / aviso mandou ao mar,//que se aparelhasse o conde / para uma manhã largar.// [IGR # 0112] #5968
D. João se achou doente, / lá no centro de Espanha,//mandara chamar três médicos, / dos melhores que tinha Granada.// [IGR # 0006] #5922
D. João tomou amores / com D. A^ngela de Mexia;//o pai da tal moçoila / outros intentos trazia:// [IGR # 0217] #2690
Dóde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #592
Dois filhos tenia o rei, / ambos lindos como a prata://o mais novo deles todos / D. Basinho se chamava.// [IGR # 0140] #6147
Doliente se siente el rey, / ese buen rey don Fernando;// los pies tiene hácia oriente / y la candela en la mano.// [IGR # 0009] #1421
Dom Aldonso foi à guerra, / lá p`ra bandas de Leão,//em sua casa, Don` Alda, / `stá sentada no balcão, // [IGR # 0234] #6939
Domingo era de Ramos / la pasión quieren decir,// cuando moros y cristianos / todos entran en la lid.// [IGR # 0568] #1610
Doña Albora anda de parto / de casa para el corral,// con dolores de parir / que le fain arrodillar.// [IGR # 0153] #1112
Doña Albora se pasea, / por una sala muy grande//con dolores de parir, / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #496
Doña Albora se pasea / por una sala muy grande//la dan dolores de parto, / dolores la dan mortales.// [IGR # 0153] #481
Doña Aldora se pasea / de la cocina pal portal,// con dolores de parir / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #1114
Doña Ana estaba sentada, / borda que borda, bordando,//con sus dos hermosas hijas, / Blanca Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5059
Doña Ángela a la ventana, / don Juan por allí venía;//palabras de casamiento / uno a el otro se decían.// [IGR # 0217] #5838
Doña Arbola se pasea / por sus palacios de seda,//con dos niñas de la mano, / Blancaflor y Pulicena.// [IGR # 0184] #8648
Doña Aurora se pasea / por una sala muy grande//con dolores de parir / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #492
Dona Clara, dona infante / estava no seu jardim,//penteando tranças de oiro / com seu pente de marfim,// [IGR # 0113] #6268
Doña Inés tenía un hijo / que en el alma lo quería//y lo brindaba Gallarda / a cenar con ella un día.// [IGR # 0200] #5861
Don Alberto así decía / a su mujer al salir://--Prepárame un almuerzo / que a caza voy a salir;// [IGR # 0234] #5015
Doña Leonor de la Rosa / tuvo los cielos propicios://fue tan grande su hermosura, / que se pasó a ser prodigio,// [IGR # 5035] #3542
Don Alonso, don Alonso / a caballo caminaba,//lleva la reina consigo / de nueve meses preñada.// [IGR # 0030] #9028
Don Alonso, don Alonso / don Alonso de su casa//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9036
Don Alonso, don Alonso / qu` a caballo caminaba,//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9043
Don Alonso, don Alonso / que a caballo caminaba//la reina lleva consigo / de siete meses preñada,// [IGR # 0030] #9040
Don Alonso, don Alonso / que a caballo caminaba//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9031
Don Alonso, don Alonso, / que a caballo caminaba,//lleva la reina consigo, / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9032
Doña María de Padilla, / no os me mostráis triste vos,// que si me casé dos veces / hícelo por vuestra pro,// [IGR # 0152] #1462
Don Antonio de Valor, / hombre de valor y fama,//ese tal tiene una hija / que doña Antonia se llama,// [IGR # 0501] #3751
Dona Olinda / no seu jardim assentada,//com pente de ouro na mão, / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6338
Don Arbolo Pardo viene / n`un caballito andador;//el cabello trai revuelto, / demudada la color.// [IGR # 0288] #4548
Don Belardo don Belardo, / don Belardo ya se va//y a su esposita la deja / cansadita de llorar// [IGR # 0110] #3896
Don Bernardo ya camina / don Bernardo ya se va//y a su esposa le dice / con dios te puedes quedar// [IGR # 0110] #3923
Don Berso iba na caza, / don Berso na caza iba, //don Berso venía cansado, / los perros cansados viñan.// [IGR # 0080] #8693
Don Buesco se va / a la romeria;//mentre està cazando / la muerte li arriba.// [IGR # 0080] #8699
Don Carlos anda de amores / que no puede sosegar.// Aprisa pide el caballo, / aprisa pide el calzar.// [IGR # 0159] #735
Don Carlos se fue a la guerra / de capitán general.//--Si a los siete años no vengo, / romera, te pues casar// [IGR # 0110] #4114
Don Carlos va de paseo, / don Carlos de Montealbar;// las criadas y doncellas / todas salen a mirar,// [IGR # 0159] #716
Don Conde de Montealvar / tiene una hierba muy mala,// Sabeliña la tocara / y la encontra embarazada.// [IGR # 0145] #1737
Donde hay damas hay amor, / donde sentimiento, hay gracia,//y en la noble Andalucía / y un rico alcalde habitaba.// [IGR # 0768] #8799
¿Dónde se va el conde Lino / mañanita de San Juan?//--Voy a darle agua al caballo / a las orillas del mar.--// [IGR # 0049] #8405
. . . --¿Dónde va este soldado, / a dónde va por aquí?//--Voy a ver a mi esposita / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168] #8133
--Donde vai o cavalheiro, / . . . s dez horas, por aqui?//--Vou em busca da minha dama / qu` há dez anos a não vi.// [IGR # 0168] #6458
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #9654
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #9651
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5567
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #9648
--¿Dónde vas, Alfonso doce, / dónde vas triste de ti?// --Voy en busca de Mercedes / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168.1] #9650
Dónde vas, Alfonso Doce, / dónde vas, triste de ti?// Voy en busca ` la mi esposa / a los palacios de Madrid.// [IGR # 0168.1] #1023
--¿Dónde vas, Alfonso Lonzo, / dónde vas para Madrid?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4680
--¿Dónde vas, Alfonso López, / dónde vas, para `l almacén?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi./ / [IGR # 0168.1] #4681
--¿Dónde vas, Alfonso López? / --Niña, voy para el vergel,//en busca de Merceditas, / que ayer tarde yo la vi./ / [IGR # 0168.1] #4686
--¿Dónde vas, Alfonso, mi hijo, / dónde vas, tan de carrera?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4679
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas lejos de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5022
--¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas, lejos de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5042
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / donde vas? --Pobre de mí,//voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5032
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, pobre de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5023
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas tan solo así?//--Voy en busca de Juanita / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5039
--¿Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas triste, ay de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #5040
--¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas? --¡Triste de mí!//En busca de Merceditas, / que hace un año la perdí.// [IGR # 0168.1] #5034
Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes / que aquel día no la vi.// [IGR # 0168.1] #590
Dónde vas, Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #593
--¿Dónde vas Alfonso XII, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #8989
Dónde vas, Alfonso XII? / dónde vas, triste de ti?//Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi.// [IGR # 0168.1] #3049
--¿Dónde vas, Alfonso XII? / ¿Dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de Mercedes / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168.1] #5031
--¿Dónde vas, Lucas Barroso/ vaquero de gallardía?// --Traigo las vacas cansadas/ de subir cuestas arriba.// [IGR # 0407] #3211
--¿Dónde vas, rey Alfonsito, / dónde vas, triste de mí?//--Voy en busca de Mercedes, / que ayer tarde no la vi./ / [IGR # 0168.1] #4682
--¿Dónde vas, tú, caballero, / dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de mi esposa / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168] #5048
--¿Dónde vas tú, caballero? / ¿Dónde vas, triste de ti?//--Voy en busca de mi esposa / que hace tiempo no la vi.// [IGR # 0168] #5047
--¿Dónde va usted, caballero, / dónde va usted por aquí?//--Voy en busca de mi esposa / que hace días que no la veo.// [IGR # 0168] #5049
Donde venis, grand Jesus, / tam rendido e tam cansado?//Viengo de Jerusalém, / de resgatiar los cristianos.// [IGR # 0003.1] #2846
--Donde vens, ó cavaleiro, / triste, coitado de ti?//--Eu vou ver a minha amada, / dias há que a não vi.// [IGR # 0168] #6456
--Donde vens, ó Ermelinda, / donde vens tão orvalhada,//teu cabelo aos anéis, / tua face desmaiada?// [IGR # 0159] #6054
--Donde vens, ó marujinho, / triste, coitado de ti?//--Venho ver a minha amada, / dias há que a não vi.// [IGR # 0168] #6455
Dónde vienes Ricardina / tan temprano y de mañana?//Vengo de Santa Teresa, / de rezar a Santa Ana.// [IGR # 0006+0140] #2352
--Donde vindes, mulher minha, / qual foi a vossa jornada?//--Venho da Virgem da Lapa / mais forte do que cansada;// [IGR # 0165] #7620
--¿D` óndi venix, el mi padre, / con la barba tan pelada?//--Vengo d` arogar al Dio / que ti salvi d` esta cama.// [IGR # 0006] #9307
Don Enric surt ab don Blasco / a caçar se`n van los dos, i don Blasco amb traidoria / tira i mata al seu senyor;// [IGR # 0292] #8936
Don Fevo estaba a la mesa / le ha llegado la razón//que se marchara a la guerra, / si no, un hijo varón.// [IGR # 0231] #3772
Don García de Padilla, / eso que Dios perdonase,// tomara al rey por la mano / y apartólo en puridad:// [IGR # 0341] #1463
Don Hueso iba de caza / y no caza como solía;//los perros iban cansados, / los galgos ya no corrían.// [IGR # 0080] #1231
Don Joan y Dona María / tots dos van naixe en un dia,//Tots dos los van dá á cria, / tots dosets amb una dida.// [IGR # 0418] #8575
Don Juan de Trubia está malo / de una enfermedad muy larga.// Cuatro médicos lo asisten / los mejores de la Nava.// [IGR # 0006] #2340
Don Juan, el caballero, / está muy malito en cama;// cuatro doctores lo asisten, / de los mejores que hay n`España,// [IGR # 0006] #661
Don Juan estaba muy malo, / don Juan estaba en la cama;// dotores le van a ver / los más ricos de la España,// [IGR # 0006] #671
--Don Lluís, la teu dona / se n`ha tornada a casar// [IGR # 0559] #8726
Don Lombardo va a la guerra / a la guerra te d anar//la trista de su señora / no hace mas que llorar// [IGR # 0110] #4065
Don Pedro de Salazar, / el sobrenombre de Mazas,//éste tal sirve de amores / a la linda doña Juana,// [IGR # 0102] #5597
Don Pedro de Salazar / hombre rico y de gran fama,//éste tal muere y perece / por la linda doña Juana,// [IGR # 0102] #5595
Don Pedro fue a la caza / a los montes de Aragón,// cuervos le saquen los ojos / y águilas el corazón.// [IGR # 0234] #1037
Don Pedro Gil de la Fuente, / hombre de mucha importancia//que, por su grande valor, / la ciudad respetaba,// [IGR # 0662] #2007
Don Pedro iba de caza / a cazar donde solía,//los perros iban cansados, / la caza no parecía,// [IGR # 0164+0100] #8354
Don Pedro iba de caza / a las riberas de Hungría,//don Pedro iba de caza / con tres perros que él tenía.// [IGR # 0080] #1229
Don Pedro iba de caza, / de caza como solía,//la nieve caía a copos, / l` agua menudita y fría.// [IGR # 0164+0100] #8990
Don Pedro los Alamares / y por apellido Mapa//ese tal se pela y muere / por la linda doña Juana.// [IGR # 0102] #2001
Don Pedro se fue a cazar / como siempre él solía://se le desmayan los perros, la hurona iba perdida.// [IGR # 0164+0100] #2580
Don Pedro va en la caza / en las veigas de Sevilla//e pegoulle o mal da morte, / pra su casa se volvía.// [IGR # 0080] #1787
Don Peyre s` ha mort al camp, / don Joan ve de batalla,//sa mare l` en veu vení / per un camp que verdejava:// [IGR # 0369] #8564
Don Rodrigo de Padilla, / aquel que Dios perdonase,// tomara al rey por la mano / y apartólo en puridad:// [IGR # 0341] #1464
Don Rodrigo fue a caza, / a caza como solía//Non encontró cosa muerta, / nin tampoco cosa viva,// [IGR # 0020] #3277
Don Santiago iba de caza, / de caza como solía,//lleva los perros cansados, / la caza no aparecía,// [IGR # 0164+0100] #8350
--Donzela, abre a porta / ao cego perdido,//deita-me um lenço, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7054
Dos arrieros caminaban / por caminos y veredas//a la mitad del camino / con dos ladrones se encuentran.// [IGR # 0506] #1923
Dos de mayo, dos de mayo, / dos de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176] #426
Dos esposadas castos / convida la Iglesia, amigo,//el esposado es José / que tanta dicha ha tenido,// [IGR # 0777] #5711
Dos hijas tenía un rey, / dos hijas no más tenía,//casólas con dos indianos / que de las Indias venían;// [IGR # 0374] #5532
Dos hijas tenía un rey, / se las dio a Santa María;//vino tiempo y pasó tiempo / y casaron en un día// [IGR # 0374] #5535
Dos hijos tenía el rey, / la cosa que él más amaba,// y uno se llama Altamor / y otra la linda Altamara.// [IGR # 0140] #1059
Dos mandamentos divinos / que devemos de guardar,//dados pelo rei da glória / para bem de nos salvar:// [IGR # 2945] #2902
D. Pedro foi à caça, / da caça se volveria.//--Abrame a porta, ó mãe! / Dela se não levantaria.// [IGR # 0080] #7469
D. Pedro se foi à caça, / D. Pedro à caça ia;//seus perros leva cansados / e eu também cansado ia.// [IGR # 0164+0100] #2769
D. Pedro se vai à caça, / ele co` as armas não podia;//deral` o mal no caminho, / ele p`ra trás tornaria.// [IGR # 0080] #7467
D. Ramiro, avante, avante / com vosso cavalo e malha;//minha mãe vos deu vestidos, / meu pai dá-vos sua espada,// [IGR # 0021] #2606
Drento Córdoba la llana / hay un rico comerciante//de haciendas muy suficientes, / haciendas amoderadas.// [IGR # 0662] #575
Dueña Juana de la Rosa, / de haciendas monedadas//única hija tenía / que su hacienda le heredara.// [IGR # 0841] #1978
D` un home facinerós / que molt temps que fa de lladre. //El dia dos de Febré / á las Alujas entrárem;// [IGR # 0949] #7887
Duque de Alba, estás casado? / Si no, yo te casaría.// Estoy casado, señor, / di la palabra a una niña,// [IGR # 0508] #997
Durmiendo está el rey Almanzor / a un sabor atan grande,// los siete reyes de moros / no lo osaban acordar.// [IGR # 2540] #1626
E a caça de D. Humberto / é uma caça muito interessante.//E ali estava lá `ò longe, / os olhos muito brilhantes.// [IGR # 0164+0100] #7275
Echado está Montesinos / al pie de una verde haya,//llorando está a Durandarte / su primo que tanto amava.// [IGR # 1552] #8893
--Échame la bendición, padre, / que me lo voy a buscar.// Me pongo mi sombrero de paja, / que mis hombros cubrirán.--// [IGR # 0110] #9602
É deitado um voato, / na cidade de Sevilha,//que casa duque d` Alba / com dama de grande linha.// [IGR # 0508] #6516
É espalhado um boato / na cidade de Sevilha,//que se casa o duque de Alba / com dama de grande linha.// [IGR # 0508] #2688
Eis o conde, o conde Nino, / seu cavalo vai banhar;//enquanto o cavalo bebe, / cantou um lindo cantar:// [IGR # 0049] #2675
El árbol que Dios plantó, / todo lleno de victoria,//y la tierra que l` echaron, / fueron ramos de la glorias.// [IGR # 0064.1+1537.1+2989] #3537
El bravo alcaide de Rronda / se sale de la alcaidía,//la mañana de san Juan / al punto que amanecía,// [IGR # 2476] #9331
El buen rey padre tenía tres hijas, / todas tres eran muy lindas//La más hermosa de ellas / se llamaba Delgadina;// [IGR # 0075] #3239
El buen rey tenía dos hijos / que los quería en el alma//uno se llama Altamor / y otra la linda Altamada.// [IGR # 0140] #8139
El buen rey tenía tres hijas / muy hermosas y galanas;//la más chiquita de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4970
El buen Rey tenía tres hijas / todas tres como la plata;//se enamoró de Delgadina / en un cuarto la encerrara.// [IGR # 0075] #4968
El buen rey tenía tres hijas / todas tres como una plata,//y la más hermosa d`ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4980
El buen rey tenía tres hijas, / una se llama Delgada.//Un día viniendo de misa / su padre la reparara:// [IGR # 0075] #4952
El buen rey tenía una hija, / Delgadina se llagaba.//--Delgadina,Delgadina, / tú has de ser mi enamorada.// [IGR # 0075] #4946
El buen rey tenía una hija, / esa y otra no tenía//de la plata la calzaba, / de la seda la vestía.// [IGR # 0212] #8194
El buen rey tenía una hija, / más que aquella no tenía,// que de oro la calzaba / y de plata la vestía.// [IGR # 0212] #1260
El buen rey tenía una hija, / para monja la dejaba//¡Oh , qué yerbas tan viciosas, / criadas tan regaladas!// [IGR # 0138] #8090
El buen rey tenía un hijo, / más que un hijo no tenía//Le brindara la Gallarda / para su merienda un día;// [IGR # 0200] #3286
El buen rey tiene una hija / que Marcelina se llama//un día poniendo mesa / su padre la remiraba.// [IGR # 0138] #1745
El capo de la setena / yo [la] vulguera contá.//Set anys so `nat en galera / sens may terra paltrigá:// [IGR # 0457] #8570
El casar es el casar / cada uno con su igual,//que no casar como Elena, / Elena de Monteadán,// [IGR # 0311] #4832
El castillo está en la torre / casa más alta no había;//no la hizo carpintero / ni hombre de carpintería.// [IGR # 0308.1] #3305
El cielo estaba nubloso, / el sol eclipse tenía,//quando el conde don Belardos / de la batalla salía,// [IGR # 0103] #5898
El cintillo de mi pelo / se lo di a una cocinera//por medio pocillo de agua / y una brasa de candela.// [IGR # 0826] #5180
El comte de l` Aronja / dematí s` en llevé //s` en calsa y s`en bota / e cavall embridé.// [IGR # 0178] #8554
El conde de Altamira, / cuando se iba a cazar,//dejó su mujer bonita, / bonita de tierna edad.// [IGR # 0110] #4124
El conde de Flores, madre, / se ha ido de capitán general;//ha dejado la su esposa / que no cesa de llorar.// [IGR # 0110] #5837
El conde de Marcelino / todas las mañanas va//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9745
El conde de Murcia tiene / una niña muy salada//y la quiere meter monja / ella quiere ser casada// [IGR # 0161] #9404
El Conde de Romanones / tiene una hija muy guapa,// que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #879
El conde de Romanónos / tenía una hija muy guapa,//su papá la quería monja / y ella quería ser casada.// [IGR # 0161] #8984
El conde Fernán González / cabe la villa de Lara,//mientra la gente se junta / sálese a buscar la caza.// [IGR # 0332] #4536
El conde fizo una nave / y metió mucha gente.//benieron la gente /--¿Quién metió esta nave aquí?// [IGR # 0468] #9515
El conde Flores [. . .] / hoy se casa y hoy se va//a poner guerras [en Buso] / en rayas de Portugal,// [IGR # 0110] #8372
El conde lo llevan preso, / el conde Miguel al prado//no lo llevan por ladrón, / ni por cosa que ha robado;// [IGR # 0118] #3280
El conde Miguel fue preso, / el conde Miguel del Prado,//no le llevan por ladrón, / ni por cosa que ha robado,// [IGR # 0118] #5372
El Conde Olinos pasea / por la orillita del mar,//mientras su caballo bebe / él se entretiene en cantar.// [IGR # 0049] #3012
El condeso y la condesa / los ojos son a llorar//porque se va el conde dirre / por capitán general.// [IGR # 0110] #3941
El conde y la condesa / a coger flores se van//el conde extiende su capa, / la condesa su briyal.// [IGR # 0110] #291
El conde y la condesa / a coger flores se van//el conde tiende la capa, / la condesa su brial.// [IGR # 0110] #300
El conde y la condesa / se van a marchar//la condesa esta muy triste / porque el conde se va// [IGR # 0110] #3952
El cura de Aldeonte / tiene una criada//y a la media noche / el cura la llama.// [IGR # 0177] #79
El cura de San Francisco, / de las ánimas traidor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #1702
El cura está malo, / malito en la cama,// a media la noche / llamó la criada.// [IGR # 0177] #1302
El cura está malo, / malito en la cama,// y a la media noche / llama a la criada.// [IGR # 0177] #1300
El cura está malo, / muy malito en cama,// a la media noche / llamó a la criada.// [IGR # 0177] #1299
El cura Villalba / tenía una criada//a la media noche / el cura la llama.// [IGR # 0177] #78
El d;ia de los torneos / pasé por la morería,//vi una morita lavando / al pie de una fuentecita.// [IGR # 0169] #9501
El demonio que no duerme / tiene envidia a los casados//--Hermano, claro te digo, / hermano, claro te hablo,// [IGR # 0439] #2119
El día de Corpus Cristi, / por ser día tan nombrado//se enamoró de la niña / aquel galán tan bizarro.// [IGR # 0208] #2164
El día de los Manueles / me fui a la marmorería //y había una mora lavando / al pie de una fuente fría./ [IGR # 0169] #8780
El día de los torneos, / día de Pascua florida,//había una mora lavando / aquí en la fuente fría:// [IGR # 0169] #2579
El día de los torneos / pasé por la morería//y había una mora lavando / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2551
El día de los torneos / pasé por la moreria//y vi cantar una niña / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #8928
El día de los torneos / pasé por la morería//y vi una mora lavando, / lavando en la fuente fría.// [IGR # 0169] #2571
El día de los torneros / monté en mi caballería,// y oí lavar una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #1218
El día de los torne(r)os / pasé por la morería;//había una mora lavando / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2956
El dia de los torneros, / pasé por la morería,//oí cantar una mora / al pie de una fuente fria:// [IGR # 0169] #2541
El dia de los torneros / pasé por la serrania////y oí cantar a una mora / y al pie de una fuente fria.// [IGR # 0169] #2540
El día de Reyes, / primera fiesta del año,// entre damas y doncellas / al buen rey piden guinaldo,// [IGR # 0046] #651
El día de San Andrés, / por ser día señalado//salieron tres estudiantes / del estudio muy nombrados,// [IGR # 0206] #2180
El día de San Juan Bendito / ha sucedido una desgracia://una niña de quince años / en un parque ha sido ahogada.// [IGR # 1048] #9353
El día de San Juan, por cierto, / ocurrió una gran desgracia://que una niña de quince años / en la ribera fue ahogada.// [IGR # 1048] #9352
El día de Sant Joan / es diada d`alegría//fan festa los cristians / i els moros de Morería.// [IGR # 0169] #2494
El día de todos los santos / iba un joven a la iglesia,//no iba por ver qué había / que por lo que había en ella,// [IGR # 0130] #5536
El día dos de setiembre / pasé por la morería,//oí cantar una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2611
El día que me casé / entró la quinta en mi tierra,//aquel día quedé yo / ni casada ni soltera,// [IGR # 0176+0168] #5562
El día quince de Mayo / dia Jueves la Ascensión//cautivaron a una mora / que era más bella que el sol// [IGR # 0169] #2589
El día quince `e setiembre, / Nuestra Señora, por cierto//día, pues, que se señala / por el reinos europeo,// [IGR # 0688] #2194
El día treinta de abril / en Madrid se presentó//un joven bien parecido / natural del Moreón.// [IGR # 0202.9] #5846
El día uno de junio, / pasé por la morería,// y oí cantar una mora / al pie de una fuente fría:// [IGR # 0169] #2532
El dia vuyt de Setembre / quant nos varen agafá, / allí á n-el Hostal del Sabre, / assentats ab una taula,/ [IGR # 2715] #8065
El dilluns al dematí / n`és principi de setmana,//ja n`agafo el rentador / i me`n vaig a rentar bugada,// [IGR # 0966] #4532
El Dió del cielo, Abraham, / el Dió del cielo de Ishak el honrado,//para cumplirse las diez / en el monte aseñalado.// [IGR # 0201] #7802
El don Pedro iba a cazar / a cazar como solía;//los perros iban rendidos, / la caza no parecía.// [IGR # 0164+0100] #8998
El emperador de Roma / tenía una hija bastarda,//la pretenden duques y condes, / caballeros de gran fama.// [IGR # 0161] #5612
El emperador de Roma / tiene una hija bastarda//la cortejaban señores, / caballeros de gran fama;// [IGR # 0161] #8102
El emperador de Roma / tiene una hija bastarda,// la rondan duques y condes, / caballeros de gran fama.// [IGR # 0161] #881
El emperador de Roma / tiene una hija bastarda//que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #38
El emperador de Roma / tiene una hija la bastarda//que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada,// [IGR # 0161] #9447
--Elena, abríme la puerta, / que soy Fernando Francés,//que acabo de llegar de Francia./ / [IGR # 0222] #4647
--Elena, abríme la puerta, / si no te da desconfianza;//si soy Fernando el Francés, / que acabo de llegar de Francia.--/ / [IGR # 0222] #4645
--Elena, abríme la puerta, / si no tomás desconfianza;//que soy Francisco Francés, / que ha llegado de Francia.--/ / [IGR # 0222] #4648
El. Gato, por darle un beso, / se cayó tejado abajo,//se rompió cuarta y cabeza / y un brazo descuartizado.// [IGR # 0144] #3505
El gran rey tiene tres hijas / las cosas que él más quería,//de plata las calzaba / y de seda las vestía.// [IGR # 0075] #4957
El impidriado de Roma / tenía una hija bastarda//camarada de la reina, / que la viste y la calza.// [IGR # 0102] #3287
El invencible francés, / fuerte senador romano,//aquel que al bravo Agricán / le venció y tornó cristiano,// [IGR # 1591] #8519
El la ciudad de León / va un caballero a la iglesia//no va por ver a las damas, / que va por ver las completas.// [IGR # 0130] #339
Ella era cazadora / la cintura lleva llena//de perdices y conejos / tortolitos y aragüeñas.// [IGR # 0233] #3388
--Ella es rubia y colorada, / relumbra de media legua,//trae zapato picado / y rica media de seda,// [IGR # 0192] #5662
Ellas eran tres comadres / y de un pueblo todas tres;//disponen de una merienda / para ir a San Andrés.// [IGR # 0275] #5638
El lugar de Valporquero / es lugar de mucho ver,// se juntaron tres comadres / de un barrio todas las tres.// [IGR # 0275] #1315
. . . El maquinista se bajó / por ver lo que sucedió//y el maquinista que vio / la vía llena de sangre,// [IGR # 0156] #1649
El marinerito daba voces / que se le llevaba el agua//Desde el alto de una peña / el diablo le contestaba.// [IGR # 0180] #199
El marqués de Santibáñez / tiene una hija muy guapa// y la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #877
El matí de Sant Joan / quant Sant Joan se decia//fan festa los cristianos / i els moros de morería.// [IGR # 0169] #2491
Él nació el quince de agosto / y su padre lo reclama//Él nació el quince de agosto / y su padre lo reclama:// [IGR # 0817] #2140
El Niño Dios se ha perdido, / por el mundo anda pidiendo//ha llegado en casa un rico / y le han echado los perros.// [IGR # 0596] #2069
El niño está malito, / está malito en la cama,//cuatro médicos lo asisten / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #9282
El niño está malito / malito está en su cama,//cuatro médicos lo asisten / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #5280
El Padre Santo de Roma / tiene una hija bastarda //que la quiere meter monja / y ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #7209
El padre Santo de Roma / tiene una hoja bastarda;//él quiere meterla a monja / y ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #8986
El petit vailet / a llaurar se `n va//a darrere casa, / amb un camp que hi ha.// [IGR # 0982] #7924
El piojo y la pulga / se quieren casar,//pero no se casan / por falta de pan./ / [IGR # 0888] #4775
El piojo y la pulga / se van a casar;//no hacen la fiesta / por falta de sal./ / [IGR # 0888] #4779
El piojo y la pulga / se van a casar,//no le hacen la fiesta / por falta de sal./ / [IGR # 0888] #4778
El presidente de Europa / tenía una hija muy guapa// que la querían meter monja / y ella quería ser casada;// [IGR # 0161] #871
El primer día de abril, / que es un mes de primavera,//y un batallón de soldados / se llevan para la guerra// [IGR # 0176] #3137
El que por amores casa / su vida vive con dolor;//así soy yo mesquino, / por amores cazíme yo,// [IGR # 0085] #8817
El-rei de los romanos, / rei Tarquino se chamava.//Para dormir com Lucrécia, / grande traição le armava:// [IGR # 0403] #2644
El rei ne faia fer crides / per España i Portugal//en faia anar don carlos / per capita general// [IGR # 0110] #4068
El rei tenia tres fies, / totes tres como una plata,//i el rei s`en entemegué / de les tres i una mès guapa.// [IGR # 0075] #6390
El rey de los romances, / aquél que reina en Turquía,//que entre dos morillos tiene / una morena cautiva,// [IGR # 0169] #2569
El rey don Juan Manuel / que era de Cepta y Tanjar,// después que venció a los moros / volviérase a Portugal.// [IGR # 2257] #1516
El rey Jorge fue a cazar, / a cazar como solía,//se centró con un mal hombre / rico y de mala enconía;// [IGR # 0808] #5577
El rey manda pedir gente, / de cada casa un varón.//--¿Cómo lo he de dar, madre, / cómo lo tengo dar yo?// [IGR # 0231] #8618
El rey moro / que malito está en la cama,// cuatro doctores le asisten / de los mejores de España;// [IGR # 0006] #2375
El rey moro tenía un hijo / de guapo más que la plata,//que a la edad de quince años / se enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #5367
El rey moro tenía un hijo / más hermoso que la plata,// de la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #1054
El rey moro tenía un hijo / más hermoso que la plata//y en la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #472
El rey moro tenía un hijo / más hermoso que las playas//y a la edad de quince años / se enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #5365
El rey moro tenía un hijo / que era príincipe de España//y se había enamorado / de su hermanita Atamara.// [IGR # 0140] #8392
El rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba,//dijo que quería ser novio / de su propia hermana;// [IGR # 0140] #3002
El rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba.//Tarquino quería ser novio / de su propia hermana;// [IGR # 0140] #3003
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilito se llama,// y un día estando cenando / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #1057
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #473
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Estando cenando un día / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6358
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #471
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//Un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #465
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Y un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6355
El rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba,// y un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #1067
El rey moro tenía un hijo / que Traquilo le llamaban.//Estando un día a la mesa / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #3340
El rey moro tiene un hijo / más hermoso que la plata,//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #3357
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba;// un día, comiendo a la mesa, / se enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #1061
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba//A la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #2966
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba,// desde la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #1050
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día estando comiendo / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #453
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #5917
El rey moro tiene un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Un día, mientras cenando, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6359
El rey moro tuvo un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Una tarde en el paseo / se enamoró de su hermana,// [IGR # 0140] #6366
El Rey n` ha fet fé una crida / una crida n` ha fet fé, que condes y caballeros / á la guerra hajin d` ané.// [IGR # 0148] #4481
El rey provocó una guerra / entre España y Portugal//y ha mandado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4143
El rey que muncho madruga / ande la reina se iría,//topa a la reina en cavellos, / en cavellos destrensados.// [IGR # 0426] #8018
El rey tenía dos hijas, / dambas las casó en un día//las casó con dos galanes / guapos a la maravilla.// [IGR # 0374] #8229
El rey tenía dos hijos, / ambos son como una plata,//uno se llama Altamón, / la otra se llama Althamara.// [IGR # 0140] #7994
El rey tenía tres hijas, / el rey tres hijas tenía;// una se llama Isabel, / otra se llama María,// [IGR # 0005] #1068
El rey tenía tres hijas / más bonitas que la plata//y la mas bonita de ellas / Delgadina se llamaba./ / [IGR # 0075] #4640
El rey tenia tres hijas / muy queridas, muy amadas,//que de oro las vestía / y de plata las calzaba,// [IGR # 0075] #4932
El rey tenía tres hijas / ni el oro ni la plata,//la mas pequeña de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5145
El rey tenía tres hijas / que las quería en el alma//y la más hermosa d`ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4953
El rey tenía tres hijas / todas tres como la plata,//la más chica de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4976
El rey tenía tres hijas / todas tres como oro y plata;//la mas nueva de ellas todas / Delgadiña se llamaba.// [IGR # 0075] #4943
El rey tenía tres hijas, / todas tres como una grana// la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1080
El rey tenía tres hijas, / todas tres como una plata;//la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4935
El rey tenía tres hijas / todas tres como una plata//y la más hermosa d`ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4948
El rey tenía tres hijas / todas tres n`una granada.//la más chiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4971
El rey tenía tres hijas / y las tres como una plata,// la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1088
El rey tenía tres hijos, / bien Tranquilos se llamaban//Un día, estando cenando, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6365
El rey tenía tres hijos, / tres infantes de Castilla,//como eran desobedientes / maldisones les pedía.// [IGR # 0535] #3348
El rey tenía una hija, / Catalina se llamaba//todas las horas del día / su padre la castigaba// [IGR # 0126] #1825
El rey tenía una hija, / echaba mil maravillas,//de oro andaba calzada / y de plata bien vestida.// [IGR # 0212] #3531
El rey tenía una hija, / la cosa que más quería//él de oro la calzaba, / él de seda la vestía.// [IGR # 0212] #8192
El rey tenía una hija / le llamaban Altamara.//Era blanca como leche, / con la nariz afilada.// [IGR # 0140] #7996
El rey tenía una hija / muy querida y estimada,// no la dejaba ir a misa / ni asomarse a la ventana.// [IGR # 0469+0138] #840
El rey tenía una hija / que la llaman Altamara,//y un hermanito que tiene / cayó muy malo en la cama.// [IGR # 0140] #7987
El rey tenia una hija,//todos los duques y condes / de ella se enamoraban,// [IGR # 0140] #7991
El rey tenía un hijo, / un hijo solo tenía;//se lo brindó la Gallarda / para merendar un día.// [IGR # 0200] #9388
El rey tiene una hija, / una hija regalada; //metióla en altas torres / por tenerla bien guardada.// [IGR # 0161] #8978
El rey y la reina / juntitos a misa van,// van hablando de Tornillos, / que es un bizarro galán.// [IGR # 0145] #702
El rey y la reina un día / juntitos a misa, van,//y Tornillo va diciendo / lo que no debe de hablar,// [IGR # 0145] #5399
El romero se passeja / per la ciutat de Granada,// [IGR # 0045] #3695
El rosario de María / quién le reza con buen celo?//Una devota mujer / al divino Sacramento.// [IGR # 0182] #2148
El sábado por la tarde / por tu calle me paseo,//converso con tus vecinas / porque contigo no puedo.// [IGR # 0188+0128] #5844
El sábado por la tarde / por tu calle me paseo,//platico con tus vecinas / porque contigo no puedo.// [IGR # 0188] #5636
El sábado por la tarde / se salió el piojo a rondar//y a la puerta de la pulga / allí se fuera a sentar.// [IGR # 0888] #5842
El santo nacimiento / del autor y la vida//llegan José y María / a la puerta de un mesón.// [IGR # 0885] #2048
El señor conde de Flores / ya se fue ya se venía;//si lo sabe la condesa, / de pena se moriría.// [IGR # 0110] #3854
El Señor me dé el aliento, / el Espíritu Santo y gracia//para oír contar ` milagro / de San Antonio de Paula;// [IGR # 0911] #2125
El Señor nos dé su gracia, / entendimiento María//para poder explicar / una grande maravilla// [IGR # 0217] #3299
El sereno de la noche, / la clara de la mañana, //el emperador de Roma / tem uma filha galharda.// [IGR # 0161] #7200
El sol detenga sus rayos, / la luna su dulce y bella,//el duque mar en sus olas, / y estremézcase la tierra.// [IGR # 0906] #3571
El traidor era Marquitos, / todos le llaman traidor,//por dormir con su señora / ha matado a su señor.// [IGR # 0292] #754
El valeroso Bernardo, / hijo de don Sancho Díaz,//sabiendo que el casto Alfonso / renunciava de Castilla// [IGR # 1573] #8511
El veinticinco del mes, / de eso que se llama mayo,// robaron un Sacramento / ¡por siempre sea alabado!// [IGR # 0079+0020] #9593
El veinticinco del mes, / del mes que se llama mayo//han robado el Sacramento / y en la Habana lo ha jugado.// [IGR # 0079] #1821
El veinticinco de marzo, / según la historia lo cuenta,// un capitán general / salió a quintar por la tierra,// [IGR # 0176+0168] #1020
El veinticinco de un mes, / del mes que le llaman mayo//robaron el Sacramento, / para siempre sea alabado.// [IGR # 0079] #2173
El veintinueve de marzo, / que le llaman mes de marzo,// robaron los Sacramentos,/ por siempre sean alabados.// [IGR # 0079] #3212
El veintiuno de marzo / comienza la primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra.// [IGR # 0176+0168] #409
El venticuatro `e septiembre / cayó un marinero al agua//y el diablo, como sutil, / le replicó en la otra banda:// [IGR # 0180] #5258
El viejo rey don Alfonso / iba huyendo a más andar,// que su hijo el rey don Sancho / desheredado lo ha.// [IGR # 0563] #1454
Embarcóse Marcelino / día de Nuestra Señora//pensando de navegar / el día y la noche toda.// [IGR # 0538] #8772
Em Castela há um santo / que se chama S. Simão,//onde vão frades e freiras / ouvir a missa e sermão,// [IGR # 0107] #2746
Em França está um castelo / à sombra do rei Chinês,//onde está uma menina / chamada dona Inês.// [IGR # 0133] #7006
Em França vi uma dança / e outra em Valhadolid.//Que queres tu, ó bom conde? / Conde, que queres aqui?// [IGR # 0468] #2719
Em Maio, era em Maio, / no tempo da Primavera,//et al. [IGR # 0176] #6461
Emperador de Roma / ten unha filla bastarda//condes, duques a pretenden, / caballeros d`alta fama,// [IGR # 0161] #8746
Emperatrices y reinas / que huís del alegría,// la triste reina de Nápoles / busca vuestra compañía.// [IGR # 0314] #1512
Em Sevilha está um santo / que le chamam S. Simão;//todos os que o vão ver / freirinhas e frades são.// [IGR # 0107] #7221
Em uma grande cidade / gentil donzela habitava.//Já seu pai perdido tinha, / porém pouco lhe faltava,// [IGR # 0701] #2693
En aquellas peñas pardas, / en las sierras de Moncayo// fue do el rey mandó prender / al conde Grifos Lombardo,// [IGR # 0118] #1552
En aquel pradito verde / hay una fuente muy clara,//donde se lava la Virgen / sus benditos pies y cara. // [IGR # 0104] #4915
En Arcos de la Frontera / un molinero afamao,//que ganaba su sustento / con un molino alquilao.// [IGR # 0218] #3053
En baixen tres pastorets, / baixaven de la muntanya;//van a adorà el Bon Jesús, / hi van tots vestits de gala,// [IGR # 2777] #9792
En Belén naciera Cristo, / en Belén nació el Señor//el portal donde naciera / relumbraba como el sol.// [IGR # 0237] #8271
En Belén parió María, / la escogida del Señor;//parió un niño como un oro / que relumbra como un sol;// [IGR # 0237] #5733
En Burgos está el buen rey / don Alonso el Deseado,// el octavo que en Castilla / de tal nombre fue llamado.// [IGR # 0333] #1452
En Burgos hay una niña / que Catalina se llama;// su padre es un perro moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126] #1285
En ca del buen rey / se perdió un caballo,//dezían que el conde / lo había robado.// [IGR # 0477] #8822
En ca del rey, / Se perdió un caballo;//decían que el conde, / lo había robado.// [IGR # 0477] #5883
En Cádiz hay una joven, / una joven viuda y sin caudal;//tan sólo tenía una hija, / que la honra le quiso manchar.// [IGR # 5057] #3096
En Cádiz hay una niña / que Catalina se llama.//Su padre era un rey moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126] #5111
En Cádiz hay una niña / que Catalina se llama//su padre es un perro moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126] #139
En Cádiz hay una señora / viuda y con una hija//honrada, y al parecer, / quince años tenía Rita.// [IGR # 5058] #3207
En campo de en campo / de la verde oliva,//la hija del rey / la llevan cautiva,// [IGR # 0169] #2523
En casa de los mis padres / un pobre pidió posada//mi padre, por ser tan bueno, / al momento se la daba.// [IGR # 0173] #8119
En casa del rey León, / salió Jimena una tarde//demandando iba justicia / por la muerte de su padre.// [IGR # 0001] #4438
En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada,// mi padre, como era dócil, / desde luego se la daba.// [IGR # 0173] #979
En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada.//Mi padre, como era noble, / al momento se la daba.// [IGR # 0173] #4912
En casa del rey mi padre / un traidor pidió posada//mis padres, como eran nobles, / al momento se la daban.// [IGR # 0173] #8
En casa unos nobles padres / se criaba una doncella//más hermosa que el sol bello, / se enamoró un galán de ella.// [IGR # 0209] #5544
En Castilla está un castillo, / que se llama Roca Frida:// al castillo llaman Roca, / y a la fonte llaman Frida.// [IGR # 0308] #1605
En Cataluña se forma / una guerra general//y a Gerineldo lo nombran / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4377
En Ceupta está Julian, / en Ceupta la bien nombrada:// para las partes de aliende / quiere enviar su embajada;// [IGR # 0018] #1385
--Encierren la Sildanita / en un aposento oscuro,//que tenga cuatro ventanas. / . . . --/ / [IGR # 0075] #4639
Encima del duro suelo / tendido de largo a largo//muerto yaze el rey don Pedro, / que le matara su hermano.// [IGR # 0334] #3753
En ciudad noble y encima / vive la gente cristiana//de un caballero lucido / don Gerésimo de Almanza.// [IGR # 0599] #1963
En coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5099
En coche va una niña, / hija de un capitán,//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?/ / [IGR # 3013.9] #4765
En coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5107
Encontrádose ha el buen Cid / en medio de la batalla// con aquese moro Búcar, / que tanto le amenazaba.// [IGR # 0910] #1446
Encontré con una niña / más bonita que soy yo//la cogiera por la mano / y al mesón se la llevó.// [IGR # 0612] #1807
Encontrei Nossa Senhora / no portal de Belém,//fiando numa roquinha; / Jesus, que nela está bem.// [IGR # 2929] #2784
Encontrei uma donzela / numa varanda, ao sol posto,//Disse-lhe: --Minha menina, / guardai-me esse lindo rosto,// [IGR # 0720] #6544
En cortes del casto Alfonso / Bernaldo a plazer bivía, //sin saber de la prissión / en que su padre yazía. // [IGR # 1524] #8494
En Don Benito hay una niña / guapa y hermosa como un carmín.// La pobrecita se mantenía / cosiendo ropa para Madrid.// [IGR # 5023.9] #9750
En el camino del cielo, / una doncella vivía//no tiene padre ni madre, / ni quien por ella sería,// [IGR # 0365] #2113
En el campo de Trujlllo / se pasea una romera,//toda vestida de luto, / po arriba de gloria llena.// [IGR # 0192] #8675
En el campo hay una flor / que está toda deshojada//la doncella que la pise / será la más desgraciada.// [IGR # 0469+0138] #210
En el campo hay una hierba / criada muy regalada,// la mujer que la pisara / al momento embaranzara.// [IGR # 0469+0138] #839
En el campo hay una hierba / que la llamaban la pravía,// la niña que la pisase / con ella se embaranzaba;// [IGR # 0469+0138] #842
En el campo hay una hierba / que le llaman la triana;//la que aquella hierba pise / d` ella queda embaranzada.// [IGR # 0469+0138] #8929
En el campo moro / de la verde oliva//donde cautivaron / a las [tres] cautivas.// [IGR # 0137] #252
En el campo moro, / entre las olivas,// cautivó el rey moro / tres hermosas niñas.// [IGR # 0137] #1225
En el campo Moro, / entre las olivas//fueron cautivadas / tres hermosas niñas.// [IGR # 0137] #8178
En el campo moro / y en la verde oliva,//donde cautivaron / tres hermosas niñas,// [IGR # 0137] #5342
En el cant de la sirena / ai ditxós qui hi pot anar,//set anys ha que vaig per ella, / sense terra i mai parar.// [IGR # 0559] #8712
En el diez y seis de mayo / una guerra se ha formado//y han puesto a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4304
En el jardín de Cupido / Sildana se paseaba//pandero de oro en la mano, / pandero de oro llevaba;// [IGR # 0005] #8144
En el jardín de las damas / se pasea el rei Rodrigo//por alargar la cadena / de un pensamiento cautibo // [IGR # 0570] #9344
En el mar de los placeres, / donde los placeres andan//se había criado un mancebo / de noble sangre y prosapia;// [IGR # 0661] #1954
En el medio del camino / atrevíme y preguntéla://--¿De quién son tanto montón, / montón de ladrillo y piedra?// [IGR # 0233] #7353
En el monte de Belén / está la Virgen María//con su librito en las manos, / que ella rezaba y leía.// [IGR # 0702] #3534
En el monte murió Cristo / Dios y hombre verdadero,//no murió por sus pecados / que murió por los ajenos,// [IGR # 9994] #5767
En el nombre de Dios Padre / Creador y Salvador// comienzo mi testamento / y pongo en el primer renglón// [IGR # 1265] #9625
En el nombre de Jesús / y la Virgen Soberana//te escribo, esposa querida, / esta lastimosa carta// [IGR # 0510] #1940
En el nombre de María, / madre del divino Verbo,//amparo de pecadores / y de afligidos consuelo;// [IGR # 5139] #3554
En el olivo más alto / está la Virgen María//con el Jesús en sus brazos, / dándole la leche fina.// [IGR # 0308.1] #4800
En el palacio del rey / una niña sola había//que su padre la ado[raba], / y su madre la vestía.// [IGR # 0212] #3255
En el palau del bon Rei / hi ha un trono d`or estampat;//a un cap hi té sa lluna / i a s`altre hi té es sol pintat.// [IGR # 0002] #8057
En el Portal de Belén / ciudad de Galilea,//parió la Virgen María / y le alumbraba una estrella.// [IGR # 0644] #8768
En el portal de Belén, / en ciudad de Galilea//cuando la Virgen parió, / relumbrante está una estrella;// [IGR # 0644] #1711
En el portal de Belén, / junto al reino de Judea,//está la Virgen María / relumbrando está una estrella.// [IGR # 0644] #5718
En el portal de Belén / parió la Virgen María,//y era tanta su pobreza / que pañales no tenía.// [IGR # 0812] #8769
En el primer mandamiento / me manda Dios que te ame,//y te amo más que a mí mismo / aunque la vida es amable.// [IGR # 0199] #5769
En el pueblo de Don Benito, / provincia de Badajoz,//habitaba doña Catalina / con su hija Inés María,// [IGR # 5131] #3206
En el pueblo de la Joya, / legua y mdia de Prudencia,//habitaba una serrana / alta y rubia sandinguera;// [IGR # 0233] #7445
En el pueblo de la Olla, / legua y media de Plasencia,// habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera.// [IGR # 0233] #926
En el pueblo de Membibre / habitaba un mozo arriero//con un buen carro, buena grapa (?), / buena bolsa de dinero.// [IGR # 0134] #546
En el pueblo Siete Iglesias / habita una señorita,//hija de Antonio Moreno / y se llama Agustinita,// [IGR # 5031] #3202
En el puebru Don Benitu / no puede habel mozas guapas//que ha dicho {I}Calrus Paredis{M} / la que no goce la mata.// [IGR # 5131] #9811
En el reino de Valencia / hay un pobre labrador//muy tierno de corazón / y de grande caridad.// [IGR # 0517] #205
En el reino moro / entre las olivas//fueron cautivadas / tres hermosas niñas.// [IGR # 0137] #3121
En el río de Jaén / había tres niñas lavando://María la que lavaba, / Isabel la que tendía// [IGR # 1042] #3198
En el testamento dejo / no me entierren en sagrado,//que morir por tus amores / es morir desesperado;// [IGR # 0101] #5629
En el tiempo que reinaba / el rey Alfonso en León//cartita y a un mensajero / a Bernardo le mandó.// [IGR # 0027] #1861
En el tiempo que reinaba / rey Alfonso de León,//tres cartas y un inensajero / a su sobrino mandó.// [IGR # 0027+0078+0029] #2997
En el valle, valle / de la verde oliva,//donde cautivaron / tres niñas perdidas.// [IGR # 0137] #5507
En el verde prado / y en la verde oliva,// donde descansaban / tres hermanas niñas.// [IGR # 0169] #1203
En el vergel de la reina / cresía un buen rosal,//en la ramica mas alta / un rusción sentí cantar.// [IGR # 0049] #8778
En eso pasó un pastor, / se enamoró de una d`ellas.//--Me caso con Blancaflor, / y muero por Filomena.--// [IGR # 0184] #3634
En esta ciudad vivía / San Jerónimo Morales//ese pa tiene una hija / y no quiere que se case,// [IGR # 0881] #1994
En esta ciudad vivía / una muy noble doncella//llamada Isabel María, / muy humilde y muy atenta.// [IGR # 0692] #2163
En este medio tiempo / hubo guerra en Portugal;//a Gerineldo escogieron / pa capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4303
En este plan de barranco, / sin saber cómo ni cuándo,// ahí fu` onde se alcontró / Viyano con don Fernando.// [IGR # 0222] #4845
En esto que anuncian guerra / en Francia y en Portugal//y sacan a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4144
Enfermo el rei de Castella / em cama de prata estava;//des que seu mal o turgíra / sete doutos consultava.// [IGR # 0006] #9327
Enfermo estaba don Juan, / enfermo estaba en la cama;//siete dotores lo curan / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #9286
Enfermo estaba el don Juan, / enfermo estaba en la cama;//siete doctores le curan / de los mejores de España.// [IGR # 0006+0080] #2485
En Francia ha nacido un niño, / de padre militar,//Por no tener padrino / Mambrú se llamará./ / [IGR # 0178] #4751
En Francia hay una niña / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿Quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5106
En Francia nace un niño, / de padre general,//Por no tener padrinos, / Mambrú se llamará./ / [IGR # 0178] #4755
En Francia nace un niño, / ¿qué nombre le pondrán?//Por no tener madrina, / Mambrú se llamará./ / [IGR # 0178] #4752
En Francia nació un niño / de padre natural.//Por no tener padrino / Mambrú se ha de llamar.// [IGR # 0178] #9565
En Francia nació un niño / de padre natural,//por no tener padrino / Mambrú se ha de llamar.// [IGR # 0178] #5240
En Francia nació un niño / de padres natural,//por no tener padrinos / Mambrú se ha de llamar.// [IGR # 0178] #5442
En Francia nació un niño / de padres natural,// que aún no tiene tres horas / lo quieren bautizar.// [IGR # 0178] #1355
En Francia nació un niño / muy bello y sin igual,//por falta de madrina / Mambrú se va a llamar.// [IGR # 0178] #5233
En Galicia había una niña, / Catalina se llamaba.//Su padre era un perro moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126] #5117
En Galicia hay una niña, / Catalina se llamaba.//Todos los días de fiesta / su padre la castigaba.// [IGR # 0126+0180] #5116
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama;//todos los días de fiesta / su padre la castigaba.// [IGR # 0126+0180] #3175
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama//su padre es un perro malo, / su madre un renegada.// [IGR # 0126] #138
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama.//Su padre es un perro moro, / su madre una renegada.// [IGR # 0126+0180] #5109
En Galicia hay una niña / que Catalina se llama//todos los días de fiesta / su padre la castigaba// [IGR # 0126] #8205
En Galicia hay una niña / que la llaman Isabel//que sus padres no la daban / ni por ningún interés.// [IGR # 0133] #1819
En Galicia hay un niña / que Catalina se llama//Todos los días de fiesta / su padre la castigaba// [IGR # 0126] #137
En Garganta de la Olla / a legua y media de Plasencia//habitaba una serrana / alta rubia y zandunguera,// [IGR # 0233] #9066
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//allí habita una serrana, / alta, rubia y halagüeña;/ / [IGR # 0233] #7313
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandungueira,// [IGR # 0233] #7442
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia//habitaba una serrana alta, / rubia y sandunguera.// [IGR # 0233] #5860
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera./ / [IGR # 0233] #7322
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//habitaba una serrana / blanca, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7291
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//paseaba una serrana, / alta, rubia y halagüeña;/ / [IGR # 0233] #7300
En Garganta de la Olla, / legua y media de Plasencia,//se pasea una serrana, / muy gallarda y muy bien puesta;/ / [IGR # 0233] #7314
En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7303
En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7293
En Garganta de la Olla, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7299
En Garganta la Olla, / legua y media de Plasencia,//ahí habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7309
En grande ciudad vivía / dos caballeros de fama//el uno es don José / y el otro don Juan se llama.// [IGR # 0874] #2189
En gran pesar y tristeza / era el valiente Bernaldo,// por ver a su padre preso, / y no poder libertallo.// [IGR # 1542] #1393
En Jerez de la Frontera / es un molinero afamado// que ganaba su sustento / en un molino alquilado;// [IGR # 0218] #8867
En la baja Extremadura, / en Extremadura baja//allí vive un caballero / de hacienda algo moderada.// [IGR # 0745] #1696
En la baranda del cielo / hay una dama sentada,//vestida de azul y blanco, / que Catalina se llama:// [IGR # 0126] #3174
En la calle de la Amargura / `taba una niña sentada,//y la Virgen le pregunta: / --Cúya niña tan bien criada--,// [IGR # 1537.1] #5083
En la calle del Turco/ han matadito a Prim//montadito en el coche / con la guardia civil// [IGR # 0154.9] #9635
En la calle de Madrid, / y en la calle del Romero//donde habitaban dos, / una dama y un mancebo.// [IGR # 0248] #8237
En la casa de mis padres / un hombre pide posada//mis padres, como eran buenos, / a to el mundo se la daban.// [IGR # 0173] #9
En la ciudad de Alcordoba, / ancha compulenta y larga//allí hay ricos caballeros / de la nobleza da España,// [IGR # 0662] #576
En la ciudad de Alicante / habitaba un matrimonio//. . . / de pobreza muy nombrada;// [IGR # 0905] #2154
En la ciudad de Brabante, / tratante de rica seda//si mucho trata en la blanca, / mucho más trata en la negra// [IGR # 0096] #1966
En la ciudad de Dubiedo, / pueblo de dos mil vecinos//criaba una viuda tres niños / con mucho cariño.// [IGR # 0143] #543
En la ciudad de León, / allí junto a la calle Nueva//habitaba un comerciante, / trataba en paños de seda.// [IGR # 0096] #8224
En la ciudad de León / andaba un cebollineiro,// vendiendo su cebollino / para sacar el dineiro.// [IGR # 0625] #1311
En la ciudad de Lisboa / por todo el mundo nombrada;//por lo fuerte y abundante / el mismo cielo la guarda,// [IGR # 0139] #3552
En la ciudad de Logroño, / contra el reino de Navarra//había una doncellita / que Catalina se llama.// [IGR # 0126] #132
En la ciudad de Logroño, / frente al reino de Navarra//se criaron dos muchachos / que es la nobleza de España;// [IGR # 0147] #2002
En la ciudad de Logroño / hay un caso que no es cuento//madre e hija están en cinta / y las dos de un mismo tiempo.// [IGR # 0360] #544
En la ciudad de Madrid, / en la calle del Romero // allí vivía una niña, / una niña y un mancebo.// [IGR # 0248] #9592
En la ciudad de Madrid, / en la Calle del Romero//habitaban dos galanes, / una dama y un mancebo;// [IGR # 0248] #2110
En la ciudad de Madrid, / junto a los caños del agua,//allí vivía una viuda / de gran honor y gran fama.// [IGR # 0529] #5496
En la ciudad de Madrid / junto a los caños del agua//habitaba un caballero / con su esposa doña Laura.// [IGR # 0139] #2123
En la ciudad de Madrid, / junto a los caños del agua//vevía un bizarro mozo, / Diego León se llamaba.// [IGR # 0163] #1707
En la ciudad de Madrid / la mejor que el rey tenía,//residía un caballero, / grande labranza poseía.// [IGR # 0185] #5707
En la ciudad de Madrid, / que es ciudad muy encumbrada//residía una viudita / de caudal muy apoderada,// [IGR # 0529] #5497
En la ciudad de Madrid / residía un caballero// con su mujer y sus hijos / más preciosos que el sol mismo.// [IGR # 0166] #9532
En la ciudad de Madrid / se paseaba un caballero,//y vino una hermana suya / estas palabras diciendo:// [IGR # 0166] #5537
En la ciudad de Madrid / se publican unas guerras// al pulido Gerineldo / lo nombran de capitán// [IGR # 0023+0110] #4358
En la ciudad de Madrid, / una viudina habitaba//sólo tenía una hija / Teresina se llamaba.// [IGR # 0253+0006] #2476
En la ciudad de Mallorca / se paseaba un mallorquino//casado con una dueña, / hijo de un daudor vecino;// [IGR # 5115] #1965
En la ciudad de Pamplona, / en un pueblo de Navarra//había una doncellita / que Catalina se llama.// [IGR # 0126+0212] #128
En la ciudad de Sevilla / una serrana pasea,//blanca, rubia y generosa, / bonita como una estrella;// [IGR # 0233] #7412
En la ciudad de Sevilla / un día del mes de mayo,//han robado el Sacramento / para siempre sea alabado.// [IGR # 0079] #5574
. . . / en la ciudad de Toledo//ha vivido y vivirá / un hidalgo caballero,// [IGR # 0166] #5538
En la ciudad de Toledo / se criaba una zagala//que es más bonita que el sol / y más que la luna clara;// [IGR # 0701] #3139
En la ciudad de Toledo, / y en la ciudad de Aragón//nacido nos había un fraile, / nacido nos había un barón;// [IGR # 0847+0275] #5877
En la ciudad de Trujillo, / ciudad valerosa y rica//En la ciudad de Trujillo, / ciudad valerosa y rica,// [IGR # 0478] #2153
En la ciudad de Trujillo / dos caballeros paseaban//el uno llaman don Jorge / y el otro don Diego llaman.// [IGR # 0147] #41
En la ciudad de Valencia / hay un pobre labrador//muy limpio de corazón / y de grande caridad.// [IGR # 0517] #204
En la ciudad de Valencia / sucedió con Juana Dario//mujer noble y entendida / de un hombre noble y honrado:// [IGR # 0912] #2151
En la ciudad de Zaragoza / hay unha niña muy linda//la pretenden duques y condes, / caballeros de valía.// [IGR # 0217] #1708
En la corte de Madrid / dos caballeros triunfaban;//eran don Diego y don Jorge, / capitanes de la patria.// [IGR # 0147] #8659
En la corte de Madrid / habitaba un caballero//con su mujer y sus hijos / hermosos como el sol bello.// [IGR # 0166] #3264
En la corte de Madrid, / junto a los caños del agua//allí se crió una yerba / muy viciosa y regalada;// [IGR # 0469+0138] #3231
En la corte de Madrid / va un caballero a la iglesia//Más va por ver a su dama / que no por ver las completas.// [IGR # 0130] #2169
En la Fuente `e las Tres Gotas / se ha aparecido un mancebo//guardando sus ovejuelas / y dándolas el sustento.// [IGR # 0323] #109
En la fuerça de Galera / estaba preso Albayaldos,//grande galán granadino, / de Xerez jinete bravo;// [IGR # 2060] #7970
En la garganta la Olla / legua y media de Plasencia//hay una hermosa serrana / blanca, rubia y morena.// [IGR # 0233] #5865
En la gran cibdad de Burgos / el casto Alfonso reinando,//por darle gusto a la reina / grandes fiestas de a caballo.// [IGR # 1605] #8534
En la gran ciudad de Cádiz / un arriero andaba en ella,//este tal llegó a casarse / con una querida hembra;// [IGR # 0084] #5546
En la gran Sierra Morena, / amparo de forajidos,//vivía Alonso Gutiérrez / con una hija y dos hijos,// [IGR # 5104] #3569
En la gran Sierra Morena / un labrador en Sevilla//que de nombre se llamaba / Juan de Dios y de María.// [IGR # 0185] #189
En la más Constantenopla, / allá en la casa de Meca//rey de setenta mil reinos, / de mil imperios cabeza,// [IGR # 5022] #2142
En la plaza de oriente / yo solita jugaba//cuando el aro corría / a la soga saltaba.// [IGR # 0154.9] #9633
En la provincia de Cadiz / hay un pueblo que se llama//Algeciras es su nombre / pol toda aquella comarca.// [IGR # 5037] #9810
En la provincia de León, / cuatro leguas de distancia,//hay un pueblo pequeñito / el cual Arenas se llama.// [IGR # 0193] #5613
En la provincia Sevilla, / en el pueblo de Lebrija,//habitaba una señora, / tan sólo tiene una hija.// [IGR # 5053] #3088
En la punta de aquel cerro / hay una casa muy linda,//no es hecha por carpintero, / ni por la carpintería;// [IGR # 0308.1] #7952
En la ramilla más alta / está la recién parida//San José, que estaba allí, / de esta manera decía:// [IGR # 0484] #30
En las almenas de Toro, / allí estaba una doncella,// vestida de paños negros, / reluciente como estrella:// [IGR # 0032] #1444
En las calles de Madrid / dos caballeros se tratan//juntos comen, juntos beben, / juntos se van a la plaza,// [IGR # 0147] #1670
En las calles de Madrid, / junto al campo del Arena//habitaba un mercader / que trata en paños de seda.// [IGR # 0096] #8225
En las calles de Madrid, / junto a los caños del agua,// allí habita un caballero / que don Grabiel le llaman,// [IGR # 0140] #1053
En las cortes de Granada, / estando un día sentadas,//bordaban en su jardín / Blancaflor y Filomena,// [IGR # 0184] #3629
En las huertas del rey / hay una hierba muy mala,// la doncella que la pise / va a salir embarazada;// [IGR # 0469+0138] #835
En las huertas de mi padre / grandes manzanas yo vi;//eran dulces para otro / y amargosas para mí.// [IGR # 0281] #3101
En la sierra de Tormantos, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana, / alta, rubia y sandunguera;/ / [IGR # 0233] #7297
En las islas de Mallorca / un diestro valiente muere//llamado Antonio Moreno / con Lagartijo de mote.// [IGR # 0174] #9644
En las montañas de Urbén / un labrador residía//que por nombre se llamaba / Juan de Dios y de María.// [IGR # 0185] #192
En las salas de París, / en un palacio sagrado// ado está el emperador / con los pares razonando,// [IGR # 0358] #1602
En la Vega de Antequera, / hija de un corregidor,/ no tenía quién casarse, / ¡Sí, sí!,// [IGR # 0191] #3159
En la villa de Alburquerque, / cuyo castillo es nombrado//. . . cuyo nombre y apellido / es Lorenzo de Tejado.// [IGR # 5033] #2166
En la villa de Madrid, / junto a los caños del agua//allí se cría una hierba / muy viciosa y regalada.// [IGR # 0138] #8098
En la villa de Madrid, / (nos asista y no nos falte)//se pasea una doncella / hermosa de lindo talle.// [IGR # 0783] #3263
En Lima está preso el conde / muy grandes días avía;//Bernaldo, que era su hijo, / de su prisión no sabía.// [IGR # 1557] #8504
En lo alto de aquel monte / hermoso palacio había,// habitaba un caballero / que hermosa hija tenía..// [IGR # 0212] #9608
En lo más alto del cielo / se pasea una doncella//vestida de azul y blanco, / más hermosa que una estrella,// [IGR # 0192] #3539
En los altos de Tudela, / a par que las aguas claras,//bajaban dos compañías / y un soldadito de guardia;// [IGR # 0445] #5575
En los altos miranderos / está la Virgen mirando//mira al rey, mira a la reina, / mira a Felipe y Fernando// [IGR # 0061] #3375
En los campos de Alventosa / mataron a don Beltrán;// nunca lo echaron menos / hasta los puertos pasar.// [IGR # 0150] #1613
En los campos de Malver, / campos de mucha almoneda//donde habita un caballero, / que trata en paños de seda.// [IGR # 0096] #8226
En los campos de Turquino / se pasea una romera,// iba vestida de oro, / calzada de seda negra.// [IGR # 0192] #1251
En los jardines del rey / hay unha herba encantada,//toda muller que a come / logo queda embarazada.// [IGR # 0469] #8738
En los montes más espesos / que tiene la Morería// por allí pasa una rroyo / de agua fresca y cristalina.// [IGR # 0169] #2563
En los presidios del moro / la bella Luisa moraba//no llora por verse presa / ni hierros por ser herrada;// [IGR # 0741] #1952
En lugar de Novadía / es una grande ciudad//que llevan al conde Flor / por capitán general.// [IGR # 0110] #3856
En Madrid hay una niña / que la llaman Isabel;// no la daban sus padres / ni por ningún interés.// [IGR # 0133] #990
En Madrid hay una niña / que la llaman Isabel,//no la quieren dar sus padres / ni por conde ni marqués,// [IGR # 0133] #5503
En Madrid hay una niña / que le llaman Isabel,// que no la daban sus padres / ni por ningún interés,// [IGR # 0133] #989
En Madrid hay una niña / que se llamaba Isabel,// que no la darían sus padres / ni por ningún interés,// [IGR # 0133] #986
En Madrid hay una señora / junto a los caños del agua//el tal tenía una hija / que vivía enamorada.// [IGR # 0006] #2396
En Madrid hay un palacio / bordado de oro y bel,//allí vive una señora / que la llaman la Isabel;// [IGR # 0133] #8882
En Madrid hay un palacio / que le llaman de Oropel//donde vive una señora / que le llaman Isabel.// [IGR # 0133] #3591
En Madrid hay un palacio / que le llaman el hotel,// y dentro vive una niña / que le llaman la Isabel.// [IGR # 0133] #985
En Madrid hay un palacio / todo lleno de oropel,//allí vive una señora / que la llaman Isabel.// [IGR # 0133] #5216
En Madrid un caballero / tiene una linda criada//él se enamoró de ella / y ella se ausentó de casa.// [IGR # 0775] #1927
En mayo, en mayo era / cuando los fuertes calores,//cuando las cebadas secas, / los trigos en granaciones,// [IGR # 0078+1027] #9714
En mayo y el mes de mayo, / cuando las fuertes calores,//cuando los trigos se secan / y en el campo hay varias flores.// [IGR # 0231] #9457
En medio de un sesteadero / una oveja me faltó,//una joven blanca y bella / de un pastor se enamoró.// [IGR # 0191] #5121
. . . En mi casa entra un alférez / y a mi madre la requiebra//me la agarra de la mano / y a la sala se la lleva// [IGR # 0096] #601
En mil novecientos veinte, / día dieciseis de mayo//fue herido por un toro / el más joven de los Gallos.// [IGR # 0916] #1937
En misa está el emperador / allá en San Juan de Letrán,// con él está Baldovinos, / y Urgel de la fuerza grande,// [IGR # 0736] #1623
Enojado está don Sancho / con Rodrigo de Vivar,//malas palabras le dize, / comiénçalo amenazar:// [IGR # 1745] #5790
En París está doña Alda, / la esposa de don Roldán,// trescientas damas con ella / para la acompañar;// [IGR # 0539] #1611
En París está Duña Alda, / la hija del imperalde,//con trescientas damas con eya, / todas son de alto linaje.// [IGR # 0539] #7983
En partí lo rei de França / en mal hora va partir,//va partir per pendre Espanya / i d`Espanya fou captiu,// [IGR # 0250] #5779
En plazas del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia, generosa, / bonita como una perla;// [IGR # 0233] #7411
En Roma había un peral / que lindas peras criaba,// la dama que las cumiese / con ellas embaranzaba;// [IGR # 0469] #833
En sancta Gadea de Burgos / do Juran los hijosdalgo,// allí le toma la jura / el Cid al rey castellano.// [IGR # 0035] #1442
En Santo Domingo entré, / no me dejaron pasar//yo cogí mi carabina / y al monte me fui a cazar.// [IGR # 0186] #8128
En Sevilla a un sevillano / siete hijas le dio Dios//la mala suerte que tuvo / que ninguna fue varón.// [IGR # 0231] #523
En Sevilla está una ermita / cual dicen de San Simón// adonde todas las damas / iban a hacer oración;// [IGR # 0107] #1559
En Sevilla un sevillano / a desgracia Dios le dio//de siete hijos que tuvo / y ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #532
En sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//de siete hijas que tenía / y ninguna fue varón.// [IGR # 0231] #515
En Sevilla un sevillano / la desgracia le dio Dios//de siete hijos que tuvo / y ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #525
En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios//y ha tenido la desgracia / de ninguna ser varón.// [IGR # 0231] #9025
En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios//y tuvo la mala suerte / que ninguna fue varón.// [IGR # 0231] #3192
En Sevilla un sevillano / siete hijas le dio Dios,//y tuvo la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #5586
En Sevilla, un sevillano, / siete hijas le dio Dios// y tuvo la mala suerte / que ni una fue varón.// [IGR # 0231] #913
En Sevilla un sevillano / siete hijos le dio Dios//pero tuvo la disgracia / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #1718
Entablárase una guerra / entre España y Portugal,//mandaron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9414
En terra de Portugal / es la gente lusitana//son devotos en extremo / a San Antonio de Pauda;// [IGR # 0139] #2121
En tierra de Salamanca / hay una niña esposada//que la viene a ver el novio / tres días a la semana.// [IGR # 0193] #541
En tierras del mar de España / una serrana pasea,//que es blanca y encarnada, / relumbra como una tea;// [IGR # 0233] #7374
En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y colorada, / bonita, que no era fea;// [IGR # 0233] #7379
En tierras del rey de España/ una serrana pasea,// blanca rubia y encarnada, / bonita, que no era fea;// [IGR # 0233] #4867
En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y encarnada, / bonita, que no era fea;// [IGR # 0233] #7400
En tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia y encarnada, / hermosa como una estrella; // [IGR # 0233] #7384
En Toledo está Rodrigo / el rei malaventurado;//por cubdicia de tesoro / rompió un antiguo palacio.// [IGR # 0290] #4416
En Toledo hay una niña//Rosario de oro que tiene / tres veces le reza al día;// [IGR # 0212] #8195
En Toledo sucedió / con un galán y una niña//En Toledo sucedió / con un galán y una niña;// [IGR # 0217] #8210
Entrando al plan de Barranco, / sin saber cómo ni cuándo,//se encontraron dos contrarios, / don Benito y don Fernando.// [IGR # 0222] #5055
. . . //Entre dolor y dolor, / entre puntada y puntada//entre dolor y dolor / un niño varón lloraba.// [IGR # 0138] #8101
Entre dos reyes cristianos / hay muy grande división,// don Sancho rey de Castilla / y don Alonso de León.// [IGR # 1208] #1424
Entre España y Portugal / se ha levantado una guerra//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4227
Entre guerra se pegaram / entre França e Aragã//--Valha-me Deus que eu sou velho / as guerras me acabarão.--// [IGR # 0231] #5815
Entre las gentes se suena, / y no por cosa sabida,// que de ese buen Maestre / don Fadrique de Castilla// [IGR # 0286] #1460
Entre muchos reyes sabios, / que hubo en la Andalucía// reinara un moro viejo / que rey Búcar se decía.// [IGR # 2338] #1541
--Entren, si traen dinero, / que si no, no hay posada.--//San José se afligía / María le consolaba:// [IGR # 0710] #3306
Entre San Juan y San Pedro / hicieron un arca nueva,//el arca era de oro, / su arquilla era de acero.// [IGR # 0180] #5261
Entre San Pedro y San Pablo / hicieron un barco nuevo,//el barco era de oro, / su casco de acero.// [IGR # 0180] #5255
En una arenosa playa / una hermosa ninfa vi,//que cuanto más me alejaba / más se acercaba a mi.// [IGR # 0168] #5044
En una bella mañana, / mañanita de primor//cautivaron a una mora / que era más bella que el sol.// [IGR # 0169] #5517
En una ciudad de España, / la más linda y la más bella,//le llaman Ortia por nombre, / vivía un riguero en ella.// [IGR # 0084] #3400
En una fuente que vierte / por agua cristal y perlas//está bañando la Cava / el oro de sus madexas.// [IGR # 0479] #9341
. . . / En unas altas montañas//se encontraba una pastora / con un atajo de cabras.// [IGR # 0214] #260
En un chigre del Ferral / había una camarera,// había varios soldados / que decían de esta manera:// [IGR # 0176] #999
En un coche va una niña, / hija de un capitán.//¡Qué hermoso pelo tiene! / ¿quién se lo peinará?// [IGR # 3013.9] #5097
En un furioso cavallo, / con el asta blandeando,//Bernardo el Carpio se sale / de los de Francia triunfando.// [IGR # 1519] #8524
En un hospital de Cádiz, / cuando estuve de enfermera,//había varios soldados / que hablaban de esta manera:// [IGR # 0176] #3009
En un lugar hacia Burgos / hay una pequeña aldea//hay en ella un mercader / que a vender paños se emplea.// [IGR # 0096] #1967
En un lugar junto a Burgos, / que se llama Villarcayo,//tiene un caballero un hijo / muy querido y estimado// [IGR # 0201] #5362
En un pueblecín pequeño, / en los jardines de Italia;// habitaba una señora / llamada doña Leandra.// [IGR # 0446] #824
En Valencia hay una niña / que Catalina se llama//su padre era un perro moro / y su madre la regaña.// [IGR # 0126] #133
En Valladolid la rica / junto a los caños del agua//se pasea un caballero / que don Gabriel le llaman,// [IGR # 0466] #2161
En Valladolid na rica, / a la puerta de un señor//vide estar una difunta / que era más rubia que el sol:// [IGR # 0432] #2115
--Envergonhe-se, minha mãe, / bem se pode envergonhar,//uma dama já casada / `inda gosta de brincar!// [IGR # 0095] #6748
En viernes partió el Señor / de la ciudad de Samaria//y antes de llegar a ella, / el calor le fatigaba// [IGR # 0187] #2071
En Zanjón hay una ermita / que le llaman San Simón,//donde damas y galanes / acuden a oír sermón.// [IGR # 0107] #7950
Era de Maio uma tarde, / de tais flores perfumada,//que a Virgem Mãe do Rosário / de tanto enlevo enlevada,// [IGR # 2901] #2841
Era Domingo de Ramos, / encountrome y encuntrela,//encountreime a la Serrana / en las grutas de la sierra.// [IGR # 0233] #8009
Era em Maio, era em Maio, / no rigor da Primavera,//lá se vai o capitão / com soldados para a guerra.// [IGR # 0176] #6487
Eram as três irmãzinhas / todas três de um parecer;//ensinavam u~as às outras / a bordar e a coser.// [IGR # 0536] #4410
Era meia-noite, / à porta sentado;//já todos dormiam, / só eu acordado.// [IGR # 2971] #2754
Era meia-noite / quando o ladrão veio//bater três pancadas / à porta do meio.// [IGR # 0189] #7060
Era meia-noite / quando o ladrão veio,//bateu três pancadas / à porta do meio.// [IGR # 0189] #7069
Era meia-noite / quando o ladrão veio,//deu três pancadinhas / à porta do meio.// [IGR # 0189] #7049
Éramos tres hermanas, / todas nunha ventana//un caballero, madre, / él por allí pasara.// [IGR # 0173] #1828
Eran dos casados nuevos / muy queridos y estimados//iban a segar el trigo / a Las Vegas del Condado.// [IGR # 4010] #2103
Eran dos hermanos huérfanos / criados en Barcelona,//el niño se llama Enrique / la niña se llama Lola.// [IGR # 5129] #3209
Era o rei que estaba enfermo//Siete dotores lo van a ver / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2390
Era por mayo, por mayo, / cuando hace la calor,//cuando los trigos engañan / y están los campos en flor,// [IGR # 0078] #5295
Érase Blas de León, / hijo de padres muy buenos//Éste tuvo un pendencia / en la real cárcel al juego,// [IGR # 0813] #2141
Era uma fidalga, / cedo enviuvou;//tinha uns meninos, / para as quintas os levou.// [IGR # 0189] #7019
Era uma vez uma pastora, / larão, larão, larito, / era uma vez uma pastora / que guardava o seu gatito.// [IGR # 0565] #2931
Era um homem tinha três filhas, / todas três mais lindas que a prata, //a mais nova delas todas / Valdevina se chamava.// [IGR # 0075] #7115
Era um rico senhor / de mui nobre fidalguia;//grandes honras, muitas terras, / no meio delas vivia.// [IGR # 2890] #2880
Era una flor amarilla, / era blanca y encarnada//la niña que la comiera / luego saldrá embaranzada// [IGR # 0138] #8093
Era una linda pastora / y era una linda zagala//que andaba por alta sierra / guardando unas pocas cabras.// [IGR # 0214] #2107
Era una niña bella / que Teresa se llamaba//un día con el intento / se ha salido de su casa,// [IGR # 0607] #2205
Era un bonetero / portugués honrado,// que hacía bonetes, / ganaba un ochavo.// [IGR # 0497] #1365
Era un bonetero / que hacía bonetes,// los hacía a real, / los vendía a cuarto,// [IGR # 0497] #1368
Era un mayo, era un mayo, / en tiempos de primavera,//cuando el capitán llamaba / su gente para la guerra.// [IGR # 0176+0559] #8732
Era un pare i una mare / amb un fillet que tenien,//n`han fet una prometença / a sant Jaume de Galicia.// [IGR # 0620] #4560
Era un sacerdote pobre / y anque pobre muy prudente//tiene una promesa hecha / que li ha de comprir si puede:/ [IGR # 0219] #2086
Erguerase Frei João, / um dia de madrugada,//atacando seu calção, / tocando sua guitarra.// [IGR # 0309] #6849
Ergueu-se dona Silvana / uma vez do seu jantar,//com a viola no braço / par` ó jardim foi tocar.// [IGR # 0503] #6719
Er`uma vez um macaco, / fazê-la barb`introu//numa tenda dum barbeiro / que lo rabo lhe cortou.// [IGR # 2881] #2855
Esa ciudad de Madrid, / villa principal y buena//se pasea un mercader / que trata en paños de seda,// [IGR # 0096] #3262
Esa guirnalda de rosas, / hija, quién te la endonara?// Donómela un caballero / que por mi puerta pasara;// [IGR # 0433] #1560
Escolta, Josep, / escolta á l` aurella://las favas del camp / tenen sella negra.// [IGR # 2753] #7859
Escuchen los vellancicos / que ahora cantarles quiero//el nacimiento de gracia / de un niño que nació al hielo.// [IGR # 0560] #274
Escuchen mis caballeros / que voy a cantar de gala//una cosa muy curiosa / que ha sucedido en España.// [IGR # 0501] #5589
Escuchen, señores, / un caso excelente//si los tres Reis Magos / se aparten de Oriente// [IGR # 0770] #1635
Escuche un gran labrador, / si por ventura está dentro//escuche con atención / la noche del Nacimiento.// [IGR # 0120] #550
--Escuchís, señor soldado, / si de las guerras venís.//--Sí señora, de las guerras, / de las guerras del Inglés.// [IGR # 0113] #5874
--Escutai, se qu`reis ouvir, / um rico doce cantar,//devem de ser as marinhas, / ou os peixinhos do mar.// [IGR # 0049] #6447
Ese buen Diego Laínez / después que hubo yantado,// hablando está sobre mesa / con sus hijos todos cuatro.// [IGR # 0346] #1411
Ese rey de los romanos, / esa reina en morería,//entre sus moritos tiene / una cristiana cautiva.// [IGR # 0169] #2514
Eso de los nueve meses / el joven se volvió allá,//--Esta noche, la Mariana, / yo te vengo a brindar// [IGR # 0255+0172] #9263
Eso de los quince días, / ya la ha venido a brindar.//--Esas bodas, don Alonso, / yo conté que eran conmigo.// [IGR # 0255+0172] #9267
[. . . ] / Es su hermana Filomena.--// --Yo mandarla sí, por cierto, / teniendo cuenta con ella.--// [IGR # 0184] #8151
Estaba Catalina sentada / debajo un laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr./ / [IGR # 0113] #4652
Estaba doña Ana / en días de parir,//se le ha antoj`un cacho / del puerco jabalín.// [IGR # 0080] #4809
Estaba doña Isabel / sentadita en su balcón//bordando medias de seda / y zapatos de charol.// [IGR # 0503] #5456
Estaba doña María / en su sala de primera//con sus dos hijas al lado, / Blanca Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5063
Estaba doña Saturna / sentada en una arboleda//pintando unos pajarillos / de los que andan por ahí y vuelan.// [IGR # 0098] #3308
Estaba don Bueso / sentado a la mesa;//cartas le venían / que fuese a la guerra.// [IGR # 0148] #8637
Estaba don Fernandit / la mañana de San Juan//dando beber al caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9194
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar// [IGR # 0049] #9190
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar//dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9146
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar //dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9200
Estaba don Fernandito / a la orillita del mar,//mientras su caballo come / él canta un dulce cantar.// [IGR # 0049] #9174
Estaba don Fernandito / a las orillas del mar//dándole agua a su caballo / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #9209
Estaba don Fernandito / a las orillas del mar,//mientras que el caballo bebe / Fernandito echó un cantar.// [IGR # 0049] #8449
Estaba don Fernandito / a las orillas del mar//mientras su caballo bebe / don Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #9152
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / mientras cantaba el cantar.// [IGR # 0049] #9240
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando beber al caballo / en las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9238
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando de beber al caballo; / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #4904
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//dando de beber al caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9184
Estaba don Fernandito / la mañana de San Juan//paseando en su caballo / por la orillita del mar,// [IGR # 0049] #9164
Estaba don Fernandito / la mañana el día San Juan//dando agua a su caballo / (y) a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9502
Estaba don Juan un día / en la cercada de un huerto//sembrando trigo y cebada, / que todo lo sembró a un tiempo.// [IGR # 0166] #364
Estaba el cond e Longinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9198
Estaba el conde Marcelino / paseando la serenita de la mar.//Mientras su caballo bebe / él echaba un buen cantar.// [IGR # 0049] #9167
Estaba el don Fernandito / a las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / su puso a echar un cantar// [IGR # 0049] #9204
Estaba Elena / bordando corbatas//con agujas de oro, / dedales de plata.// [IGR # 0173] #14
Estaba el rey don Fernandito / a las orillas del mar//a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9234
Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo, / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #331
Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar//dándole agua a su caballo / y cantando este cantar.// [IGR # 0049] #9207
Estaba el rey Fernandito / a las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él se fue a echar un cantr.// [IGR # 0049] #9196
Estaba el rey Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #308
Estaba el rey Fernandito la mañana de San Juan,//dando agua a su caballo a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9149
Estaba el señor don Gato / en silla de oro sentado,//calzaba media de seda / y zapatito picado.// [IGR # 0144] #5154
Estaba el señor don Gato / en silla de oro sentado,//calzando medias de perlas / y un zapatillo picado.// [IGR # 0144] #5159
Estaba el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//con sus mediecitas de oro / y sus zapaticos calados./ / [IGR # 0144] #4738
Estaba el Señor Don Gato / en silla de oro sentado.//Lucía media de seda / y zapatico dorado./ / [IGR # 0144] #4736
Estaba el señor don gato / en silla de oro sentado,//recibió cartas de Indias / si quería ser casado// [IGR # 0144] #5656
Estaba el Señor Don Gato / en sillas de oro sentado,//calado medias de seda / y zapaticos dorados,/ / [IGR # 0144] #4734
Estaba el señor don Gato / sentadito en el tejado,// de pronto llegó una gran noticia / que tenía que ser casado// [IGR # 0144] #1340
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado;//con mediecitas de punto / y zapatitos calados.// [IGR # 0144] #3506
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,//calzando medias nuevas / y muñito colorado,// [IGR # 0144] #5155
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado//con la(s) mano en la cintura / y la otra en el costado.// [IGR # 0144] #4445
Estaba el señor don Gato, / sentadito en su tejado//Ha recibido una carta, / que si quería ser casado// [IGR # 0144] #44
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,// ha recibido una carta, / que si quiere ser casado// [IGR # 0144] #1351
Estaba el señor don Gato / sentadito en su tejado,//ha recibido una carta: / que si quiere ser casado// [IGR # 0144] #5160
Estaba el señor don Gato / sentado en el tejado//cuando recibió una carta / que tenía que ser casada// [IGR # 0144] #9766
Estaba el señor don Gato / sentado en silla de oro.// Le ha llegado una carta / que su hermano se había muerto.// [IGR # 0144] #9767
Estaba el señor don Gato / sentado en su tejado,//tejiendo la media media / y el zapatito picado.// [IGR # 0144] #5164
Estaba el señor don Gato / subidito en un tejado,//con sus botas amarillas / y los zapatos calzados.// [IGR # 0144] #5158
Estaba el señor gatiño / en silla de oro sentado,// seu fibón de abotonilla / muy largo y abotonado,// [IGR # 0144] #1339
Estaba el señor Gato / en silla de oro sentado;//la gata, por darle un beso, / de la silla lo ha volteado.// [IGR # 0144] #5168
. . . estaba en la cama//vinieron siete dotores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2401
Estaba essa reina Lena / ya acabada de almorzar;//asomóse a la ventana / por ver la gente passar.// [IGR # 0043] #3730
Estaba Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / en las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5390
Estaba Griselda / haciendo sus labores//y por allí pasó el rey / y la ha pretendido en amores.// [IGR # 0159] #4530
Estaba la bella, estaba / a la luz de una candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3470
Estaba la Blancaflor / arrimada a su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3644
Estaba la blanca Juana / arrimada a la candela//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #5065
Estaba la blanca niña, / estaba la blanca flor//sentadita en silla de oro / bordando su bastidor.// [IGR # 0234] #577
Estaba la blanca niña, / estaba la blanca flor//sentadita en su ventana, / mirándose al mirador.// [IGR # 0234] #587
Estaba la capitana / a las puertas del cuartel,// esperando a que llegara / el teniente coronel.// [IGR # 0113] #1188
Estaba la Catalina / a la sombra de un laurel// con los pies en la frescura / por ver el agua correr.// [IGR # 0113] #1164
Estaba la Catalina / asomada a su balcón.//Pasó por allí un soldado / con buena o mala intención.// [IGR # 0234] #4501
Estaba la Catalinita / sentada bajo un laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr;// [IGR # 0113] #5332
Estaba la condesita / en su palacio real//con peine de oro en la mano / que el niño quiere peinar;// [IGR # 0087] #5776
Estaba la coronela / de pechitos al balcón,//por ahí viene un soldado / que de ella se enamoró.// [IGR # 0234] #4529
Estaba la hija del rey / en el jardín paseando,//ha pasado por allí un niño / de trece a catorce años.// [IGR # 0149] #5504
Estaba la Leona, estaba, / entre la paz y la guerra, //con sus dos hijas doncellas, / Blanca Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5070
Estaba la linda, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3477
Estaba la linda, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3472
Estaba la linda infanta / a sombra de una oliva,// peine de oro en las sus manos, / los sus cabellos bien cría.// [IGR # 0345] #1532
Estaba la liona, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filumena.// [IGR # 0184] #3469
Estaba la mora, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3468
Estaba la pastorita / en alta sierra guardando//recogiendo su cabello, / dando vuelta a su ganado.// [IGR # 0861] #8245
Estaba la reina, estaba / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3474
Estaba la reina, estaba, / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blanca Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5071
Estaba la Santa Juana / a la voz de su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3643
Estaba la Santa Juana / a la voz de su candela,//con sus dos hijas preciosas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3642
Estaba la Santa Juana / al lado de su candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3641
Estaba la Sildanita / por un corredor arriba,//tocando su guitarrita, / ¡qué bien que la tocaría!/ / [IGR # 0075] #4634
Estaba la Teresita / en sillas de oro sentada,// empañando hijos del rey / a la luz de una retana.// [IGR # 0802] #854
Estaba la verde oliva, / bordando puños de seda,// vio pasar un caballero / por alta Sierra Morena.// [IGR # 0113] #1182
Estaba la Virgen pura / a los pies de una alameda,//en silla de oro sentada / bordando paños de seda;// [IGR # 0098.1] #5753
Estaba la Virgen Pura / al pie de una fuente clara//lavándose pies y manos / y la su bendita cara.// [IGR # 0104] #5666
Estaba Leonor, estaba, / entre la paz y la guerra,//con sus dos hijas queridas, / Blanca Flor y Filomena.// [IGR # 0184] #5068
Estaba mi Teresita / en sillas de oro sentada,// empañando hijos del rey, / dormidita se quedara.// [IGR # 0802] #853
Estaban las tres comadres / en un barrio todas tres.// Una puso treinta huevos, / y les tocaron a diez;// [IGR # 0275] #1313
Estaban tres niñas / bordando corbatas// con agujas de oro / y dedal de plata// [IGR # 0173] #2979
Estaban un día / Blancaflor y Filomena//pasó por allí Cerquín / y se enamoró de ellas.// [IGR # 0184] #2964
Estaba San Isidro / sentado a la su mesa,//se le ha ocurrido un viaje / de siete leguas y media.// [IGR # 0084] #5547
Estábase el buen Sidi / en la su sala garrida,//libro de oro en la mano / las oraciones leía,// [IGR # 0635] #8813
Estábase el morito / en las cárceles muy hondas;//cantando iba el cantar nuevo / de todos sus anímales,// [IGR # 0438] #8846
Estábase la condesa / en su estrado asentada,// tisericas de oro en mano, / su hijo afeitando estaba.// [IGR # 0087] #1595
Estábase la Gallarda / en su ventana florida//peinando su pelo de oro / lavando su cara fina,// [IGR # 0200] #8750
Estábase la Moriana / sentada en su solverado,//mirando estaba sus campos / como siembra el trigo en grano.// [IGR # 0172] #9009
Estábase Mariana / entado en su salverano.//vido venir a don Güeso / cabalgando en su caballo.// [IGR # 0172] #9007
Estábase Moriana, / sentada en su salverado,//mirando estaba sus campos, / cómo siembra el trigo en grano.// [IGR # 0172] #5884
Estaba señor don Gato / en silla de oro sentado,//usando media de seda / y zapatito picado.// [IGR # 0144] #5150
Estábase reina Elena / acabada de almorzar,//asomóse a la ventana, / a ver la gente pasar.// [IGR # 0043] #8950
Estábase reina Elena / acabada de almorzar, //asomóse a la ventana, / la que da sobre la mar.// [IGR # 0043] #8955
Estábase reina Lena / acabada de almorzar,//asomóse a la ventana / pa ver a la gente pasar. [IGR # 0043] #8951
Estaba una buena vieja / arrimada a la candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3636
Estaba una niña / bordando corbatas,//con aguja de oro / y dedal de plata;// [IGR # 0173] #5694
Estaba una niña / bordando corbatas//con tijeras de oro / y dedal de plata.// [IGR # 0173] #11
Estaba una pastora / haciendo puentecito.//El gato la miraba / con ojos de pollito./ / [IGR # 0565] #4772
Estaba una pastora, / se hace un quesito.//El gato la miraba / con ojo golosito./ / [IGR # 0565] #4770
Estaba una pastorcita / guardando un atajo `e cabras//una tarde muy lluviosa / con bastantes aguarradas.// [IGR # 0214] #258
Estaba una pastorcita / sencilla de corazón,//los aires la favorecen, / de cara la mira el sol.// [IGR # 0212] #5686
Estaba una señorita / de pechos en su balcón//esperando a que pasara / el segundo batallón.// [IGR # 0234] #582
Estaba una señorita / sentadita en su balcón,//adornada y muy compuesta / con su poquito rubor.// [IGR # 0234] #3147
Estaba una señorita / sentadita en su balcón//esperando que pasara / el segundo batallón.// [IGR # 0234] #589
Estaba una señorita / sentadita en su balcón,//pasó por allí un soldado / de muy mala condición // [IGR # 0234] #5448
Estaba una señorita / sentadita en su balcón.//pasó por allí un soldado / y de ella se enamoró.// [IGR # 0234] #585
Estaba una señorita / sentadita en una peña;//vio de venir a un pastor / careando sus ovejas/ / [IGR # 0233] #7311
Estaba un día la reina / con un vestido encarnado//dándole gracias a Dios / que tan bella la ha criado.// [IGR # 0426] #9577
Estaba un día un vaquerillo / sentadito en l`alto tierra,// está cuidando las vacas / para sustento ` la tierra.// [IGR # 0233] #932
Estaba un pastor y estaba / de amores muy enojado.//Preguntóle una dama / si quería ser casado.// [IGR # 0191] #4433
Estado una niña / bordando corbatas//con agujas de oro / y dedal de plata// [IGR # 0173] #3602
Esta el conde Fernandito / a las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #9197
Esta es la monja traidora / que a maitines se levanta / y nos dice cuando canta: /--¡Quién fuera casada ahora!,// [IGR # 0225] #1918
Esta es la rueda del mundo, / la rueda del mundo es.//Ha vista usté a mi marido, / vestido de aragonés?// [IGR # 0113] #3017
Está la buena madre / arrimada a la candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3637
Estalló una guerra / entre Francia y Portugal,//y nombraron a Gerinaldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #3796
Esta malito en la cama /. . . // y llaman a un cirujano /. . . // [IGR # 0006] #2345
Esta mañana temprano / apenas rayaba el alba//salió Cristo del sepulcro / y anda esperando a las almas.// [IGR # 0631] #613
Esta manhã fui à caça, / lindo canário agarrei;//fui levá-lo de presente / à filha do nosso rei.// [IGR # 2938] #2856
Estand` em palácio real `ma princesa / co` as dores de doente,//. . . / seus anéis qu`ria cobrar.// [IGR # 0153] #6579
Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//com pente de ouro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6333
Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6276
Estando a bela infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` oiro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6296
Estando a Bela Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6295
Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pentem d` ouro na mão / o seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6293
Estando a bela Infanta / no seu jardim assentada,//deitou os olhos ao mar, / viu vir uma grande armada.// [IGR # 0113] #6346
Estando a bela infanta / no seu jardim do mar,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo a pentear.// [IGR # 0113] #6342
Estando a bela princesa / no seu jardim assentada,//com pentes de marafim / seus cabelos penteava;// [IGR # 0113] #6317
Estando a Claralinda / com D. Bertoldo a folgar, //ao pé de um roseiral, / debaixo do laranjal,// [IGR # 0366] #6131
Estando a dama galharda / em su ventana florida,//vira ao longe um cavaleiro / que d` amores a pretendia.// [IGR # 0200] #6978
Estando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / o seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6308
Estando a dona Infanta, / no seu jardim assentada,//com um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteando,// [IGR # 0113] #6264
Estando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pentem d` oiro na mão / seu cabelo penteava,// [IGR # 0113] #6292
Estando a dona Infantinha / no seu jardim assentada,//c` um pente d` oiro na mão, / . . . // [IGR # 0113] #6349
Estando a dona Silvana / sentada no seu balcão.// [IGR # 0234] #6913
Estando a Filomena / no seu balcão assentada,//c` um pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava;// [IGR # 0234] #6926
Estando a la puerta un día / bordando la fina seda//vi venir un caballero / por alta Sierra Morena.// [IGR # 0113] #8167
Estando a miña ventana / fiando e torcendo seda//vin vir un gran cabaleiro / por antr`os olmos da Pena.// [IGR # 0559] #8730
Estando à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vi baixar um cavaleiro / daquela Serra Morena.// [IGR # 0113] #6249
Estando a mulher parida, / o homem à caça iria;//lá no meio do caminho / uma dor lhe daria.// [IGR # 0080] #7466
Estando aquí sentada / debajo este laurel,//con los pies dentro las frescuras, / viendo el agua correr./ / [IGR # 0113] #4654
Estando bela Infanta / no seu jardim assentada,//com pente de ouro, / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6310
Estando bordando / la niña corbatas,//pasó un caballero / pidiendo posada.// [IGR # 0173] #5693
Estando Catalinilla / en la riguera de Hungría,// vino una tropa de moros / y la llevaron cautiva.// [IGR # 0183] #857
Estando Catalínita / sentada en un laurel,//con los pies en la frescura, / viendo las aguas correr./ / [IGR # 0113] #4655
Estando Claralinda / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão, / com que se está penteando,// [IGR # 0113] #6284
Estando condesa / en su barrido portal,// con su peine de oro en su mano / para su hijo peinar,// [IGR # 0087] #706
Estando cosendo / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7687
Estando D. Claralinda / com D. Carlos a brincar,//aos beijinhos, aos abraços, / sem se poder apartar,// [IGR # 0366+0159] #2249
Estando, D. João doente, / com penas da sua amada,//mandou chamar o barbeiro, / para que o desenganasse.// [IGR # 0006] #5929
Estando D. João na cama, / com pena da sua arnada,//mandou chamar três doutores / dos que andavam em gramática.// [IGR # 0006] #2300
Estando Dona Ablançua / no seu jardim a ser`nar,//quem logo ali passaria? / D. Carlos de Montealvar.// [IGR # 0159] #6095
Estando doña Arbolí / sentadita en su portal//dolores le dan de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #8157
Estando Dona Claralinda com Dona / Carlos a brincar,//de beijinhos e abraços / sem se poder apartar,// [IGR # 0159] #6063
Estando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente de ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6302
Estando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com um pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6259
Estando dona Clara linda / no seu jardim sentada,//com pente d` ouro na mão, / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6282
Estando dona Estefânia / no seu jardim assentada,//botou os olhos ao mar, / viu vir uma grande armada.// [IGR # 0113] #6267
Estando dona Filomena / no seu balcão assentada, //com um pente de ouro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0234] #6918
Estando dona Filomena / no seu jardim a fiar, //passou um triste soldado, / tratou em o namorar.// [IGR # 0234] #6911
Estando dona Filomena / no seu jardim a passear, //passou lá um soldadinho, / tratou de a namorar. // [IGR # 0234] #6916
Estando dona Filomena / no seu jardim assentada, //deitou seus olhos além, / seus olhos além deitava; // [IGR # 0234] #6924
Estando dona Filomena / sentada no seu balcão,//passou por `li um soldado / logo lhi arroxou a mão.// [IGR # 0234] #6906
Estando dona Francisquinha no seu balcão assentada,// . . . / fiando e torcendo seda,// [IGR # 0113] #6242
Estando Dona Galançua / pela sua varanda a passear,//por ali passou D. Carlos, / D. Carlos de Mont`alvar.// [IGR # 0159] #6094
Estando dona Helena / à porta assentada,//passou um passageiro / e pediu poisada.// [IGR # 0173] #7661
Estando dona Infante / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6299
Estando dona Leonarda / no seu jardim assentada,//penteando o seu cabelo / com pentes d` ouro e prata,// [IGR # 0113] #6315
Estando doña María / en su casa la primera,//con sus dos amadas hijas / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #8961
Estando doña Marvola / sentadita en su portal//con una aguja de plata, / labrando en un cabezal;// [IGR # 0153] #8163
Estando Dona Silvana, / mais D. Carlos Montealbar,//debaixo de uma roseira, / debaixo de um rosal // [IGR # 0159] #6028
Estando dona Silvana / no jardim a passear,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo a pentear,// [IGR # 0113] #6331
Estando dona Silvana / no seu jardim assentada,//com um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava,// [IGR # 0113] #6313
Estando dona Silvana / no seu jardim assentada,//em manguinhas de camisa, / seu pai que bem a mirava.// [IGR # 0005+0075] #7125
Estando dona Silvana / no seu quintal assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6266
Estando Doña Silvana / no xardín qn`o Rey lie tina//dixo tocando a viola / a veira da figueiriña:// [IGR # 0503] #8742
Estando dona Silvana / tocando sua guitarra,//c` o estrondo que ela fazia / até seu pai acordou.// [IGR # 0503] #6677
Estando don Fernandito / a la orillita del mar,// dando agua a su caballo, / Fernandito echó cantar.// [IGR # 0049] #771
Estando don Fernandito / a las orillas del mar// dando agua a su caballo, / . . . // [IGR # 0049] #787
Estando don Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / allí se puso a cantar.// [IGR # 0049] #9151
Estando don Fernandito / la mañana de San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar,// [IGR # 0049] #9160
Estando don Fernandito / mañanitas de San Juan,// dando agua a sus caballos / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #784
Estando don Gonzalito / a las orillas del mar,// dando agua a su caballo, / Gonzalito echó un cantar.// [IGR # 0049] #776
Estando don Juan Aranda / . . . //se le murió la mujer / . . . // [IGR # 0075] #3014
Estando don Juan jugando / con los demás caballeros,//vino por allí una mujer / que era excusada en el pueblo.// [IGR # 0166] #5539
Estando dueña Silvana / sentadita en una silla,// tocando en una vigüela, / que muy bien la repartía,// [IGR # 0503] #820
Estando el curita malito / en su cama,//puso una dama / pa que lo cuidara,// [IGR # 0177] #3169
Estando Elena bordando / bordando paños y sedas,//vido venir un caballo / allá por Sierra Morena.// [IGR # 0113] #9431
Estando el hijo del rey / muy malito en su cama//le asisten siete doctores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2391
Estando el marqués cenando / sus hijas alrededor,//su padre que estaba en medio / les echó una maldición:// [IGR # 0231] #2970
Estando el padre cura / malito en la cama,//a la media noche / llamó a la criada // [IGR # 0177] #8877
Estando el pastor en el monte,//de amores muy olvidado,// [IGR # 0191] #8122
Estando el pastor un día, / de amores muy descuidado,// [IGR # 0191] #3001
Estando el-rei de Marrocos, / à mesa com sua filha,//. . . / esta assim lhe dizia.// [IGR # 0503] #6703
Estando el rey don Fernando / en conquista de Granada// con valientes capitanes / de la nobleza de España:// [IGR # 0064] #1500
Estando el rey Fernandito / a las orillas del mar//dando agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9148
Estando el rey Fernandito / una mañana en San Juan//dando agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #327
Estando el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//cuando llegó la noticia, / que debía ser casado/ / [IGR # 0144] #4739
Estando el Señor Don Gato / en silla de oro sentado,//haciendo su testamento / de lo que se había robado:/ / [IGR # 0144] #4743
Estando el señor don gato / en silla de oro sentado,//le ha venido la sentencia / de que había en ser casado// [IGR # 0144] #5653
Estando el señor don Gato / en silla de oro sentado//le trajeron la noticia / que había de ser casado.// [IGR # 0144] #5152
Estando el señor don Gato / sentadito en el tejado//le trajeron la noticia / de que había de ser casado// [IGR # 0144] #1713
Estando el señor don Gato / sentadito en su tejado,// haciendo punto de media / con su zapato encarnado,// [IGR # 0144] #1342
Estando el Señor Don Gato / sentadito en su tejado.//Le llegó una noticia / que debía ser casado./ / [IGR # 0144] #4732
Estando el Señor Don Gato / sentado en su tejado,//con mediecitas de seda / y zapatitos calados./ / [IGR # 0144] #4737
Estando el señor gatito / en silla de oro sentado,// cartas le venían, cartas, / que había de ser casado// [IGR # 0144] #1349
Estando el señor gatito / en silla de oro sentado//cuando le vinieron cartas / que había de ser casado// [IGR # 0144] #5652
Estando el señor Gato / sentado en un escaño,// calzando media de seda / y su zapato picado,// [IGR # 0144] #1343
Estando en el mar pescando / un anillo se cayó//como era anillo de niña, / la pesca se alborotó.// [IGR # 0204] #17
Estando en estas razones / cartas vienen cartas van//preguntan por Gerineldo / para España y Portugal// [IGR # 0023+0110] #4368
Estando en estas razones, / un mensajero ha venido//con un papel muy cerrado / que para el rey ha traído.// [IGR # 0023+0110] #275
Estando en esta trastienda / una quinta mando echar//y sacan a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4211
Estando enfermera / en la Caridad,//curaba un herido / grave, militar;// [IGR # 5056] #3094
Estando en la mía choza / pintando mía cayada,//vi venir a siete lobos / por una escura cañada.// [IGR # 0235] #5920
Estando en la mi majada / pintando la mi cayada,// vi venir una lobita / derecha donde yo estaba.// [IGR # 0235] #1336
Estando en mi cotorrito / remendando mi zamarra,//vinieron siete lobitos / detrás de una loba parda.// [IGR # 0235] #9441
Estando en mi portá un día / bordando cintas de seda,//un soldadito venía / allá por Sierra Morena;// [IGR # 0113] #3016
Estando en Villamayol / un jueves a mediodía,//sólo por ver tres mozuelas / que en Villamayol había:// [IGR # 0170] #3762
Estando eu a coser / na minha almofada,//com agulha de ouro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #7668
Estando eu a coser / na minha almofada//e ve`o um cavalheiro, / pediu-me pousada;// [IGR # 0173] #7647
Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` oiro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7688
Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7659
Estando eu a coser / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7655
Estando eu à janela / co` a minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7678
Estando eu à janela / coser na minha almofada,//c` uma agulha d` ouro / e um dedal de prata,// [IGR # 0173] #7632
Estando eu à minha janela, / cosendo na minha almofada,//passou cavaleiro, / pediu-me pousada.// [IGR # 0173] #7638
Estando eu à minha porta, / a uma raça de sol,//vi vir um cavaleiro, / com um cavalo corredor.// [IGR # 0026] #6546
Estando eu à minha porta / bordando seda lavrada,//passou por `li um cavalheiro / e a mim me pediu pousada.// [IGR # 0173] #7625
Estando eu à minha porta / cosendo lavrada seda,//vira vir um cavaleiro / baixando Serra Morena.// [IGR # 0113] #6233
--Estando eu à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vi baixar um cavaleiro / daquela Serra Morena.// [IGR # 0113] #6235
Estando eu à minha porta, / cosendo, lavrando seda,//vira vir um cavaleiro / naquela Serra Morena.// [IGR # 0113] #6253
Estando eu à minha porta / cosendo, lavrando seda,//vira vir um cavaleiro / naquela Serra Morena.// [IGR # 0113] #2667
Estando eu à minha porta cosendo / na minha almofada,//minha agulha de oiro, / meu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7648
Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//passou por ali um cavaleiro / e a mim me pediu pousada.// [IGR # 0173] #7624
Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//vira vir um cavaleiro / a meu pai pedir pousada.// [IGR # 0173] #7635
Estando eu à minha porta / cosendo seda lavrada,//vira vir um cavaleiro / que a meu pai pedira pousada.// [IGR # 0173] #7627
Estando eu à porta / muito bem sentada,//chegou cavaleiro / a pedir pousada.// [IGR # 0173] #7669
Estando eu cosendo / com um dedal de prata,//passou um passageiro / pedindo pousada.// [IGR # 0173] #7670
Estando eu cosendo / na minha almofada,//com agulhas de ouro / e dedais de prata,// [IGR # 0173] #7671
Estando eu cosendo / na minha almofada,//minha agulha d` ouro, / meu dedal de prata, // [IGR # 0173] #7665
Estando eu cosendo / na minha almofada,//veio um passageiro / pedindo pousada.// [IGR # 0173] #7667
Estando eu na minha cela / dobando seda amarela,//passa o Conde d` Alemanha, / três fios me tirou dela.// [IGR # 0095] #6766
--Estando eu na minha cela, / dovando seda amarela, //chega o Conde d` Alemanha, / três fios me tirou dela.// [IGR # 0095] #6759
Estando eu no meio / do meu jardim assentada,//botei os olhos p`r`ò mar, / vi vir uma linda armada.// [IGR # 0113] #6286
Estando eu no meu tear / a tecer seda amarela,//passa o conde da Alemanha, / três fios me tirou dela.// [IGR # 0095] #6744
--Estando eu no meu tear, / tecendo seda amarela, //vem o Conde d` Alemanha, / três fios me tira dela.// [IGR # 0095] #6811
Estando eu um dia / no meu estrado, //cosendo / na minha almofada,// [IGR # 0173] #7690
Estando . . . Gallarda / en su ventana florida//vira vir un caballero / por aquella calle arriba.// [IGR # 0200] #8899
Estando guardando cabras / un día en Taravela,//veí bajar una serrana / brincando piedra por piedra.// [IGR # 0233] #7394
Estando Iria à porta, / com sua almofada,//sua agulha de osso, / seu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7654
Estando junto a mi puerta / labrando paños de seda,// vi venir un caballero / po`l alto de aquella sierra.// [IGR # 0113] #1166
Estando la blanca niña, / estando la blanca flor,// estando la blanca niña / bordado su bastidor,// [IGR # 0234] #1036
Estando la Carolina / sentadita en el balcón / vio pasar un caballero / de buena o mala intención.// [IGR # 0234] #3336
[Estando la Catalina / a la sombra de un laurel,//pasó por allí un soldado, / un soldado del cuartel.// [IGR # 0113] #8925
Estando la Catalina / sentada en el canapé,// pasó por allí un soldado, / un soldadito del rey.// [IGR # 0113] #1163
Estando la Catalina / sentada en su verde laurel,// con los pies en la frescura / viendo las aguas correr,// [IGR # 0113] #1185
Estando la Catalina / sentadita en su laurel,// con los pies a la frescura, / viendo el agua correr.// [IGR # 0113] #1186
Estando la condesina / en su palacio real//con peine de oro en la mano / para a su hijo peinar:// [IGR # 0087] #15
Estando la condesita / en su palacio real//con peines de oro en la mano / para su niño peinar,// [IGR # 0087] #5401
Estando la Delgadina / en silla de oro sentada//peinando su cabellera / y arregazando su cara// [IGR # 0075] #4962
Estando la Elena / bordando en la sala//con aguja de oro / y el dedal de plata,// [IGR # 0173] #1827
Estando la Galanzuca / sentadita en su balcón,// pasa por allí don Carlos / ya le llama la atención:// [IGR # 0159] #734
Estando la Gallardina / en su ventana florida,// peinando su rubio pelo, / que de oro parecía,// [IGR # 0200] #935
Estando la linda Antonia / en el su corredor nuevo//con un libro entre las manos / divirtiendo el pensamiento,// [IGR # 0207] #5710
Estando la Narbolita / sentadita en su portal,// con peine de oro en sus manos / para su hijo peinar,// [IGR # 0087] #704
Estando la pastora, / cuidando el rebañito.//Con leche de su cabra / mandó hacer un quesito./ / [IGR # 0565] #4773
Estando la reina Ilena / en su palacio bordando://--Dios guarde a la reina Ilena, / Dios la ponga en alto estado.// [IGR # 0043+0079+0101] #3732
Estando la reina mora / sentada en su celesía//diciéndole al rey moro / qu`ella quería una cautiva.// [IGR # 0136] #3352
Estando la reina un día / con sus hijos en palacio//pasó por allí Andarique / y con su bastón la ha dado.// [IGR # 0426] #8908
Estando la Silvanita / en su ventana florida,// su padre la está mirando / de altas torres donde mira.// [IGR # 0005] #1072
Estando las tres borrachas / en el portal de Belén//dispusieron de una cena / de una cena todas tres.// [IGR # 0275] #3416
Estando la Virgen pura / al pie de una fuente mana,// lavando sus pies y manos, / también su bendita cara;// [IGR # 0104] #1256
Estando lo sinhor D. Gato, / na sua cadêra sentau,//com sua me`a de seda, / seu sapatinho virau,// [IGR # 0144] #7470
Estándome paseando, / martes de carnestolendas,//perseguido de mi desdicha / o de la fortuna inversa,// [IGR # 5120] #5643
Estándome paseando / un día por la alameda//vide venir a tres damas / más blancas que una azucena.// [IGR # 0750] #2025
Estándome yo con mis cabras / donde llaman Tarrambela,//vi bajar una serrana / brincando de piedra en piedra.// [IGR # 0233] #7398
Estándome yo en Talamera / con mi manada de ovejas,//vi venir una serrana / brincando de piedra en piedra;// [IGR # 0233] #7397
Estándome yo peinando / en mi gabinete nuevo,//vi venir a un caballero / todo vestido de negro.// [IGR # 0113] #5434
Estando na miña porta / a la rayada do sole//vira vir un cabaleiro / `n un cabaliño andadore.// [IGR # 0026] #8741
Estando Narboradina / en su palacio real,// dolor de parto le daba / que le hacían arrodillar.// [IGR # 0153] #1116
Estando o senhor D. Gato / na sua cadeira assentado,//calçando meia de seda, / sapatinho de virado,// [IGR # 0144] #7472
Estando pelando un pollo / . . . //cuando vino la noticia / que le había matado un toro.// [IGR # 0193] #5614
Estando Quelaralinda / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6298
Estando Santa Helena / à porta assentada,//cosendo mui` leda / na sua almofada,// [IGR # 0173] #7646
Estando Santa Iraia / a coser nem` almofada,//cu` agulha d` oiro, / sê` dedal de prata,// [IGR # 0173] #7656
Estando Santa Ireia / à porta assantada,//passou um passageiro, / pediu a pousada.// [IGR # 0173] #7662
Estando Santa Iria / à porta assentada,//sua agulha d` oiro / e seu dedal de prata,// [IGR # 0173] #7658
Estando Santa Iria / na sua almofada,//boa agulha d` ouro, / com dedal de prata,// [IGR # 0173] #7674
Estándose doña Albora / sentadita en un portal//con `huja de oro en la mano, / cosiendo en seda torzal,// [IGR # 0153] #8161
Estándose el rey paseando / debajo de una alameda,// vio venir una señora, / vio venir una romera.// [IGR # 0192] #1240
Estándose la Gallarda / a su ventana florida//peinando su pelo negro, / parece seda torcida.// [IGR # 0200] #8103
Estándose la Gallarda / a su ventana florida,// vio venir un caballero / de tierra de Andalucía.// [IGR # 0200] #942
Estándose la Gallarda / en su ventana florida//peinando su pelo, / parece seda torcida;// [IGR # 0200] #4882
Estándose la Gallarda / en su ventana florida,// vira vir una caballero / camino de Andalucía.// [IGR # 0200] #933
Estandose la Narbola / en su barrido portal,// dolores le dan de parto / que le hacen arrodillar;// [IGR # 0153] #1123
Estándose Teresita, / tan templario y de mañana,//empañándose la niña / debajo de una retama,// [IGR # 0802] #9769
Estándose una Gallarda / a su ventana florida//vio venir un caballero.// [IGR # 0200] #8105
Estándose un pastorcillo / guayabando las ovejas,//vido venir la serrana / brincando de piedra en piedra.// [IGR # 0233] #7407
Estándose un pastorcillo / rondeando sus ovejas,//vio venir una serrana / brincando de peña en peña.// [IGR # 0233] #7402
Estándose un pastorcillo / una vez en Sierra Morena,//vido venir la serrana / saltando de piedra en piedra,// [IGR # 0233] #7404
Estando Sildana un día / sentada en su mecedor//cantando danzas y polcas / para su concertador;// [IGR # 0075] #5146
Estando tres niñas / bordando corbatas,//agujas de oro, / dedales de plata// [IGR # 0173] #3044
Estando uma bela princesa / no seu jardim assentada,//deitando os olhos ao mar / viu vir uma grande armada.// [IGR # 0113] #6328
Estando una damita / sentadita al ventanal,//dando de mamar a su hijo, / le cantaba este cantar:// [IGR # 0087] #5402
Estando una niña / bordando corbatas,//agujas de oro / y dedal de plata,// [IGR # 0173] #5695
Estando una niña / bordando corbatas,//con aguja de oro / y dedal de plata,// [IGR # 0173] #5696
Estando una niña / bordando corbatas//vino un caballero / pidiendo posada.// [IGR # 0173] #9834
Estando una pastorcita / cuidando un atajo `e cabras//el día estaba lluvioso, / con sus fuertes aguarradas;// [IGR # 0214] #259
Estando una señora / asomada a su balcón,// pasa por allí un soldado / de muy mala intención.// [IGR # 0234] #1043
Estando una señorita / asomadita al balcón//vino por bajo un soldado / de buena o mala intención.// [IGR # 0234] #8137
Estando una señorita / de pechos en su balcón,//Pasó por allí un soldado / de esos de mala intención.// [IGR # 0234] #9406
Estando una señorita / peinándose en el balcón,//pasó por allí un soldado / de buena y mala intención.// [IGR # 0234] #5446
Estando una señorita / sentadita en su balcón,// ha llegado un caballero / de buena o mala intención;// [IGR # 0234] #1040
Estando una señorita / sentadita en su balcón//pasó por allí un soldado / con una mala intención.// [IGR # 0234] #584
Estando una señorita / sentadita en su balcón// vira vir un caballero / de grande mala intención.// [IGR # 0234] #1034
Estando un curita / malito en la cama,//a la medianoche / llama a la criada:// [IGR # 0177] #9756
Estando un día a mi puerta / labrando paños de seda// vi venir un caballero / por lo alto de la sierra.// [IGR # 0113] #5436
Estando un día barriendo / la celestísima Reina,//de su preñado repara José, / que atento se queda.// [IGR # 0777] #9820
Estando un día don Francisco / con su señora comiendo//de esta manera le dice: / --Ya sabrás que tienes yerno.--// [IGR # 0377] #1995
Estando un día el pastor / remendando la zamarra//vio venir los siete lobos / por unas vegas muy largas.// [IGR # 0235] #5649
Estando un día Gaiferos / en el palacio real//Estando un día Gaiférez / en el palacio real// [IGR # 0151] #3380
Estando un día la reina / con zagalejo encarnado//allí llega el rey por detrás / con la varita le ha dado.// [IGR # 0426] #3391
Estando un día sentada / bordando paños de seda,//vi venir un caballero / por los altos de una sierra.// [IGR # 0113] #5432
Estando un día un pastor,//de amores muy descuidado,// [IGR # 0191] #8124
Estando un día un pastor / de amores muy descuidado,// va y le dice una zagala: / --Pastor, tú me das cuidado.--// [IGR # 0191] #5622
Estando un día un pastor / en sus campos muy tranquilo /se le presentó una joven, / de esta manera le dijo:/ [IGR # 0191] #916
Estando un labrador labrando, / procurando a Dios su hacienda//yó una voz que decía: / --Mancebo, vete a tu tierra,// [IGR # 0818] #8222
Estando un marinerito / a la orillita del mar,// mientras su caballo bebe, / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #789
Estando un marinerito / pidiendo auxilio en su barca//se le presentó el demonio / diciendo estas palabras:// [IGR # 0180] #3173
Estando un pastorcillo / sorrendeando sus ovejas,//con su pelito enrollado / debajo de su montera,// [IGR # 0233] #7401
Estando un pastor sentado / tranquilo en su majada,//vio de llegar a una loba / derechita a la camada:// [IGR # 0235] #3191
Estando un señor gato / en silla de oro sentado//cartas van y cartas vienen, / de que había de ser casado// [IGR # 0144] #8250
Estando yo a la mi puerta / cosiendo y labrando seda,//vi venir un caballero / nessa gran Sierra Morena.// [IGR # 0113] #2669
Estando yo a mi puerta / peinando mi cabellera//vi venir un caballero / que venía de la guerra.// [IGR # 0113] #1177
Estando yo a mi ventana / bordando paños de seda //vi venir un caballero / por encima la alta sierra.// [IGR # 0113] #4891
Estando yo ante mi puerta / labrando la fina seda// vi venir un caballero / que venía de la guerra.// [IGR # 0113] #1171
Estando yo con mis cabras / donde llaman Taravela,//yo veí a una serrana / brincando de piedra en piedra.// [IGR # 0233] #7385
Estando yo en la majada / calzándome las albarcas// la vi subir de venir / una loba colorada.// [IGR # 0235] #2981
Estando yo en la mía choza / remendando la zamarra//vi venir siete lobitos / por unas vegas muy llanas.// [IGR # 0235] #5648
Estando yo en la mi cama, / velando, que no dormía,// a la mi cabecera estaba / la Muerte en mi compañía.// [IGR # 0020] #632
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// las cabrillas altas iban / y la luna rebajada,// [IGR # 0235] #1327
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir a siete lobos / por una oscura cabaña;// [IGR # 0235] #1323
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir siete lobetos / por una oscura cañada;// [IGR # 0235] #1330
Estando yo en la mi choza / pintando la mi cayada,// vi venir una lobita / derechita a mi majada.// [IGR # 0235] #1333
Estando yo en la mi puerta / bordando la fina seda,// vi venir un caballero, / que venía de la guerra,// [IGR # 0113] #1178
Estando yo en majada / pintando la mi cayada,// repicando los cencerros, / remendando la zamarra,// [IGR # 0235] #1319
Estando yo en mi balcón / bordando paños de seda,// vi venir un caballero / por alta Sierra Morena.// [IGR # 0113] #1183
Estando yo en mi choza / repicando mi cayada,// vi venir a siete lobos / por una oscura cañada;// [IGR # 0235] #1321
Estando yo en mi chozuela / remendando mia zamarra,// vi venir siete lobines / por una oscura cañada;// [IGR # 0235] #1337
Estando yo en mi majada / pintando la mi cayada,// vi venir siete lobitos / por una larga cañada;// [IGR # 0235] #1318
Estando yo en mio chozuelo / pintando la mia cayada,// vi de venir siete lobos / y una lobita cansada;// [IGR # 0235] #1335
Estando yo en mi portal / bordando paños de iglesia//vi bajar a un caballero / por lo alto de la sierra.// [IGR # 0113] #225
Estando yo en mi portal/ bordando paños de seda,//vi venir a un caballero/ por alta Sierra Morena.// [IGR # 0113] #4892
Estando yo en mi portal / haciendo paños de iglesia,//vi pasar un caballero / por el alto de la sierra.// [IGR # 0113] #229
Estando yo en mi ventana / torcendo e fiando seda//vi venir un caballero / por alta Sierra Morena;// [IGR # 0113] #1834
Estando yo entre mis puertas / bordando paños de seda,// vi venir un caballero / por lo alto ` Sierra Morena.// [IGR # 0113] #1180
Estando yo sentadita / a un ladito de mi puerta//pasó por allí un soldado / que venía de la guerra.// [IGR # 0113] #224
Estando yo sentadita / en un canto a la mi puerta,// vino por allí un soldado / que venía de la guerra.// [IGR # 0113] #1175
--Esta noche, caballeros, / dormí con una doncella,// que en los días de mi vida / yo no vi cosa más bella.// [IGR # 0149] #1555
Esta noche es Nochebuena, / es noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / juntos a maitines van// [IGR # 0110] #3885
Esta noche es noche buena / la noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a misa del gallo van// [IGR # 0110] #3922
Esta noche es Nochebuena / noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a maitines juntos van// [IGR # 0110] #3882
Esta noche es Nochebuena / y mañana es Navidad,//cuando el conde y la condesa / a misa del gallo van// [IGR # 0110] #3921
Esta noche es Nochebuena / y mañana Navidad,//sentadito en su balcón / estaba el conde don Blas// [IGR # 0110] #3967
Esta noche he soñado un sueño / no sé si sera verdad//que don Marcos se le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3937
Esta noche he soñado un sueño, / no sé si sera verdad//que don Marcos se le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3936
Esta noche, padre mío, / viene Cristo a la mi cama;// si me deja ir con él / en su bendita compaña?// [IGR # 0196] #1288
Esta noche soñé un sueño / muy contrario al alma mía,//soñé que tenía en mis brazos / la prenda qe más quería,// [IGR # 0081+0797] #7962
--Esta noite, meus senhores, / enganei uma donzela,//do que eu tive muita pena, / muita pena tive dela!// [IGR # 0159] #6072
Esta noite sonhei um sonho / sonho de grande pesar//qu andava de terra em terra / e de logar em logar// [IGR # 0110] #3801
Estáse la gentil dama / paseando en su vergel,// [IGR # 0191] #1561
Está un día un pastorcillo / ordenando sus ovejas,//vido venir la serrana / saltando de piedra en piedra.// [IGR # 0233] #7406
Estava a bela infanta / no seu jardim assentada,//com seu pente de oiro fino / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6228
Estava a dona Infanta / no seu jardim assentada,//c`um pente de ouro na mão, / muito bem se penteava.// [IGR # 0113] #6736
Estava a mal casada / no seu tear tecendo,//da sua vidinha nova / mal estava dizendo.// [IGR # 2867] #2706
Estava a princesa um dia / chorando na camarinha.//Perguntou-lhe o rei seu pai: / --Por que choras, filha minha?// [IGR # 0503] #5802
Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.//Chamaram quatro doutores / dos melhores que havia em Braga// [IGR # 0006] #2278
Estava Dona Branca / em mesa servindo a seu pai,//a sua saia levantada / e sua barriga empinada.// [IGR # 0159] #9377
Estava dona Silvana / no corredor assentada//tocando viola d` ouro / e que bem que a tocava!// [IGR # 0005+0075] #7133
Estava eu no largo / posto a passear,//vejo uma donzela / que me vem falar.// [IGR # 2976] #2767
Estava la Blancaflor / sota l` ombra de la menta,//que brodava un camison / per la filla de la reyna.// [IGR # 0113] #8067
Estava Maria / à beira do rio//lavando os paninhos / do seu bento filho.// [IGR # 2897] #2783
Estava o conde D. Nino / numa noite de Natal,//dando água ao seu cavalo / lá sobre as ribas del mar.// [IGR # 0049] #6445
Estava uma linda princesa, / no seu jardim assentada,//com um pente d` ouro na mão, / que tão bem se penteava,// [IGR # 0113] #6341
Estava uma triste viúva, / metida em sua terra,//ela tinha duas filhas, / como duas flores belas.// [IGR # 0184] #6154
Este caballero / que no andormecía//tomó espada en mano / y fue a rondar la vida.// [IGR # 0221] #7808
Este era un pobre lancero / casado con una dama.//La dama tenía tres hijas, / todas tres como la plata;// [IGR # 0075] #4967
Éste era un rey que tenía, / tres hijas como la plata//y la que era más pequeña / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5134
Este era un rey / que tenía tres hijas//y la más chiquita y bonita / se llamaba Delgadina./ / [IGR # 0075] #4642
Este es el Mambrú, señores, / que se canta del revés.//--¿Ha visto usté a mi marido / en la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #5439
Este es el mambrú, señores, / que yo lo canto al revés//--¿Ha visto usté a mi marido / en la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #8170
Este rey de Francia / tres hijas tenía://la una labraba, / y la otra torcía// [IGR # 0833] #8828
Este rey de Salamanca / saliérase a pasear,//en mitad de aquel camino / carta del cielo cayera.// [IGR # 0006] #9297
Esto eran tres segadores / que venían pa su casa.//Uno de los segadores / gastaba ropa triunfada,// [IGR # 0161] #9753
Esto era un guapo lancero, / casado con una dama//la dama tenía un hijo, / más hermoso que la plata.// [IGR # 0096] #1968
Esto ha venido una guerra / de Francia pa Portugal//y se marcha Girineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #3795
Estos sí que se partieron / desde su patria orental//a pedir nobles señores, / si las quieren escuchar-e,// [IGR # 0770] #1632
--Estou velho, as guerras / se me acabarão;//de sete filhas que eu tenho / nenhuma me saiu varão.// [IGR # 0231] #7504
Eu bem quisera, senhora, / com ela falar um dia.//Isso como pode ser, / . . . // [IGR # 0629] #2864
Eu bem vi a Valdevinos / cheio de robles cercado;//eu bem vi uma pastora / dando voltas `ò seu gado// [IGR # 0329] #7750
--Eu bem vi Claralinda / com D. Carlos a brincar//debaixo duma roseira, / debaixo dum bom rosal.// [IGR # 0159] #6056
Eu bem vi o senhor D. Gato / em silhas d`ouro sentado,//vestindo meias de seda / e sapatinho engraixado,// [IGR # 0144] #2850
Eu bem vi um valezinho / todo de robles cercado;//também vi linda pastora / dando voltas ao seu gado.// [IGR # 0329] #7755
Eu casei com uma donzela, / filha é dum lavrador;//ela é mulher poupada, / eu um grande gastador.// [IGR # 0085] #7477
Eu casei c`uma donzela, / filha é dum lavrador;//ela é mulher poupeira, / eu um grande gastador.// [IGR # 0085] #2862
Eu casei c` uma donzelinha, / filha era dum lavrador.//Ela era uma mulher pouposa / e ele um grande gastador.// [IGR # 0085] #7485
Eu entrei de mar adentro / e fiz tanta estrepolia,//que o rei mandou-me chamar / p`ra casar com sua fia.// [IGR # 2980] #2686
--Eu fiz hoje uma aposta, / espero de a ganhar,//de dormir com Mariana / até o galo cantar.// [IGR # 0159] #6108
Eu fui cativo de moiros, / entre la paz e la guerra,//feio lugar la moirama, eu / nunca vi tão má terra,// [IGR # 0443+0317] #6214
Eu jungi os meus boizinhos, / com eles ia para a arada;//lá no meio do caminho / desqueceu-se-me a aguilhada.// [IGR # 0436] #6951
Eu jungi os meus boizinhos, / fui-me com eles à arada;//no meio do caminho / encontrei menos a aguilhada;// [IGR # 0436] #6950
--Eu montei no meu cavalo, / por aquela serra acima;//a neve era muito grande, / minha esposa vai perdida.// [IGR # 0183] #7014
Eu montei no meu cavalo, / por aquela serra acima,//a neve era muito grande, / minha esposa ia perdida.// [IGR # 0183] #7013
Eu passei num lugarinho, / má hora, peior lugar,//eu bem vi lo cond` Alarcos, / mail la infant` a brincar,// [IGR # 0366] #6136
--Eu peço à madre querida, / pelo sangre derramado,// quando o vosso filho vindo, / nada lhe seja contado,// [IGR # 0077] #9584
--Eu prometo, minha mãe, / Mariana enganar.//--Não apostes, meu filho, / nem tenhas que apostar,// [IGR # 0159] #6053
Eu sou teu Deus e Senhor, / Deus dum poder infinito,//que, piedoso, te salvei / do cativeiro do Egipto.// [IGR # 2945] #2903
Eu vi um valezinho / cheio de robles cercado;//vi uma pastorzinha / dando voltas `ò seu gado.// [IGR # 0329] #7753
Fadrinets ara que `m vaga / sino ho feu ho faré yo// De posa la ma á la ploma / per dictar una cansó.// [IGR # 2744] #6394
Fadrins que veníu al mon, / una cosa os encoman,//Nó-os fieu de las donzellas / totas tenen lo cor fals.// [IGR # 1119] #7844
--Fecha a tua porta, / abre o teu postigo,//dá-m` um lencinho, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7046
--Felizarda, Felizarda, / Felizarda, meu amor,//bem podias, Felizarda, / dormir uma noite ao rigor!// [IGR # 0159] #6091
Ferido está don Tristán / de una mala lanzada;// diérasela el rey su tío / por zelos que del cataba.// [IGR # 0116] #1562
Fernandito se paseaba // por las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / ha cantado su cantar.// [IGR # 0049] #9208
Fernandito se pasea / por la orillita del mar.//mientras su caballo bebe / él echa dulce cantar.// [IGR # 0049] #320
Fernandito se pasea / por las orillas del mar;//mientras su caballo bebe / él echa dulce cantar.// [IGR # 0049] #9189
Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras el caballo bebe / él echa dulce cantar.// [IGR # 0049] #310
Fernandito se pasea / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él echa en dulce cantar.// [IGR # 0049] #9185
Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe, / él echa un dulce cantar.// [IGR # 0049] #311
Fernandito se pasea / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #314
Fili, filito de oro, / yo jugando al alfiler,//me dijo una gran señora / que lindas hijas tendré./ / [IGR # 0224] #4704
-Filito, filito de oro, / ¡qué niñas lindas tenéis!//--Téngalas o no las tenga, / las dejaré de tener./ / [IGR # 0224] #4706
Filito, filito de oro, / yo filando me corté.//Me dijo una gran señora, / ¿que cuántas hijas tenéis?/ / [IGR # 0224] #4702
Filito, filito de oro, / yo jugando al ajedrez,//le dije a una gran señora: / --Qué bellas hijas tenés// [IGR # 0224] #5206
Filito, filito de oro, / yo jugando al ajedrez,//pregunto a esta gran señora: / --¿Cuántas hijas tenés?/ / [IGR # 0224] #4708
Filito, filito de oro, / yo jugando la ferrer,//me dijo una gran señora: / --¡Qué lindas hijas tenéis!/ / [IGR # 0224] #4714
Firmeza de dos amantes / que uno al otro se tenían,//palabra de casamiento / se dieron los dos un día,// [IGR # 0217] #5548
Flor de mayo, flor de mayo, / flor de abril y primavera,//cuando quintan los soldados, / los quintan para la guerra.// [IGR # 0023+0110] #1736
foi à caça, / à caça de altanaria;//os cães já levam cansaço / com seu falção se perdido.// [IGR # 0164] #8902
Foi el-rei longe caçar, / a caçar como solia,//vão los perros já cansados, / cansado lo falcão ia;// [IGR # 0164+0100] #7282
Foi em tempo uma princesa, / tão linda tão engraçada,//mais linda que flor bela, / lo seu nome era Lisarda.// [IGR # 0350] #7231
Foi-se o galantinho / rondar pela vida;//eu fui-me atrás dele, / a ver para onde ia.// [IGR # 0221] #2704
Foram o conde e condessa / fazer uma romaria,//a pedir ao Deus d`Arcello / e mais à Virgem Maria,// [IGR # 0136] #6191
Formaronse cuatro guerras / entre Francia y Portugal//toco la suerte a don Bardos / a don Bardos general// [IGR # 0110] #3849
--¡Francisquilla, Francisquilla, / la del cuerpo tan gentil,//levántate, abre la puerta / a quien las sueles abrir,// [IGR # 0222] #4848
--Francisquinha à janela / parece um ramo de flores.//Oh que dormira com ela / uma noite sem temor!// [IGR # 0234] #6925
--Francisquinha, Francisquinha, / desse corpo tão gentil,//abrime lá essa porta, / que ma costumais abrir.// [IGR # 0222+0168] #6895
--Francisquita, Francisquita, / su puerta vení a abrir.--//--¿Quién es el Mirón francés, / que mi puerta manda abrir?/ / [IGR # 0222] #4650
Frei João se levantara / um dia de madrugada://foi às portas de Maria / tocando numa guitarra.// [IGR # 0309] #6818
Frei João se levantou / numa manhã de geada;//foi-s`às portas de Maricas / tocando nua guitarra.// [IGR # 0006+0309] #2297
Frei João se levantou / numa manhã de geada, //foi à porta duma morena / tocando numa guitarra: // [IGR # 0309] #6819
Frei João se levantou / uma manhã de geada,//lá pela noite adiante, / às portas batucava.// [IGR # 0309] #6836
Frei João se levantou / um dia de madrugada,//foi-s` às portas de Morina, / por Morina prèguntava.// [IGR # 0309] #6830
Fue don Fernando Francés / un soldado muy valiente//que combatió a los chinacos / de México independiente.// [IGR # 0222] #7212
fue publicada la guerra / en Francia y en Portugal;//pusieron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4319
fuertes guerras andan madre / en rayas de Portugal//y al conde Lombardo llevan / por capitán general.// [IGR # 0110] #3866
Fui a casa de uma gaja / com tenção de lá ficar;//veio um gajo lá de dentro: / Que vem o senhor buscar?// [IGR # 2905] #2755
Fui ao jardim colher flores, / logo depois do sol nado,//ouvi uma voz cantando / um canto bem magoado.// [IGR # 0136] #6194
Fui-me à porta da Morena, / da Morena mal casada.//--Abre-me a porta, Morena, / abre-me por tua alma!// [IGR # 0309] #6813
Gabardina se paseia / por su ventana florida,// vira vir un caballero, / le manda subir arriba.// [IGR # 0200] #9588
Galancina, Galancina, / hija del conde galán,// quién te mi diera tres noches / a mi gusto y mi mandar// [IGR # 0159] #725
--Galancina, Galancina, / hija del conde Galán//¡quién te tuviera tres noches / a mi gusto y mi gozar!// [IGR # 0159] #8080
Galancina, Galancina, / hija de un conde Galán,// quién te tuviera tres noches / al tu gusto, al mi gozar// [IGR # 0159] #742
--Galanducha, Galanducha, / filha do Cond` Alvar,//bem puderas, Galanducha, / `tar üa hora a dond` eu mandar!// [IGR # 0159] #8906
Galanzuca, Galanzuca, / hija del conde Galán//¡quién te pudiera tener / una noche a mi mandar!// [IGR # 0159] #8079
--Galdina, minha Galdina, / minha rica prend` amada,//tu tens sido minha filha, / vais ser minha namorada.// [IGR # 0075] #7083
Galeres en son galeres / galeres de Portugal//fan anar el comte elias / per capita general// [IGR # 0110] #4057
Galiarda, Galiarda / Oh quién contigo holgase,// y otro día de mañana / con los cien moros pelease// [IGR # 0149] #1553
García se fue a su casa / y con Galán se encontró;//--¡Ya tenemos muerte fija / por salvar a la nación!--// [IGR # 0158.9] #9663
--Genaraldo, Genaraldo, / pajem d` elrei mais querido, //bem podes tu, Genaraldo, / dormir um sono comigo.// [IGR # 0023] #7188
--General, General, / meu conselheiro tão qu`rido,//bem podias, General, / dormir uma noite comigo.// [IGR # 0023] #7186
--Generardo, Generardo, / pajem d` el-rei mais querido,//bem pudera Generardo / tomar amores comigo!// [IGR # 0023] #7175
Genereldo, Genereldo, / paje del rey tan querido,// dichosa de la mujer / que te lleve por marido// [IGR # 0023+0110] #807
--Gente da serra, acudi, / acudi àquela serra,//que anda lá uma serrana / que é o estrago desta terra.// [IGR # 0233] #6999
Gentil dona, gentil dona, / dona de bell pareçer,//los pies tingo en la verdura / esperando este plazer.// [IGR # 0191] #5857
--Gerenaldo, Gerenaldo, / pajem do rei bem querido,//porque não falas de amores / que estás aqui só comigo?// [IGR # 0023] #7194
--Gerinaldo, Gerinaldo, / cravo de elrei mais querido,//bem puderas, Gerinaldo, / em braços dormir comigo.// [IGR # 0023] #7177
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito pulido//¡quién te pillara esta noche / dos horas a mi albeldrío!// [IGR # 0023] #9690
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito querido//¡ay, quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9678
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldito querido//¡quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9679
--Gerinaldo, Gerinaldo, / Gerinaldo, meu amigo,//bem puderas, Gerinaldo, / à noite dormir comingo.// [IGR # 0023] #7176
--Gerinaldo, Gerinaldo, / já passas do rei mais querido. //Se tu queres, ó Gerinaldo, / passar a noite comigo? // [IGR # 0023] #7169
--Gerinaldo, Gerinaldo, / mi camarada y amigo,//¡quién te pudiera tener / tres horas a mi veltrido!// [IGR # 0023+0110] #5427
--Gerinaldo, Gerinaldo, / paje d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / a noute dormir comigo?// [IGR # 0023] #7163
Gerinaldo, Gerinaldo, / paje d` el-rei tão querido,//bem puderas, Gerinaldo, / passar a noite comigo.// [IGR # 0023] #7168
--¡Gerinaldo, Gerinaldo / paje del Rey más querido.//Quién te me diera una noche / a solas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #8736
--Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7159
--Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` el-rei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / bolrar à noite comigo?// [IGR # 0426] #6948
--Gerinaldo, Gerinaldo, / pajem d` elrei tão querido,//quem me dera, Gerinaldo, / vires aqui dormir comigo.// [IGR # 0023] #7182
--Gerinaldo, ó Gerinaldo, / d` elrei vassalo querido, //queres tu, ó Gerinaldo, / tomares amores comigo?// [IGR # 0023] #7154
--Gerinaldo, ó Gerinaldo, / pajem de elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / dormir à noite comigo?// [IGR # 0023] #7155
--Gerinaldo, ó Gerinaldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerinaldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7198
--Gerinardo, Gerinardo, / pajem d` elrei tão amigo,//quisera eu, Gerinardo, / dormil la noite contigo.// [IGR # 0023] #7190
--Gerinelda, Gerinelda, / Gerineldita pulida//ya te va llegando el tiempo / de quedarte solita// [IGR # 0110] #4285
--Gerineldo, Gerineldo, / de mi jardín florecido//¡quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9673
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldillo pulido//fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9206
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito florido//ay, quién pudiera esta noche / dormir dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9671
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡Oh, quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9691
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡Oh, quién pudiera esta noche / pasar dos horas contigo!// [IGR # 0023] #9686
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién estuviera esta noche / como dos horas contigo!// [IGR # 0023] #173
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quien te pescara en mis brazos / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #9405
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te pillara esta noche / dos o tres horas conmigo!// [IGR # 0023] #9692
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #171
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #169
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te pudiera coger / tres horas en mi albernilio!// [IGR # 0023] #4856
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//quién te pudiera tener / tres horas a mi albedrío.// [IGR # 0023] #5420
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido//¡quién te tuviera esta noche / dormir dos horas conmigo!// [IGR # 0023] #177
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito pulido,//¡quién te tuviera esta noche / _tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #4853
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,// . . . / . . .// [IGR # 0023] #9694
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¡ay, quién pudiera esta noche / dormir a solas contigo!// [IGR # 0023] #9685
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido//¡ay, quién pudiera esta noche / dormir tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9681
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¿dónde has pasado la noche / que vienes despavorido?// [IGR # 0023] #9695
Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #175
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldito querido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas antes del día!// [IGR # 0023+0049] #3604
--Gerineldo, Gerineldo, / Gerineldo, amante mío//¡quién te tuviera esta noche / durmiendo a solas conmigo!// [IGR # 0023] #9682
Gerineldo, Gerineldo, / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0023+0110] #5847
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero florido,//quién te tuviera esta noche / tres horas en mi servicio.// [IGR # 0023] #5415
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #9670
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas en mi retiro! // [IGR # 0023+0110] #9428
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero pulido,//si te hablara en esta noche / tres horas a mi albedrío.// [IGR # 0023] #5174
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camarero querido,//¡quién te pillara esta noche / tres horas en mi albedrío!// [IGR # 0023] #4858
--Gerineldo, Gerineldo, / mi camareru aguerrido,//¡quién te tuviera tres horas, / tres horas a mi servicio!// [IGR # 0023] #3605
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey bien querido,//cuántas damas y doncellas / desean hablar contigo;// [IGR # 0023] #5418
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido,// ¡cuántas damas y doncellas / quisieran folgar contigo,// [IGR # 0023] #8086
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡dichosa de la mujer / que te escoja por marido!// [IGR # 0023+0110] #3229
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido, quién estuviera en tus brazos / tres horas o más contigo// [IGR # 0023] #803
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡quién pudiera dormir / sólo dos horas contigo,// [IGR # 0023+0049] #547
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido.//¡quién pudiera por dos horas, / dormir un rato contigo,// [IGR # 0023+0049] #549
--Gerineldo, Gerineldo / paje del rey más querido,//quién te tuviera esta noche / en mi jardín florecido.// [IGR # 0023] #9367
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido//¡quién te tuviera esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #9684
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey más querido,//yo te quisiera tener / tres horas en mi castillo.// [IGR # 0023+0110] #5171
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,//¡cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo!,/ / [IGR # 0023] #4787
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,//cuántas damas y doncellas / quisieran dormir contigo;// [IGR # 0023] #5419
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del río.// [IGR # 0023] #182
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido,// quién pudiera una noche, / una noche dormir contigo// [IGR # 0023] #804
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey muy querido//va a dar agua a sus caballos / a la orillita del río.// [IGR # 0023] #184
--Gerineldo Gerineldo / paje del rey tan querido;//si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido;// [IGR # 0023+0110] #9000
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,// dichosa fuera la dama / que se casara contigo.// [IGR # 0023+0110] #809
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido//¡si fueras rico de hacienda / como sois galán pulido!// [IGR # 0023] #176
--Gerineldo, Gerineldo / paje del rey tan querido,//si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido,// [IGR # 0023+0110] #8320
Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,// si fueras rico en hacienda / como eres galán pulido// [IGR # 0023+0110] #808
--Gerineldo, Gerineldo, / paje del rey tan querido,//si fueses rico en hacienda / como eres galán pulido// [IGR # 0023] #5819
--Gerineldo, Gerineldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerineldo, / dormir à noite comigo?// [IGR # 0023] #7165
--Gerineldo, Gerineldo, / ¿por qué tienes tan lindo?//¡Cuántas damas y doncellas / quisieran dormer contigo!// [IGR # 0023] #9379
--Gerineldo, Gerineldo, / ¡qué mal sueño hemos tenido,//que la espada de mi padre / en el medio amanecido!--/ / [IGR # 0023] #4614
Gerineldo / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar// [IGR # 0023] #9700
. . . / . . . //Gerineldo no era tonto / y sólo una flor cortó// [IGR # 0023] #9693
--Gerineldo, ó Gerineldo, / pajem d` elrei mais querido,//queres tu, ó Gerineldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7195
Gerineldo se pasea / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / en la orillita del mar.// [IGR # 0023] #9702
--Gian Lorenzo, Gian Lorenzo, / ¿quen te hiso tanto mal?//--Por tener mujer hermosa / el rey me quere matar.// [IGR # 0022] #5818
--Girinaldo, Girinaldo, / filho do rei mais querido,//anda cá, ó Girinaldo, / se tu queres casar comigo.// [IGR # 0023] #7178
--Girinaldo, Girinaldo, / o pajem de elrei mais querido,//queres tu, ó Girinaldo, / ir à noite a dormir comigo?// [IGR # 0023] #7196
Girinaldo, Girinaldo, / paje del rey bien querido//Levántase Girinaldo / por la mañana al domingo;// [IGR # 0023] #1735
--Girinaldo, Girinaldo, / pajem d` elrei, o mais qu`rido.//bem podias, Girinaldo, / dormir à noite comigo.// [IGR # 0023] #7187
--Girinaldo, Girinaldo, / pajem do rei tão querido,//queres tu, ó Girinaldo, / à noite dormir comigo?// [IGR # 0023] #7197
--Girineldo, Girineldo, / paje de los más queridos//¡quién te pillara esta noche / tres horas a mi albedrío!// [IGR # 0023] #9688
Grande guerra hay en palacio / grande guerra en Portugal//y al conde niño le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #4043
Grandes bodas hay en Francia, / hay en Francia y en París,//que casa el hijo del rey / con la hija del visir.// [IGR # 0468] #9509
--Grandes guerras estão armadas / entre França e Aragão!//Mal o hajas tu, mulher, / mais a tua criação;// [IGR # 0231] #7516
Grandes guerras ha visto / en rayas de Portugal//alarco conde llevaron / por general capitán// [IGR # 0110] #3852
Grandes guerras hay armadas / en rayas de Portugal//Grandes guerras hay armadas / no las pueden aplacar// [IGR # 0110] #3867
Grandes guerras hay en Francia / mas grandes en Portugal//ya se va el conde don Marcos / de capitán general.// [IGR # 0110] #4106
Grandes guerras se arman / entre Francia y Portugal,//los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.// [IGR # 0110] #4111
Grandes guerras se han armado / en raya de Portugal,//llevaron al Conde Atores / por Capitán General.// [IGR # 0110] #5820
Grandes guerras se han formado / en la isla e Portugal//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #3878
Grandes guerras se han formado / entre España y Portugal//y al conde Claro le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #3949
Grandes guerras se levantan / entre Francia y Portugal//ya llaman a don romualdo / para que vaya a pelear// [IGR # 0110] #3932
Grandes guerras se publican / en España y Portugal//llamaron a Gerinerdo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4196
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar// al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #4385
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le llaman / por capitán general.// [IGR # 0110] #301
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4383
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4407
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4403
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4386
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4406
Grandes guerras se publican / en la tierra y en el mar//y al conde Flores lo nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4393
Grandes guerras se publican / en la tierra y en la mar//al conde Flores lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #9068
Grandes guerras se publican / en r[a]y[a]s de Portugal,//recogen a Gerinaldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9411
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal,//al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #3215
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal:// pena de la vida tiene / quien no se quiera embarcar.// [IGR # 0110] #1549
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal//y al conde del sol le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4037
Grandes guerras se publican / entre España y Portugal//y al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #303
Grandes guerras se publican / entre la tierra y el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4397
Grandes guerras se publican / por España y Portugal// al conde Flores le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #3939
Grandes guerras se publican / por España y Portugal//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4100
Grandes guerras se publican / por España y Portugal//y al conde niño lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #4378
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #299
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde duque nombraron / de capitán general.// [IGR # 0110] #294
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4384
Grandes guerras se publican / por la tierra y por el mar//y al conde Flores lo nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4398
Grandes guerras se publican / por la tierra y por la mar//y al conde Flores lo nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4396
Grandes guerras van formadas / de asturias pa Pertugal,//donde los duques y condes / alli se van a pelear;// [IGR # 0110] #3865
Grandes nuevas, grandes nuevas,// por la ciudad de Sevilla,//que el duque de Alba se casa / con dama de gran valida.// [IGR # 0508] #3769
Grandes nuevas, grandes nuevas / se suenan en Portugal,//que el conde Flores señora / le llevan por general// [IGR # 0110] #3889
Gran festa feien los moros / los moros en Moreríaquant anaven a robar / la infanta del Rei Oliva.// [IGR # 0169] #2499
Gran función tendrán los moros / en la ciudad de Granada//mejor la tendrá la Virgen / al pie de una fuente clara,// [IGR # 0104] #159
Gran función tienen los moros / en la ciudad de Granada//mejor la tiene una niña / que Delgadina se llama.// [IGR # 0126+0212] #134
Gran función tienen los reyes moros, / en la ciudad de Granada//mejor la tiene la Virgen, / al pie de una fuente clara,// [IGR # 0104] #161
Granito, granito de oro, / yo jugando al ajedrez,//le dije una gran señora, / --¡Que lindas hijas tenés./ / [IGR # 0224] #4705
Gritando va el caballero, / publicando su gran mal,//vestidas ropas de luto, / aforrados en sayal,// [IGR # 0789] #3789
Gritos dava o marinheiro, / dava gritos, que se afundava.//Respondeu-le o mau demonho / d` altas torres onde estava.// [IGR # 0180] #7704
Gritos dava o marinheiro, / gritos dava, que se afundava.//Respondeu-lhe o mau demónio / d` altas torres donde estava:// [IGR # 0180] #7694
--Gualdininha, quer`s ser minha, / queres ser minha namorada? //Eu de ouro te vestia, / eu de ouro te calçava!// [IGR # 0075] #7108
--Guerineldo, Guerineldo, / Guerineldito pulido,//quién te tuviera una noche / y otras tres al lado mío.// [IGR # 0023] #5176
Guerineldo, Guerineldo, / paje del rey más querido,//quién te trajera una noche / o dos o tres a mi albedrío// [IGR # 0023] #800
Guerra, guerra se levanta / entre España y Portugal//nombraron al conde Flores / de capitán general.// [IGR # 0110] #3990
Guerra, guerra se levanta, / guerra contra Portugal//el conde carlos se fue / de capitán general.// [IGR # 0110] #3976
Guerras arman en Francia / y guerras en Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4337
Guerras, guerras se han armado / entre Francia y Portugal//y al conde de Miraflores / le llevan de capitán// [IGR # 0110] #3962
Guerras guerras se levantan / por la tierra y en el mar//y al conde de Arcos señores / que le tratan desterrar// [IGR # 0110] #3948
Guiliarda sus doncellas / mucho habían madrugado,//no por oír misa y maitines, / ni tampoco misa él gallo;// [IGR # 0149] #3390
Habéis oído de nombrar / a la Virgen del Castillo?//Se le apareció un pastor / entre las cuatro y las cinco.// [IGR # 3005] #2104
Había una pastorcita, / cuidando un rebañito.//La leche de sus cabras / le daban un quesito./ / [IGR # 0565] #4771
Había un rey / que tenía tres hijitas//y la mas pequeñita / Delgadina se llamaba,// [IGR # 0075] #5128
Habitaba un caballero / en una villa pequeña//juntamente con su hermana, / don Antonio de Ribera,// [IGR # 4009] #2188
Hacia Roma caminan / los peregrinos//a que los case el Papa, / primos hermanos.// [IGR # 0142] #3055
Ha empezado una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4238
Hallándose la pastora / remendando la zamarra//asomaron siete lobos / por una sierra muy larga.// [IGR # 0235] #5650
Ha montado en su caballo / y ha empezado a caminar//y en el medio del camino / s ha encontrado una vaca// [IGR # 0110] #4042
Han comenzado la guerra / de España con Portugal//y al conde de Lindaflores / le han nombrado capitán// [IGR # 0110] #4118
Han echado unas guerras / le ha venido a tocar//si a los siete años no vengo / niña te puedes casar// [IGR # 0023+0110] #4210
Han formado Grandes guerras / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #4164
Han mandado una guerra / de Francia y de Portugal//y envían a Gerineldo / de conde y de general// [IGR # 0023+0110] #4176
han pasado siete años / Gerineldo no ha venido//y la princesa florinda / a buscar-lo ha salido// [IGR # 0023+0110] #4228
Han pronunciado las guerras / en Francia y en Portugal//y a Gerineldo sacan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4248
Han publicado una guerra / para Francia y Portugal//y al pobre de Gerineldo / lo llevan de general// [IGR # 0023+0110] #4173
Ha principiao una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0110] #4380
Has hecho un valiente mozo, / para que corra tu fama,//y natural de Montijo, / que el ser de allí sólo basta// [IGR # 0595] #3565
Há u~a hora que eu nasci, / às duas fui baptizado,// três tomei amores, / às quatro estava casado;// [IGR # 0724] #2892
Ha venido una guerra / desde Francia a Portugal//han nombrado al jardinero / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4287
Havia um rei com três filhas, / todas lindas com` a prata!//A mais linda delas todas / Valdevina se chamava.// [IGR # 0075] #7119
Havia u~a criança / qu`u~a madrasta criava,//mas ela era mázinha, / nem a comida le dava.// [IGR # 2934] #2929
--¿Ha visto usted a mi marido / en la guerra alguna vez?//--Si acaso lo hubiera visto / deme las señasde él.// [IGR # 0113] #3586
Hay una mujer dispuesta / que quiere ser namorada//Ella tiene un primo hermano, / que don Antonio lo llaman,// [IGR # 0855] #2006
Hay una yerba en el campo / criada y muy regalada//la dama que la comiera / al punto queda preñada.// [IGR # 0138] #8091
Hay una yerba en el campo / muy linda y muy regalada//las mujeres que la pisan / se quedan embaranzadas.// [IGR # 0138] #8096
Hay una yerba en el campo / tan florida y regalada// que la mujer que la coma / pronto queda embarazada.// [IGR # 0138] #8089
Hazino estaba el mancebo, / hazino, echado en la cama.// [IGR # 0006] #9319
Hazino está el hij^o del rey, / hazino que non salvava.//Muchos doctores lo miran, / los mij^ores de Granada.// [IGR # 0006] #9317
--Hebritas, hebritas de oro / que se me vienen quebrando,//que dice mi señor amo / que cuántas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5185
--Heide fazer uma aposta, / de perder ou de ganhar,//de falar com Mariana, / antes do galo cantar.// [IGR # 0255] #7462
He llogat tres lindos mossos / á vora de la ribera://No volen p`ata ni or, / ni tampoch altra moneda,// [IGR # 2698] #6377
Helo, helo, por do viene / el moro por la calzada,// caballero a la gineta / encima una yegua baya;// [IGR # 0045] #1445
Hermana, por ser en su sala, / convídame un jarro de agua,//que más padezco de sed, / a Dios pienso darle el alma./ / [IGR # 0075] #4643
Hermosa me era yo hermosa, / más que la luna y la flor,//más que los reales nuevos, / y la rosa de un limón.// [IGR # 0047+0022] #7801
Hi havia un veiet / qui ne tenia una fia,//i no la dixava anar / amb ningú de dins la vila;// [IGR # 2786] #9813
Hija mía, mi querida, / vente una noche a mi odá.//Sentirás cantar hermozo, / a la sirena de la mar.// [IGR # 0049] #2941
. . . hijo el vizconde / . . . //La reina que lo ha escuchado / se ha quedado enamorá.// [IGR # 0049] #9105
Hijo querido del alma, / oye a tu madre afligida//angustiada y dolorida, / a quien tanto favor clama.// [IGR # 0628] #366
--Hilito, hilito de oro, / que jugando la del rey,//por el camino me han dicho / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5204
Hilito, hilito de oro, / vienen hebrando su hebrero.//Me dice una gran señora: / --¡Cuántas lindas hijas tenéis!/ / [IGR # 0224] #4697
Hilito, hilito de oro, / yo jugando al ajedrez,//me encontré a una gran señora: / --¡Qué lindas hijas tenéis!// [IGR # 0224] #5203
--Hilito, hilito de oro, / yo jugando, al ajedrez,//por el camino me han dicho / lindas hijas tiene el rey.// [IGR # 0224] #5199
Hilito, hilito de oro, / yo jugando el asedré,//me dijo una gran señora, / --¡Qué lindas hijas tenéis!/ / [IGR # 0224] #4694
--Hilitos, hilitos de oro / que se me vienen quebrando,//que manda decir el rey / que cuántos hijos tenéis.// [IGR # 0224] #5184
Hilitos, hilitos de oro, / yo jugando al ajedrez,//pregunto una gran señora, / --¿Qué si hijas lindas tenés?/ / [IGR # 0224] #4709
--Hilo de oro, hilo de plata; / que jugando al ajedrez,//me decía una mujer / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5207
--Hilo de oro, hilo de plata, / vamos ju`ando al ajedrez,//que me ha dicho una señora / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #3518
Hilo, hilo de oro, / yo jugando al azaré,//me encontré una gran señora: / --¡Qué pocas hijas tenéis!/ / [IGR # 0224] #4695
--Hilo, hilo, hilo verde, / que hilando, lo hilé,//que en el camino me han dicho / que lindas niñas tenés.// [IGR # 0224] #5190
Hincado está de rodillas / ese valiente Bernardo,//delante el conde su padre / para vesalle la mano,// [IGR # 1609] #8537
Hizo hacer el rey León / el Cidi un juramento//delante de muchos grandes / que se hallaron en Burgos;// [IGR # 0111] #1870
--Hoje apregoam las guerras / de França com Aragão,//eu já nã posso fazêlas / e cabo de mim darão.// [IGR # 0231] #7535
Hoje é segunda-feira, / é princípio da semana;//prenderam a Jesus Cristo, / aquela luz tão soberana.// [IGR # 2873] #2798
--Hoje s` apregoam guerras, / las guerras de D. João//e já sou velho cansado, / las guerras m` acabarão.// [IGR # 0231] #7536
--Hoje sim, ó cavalheiro, / hoje sim, amanhã não,//meu marido não está cá / foi para a feira d` Ascenção.// [IGR # 0234] #6931
Hoy, día de las Candelas, / que son a dos de cebrero//en unas andas doradas / llevan la reina del Cielo,// [IGR # 0713+0107.1] #265
Hoy es cuarta dominica, / Domingo de Pan y Peces//cuando el Redentor del mundo / le seguía tanta gente.// [IGR # 0645] #538
Hoy es día de los Reis, / primera fiesta del año,// todas damas y doncellas / piden al rey aguinaldo;// [IGR # 0046] #647
Hoy es día de los Reyes, / primera fiesta del año.// Tú bien sabes, el buen rey, / que `o preñadita me hallo.// [IGR # 0311] #681
Hoy es el día de San Silvestre, / hoy el día que comienza//hoy el día que Jesucristo / derramó su sangre mesma.// [IGR # 0644] #8276
Hoy es víspera de Reyes, / es principio de un buen año,//donde damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0120] #7900
Hoy es víspera de Reyes / primera fiesta del año,// todas damas y doncellas / al Rey piden aguinaldo,// [IGR # 0046] #650
Hoy prendieron a un hombre / y muy bien lo amaniataron//ni por hurtos que haya hecho / ni por hombres que ha matado,// [IGR # 0118] #1684
Hoy se casa, hoy se esposa / doña Ángela de Medina//iba a gusto de sus padres, / que a gusto de ella no iba.// [IGR # 0217] #1990
Hoy se despide don Badio, / hoy se despide y se va.//--Si se despide don Badío, / ¿cuántos meses tardará?// [IGR # 0110] #3803
Hoy se marcha el conde Bado / hoy se marcha hoy se va//los ojos de la condesa / no cesaban de llorar// [IGR # 0110] #3964
Hoy se marcha nuestro rey / de Madrid para Granada//también se marchó la reina / de nueve meses preñada.// [IGR # 0030] #1742
Hoy se parte el conde Alarcos / hoy se parte y hoy se va//la ciudad lo siente mucho / y su mujer mucho mas// [IGR # 0110] #3963
Hoy se publica la guerra, / hoy se manda publicar//y al rey-conde se lo llevan / por capitán general.// [IGR # 0110] #4018
Hoy se publican las guerras, / de Francia con Portugal;//el conde será nombrado / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4165
Hoy se publican las guerras, / hoy se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4029
Hoy se publican las guerras, / hoy se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / por capitán general.// [IGR # 0110] #4031
Hoy, vispora de los Reyes, / la primer fiesta del año,//prencipios y caballeros, / al rey pido l`aguinaldo.// [IGR # 0056] #9366
Hubo una guerra muy grande / con Francia y con Portugal//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4324
Huyendo del fiero Heredes / que al niño quiere prender,//se encaminan para Egipto / María, su hijo y José,// [IGR # 0226] #5726
I a Lion hi ha una dama, / bonica n`és com el sol,//n`hi ha tres xapitenes, / tots tres li`n fan l`honor.// [IGR # 0146] #3655
Ia S. Silvana / por um corredor que havia,//se bem tocava viola, / melhor romance dizia.// [IGR # 0005+0075] #7149
Iba el conde y la condesa / los dos a una romería,// se sientan a descansar, / a la sombra de una oliva,// [IGR # 0136] #1192
Iba la Virgen pura / de Egipto para Belén.//y en la mitad del camino / el niño tenía sed./ / [IGR # 0226] #4586
Iban doscientos soldados / debajo de una bandera,//todos cantando y bailando / de la alegría que llevan,// [IGR # 0176+0168] #5563
Íbase don Lunes / por Ribadevilla// a tierra de moros, / buscar la amiga.// [IGR # 0169] #1199
I el dia de Sant Joan / n`és festa de molta alegria,//fan festa los cristians / i els moros de morería,// [IGR # 0169] #3646
I-el presidente de Europa / tiene una hija muy guapa//la quería meter monja, / ella quiere ser casada.// [IGR # 0161] #1653
I el rei n ha enviades cartas / d Italia a Portugal//que volia don luardo / per capita general// [IGR # 0110] #4051
I en Sierra Morena / hi ha una serrana / que n`es blanca i no morena.//Porta les faldiles curtes / per anar més a ligera;// [IGR # 0233] #7424
--Imbelina, Imbelina, / filha do conde-real,//quem me dera ocasião, / u~` hora de te ir falar!// [IGR # 0159] #6059
--Imbulina, Imbulininha, / filha do conde-real,//quem me dera u~a hora, / hora de te eu ir falar!// [IGR # 0159] #6058
--`Inda agora vim da Lapa, / quem me dera lá tornar,//só para ver a pastorinha / que lá ficava assentada// [IGR # 0165] #7618
`Inda não é de manhã, / começa a campa a dobrar.// `Inda não é meio-dia, / vão ambos a degolar.// [IGR # 0049] #6419
Indo a dona Maria / pela sua escada acima,//seu pai que estava dormindo / acordou na labutina.// [IGR # 0503] #6713
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//acordou seu pai da cama / com o estrondo que fazia.// [IGR # 0503] #6617
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando guitarra d` ouro, / oh que tão bem a tangia!// [IGR # 0503] #6639
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / muito bem a confrangia!// [IGR # 0503] #6684
Indo a dona Silvana / pelo corredor acima,// tocando numa viola, / muito bem que ela tangia.// [IGR # 0503] #6640
Indo a dona Silvana / pelos corredores acima,//tocando numa guitarra, / que tão bem a retinia,// [IGR # 0503] #6688
Indo a dona Silvana / pelo seu corredor acima,//tocando nua guitarra, / oh que tam bem a tingia!// [IGR # 0503] #6656
Indo a dona Silvana / p` lo corredor acima,//c` umo viola `ò peito, / cantando a maravilha,// [IGR # 0503] #6682
Indo a dona Silvana / por um corredor acima,//tocando viola d` ouro, / oh, que tão bem na tangia!// [IGR # 0503] #6667
Indo a dona Silvana / tangendo a guitarra d` oiro//pelo corredor acima, / pelo corredor acima,// [IGR # 0005] #7078
Indo caçador à caça, / a caçar como sabia,//su perro ia cansado, / o falcão cansado ia.// [IGR # 0164+0100] #7262
Indo D. Flores à caça, / à caça como ele ia,//levava os seus cães cansados, / o seu galgo cansado ia;// [IGR # 0164+0100] #7267
Indo dona Maria pelos / seus corredores acima,//tocando na sua guitarra / com muito grande alegria,// [IGR # 0503] #6715
Indo dona Selivana / pelo seu jardim acima,//tocando numa viola, / tocando que recindía.// [IGR # 0503] #6709
Indo dona Silvana / . . . //pelo corredor abaixo, / pelo corredor acima,// [IGR # 0503] #6652
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//acordou seu pai da cama, / d` altos sonos que dormia.// [IGR # 0503] #6668
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//c` uma guitarra nos braços, / que tão bem na tangia,// [IGR # 0503] #6661
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / a melhor moda que sabia,// [IGR # 0503] #6680
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / pelo melhor que sabia.// [IGR # 0503] #6694
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / que grande estrondo fazia.// [IGR # 0503] #6663
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / que tão bem a retinia,// [IGR # 0503] #6683
Indo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra, / tocando à maravilha,// [IGR # 0503] #6634
Indo dona Silvana / pelo seu corredor acima,//tocando numa guitarra, / oh, que estrondo que fazia!// [IGR # 0503] #6734
Indo dona Silvana, / pelo seu quintal acima,//tocando numa guitarra, / ela mui` bem a tangia.// [IGR # 0503] #6633
Indo dona Silvana / p` lo seu corredor acima,//chorando e tocando na sua viola / a melhor moda que sabia,// [IGR # 0503] #6721
Indo dona Silvanina / pelo corredor acima,//Tocando numa guitarra, / do melhor modo que podia,// [IGR # 0503] #6725
Indo dona Silvaninha / pelo corredor acima,//tocando sua guitarra, / muito bem que a tangia,// [IGR # 0503] #6662
Indo dona Silvaninha / pelo seu corredor acima,//tocando numa guitarra, / muito bem, à maravilha,// [IGR # 0503] #6679
Indo dona Silvaninha / p` lo seu corredor acima //tocando numa guitarra, / oh, que estrondo não fazia!// [IGR # 0503] #6701
Indo D. Pedro à caça, / no campo lhe anoitecia,//deitou os olhos ao largo / e viu lá uma donzila.// [IGR # 0164+0100] #7269
--Indo eu ao mê` espêlho vi o meu rosto malfadado.//Malaçoado marido / . . . // [IGR # 0231] #7528
Indo eu por certa rua, / certa menina encontrei eu;//ela m`arrochou minha mão / e sua mão l`arrochei eu// [IGR # 0612] #2759
Indo-me eu a passear, / pela tarde, às duas horas,//vira estar numa janela / duas donzelas formosas.// [IGR # 2924] #2873
Índome eu por aquí abaixo / eu cata dos meus amores,//encontrei c`un laranxal / muy cargadiño de flores.// [IGR # 0892] #8761
Indo o caçador à caça / por uma mata sombria,//viu estar uma donzela / sentada na penha fria.// [IGR # 0164+0100] #7233
Indo o nosso rei à caça / por aquela serra acima,//avistou uma donzela / que nesse monte vivia.// [IGR # 0164+0100] #7257
Indo por as escadas acima, / como seu pai a sentia.//--Tu que tens, ó minha filha? / Tu que tens, ó filha minha?// [IGR # 0503] #6625
Indo um caçador à caça, / na caça lhe anoitecia;//deitou os olhos abaixo, / também os deitou acima;// [IGR # 0164+0100] #7259
Indo um cavaleiro à caça, / à caça de altanaria,//lá chegando ao alvoredo / viu estar uma donzila.// [IGR # 0164+0100] #7256
Indo yo la sierra arriba, / delante de mi piara,//picando mio caldeiro, / emandando mi samarra,// [IGR # 0235] #3417
--Infeliza, abre-me a porta, / qu` estou co` os pés na geada;//se me não abrir`s a porta, / nem és firme, nem és nada.// [IGR # 0309] #6833
--¡Inhumano rey Alfonso! / de tus tierras me despido,//porque no es rey natural / rey ingrato a los servicios.// [IGR # 1623] #8547
Iria, Iria estava cosendo / na sua almofada,//com agulha de oiro / e dedal de prata,// [IGR # 0173] #7672
--Irme quiero, la mi madre, / irme quiero a la Romanía.//Con quién deje a la mi esposita, / la mi esposa querida?// [IGR # 0148] #4484
--Irme quiero, la mi madre, / irme quiero a romería.//A la mi esposa Elena / ¿onde yo la dexaría?// [IGR # 0148] #4483
I una cançó vui cantar, / no hi ha molt que s`és dictada,//d`una noia del Celrà / que a Ripoll la n`han casada.// [IGR # 1006] #7892
Já bate o sol na vidraça, / já lá vem o claro dia,//é o príncipe da Alemanha / que com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6792
Já bate o sol na vidraça, /já lá vem o claro dia,//já o conde da Alemanha / com a princesa dormia.// [IGR # 0095] #6795
Já casada `stava eu, / bem oito meses havia,//e passou um pombo negro / que más novas me trazia.// [IGR # 0069] #5964
--Já começam as guerras no campo de Mazagão,//ai de mim, que já estou velho, as guerras me matarão!// [IGR # 0231] #7532
Já dá o sol na vidraça, / já lá vem o claro dia,//donde o Conde de Lamária / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6761
Já dá o sol na vidraça, / lá vem o claro dia,//que é do Conde de Alemanha, / que co` a rainha dormia?// [IGR # 0095] #6763
Já dos altos dos telhados lo sol / p`ra baixo descia,//`inda Conde d` Aramanha / mai` la rainha dormia.// [IGR # 0095] #6805
. . . / . . . //--Já é meia-noite dada / sem te voltares para mi;// [IGR # 0222+0168] #6888
Já fui cativo dos mouros, / à mourama fui parar;//puseram-me logo em praça, / todos me queriam comprar;// [IGR # 0443] #6207
Já lá baixo vem a noite, / foi-se a luz `ó claro dia,//vem o conde d` Alemanha / p`ra dormir co` a rainha,// [IGR # 0095] #6750
Já lá baixo vem o sol, / já dá em palácio de el-rei,//mas a rainha com D. Carlos / dormia, mas el-rei que não sabia;// [IGR # 0095] #6776
Já lá baixo vem o sol, / lá vem o claro dia,//já o conde d` Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6751
Já lá dá o sol ao Tejo, / já lá vem o claro dia,//lá vem Conde d` Alemanha, / co` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6778
Já lá vai dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando guitarra d` oiro, / viola de prata fina,// [IGR # 0503] #6645
Já lá vão pelo mar fora, / já não têm que comer,//deitaram sortes à vida / qual havia de morrer;// [IGR # 0457] #7782
Já lá vem a luz da aurora, / já lá vem o claro dia,//`inda o Conde da Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6799
Já lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar.//Já não tinham que comer, / já não tinham que manjar,// [IGR # 0457] #7759
Já lá vem clara noite, / já lá vem claro dia;//já o conde da Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6749
Já lá vem no sol à serra, / lá vem no claro dia,//vem no Conde d` Alemanha / com qu` a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6789
Já lá vem o claro sol, / já lá vem o claro dia//e o Conde de Lamanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6798
Já lá vem o sol abaixo, / já lá vem o claro dia,//e o conde da Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6770
Já lá vem o sol à serra, / já lá vem o claro dia,//e o Conde d` Alamanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6787
Já lá vem o sol nascendo, / já lá vem o claro dia,//vem o Conde d` Amarantes / de dormir co` a rainha.// [IGR # 0095] #6773
Já lá vem o sol na serra/, já lá vem o claro dia, //e `inda o conde d` Alemanha / com a rainha dormia. // [IGR # 0095] #6742
Ja li fan un represento (sic) / la reina de Morería,//quan la reina la`n veurà / tan fresca i tan polida.// [IGR # 0169] #2498
--Jalinero, Jalinero, / Jalinerito querido,//¡quién pudiera esta noche / estar tres horas contigo!// [IGR # 0023] #9696
Já me veio u~a notícia / lá do centro de Espanha:// [IGR # 0006] #9329
Já não há nem pode haver / uma vida tão penosa: / sendo eu a mais formosa / me encerraram.// [IGR # 2880] #2877
Já o sacrário está aberto, / já o Senhor anda fora;//vai visitar uma alma / que está para se ir embora.// [IGR # 2875] #2836
--Já os galos cantam / meu amor vai-te.//--P` onde é que eu hei-de ir, / coração, deixar-te?// [IGR # 0155] #6597
--Já os galos cantam, / ó mê amor vai-ti.//--C` m` irei triste / coração deixar-ti?// [IGR # 0155] #6593
--Já os galos cantam, / ó meu amor, vai-te.//--Onde me hei-de eu ir, / coração, e deixar-te?// [IGR # 0155] #6598
Já os galos cantam, / ó meu amor, vai//Uma mãe que tens, / vai-m`a cá chamar,// [IGR # 0155] #2701
Já o sol dá nas vidraças, / a rainha, que se erguia,//tinha dormido com o Conde / e el-rei não o sabia.// [IGR # 0095] #6797
Já o sol dá nas vidraças, / já lá vem o claro dia,//já o Conde d` Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6809
Já o sol dá na verdaça, / já lá vem no claro dia,//já o conde d` Alamanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6782
Já o sol dá na vidraça, / desponta o claro dia,//e o Conde da Alemanha, / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6807
Já o sol dava na corte, / e já era o claro dia,//`inda o Conde de Allemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6756
Já o sol nasce na serra, / já lá vem o claro dia,//`inda o Conde de Alemanha / com a rainha dormia.// [IGR # 0095] #6784
Jarifa, la perra mora, / señora de gran valía,//dice que tiene deseos / de una criada cautiva.// [IGR # 0136] #5524
Jarifa, la perra mora, / señora de gran valía,//dice que tiene deseos / de una cristiana cautiva.// [IGR # 0136] #5523
--Já se apregoam as guerras / entre França e Aragão,//ai de mim que já sou velho, / não nas posso brigar, não!// [IGR # 0231] #7489
--Já se apregoam as guerras lá nos campos de Aragão;/// ai de mim, que já sou velho / e guerras me acabarão.// [IGR # 0231] #7488
--Já se começam as guerras / nos campos de Mazagão,//triste de mim, que sou velho, / as guerras me matarão!// [IGR # 0231] #7531
Já se lá vai D. Dinis / manhanita de Natal,//ver dar água ao seu cavalo / lá para as ribas do mar.// [IGR # 0049] #6446
Jesucristo foi misar / coa súa santa soledad//levou a San Pedro consigo, / tamén ó señor San Juan;// [IGR # 0736.1] #1753
Jesucristo fue a cazar, / a cazar con Rosalía,//se ha encontrado a un hombre / lleno de melancolía.// [IGR # 0808] #3181
Jesucristo iba de caza / donde la caza solía//se encontró un caballero / rico y de malancolía// [IGR # 0808] #9504
Jesucristo salió a caza, / a cazar como sabía//que le cazaron los galgos / al subir cuestas arriba.// [IGR # 0808] #8306
Jesucristo se ha perdido, / la Virgen lo va a buscar;//lo buscaba de huerto en huerto / y de rosal en rosal;// [IGR # 0697+1537.1] #5089
Jesucristo se ha perdido, / su madre le anda buscando.//--¿Quién ha visto por aquí / una estrella relumbrando?// [IGR # 1537.1] #5745
Jesucristo se ha perdido, / su madre lo anda buscando//preguntando si le han visto / un lucero relumbrando.// [IGR # 1537.1] #5086
Jesus Cristo foi dizer missa / numa grande solidão;//ia em sua companhia / San Pedro e San João.// [IGR # 0736.1] #2787
. . . / . . . //Jesus Cristo se passeia / ao redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7567
Joan, me vull casar amb tu, / que la teva amor m`agrada. //--Cisa, no et burlis de mi,/ non vinguis de mi a burlar-te.// [IGR # 2769] #9758
Joan Sala i Viladrau / n`és el nom que jo en tenia,//per sobrenom Serrallonga, / casat n`era amb la pubilla.// [IGR # 0948] #4504
Johan Serrallé / s` en anomenava,//son pare era bo / ya n`el avisava// [IGR # 0950] #7827
Jo m`aixec de matinet, / de matmet, de bon alba,// pos la sella en el cavall / i sa pistola a la banda// [IGR # 0937] #9465
Josep i Maria, / s`han casat les dos,//se n`han dat unes joies / per senyals d`amor// [IGR # 2768] #9746
Juanillo, de dónde vienes, / descolorido y mortal?//Vengo del campo, señora, / que me han querido matar./ [IGR # 0369] #3103
Juan le hablaba a Adela / desde muy niña,//hacía quince años / que se querían.// [IGR # 0195] #3140
Jueves Santo de la cena, / tres días antes de Pascua,//cuando el Redentor del mundo / a sus discípulos llama;// [IGR # 0064.1+1537.1+0004.1] #5736
Jueves Santo, Jueves Santo, / cuando la Pasión salía//cuando por Villamayor / tropa de caballería.// [IGR # 0170] #452
Jueves Santo, Jueves Santo, / de pechos en la bodega//viendo la ciudad de Roma / cómo se abrasa y se quema.// [IGR # 0065] #558
Jueves Santo, Jueves Santo, / Jueves Santo en aquel día//cuando los soldados iban / de tres en compañía.// [IGR # 0170] #450
Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua//cuando el Redentor del cielo / a sus discípulos llama.// [IGR # 0064.1] #8297
Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua//cuando el Redentor del mundo / a sus discípulos llama.// [IGR # 0029.1] #34
Jueves Santo, Jueves Santo, / tres días antes de Pascua,//cuando el Redentor del mundo / a sus discípulos llama.// [IGR # 0064.1] #9828
Jueves Santo, Viernes Santo, / día de grande pasión,//día que crucificaron / a Cristo Nuestro Señor; [IGR # 2989] #3441
Jueves Santo, Viernes Santo, / entre la Pasión de Cristo,// un mozo de veintiún año / tan sólo un pecado hizo.// [IGR # 0121] #9545
Juliana, Juliana, / hija del conde Julián,//Dios me diera, Juliana, / una noche a mi mandado!// [IGR # 0720] #1810
Julianita, Julianita, / hija del buen rey Galán//Dios te me diera tres horas, / tres horas a mi mandar!// [IGR # 0159] #1681
--Julianita, Julianita / hija del conde Galán,//quién te tuviera tres noches / todas tres al mío mandar.// [IGR # 0159] #9385
. . . juntaron rostro con rostro, / juntaron cara con cara//tantas eran las lágrimas, / que toda a cama regaran;// [IGR # 0116] #1847
Junto al muro de Zamora / vide un caballero erguido,// armado de todas piezas, / sobre un caballo morcillo,// [IGR # 1209] #1430
Junto al vado de Genil, / por un camino seguido / viene un moro de a caballo, / de polvo y sangre teñido;// [IGR # 0272] #1495
Juramento tengo hecho / en mi librito Nisán://donde mujeres hubiera / el placer yo no las hay de dar,// [IGR # 0789] #8053
--Ken kere tomar konsez+o / ke venga `a mí, se lo daré://ken kere kazar kon mosa, / non se `espere ala vez+és.// [IGR # 0311] #4842
La abubilla fue a la garza. / --Bienvenido el Conde Lado.//--¿De quién son esas doncellas? / --Mías son, que no son vuestras.// [IGR # 0224] #9437
Lá acima, em Catalona, / junto ao pé de Solfia//corren as moças um touro / que admirar-se podia.// [IGR # 0669] #1936
Lá baixo vem o D. Jorge / montado no seu cavalo.//--Deus te guarde, Juliana, / no teu país sentada.// [IGR # 0172] #6956
La bella estrella que adoro, / sagrada del Rey divino//guarnecida en voluntad / se confesó un domingo.// [IGR # 0682] #536
La blanca niña / de tierras ajenas//con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #5477
La botiga d`un paraire / se n`ha treta una cançó,//treta n`és d`una minyona, / rossa n`és com un fil d`or.// [IGR # 0107] #3661
La Carmela se pasea / por una sala de alante//con dolores de parir / que las entrañas la parte.// [IGR # 0153] #477
Lá cima, naquela serra, / está uma linda ermida.//Devota de Nossa Senhora, / que se chamava Maria,// [IGR # 0165] #2705
Lá cima naquela serra, / lá cima naquela ermida,//uma vizinha da porta, / falso testemunho erguia;// [IGR # 0165] #7593
La ciudad de Mobardía / ha habido mucho que hablar;//llevaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #3848
La ciudad de Novadias / es una grande ciudad//llamaron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #3858
La ciutat de París / es molt alborotada,//Pujan mes los jueus / que la gent cristiana.// [IGR # 0513] #6383
La condesa le decia / mi conde quan tornaria//set años linda condesa / set años i no cap mes// [IGR # 0110] #4073
La condesita lloraba, / bien tiene por que llorar,//se llevan al conde Flores / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3981
La convidaron a un baile, / su madre no la dejaba,//sin permiso de sus padres / para el baile se marchaba.// [IGR # 5052] #3087
La dama que esto oía / en la cocina lloraba://--Dime luego, dime luego, / dime luego adónde vas.// [IGR # 0023+0110] #4310
Lá das bandas de Castela / triste nova era chegada://D. João que vem doente, / mal pesar de sua amada.// [IGR # 0006] #2628
Lá detrás daquela serra / está uma fresca ermida,//onde vai uma devota / todos os dias à missa.// [IGR # 0165] #7619
La Diana está en el jardín / en el jardín de su padre,//cojiendo rosas y flores / y violetas boscanas.// [IGR # 0446] #9561
La doncella más hermosa / que el rey de España tenía,//se la robaron los moros / la llevan a morería,// [IGR # 0169] #5521
Lá em cima, em Castilha, / era um rei e uma filha;//ela era bem devota / da Virgem Maria;// [IGR # 0212] #7728
. . . la encuentra lavando en la fuente fría:// [IGR # 0169] #2521
La filha de D. Rodrigo / `stá à sua gelosia,//e passou lo Bravo-Franco / e pediu quem lha daria.// [IGR # 0133] #7008
La filla del marxant / diuhen qu` es la mes bella,//no es la mes bella, nó, / qu` altres n` hi ha sens` ella// [IGR # 2720] #8595
La Francia se ha levantado / de Galicia y Portugal//y al conde de rosas llevan / de tiniente capitán// [IGR # 0110] #3972
La guerra se ha declarado / la Francia con Portugal//y al conde de Flores nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #3969
La guerra se ha publicado / por Francia y por Portugal//y a Gerineldo lo meten / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4297
La guerra se va empezando / la guerra se va a empezar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4008
La hija de rey / ¿quién la llevaría?//La llevó el rey moro / para morería.// [IGR # 0169] #3281
La infantina está muy mala, / llena de melancolía,//porque no la dejan casar / con el conde de Mayorguía.// [IGR # 0503] #3227
La Legarda y Flor de Lisa / iban a misa del gallo.//Ellas no iban por pereza, / ni llevaban tal cuidado,// [IGR # 0149] #9707
La mañana de San Juan / al punto que alboreaba//grandes fiestas en los moros / en la vega de Granada,// [IGR # 0012] #1891
La mañana de San Juan / al punto que rompe el alba,//hacen gran función los moros / en la ciudad de Granada// [IGR # 0126] #8680
La mañana de San Juan, / antes de salir el sol//me echaron una enramada / de cogollos de limón.// [IGR # 0234] #580
La mañana de San Juan / cautivaron una morita;//La mandaron a lavar / pañuelitos en la ría.// [IGR # 0169] #2495
La mañana de San Juan / com es matí d`alegría//sus padres por contemplarla / a coger flores la envían.// [IGR # 0169] #2497
La mañana de San Juan, / como es costumbre onde quiera,//de damas y de galanes / pasear por la ribera,// [IGR # 0372] #5527
La mañana de San Juan / cuando el sol alboreaba,//cuando la Virgen María / de los cielos se abajaba// [IGR # 0104] #5668
La mañana de San Juan / llevé mi caballo al mar;//mientras bebe mi caballo / echó mi niña un cantar,// [IGR # 0049] #9115
La mañana de San Juan / sale a recoger guirnaldas//Sara, mujer del rey Chico / con sus más queridas damas,// [IGR # 0059] #1890
La mañana de San Juan / tres horas antes del día//ya pasaba un caballero / no andaba, que corría.// [IGR # 0169] #2553
La mañana de sant Juan, / cuando el alva comengava,//y el padre de Faetón / sus cavallos enfrenava,// [IGR # 1565] #8507
La Mare de Deu / lo seu Fill volcave,//mentre está volcant / cansons ni cantave,// [IGR # 2740.9] #9814
La Mare de Deu / quant era xiqueta//anava á costura / á apendre de lletra,// [IGR # 2741] #6367
La Mare de Deu / un rosé plantava,//D` aquell san rosé / n` ha nada una planta.// [IGR # 2702] #6371
La mare fila seda / la mare fila estam,//Brodava unes camises / pel seu oficial.// [IGR # 2721] #8599
La mare y la filla / á la porta s` estan,//La filla broda seda / la mare broda estam.// [IGR # 2721] #8596
La mare y la filla / á la porta s` estan,//La filla broda seda / la mare broda estam.// [IGR # 2721] #8597
La marquesita un domingo, / sentadita en su balcón//pasó por allí don Carlos, / el hijo del Emperador.// [IGR # 0234] #586
La mayor lavaba / la otra cosía//y la más pequeña / agua les subía.// [IGR # 0137] #568
La Muerte y Pasión de Cristo / dichoso es el que lo sabe//la pasión la pasó Cristo, / el dolor pasó su madre,// [IGR # 0605.1] #5914
La mujer del molinero / me quiso pisar el pie.//--Déjalo que te lo pise / si te da bien de comer.// [IGR # 0461] #8811
La mulher mai lo marido / a dormir já `stão deitados//quando, pola noite velha, / ouvem andar nos telhados. [IGR # 2876] #2773
Lá na cidade de Roma, / cidade tão celebrada,//havia uma criatura, / Caterininha chamada.// [IGR # 0126] #7584
La Narbola se pasea / de la puerta pa` el portal//dolores le dan de parto / que la hacían arrodillar.// [IGR # 0153] #3284
La niña que llega / a los quince años//ya no la gobierna / ni padres ni hermanos.// [IGR # 5005.0] #3095
La niña va por la arena / don Carlos por el arenal.//--Hola, hola, Galanzuca / hija del conde Galán.// [IGR # 0159] #9023
Lá no céu há um castilho / pintado à maravilha;// lá mandaram fazer um mosteiro / odo de pedra ladrilha.// [IGR # 0308.1] #2616
La noche de la Ascensión, / noche muy tremenda de agua,//de relámpagos y truenos, / que al mundo atemorizaba,// [IGR # 2991] #9751
La noche de Navidad, / por ser la noche mayor//parió la Virgen María / un soberano señor.// [IGR # 0237] #8274
La noche de Navidad, / reluciente, linda y clara//bajaba un ángel del cielo / con San Antonio de Padua.// [IGR # 4004] #2207
Lá no lugar da Presência, / onde morava a Serrona,//também morava a justicia, / ruça, preta de morena.// [IGR # 0233] #7432
--Lá no pé da laranjinha, / lá no pé do laranjal,//eu vi Dona Cjaralinda / mais Dom Carlos a brincar.// [IGR # 0307] #5813
La pastora guarda vacas / en una escura montiña;// la nieve caía a copos, / (e)l` agua serenita y fría.// [IGR # 0212] #1269
La pastora guarda vacas / por unos montes arriba,//y un día de grande sol / la pastora se dormía;// [IGR # 0212] #5684
La plana de Vic / n`hi ha una donzella,//burla`s dels fadrins / perquè és boniqueta,// [IGR # 2753+1055] #7857
Lá por trás daquela serra, / vai uma serra Monez,//onde vai uma menina / chamada dona Inês,// [IGR # 0133] #7011
La primera entradita / que el amor tiene//santas y buenas noches / tengan ustedes;// [IGR # 0548] #9444
La princesa a quien los cielos / reverencia en mil altares,//la Virgen a quien se humillan / los ángeles celestiales// [IGR # 0605.1] #5913
La princesa de los cielos / reverencia en mil altares//aquella reina preciosa, / que del paraíso sale,// [IGR # 0605.1] #115
La princesa de los cielos / reverencia mil altares, //la Virgen a quien se humillan / los ángeles celestiales, // [IGR # 0605.1] #4922
La pulga y el piojo / se quieren casar,//la pulga y el piojo / se quieren casar./ / [IGR # 0888] #4780
La quinta esta publicada / la quinta va a publicar//los ojos de la condesa / no se enjugan de llorar// [IGR # 0023+0110] #4280
La reina d` Hungria,//ha tingut un noi / amb molta alegría;// [IGR # 0080] #4828
La reina ha tingut un nen / més bonic que el sol i lluna,//no se l`ha pogut criar, / l`ha tingut que donar a dida.// [IGR # 0802] #3665
La reina Jerifa mora, / la que mora en Almería,//dicen que tiene deseo / de una cristiana cautiva.// [IGR # 0136] #4439
La reina le estaba oyendo / desde su palacio real.//--Oyes, hija mía, oyes, / la serenita del mar.// [IGR # 0049] #9228
La reina salió a paseo / por una montaña arriba//y la han pillado los moros / y se la llevan cautiva// [IGR # 0169] #2488
La reina tiene dolores, / no las puede soportare.//--Cuál estuviera pariendo / en el saray de mi padre,// [IGR # 0153] #3727
La reina xerifa mora, / la que mora en Almería,//dize que tiene desseo / de una quistiana cativa.// [IGR # 0136] #4862
¡Largos son los montes, niña, / largos y malos de andar!//Me amaba un caballero / y yo no le quise amar;// [IGR # 0720] #8129
La rota de los franceses / por la espada de Bernardo,//dentro de la cueva mira / con furia y cólera Orlando,// [IGR # 1521] #8525
La rueda de la fortuna, / como nunca pué estar quieta//a media vuelta que di / me puse allá en alta tierra;// [IGR # 0234] #581
La rueda de la Fortuna / nunca se pudo estar queda//dando vueltas y revueltas, / dando vueltas a la rueda,// [IGR # 0132+0818] #8217
La rueda de la fortuna / nunca se pudo estar quieta//de media roda que distes / me trajistes a esta tierra;// [IGR # 0132+0818] #2021
La rueda de la fortuna / nunca se pudo estar quieta//dieciséis, quince, catorce, / trece, doce, once, diez.// [IGR # 0132] #353
La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quierta;//de una rodada que dio / me echó fuera de su tierra.// [IGR # 0132+0818] #4795
La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quieta//de una rodada que dio / me ha traido aquía a esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #126
La rueda de la fortuna / nunca se pudo ver quieta//de una rodada que ha dado / me ha traido a esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #127
La rueda de la Fortuna, / que jamás anduvo queda//dando vueltas al redor, / dando vueltas esta rueda,// [IGR # 0132+0818] #8218
La rueda de la fortuna / que jamás estuvo quieta//el primer rodazo que dio / en su tierra se presenta.// [IGR # 0132+0818] #124
La rueda de la fortuna / que nunca se estuvo queda//que a la media vuelta que ha dado / me ha traído a esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #125
La sangre de siete culiebras / y la de un largarto vivo,//se la dieron a beber / que le privó los sentidos.// [IGR # 0255+0172] #9269
Las ánimas a tu puerta / suspiran, claman y lloran,//piden que las favorezcas / con tu bendita limosna,// [IGR # 0642] #5766
La Santa Catalina, / era hija de un rey {I}(bis){M}.//Su padre era un pagano, / pero su madre no./ / [IGR # 0126] #4767
La Santa Catalina, / era hija de un rey.//Un día estaba orando, / y el rey la encontró./ / [IGR # 0126] #4766
La Sarita, reina mora, / reina de la morería//dice que tiene deseos / de una cristiana cautiva,// [IGR # 0136] #3246
Las campanas de Belén / se tocan a misa de alba//como es misa de pasión / la Virgen a oírla entrara.// [IGR # 1537.1] #2079
Las campanas de París / están tocando a alba//Entró el noble Montesinos, / entró de noche en la batalla,// [IGR # 1537] #1876
Las cartas y mensajeros / del rey a Bernaldo van:// que vaya luego a las cortes, / para con él negociar.// [IGR # 0027] #1395
Las donas d` aquet veynat / volen fé una picardía,//qu` en volen fé un breña / qu` els seus homes no-hi sigan.// [IGR # 1019] #7879
--Lá se começam as guerras entre Espanha e Aragão,//eu, que sou um pobre velho, as guerras me matarão.// [IGR # 0231] #7543
La serrana encantadora, / cuando quiere ver a un hombre,//se sube al pico ` la sierra / y desde allí le mete voces./ / [IGR # 0233] #7320
Lá se vai Nossa Senhora / com almas ò Paraíso://umas vão p`ra bô mundo, / outras p`ra mau juízo.// [IGR # 2974] #2831
Lá se vai Nossa Senhora / do Egipto para Belém,//com seu menino nos braços, / `ò longe parece bem.// [IGR # 0226] #7741
Lá se vai Nossa Senhora / do Egipto p`ra Belém,//leva um menino nos braços, / é Jesus de Nazaré.// [IGR # 0226] #7735
Lá se vai Nossa Senhora / do Ingito p`ra Belém;//c` o seu menino nos braços, / oh, qu` assim le parece bem.// [IGR # 0226] #7740
Lá se vai Nossa Senhora / para os campos da alegria,//também vai uma donzela, / mui formosa e mui linda;// [IGR # 0456] #7071
Lá se vai o capitão, / com seus soldados . . . guerra,//na dianteira de todos / vai lindo cabo de guerra.// [IGR # 0176] #6484
Lá se vai o conde Aninho, / o seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / armou-lhe um rico cantar.// [IGR # 0049] #6438
Lá se vai o conde Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / deita lhe um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6427
Lá se vai o conde Aninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / formou um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6426
Lá se vai o conde de Flores / por capitão general;//sua mulher deixa mui nova, / do que leva grã pesar.// [IGR # 0190] #6114
Lá se vai o conde Flores, / à guerra! Vai guerrear!//Sete anos andou na guerra / sem a casa lhe lembrar!// [IGR # 0190] #6115
Lá se vai o conde Flores / co`os mouros a batalhar,//deixou a sua `sposa, / que era Dona Guiomar.// [IGR # 0190] #6110
Lá se vai o conde Flores, / por capitão-general.//--Adeus, adeus, minha mãe, / até eu por cá voltar.// [IGR # 0190] #6112
Lá se vai o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe / arma le lindo cantar.// [IGR # 0049] #6433
Lá se vai o conde Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / formou lhe um lindo cantar.// [IGR # 0049] #6431
Lá se vai o conde preso, / lá se vai arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por home mal falado:// [IGR # 0118+0101] #2260
Lá se vai o conde Torres / c` os mouros a batalhar,//a mulher fica mui nova / não cessava de chorar.// [IGR # 0190] #6117
Lá se vem Nossa Senhora / do Egipto para Belém,//lá no meio do caminho / seus olhos deitou além;// [IGR # 0226] #7736
Las glorias de Teresa / yo las quiero contar// Al salir ` la puerta / túvose que retirar// [IGR # 0573] #1830
--Las guardias, las bones guardias / que Deu us dongui `l bon jorn,//lo vostre senyor os manda / que m` ubrieu [á] l` entorn;// [IGR # 0292] #8586
Las guerras se son cridadas / por Francia y a Portugal//ay pare lo meu bon pare / llicencia m en voleu da// [IGR # 0110] #4053
Las heridas que a Medoro / dexaron del todo sano,//a pesar de Sacripante, / de Agricán y de Reinaldos,// [IGR # 2330] #7966
Las hijas de Ceferino / se fueron á pasear//calle arriba, calle abajo, / calle de Santo Tomás.// [IGR # 0826] #3437
Las huestes de don Rodrigo / desmayaban y huían// cuándo en la octava batalla / sus enemigos vencían.// [IGR # 0019] #1386
Las ninas de San Llorens, / un pom d` argent//si s` en van per un boy enllá / tot camí fent.// [IGR # 0998] #8591
Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París,//de damas y de doncellas, / y de caballeros mil,// [IGR # 0468] #9490
Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París//que de damas y doncellas / y de caballeros . . . // [IGR # 0468] #3350
Las ricas bodas se arman / en la ciudad de París,//que de damas y doncellas / y de caballeros mil,// [IGR # 0468] #9485
Las ricas bodas se hacen / en la ciudad de París.//¡Qué de damas y doncellas, / y de caballeros, mil!// [IGR # 0468] #5876
Las seguidillas, niña, / van por tu calle//como van tan corridas, / no hay quien las baile.// [IGR # 0548] #9445
La triste reina de Nápoles / sola va sin compañía,// va llorando y gritos dando / do su mal contar podía:// [IGR # 0314] #1511
Lavaba la Blancaniña, / lavaba y espandía//con lágrimas la lavaba, / con suspiros la cogía.// [IGR # 0113] #4458
Lá vai D. João p`r` à caça, / p`r` à caça de montaria,//anoiteceu-lhe na serra, / que era o que ele mais temia.// [IGR # 0164+0100] #7280
Lá vai Nossa Senhora / lendo na sua paixão,//com seu bendito filho / e mail`o S. Simeão.// [IGR # 0237] #2830
Lá vai o conde de Ninho, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / formou ele um belo cantar.// [IGR # 0049] #6428
Lá vai por onde assoma / o mouro p`la calçada,//olhando p`ra Valença / c`mo iba bem cercada.// [IGR # 0045] #5951
Lá vem a nascer o sol, / lá vem a romper o dia,//lá vem o conde d` Alemanha, / com a condessa dormia.// [IGR # 0095] #6755
Lá vem a nau Caterineta / que traz muito que contar.//Há sete anos e um dia / que andam na volta do mar,// [IGR # 0457] #7779
Lá vem a nau Caterneta, / que me tem que contar.//Sete anos e um dia / sobre as águas do mar,// [IGR # 0457] #7783
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar.//Botaram sola de molho / para domingo jantar;// [IGR # 0457] #7762
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar(e), //ouvi, agora, senhores, / uma história de pasmar(e).// [IGR # 0457] #7756
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar://escutai, se quereis ouvir / uma história de pasmar.// [IGR # 0457] #2859
Lá vem a nau Catrineta / que tem muito que contar,//ouvide, agora, senhores, / uma história de pasmar.// [IGR # 0457] #7795
Lá vem a nau Catrineta / que tem munto que contar.//Passava ano e dia / que num saía do mar;// [IGR # 0457] #7767
Lá vem a nau Catrineta / que traz muito que contar;//venham ouvir, meus senhores, / uma história de pasmar.// [IGR # 0457] #7768
Lá vem dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / mas munto à maravilha.// [IGR # 0503] #6626
La vida de la galera / muy bien que la sé pasar,//siete años estuve en ella, / todos siete por el mar;// [IGR # 0559] #8703
--La vida de la galera / n`es molt llarga de contá;//amor, be m`esperareu / fins qu`hauré fet los set anys.// [IGR # 0559] #8722
La vida de les galeres / ès molt mala de passar.//Set anys ha que vaig en elles / i altres set n`hi he d`anar.// [IGR # 0559] #8711
La vida de les galeres / n`és molt llarga de contar;//jo bé prou la contaria, / que anys hi vaig passar.// [IGR # 0559] #8721
La vida de les galeres, / qui la pogués contemplar;//set anys fa que vai amb elles / i altres set que hi hai d`anar.// [IGR # 0559] #8728
La vida de los carlistas / yo te la sabré contar//desde que llegan al pueblo / no se hartan de preguntar:// [IGR # 0721] #9639
La villa de Lariñena / por todo el mundo es nombrada//ande habita una doncella / discreta y muy bien hablada.// [IGR # 0684] #1987
La Virgen con San José / se juntaron en un día,//la Virge` andaba preñada / que dar paso no podía.// [IGR # 0812+0308.1] #3528
La Virgen del manto negro, / que por el suelo lo arrastra,//lleva en su mano derecha / un rico cáliz de plata;// [IGR # 1537.1+0004.1+0308.1] #4429
La Virgen María, mi madre, / camina para Belén,//en el medio del camino / pide el niño de beber.// [IGR # 0226] #5356
La Virgen Santa María, / madre del Verbo Divino,//guarnecida de humildad, / fue a confesarse un domingo.// [IGR # 0682] #9523
La Virgen se estaba peinando / debajo de una palmera,//los peines eran de plata, / las cintas de primavera.// [IGR # 0098.1] #7953
La Virgen se está peinando / debajo de la alameda,//los cabellos son de oro, / la cinta de primavera.// [IGR # 0098.1] #5754
La Virgen se está peinando / debajo de una alameda;//pasa por allí José, / la dice de esta manera:// [IGR # 0098.1] #8686
La Virgen se está peinando / debajo de una alameda,//los cabellos eran de oro, / las cintas de primavera.// [IGR # 0198.1] #9050
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//el peine será de plata, / la cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4576
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//los peines eran de plata, / la cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4573
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//los peines eran de plata, / su cinta es de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4578
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peinecitos de oro, / su cintica de primavera;/ / [IGR # 0098.1] #4574
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / su cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4579
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata, / sus cintas de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4570
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / y su cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4569
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera;//sus peines eran de plata / y sus cintas de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4566
La Virgen se está peinando / debajo de una palmera,//los cabellos eran de oro, / las cintas de primavera.// [IGR # 0644] #5719
La Virgen se va caminando / del Valle para Belén://En la mitad del camino / pidió el niño agua beber./ / [IGR # 0226] #4589
La Virgen va caminando / caminito de Belén,//como el camino es tan largo / al Niño le ha dado sed.// [IGR # 0226] #9824
La Virgen va caminando, / de paso para Belén.//En la mitad del camino / le pide el niño de beber./ / [IGR # 0226] #4604
La Virgen va caminando / huyendo del rey Herodes,//por el camino ha pasado / grandes fríos y calores.// [IGR # 0512] #3179
La Virgen va caminando / va caminando solita// no lleva más compaña / que el niño de su manita.// [IGR # 2982] #3116
La Virgen y San José / iban a romería,//Tan cansada iba la Virgen / que caminar no podía./ / [IGR # 0593] #4612
La Virgen y San José / iban en su romería//la Virgen iba de parto / que a su paso no podía.// [IGR # 0812] #8255
La visera toda alzada, / y el fuerte escudo embrazado, **2*con sobervio continente / está en el campo Bernardo,// [IGR # 1593] #8520
La viúva de Rogério, / a sua filha mui qu`ria,//e veio lo Galo-Frango, / e por mulher lha pedia.// [IGR # 0133] #7009
Lazarito fue a pedir / a un avariento limosna//no se la quisieron dar, / Cristo le negó su gloria.// [IGR # 0514] #618
Lazarito fue a pedir / en ca un rico labrador//--Quítate de ahí, Lazarito, / que me quitas mi labor.// [IGR # 0514] #623
Lázaro, gran caballero, / amigo y primo de Dios//la limosna que pedimos / la pedimos para Dios;// [IGR # 0514] #621
Lázaro, salió a pedir / a un avariento limosna//la limosna que cojamos / toda ha de ser para Dios.// [IGR # 0514] #617
Leandro co Lizarda, / na riba di torres,//para encontrá, / com sua amores.// [IGR # 0384] #6156
. . . le daban el pan por onzas / y el agua por una medida.// Suéltame de las manos / que de los pies yo me soltarí [IGR # 0438] #995
Legua y media de Garganta, / siete leguas de Plasencia,//habitaba una serrana / metidita en una cueva.// [IGR # 0233] #7443
--Lembras-te, ó Cara-linda, / quando eu te recebi?//do anel de sete pedras / que contigo reparti?// [IGR # 0113] #6343
--Leonardo, Leonardo, / pajem d` elrei tão querido,//bem puderas, Leonardo, / ser duas horas comigo.// [IGR # 0023] #7191
Les banderes son galeres / galeres de Portugal//tambe hi va lo comte ribo / per capita general// [IGR # 0110] #4061
Les guerres ne son cridades / en franc,a i per Portugal//tambe hi ha d anar don llamberto / per capita general// [IGR # 0110] #4050
Les muntanyes de Canigó / són fresques i regalades,//més a més ara l`istiu / que les aigües són gelades,// [IGR # 2752+0309] #7839
Levantai-vos dona Aninhas, / do vosso estado real,//se queres ouvir sereias / que estão no mar a cantar.// [IGR # 0720] #6540
Levantárase Celino / un día de madrugada//vistiérase su camisa / lavada de la colada;// [IGR # 0180] #1768
--Levantaros, las mis hijas, / si vos queréis levantar,//ya veréis la serena / cómo canta en la mar.// [IGR # 0049] #8437
Levanta-se o Frei João, / numa manhã de geada;//bateu às portas da Morena, / pela Morena bradava.// [IGR # 0309] #6835
Levántase un corderillo / la mañana de un San Juan.//--Oí, qué bonito cantan / las sirenas en el mar./ / [IGR # 0049] #4627
--Levanta-te, Jeluvina, / dessa cama de dormir,//vem ouvir o cego / cantar e pedir.--// [IGR # 0189] #7024
Levántate Marianita, / y arréglale de almorzar,//docena y media de huevos / revueltos con solimán.--// [IGR # 0255+0172] #8469
--Levántate, Narvolinda, / te quieres levantar//oirás cantar la sirena / del otro lado del mar.// [IGR # 0049] #8445
--Levanta-t` ó dona Aninhas, / se queres ouvir cantar,//`ò são nos anjos no céu, / `ò a areia no mar.// [IGR # 0720] #6525
Levantéivos, nuera, / mi nuera garrida.// tejeréis las cintas / de vuestra camisa,// [IGR # 0373] #8883
--Levántese mi madre / del dulce dormir//y veréis a un pobre / cantar y pedir.// [IGR # 0189+0155] #4466
Levantime madre / un día de mañanica;//me fue a lavar la cara / onde el sol salía.// [IGR # 0169] #2503
Levantóse Bueso / lunes de mañana;//tomara sus armas / y a la caça iría.// [IGR # 0080] #4823
Levantóse el conde Nino / mañanica de San Juan//fue a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9083
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar a beber a sus caballos / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9102
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orilla da 1a mar.// [IGR # 0049] #9072
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9080
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9092
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9113
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / y a la orilla del mar.// [IGR # 0049] #9079
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / y a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9078
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//fu` a dar agua a su caballo / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9089
Levantóse el conde Nino / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a la orilla de la mar.// [IGR # 0049] #9085
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan,//fue a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9074
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//fue a dar agua a sus caballos / en las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9094
Levantóse el conde Niño / mañanita de San Juan//y a dar agua a sus caballox /y a la orilla de la mar,// [IGR # 0049] #9095
Levantóse el niño Lirio / la mañana de San Juan//a darle agua a sus caballos / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4620
Levantóse Gerineldo / que al rey dejara dormido:// fuése para la infanta / donde estaba en el castillo.// [IGR # 0023] #1583
Levantóse Güeso / lunes de mañana,//aleara sus armas / y a la caça iría.// [IGR # 0080] #4813
Levantóse Güeso / lunes de mañana,//tomara sus armas / a la caça iría.// [IGR # 0080] #4817
Levantóse Hueso / lunes de mañana,//alçara sus armas / pa la caça iría,// [IGR # 0080] #4821
Levantóse la Blanca Niña / mañanita de San Juan,//quitóse paños de siempre / y a la mar se fue a lavar.// [IGR # 0132] #8834
Levantóse la mi madre / el lunes por la mañana,//ensillando mi caballo, / contemplando mi guitarra.// [IGR # 0436] #5454
Levantóse Ueso / lunes de mañana,//tomara su armas / y a la caca iría.// [IGR # 0080] #4803
Levantouse Frei João / numa linda madrugada, //foise às portas da Morena, / da Morena malfadada. // [IGR # 0309] #6814
Levantou-se Frei João / numa manhã de geada,//abotoando os seus calções, / tocando em sua guitarra.// [IGR # 0309] #6838
Levantou-se Frei João, / um dia de madrugada,//só para ver a Morena, / a Morena malfadada.// [IGR # 0309] #6834
Levantou-se o pobrezinho / em caso de necessidade//pois foi a casa do rico, / que asmola não lhe quis dar.// [IGR # 0514] #2186
L`hem perduda, l`hem perduda, / la carta de navegar,//fa nou mesos esteim dins s`aigua / sense terra mai trobar.// [IGR # 0457+0180] #9771
Lindas nuevas, lindas nuevas, / que se cantan por España,//que el príncipe de Don Juan / malito se halla en la cama.// [IGR # 0006] #9052
Lindas voces, lindas voces, / se pasean por España.// El príncipe de don Diego / está malito en cama.// [IGR # 0006] #2353
L` infantet no vol callar / ni en bressol ni en cadira,//ni tampoc amb un pom d` or / que la dida l` hi tenia,// [IGR # 0802] #4562
--Lisarda, amor Lisarda, / Lisarda, amor primeiro,//se tu me deras um beijo, / Lisarda amor verdadeiro.// [IGR # 0159] #6093
Lito, lito de oro, / yo filando en mi francés,//le dije a una gran señora, / ¡Qué buenas hijas tenéis [IGR # 0224] #4700
Llamaron al conde Linos / de capitán general;// la triste de su esposa / no cesaba de llorar.// [IGR # 0110] #1153
Llegando un día festivo / fue un caballero a la iglesia//y se vino a arrodillar / contra un difunto de piedra.// [IGR # 0130] #340
Llevan al conde de Luna / a ser capitán general.//la condesa como es niña / no ha cesado de llorar// [IGR # 0110] #3960
LLevantándome yo un llunes, / un llunes pe la mañana//llevantándome yo un lunes, / se levantó la mi Olaya.// [IGR # 2805] #8310
Lloraba la condesita, / que mas tiene que llorar//que al conde Florez lo llevan / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3984
Lloraba la pelegrina / tenia por que llorar//que se ha ido el conde Florez / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3988
Lloraba la pelegrina / tiene por donde llorar//que se ha ido el conde Flores / a la guerra a pelear// [IGR # 0110] #3983
Lo Baptista no deserto, / entre flores assentado,//`nuncia p`ra tod`à terra: / Glória, que Deus é nado// [IGR # 2922] #2802
Lo conde morreu nas guerras, / grandes guerras dalgum dia,//seu filho, lo conde Nino, / nos paços d` el-rei se cria,// [IGR # 0440] #6202
Lo dia de Corpus, Corpus, / de Corpus, Corpus, / n`és dia de professon.// [IGR # 1041] #9798
Lo dia de sant Antoni / de Burgos vàrem partir,// quan ne fórem per la via, / vaig encontrar un pelegrí.// [IGR # 0168] #5780
Lo frade lá vai de bragas / na manjerona caçar;//qual la caç`a qu`ele foi / bem será d`adivinhar// [IGR # 2962] #2762
Lo matí de Sant Joan, / com n`és matí d`alegría,//son pare, per dar-li`n gust / collir violes l`envía.// [IGR # 0169] #2502
Lo petit vailet / dematí es llevà,//`gafa les beinetes / i se `n va a llaurar.// [IGR # 0982] #7925
Lo que le encargo, mi padre, / lo que siempre le encargaba://que la doña Teresina / de mi queda embarazada.--// [IGR # 0006] #2470
Lo rei n ha fet fer una crida / per espanya i Portugal//que han d ana a troba a don carles / per capita general// [IGR # 0110] #4066
Lo romeu i la romeua / anaren a Montserrat,//la [romeua va descalça, / lo romeu va calçat]// [IGR # 2700] #7916
Los altos hombres del reino / del rey don Alonso el Magno,//viendo la tierra estragada / y ser tan grande el estrago// [IGR # 1548] #8501
Los casa . . . con Elena, / Elena en el Monte Adán.//La casaron con un viejo, / no cesaba de llorar.// [IGR # 0311] #4833
Los curas no se enamoran / pero aquel se enamoró,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #5571
Los dos queridos amantes / que se quieren en extremo//no tienen nada de suyo / ni Antonia ni Juan Moreno.// [IGR # 0207] #2089
Los fadrinets de Montblanch / voluntaris van á Fransa:// Reverent Senyo Plebá, / aquí te la fadrinalla:// [IGR # 2747] #6397
Los mandamientos de amor, / niña, te vengo a cantar,//incorpórate en la cama / si los quieres escuchar.// [IGR # 0199] #5768
Los mozos de Monleón / se van a arar muy temprano//pa venir al mediodía / y mirarse . . . // [IGR # 0371] #545
Los ojos de la romera / no han dejado de llorar//que se llevan a don Bardo / por capitán general.// [IGR # 0110] #3942
Los pejes que andan al hondo, / por sobre el agua salían//Los pejes que andan al hondo, / por sobre el agua salían,// [IGR # 0413] #1961
Los Reyes son pididores / la primer fiesta del año//donde damas y doncellas / a Dios piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #398
Los Sacramentos del alma, / niña, te vengo a cantar,//asómate a la ventana / si los quieres escuchar.// [IGR # 0211] #5772
Lo vivía un soldadito / en la ley de Dios humana//que tenía devoción / ir a misa a Santa Clara.// [IGR # 0445] #2159
l rey moro tiene un hijo / que Tranquilo le llamaban.//día estando en la mesa / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #4526
Lucía se paseaba / por aquella morería.//Se la encontraron los moros / y se la llevan cautiva.// [IGR # 0169] #2550
Luego armaron una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo pusieron / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4325
Luego se formó una guerra / en rayas de Portugal,//a Gerineldo le escogen / de capitán general// [IGR # 0023+0110] #9419
Luis Ortiz se llama el mozo, / Luis Ortiz el afamado//una tarde, estando a solas, / fue su padre a aconsejarlo.// [IGR # 0766] #2015
Luis Ortiz se llama el mozo, / Luis Ortiz es el famoso;//llámalo un día su padre / a solas a aconsejarlo.// [IGR # 0766] #3561
Lunes era, lunes / de Pascua Florida;//guerrean los moros / en campos de olivas,// [IGR # 0169] #8854
Lunes era, lunes / de Pascua florida,//guerrean los moros / en campos de oliva.// [IGR # 0169] #2517
Luz del día y claridad, / que el día mos das el sol //y la noche claro lunar, / la mañanica las estrías,// [IGR # 0476] #8912
--Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello,//preciso es que tenga frío, / el pobrecito está en cueros.// [IGR # 0179] #5760
Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello,//que dice que tiene frió / porque viene medio en cueros.// [IGR # 0179] #5759
--Madre, a la puerta hay un Niño / más hermoso que el sol bello,//que viene muerto de frío / porque el pobre viene en cueros.// [IGR # 0179] #5763
Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío, / mas sin duda es que está en cueros.// [IGR # 0179] #372
Madre, a la puerta hay un niño / más hermoso que el sol bello//y dice que tiene frío / porque el pobre viene en cueros.// [IGR # 0179] #367
Madre, deme usted la ropa, / que me voy a la corrida//en busca del toro bravo / a echarle la banderilla.// [IGR # 0371] #1934
--Madre, échame la bendición, / que me marcho a buscar//al conde de la Romera / que pretende de casar.--// [IGR # 0110] #9604
Madre, en la puerta está un niño / más hermoso que el sol bello,//seguro es que tenga frío, / que lo hallo medio en cueros.// [IGR # 0179] #3079
Madre, Francisco no viene, / madre, Francisco ya tarda//--Calla tonta, calla boba, / cállate, disparatada,// [IGR # 0193] #1931
--Madre, Francisco no viene, / madre, Francisco ya tarda,//Y su madre la decía: / --Calla, hija desesperada,// [IGR # 0193] #5616
--Madre mía, qué bien canta / la serena de la mar.//--No es la serenita, madre, / ni tampoco el serenal,// [IGR # 0049] #9201
Madre mía, si me muero/ de este mal que Dios me ha dado,//por mí no toquen campanas/ ni me entierren en sagrado;// [IGR # 0101] #4901
Madre, qué linda noche, / cuántas estrellas,//ábreme la ventana / que quiero verlas.// [IGR # 0195] #3056
--Madre, ¿quier` usté que vaya / un ratito a l` alameda//con las niñas de Merino, / que tienen buena merienda?--// [IGR # 0826] #3436
Madre, si yo me muriese / de este mal que Dios me ha dado//por mí no toquen campanas / ni me entierren en sagrado,// [IGR # 0101] #73
Madres que tenéis hijas, / no las caséis con pastol,//no las vaya a sucedel / lo que a mí me sucedió,// [IGR # 2759] #9535
Madrugaba Baldomino, / madrugaba de mañana,// a dar agua a su caballo / a las orillas del agua.// [IGR # 0180] #1283
Madrugaba Condelino / como solía madrugar,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #774
Madrugaba Conde Lino / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8433
Madrugaba conde Olino / a las orillas del mar.// Mientras el caballo bebe, / conde Olino echa un cantar,// [IGR # 0049] #766
Madrugaba conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8462
Madrugaba don Alonso / las mañanas del domingo,//a la puerta Mariana / a pasear su rocino.// [IGR # 0255+0172] #9268
Madrugaba don Alonso, / mañanita del domingo//a llevar su caballo al agua / y a llevar el su rocino// [IGR # 0255+0172] #9272
Madrugaba don Alonso / mañanita un domingo// a vestirse y calzarse / y a ponerse muy polido.// [IGR # 0172] #831
Madrugaba el conde Flores / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049+0104] #8419
Madrugaba el conde Lino / como solía madrugar,// a dar su caballo al agua / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #777
Madrugaba el conde Lino / mañanita de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #3765
Madrugaba el conde Lino / mañanita de San Juan//a darle agua [a] su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9114
Madrugaba el conde Linos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / y a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8454
Madrugaba el conde Linos / mañanitas de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8397
Madrugaba el conde, madre, / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9731
Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan //a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #4905
Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5385
Madrugaba el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9214
Madrugaba el conde Niño / la mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a orillas del mar.// [IGR # 0049] #8467
Madrugaba el conde Niño / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8401
Madrugaba el conde Olino / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9727
Madrugaba el conde Olinos / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9736
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8459
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #313
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #325
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #786
Madrugaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / y a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9233
Madrugaba el conde Olivos / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5281
Madrugaba el vizconde / a las orillas del mar//a dar agua a sus caballos / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #5388
Madrugaba Fernandito / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9724
Madrugaba Galiarda, / hija del rey Galiardo;//no madruga por oír misa / ni la mata ese cuidado,// [IGR # 0149] #3616
Madrugaba Gerineldo / mañanita de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las corrientes del mar.// [IGR # 0023] #179
Madrugaba Marcelino / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9738
Madrugaba Teresina / un lunes muy de mañana// a empañar hijos del rey / a lumbres de una reclama.// [IGR # 0802] #851
Madrugaba un caballero / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9134
Madrugaba un caballero, / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9144
Madrugaba un labrador / tres horas antes del día.//La noche se le acercaba / y el sol se le oscurecía.// [IGR # 0185] #4794
Madruga don Bolso / mañanita fría//por tierras y montes / a buscar la niña.// [IGR # 0169] #3248
Madruga don conde Linos, / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #781
Madruga don Fernandito / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos, / si la quisieran tomar.// [IGR # 0049] #5391
Madruga don Hueso / mañanita fría,// a buscar amores / a la morería,// [IGR # 0169] #1210
Madruga el conde don Linos / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #788
Madruga el hijo del conde / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9720
Madrugara conde Niño / no soliendo madrugar//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8413
Madrugara conde Olinos / mañanitas de San Juan,// a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #768
Madrugara don Alonso / la mañana de un domingo,// a vestirse y a calzarse / y a ponerse muy pulido,// [IGR # 0172] #830
Madrugara don Alonso / mañanitas de Domingo//ya lleva el caballo al agua / y a tomar de su rocío.// [IGR # 0172] #3387
Madrugara el conde Niño / como solía madrugar//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8411
Madrugara Marianita / madrugara Mariana//apañal hijos del rey / a la luz de una retama.// [IGR # 0802] #3422
Madrugara un pastorcillo / un lunes muy de mañana// a recoser su cerrón / y a remendar la zamarra;// [IGR # 0235] #1322
Madrugó don Güeso / una mañanita//por tierra de moros / a buscar amiga.// [IGR # 0169] #3249
Madrugué hacer un corderillo / por la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4628
Madugaba el conde Olinos, / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar,// [IGR # 0049] #9246
--Magdalena, Magdalena, / tu a sermó n`ets anada?//--No per cert, germana Marta, / a sermó no hi sóc anada.// [IGR # 2705] #7909
Maio, era por Maio, / ao abrir da Primavera,//lá se vai o capitão / c` os soldados para a guerra.// [IGR # 0176] #6478
Maio era por Maio e o Abril a Primavera,//quando el-rei D. João / mandara quintar a terra.// [IGR # 0176] #6479
Maio, era por Maio, / pela linda Primavera,//lá se vai o capitão / com seus soldados . . . guerra.// [IGR # 0176] #6466
Majo, majo, y majo / aua en el mortero,//no hay quen se agedee / de este forastero.// [IGR # 0189] #8021
Mala está la reina mora, / llena de malaconlía,// le manda al rey dir a caza / y a los lejos de la oliva,// [IGR # 0136] #1196
Mala lancita le dé un cristianito, / le den que le partan el alma//a ese morito mal nacido / que de lo suyo se negaba.// [IGR # 0230] #1905
Malalta estay malalta / la filla del rey francés,//que dingú l` anava á veure / ni damas ni cavallés.// [IGR # 0299] #8581
Malalta n` está la Amelis, / la filla del rey francés,//ya la van á veure comtes, / comtes y barons y reys.// [IGR # 0299] #8579
Malalt era malalt / /lo comte de Florencia.//Malalt era malalt / en terra de Valencia// [IGR # 2722] #8603
Malas nuevas, malas nuevas, / se suenan por Portugal,//que al conde Flores le llevan / por capitán general.// [IGR # 0110] #3884
Malato está el hij^o del reye, / malato está que non salvaba,//Siete doctores lo miran. / los mexores de Granada;// [IGR # 0006] #9310
Malato está el hijo del reyes / hazino que no salvava.//Siete doctores lo miran, / ningunos le hazen nada.// [IGR # 0006] #9315
Malato está el hijo del rey / malato que non salvava.//Siete dotores lo miran / los mijores de Granada.// [IGR # 0006] #2479
Malbuena se paseaoa / de la sala al ventanal,//con los dolores de parto / que la hacían arrodillar.// [IGR # 0153] #5465
Maldita seas, princesa, / de tripas y corazón//siete partos has tenido / y ningún hijo varón!// [IGR # 0231] #513
Maldita seas ventura / que así me hazes andar,//desterrado de mis tierras / de donde soy natural// [IGR # 0742] #5899
--Maldita sejas, Malvora, / por um lado do coração,//de sete filhos que has tido / não saíu nenhum varão!// [IGR # 0231] #7494
--Mal hajas tu, ó mulher, / mais a tua condição!//Sete filhas que eu tive / sem nenhuma ser varão.// [IGR # 0231] #7513
--Mal hajas tu, ó mulher, / ma` lo leite que mamaste,//sete filhas que tiveste / sem nenhuma ser varão!// [IGR # 0231] #7526
--Mal hajas tu, rainha, / mal haja a tua geração;//de sete filhas que temos, / nenhuma saiu varão.// [IGR # 0231] #7507
--Malhaya tripa de madre / que tanta hixa nació//parió siete hijos hembras / sin ningún hixo varón.// [IGR # 0231] #3409
Malito estaba Don Carlos, / muy maliño na sua cama//mandó. . . siete dotores / de los mejores de España// [IGR # 0006] #2411
Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama;//tres doctores van a verle, / toos los mejores de España.// [IGR # 0006] #2433
Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama// siete médicos le asisten / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2355
Malito estaba don Juan, / malito estaba en la cama,// siete médicos lo asisten / de los mejores de España,// [IGR # 0006] #2356
Malito estaba don Juan / malito estaba en la cama// vinieron siete doctores / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2357
Malo estaba el buen reye, / malo está que s` alaba.//Siete doctores lo rijen, / de ninguna repuesta daba.// [IGR # 0006] #9306
Malo estaba esse rey, / esse rey de Salamanca;//Malo está de callentura, / que otro mal no se le hallaba.// [IGR # 0006] #2481
Malo está el buen rey, / malo está que non sanaba.//Siete dotores lo ri?en,___dotores de alta fama.// [IGR # 0006] #9305
Malo está el hij^o del rey, / malo está que non sanaba.//Siete dotores lo miran, los más grandes de Granada.// [IGR # 0006] #9313
Malo esta el hijo del reye, / malo esta que no salva.//Siete dotores lo miran, / los mijores de Granada;// [IGR # 0006] #9314
Malo está el hijo del rey / ese rey de Salamanca,// [IGR # 0006] #9301
Malo está el hijo del rey, / malo está, no se levanta;//ya vienen todos los médicos, / todos los que había en España.// [IGR # 0006] #2421
Malo está el hijo del rey, / malo está y no se levanta,//con un dolor de cabeza / y una calentura ingrata.// [IGR # 0006] #2418
Malo está el hijo del rey, / malo está y no se levanta,//con un dolor de cabeza / y una calentura ingrata.// [IGR # 0006] #2413
Malo está el hijo del rey / malo está y no se levanta//con un dolor de cabeza / y una calentura mala.// [IGR # 0006] #3430
Malo está y el buen rey, / lo está que non sanaba.//Siete doctores lo rigen, / ctores de grande fama;// [IGR # 0006] #5895
--Mal o hajas tu, mulher, / e mai` la tua condição,//sete filhas que tivemos, / nenhuma saiu varão!// [IGR # 0231] #7496
Malo `staba esse rey / y esse rey de Salamanca,//malo esta de calentura / y otro mal no se le añada.// [IGR # 0006] #9296
Maltato está el hij^o del rey, / malato que non salvaba.// Siete doctores lo miran, / los mejores de Granada.// [IGR # 0006] #9311
Malveliña se pasea / na súa sala real,// con los males de parir / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #1113
--Mamá, ¿quiere usted que vaya / un ratico a la alameda//con las hijas de Merino / que llevan ricas meriendas?--// [IGR # 0826] #5178
Mamá, quiere usted que vaya / un ratito a la alameda//con las niñas de Medina, / que llevan rica merienda?// [IGR # 0826] #3066
--Mamá, ¿tú me dejas ir / un ratito a la alameda//con las hijas de Merino / que llevan ricas meriendas?--// [IGR # 0826] #5179
Mambrul se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá.//si vendrá pa la Pascua / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #3
Mambrú se fue a la guerra, / ay, Mambrú, ¿cuándo vendrás?//Quedó para la Nochebuena, / ay, Mambrú, no vuelve más./ / [IGR # 0178] #4762
Mambrú se fue a la guerra, / montado en una perra. La perra se cayó / y Mambrú se reventó./ / [IGR # 0178] #4761
Mambrú se fue a la guerra, / muy pronto volverá.//Será para Año Nuevo / o para Nochebuena,// [IGR # 0178] #5231
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá.//Allá viene el cartero, / ¿Qué noticias traerá?// [IGR # 0178] #5229
Mambrú se fué a la guerra, / no sé, cuando vendrá,//Me he subido a la tumba, / a ver, si aun vendrá,/ / [IGR # 0178] #4757
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si será para Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #5251
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá//si vendrá pa la Pascua / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #6
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si vendrá pa la Pascua / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #2
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,// si vendrá pa las Pascuas / o pa la Navida [IGR # 0178] #9626
Mambrú se fue a la guerra / no sé cuándo vendrá, //si vendrá pa las Pascuas / o pa la Trinidad// [IGR # 0178] #9630
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuando vendrá,//si vendrá para la Pascua / o pa la Navidad.// [IGR # 0178] #7820
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si vendrá para la Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #5249
Mambrú se fue a la guerra / no sé cuándo vendrá,//si vendrá por la Pascua / o por la Navidad.// [IGR # 0178] #5248
Mambrú se fue a la guerra, / no sé, cuando vendrá.//Si vendrá por la Pascua / o por la Trinidad./ / [IGR # 0178] #4756
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si vendrá por la Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #5250
Mambrú se fue a la guerra, / no sé cuándo vendrá,//si viene pa la Pascua / o pa la Trinidad.// [IGR # 0178] #9632
Mambrú se fue a la guerra, / no se cuándo vendrá,//vendrá para la Pascua / o pa la Navidad.// [IGR # 0178] #5246
Mambrú se fue a la guerra, / quizá cuando vendrá.//Vendrá para la Pascua / o para Trinidad.// [IGR # 0178] #5228
Mambrú se fue a la guerra / y no sé cuándo vendrá;//si vendrá por Pascua y Reyes / o vendrá por Navidad.// [IGR # 0113] #5328
Mambrú se fue a la guerra / y no sé cuándo vendrá,//si vendrá pa la Pascua / o pa la Navidad.// [IGR # 0178] #5245
Mambrú se fue a la guerra / y no sé cuándo vendrá,//vendrá para la Pascua / o para Navidad.// [IGR # 0178] #5239
Mambrú se fue a la guerra, / y nunca regresó.// [IGR # 0178] #5236
Mañana de primavera, / mañanita de primor,//vi venir una morita, / que era más bella que el sol,// [IGR # 0169] #2533
Mañana nombra a una quinta / y a Gerineldo de capitán general.//Un día estando comiendo / el rey empieza a preguntar:// [IGR # 0023+0110] #4221
Mañanciña de San Juan / anda a auga enamorada//e estando Nõsa Señora / collendo n`a flor d`a augã, [IGR # 0104] #3587
Mañanica, mañanica, / mañanica de San Juan,// llevó su caballo al agua / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #779
Mañanita de los Reyes, / la primer fiesta del año//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0046] #3225
--Mañanita de San Juan / asómate a la ventana//y verás los segadores / segando trigo y cebada.// [IGR # 0161] #4799
Mañanita de San Juan / cayó un marinero al agua//--¿Qué me das, marinerito, / por que te saque del agua?// [IGR # 0180] #3222
Mañanita de San Juan / corre la agua linda y clara//cuando la Virgen María / a la tierra se abajara,// [IGR # 0104] #3254
Mañanita de San Juan, / cuando el sol alboreaba//bajó Nuestra Señora / a bendecir la flor del agua.// [IGR # 0104] #1723
Mañanita de San Juan / cuando el sol alboreaba//estaba la Virgen María / lavándose en una fuente muy clara,// [IGR # 0104] #9840
Mañanita de San Juan, / cuando el sol arboleaba//iba la Virgen María / por un cantarito de agua.// [IGR # 0104] #160
Mañanita de San Juan / cuando el sol narboleaba,// cuando la Virgen María / se lavaba pies y cara.// [IGR # 0104] #1257
Mañanita de San Juan, / cuando el sol revoleteaba//bajó la Virgen del cielo, / la bencición echa al agua.// [IGR # 0104] #163
Mañanita de San Juan, / cuando Gerinaldo va//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar;// [IGR # 0023] #1694
Mañanita de San Juan / cuando Guerineldo va//a dar agua a sus caballos / a las corrientes del mar,// [IGR # 0049] #8436
Mañanita de San Juan / el sol se extiende en su centro//por la marina caminaban / muchas damas en concejo,// [IGR # 0372] #3258
Mañanita de San Juan / [. . .] //fui a dar agua a mi caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9136
Mañanita de San Juan / . . . //llevé mi caballo al agua / y a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8466
Mañanita de san juan / madrugaba conde niño//a dar agua a su caballo / a las orillas del rio// [IGR # 0110] #4045
Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara//cuando las piedras preciosas / saltan y bailan en ` agua,// [IGR # 0104] #8187
Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara//cuando la Virgen María / de los cielos se bajara,// [IGR # 0104] #8185
Mañanita de San Juan, / mañanita linda y clara,//(y) ¡ay, quién tuviera la suerte / de aquella samaritana!// [IGR # 0017] #9827
Mañanita de San Juan, / mientras el sol arboleaba//pasó la Virgen María / al pie de una fuente clara,// [IGR # 0104] #158
Mañanita de San Juan / por la mañana temprano//se levanta el conde Niño / a dar agua a su caballo.// [IGR # 0049] #9193
Mañanita de San Juan / salió al mar velera lancha,//diez bizarros marineros / y el patrón la tripulaban.// [IGR # 2680] #3304
Mañanita de San Juan / se levantó Gerineldo//a dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro.// [IGR # 0049] #8428
Mañanita de verano, / mañanita de San Juan,//cuando el conde y la condesa / a coger flores se van// [IGR # 0110] #3954
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba;//grande fiesta hacen los moros / por la bella de Granada;// [IGR # 0013] #8475
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba;//gran fiesta hacen los moros / por la bella de Granada;// [IGR # 0013] #8481
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiesta hacen los moros por la bella de Granada.// [IGR # 0013] #8476
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiesta hacían los moros / en la bella de Granada.// [IGR # 0013] #8472
Mañanita era, mañana, / al tiempo que alboreaba,//gran fiestas hacen los moros / en la bella de Granada,// [IGR # 0013] #8478
Mañanita era, mañana, / mañanita de oración, ****cuando mozas y galanes / van a la predicación;// [IGR # 0107] #8832
Mañanita era mañana, / mañanita de orasión,//cuando mosas y galanas / iban a la admirasión;// [IGR # 0107] #4866
Mañanita era, mañana, / mañanita de San Juan,//mientras los cabayos beben / el conde dize un cantar// [IGR # 0049] #9099
Mañanita, la mañana, / mañanita de San Juan//llevo mi caballo al agua / a las corrientes del mar.// [IGR # 0049] #8468
Mañanita, mañanita, / mañana de San Simón,//entre damas y galanes / van a oir misa y sermón.// [IGR # 0107] #9434
Mañanita, mañanita, / mañana de San Simón,//estaba una señorita / sentadita en su balcón// [IGR # 0234] #3022
Mañanita mañanita, / mañanita de primor,//cautivaban a una mora / que era más bella que el sol.// [IGR # 0169] #2590
Mañanita, mañanita, / mañanita de primor,//me encontré con una mora / que es más bonita que el sol.// [IGR # 0169] #2958
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,// [IGR # 0049] #9108
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan;//mientras mi caballo al agua / yo a la orillita del ma[r],// [IGR # 0049] #9122
Mañanita mañanita / mañanita de san juan//cuando el conde y la condesa / a cortar flores se van// [IGR # 0110] #3997
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//fue a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #307
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//llevé me caballo al agua / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9125
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//mi caballo al agua / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9121
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//mientras mi caballo bebe / yo me divierto en cantar.// [IGR # 0049] #9127
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se paseaba el rey-conde / a las orillas del ma[r].// [IGR # 0049] #9156
Mañanita, mañanita,/ mañanita de San Juan,//se paseaba el viscond / por la orillita del mar.// [IGR # 0049] #9112
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se paseaba el vizconde /por la orilla del mar.// [IGR # 0049] #9726
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan//se pasea el conde Niño / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9111
Mañanita, mañanita, / mañanita de San Juan,//se pasea Gerineldo / por la orillita del mar;// [IGR # 0023] #9479
Mañanita, mañanita, / mañanita de sol era,// cautivaron a una mora, / más hermosa que el sol era.// [IGR # 0169] #9773
--Mañanita, mañanita, / yo a las mis bodas te brindo.//--Esas bodas, don Alonso, / yo creí que eran conmigo.// [IGR # 0172] #9260
Mañanita qué ventura / en la rivera del mar//como tuvo el conde Arnaldos, / mañanita de San Juan.// [IGR # 0435] #7943
Mañanitas de San Juan, / cuando el agua serenaba,// estaba la Virgen María / en una fuente muy clara,// [IGR # 0104] #1254
Mañanitas de San Juan, / cuando madruga la estrella,// con el resplandor que hacía / madrugaba la Romera,// [IGR # 0192] #1241
Mañanitas de San Juan, / madruga el lindo don Juan// y a dar agua a sus caballos / y a las orillas del mare;// [IGR # 0183] #860
Mañanitas de San Juan / madruga el rey por la estrella//vestido de armas y todo / como rey que va a la guerra;// [IGR # 0192] #8336
Mañanitas, mañanitas, / cuando las fuertes calores, //cuando los toritos bravos, / los caballos corredores, //` [IGR # 0049] #9248
Manda el rey hacer la guerra / de Abegas hasta Aguilar//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4178
Mandan a prender al conde / y a ponerle en mal estado;//no es por hurto que había hecho / ni armas que había hurtado;// [IGR # 0118] #8845
Mandara el rey pregonar, / mandara echar un pregón:// a todo conde de España / que le diesen un varón.// [IGR # 0231] #905
Mandó a doscientos mil moros / que lo fueran a matar,//y lo encontraron sistiando / a las orillas del mar.// [IGR # 0049+0796] #8969
Mandó el rey que pregonaran / y que echaran un pregón//cada una de las casas / que le dieran un varón.// [IGR # 0231] #5581
Mandó que movieran guerras / a Murcia y a Portugal//y al conde de Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4256
Manhã de S. João, / pelas manhãs do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6163
Manhana de S. João, / pelas manhãs do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6171
Manhanas do S. João, / pelas manhanas do alvor.//Não sei quando é de dia, / nem quando arraia o sol,// [IGR # 0078] #6169
Manhaninha de S. João, manhaninha de alvorada,//Jesus Cristo se passeia `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7572
Manhaninha de S. João, / ou pela manhã do alvor,//Jesus Cristo se passeia / duma fontinha `ò redor,// [IGR # 0104] #7575
Manhaninha de S. João, / pela manhã d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7573
Manhaninha de S. João, / pela manhã do alvor,//não sei quando é de dia, / nem quando arreia o sol,// [IGR # 0078] #6164
Manhaninha do S. João, / pela manhã do alvor,//todos os criados vão / visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6162
Manhaninhas de S. João, / pelas manhãs da alvorada,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7571
Manhaninhas do S. João, / manhaninhas de grande gala,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7564
Manolito cayó enfermo / Manolito cayó en cama//vinieron cuatro doctores / de los mejores de España// [IGR # 0006] #2405
Maravilhas do meu velho / eu estou para contar,//que me deu real e meio / para vestir e calçar,// [IGR # 0362] #2884
Marbuena se paseaba / de la cama al ventanal,//entre paseo y paseo / dolor de parto la da.// [IGR # 0153] #5459
Marbuena se paseaba / del balcón al ventanal,//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5460
Marbuenita se pasea / por la sala ventanal//con los dolores de parto / que le hacen arrodillar;// [IGR # 0153] #3433
. . . Marcelino / a las orillas del mar.//Mientras el caballo bebe, / Marcelino echa un cantar,// [IGR # 0049] #8456
[Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9733
Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9742
Marcelino madrugaba / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / y a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9718
Marcelino se levanta / a las orillas del mar//a dar agua a su caballo / o las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9170
Marcelino se pasea / por la orilla del mar//mientras el caballo bebe / Marcelino echa un cantar// [IGR # 0049] #9741
Marcha un hombre de mañana / a ver sus viñas y trigos//la buena de su mujer / para la iglesia ha cogido,// [IGR # 3003] #2171
Marguena se está paseando / de la sala al ventanal; //la dan dolores de parto / que la hacen arrodillar. [IGR # 0153] #4877
--María Antonia, María Antonia, / tú no sabes lo que has hecho//despreciar un primo hermano / para hablarle a un extranjero.// [IGR # 5051] #3201
María, Madre de Gracia,| / Madre de Misericordia//y a vuestros favores pido / una divina pastora.// [IGR # 0104] #165
--María, María, / más blanca que el día,//desposada era, / con don Güeso iría.// [IGR # 0148] #4486
Mariana fuei a su huerto, / (ay) a su huerto florido.//Cogido de siete yerbas, / siete yerbas ha cogido,// [IGR # 0172] #9590
Mariana, Mariana, / pra mis bodas te convido//--Esas bodas, don Alonso, / debían de ser conmigo.// [IGR # 0172] #1852
Marianinhas de S. João, / pela manhã d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / ao redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7560
Marianita, como era tan lista, / al jardín florido subió;//ya le baja el pan, / ya le bajaba el vino.// [IGR # 0255+0172] #9266
Marianita salió de paseo / y al encuentro salió un militar,// y le dice: Dónde vas, Marianita? / Hay peligro por no declarar.// [IGR # 0175.9] #3047
Marianuca se pasea / de la sala para el ventanal//con dolores de parir, / de parir o reventar.// [IGR # 0153] #8155
María se está peinando / enfrente de una palmera;//el peine era de plata / y la cinta de primavera./ / [IGR # 0098.1] #4580
Maridito mío, / si tú me quisieras//a la tuya madre / fuera(s) y le dijeras.// [IGR # 0155] #3007
Marinero cayó al agua, / sin decir: ¡Jesús me valga!//--¿Qué me pagas, marinero, / si yo te saco del agua?--/ / [IGR # 0180] #4672
Marinero, marinero / voces daba, que se ahogaba,// y le respondió el demonio / pal otro lado del agua:// [IGR # 0180] #1282
--Marinero, por tu vida, / no me eches a la marina.//Llévame onde el mi padre, / mi padre que me risgate.--// [IGR # 0405] #8120
Marinero se fue a un viaje / del Valle para la Habana.//Al tiempo, que ya venía, / se fue marinero al agua./ / [IGR # 0180] #4673
Marinharo dava gritos, / dava gritos, qu` intovam//e o demonho le respundeu / de altas torres dond` istava:// [IGR # 0180] #7707
Martra es lleva dematí, / Martra dematí es llevave,//Martra diu á Magdalena / --si al sermó n` haveu anada.--// [IGR # 2705] #6368
Más allá de Guadalupe, / junto a las pilas del agua,// habita una viudina / muy guapa y muy resalada,// [IGR # 0006] #659
Más allá de Madrid, / cien leguas de Cartagena,//residía un caballero / y una graciosa morena.// [IGR # 0096] #5480
Mas arriba y mas arriba / en la civdad de Silivría,//ahí había pescadores / pescando sus proverías.// [IGR # 0058] #4459
Más arribita de Burgos / hay una pequeña aldea//donde habita un comerciante / que tiene la rica seda.// [IGR # 0096] #607
Más de trescientos soldados / se marchan para la guerra.// Todos comen, todos beben, / todos juegan y hacen fiesta,// [IGR # 0176+0168] #1010
--Mas ó que casa tão grande / entre portas e janelas.//--Casa grande minha filha / pra tu morar dentro dela.// [IGR # 0503] #5804
Massanet, vila alegre, / be t` en pots alegrá// Que portas la bandera / que la vares guanyá.// [IGR # 2748] #6398
. . . //matadora de los hombres, / [ladrona de las haciendas].// [IGR # 0233] #7366
Matadora de los hombres, / ladrona de las haciendas// . . . // --¿De quién son aquellas cruces / de cal y canto y arena?//et al. [IGR # 0233] #7361
Matinadas son fresquetas, / yo m`en vaig aná á cassá// no `n trovo cassa ninguna / pera poderli atiná;// [IGR # 2729] #7842
Matinet m` en so llevat / que l` alba ya n` era eixida,//era eixida a-n el balcó / qu` allí la fresca prenía.// [IGR # 0929] #7876
Mauricio fue a la guerra, / ¡ay, cuándo volverá!//Allá viene un paje, / ¿qué noticias traerá?// [IGR # 0178] #5237
Mayo, yo no digo mayo, / cuando los fuertes calores// cuando los chicos engañan / y los árboles dan flores,// [IGR # 0231] #908
Me casé con un pastor / creyendo de ser señora,// por la mañana me dice: /Coge la cacha, pastora.// [IGR # 0026] #919
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un buen muchacho / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1027
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un buen muchacho, / yo no lo quería.// [IGR # 0221] #9386
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un hombre feo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #5225
Me casó mi madre, / chiquita y bonita,//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #8134
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #64
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #57
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #53
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #66
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #3588
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con unos amores / que yo no quería.// [IGR # 0221] #9537
Me casó mi madre / chiquita y bonita//con un pastorcito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #5223
Me casó mi madre, / chiquitina y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1771
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachillo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #63
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #47
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #55
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #52
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #51
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #48
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #61
Me casó mi madre / chiquitita y bonita//con un picardillo / que yo no quería.// [IGR # 0221] #69
Me casó mi madre / chiquitita y niña,//con unos amores / que yo no quería.// [IGR # 0221] #3145
Me casó mi madre / con un pícaro pastor,//no me deja ir a misa / ni tampoco ir al sermón// [IGR # 0171] #5642
Me casó mi madre / de muy chiquitina.// Las primeras noches / muy bien me quería,// [IGR # 0221] #1031
Me casó mi madre / muy tierna y muy niña// con un barberiño / que yo no quería.// [IGR # 0221] #1032
Me cautivaron los moros, / cautivo que aquí tenían//Siete años fui mayordomo, / sirviendo en lo que podía;// [IGR # 0425] #2137
Me cautivaron los moros / entre la paz y la guerra//me llevaron a vender-e / a Jerez de la Frontera.// [IGR # 0443] #1666
Media noche era por filo, / los gallos querían cantar,// conde Claros con amores / no podía reposar,// [IGR # 0366] #1618
Media noche llevo en punto / si los gallos no la yerran//parió la Virgen María / en Belén siendo doncella. [IGR # 0484] #33
Media noche ya es pasada, / media queda por pasar,//cuando saliera el Gran Turco / de Tánger para Tetuán.// [IGR # 0057] #9069
` Medio de unia fuentecilla / de agua cristalina y bella,//para regar estas flores, / claveles son y azucenas,// [IGR # 0209] #3558
Meia-noite já é dada, / os galos querem cantar,//o conde Claros na cama / não podia repousar.// [IGR # 0366] #6130
Meia noite vai andada, / outra meia por andar,//D. Carlos por mal d` amores / não podia descansar.// [IGR # 0366] #6133
Meia-noite vai andando / e outra meia por andare.//Levantou-se ontem D. Carlos / para com os mouros batalhare.// [IGR # 0159] #2250
Meiodia era em ponto, / quando o sol revolvia,//quando a bela infanta / do seu palácio saía.// [IGR # 0431] #7225
Meio-dia era em ponto, / quando o sol se volveria,//quando a bela infanta / do seu palácio saía.// [IGR # 0431] #7226
Me mandaron a lavar / pañuelitos a la rí//.Vi venir a un caballero / que de la guerra venía.// [IGR # 0169] #2487
Membrún se fue a la guerra / no sé cuándo vendrá,//si será por la Pascua / o por la Trinidad.// [IGR # 0178] #3512
Me n`han dat per penitencia / tres hores de passà el mar://amb l`afeció que el passava, / amb dugués lo he passat.// [IGR # 0559] #8713
--Menina, abre a porta / ao cego perdido,//deita-me um paninho / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7053
--M` en lleví de bon matí / antes del jorn,//a la porta de l` aymada / m` en aní sol.// [IGR # 1052] #8584
Me parió mi madre / con sal y salero.// Cuando me afajaba / me estaba diciendo:// [IGR # 0455] #1309
Me puze con un maestro / tres semanitas y un mes;//el oficio que me daba / rio se lo harían tres:// [IGR # 0827] #8879
Me quiso casar mi madre / con un pulido pastor//patituerto y jorobado / y hecho de mala visión.// [IGR # 0171] #442
Mês de Maio, mês de Maio, / Abril pela Primavera,//lá se vai o capitão / com seus soldados . . . guerra,// [IGR # 0176+0168] #6480
Mes de mayo, el mes de mayo, / mes de las fuertes calores//corren toritos muy bravos, / caballos corregidores.// [IGR # 0023] #185
Mes de Mayo, mes de Mayo, / cuando aprieta la calor,//cuando los enamorados / van a servir al amor.// [IGR # 0078] #5620
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las fuertes calores//cuando granan las cebadas / y los trigos echan flores,// [IGR # 0078] #213
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las fuertes calores,//cuando los lechones bravos, / los caballos corredores;// [IGR # 0023+0110] #8789
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando las grandes calores//cuando los centenos ciernen / y los campos crían flores,// [IGR # 0078] #212
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los fuertes calores,// cuando los toriles bravan, / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #817
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los fuertes calores,//cuando los toritos bravos, / los caballos corredores// [IGR # 0023+0110] #814
Mes de mayo, mes de mayo, / cuando los grandes calores,//cuando los bueyes están gordos, / los caballos corredores,// [IGR # 0078] #9432
Mes de mayo, mes de mayo, / el de las regias calores//cuando las cebadas granan / y los trigos echan flores,// [IGR # 0078] #217
Mes de Mayo, mes de mayo / mañanitas de San Juan//cuando los arrilleritos / para los puertos se van.// [IGR # 0023+0110] #8999
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de fragancias y flores,// cuando los toritos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #815
Mes de mayo, mes de mayo / mes de hermosa primavera// cuando alistan a los quintos / y los llevan a la guerra,// [IGR # 0176] #1000
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de hermosa primavera,// donde quintan los soldados / y los llaman a la guerra.// [IGR # 0176+0168] #1017
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la gran calor,// cuando los bueis andan gordos / y el caballo corredor,// [IGR # 0078] #868
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la mucha calore,// cuando el caballo está gordo / y el caminito andadore,// [IGR # 0078] #864
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de la rica calor,// cuando los bueis están gordos, / el caballo corredor,// [IGR # 0078] #869
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las fuertes calores,// cuando los enamorados / gozaban de sus amores.// [IGR # 0023+0110] #811
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las fuertes calores//cuando los torillos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0078] #1811
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de las ricas calores,// cuando los toritos bravos / los caballos corredores,// [IGR # 0023+0110] #805
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de linda primavera//cuando se sortean los quintos / y se marchan a la guerra.// [IGR # 0176] #1813
Mes de mayo, mes de mayo / mes de los grandes calores,//cuando la cebada grana / los trigos ya van en flores,// [IGR # 0078+0548] #9715
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo, primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176+0168] #411
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176] #428
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo primavera//cuando los quintos soldados / se marchan para la guerra;// [IGR # 0176] #420
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de mayo y primavera//cuando los quintos soldados / se embarcan para la guerra;// [IGR # 0176] #425
Mes de mayo, mes de mayo, / mes de toditas las flores// cuando los inamorados / regalan a sus amores:// [IGR # 0023] #801
Mes de mayo, mes de mayo, / n` es tiempo de grans calores,//cuando la cebada grana / los trigos n` estan en flores,// [IGR # 0078] #5849
Mes de mayo, mes de mayo, / tiempo de la gran calor,// cuando los bueis están gordos / y el caballo corredor,// [IGR # 0078] #867
Mes de mayo, mes de mayo / tiempo de la primavera//cuando los quintos se marchan / y se encomienza la guerra,// [IGR # 0176+0168] #8926
Mes de mayo, mes de mayo, / y mes de la primavera,//cuando los pobres soldados / marchaban para la guerra.// [IGR # 0176+0168] #5565
Mes de mayo, mes de mayo, / y mes de la primavera,// cuando los pobres soldados / van a servir a la guerra;// [IGR # 0176+0168] #1013
Mes de Mayo, mes de Muyo, / cuando arrecian los calores, //cuando los torillos bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0078] #5619
. . . mes de mayo primavera//vinieron siete dotores / de los mejores de España.// [IGR # 0176] #431
Me tengo que hacer el conde / de Aragón y Portugal//si a los siete años no vengo / princesa te pues casar// [IGR # 0023+0110] #4267
Meu padre era de Hamburgo, / minha mãe de Hamburgo era;//me cativaram os mouros, / entre a paz e a guerra.// [IGR # 0443+0317] #6205
--Meu pai, eu queria-me casar. / --Não há pessoa igual à tua,//só sendo co` o conde Lardo. / --Esse é que me convinha,// [IGR # 0503] #6676
Meu Senhor Jesus Cristo, / Cristo do meu coração,//perdoai os meus pecados, / que bem sabeis quantos são.// [IGR # 2892] #2833
Mi abuela tenía una huerta / toda sembrada de nabos//en la cosecha de ellos / todo se le vuelven nabos.// [IGR # 0765] #1849
Mi abuelo tenía un huerto / todo sembrado de nardos.//Aparéjame el borrico, / que me voy a vender nardos.// [IGR # 0765] #3070
Mi agüelo tenía un güerto / todo sembrado de nabos //--Apareja la borrica / que me voy a vender nabos.// [IGR # 0765] #9762
Mientras el caballo bebe / una copla voy a echar//para que lo oiga mi novia / desde el palacio real.--// [IGR # 0049] #9226
Mientras el conde va a misa, / la condesa mala está.// Tú que tienes, la condesa, / de hora y media para acá?// [IGR # 0311] #684
Mientras su caballo bebe, / canta un hermoso cantar,//las aves que iban volando, / se paraban a escuchar.// [IGR # 0049] #9440
--Mi hermana, por ser mi hermana, / socórreme un jarro de agua//que tengo más sed que hambre--; / con bolas de oro jugaba./ / [IGR # 0075] #4644
Mi madre me casó / chiquita y bonita//con un buen muchacho / que yo no quería.// [IGR # 0221] #9536
Mi madre me casó / chiquita y bonita//con un muchachito / que yo no quería.// [IGR # 0221] #3024
Mi madre me casó / con un pícaro pastor,//no me deja ir a misa / ni tampoco ir al sermón;// [IGR # 0171] #5641
Mi madre me casó / con un pulido pastor//patituerto y jorobado / y hecho de mala fación.// [IGR # 0171] #440
--Mi madre, por ser mi madre, / dé por Dios un vaso de agua;//más vale la sed que el hambre / y a Dios pienso darle el alma.--/ / [IGR # 0075] #4638
--Minha mãe, acorde / desse seu dormir;//venha ouvir um cego / cantar e pedir.// [IGR # 0189] #7038
--Minha mãe, de sete filhos, / que conselhos me hás-de dar?//--Os conselhos tos darei / se os souberes tomar:// [IGR # 0159] #6042
--Minha mãe era de Burgos / e meu pai del` Antesquera;//cultivaram-me los mouros / entre la paz e la guerra;// [IGR # 0443] #6208
--Minha mãe, faça-me a ceia, / depressa, não devagar,//que eu tenho a aposta feita, / de perder ou de ganhar.// [IGR # 0159] #6046
--Minha mãe, faça-me / a ceia depressa, não devagar,//que eu tenho uma aposta feita / de perder ou de ganhar,// [IGR # 0159] #6078
--Minha mãe, façame a ceia, / depressa, não devagar,//que eu tenho uma aposta feita, / de perder ou de ganhar;// [IGR # 0255] #7459
Minha mãe, faça-me a ceia, / depressa, não devagar,//qu`eu tenho uma aposta feita / ou de perder ou de ganhar,// [IGR # 0255] #2770
--Minha mãe, fiz uma aposta, / para perder ou ganhar,//de dormir com / Albaninha antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6037
--Minha mãe, minha mãe, / quem me dera em Castelo de Amar!//Queria levar por parteira / a sua mãe natural.// [IGR # 0153] #6578
--Minha mãi, lá vem D. Jorge / no seu cavalo montado.//--Deus te guarde, Juliana, / no teu camarim sentada.// [IGR # 0172] #6966
--Mi nuera, mi nuera, / mi nuera garrida,//tejerís las cintas / de vuestras camisas// [IGR # 0373] #3123
Mi padre era de Ronda, / y mi madre de Antequera;// cativáronme los moros / entre la paz y la guerra,// [IGR # 0443] #1545
Miraba de Campo Viejo / el rey de Aragón un día,// miraba la mar de España / cómo menguaba y crecía;// [IGR # 0270] #7825
Miraba de Campo Viejo / el rey de Aragón un día,// miraba la mar de España / cómo menguaba y crecía;// [IGR # 0270] #1509
--Mira, hija, cómo canta / la sirenita en el mar.//--Madre, esa no es la sirena, / que esa no sabe cantar,// [IGR # 0049] #8446
Mira Nero de Tarpeya / a Roma cómo se ardía.//Gritos dan niños y viejos / y él de nada se dolía.// [IGR # 0397] #9334
--Mira qué piernas tan blancas / para un botín colorao.// . . .// [IGR # 0191] #5123
Mira, Zaide, que ch`aviso / que no pases por mi calle//nin hables con mis mujeres, / nin con mis cautivos trates,// [IGR # 0063] #1892
--Mira, Zaide, que te digo / que no pases por mi calle,//no hables con mis mujeres,/ ni con mis cautivos trates,// [IGR # 0063] #7957
Miren lo que le pasó / a la señorita Elena://quiso escribir en latín / teniendo su letra buena.// [IGR # 0222] #4851
Mirundún se fue a la guerra, / não sé cuando vendrá,//não sé si vendrá p`r la Pascua, / si por la eternidad.// [IGR # 0178] #7487
Misa se dice en Roma / en el altar de Santiago;//por la puerta del Perdón / gran pecado ha entrado;// [IGR # 0149] #4863
--Moirito, se vais a França, / mouro, traz-me uma cativa;//nem parenta nem irmã, / nem gente que seja minha.// [IGR # 0136] #6178
--Moiros partem mar abaixo, / moiros partem mar acima;//quero caçar a princesa / no jardim que seu pai tinha;// [IGR # 0136] #6182
Moiros partem mar abaixo, / moiros partem mar acima://os que partem mar abaixo / fizeram milhor partida;// [IGR # 0136] #6180
Mon pare i mon germà / m`han privat de alegria,//ellos no són capellans / i jo volen que monja sia.// [IGR # 0225] #9540
Mon payre y ma mayre / m` han gridata may,//M` han dada am un drotle / de quatre vint anys.// [IGR # 2736] #9790
Morena me llama / el hijo del rey.//No quere de vanda baja, / ni quere de vía en via.// [IGR # 0136] #2954
Moriana en un castillo / juega con el moro Galváne// juegan los dos a las tablas / por mayor placer tomare.// [IGR # 0312] #1535
Morico, si a Francia fueres, / traeme de allí una cautiva,// que no sea prima ni hermana / ni tampoco gente mía.// [IGR # 0136] #1194
Moricos, los mis moricos, / los que ganáis mi soldada,// derribédesme a Baeza, / esa ciudad torreada,// [IGR # 0010] #1467
--Moricos, loz miz moricos, / bus+came una cativa,//ni de casta alta sea, / ni menos de provería.--// [IGR # 0136] #3700
Morirse quiere Alixandre / del dolor del coraçón,//embió por los maestros / cuantos en el mundo son.// [IGR # 0380] #5897
--Morir vos queredes, padre, / San Miguel vos haya el alma;// mandástes las vuestras tierras / a quien se vos antojara,// [IGR # 0004] #1422
--Morisco, si a Francia fueres, / tráeme de allá una cautiva,//que no sea de sangre baja, / ni de gente villanía,// [IGR # 0136] #4859
--Morito, si vas de caza / la tierra de Andalucía, / sea princesa o sea condesa, tráeme p` acá una cautiva.// [IGR # 0136] #9400
--Moro alcaide, moro alcaide, / él de la vellida barba,// el rey te manda prender / por la pérdida de Alhama,// [IGR # 0055] #1484
Moro, si vas a la España, / traerás una cautiva// no sea blanca ni fea, / ni gente de villanía.// [IGR # 0136] #1544
Moros van al mar abajo, / moros van al mar arriba;// los que van al mar abajo / tuvieron mejor partida,// [IGR # 0136] #1191
Morreu lo duque nas guerras, / d` antigo tempo passado,//dos quatro filhos varões, / que tinham dele ficado,// [IGR # 0440] #6201
Mose salió de Misraim / huyendo del rey Paróh;//se fue derecho a Midián / y se encontró con Ytró// [IGR # 0450] #4443
Mourinho, se fores à guerra, / à terra da cristandade,//trazes-me de lá uma cativa / muito da minha vontade:// [IGR # 0136] #2309
--Mouro, se fordes à guerra, / à terra da cristandade,//traz-me de lá uma cativa / que seja da minha vontade,// [IGR # 0136] #6175
--Mouro, se fores à caça, / traz-me uma linda cativa,/ que não seja de conde, / ou duque, nem de gente igual à minha;// [IGR # 0136] #6193
Mouros partem mar abaixo, / mouros partem mar arriba://os que partem mar abaixo / levam na feliz partida,// [IGR # 0136] #6179
--Mouros, se fôreis à guerra, / `ó campo da cristandade,//trazei-me uma cristalina, / muito da minha vontade:// [IGR # 0136] #6177
Muchas guerras se han armado / entre Francia y Portugal//y al conde Larcos le han hecho / capitán general.// [IGR # 0110] #3940
Mucho madruga la Virgen / el día de San Miguel,//el camino que llevaba / era para ir a Belén.// [IGR # 0226] #5729
Muerto va el hiz+o del rey, / muerto va por Felizmena.//Tomó armas y cavayos / y se fué para la guerra;// [IGR # 0184] #3701
Muerto yace Durandarte / debajo una verde haya// con él está Montesinos, / que en la su muerte se halla.// [IGR # 0262] #1609
Mujer de Belarde, / más triste que el día,// sola se calzaba, / sola se vestía,// [IGR # 0509] #1107
Mujer de Bernardo, / mujer muy querida,// sola se está en casa, / sola se estaría,// [IGR # 0509] #1110
Mujer de Bernardo, / mujer muy querida,// sola se está en casa, / sola se estaría.// [IGR # 0509] #1109
Muntanyes de Canigó / són fresques i regalades,//a demés ara a l`estiu, / que les aiguës són gelades.// [IGR # 2752+0309] #7838
Muralla cubre muralla / combate la mar serena//el mejor puerto de mar / que el rey tenía en su tierra.// [IGR # 0372] #3349
Muy malo estaba don Juan / muy malo estaba en la cama//Siete doctores lo curan / de los mejores de España// [IGR # 0006] #2456
Muy malo estaba don Sancho, / muy malo en la cama enfermo,// los dotores vienen a verlo, / y eran ángeles del cielo:// [IGR # 0038] #637
Muy malo estaba el don Juan, / muy malo estaba en la cama,//siete dotores lo curan / de los mejores de España.// [IGR # 0006] #2454
Muy malo estaba Espinelo, / en una cama yacia,// los bancos eran de oro, / las tablas de plata fina,// [IGR # 0074] #1570
Muy malo se halla don Juan, / muy malo se hallaba en cama;// mandan llamar siete doctores, / los más entendidos de España.// [IGR # 0006] #655
Na beirinha daquele monte / vai uma linda orada//e o ermitão que a guarda / tem uma filha galharda.// [IGR # 0298] #2871
Na cidade de Clamor, / na maior que tinha a Espanha,//passeia um cavalheiro, / um cavalheiro de fama.// [IGR # 0445] #2768
Na horta de dona Ausenda, / há uma erva encantada;//la mulher que cheirar dela, / dizem que fica prenhada.// [IGR # 0469+0138] #7220
Na manhã de S. João / levantou-se a Virgem Sagrada,//pegou no seu cantarinho, / foi à fonte benzer a água.// [IGR # 0104] #7565
Na manhã de S. João, / logo ao romper d`alvorada,//passeava Jesus Cristo / ao redor da fonte clara,// [IGR # 0104] #2817
Na manhã de S. João, / pela manhã, na alvorada,//Jesus Cristo se passeia / em redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7559
Na minha terra de França, / menina me divertia,//era na Páscoa florida, / rosas no rosal colhia.// [IGR # 0136] #6192
Namorava u~a fadista, / trazia-a na mocidade;//falava-l`à meia-noite, / todos os dias à tarde.// [IGR # 2968] #2763
--Não cases com a moça, Alberto, / que ela é filha de seu sior;//que ela é d` alta linhagem, / logo te perde o amor.// [IGR # 0720] #6532
--Não fora eu seu criado / que não mangara comigo.//--Eu não mango, Gerinaldo, / que eu bem deveras to digo.// [IGR # 0023] #7161
Não me enterrem na igreja / nem tão-pouco em sagrado,//enterrem-me naqueles campos / onde se faz o mercado.// [IGR # 0101] #2691
--Não namores, cavalheiro, / a filha do teu senhor,//qu` ela há-de zombar de ti, / tu hás-de morrer de amor.// [IGR # 0720] #6528
. . . / . . . // Não torno culpa aos mouros / em o meu filho matar,//só tono culpa as cavalo, / não o saber retirar.// [IGR # 0796] #8317
Naquela cidade de Roma, / naquela romana cidade,//nasceu uma criatura, / Cat`rininha se chamava.// [IGR # 0126] #7580
Naquela serrica alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serrana / que é o estrago desta terra.// [IGR # 0233] #7000
Naquela serriña alta, / naquela mais alta serra,//vivía una serraniña, / serraniña engañadera./ / [IGR # 0233] #7328
Naquela serriña i-alta, / naquela mais alta serra,//vivía una serraniña, / serraniña engañadera./ / [IGR # 0233] #7325
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá ûa serraninha, / oh que linda ela i-era!// [IGR # 0233] #7331
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha / bem bonita que ela era.// [IGR # 0233] #7343
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha, / oh que linda que ela era!// [IGR # 0233] #7332
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//estava lá uma serrana / bem bonita que ela era.// [IGR # 0233] #7346
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//(. . .) lá uma serrana / formosa e ganadeira.// [IGR # 0233] #7004
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//mora lá uma menina / oh que linda ela era.// [IGR # 0233] #7347
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//mora uma serrana, / formosa, ingrata era.// [IGR # 0233] #2725
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vive lá uma serrana / formosa e granadera;// [IGR # 0233] #7002
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vive lá uma serrana, / serrana vive na serra.// [IGR # 0233] #7335
Naquela serrinha alta, / naquela mais alta serra,//vivia um ermitão / em penitência cruel.// [IGR # 0020] #5942
Naquela serrinha alta, / no alto daquela serra,//vivia ua serrana, / serrana vivia na serra.// [IGR # 0233] #7333
Naquela serrinha alta / rico lavrador vivia;//tem duas filhas mui lindas, / criadas em fantasia.// [IGR # 0374] #2867
Naquela serrinha i-alta, / naquela mais alta serra,//anda lá uma serraninha, / que é o estrago desta terra.// [IGR # 0233] #7337
Naquela serrinha i-alta, / naquela mais alta serra,//mora lá uma serrana, / que ela de grenadas era.// [IGR # 0233] #7334
Naquela serrinha, / naquela mais alta serra,//mora lá uma serrana / que é o estrago desta terra,/ / [IGR # 0233] #7339
Narbola está paseando / por su barrido portal,//le dan dolores de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5457
Narbola se anda paseando / por su palacito real,// dolores le dan de parto / que le hacen arrodellar,// [IGR # 0153] #1122
Narbola se paseaba / por su palacio real,// manos blancas retorcía / y anillos quiere quebrar.// [IGR # 0153] #1121
Narboliña anda de parto / de casa prao seu corral,// con dolores de parir / que lle fain arrodillar,// [IGR # 0153] #1111
Narbolita se pasea / de la puerta pa` el portal//con dolores de parir / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #3283
Na segunda-feira te amo, / na terça te quero bem,//na quarta digo que morro, / na quinta digo por quem,// [IGR # 2952] #2911
Nas praias da Galilea / andava o bom de S. Pedro//a lançar a rede ao mar / sem ter receio nem medo.// [IGR # 2943] #2803
Navegando en altas mares / cayó un marinero al agua.//--¿Qué me das tú, marinero, / si te sacara del agua?// [IGR # 0180] #8872
Navegava o Seginebra, / véspera de Nossa Senhora,//pensando de navegar / o dia e a noite toda.// [IGR # 0538] #7789
N`el campo de Verde Olivo / don Carlos de Montealvar,// Carlos tenía la capa, / la niña el verde brial.// [IGR # 0159] #715
`N el campo hay una erva, / um verde mui` regalado,//aquela que tocar nela, / logo fica prenhada.// [IGR # 0469+0138] #7216
N`esa villa de Madrid, / Dios me ayude y no me falte//allí se crió una dama / hermosa y de lindo talle.// [IGR # 0783] #1643
Nesa villa de Madrid, / junto a la calle empedrada//habitaba un regimiento / de soldados [de la armada].// [IGR # 0445] #8238
Nesa villa de Madrid, / junto al reino de Toledo//palabra de amor se tratan / un galán y una doncella.// [IGR # 0209] #8234
N`esta villa de Madrid, / junto a los caños del agua// . . . / vive un galán y una dama.// [IGR # 0248] #1698
Neste cerrado alvoredo, / neste bravio montado,//aqui vivo como bicho, / entre rochas interrado.// [IGR # 2866] #2699
`n esto formaron guerra / España con Portugal//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4301
N`han baixat set segadós / d`aquí adalt de la montanya,//n`han baixat aquí á n-el pla / pera seguí ias segadas// [IGR # 0161] #8964
N`han baixat tres segadors / d`aquí dalt de la muntanya,//n`han baixat a baix al pla / per segar una quinzenada,// [IGR # 0161] #4520
N` hi ha una monjeta / á Jerusalem//qu` en conta las horas / plorant y rient.// [IGR # 1002] #7884
N`hi havia tres ninetes, / vora d`un riu,//l`una renta bugada, / l`altra l`estén,// [IGR # 2694] #3659
N` hi havía un pagés / qu` en tenía una filla,//no l` ha volguda dar / als fadrins de la vila// [IGR # 2728] #7854
N`hi havien tres dallaires / que dallaven amb un pla//// S`enraonen l`un amb l`altre: / --Quina ens durà l`esmorzar?// [IGR # 1085] #5783
Ninguno niegue su patria / sin tener impedimento//que es muy grande desventura / la de un pobre forastero.// [IGR # 0906] #1974
No alto daquela serra / está uma linda ermida;//a devota que está nela, / serva da Virgem Maria,// [IGR # 0165] #7589
No alto daquela serra / está uma linda ermida,//a devota que está nela / é serva da Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7599
No alto daquela serra / está uma linda ermida,//onde vive uma devota, / serva da Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7590
No alto daquela serra / há uma linda ermida,//moram ao pé dois casados, / vivem em paz e alegria.// [IGR # 0165] #7623
No alto daquela serra, / mora um rico lavrador.//--Malo hajas, oh, meu pai, / que me casou com um pastor!// [IGR # 0026] #6548
No alto daquele cabeço / mora um rico lavrador;//tem uma filha mui linda, / que é como os raios do sol.// [IGR # 0083] #2869
No alto daquele monte / está uma linda ermida,//está uma devota nela, / servindo a Virgem Maria.// [IGR # 0165] #7602
No alto do monte estava / uma espanhola como uma fera,/ / [ ] / alta, linda, sedongueira;// [IGR # 0233] #7336
Nobardía, Nobardía, / qué se cuenta por España?// Es la muerte de don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006+0079+0020] #2371
No campo há uma erva / mui fresca, mui regalada;//a dama que la pisou, / logo salida prenhada.// [IGR # 0469+0138] #2740
No céu está um castelo / lavrado de mil maravilhas;//Jacob apanhava a pedra, / Abraão a componia.// [IGR # 0308.1] #2641
Nochebuena, Nochebuena, / la noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / a los maitines se van// [IGR # 0110] #3876
Nochebuena, Nochebuena, / la noche de Navidad,//cuando el conde y la condesa / en los maitines estan// [IGR # 0110] #3890
Noche buena, noche buena, / noches son de enamorar.//--Donzellas, las mis donzellas / o dormís o espertáx.--// [IGR # 0307] #8029
Nochebuena y nochebuena, / noche la de Navidad,// cuando el conde y la condesa / a misa de gallo van.// [IGR # 0110] #9596
Noche de San Juan Bautista, / muy resplandeciente y clara,//de la que Juana nació / de aquellas puras entrañas // [IGR # 0472] #8850
Noche oscura y temerosa / de relámpagos y truenos,//vi pasear un caballero / de su coche a la cochera.// [IGR # 0115] #5094
Noches, noches, buenas noches, / noches.son de enamorar,//dando vueltas por la cama / como el pexe en la mar.// [IGR # 0307] #9371
No correr deste ribeiro, / longe desta fonte fria,//uma pastora mocinha / com seu pai além vivia.// [IGR # 2942] #2837
No domingo de manhã / Dom João partir queria;//ao sábado embarca a gente, / ao domingo à vela ia.// [IGR # 0112] #8782
No jardim do seu recreio / passeava uma donzela//tão linda como engraçada, / como as mesmas flores bela.// [IGR # 0350] #2744
No la maldiga usted, padre, / la eche tal maldición,// que si no ha tenido hijos, / porque Dios no se les dio.// [IGR # 0231] #904
No Maio era no Maio / no tempo da Primavera,//quando el-rei D. Fernando / mandara quintar a terra.// [IGR # 0176+0168] #6481
--No me burlo, Serileldo, / que siento lo que te digo.//¡quién te pudiera traer / tres horas a mi almendrío!// [IGR # 0023] #5784
--¡No os llamo canalla vil / sólo porque os llaman godos, **2*y no ofender a Pelayo, / por agraviar a vosotros,// [IGR # 1575] #8512
--No quiera Dios ni la Virgen / ni la reina soberana//que a mi pobrecita madre / la trate de mal casada.--// [IGR # 0075] #4525
No reinaba rey ninguno / en Navarra, ese reinado;//los moros entran en él / todo el reino han estragado.// [IGR # 0030] #9046
No reventaras, María, / al lado del corazón,// siete partos que tuviste, / no tienes ningún varón// [IGR # 0231] #906
--¿No sabes tú, doña Ana / no sabes, hermana mía,//que el duque de Alba se casa / con otra y a ti te olvida?// [IGR # 0508] #5380
Nos campos da Vila Rica, / junto a los canos da água,//paséase um caballero, / com sua mulher D. Ana.// [IGR # 0410] #2657
Nos estados de Roma, / . . . //houve certa criatura, / Catarina se chamava,// [IGR # 0126] #7586
Nosso rei tinha três filhas, / todas lindas como o sol;//a mais bonitinha delas / Baldebina se chamava.// [IGR # 0075] #7113
No tengo padre ni madre, / ni quién se acuerde de mí,// tan sólo tengo una hermana, /ay, desgraciada de mí// [IGR # 0047] #644
Novedades traigo eu / do meu vello que contar//que me deu real e medio / para vestir e calzar.// [IGR # 0362] #1766
Nublado, hace nublado, / la luna no parecía,// las estrellas en el cielo / juntas salen en aquel día,// [IGR # 0413] #9547
Nuevas blancas, nuevas blancas, / que se cuentan por España:// que don Juan, el caballero, / muy malito está en la cama;// [IGR # 0006] #664
Numa grande, bela herdade, / em riqueza e alegria,//o pai, cheio de bondade, / com seus dois filhos dividia.// [IGR # 2689] #2303
Numa noit` serena e escura / Leandro deitou-s`ò mar.//Érula faltou com a luz, / vinha a meio do canal.// [IGR # 0384] #2643
--Num quero as tuas filhas, / que me num combéim a mim//sóu p`ra cóndes / e marqueses, p`ra i-êssas pessôas assim.// [IGR # 0113] #6273
Nuño Vero, Nuño Vero, / buen caballero probado,// hinquedes la lanza en tierra / y arrendedes el caballo;// [IGR # 0801] #1592
O arado contarei, / de peças o irei formando;a Paixão de Jesus Cristo / por ele irei explicando.// [IGR # 0880] #2799
--Ó Bento, ó cruel Bento, / ó roubador maioral!//Derrubaste três castelos, / todos três em Portugal;// [IGR # 0343] #6122
O conde das três Marias, /por sê` lo conde maior,//ele qu`ria outras meninas, / todas lindas como o sol.// [IGR # 0075] #7106
O conde das três Marias, / por ser o conde maior,//ele tinha três meninas, / todas lindas com` ó sol.// [IGR # 0075] #7110
O conde das três Marias, / por ser o conde maior,//tinha três filhas solteiras, / todas lindas coma o sol.// [IGR # 0075] #7105
O conde da Vila-Flor, / por ser o conde maior,//de três filhas que ele tinha, / clarinhas como o sol,// [IGR # 0005+0075] #7124
O conde de Vila Flor, / com ser o conde maior, //com ter já três filhos homens / lindos como o mesmo sol; // [IGR # 0005+0075] #7075
O conde e a condessa / foram passear um dia;//o conde deitou a capa, / a condessa la mantilha.// [IGR # 0136] #6183
Ó condessa, ó condessinha, / ó condessa de Aragão,//dá-me umas das tuas filhas, / só de lindas que elas são.// [IGR # 0224] #2917
--Ó de casa! Ó de casa! / Ó de casa! Quem `stá aí?//--Eu sou Bernardo Francês, / as portas me vem a abrir.// [IGR # 0222] #6883
--Ó de casa, ó de casa, / ó de casa, quem `stá `i?//--Se és Bernardo Francês, / as portas te vou abrir;// [IGR # 0222+0168] #6881
O ditoso do labradori, / que ele da sua arada vinha,// rezando o seu resário, / a cavalo em sua burrinha.// [IGR # 0185] #9612
. . . o es por venir a la guerra?//Ni es por padre ni es por madre, / ni es por venir a la guerra,// [IGR # 0176+0168] #415
Ofico era chiquito / como chico de la cuna,//lo metieran por rubbico / a meldar las criaturas.// [IGR # 0080] #4825
--Ó filha, filha, vem cá, / vem ouvir doce cantar,//pescador nã pode ser, / só sirena de la mar.// [IGR # 0720] #6537
--Ó Grinaldo, ó Grinaldo, / ó Grinaldo, meu amigo,//quanto davas tu, Grinaldo, / para à noite brincar comigo?// [IGR # 0023] #7160
Oh campos, oh campos / de la verde oliva// la hija del Rey / la llevan cautiva,// [IGR # 0169] #2547
--Oh, ¿cuántas hijas tenéis?//--Si las tengo o no las tengo, / no las tengo para dar,/ / [IGR # 0224] #4696
Oh, ditosa da donzela, / ó meu Deus, tal fora a mi`a!//Ela rezava o seu rosário / duas e três vezes `ò dia.// [IGR # 0212] #7726
Oh, ditosa da donzela, / sua sorte fora a minha!//Rezavam no seu rosário / todos, três vezes ao dia;// [IGR # 0212] #7723
--¡Oh, malhaya la condesa, / que no lo sea de Dios!, //de nueve hijas que ha tenido / en ellas ningún varón.--// [IGR # 0231] #4889
Oh, mia Santa Elena, / oh, mi amor primero// De las tres hijas, madre, / lleva la más galana.// [IGR # 0173] #983
--Oh, minha mãe! faça a ceia, / que me quero ir deitar,//tenho uma aposta feita, / espero de a ganhar.// [IGR # 0159] #6066
--Oh, que guerras estão armadas / entre a França e Aragão,//ai de mim, que já estou velho, / não as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7511
--Oh, que guerras vão armadas / entre França e Aragão,//ai de mim que já estou velho, / não as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7519
--Oh, que guerras vão armadas / p`r` às bandas de Marvão,//ai de mim, qu` eu já sou velho, / nã as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7515
Oh que linda rosa branca / naquele claro passeia//El-rei estava à janela, / logo se namorou dela.// [IGR # 0192] #2748
--Oh que linda rosa branca / naquele claro se passeia!//Se ela for de gente nobre / eu hei-de casar com ela,// [IGR # 0032] #5947
Oh, que linda rosa branca / naquele prado se passeia!//Leva touca valanciana, / o trajo é de romeira. // [IGR # 0192] #7713
--Oh! que linda rosa branca / naquele prado se passeia.//S` ela é de gente nobre / eu hei-de casar com ela,// [IGR # 0032] #5946
Oh que linda rosa branca / naqueles vales se passeia!//Leva touca valenciana, / vai em traje de romeira,// [IGR # 0232] #6988
Oh, que lindos prados verdes, / de grandes robles cercados,//onde a pastorinha / dar as voltas com seu gado.// [IGR # 0085] #7481
--Oh quem bate à minha porta, / oh quem bate ao meu postigo?! //Se é Bernardo Francês, / a porta l` eu vou abrir;// [IGR # 0222] #6856
--Oh! quem bate à minha porta? / Oh! quem bate, oh! quem está aí?//--São cravos, minha senhora, / e rosas vos trago aqui.// [IGR # 0222+0168] #6902
--Oh quem bate à minha porta, / oh quem bate, oh quem `stá `i!//--São cravos, minha senhora, / felores vos trago aqui.// [IGR # 0222+0168] #6872
--Oh quem bate à minha porta, oh quem bate, oh quem `stá `i?!//--São cravos, minha senhora, / rosas le trago aqui.// [IGR # 0222+0168] #6865
Oh quem fosse tão ditoso / que o céu fora ganhar,//como fora Madalena, / que Jesus foi procurar.// [IGR # 0697] #2824
Oh que noite tão escura,/ ao rigor de todo o tempo// Expirou uma alma / sem levar os sacramentos.// [IGR # 0685] #2832
¡Oh, quién tuviera la dicha / que Gerineldo ha tenido,//que en el palacio del rey / quince años le ha servido!// [IGR # 0023] #5413
Oh, quién tuviera la suerte / que Gerineldo ha tenido//limpiando ropas de seda / para dar al rey vestido!// [IGR # 0023] #166
¡Oh rueda de la Fortuna!, / ¡oh, de la Fortuna rueda!//de vuelta y media que diste / me pusiste en esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #8219
¡Oh! rueda de la fortuna / que nunca te estabas queda.//De una rodada que has dado / me has traído a esta tierra.// [IGR # 0132+0818] #5453
¡Oh, rueda de la Fortuna, / y de la Fortuna rueda!//por vuelta y media que diste / me sacasti de mi tierra.// [IGR # 0132+0818] #8220
Oh Valencia, oh Valencia, / oh Valencia valenciana,// antes fuestes de moros / que de cristianos ganada;// [IGR # 0045] #640
Oh Valencia, oh Valencia, / oh Valencia valenciana,// primero fuestes de moros / que de cristianos ganada,// [IGR # 0045] #641
Oh, Virgen de los Remedios, / cómo no tenéis cuidado//que han robado a vuestro hijo / en el camino `el sagrario.// [IGR # 0079] #554
Oiça, padre, as minhas culpas. / Diga, filha, com bem dor.//Eu, meu padre, alguma trago, / mas não deixo o meu amor.// [IGR # 2862] #2684
Oid, señor don Gaiferos / lo que como amigo os hablo://que los dones más de estima / suelen ser consejos sanos.// [IGR # 1502] #6735
Oiga, oiga, buen soldado, / si solo que parecéis,// a mi marido habéis visto / por la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #1577
--Oiga usted, señor soldado, / que viste traje café,//¿no oyó hablar de mi marido / por la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #5303
--Oila, oila! Quem está aí? / . . . //--É Bernal Francês, senhora. / --A porta vou abrir.// [IGR # 0222+0168] #6889
O imperador de Roma / tem uma filha bastarda; //ele a queria casar, / ela a todos punha falta.// [IGR # 0161] #7204
O imperador de Roma / tem uma filha galharda; //de bonita que ela era / a todos lhe punha chata.// [IGR # 0161] #7205
O imperador de Roma / tem uma filha galharda; //namorama condes e duques, / senhores de grande valha.// [IGR # 0161] #7208
--Ó Laurinda, ó Laurina, / és tão linda com` o sol;//deixa-me dormir contigo / na dobra do teu lençol.// [IGR # 0234] #6943
Oléiendinha tem desejos / de ir à casa de seu pai.//--Se não tens outros desejos, / toma o caminho e vai.// [IGR # 0153] #6567
--Olha p` ra o meu cavalo branco / que já vai a vermelhejar,//vai-me chamar um padre / que me quero confessar.// [IGR # 0153] #6572
--Ó Lizarda, ó Lizarda, / oh! quem contigo dormira,//uma noite, nada mais, / que felicidade era a minha!// [IGR # 0159] #6038
O Maio era no Maio, / no rigor da Primavera,//lá se vai o capitão / co` os seus soldados . . . guerra.// [IGR # 0176] #6477
O Maio, era no Maio, / no tempo da Primavera,//q`ando el rei D. João / chamou soldados . . . guerra.// [IGR # 0176] #6475
O Maio, era por Maio, / no rigor da Primavera,//quando o rei D. Afonso / mandou pintar a guerra.// [IGR # 0176] #6464
O mal de amores não tem cura, / que é um mal desesperado,// [IGR # 0101] #6510
O mancebo, formoso Henrique,/ de que Gualdina gostava,//onde quer que a encontrasse / deste modo lhe falava:// [IGR # 0075] #7097
O marquês tinha três filhos, / três filhos tinha o marquês,//o rei os mandou pedir, / cada um por sua vez.// [IGR # 0440] #6204
--Ó menina da mantilha, / guarde-me esse lindo rosto,//que eu vou para a minha terra, / em vindo caso convosco.// [IGR # 0110] #6453
Ó meu formoso menino, / vossas graças vou cantar,//com amor e alegria, / junto, aqui, do vosso altar.// [IGR # 2969] #2899
--Ó meu pai, já era tempo / de vós me dar um marido.//Por vergonha não no peço, / de boa vontade lhe digo.// [IGR # 0503] #6716
--Ó minha mãe, eu fiz uma aposta, / . . . //à ponta da minha espada / ou hei-de perder ou hei-de ganhar,// [IGR # 0159] #6092
--Ó minha mãe, minha mãe, / que eu morro sem confissão,//que os olhos de D. Marcos / são de mulher, de homem não.// [IGR # 0231] #7527
--Ó minha mãe quem pudesse ir / à minha hortinha do vale!//--Ó filha, se tu quisesses, / quem t` havera a ti `storvar?// [IGR # 0153] #6582
--Ó minha mãezinha, / nem tanto dormir,//venha ouvir o cego / a cantar e a pedir.// [IGR # 0189] #7025
O moiro parte mar abaixo, / o moiro parte mar acima.//Os que levavam meia subida era / os que iam mar acima.// [IGR # 0136] #2312
--Ó mouro, se fores à caça, / traze de lá uma cativa,//que seja de bom sangue, / senhora de mais valia.--// [IGR # 0136] #6189
Ó mouro, se fores à caça, / traz-me uma linda cativa.//Que não seja de gente baixa / ou gente de vilania,// [IGR # 0136] #2647
--Ó mouro, se vais à caça, / traz-me uma criada cativa,//que não seja de lavrador / nem de gente de vilania,// [IGR # 0136] #6181
O mundo ralha de tudo, / tenha ou não tenha razão;//vou-vos contar uma história / em prova desta asserção.// [IGR # 2963] #2927
--On aneu, Mare de Déu, / on aneu tan apressada?//--Aquí baix en un poblet / una dona m`hi demana.// [IGR # 2703] #7915
--Onde vai a Belassena, / desta manhã de geada?//--Quer tu visses, quer não visses, / a meu pai não digas nada.// [IGR # 0159] #6081
Onde vai dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando viola de ouro, / guitarra de prata fina.// [IGR # 0503] #6644
--Onde vais, ó Madassena, / com esta manhã de neve,//teu cabelo penteado, / teu coração tão alegre?// [IGR # 0159] #6060
Onde vas, triste soldado, / onde vas, triste de ti?//Vou ver miña namorada / qu` hai ben tempo non a vin.// [IGR # 0168] #1645
Ondinhas do mar abaixo, / ondinhas do mar acima,//vai a triste duma alma, / dando vozes que aturdia.// [IGR # 0797] #7790
--Ó Palomba, ó Palombinha, / não soubeste apalombar,//hoje vão cortar a lenha / e amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6050
O piollo y-a pulga / querían casar//non tiñan panciño / para encomenzar.// [IGR # 0888] #8762
O primeiro é baptismo, / eu também fui baptizado;//creio no que Deus me disse, / nisso vivo descansado.// [IGR # 0211] #2910
--O que fazes, soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Se t` alembra pai ou mãe, / ou alguém da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6504
O que joga e não perde, / gosto é vê1o jogar.//--Apostado tenho, madre, / minhas armas, meu punhal,// [IGR # 0255] #7456
--Ó quem bate à minha porta, / ó quem bate e quem `stá aí? //--Cravo roxo, minha senhora, / Rosa Branca, venha aqui.// [IGR # 0222+0168] #6860
O qué rey de las romansas, / que Tarquino se llamava,//se hizo un hombre de camino, / por la su puerta pasaba.// [IGR # 0403] #8038
--O, que tés, o Xuliana / que estas disposta a chorar? //--Miña nai, é por don Xorxe / que con outra vai casar.// [IGR # 0172] #8013
O rei tenia um filho, / por certo Amor se chama,//terminou tomar amores / com sua própria irmana.// [IGR # 0140] #6150
--Ó Ricardo, ó Ricardo, / retrato da minha alma,//se tu deves alguma cousa / a alguma moça honrada!// [IGR # 0006] #5935
O sapo mai` la sapa / caminho vão de Granada;//o sapo vai no cavalo / e a sapa na mula brava.// [IGR # 0515] #7474
--Ó Silvana,ó Silvaninha, / ó filha minha,//bem podias tu, Silvana, / brincares comigo um dia.// [IGR # 0075] #7098
Os mandamentos do vinho, / são dez por este caminho://primeiro, amarás / o vinho de Portugal,// [IGR # 2932] #2907
Os que jogam e não perdem, / prazer é vê-los jogar.//--Apostadas tenho, madre, / minhas armas, meu punhal,// [IGR # 0255] #7455
Otro día en la mañana / las ricas bodas se armó.// [IGR # 0742] #8055
Ouvira o a rainha e a infanta sua filha.//--Acorda, ó bela infanta, se queres ouvir cantar.// [IGR # 0049] #6436
O vento, ó cruel vento, ó ladrao maiorale//Roubaste três igrejas das melhores de Portugal.// [IGR # 0343] #2266
O vento, ó cruel vento, / ó roubador maioral//Roubaste as três igrejas / das melhores de Portugal;// [IGR # 0343] #2267
Oy, qué rueda de fortuna, / oy, qué rueda de fortuna,//si no te cansas de andar / de dar vueltas a mi reja.// [IGR # 0132] #8835
Pa Belén camina / la Virgen María//san José con ella, / en su compañía.// [IGR # 0542] #2042
Padre cura, mi marido / me quiere pisar el pie.//Déjalo que te lo pise, / si te da bien de comer.// [IGR # 0461] #3063
--Padre cura, mi marido / me quiere pisar el pie.//--Déjalo que te lo pise / si te da bien de comer.// [IGR # 0461] #3166
Padre, no riña usté a madre / que la culpa no tié, no//que si hombres van a la guerra, / a la guerra me voy yo.// [IGR # 0231] #520
Paje, paje Gerineldo, / oh, qué paje tan pulido//¡Oh, quién pudiera esta noche / dormir dos horas contigo// [IGR # 0023] #181
Palabra de casamiento / se daban los dos un día,//tan firme la habían dado, / que borrarla no podían.// [IGR # 0217] #5549
Palabras se da don Juan / a doña Angela de Mesías//tan firmes que se las dieron / que olvidarse no podían.// [IGR # 0217] #8211
--Palomba, ó Palombinha, / mal soubeste apalombar,//hoje te cortam na lenha / e amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6027
--Palomba, ó Palombinha, / mal soubeste palombar,//hoje te vão talhar a lenha, / amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6031
--Palombinha, ó Palombinha, / que mal soubestes a palombar!//hoje te cortam a rama / e amanhã te vão queimar.// [IGR # 0159] #6043
Pa` misa diba un galán / caminito de la iglesia//no diba por oir misa / ni pa` estar atento a ella,// [IGR # 0130] #8233
Panxoliña de Nadale, / esta noite principale,//cando Dios quixo nacer, / todo o mundo parecer;// [IGR # 0034.2] #1857
--Papá, si me dejas ir / un poquito a la alameda//con las hijas del Merino, / que llevan rica merienda.--// [IGR # 0826] #8254
Para Belén camina / la familia sagrada,//San José un pobre viejo / y una niña ocupada.// [IGR # 0710] #5716
Para Belén caminan / dos pelegrinos//a que los case el Papa / porque son primos// [IGR # 0142] #3110
Para Belén camina / una niña ocupada//hermosa cuanto bella, / San José en su compaña.// [IGR # 0710] #8259
para degollarle / el rey, de soberbio.Caminaban para Egipto / huyendo del rey Herodes// [IGR # 0512] #2054
--¿Para dónde vas, Alfonso López? / --Yo voy para el jardín,//en busca de Merceditas, / que ayer tarde la perdí.// [IGR # 0168.1] #5035
--¿Para dónde va usté, señora, / para dónde, pobre de ti?//--Voy en busca de mi marido / que hace tiempo lo perdí.// [IGR # 0113] #5313
Para eso sodes, Gaiférez, / para los naipes jugare,// vai buscar a Milisendra, / que en poder de moros va// [IGR # 0151] #707
Parai, devino Entónio, / parai, devino senhor, / parai-no, do Universo / digno de tanto louvor.// [IGR # 4040] #2847
Para mayo, para mayo, / cuando los fuertes calores,//cuando los trigos echan caña / y en el campo hay varias flores.// [IGR # 0231] #3771
Para que todos entiendan / las obras y maravillas//de Jesús Omnipotente, / rey de la alta monarquía,// [IGR # 0217] #5858
Parida estaba la infanta, / la infanta parida estaba;// para cumplir con el rey / decía que estaba mala.// [IGR # 0138] #1582
Pártese el moro Alicante / víspera de sant Cebrián;// ocho cabezas llevaba / todas de hombres de alta sangre.// [IGR # 0310] #1407
Partírem del Rosselló / per anar llunyas terras,//Per anar l` Ampurdá / que n` es terra molt alegra// [IGR # 0591] #6388
Pasa el conde Maxximino / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / se puso a echar un cantar.// [IGR # 0049] #9205
Pasan días y entran meses / y el mozo en la casa estaba//ella se fina por él / y el galán sin saber nada.// [IGR # 0903] #2010
Pasando por Angualina, / por los palacios andando//en el estado mayor / encontré conde Lozano.// [IGR # 0002] #3370
Paseaba el conde Flores / mañanitas de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8398
Paseaba el conde Linos / la mañana de San Juan//a dar agua su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #8420
Paseaba el conde Mares / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9236
Paseaba el conde Niño / le mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9215
Paseaba el conde Olino / la mañana de San Juan//va a dar agua a su caballo / a las orillas del mar// [IGR # 0110] #4394
Paseaba el conde Olinos / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5774
Paseaba el conde Olivos / a las orillas del mar;//mientras su caballo bebe / él cantaba este cantar:// [IGR # 0049] #5286
Paseaba el del Carpio / por las fronteras francesas,//buscando al gran rey Mauno / pa presentarle pelea// [IGR # 1587] #3448
Paseaba el hijo `el conde / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9235
Paseaba el rey Fernando / a las orillas del mar//A[l] dar agua a su caballo, / un cantar se puso a echar;// [IGR # 0049] #328
Paseaba Fernandito / a las orillas del mar//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #9734
Paseaba Gerinelda / por su palacio real,//con sus dos hijas doncellas / Blanca flor y Gerimena.// [IGR # 0184] #8650
Paseaba Marcelino / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9219
Paseábase Carmela, / por una sala adelante//con muchos dolores de parto, / y el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #495
Paseábase Carmela / por una salita alante// con los dolores del parto / que el corazón se le parte.// [IGR # 0153] #1129
Paseábase el buen Cidi / por la su sala garrida,//libro de oro en la su mano / las oraciones hacía,// [IGR # 0635] #7811
Paseábase el buen Sidi / por la su sala garrida,//libro de oro en la su mano / las duraciones hacía,// [IGR # 0635] #8812
Paseábase el del Carpio / por las murallas francesas,//armado de punta en blanco, / para atacar al Rey Santo,// [IGR # 1587] #3447
Paseábase Elisada / por sus altos corredores,// y el conde de Montealbar / quiso tratarla de amores.// [IGR # 0159] #731
Paseábase el rey moro / por la ciudad de Granada,// cartas le fuéron venidas / Alhama era ganada:// [IGR # 0040.6] #1485
Paseábase en la mar buena / por su corredor real//con dolores de parir / de parir o reventar.// [IGR # 0153] #8156
Paseábase Güezo / por toda Sevilla,//bara de oro en mano, / también que la envía.// [IGR # 0093] #5873
Paseábase la Servana, / que era la flor de Castilla.// Su padre la miraba / desde las torres de arriba.// [IGR # 0005] #1070
Paseábase Malbuena / de la sala al ventanal,//dolores la dan de parto / que la. hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5472
Paseábase Marbuena / del postigo al ventanal,//con los dolores de parto / sin poder arrodillar;// [IGR # 0153] #5463
Paseábase Narbola / por el palacio real,// dolores lleva de parto / que la hacían arrodillar.// [IGR # 0153] #1115
Paseábase una reina / por el arroyo arriba,//y la cogieron los moros / y la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #5513
Paseaba un caballero / en alta Sierra Morena// y le espedió a preguntar / si venía de la guerra.// [IGR # 0113] #1165
Paseaba un caballero / mañanita de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9135
Paseaba un condelino / la mañana de San Juan,//fue a dar agua a su caballo / a la orillita del mar.// [IGR # 0049] #8416
Paseándome cierto día / por los llanos del Playón//me encontré una morena, / más bonita que una flor./ / [IGR # 0612] #4749
Paseándome una mañana / en las riberas del mar//encontré una joven bella / y me pasé a contemplar.// [IGR # 0234] #5011
Paseándose anda don Carlos / por el su palacio real;// todas damas y doncellas / se salían a mirar,// [IGR # 0159] #730
Paseándose anda el morito/por las sendas de Granada;// mirándose anda a Valencia,/que estaba muy bien cercada:// [IGR # 0045] #3684
Paseando se anda Enarbola / por una verde pradera,// con sus hijas por la mano, / Mariblanca y Filumena.// [IGR # 0184] #1101
Paseándose anda Gallarda / por su salita florida,// si bien canta, mejor baila, / mejor romance traía.// [IGR # 0200] #938
Paseándose anda Sildana / del balcón a la alameda,// sus hijas dos por la mano, / Blancaiflor y Filomena;// [IGR # 0184] #1099
Paseándose anda Silvana / por los palacios d`Igreja//con dos hijas por la mão, / Brancafror y Filomena.// [IGR # 0184] #2304
Paseándose anda Tildana / desde el palacio a la higuera// trae dos hijas por la mano, / Blancaylor y Filomena.// [IGR # 0184] #1098
Paseándose está doña Ana / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas / Blancaflor y Felomena.// [IGR # 0184] #3624
Paseándose está doña Ana / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3631
Paseándose está Giralda / entre la paz y la guerra//con sus dos amadas hijas / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3627
Paseándose está Sildana / en su casa y su azotea//con sus dos hijas al lado / Blancaflor y Felomena.// [IGR # 0184] #3620
Paseándose está Turquino / ente la paz y la guerra;//se enamora de Blancaflor / muriendo por Filomena.// [IGR # 0184] #3621
Paseándose va el morillo,/morillo por la calzada;// mirando a Valencia/como está tan bien cercada;// [IGR # 0045] #3683
Paseándose va Narbola / por el su palacio real,// le dan dolores de parto / que le hacen rodillar.// [IGR # 0153] #1118
Pasear se iba Rondale, Rondale,//por un vergel que tenía, tenía.// [IGR # 0122] #2951
Paséase el buen viejo / de la ventana al balcón:// Reviente mi mujer, / al par del corazón,// [IGR # 0231] #902
Paséase la condesa / por su barido portal,// con peines de oro en la mano / para sus hijos peinar.// [IGR # 0087] #705
Paséase la viudina / con tres hijas que tenía//por la mano las llevaba, / por la mano las traía,// [IGR # 0170] #3261
. . . / pasé por la morería// oí cantar a una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #9475
Pasé un día / por una morería,//había una morerita lavando / . . ./ / [IGR # 0169] #4677
Pasó por aüí Turquillo, / se enamoró de una de ellas.//Se enamoró de la grande, / le dieron la más pequeña.// [IGR # 0184] #9049
Passeaba-se `l rei móro, / pu` les rues de Granada.// Cô `l resplandor del sôl, / le relhumbraba la `spada.// [IGR # 0040.6] #5949
Passeava a Galdoninha / pelo corredor acima;//viola de oiro levava, / oh, que tão bem a tangia!// [IGR # 0005+0075] #7122
Passeava dona Estefânia / pelo seu corredor fora,//tocando numa viola, / o melhor que ela sabia.// [IGR # 0503] #6708
Passeava dona Helena, / por um corredor acima,//cantares que ela cantava, / ouvidos que a sogra ouvia.// [IGR # 0153] #6586
Passeava dona Silvana / por o corredor acima,//viola de ouro ao peito, / pois ela bem retinia.// [IGR # 0005+0075] #7084
Passeava-se a Silvana, / por um corredor acima,//seu pai a estava mirando, / da cama donde jazia,// [IGR # 0005+0503] #6724
Passeava uma princesa, / tão linda, tão engraçada,//mais linda que a flor bela, / o seu nome era Lisarda// [IGR # 0350] #7232
Passeiava Don` Alberta, / mas de saia mal rodada,//toda cheia de tristeza, / e no carão descorada.// [IGR # 0159] #6100
Passejantme per ciutat, / á Barcelona una tarde,//pel carré de las presons / puntejant una guitarra,// [IGR # 0979] #5852
Passou pela minha porta, / às minhas terras foi caçar.//Matou-me as minhas pombinhas / que eu tenho no meu pomar.// [IGR # 0001] #2600
Pastora que anda pastando / en el monte con las cabras//al pie de una verde oliva / se sentara una mañana// [IGR # 0214] #1663
Pastora que nesses montes, / nesses montes e montanhas,//pastora que nesses montes / diriges um tagalho de cabras// [IGR # 0214] #2822
Pastores, alvíçaras, / que eu vi lo menino//nacido d`um`hora / do ventre divino.// [IGR # 2902] #2781
--Pastor, que andas por la sierra /pastoriando tu ganado,//si te casaras conmigo, /salieras de esos cuidados.// [IGR # 0191] #3497
--Pastor que duermes en sierra / entre peñas y peñones,// llega una zagala y dice / si quería ser casado// [IGR # 0191] #9402
Pastor, que estás en el campo / durmiendo sobre la arena,//si te casaras conmigo, si, si, / durmiera(s) en sábanas buenas. Adiós.// [IGR # 0191] #3036
--Pastor, que estás en la sierra / de amores tan retirado,//yo quisiera preguntarte / si tú quieres ser casado.// [IGR # 0191] #3495
Pastor que guardas ovejas / en ese tendido prado, / yo te las daré guardadas, / que vengas tarde o temprano./ [IGR # 0191] #914
Pastor, que tienes las vacas//tendidas por esas brañas,//por que no te pique el sol, / bájalas a mi cabaña.--// [IGR # 0191] #1703
Patge patge / me diries la veritat//aquests cavalls que tu menes / per a qui estan regalats// [IGR # 0110] #4052
Pedro Adán tenía un niño / muy querido y muy amado//y Dios, por lograr su intento, / dice que ha de ser quemado.// [IGR # 0201] #8002
Pedro, si vas a servir, / no sirvas en esta tierra//porque dan poca soldada / y la paga no está buena.// [IGR # 3006] #1916
Peinando estaba la Virgen, / peinando a su chiquitín,//debajo de una palmera / en una mañana de abril./ / [IGR # 0098.1] #4572
Pela jura que juraste / ao nosso pai Abraão,//mandamentos que fizeste / nos campos de Marião.// [IGR # 0201] #6151
Pelas manhãs de S. João, / pelas manhãs d` alvorada,//Jesus Cristo se passeia / `ò redor da fonte clara.// [IGR # 0104] #7569
--Pelas portas do castelo, / heid`eu roubá` la cidade.//Cavalheiro d` armas brancas / viste-lo por `qui passar?// [IGR # 0150] #6000
Pelea el uno, pelea el otro, / Celinos debajo cae,//--Por Dios te pido, buen conde, / no me acabes de matar.// [IGR # 0311] #5377
Peleime con mi suegra / al preciar del asugar.//Tomí mi capica al hombro, / me fue al puerto del mar,// [IGR # 0559] #8709
Peleime con mi suegra / al preciar el axugar.//Tomé mi capica al hombro, / me fui a rodear el mar,// [IGR # 0559] #8705
Pelos campinhos verdes / linda romeira venia,//sua saia leva baixa, / nas ervas lhe prendia.// [IGR # 0232] #6982
Pensatibo estaba el Cid, / lleno de pena y cuidado,//de saber como a sus hijas / los condes an afrentado.// [IGR # 1487] #3446
Pensativo estaba el Polo, / malo y de melancolía,//que lo que gana en un año, / todo se le va en un día// [IGR # 0485+0469+0138] #4441
Pensativo estaba el Polo, / malo y de melancolía//que lo que gana en un año / todo se le va en un día,// [IGR # 0485+0469+0138] #8792
Pensativo estaba `l Polo, / malo y de melanconía,//odo lo que gana `n un año / se le iba en un día,// [IGR # 0485+0469+0138] #7813
Per aquell Vallés avall / ne baixan alguns garbes,// S` en van dret á Barcelona / per guanyar alguns dinés// [IGR # 0971] #6399
Peregrina, a peregrina / andava a peregrinar //em cata de um cavaleiro / que lhe fugiu, mal pesar!// [IGR # 0720] #6517
Per nom se`n diu Anneta, / i Anneta Rostoiar.//Campans toquen a missa, / i a missa s` ha d`anar, [IGR # 1008] #9498
--Per què no us caseu, don Jaume? / per què no cerqueu muller?--// Si n`hi ha una fadrineta / que pare i mare no té,// [IGR # 0148] #4509
Pésame de vos, el conde, / porque así os quieren matar,// porque el yerro que hecistes / no fue mucho de culpar,// [IGR # 0366] #1619
Petita l`han casada, / la filla de sant Joaquim;//la n`han dada amb un vellet_ / que Joseph s`enomenava.// [IGR # 2775] #9785
Petita l`han casada, / l`Escriveta joliu,//petita l`han casada, / encara no se sap vestir.// [IGR # 0616] #4506
Petiteta l`han casada / que amb treball se sap vestir,//son marit se`n va a la guerra / per deixar-la engrandir.// [IGR # 0616] #3648
Pidiendo a las diez del día / papel a su secretario,//a las cartas de Ximena / responde el rey por su mano.// [IGR # 0732] #7978
Pino verde, pino verde, / más verde que no florido,// de la noche a la mañana / le cantaba una pajarcillo// [IGR # 0113] #1159
Plan de guerra se publica / entre Francia y Portugal,//me mientan al conde Flores / de capitán general.// [IGR # 0110] #3134
Poderoso Dios, soberana Inés, / Inés, Inés, Inesita, Inés.//Se juntaron tres comadres, / de un barrio todas tres.// [IGR # 0275] #7821
Pola veiga de Granada, / el-rei moiro passeiava,//de sua lança na mão, / com que pássaros matava.// [IGR # 0045] #5955
Polla veiga de Granada/el-rei moiro passeiava,// de sua lança na mão,/com que passaros matava:// [IGR # 0045] #3686
--Polo mundo me vou, madre, / polo mundo a camiñare//en busca de Bernaldino / que non-o podo atopare.// [IGR # 0720] #8737
Por altos coteros / . . . // vio venir un caballero / que a Paris lleva la guía.// [IGR # 0100] #5410
Por a manhana de S. João, / por a manhana do alvor,//todos os criados / vão visitar o seu senhor.// [IGR # 0078] #6170
Por amar una donzeya, /de aquí de este luar,//se la demandí a su padre, /de palavras me engañó;// [IGR # 0720] #3711
Por aquela rua abaixo / vai uma linda romera,//com seu rosário na mano, / contador de prata era;// [IGR # 0192] #7714
Por aquela serra acima / linda romeirinha ia;//cavalheiro ia `trás dela, / alcançá-la não podia.// [IGR # 0232] #6981
Por aquela serra acima / vai uma linda donzela; //vestido leva de seda, / forrado de Primavera;// [IGR # 0192] #7721
Por aquele colado arriba / vai uma linda rezadeira,//calçadinha vai de ouro, / vestidinha vai de seda;// [IGR # 0192] #7719
Por aqueles campinhos berdes / linda romeira benia;//a saia lubaba baixa, / nas erbas le reprendia.// [IGR # 0232] #6983
Por aqueles campos verdes / linda romeira camina//saia leva sobre saia, / basquiña sobre basquiña,// [IGR # 0232] #1722
Por aqueles campos verdes / linda romeira venia;//cabalheiro vai `trás dela, / alcançá-la não podia.// [IGR # 0232] #6990
Por aqueles campos verdes / unha romeira camiña,//guardapé verde levaba, / corpiño de granadía,// [IGR # 0232] #8749
Por aqueles prados verdes / linda donzela venia;//o vestido era tão baixo / que nas flores se prendia;// [IGR # 0192] #7715
Por aquelha calhe abajo / vai uma linda romera;//la saia lebaba baixa, / na barba le comprendia.// [IGR # 0232] #6987
Por aquella sierra abajo / un lindo pastor venía,//buen pastor debía de ser / por lo bien que disponía.// [IGR # 0344] #4871
Por aquella sierra arriba / un serranito subía//con el rosario en la mano, / rezando el Ave María.// [IGR # 0197] #2038
Por aquel lirón arriba / lindo pastor va llorando,// por el agua de sus ojos / el gabán lleva mojado.// [IGR # 0344] #870
Por aquel lirón arriba / lindo pastor va llorando,//y de agua de sus ojos / el gabán iba mojado.// [IGR # 0344] #9748
Por aquellos altos montes, / en aquellas altas sierras,//se pasea una serrana, / una serrana se pasea,// [IGR # 0233] #7360
Por aquellos campos verdes / linda romera camina,// con los pies pida la hierba, / con la saya la derriba.// [IGR # 0232] #971
Por aquellos campos verdes, / por aquellas praderías,// paseaba Clarineta, / la más bonita que había;// [IGR # 0232] #975
Por aquellos campos verdes / se paseaba una niña//con un pie siega la yerba / y con el otro lo tría,// [IGR # 0456] #8111
Por aquellos campos verdes / se pasea una doncella//blanca, rubia y colorada, / relumbra como una estrella.// [IGR # 0032.1+0098.1] #8286
Por aquellos prados verdes, / por aquella pradería//vestida de colorado / yo vi venir una niña;// [IGR # 0232] #3232
Por aquellos prados verdes / por aquellas praderías// bajaba la Melinesa, / mi Dios, qué bien parecía,// [IGR # 0232] #977
Por aquellos valles arriba / va pastor con su ganado;// lleva cabras, lleva ovejas, / vacas para su rebaño,// [IGR # 0864] #1797
Por aquel portillo abierto / que jamás lo vi cerrado,//vide entrar un pendón negro / y detrás un colorado,// [IGR # 0034.2+0034.1] #4431
Por aquel portillo abierto / que nunca le vi cerrado,//por allí pasó la Virgen / vestida de azul y blanco.// [IGR # 1537.1] #5739
Por aquel postigo viejo / que nunca fuera cerrado,// vi venir seña bermeja / con trecientos de caballo:// [IGR # 0034] #1440
Por aquel pradito bajo / bajaba una doncellita//vestida de colorado, / calzada de plata fina.// [IGR # 0232] #9551
Por aquel pradito verde / una doncella camina//las yerbas eran tan largas / que tropezaba y caía.// [IGR # 0456] #8113
Por camino de Bembibre / se pasea un caballero; //buen zapato, buena media, / buen bolsillo con dinero.// [IGR # 0134] #8008
Por debajito de Burgos / y un poquito más abajo//hay un padre con un hijo, / hijo para su regalo.// [IGR # 0744] #1971
Por Dios te ruego, carcelero, / quanto te puedo rogar,//que m`afloxes las cadenas / y me quites el collar.// [IGR # 0025] #3785
. . . Por dois anos vais, Rodrigues, / p`ra fora do meu reinado.// [IGR # 0003] #2599
--¿Por dónde me voy ahora / para no ser conocido?//--Vete por esos jardines / a coger rosas y lirios.// [IGR # 0023+0110] #3782
Por el alto de una sierra / iba una serrana bella,// con el pelito trenzado / por debajo ` la montera.// [IGR # 0233] #925
Por el camino del cielo / caminan José y María,//tanto navegan de noche / como navegan de día.// [IGR # 0812] #8687
Por el castillo de Luna / que galante se pasea Zaide,//aguardando que saliera / que Cilinda al balcón a hablarle// [IGR # 0091] #8387
Por el mes allá de mayo, / cuando hace la calor,//cuando canta la calandria / y responde el ruiseñor// [IGR # 0078] #5296
Por el mes era de mayo / cuando las recias calores,//cuando los toros son bravos, / los caballos corredores,// [IGR # 0023] #3030
Por el pueblo de Garganta, / en la sierra de la Vera,//se pasea una serrana, / la serrana bandolera:/ / [IGR # 0233] #7287
Por el rastro de la sangre / que Durandarte dexava//caminaua Montesinos / por un áspera montaña,// [IGR # 1537] #8891
Por el rastro de la sangre / que Jesucristo derrama,//camina la Virgen pura / en una fresca mañana.// [IGR # 1537.1] #5073
Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado,//camina la Virgen pura / en busca de su hijo amado.// [IGR # 1537.1] #5738
Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado//iba la Virgen María / en busca de su hijo amado.// [IGR # 1537.1] #436
Por el rastro de la sangre / que Jesús ha derramado,//iba la Virgen pura / en busca de su Hijo amado.// [IGR # 1537.1] #5741
Por el rastro de la sangre / que Jesús va derramando//camina la Virgen pura, / camina, va caminando,// [IGR # 1537.1] #1815
Por el val de las Estacas / el buen Cid pasado había:// a la mano izquierda deja / la villa de Constantina.// [IGR # 2406] #1417
Por el Val de las Estacas / pasó el Cid a mediodía,// en su caballo Babieca: / oh qué bien que parecía// [IGR # 0037] #1416
Por el val de las estrellas / va Rodrigo cierto día,//relumbrando van sus armas / como el sol de mediodía.// [IGR # 0020] #8003
Por esos campos arriba / se pasea una romera//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #150
Por esos mundos abajo / bajaba un pobre pidiendo//dende el jueves al domingo / no ha hallado ningún remedio.// [IGR # 0322] #2127
--Por esse lindo cabelo, / menina, te conhecerão.//--Dême cá umas tesoiras, / veráo ir para o chão. // [IGR # 0231] #7502
Por Guadalquivir arriba / cabalgan caminadores,// que, según dicen las gentes, / ellos eran buenos hombres:// [IGR # 0340] #1448
Por la calle abajo va / una madre con dos hijas//y un capitán le pregunta / cuál de las dos es más linda,// [IGR # 0170] #1839
Por la calle de Cardona, / donde va el agua a Sevilla,// se pasea una madama, / madama de mil maravillas// [IGR # 0100] #755
Por la calle de su amada / se pasea el moro Zaidi// (y) esperando que sean horas / que se asome para habíale.// [IGR # 0091] #9368
Por la calle de su dama / se pasea el moro Saidi//aguardando a que sean horas / que se asome para hablarle;// [IGR # 0063] #1894
Por la ciudad de Madrid / se pasea Juan Galera//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena,// [IGR # 0184] #5499
Por la escalerita abajo / baja la Silvana linda// retorciendo va sus dedos, / anillos de oro partía.// [IGR # 0005] #1069
Por la gran ciudad de Amaro / paseaba una madama//más bella que el mismo sol / tiene la niña la cara.// [IGR # 0701] #1997
Por la matanza va el viejo, / por la matanza adelante;// los brazos lleva cansados / de los muertos rodear:// [IGR # 0150] #1612
Por la noche andaba Cristo, / de ronda andaba una noche,//vestido de medias blancas, / con paños de mil colores.// [IGR # 0727] #5764
Por la parte donde vido / más sangrienta la batalla//se metía Montesinos /.lleno de una furia insana;// [IGR # 0251] #8892
Por la puerta de la mora / se pasea el moro Zaile//esperando a que sea hora / que salga la mora a hablarle.// [IGR # 0091] #9369
Por la ribera de Turia / va un pastor tras su ganado,//pobre, triste y sin abrigo, / pero más enamorado,// [IGR # 0344] #5871
Por la sala de Altamara / iba la linda Altamara.//la quieren ricos y condes, / también el rey de Granada,// [IGR # 0140] #469
Por la sala de Altamar / iba la linda Altamara;//ella es alta como un pino, / reluce como una espada.// [IGR # 0140] #8674
Por la sala de Altamor / iba la doña Altamara;// ella es alta como un pino, / relumbra como una espada.// [IGR # 0140] #1064
Por la sala ultramarina / iba la niña Ultramada//derechita como un pino, / brillante como una espada.// [IGR # 0140] #467
Por las almenas del Toro / se pasea una doncella,//blanca, rubia y colorada; / su cara, como una estrella.// [IGR # 0032] #8842
Por las anjibas del mundo / habitaba una doncella,//libro de oro la su mano / las oraciones leía;// [IGR # 0032] #8843
Por las calles de Granada / se paseaba doña Elena//con dos hijas por la mano, / Blancaflor y Filomena;// [IGR # 0184] #1659
Por las calles de Jaen / se pasea una romera,// vestida de azul y verde / relumbra más que una estrella.// [IGR # 0192] #1243
Por las calles de Jerusalén / va la Virgen preguntando//que si han visto pasar / a Jesucristo su amado.// [IGR # 1537.1] #5082
Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos, / así fue su nacimiento.// [IGR # 0322] #5706
Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos / que así fue de nacimiento.// [IGR # 0322] #5702
Por las calles de Madrid / andaba un pobre pidiendo,//tullido de pies y manos / que así fue su nacimiento;// [IGR # 0322] #5701
Por las calles de Madrid / hay una fuente que mana//la mujer que la bebiere / al punto queda preñada// [IGR # 0469+0159] #9666
Por las calles de Madrid, / junto a los caños de agua,//allí había una viudita, / muyrica y acuadalada,// [IGR # 0006] #2471
Por las calles de Madrid, / junto a los caños del agua//se pasea una señora / muy rica y acaudalada// [IGR # 0006] #2472
Por las calles de Madrid / junto a los cuaños del agua// por allí pasó una moza / Teresita se llamaba// [IGR # 0006] #2367
Por las calles de Madrid, / pasea un cebollinero//vendiendo sus cebollitas / para ganarse el dinero.// [IGR # 0625] #3062
Por las calles de Madrid, / por la calle del romero//se pasea doña Manuela// [IGR # 0184] #8150
Por las calles de Madrid / se pasea doña Eusebia//con dos niñas de la mano, / una Blanca, Filomena.// [IGR # 0184] #143
Por las calles de Madrid / se pasea la Verbena//con dos niñas en los brazos, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #8149
Por las calles de Madrid / se pasean dos mozuelos;//cogidos van de la mano, / se querían de muy nuevos.// [IGR # 0248] #8328
Por las calles de Madrid / se pasea una Azucena,// con dos hijas por la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #1092
Por las calles de Madrid / se pasea una romera//el rey que la vía yir sola / se bajara a hablar con ella.// [IGR # 0192] #3290
Por las calles de Madrid / se pasea un arriero//buen zapato, buena media, / buen bolsillo de dinero.// [IGR # 0134] #3300
Por las calles de Madrid / se pasea un cebollero//anda vendiendo cebollas / para sacar el dinero.// [IGR # 0625] #268
Por las calles de Madrid / se pasea un cebollero//vendiendo cebo alcina / cebollas por dinero.// [IGR # 0625] #3392
Por las calles de Madrid / va un caballero a la iglesia,// va más por ver a su dama / que por oír la Promesa.// [IGR # 0130] #9607
Por las calles de su dama / se pasea el moro Zaidi//aguardando que sean horas / que se asome para hablarle.// [IGR # 0091] #1897
Por las calles de Turquía / van voces de un pregonero://--Si hay quien compre dos cristianos, / valiente hidalgo caballero.// [IGR # 0739] #1942
Por las comarcas del mundo / hacen grande sentimiento//Viendo la muerte cercana / mandó hacer corona y cetro,// [IGR # 0008] #1909
Por las comarcas del mundo / quiso hacer sentimiento//mandó sacar tres cabezas, / tres cabezas de hombres muertos.// [IGR # 0008] #1907
Por las cuestas de Orduña / bajaban dos zamoranos.// ¡Ojalá que salgan tres / ojalá que salgan cuatro!// [IGR # 0318] #9619
Por la sierra de Presencia / se pasea una serrana,//rubia, blanca y colorada, / y también ojimorena;// [IGR # 0233] #7441
Por las puertas de Celinda / galán se pasea Zaide//aguardando que saliera / Celinda para hablalle.// [IGR # 0097] #1899
Por las riberas de Arlanga / Bernardo el Carpio cavalga,//en un cavallo morcillo / enjaeçado de grana;// [IGR # 0297] #8485
Por las riveras de Arlangia / Vernardo el Carpio cavalga,//en un cavallo lijero / enjaezado de grana,// [IGR # 0297] #8488
Por las riveras de Arlanza / Bernardo el Carpio cavalga,//en un cavallo ligero, / todo enjaeçado de grana.// [IGR # 0297] #8487
Por las salas de Altamara / iba la linda Altamara//derechita como un sol, / reluce como una espada.// [IGR # 0140] #462
Por las sierras de Moncayo / vi venir un renegado:// Bovalías ha por nombre, / Bovalías el pagano.// [IGR # 0072] #1540
Por las Vegas de Granada / iba el Cid a mediodía//con su caballo Babieco / que al par del viento corría// [IGR # 0037] #3372
Por la villa de Valverde / se paseaba un arriero//buena media, buen zapato, / buena capa y buen sombrero;// [IGR # 0134] #1779
Por los altos de Tudela / bajan las aguas muy claras,//si bajan dos companías / y un soldado de guardia.// [IGR # 0445] #3428
Por los caminos del cielo / se pasea una doncella//toda vestida de blanco / cubierta de gloria llena.// [IGR # 0032.1] #1805
Por los campos de Granada / una pastora camina,// los aires la favorecen / y el sol de cara la mira// [IGR # 0212] #1272
Por los campos de Ismael / paseaba una romera//blanca, rubia y colorada, / relumbra de inedia legua,// [IGR # 0192] #5661
Por los campos de Jerez / a caza va el rey don Pedro:// en llegando a una laguna / allí quiso ver un vuelo.// [IGR # 0124] #1458
Por los campos de la Gloria / Jesucristo había pasado//herido de pies y manos / y una lanza en su costado,// [IGR # 0034.1+0034.3] #8300
Por los campos de Madrid//se pasea una viudita, / tres hijos tenía a lo menos.// [IGR # 0182] #8240
Por los campos de Malverde / linda romera venía//vestida de colorado / que una reina parecía.// [IGR # 0456] #8109
Por los campos de Malverde / linda romera venía//vestida de colorado / que una reina parecía;// [IGR # 0456] #8108
Por los campos de Malverde / se paseaba un arriero//buen zapato, buena media, / buen xibón y cinguideiro;// [IGR # 0134] #8228
Por los campos de Malverde / se pasea doña Manuela//con dos hijas por la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0136+0184] #8176
Por los campos de Malverde / se pasea una romera,//vióla el rey de su balcón / y se enamorase de ella.// [IGR # 0192] #8182
Por los campos de Trujillo / caminaba Isabel Mena,// con dos hijas por la mano, / Blacaflor y Filomena,// [IGR # 0184] #1102
Por los campos de Trujillo / un mancebo se pasea,//más por visitar las damas / que por cumplir la promesa.// [IGR # 0130] #5840
Por los campos de Truquillo / vi venir una romera.//Era blanca como un sol / relumbra como una estrella,// [IGR # 0192] #8393
Por los campos de Valverde / doña Isabel se pasea// con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #1094
Por los campos de Valverde / una romera pasea//con dos hijas de la mano, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #8147
Por los campos de Valverde / Valdevinos fue a cazar,// con su espada doradina, / que fino tiene el cortar.// [IGR # 0796] #688
Por los caños de Carmona / donde va el agua a Sevilla//se pasea una señora / hermosa y gran maravilla,// [IGR # 0100] #3757
Por los jardines del rey / se pasea una doncella//blanca y rubia y colorada, / su cara como una estrella.// [IGR # 0091] #1898
Por los mas espesos montes / y lugares de Navarra,//ese rey Don García Iñiguez / con su ejército pasaba,// [IGR # 0030] #9045
Por los Montes de León / se paseaba una reina// con dos hijas que tenía, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #9546
Por los montes de Trujillo / vi bajar una romera,//toda cubierta de gracia / y arriba de gloria llena.// [IGR # 0192] #8676
Por los palacios del Rey / iba una dama corriendo,//iba desnuda y descalza, / desmelenada el cabello,// [IGR # 0038] #9363
Por los palacios del rey / se pasea doña Altamara//bendiciendo el pan y el vino, / bendiciendo el pan y el agua,// [IGR # 0140] #1843
Por los palacios del rey / se pasea una romera//alta era como un pino, / granela como una perla.// [IGR # 0192] #8180
Por los prados de Malvedo / vieron venir una niña//vestida de colorado / y calzada de plata fina.// [IGR # 0456] #8115
Por lo Val de las Estacas / va Rodrigo a mediodía//relumbrando van sus armas / como el sol de mediodía,// [IGR # 0037] #1804
Por malaga y por alli / se levanta una guerrilla//y al conde de romanones / lo llevan de banderilla// [IGR # 0110] #3935
Por mayo era, por mayo, / el mes de la gran calor,// cuando el trigo andaba en cierne, / el centeno andaba en flor,// [IGR # 0078] #865
Por mayo por mayo era, / cuando los grandes calores,//cuando los trigos se encañan / y los campos echan flores,// [IGR # 0078] #8620
Por Peña Quebrada / por Peña Ofendida,// moros y cristianos / andan en porfía;// [IGR # 0169] #1205
¿Por qué llora la mi esposa?/ Porque tengo de llorare.//¿coómo m`he casar, mi padre,/ teniendo marido ya// [IGR # 0110] #3871
--¿Por qué lloras, Blanca Niña, / ¿Por qué lloras, Blanca Flor?//--Lloro por vos, caballero, / que os vais y me dejáis;// [IGR # 0246] #8827
--¿Por qué llores, condesina?, / tú ¿por qué tienes pesar?//--Lloro por ti, conde Mozo, / que te quieren llevar.// [IGR # 0110] #3804
--Porque não cantas, Helena, / à sombra de maçanela?//--Como cantarei eu triste, / como cantarei malvela?// [IGR # 0113] #6252
Porque não cantas, Helena, / à sombra de maçanela?//Como cantarei eu, triste, / como cantarei, malvela,// [IGR # 0113] #2668
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Como cantarei eu, triste, / como cantarei alegre?// [IGR # 0113] #6230
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Eu não sei se chore triste, / não sei se cante alegre,// [IGR # 0113] #6239
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Morreu-me meu pai há pouco, / meu marido está na guerra!// [IGR # 0113] #6246
--Porque não cantas, Helena, / à sombra dessa nogueira?//--Porque meu pai era morto, / meu marido anda na guerra.// [IGR # 0113] #6238
--Porque não cantas, Helena, / à sombra desta nogueira?//--Como cantarei, senhora, / como cantarei, mazela,// [IGR # 0113] #6254
. . . / por si me saco del agua.//--Te daré mis enavíos, / cargaditos de oro y plata.// [IGR # 0180] #202
Por tierras del rey de España / una serrana pasea,//blanca, rubia, generosa, / hermosa como una perla; // [IGR # 0233] #7381
Por una bella donsella / fume engañado://yo la é visto a la su puerta / oro hilando,// [IGR # 0695] #8956
Por una linda espessura / de arboleda muy florida,//donde corren muchas fuentes / de agua clara muy luzida,// [IGR # 0041] #9333
Por unas vegas abajo, / por unas vegas arriba,// se pasea un ermitaño, / que hacía su santa vida:// [IGR # 0020] #631
Por un caminito angosto / se pasea una blanca niña,//con la falda arregazada / y la nieve a la rodilla.// [IGR # 0232] #8621
--Por un caminito. . . / es deseado hijas tener.//--Si las tengo, o no las tengo, / no las dejo de tener./ / [IGR # 0224] #4698
Por un prado verde abajo / iba una niña muy linda//con los pies pisa la hierba, / con la ropa la tendía.// [IGR # 0232] #563
Por un reguero de sangre / que Jesucristo derrama//camina la Virgen Pura, / y San Juan en su compaña.// [IGR # 1537.1] #2080
Prècurô por sua isposa, / sua isposa natural.// [IGR # 0559] #6413
--Pregoados son as guerra / de Francia con Aragóne.//¡Probé de min, que son vello / guerras para min non soné!// [IGR # 0231] #8739
Pregonadas son las guerras / de España pa Portugal//y al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #4404
Pregonadas son las guerras, / las guerras del rey León;//todo el que a ella no fuere / su casa será en prisión,// [IGR # 0231] #8819
Pregonadas son las guerras, / las guerras del rey León ;//todo el que a ellas no fuere, / su casa estará en prisión,// [IGR # 0231] #5872
Premita el cielo divino / que mil desdichas te vengan//que me has dejado burlada / metida en tantas afrentas.--// [IGR # 0209] #341
Preñada estaba la reina / de tres meses si no mase;//de allí habló la criatura / con la gracia de Dios Padre:// [IGR # 0015] #8815
Preso está Fernán González, / el buen conde castellano;// prendiólo don Sancho Ordóñez, / porque no le ha tributado.// [IGR # 0050] #1401
Preso iba Juan de Vega, / preso, muy aprisionado//cuando a los pies de la horca / ya lo estaban confesando,// [IGR # 0079] #2175
Preso llevan Juan de Vega, / preso muy aprisionado;//desde los pies a la horca / ya lo iban confesando.// [IGR # 0079+0020] #3332
Preso lo llevan al conde, / al conde Miguel del Prado;//no es por robos que haya hecho / ni muertes que haya causado,// [IGR # 0118] #4493
Preso me llevan al conde, / y al dicho Miguel del Prado//por encintar una niña / n`el camino de Santiago;// [IGR # 0118] #1685
Preso vai o conde, preso, / preso vai a bom recado;//não vai preso por ladrão, / nem por homem ter matado,// [IGR # 0118] #6508
Preso vai o conde, preso, / preso vai a bom recado,//não vai preso por ladrão, / nem que homens haja matado,// [IGR # 0118+0101] #5987
Preso vai o conde, preso, / preso vai aprisionado,//non vai preso por ladrón / nen por matar vai atado.// [IGR # 0118] #8734
Preso vai o conde, / preso, preso vai, arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por homem ter matado:// [IGR # 0118+0101] #2262
Preso vai o conde, preso, / preso vai, arreatado,//por dormir com uma menina / nas voltas do Santiago.// [IGR # 0118+0101] #2265
Preso vai o conde, preso, / preso vai, arrematado.//Não é culpa do mal que de fez, / nem por outro mal fezo malo:// [IGR # 0118+0101] #2261
Preso vai o conde, preso, / preso vai e arreatado.//Não vai preso por ladrão, / nem por homens ter matado:// [IGR # 0118+0101] #2264
Preso vai o conde, preso, / preso vai o bom Ricardo.//Não é ele por ladrão, / nem por homens que há matado:// [IGR # 0118+0101] #2257
Preso vai o conde, preso, / preso vai o D. Ricardo.//Não vai preso por ladrão, / nem por homes que há matado:// [IGR # 0118+0101] #2263
Primeiro, amar a Deus / sobre tudo quanto há;//a Deus na terra e no céu, / e a ti amo-te cá.// [IGR # 0199] #2904
Primera estación del norte / qué mala suerte ha tenido//La máquina de Linares / a Manolito ha cogido.// [IGR # 0156] #1650
Pues señor, éste era un rey / que tenía tres hijitas;//la más chiquita y bonita / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5140
Pues, señor, este era un rey / que tenía tres hijitas//y la más chiquitita / Angelina se llamaba.// [IGR # 0075] #5143
Pues, señor, éste era, un rey / que tenía tres hijitas//y la más chirriquitica / Ambarina se llamaba.// [IGR # 0075] #5139
Pues señor este era un rey / que tenía tres hijitas//y la más chirritica / Anguerina se llamaba.// [IGR # 0075] #3597
Pus-me a fazer uma aposta, / mas eu não soube apostar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar:// [IGR # 0159] #6085
Q`and`o conde bai p`r`à missa / a condesa buena `stá;//quando o conde bem da missa / a condesa mala `stá.// [IGR # 0311] #2619
Quais foram os três cavaleiros / que fizeram sombra no mar?//Foram os três do loriente, / que a Jesus foram buscar.// [IGR # 0447] #2826
-Qual é o vadio / que a estas horas anda? //Tu em `náguas brancas / e tu `inda na cama! // [IGR # 0189] #7065
Qu` amanezca la mañana, / vos cortaré un buen vistir.// más te quero y más te amo / que al rey con su reinado.// [IGR # 0222] #9496
Quando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pentem d` ouro na mão / seu cabelo penteava,// [IGR # 0113] #6291
Quando o rei chegou da missa / com sua filha a chorar.//--Tu que tens, ó minha filha? / --Ó papá, queria casar.// [IGR # 0503] #6685
Quan era xica i pequeña / gosava de niñería,//jo sempre deia a la mare: / --Don Bertran quan tornaria?// [IGR # 0418] #3649
Quan jo n`era petitet / n`era un jove gras i tendre,//ja em vaig enfundar l`amor / en una hermosa donzella,// [IGR # 0939] #3658
Quan jo n`era petitet, / petitet, un jove tendre,//jo en vaig infundar l`amor / amb una hermosa donzella.// [IGR # 0939] #7889
Quant eran xicos pequeños / jugavan á las manicas//y á la edat de los quins` años / l` amor dada ya `n tenian // [IGR # 0418] #8576
Quant jo n` era petitet / si dormia no plorava,//y ara que ja `n so grandet / m` he dat á la vida mala.// [IGR # 0947] #5851
Quatre fadrinets, / quatre camaradas,//s` en van aná á Tremp / á robá una dama.// [IGR # 1083] #7869
Quatre minyonets / de la valentona//van á l` Ampurdá / robá una minyona.// [IGR # 1081] #7860
--Que a los tres años no vengo, / m`has de salir a buscar.--//Y ha andado tos siete reinos / y no l ha podido encontrar// [IGR # 0023+0110] #4184
Qué alta que va la luna / bajo `l sol de medio día,//se despide el rey Lumbardo / de su adorada María// [IGR # 0110] #4108
Qué bonito el soldadito / paradito en el cuartel,//con el fusilito al hombro / esperando al coronel.// [IGR # 0113] #5314
Qué buen cuerpo tienes, Carlos, / para con los toros torear// Mejor le tengo, niña, / para con usté abrazar.// [IGR # 0159] #721
--Que cavalheiro é este / que à minha porta rondeia?//--Sou das partes do mar, / venho das partes da Beira!// [IGR # 0190] #6113
Quédate con dios condesa / en el tu palacio real//que yo me voy con mi mujer / con mi mujer natural// [IGR # 0023+0110] #4331
--Quedes, quedes, cavaleiro, / el-rei vos manda contar;//aqui falta Valdevino, / seu cavalo tremedal;// [IGR # 0150] #6009
¡Qué día más desgraciado / el día quince de abril!//el toro mató a Perpete / en las calles de Madrid.// [IGR # 0467] #9641
¡Qué día tan desgraciado / cuando Austínl Urra nació!// Urra, nacido en el Arque, (sic) / de buena generación,// [IGR # 5140] #3567
Qué día tan desgraciado, / primer domingo de abril,//cuando un toro mató a Pepe / en la plaza de Madrid!// [IGR # 0467] #9458
¡Que ditxosa n` es / la Samaritana//qu` anant á la font / Jesús encontrave!// [IGR # 0316] #7907
. . . Que don Juan el caballero / está malito en la cama//que se ha caído del caballo / a la puerta de su dama,// [IGR # 0006] #2440
Quedos, quedos, cabaleiros, / que o rei vos mandou contare//que faltaba Valdovinos / no río de Malpasare// [IGR # 0150] #1801
--Quedos, quedos, cavaleiros, / daqueles que el-rei mandou contar.//Falta aqui Valdivinos / e o seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150] #5992
Quedos, quedos, cavaleiros, / dos que el-rei mandou contare.//Aqui falta Valdevinos, / seu cavalo tremedale.// [IGR # 0150+0049] #2231
--Quedos, quedos, cavaleiros / dos que el-rei mandou cuntar.//Falta aqui Valdivinos / e o seu cavalo estremedal.// [IGR # 0150] #6007
Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contar.//Aqui falta Valdevinos, / seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150+0049] #2234
Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contare//cada um por s_a vez, / dois a dois, a par a pare.// [IGR # 0150+0457] #2246
--Quedos, quedos, / cavaleiros, el-rei vos mandou contar,//falta aqui o Valdevinos / e seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150] #6017
Quedos, quedos, cavaleiros, / el-rei vos mandou contar.//Não no encontrastes vós menos / ao almoço nem ao jantare;// [IGR # 0150+0049] #2228
--Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei os manda contar!//Contaram e recontaram, / só um lhe vinha a faltar:// [IGR # 0150] #6013
--Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contar.//Aqui falta Baldevinos, / com seu cavalo real.// [IGR # 0150] #5995
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contar.//Aqui falta Valdevino, / o seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150+0457] #2237
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos manda contare.//Contaram e recontaram, / só um le vinha a faltare,// [IGR # 0150] #2212
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contar.//Aqui falta Oliveiros, / c`o seu cavalo real.// [IGR # 0150+0049] #2227
Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contare.//Contaram e recontaram, / só um havia a faltar.// [IGR # 0150] #2225
--Quedos, quedos, cavaleiros, / que el-rei vos mandou contar!//não vos conta um a um, / que vos conta par a par.// [IGR # 0150] #6004
--Quedos, quedos, cavaleiros, / qu`el-rei vos manda chamar!//Aqui falta o Valdevino, / co` o seu cavalo real.// [IGR # 0150] #5993
= --Quedos, quedos, cavaleiros, / qu` el-rei vos manda contar.//Aqui falta Valdevinos, / com seu cavalo real.// [IGR # 0150] #6015
Quedos, quedos, cavaleiros, / qu`el-rei vos mandou contare.//Aqui falta o Aldevino, / tão forte no batalhare.// [IGR # 0150+0049] #2233
Quedos, quedos, cavaleiros, / que o rei mandou contare.// Aqui falta o Verdevino / com o seu cavalo reale.// [IGR # 0150] #2215
Quedos, quedos, cavaleiros, / que o rei vos mandou contare.//Aqui falta Valdevino / c`o seu cavalo real.// [IGR # 0150] #2221
Que el príncipe don Juan / está malito en la cama.// Malito está que se muere, / malito está que se acaba.// [IGR # 0006] #2374
--Que é que tens, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6473
-- Que é que tu tens, ó Juliana, / que estás tão triste a chorar?//Minha mãe é meu Dão Jorge / que com outra vai casar.// [IGR # 0172] #5797
Que fazeis aqui, senhora, / tão gentil e delicada,//com chapelinho à maltesa, / saia de lã recortada?// [IGR # 2865] #2698
--Que fazes aqui, donzela, / debaixo do arco a escutar?//--Estou aqui pela sereia, / mais pelo seu lindo cantar.// [IGR # 0720] #6527
Que grito dava o marinheiro / que lá no mar se afundava! **2*--Que deras tu, ó marinheiro, / a quem da água te tirara?// [IGR # 0180] #7703
--Que guerras andam armadas / / para os campos de Marvão,//ai de mim, que já sou velho, não as posso vencer, não!// [IGR # 0231] #7514
--¿Qué haces ahí, blanca niña, / que haces ahí n`el palombar?//--Toy cumpliendo siete años, / siete años y más un día,// [IGR # 0164+0100] #8361
Qué haces ahí, mora mía, / qué haces ahí, mora linda?//Te quieres venir conmigo / para mi caballeriza?// [IGR # 0169] #2543
Quéjome de vos, el rey, / por haber crédito dado// del buen duque, mi marido, / lo que le fue levantado.// [IGR # 0242] #1520
que la infanta está preñada / . . . //. . . / la mandaron desterrar.// [IGR # 0145] #8942
. . . / qu`el-rei vos mandou contar.//Aqui falta Valdevino, / seu cavalo tremedal.// [IGR # 0150+0049] #2232
Qué mal pensatis el moro / mal se vos hizo pensare//quebratis obra del Causo, / matastis a doce frailes,// [IGR # 0223+0539] #3377
Que mañana son los Reyes, / la primer fiesta del año//donde pajes y doncellas / al rey piden su aguinaldo,// [IGR # 0046] #394
Que mañana son los reyes, / la primer fiesta del año,//donde reyes y doncellas / al rey piden su aguinaldo,// [IGR # 0046] #3367
Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de años / y víspera de los Reyes.// [IGR # 0046] #383
Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//con buenos principios de año / y las pascuas de los Reyes// [IGR # 0046] #378
Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año,//con buenos principios de año / y vísperas de los Reyes.// [IGR # 0046] #386
Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año//Que mañana son los Reyes, / la primer pascua del año,// [IGR # 0046] #388
Que mayo no hay más que mayo / y en mayo no hay más que un día//cuando aquel mozo Abelardo, / él de la guerra venía.// [IGR # 0103] #8063
--Quem bate à minha porta, / a est` hora de dormir?//--Sou Bernal Francês, senhora, / p`ra vos bem qu`rer e servir.// [IGR # 0222+0168] #6893
--Quem bate à minha porta, / quem arromba o meu postigo?//--É o pobre do ceguinho, / que não sabe o seu caminho!// [IGR # 0189] #7023
--Quem bate à minha porta, / quem bate e quem `stá `i?//--É D. Francisco, menina, / que consigo vem dormir.// [IGR # 0222+0168] #6857
--Quem bate à minha porta, / quem bate, oh! Quem `stá aí? //--Sou Bernal Francês, senhora; / vossa porta, amor, abri.// [IGR # 0222+0168] #6853
--Quem bate à minha porta, / quem bate, quem está aí?//--É Bernaldo Francês, / sua porta venha abrir.// [IGR # 0222] #6886
--Quem bate à minha porta? / Quem bate? Quem `stá aí? //É D. Francisco, senhor? / A porta lhe vou abrir.// [IGR # 0222+0168] #6874
--Quem batoca à minha porta? / Quem batoca? Quem `stá `i?//Se é Bernardo Francês, / a porta lhe irei abrir,// [IGR # 0222+0168] #6884
Qué me das marinerito / para pasar este agua?//--Yo te doy toda mi vida, / yo te doy toda mi alma.// [IGR # 0180] #198
--¿Qué me das, marinero, / si te saco del agua salada?//--Yo te doy todo mi oro / y mi mujer par esclava.// [IGR # 0180] #5265
--¿Qué me diste, Mariana, / qué me diste en este vino?//--Sangre de siete culebras / y la de un lagarto vivo,// [IGR # 0255+0172] #9270
. . .//--¿Qué me has echado en el vino?//--Las tres hojas de veneno / y ojos de lagarto vivo// [IGR # 0172] #9262
--Que me mira, meu paizinho? / Que muito me está a mirar?//--Eu miro-te, minha filha, / que me pareces pejar.// [IGR # 0159] #6055
Quem fez aquela fonte / no meio daquela vila?//Porque não le punha o nome / da água da fonte fria,// [IGR # 2930] #2875
--Quem me dera ali, além, / naquele monte, naquele vale!//Quem me dera mais adiante, / lá em casa de meu pai!// [IGR # 0153] #6555
--Quem me dera ali além, / naquel` monte ou naquel` vale,//quem me dera mais além, / nas casinhas de meu pai!// [IGR # 0153] #6550
--Quem me dera em palácio, / p` ra Castelo de Mar,//p` ra passar estas dores / com minha mãe a chorar.// [IGR # 0153] #6588
--Quem me dera ir agora / à hortinha de Mouvadre,//só p` ra estar na companhia / da minha querida madre.// [IGR # 0153] #6581
--Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale,//quem me dera mais acima, / na casinha de meu pai!// [IGR # 0153] #6553
--Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale!//Quem me dera mais acima / nas casinhas de meu pai!// [IGR # 0153] #6554
--Quem me dera naquele monte, / naquele monte ou naquele vale!//Quem me dera mais acima, / nas casinhas de meu pai.// [IGR # 0153] #6551
--Quem me dera naquele monte, / quem me dera naquele vale,//quem me dera d` ir para casa, / aos palácios de meu pai!// [IGR # 0153] #6559
--Quem me dera que minha mãe / estivesse em Castilhos del Mar,//para levar por parteira / minha mãe natural.// [IGR # 0153] #6577
--Quem me dera uma casa / lá baixo naqueles vales.//Quem me dera por vezinha / a triste de minha madre!// [IGR # 0153] #6571
--Quem pôs aqui estas mesa / de bom pão e de bom vinho?// --O francês mai la francesa / que vinham de São Domingo.--// [IGR # 0338] #9585
Quem quijer baca e carnero / beng`à mi cassa por eilha;//a quarto bendo la libra / e a marabedí la média,// [IGR # 0818] #2721
Quem quiser viver alegre / não busque companha minha,//que me pariu minha mãe / em uma escura montinha.// [IGR # 0648] #2646
Quem quiser viver alegre / não procure companha minha,//que me deixou minha mãe no monte, lá nu~a escura montinha,// [IGR # 0648] #2306
Quem tivera tal fortuna / para dar al Cristo la alma,//como tuve uma mulher / chamada Samaritana.// [IGR # 0017] #2640
--Quem trupa a essa porta? / Quem trupa ou quem `stá aí?//Sejam cravos, sejam rosas, / minha porta eu abri.// [IGR # 0222] #6876
Quen se doi de aquel canteiro / que está n`aquela ventana?//--Calla, calla, ai miña filla, / siempre fuche desdichada,// [IGR # 0006] #1786
--¿Qué oficio tenes, Paricia?, / qué oficio tenes en mano?//--Mercader so, la mi bulisa, / mercader y escrivano.// [IGR # 0043] #3734
¿Qué oficio tenés Parise / qué oficio tenés en mano?//--Mercader so, la mi bolisa, / de la nave de costane [IGR # 0043] #3363
--¿Que ofisio tenes+ Parizme, / que ofisio tenes+ en mano?//-- Mercader so, la mi bulisa, / mercader y escrivano;// [IGR # 0043] #3699
Que para Belén / camina María//y a San José / lleva en su compañía:// [IGR # 0542+0710] #3182
Que por mayo era, por mayo, / cuando los grandes calores,// cuando los enamorados / van servir a sus amores,// [IGR # 0078] #1526
¡Qué ricas bodas se arman / en la ciudad de París!//¡Qué de damas y doncellas / y de caballeros mil!// [IGR # 0468] #9487
Qué ricas bodas se arman / en la ciudad de París!//¡Qué de damas y doncellas / y de caballeros mil!// [IGR # 0468] #9489
--Quero apostar, minha mãe, / a perder ou ganhar//que engano Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6067
Qué se corre por el mundo, / qué se corre por España?//que el capitán de don Juan, / se encuentra enfermo en la cama.// [IGR # 0006+0080] #2484
Qué se cuenta de don Juan? / qué se cuenta por Granada?// Que se cuenta de don Juan / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #663
Qué se cuenta por Sevilla / qué se cuenta por Granada?// Qué se cuenta por Sevilla? / Que don Juan está en la cama.// [IGR # 0006] #2341
Qué se cuenta, qué se cuenta, / qué se cuenta por España? La muerte del rey don Juan / que malito está en la cama. [IGR # 0006] #2368
--Que senhora é aquela / das bandas de além do mar?//--Tecedeira sou, senhora, / a teia venho buscar.// [IGR # 0159] #6076
Que se pensaba la reina / que honrada hija tenía;//con aquel conde Verjicos / tres vezes parido había,// [IGR # 0469+0138] #8791
Que tal te vai, penitente, / co`essa mala companhia?//--A compaña buena es, / segundo yo merecía:// [IGR # 0020] #2208
--Que tanhes tu, ó suldadinho, / que tã tristi andas na gárra?//Ó te lembra pai ó mainhe / ó ares da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6492
--Que tens, ó D. Fernando, / que tão triste andas na guerra?//Ou te morreu pai e mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6469
--Que tens, soldadinho novo, / qu`andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe, / ou alguém da tua terra!// [IGR # 0176+0168] #6490
Que tens, soldadinho novo, / que tão triste andas na guerra,//lembras te de pai ou mãe / ou d` alguém da tua terra?// [IGR # 0176+0168] #6505
--Que tens tu, ó Juliana, / que estás disposta a chorar?//--É o D. Jorge, mamãe, / que com outra vai casar.// [IGR # 0172] #6970
--Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe, / ou alguém da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6506
Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe, / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6494
--Que tens tu, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//se t` alembra pai ou mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6493
Que tens tu, ó soldadinho, / que tão triste andas na guerra?//Alembra te pai ou mãe / ou gente da tua terra?// [IGR # 0176+0168] #6502
Que tens tu, soldadinho novo, / que tão triste andas na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe / ou gente da tua terra!// [IGR # 0176+0168] #6503
Qué te pasa, buen soldado? / A mí no me pasa nada,// a mí lo que me molesta es / el humo de la metralla.// [IGR # 0176] #998
--Quetos, quetos, cavaleiros, / que o rei vos manda parar.//Aqui falta Valdevinos, / com seu cavalo real.// [IGR # 0150] #5994
Que trista està la infanta / més trista que no soliva.//Son pare, com no la casa, / gran cuidado ne tenia.// [IGR # 0169] #2510
Qué triste esta la condesa / qué triste esta de llorar//en ver que llevan al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #3891
Que vengan siete soldados / de los que tuve en Valencia//y a mi señor Gerineldo / lo destierran de esta tierra.// [IGR # 0023+0110] #4220
--Quién durmiera con doña Alba / una noche sin temor.//--No digo una noche, / una noche y también dos.// [IGR # 0234] #5016
Quién es aquel caballero / que tan gran traición hacía?// Ruy Velazquez es de Lara, / que a sus sobrinos vendía.// [IGR # 1142] #1404
--¿Quién es aquél que viene / desafiando al reino?//--Es el hijo del almirante Austino// [IGR # 5114] #9705
¿Quién es ese caballero / que mi puerta manda abrir,//que por abrirle la puerta / se me ha apagado el candil?// [IGR # 0234] #5017
Quién estuviá en aquel cerro, / quién estuviá en aquel valle//quién tuviá de compañía / a la Virgen y a mi madre!// [IGR # 0153] #479
--¿Quién ha llamado a mi puerta? / Que levántate tú a abrir.//--Levántese usted, mi ama, / que con usté ha de dormir.--// [IGR # 0222] #4850
--¿[Quién llama a] mi puerta a estas horas? / Yo no me levanto ` abrir.//--[Tu buen francés] soy, señora, / a quien le sabes abrir.// [IGR # 0222] #4849
--¿Quién pica en la mi puerta, / quién en la mi puerta pica?//--Son los cuatro caballeros / en busca de la su hija.// [IGR # 0170] #3285
Quien quiera tomar consejo / venga a mí, y se le daré;//por que a nadie le acontesca / lo que a mí me contensió// [IGR # 0671] #5891
Quien quiere tomar consejo, / que venga a mí, se lo daré://quien quiere casar con moza, / que no s`aspere a la vejez.// [IGR # 0311] #4839
Quién tuviera la fortuna / que Gerineldo ha tenido,//de llevar ropas al rey / y a la infantina un vestido.// [IGR # 0023] #5417
Quién tuviera la fortuna / y pasara los tormentos//que tuvo que pasar / el glorioso san Alejo!// [IGR # 0141] #2203
Quién tuviera tal fortuna, / para ganar lo perdido / como tuvo Gerineldo / mañanita de domingo.// [IGR # 0023+0110] #8785
Quién tuviera tal fortuna / para ganar lo perdido//como tuvo Gerineldo / mañanita de domingo;// [IGR # 0023] #8788
--Quién tuviera tal fortuna / para ganar lo perdido//como tuvo Xerineldo / mañanita de domingo;// [IGR # 0023] #8786
¡Quién tuviera tal ventura / sobre las aguas del mar,//como tuvo Magdalena / cuando a Cristo fue a buscar!// [IGR # 0435.2+0697] #3529
Quince años tenía Martina / cuando su amor me entregó;//a los dieciséis cumplidos / una traición me jugó,// [IGR # 0234] #5009
Quinientos y más soldados / debajo de una bandera//todos iban bien contentos / menos uno que allí fuera.// [IGR # 0176+0168] #5556
Quín se doi d-aquel cantero / que esta n`aquella ventana?//--Mala filla, mala filla, / para mi fuedesdichada,// [IGR # 0006] #2475
Quintando vienen quintando / por Francia y por Portugal,//quintan al conde Lombardo / por capitán general.// [IGR # 0110] #3971
--¿Qui será l`home valent / que á la gavia pujará?//--Yo sería don Lluís, / don Lluís de Montalbá.// [IGR # 0559] #8719
Quiso un galán a una dama / con un amor muy crecido,//quiérela y no puede hablarla, / que vive muy afligido.// [IGR # 0680] #7816
--Quítate de ahí, mora, / hija de judía,//deja a mi caballo / beber agua fría.// [IGR # 0169] #3589
Quítate de ahí, / mora, hija de judia,//deja mi caballo / beber agua fría.// [IGR # 0169] #2527
Quítate de ahí, mora, / y perra judía;//deja de beber mi caballo / en esa fuente fría.// [IGR # 0169] #2529
Rainha Santa Isabel, / mulher d`el-rei D. Dinis,// [IGR # 2899] #2812
Rayo te parta, condesa, / entrañas y corazón//de seis partos que has tenío / todas hembras, ni un varón!// [IGR # 0231] #519
recién casada / de muy luenga tierra,//con la escoba barre / con los ojos riega,// [IGR # 0153] #5478
Recogido en su aposento / Bernardo se estaba armando//suspiros daba del alma / y de coraje llorando// [IGR # 1617] #8543
Reduán, bien se te acuerda, / que me diste la palabra// que me darías a Jaen / en una noche ganada.// [IGR # 0268] #1468
Reina Elena, reina Elena, / Dios prospere tu estado//si mandáis alguna cosa / veísme aquí a vuestro mandado.// [IGR # 0043] #1521
Reinando el rey don Alfonso, / el que Casto se dezía,//andados diez y siete años / del reinado que tenía,// [IGR # 0105] #8491
rei se`n va a la guerra / no sé si tornarà,// si tornarà per Pasqua / o per la Trinitat.// [IGR # 0178] #9569
Relógio que dás a uma, / bem podias dar as duas;//ó meu amor de tão longe, / aqui tenho novas tuas.// [IGR # 2931] #2894
Resuciten las noticias / de los tiempos olvidados.//Los valientes españoles / a los indios conquistaron// [IGR # 0398] #3546
Retirado en su palacio / está con sus ricos-homes//Alfonso, rey de Castilla, / en León, do está su corte;// [IGR # 1577] #8513
Retírate, reina mora, / retírate, mouralina;//deje beber mi caballo / dessa i-água cristalina.// [IGR # 0169] #2314
Retraída estaba la reina, / la muy casta doña María,// mujer de Alfonso el Magno, / fija del rey de Castilla,// [IGR # 0383] #1508
--Reventada seas, María / por en par del corazón, //de tres hijas que has tenido / entre ellas ningún varón.--// [IGR # 0231] #8690
Reviente la condesa / a un lado del corazón,// de siete hijas que tenía, / en el medio ningún varón.// [IGR # 0231] #897
Rey de Francia, rey de Francia, / rey de Francia y de Aragón,//a pesar de los franceses / dentro de la Francia entró.// [IGR # 0033] #8886
Rey don Sancho, rey don Sancho, / cuando en Castilla reinó,// corrió a Castilla la vieja / de Búrgos hasta León,// [IGR # 0352] #1418
Rey don Sancho, rey don Sancho, / no digas que no te aviso// que de dentro de Zamora / un alevoso ha salido:// [IGR # 0330] #1432
Rey Fernando, rey Fernando, / de Sevilla y Aragón,//y al pasar por los franceses / dentro de la Francia entró.// [IGR # 0033] #3365
Rey Fernando, rey Fernando / de Toledo y Aragón,//y al pasar con los franceses / dentro de la Francia entró.// [IGR # 0033] #7798
Rey Fernando, rey Fernando, / de Toledo y de Aragón,//a pesar de los franceses / y en la Francia penetró.// [IGR # 0033] #4437
Rey moro tenía hijo / que Ataquino se llamaba;//se ha enamorado de Altamare, / que era su querida hermana.// [IGR # 0140] #7980
Rey moro tiene tres hijas, / tejías tres como la plata,//y la más pequeña de ellas / Adalina se llamaba.// [IGR # 0075] #8794
Riberas de Duero arriba / cabalgan dos zamoranos// en caballos alazanes / ricamente enjaezados.// [IGR # 0318] #1427
Riberas del Duero arriba / cabalgan dos zamoranos:// las divisas llevan verdes, / los caballos alazanos,// [IGR # 0318] #1429
Ricas bodas hay en Francia, / pregonadas en Madrid//danzábanlas siete condes, / caballeros más de mil,// [IGR # 0468] #1728
Río Tinto, Río Tinto, / como la cinta morada//donde pasea don Bardo / en brazos de su mujer amada// [IGR # 0110] #3916
Río Verde, río Verde, / más negro vas que la tinta//tres moras lavan en ella, / las tres lavan a porfía.// [IGR # 0136] #350
Río Verde, Río Verde / tinto vas en sangre viva;// entre ti y Sierra-Bermeja / murió gran caballería.// [IGR # 0106] #1503
Rosa blanca, flor del campo / en tiempo de primavera//es cuando salen los quintos / a pelear a la guerra.// [IGR # 0176+0168] #3405
Rosablanca y Rosablanca, / Rosablanca y de color,//¡quién te me diera esta noche / tres horas a mi favor!// [IGR # 0234+0043] #3737
Rosafresca, Rosafresca, / tan garrida y con amor,// cuando vos tuve en mis brazos, / no vos supe servir, no;// [IGR # 0611] #1528
Rossinyol que vas à Fransa / t`encomano la meu mare// [IGR # 1009] #9788
Rufina i hermosa / tu que fais aí(na).// Estou guardando o gado, / velo teño aquí(na).// [IGR # 0453] #1227
--Rufina ya hermosa, / ¿tú que fais ai?//--`Tou guardando o gado, / bien me veis aquí.// [IGR # 0453] #8343
Sábadico por la tarde / salgo a tu calle a paseo,//platico con la vecina / ya que contigo no puedo.// [IGR # 0188] #3407
Sacra Virgen del Rosario, / mi patrona y heredera//si nací para penar / el Cielo me dé paciencia.--// [IGR # 5022] #2143
Sagrada Virgen del Carmen, / con tu lindo escapulario//en compañía de tu hijo, / que es Señor Crucificado,// [IGR # 0626] #2091
Saiu José e o príncipe / numa tarde a passeiar//e logo daí a pouco / um letrero fôrim incontrar.// [IGR # 2939] #2879
--Sal a cazar, el rey moro, / a cazar como solías//y traerásme una cristiana / de gran belleza y valía.// [IGR # 0136] #5526
Sale la estrella de Venus / al tiempo que el sol se pone,//y la enemiga del día / su negro manto descoge,// [IGR # 0097] #4426
Sálese Diego Ordóñez, / del real se ha salido// armado de piezas dobles / en un caballo morcillo:// [IGR # 0331] #1435
Salía don Bueso / a cazar un día,//la brava leona / de morderle había.// [IGR # 0080] #4810
Salí de Málaga un día / con mi caballo trotón//entré por una calleja, / salí por un callejón. [IGR # 0612] #2032
Saliendo de Cartagena / cayó un marinero al agua;//contestan de la otra banda:// [IGR # 0180] #5259
Saliendo el rey de paseo / con su coche y su colegia//se encontró con la romera / en lo alto de la sierra.// [IGR # 0192] #5665
Saliendo Jesús de cara, / saliendo como solía,//con una escopeta al hombro, / y un ángel de compañía,// [IGR # 0808] #8670
Salieron dos arrieros / del lugar de Caberuela//con la mulita cargada / para ganar la moneda.// [IGR # 0134] #3763
Salieron los torneos / para Francia y Portugal//ha salido Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4268
Salieron tres segadores / a segar fuera de casa,//uno de los segadores / le mandó quitar la anda.// [IGR # 0161] #3389
Salieron tres segadores / a segar fuera de España,//y una de los segadores / lleva la ropa de holanda,// [IGR # 0161] #3040
Salió a cazar el cazador, / a cazar como solía,//los perros iban cansados / los halcones se perdían;// [IGR # 0164+0100] #2584
Salió Bernardo a cazar / una nochecita oscura,//de perritos y lebreles / lleva cercaíta la mula.// [IGR # 0027] #8386
Salió el rey de paseo / en su coche y su calesa,// y en el medio del camino / ha encontrado una romera.// [IGR # 0192] #1247
Salió la Virgen y el niño / de España para Belén//y en la mitad del camino / pidió el niño de beber.// [IGR # 0226] #5353
Salió un triste cazador / por donde siempre salía;//los perros se le cansaban / y el jurón no le seguía;// [IGR # 0164+0100] #2558
Salir quiere el mes de Mayo / y entrar el mes de Avril //cuando el trigo está en grano / y las flores quieren salir // [IGR # 0773] #8921
--Salve Deus, ó Moliana, / no vosso estado real!//--Salve Deus, senhor D. Bone, / senhor do vosso cavalo!// [IGR # 0172] #6972
San Cristo de Balaguern / Mare de Deu de les Sogues,//aydeu als pobres fadrins / als qui tracten ab minyones.// [IGR # 1062] #7881
San José pidió posada / para posar con María// y no le quisieron dar / porque no le convenía.// [IGR # 0593] #2046
San Josep y la Mare de Deu / volen cumplí una promesa,// s` en anaren á Betlem, / á aquella ciutat tan bella.// [IGR # 2760] #8061
San José salió una tarde / y dejó al Niño en la tienda//con una cruz en tres clavos / y recreándose en ella.// [IGR # 0834] #615
San José salió una tarde, / y dejó al Niño en la tienda,//hizo una cruz con tres clavos, / recreo de su inocencia.// [IGR # 0834] #3185
San José y la Virgen pura / en su lecho descansaban,//y el niño de Dios en otro; / llega San Gabriel y llama,// [IGR # 0512] #5722
San José y Santa María / juntos van en la jornada//San José mucho camina, / la Virgen ya va cansada,// [IGR # 0525] #8260
San José y Santa María / salieron a una jornada//San José mucho camina, / María ya va cansada.// [IGR # 0525] #8261
San Juan y la Madalena / se`n van presto al calvario//por el camino que iban / una mujer encontraron.// [IGR # 1537.1] #2082
San Lorenzo fue a dar agua / a las orillas del mar,//mientras el caballo bebe / canta su lindo cantar.// [IGR # 0049] #9460
San Silvestre y Año Nuevo, / la primer fiesta del año.//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #381
San Silvestre y Año Nuevo, / la primer pascua del año//cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #399
San Silvestre y Año Nuevo, / la primer pascua del año//entre damas y doncellas / al rey piden aguinaldo.// [IGR # 0046] #395
San Silvestre y Año Nuevo, / primeras fiestas del año//las mocitas y doncellas / van pidiendo el aguinaldo.// [IGR # 0046] #379
Santa Ana tiene una ermita / toda llena de alegría,// toda la gente cristiana / vien de ver su romería:// [IGR # 0456] #970
Santa Bárbara, luz divina, / oh pérola tão estimada//Na hora em que nasceste / logo devoção tomaste;// [IGR # 2883] #2806
Santa Catarina do Sena / era filha dum rei moiro;//ela matou a seu pai, / ela com uma espada de oiro.// [IGR # 0126] #7582
Santa Fé estaba sentada / a la luz de una candela,//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #4424
Santa Fe estaba sentada / al pie de una candela//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #4490
Sant` Agnés s` está / en cambra daurada//Fa oració / al Sant qu` ella aymave// [IGR # 2779] #9805
Santa María / prä Belén camina//San José se marcha / i-en su linda compañía;// [IGR # 0812] #1803
Santas y muy buenas noches / . . . //cuando damas y doncellas / al rey piden aguinaldo;// [IGR # 0046] #392
Sant Isidro està criat / a la vila de Madrid,//sense pare i sense mare, / els seus parents l`han despedit.// [IGR # 0543] #7919
Sant Isidro s` en va á missa / am molta devoció,// quant ell ne torna de missa / trova l` amo molt felló./ [IGR # 0543] #7921
Santísimo sacramento, / ¿dónde vas tan de mañana?//Bajaron siete dotores, / los mejoritos de España;// [IGR # 0006] #2461
Santísimo sacramento, / ¿dónde vas tan de mañana?//--Voy a vesitar l`enfermo / que está malito en la cama,// [IGR # 0006] #2459
Santísimo sacramento / ¿dónde vas tan de mañana?//--Voy a visitar un enfermo / que está malito en la cama,// [IGR # 0006] #2458
Santísimo Sacramento, / onde vas tan de mañana?//Voy a resucitar un enfermo / que está malito en su cama// [IGR # 2909] #2834
Santo António se alevantou, / seu pezinho direito calçou// e para Belém caminhou.// [IGR # 2801] #1371
Sapinho, vedes a noite, / vedes a noite, ó sapa?//O sapo e mai` la sapa / caminho vão de Granada,// [IGR # 0515] #7475
Se acabó la flor de mayo, / se acabó la flor de abril,//se acabó mi buena madre, / para siempre la perdí./ / [IGR # 0168.1] #4689
Se ajuntaron en un cuarto / las comadres sodas tres.//Una lleva treinta huevos, / para cada una diez;// [IGR # 0275] #3170
Se arman unas guerras / de Francia para Portugal//y llevan a Girineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4132
Se armaron las grandes guerras / entre Francia y Portugal,//a Genereldo lo ponen / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9412
Se celebraron las bodas / por Agón y Portugal//y nombran a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4177
Se cimentara una guerra / entre España y Portugal//a Gerinaldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4343
Se declaran unas guerras / entre España y Portugal//y el que no quiera ir / con la vida ha de pagar// [IGR # 0023+0110] #4379
. . . //--Se é isso ó bela infanta, / eu o mandarei matar.// [IGR # 0049] #6437
Se embarcara Siselinos / día de Nuestra Señora//con intención de navegar / el día y la noche toda.// [IGR # 0538+0180] #1744
. . . Se enamoró de Teresita / desde que la bautizó//Un día está cosiendo / ha pasao el cura traidor.// [IGR # 0083] #346
. . . / se enamoró de una de ellas.//Se casó con Blancaflo / (y se quedó Filomena en su casa)////. [IGR # 0184] #3628
Se encimentara una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4347
Se encimentara una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4349
Se encimientan unas guerras / en Aragón y Portugal,//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9417
Se esta armandito una guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4292
Se establecera una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le llaman / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4341
--Se for Bernal Francês, / a porta lhe vou abrir.//--É Bernal Francês, senhora, / a porta lhe venha abrir // [IGR # 0222+0168] #6866
Se fue don Francisco a fiesta / que se celebra en Santa Ana//Se fue don Francisco a fiesta / que se celebra en Santa Ana,// [IGR # 0615] #1947
--Segador, que tan bien siegas, / mira de segar mi cebada.//Esa cebada, señora, / ¿onde la tiene plantada?// [IGR # 0161] #8940
Se había entablado una guerra / entre España y Portugal,//y a Leonfredo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9251
Se ha conmovido una guerra / entre España y Portugal//y al conde Flores se llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4099
Se ha declarado la guerra / entre España y Portugal//nombraron al conde Flores / por capitán general.// [IGR # 0110] #4101
Se ha declarado una guerra / con Francia y con Portugal//y han sacado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4187
Se ha declarado una guerra / en Francia y en Portugal;//se llevan a Gerineldo / para capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4145
Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal//los ojos de la condesa / ya no cesan de llorar// [IGR # 0110] #4244
Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal,//y a Gerineldo le mandan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #3794
Se ha declarado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo sacan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4179
Se ha declarado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo he nombrado / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4154
Se ha declarado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4192
Se ha descubierto una guerra / entre Francia y Portugal//y vas a ir, Gerineldo, / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4198
Se ha encomenzado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo le nombran / para capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4323
Se ha formado una gran guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4156
Se ha formado una gran guerra / entre Francia y Portugal//y han nombrado a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4224
Se ha formado una gran guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4148
Se ha formado una guerra / en Francia muy natural//a Gerineldo lo llevan / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4272
Se ha formado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4232
Se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4158
Se ha formado una guerrilla / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo lo mandan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4166
Se ha formado una guerrita / desde Francia a Portugal//y han nombrado a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4202
Se ha formao una guerra / entre Francia y Portugal, //que al conde de Gerineldo / lo llaman pa testugar// [IGR # 0023+0110] #9421
Se ha levantado una guerra / de Francia con Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4151
Se ha levantado una guerra / desde Francia a Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4275
Se ha levantado una guerra / entre España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4306
Se ha levantado una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de las tropas general// [IGR # 0023+0110] #4276
Se ha levantado una guerra / entre Italia y Gibraltar//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4246
Se ha levantado una guerra / por Francia y por Portugal;//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4162
Se ha marchado don Belarte / por siete años a casar//si a los siete años no vuelvo / Isabel te pues casar// [IGR # 0110] #3910
Se ha movido una guerra / entre Francia y Portugal//y Gerineldo tiene que ir / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4283
Se ha ofrecido una guerra / para Francia y Portugal;//ha salido gerinardo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4160
Se ha presentado una guerra / entre España y Portugal//y a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4193
Se ha publicado la guerra / entre España y Portugal//nombraron al conde Airón / por capitán general.// [IGR # 0110] #4039
Se ha publicado una guerra / en España y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4330
Seis anos tinha Alfredo / quando Deus lhe levou a mãe;//Serafina, coitadinha, / nem dela se lembrava bem.// [IGR # 2882] #2882
Se juntaron tres comadres / . . . //para hacer una merenda / na função de San Andrés.// [IGR # 0275] #7547
. . . se le perdió, qué fatiga//Unas mujeres le dan / noticias, con que se anima:// [IGR # 0858] #2066
Se levanta conde Niño / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5285
Se levanta el conde Niño/la mañana de San Juan// a darle agua a su caballo/a la orillita del mar// [IGR # 0045] #3694
Se levanta el Condolirio / una mañana `e San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5290
Se levanta er conde niño / la mañana de san juan//a dar-le agua a su caballo / a la corriente de-r mar// [IGR # 0110] #4038
Se levantara una guerra / entre España y Portugal, //y a Gerinaldo le toca / de capitán general. // [IGR # 0023+0110] #9425
Se levanta una guerra / dende Madrid a Portugal//y al conde Gerineldo / de tiniente capitán.// [IGR # 0023+0110] #4366
Se levanta una mañana, / la mañana de San Juan//a dar agua a sus caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9172
Se levanta un corderillo / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a las orillas del mar./ / [IGR # 0049] #4624
Se levanta un Corderillo / la mañana de un San Juan//a darle agua a su caballo / en las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9459
Se levantó de la guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4291
Se levantó don Alonso / mañanita del domingo,//se calzara y se vistiera, / se pusiera ben pulido.// [IGR # 0172] #9257
Se levantó el conde Niño / la mañana de San Juan//a darle agua a su caballo / a la orilla del Pululá// [IGR # 0049] #5282
Se levantó una guerra / de España con Portugal//llamaron a Gerinaldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4373
Se levantó una guerra / por Francia y por Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4241
--Se mandais matar o conde, / mandai me a mim degolar,//a ele levai o para a igreja, / a mim vinde me buscar.// [IGR # 0049] #6434
Se marchó el conde Olinos / mañanitas de San Juan// a darle agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #4495
Sendo em terra de Moirama / surpreendido um paladim,//como escravo foi levado / ao nobre miramolim// [IGR # 2857] #2661
Sendo uma pobre viúva, / dentro em casa arrecolhida,//tendo eu duas filhas belas, / mais lindas que a prata fina,// [IGR # 0184] #6155
Se n ha fet una quinta / que tot hom hi te d anar//tambe hi te d anar don jaume / sa muller te de deixar// [IGR # 0110] #4072
Senhora dona Clarinda / no seu jardim passeava;//con o pente de ouro na mão / sus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #4423
Senhora Maria, / de trás do mosteiro,//quer casar a filha / lá com carpinteiro.// [IGR # 2915] #2900
--Senhora Santa Caterina, / senhora Caterina santa,//que era tanto cantadeira, / e porque agora não canta?// [IGR # 0098] #6161
Senhora Santa Iria / à porta assintada,//cosendo paninho, / na sua almofada,// [IGR # 0173] #7677
Senhor, quero-vos pedir / por Deus e Santa Maria,//que me leveis convosco, / ainda que o não merecia// [IGR # 2869] #2708
--Señora, de Francia vengo / con un librito cortés,//que ha llegado a mis oídos / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #5205
--Señora, me voy a Francia, / dígame, ¿qué manda usted?//--Señor, yo no mando nada, / . . .// [IGR # 0113] #5326
--Señora, voy para Francia, / señora, ¿qué manda usted?//--Si usted viese a mi marido, / memorias le dará usted.// [IGR # 0113] #5324
Señor de don Juan Chacón, / que tanto en el real famas//que socorre` al desvalido / y a` desamparaito ampara`,// [IGR # 0586] #1900
--Señores, por fortuna, / ¿no me han visto a mi mar?//--Señora, no lo conozco, / pero deme algunas señas.// [IGR # 0113] #5312
Señorita Inés / si usted me dejara// todas sus facciones / se la retrataba// [IGR # 0548] #3115
Señor mío Jesucristo, / médico de mis dolencias//no tengo gusto con nada, / ni cosa que me divierta.// [IGR # 0489] #2100
Sentada a la frescura, / viendo las aguas correr//vi venir un soldadito / . . . // [IGR # 0113] #245
Sentada está la condesa, / sentada está en el portal// con tijera y peine de oro / para su hijo peinar.// [IGR # 0087] #8076
Sentada está la Gallarda, / sentada está Gallardina,// hilando cabellos de oro, / parecen seda torcida.// [IGR # 0200] #937
Sentada la Virgen pura / a la sombra una alameda//con lágrimas de sus ojos / que toda la tierra riega.// [IGR # 0098.1] #9841
Sentadina la Gallarda / en la su sala florida,// vio venir un caballero / por aquella calle ariba.// [IGR # 0200] #939
Sentadita Filomena, / sentadita en su laurel,// con los pies a la frescura / viendo las aguas correr.// [IGR # 0113] #1162
Sentado está D. Brazindo / à sombra dum bilro-ser,//três damas tem a seu lado, / todas três lhe dão prazer:// [IGR # 0400] #2645
Sentado está D. Gaifeiro / no tabuleiro reale.//Tem cartas d`ouro na mão, / disposto para jogare.// [IGR # 0151] #2252
Sentado está D. Galfeiros num tabuleiro real,//está com as cartas na mão a começar a jogar.// [IGR # 0151] #6025
Sentado está Dom Gaifeiros, / lá em palácio real,//assentado ao tabuleiro / para as tábolas jogar.// [IGR # 0151] #6024
Sentado estava Gaifeiros / em tabuleiro real,//os dados tinha na mão / e as cartas para jogar;// [IGR # 0151] #6021
Sentado estava Galfeiro / em tabuleiro real;//as cartas tinha na mão, / os dados `stá p`ra jogar.// [IGR # 0151] #6022
Sentado estava o Galfeiro / junto ao palácio real.//Os dados e as cartas tinha na mão, / estava para jogare.// [IGR # 0151] #2255
Sentéme en un duro tronco, / rendido de andar a caza//oí una voz temerosa / que resuena en las montañas.// [IGR # 0901] #1975
Sentí un gran brujit / entre cel y terra,//aixó era `l Vegué / que `m veni` á pendre// [IGR # 0964] #7830
Se n ve una guerra molt mala / comte vario hi te d anar//ai de la seva muller / que no fa sino plorar// [IGR # 0110] #4071
Se pasea Anarbola / por una sala real;//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #4876
Se paseaba Carmela / por la su salita alante//con los dolores del parto / que los corazones parte.// [IGR # 0153] #3728
Se paseaba Celinos / por el su palacio real;//de su casa en casa `el conde / buenas corriendidas da,// [IGR # 0311] #4830
Se paseaba el conde Linos / mañanita de San Juan,// a dar agua a su caballo / por las orillas del mar.// [IGR # 0049] #782
Se paseaba el vizconde / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #9154
Se paseaba Juan Gómez / un día muy señalado//e paseaba Juan Gómez / en busca de su hijo amado.// [IGR # 0744] #1970
Se paseaba León / por la marina serena,// se paseaba León, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #1096
Se paseaba Lisarda / una tarde sus amores//con muy bonitos vestidos / de diferentes colores.// [IGR # 0149] #1640
Se paseaba Marbuena / de la reja al ventanal,//con los dolores de parto / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #5462
Se paseaba Narbola / por su barrido portal,// con los dolores de parto, / que la hacen arrodillar.// [IGR # 0153] #1127
Se paseaba Silvana / por la su huerta florida;// muy bien toca la guitarra, / mejor romance decía.// [IGR # 0005] #1076
Se paseaba Ultramara / por la sala Ultramarina;//derechita como un pino, / relumbra como una espada.// [IGR # 0140] #5366
Se paseaba una serrana / por esas sierras arriba//y el rocío de la noche / le daba por las rodillas.// [IGR # 0232] #3775
Se paseaba vizconde / por las orillas del mar,//mientraa el caballo beba / Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #8448
Se pasea conde Alino / mañanita de San Juan// a dar agua a los caballos / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #783
se pasea / de la sala al ventanal,//y su suegra la traidora / luego la conoció el mal.// [IGR # 0153] #5464
Se pasea doña Albora / por una sala de alante//con dolores de parir / que su cuerpo se la parte.// [IGR # 0153] #482
Se pasea doña Arbola / por su palacito real;//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar,// [IGR # 0153] #8634
Se pasea doña Arbola / por su palacito real//dolores la dan de parto / que la hacen arrodillar;// [IGR # 0153] #483
Se pasea don Alonso / de a caballo en su rocino.// Bien hallada seas, Mariana. /Don Alonso, bien venido.// [IGR # 0172] #829
Se pasea el conde Niño / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar,// [IGR # 0049] #9141
Se pasea Fernandito / por la orillas del mare,//mientras su caballo bebe / Fernandito echa un cantar.// [IGR # 0049] #8452
Se pasea Fernandito / por las orillas del mar;//mientras su caballo bebe, / él echa un lindo cantar.// [IGR # 0049] #318
Se pasea Fernandito / por las orillas del mar//mientras su caballo bebe / él echa dulce cantar.// [IGR # 0049] #312
Se pasea Fernandito / por las orillas del mar,//mientras su caballo bebe / él echa un dulce cantar.// [IGR # 0049] #9181
Se pasea la Gallarda / en su ventana florida//hilando cabellos de hombres / para hacer seda torcida.// [IGR # 0200] #1733
Se pasea la Narbola / por una sala regada//dolores la dan de parto / que el alma se la arrancaba;// [IGR # 0153] #485
Se pasea la Silvana / por la su huerta florida;//piensa que nadie la ve / y el rey su padre la mira.// [IGR # 0005] #8626
Se pasea la viudita / por el mar y por la arena//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #151
Se pasea la viudita / por el mar y por la arena//con sus dos hijas queridas, / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #152
Se pasea mi Carmela / por una salita alante//con los dolores de parto / que el corazón se la parte.// [IGR # 0153] #504
Se pasea Narbolita, / por una salita real,//dolores la dan de parto / que hácenla arrodillar.// [IGR # 0153] #5468
Se pasean las dose flores, / entre meDió una conjá,//dijo la conjá a las flores: / A hoy es día de pasear.// [IGR # 0814] #7935
Se pasea si conde Niño / por las orillas del mar,//a dar agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9139
Se pasea una serrana / a la orilla `una rivera,//por ver cómo corre el agua, / cómo bailan las arenas.// [IGR # 0233] #7434
Se pasea un duque, madre, / por las orillas del mar//a darle agua a su caballo / la mañana de San Juan.// [IGR # 0049] #9166
Sépase por todo el mundo, / se publique en toda España//que es un mercader muy rico, / mercader de grande fama:// [IGR # 0501] #2026
Sépase por todo el mundo, / se publique ya en España//de un mercader muy rico, / mercader de grande fama.// [IGR # 0859] #1996
Se promoviera una guerra / entre Francia y Portugal//y nombran a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4290
Se publican una guerra / de Francia pa Portugal;//rey nombra a Girineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4139
Se publicaron de guerra / en Francia y en Portugal//y a Gerineldo lo nombra / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4263
Se publicaron las guerras / que de Francia a Portugal;//nombra al conde Gerineldo / su capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4163
Se queres ouvir, cristão, / os mandamentos cantados,//`sperta s`estás dormindo, / que são já começados.// [IGR # 2937] #2906
Serenita cae la nieve, / serenita cae en el mar,// esta noche, Delgadina, / contigo me he de acostar.// [IGR # 0159] #722
Sergana se paseaba / por su corredor arriba;// si bien toca la guitarra, / mejor romances decía.// [IGR # 0005] #1073
Serrana se está peinando / na sua ventana florida.//O seu cabelo era d` ouro / e o pente de prata fina.// [IGR # 0200] #6980
S` es mogut un temporal / que toda la quinta llora.//també llora D. Luis / qu` es delicada persona.// [IGR # 0538] #8612
Set años n` hi anat per terra / y altres set per dins del mar,//al cap de la quatorzena / llicencia vuy demaná. //, [IGR # 0559] #8560
Set anys fa que vaig per terra, / set anys més que vaig per mar//i, al cap de la catorzena, / llicència vaig demanar.// [IGR # 0559] #3647
Set anys que l` en té pres / y altres set que no l` ha vist.//Al cap de los siete años / comandant ne veu vení.// [IGR # 1058] #8589
Set bastiments partiren de Marsella / per aná á la ciutat d` Oran,//set anys han anat en borrasca / els manteniments van faltant // [IGR # 0457] #8566
Sete anos e um dia / sem se poder navegar;//já não tinham que beber, / já não tinham que manjar,// [IGR # 0457] #7760
Sete años serví al rey / y otros siete sobre el mar;//siete y siete son catorce; / será de marchar.// [IGR # 0559] #8731
Sete anos servín o rei, / todos sete o meu pesar;//pedí permiso al rey, / no me lo quisiera dar;// [IGR # 0559] #2996
--Sete filhos me dê` Deus, / nenhum me dê` barão,//para ir vencer a guerra, / a guerra de Mazargão.// [IGR # 0231] #7529
Set maridas ja navegavan, / navegavan pe-la mar,//quant ne foren á la mar alta / els manteniments van faltant.// [IGR # 0457] #8569
Se vestira don Alonso / unha mañá de domingo,//y en vestirse y en calzarse / púxose galán pulido,// [IGR # 0172] #9256
Sevilla está en una torre / la más alta de Toledo;// hermosa es a maravilla, / que el amor por ella es ciego.// [IGR # 0053] #1542
Sevillano, sevillano, / siete hijas le dio Dios,// tuvo a la mala suerte / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #886
Se vistió de pelegrina / y le ha salido a buscar//en medio del camino / se encontro con una boya// [IGR # 0110] #4376
S` ha declarado la guerra / entre Francia y Portugal//y a mi novio monteflores / lo han nombrado general// [IGR # 0110] #3868
S`ha presentao una guerra / la gran guerra del galan//han nombrao a Gerinerdo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4182
--Si a los seis años no vengo, / infanta, puedes casar//ya los seis años cumplidos / la infanta ha echado a llorar// [IGR # 0023+0110] #4249
--Si a los seis años no vuelvo, / princesa, te casarás//a los seis años cumplidos / la princesa echo a llorar// [IGR # 0023+0110] #4250
Si a los siete años, condesa, / si a los siete años no más,//si a los siete años no vengo, / a los ocho casaras.--// [IGR # 0110+0113] #3845
Si a los siete años no vengo / a los ocho casarás.--//Ya llegaron los siete años / ya la tratan de casar// [IGR # 0110] #3830
Si a los siete años no vengo, / si a los siete años no más,// si a los siete años no vengo, / a los ocho casarás.// [IGR # 1668] #744
Si a los tres años no vuelvo / princesa te pues casar//los tres años van cumplidos / los cuatro al corriente van// [IGR # 0023+0110] #4254
Si altas ivan las nubes, / más altas ivan las olas.//Lloravan los marineros / y los de la nave toda;// [IGR # 0538] #8614
Si Deu me dona vida / y ocasió//Me posaría [á] escriure / una cansó:// [IGR # 2713] #7832
Si Dios que nació en Belén / de contra mí se pusiera// [IGR # 0029+0027] #9617
--Si dormís vos, la infanta, / o dormís o recordás,//oyerís cómo lo canta / la serena de la mar.// [IGR # 0049] #9077
Siendo las escarchas tanto / que no las derrite el sol//llegan José y María / a la puerta de un mesón.// [IGR # 0414] #2045
Siendo niña de quince años / namoreime en don Rodrigo//la vida que con él paso / a Dios lo ofrezco y le digo.// [IGR # 0273] #1841
Siendo yo buen pastorcito / y andando con mi majada//vira vir siete lobitos / acolá naquela arada.// [IGR # 0235] #1757
Siendo yo chiquita y niña / me casé con don Rodrigo.//Las penas que con él paso, / no las pasa un cautivo.// [IGR # 0273] #3396
Siendo yo mozu valiente, / mozu de ceñir espada//fuime por el mundo alante / a buscar enamorada.// [IGR # 0871] #8247
Siendo yo niña y muchacha / me enamoré de un Rodrigo,// las penas que con él paso / no las pasará un cautivo:// [IGR # 0273] #1237
Siéntate si estás despacio, / te cantaré el entremés//lo que pasa un tabonero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #114
Sierra arriba, sierra abajo, / se pasea una serrana,//con la ballesta en el hombro, / con la correa y la espada.// [IGR # 0233] #7433
Sierra arriba, sierra abajo, / se pasea una serrana, //con la escopetilla al hombro, / que con ella bien tiraba,/ / [IGR # 0233] #7316
Siete amigas tiene Bueso, / que siete amigas tenía,//y a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9002
Siete amigas tiene Güeso, / las siete todas tenía,//y a todas las iba a verlas / día de Pascua florida;// [IGR # 0172] #9016
Siete amigas tiene Güeso, / que siete amigas tenía,//a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9003
Siete amigas tiene Güeso, / que siete amigas tenía,//a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9006
Siete amigas tiene Güezo, / que siente amigas tenía,//a todas las iba a ver / días de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9594
Siete amigas tiene Hueso, / las siete todas quería,//todas iba a verlas / día de Pascua florida.// [IGR # 0172] #9017
Siete amigas tiene Hueso, / todas las siete tenía,////a todas las iba a ver / día de Pascua florida,// [IGR # 0172] #9015
Siete años anduve / por la linda dama;//no me la dejan ver / ni por oro, ni por plata.// [IGR # 0189] #2952
Siete años anduví / por una linda dama;//non me la dejan ver / ni por puertas ni ventanas.// [IGR # 0189] #4475
Siete años en la guerra, / todos siete a peleare//le pedí licencia al conde / y no me la quiso dare,// [IGR # 0559] #1860
--Siete años ya son siete, / Girineldo por allá;//padre, si me das permiso / para yo ir`o a buscar// [IGR # 0023+0110] #4136
. . . Siete doctores le asisten, / los mejores de Granada.// Siete doctores le asisten, / los mejores de Granada.// [IGR # 0006] #2370
Siete dotores lo cuaran / los mejores de Granada,// unos dicen que se muere / y otros que sí sana.// [IGR # 0006] #2336
Siete hijas tiene el conde / y las siete son muy majas,//ya se pregonan las guerras, / las guerras son pregonadas,// [IGR # 0231] #5585
Siete leguas de Sión / se dedicaba un mancebo//a guardar las ovejuelas / para ganar el sustento,// [IGR # 0323] #5688
Sildana está paseando / por un corredor arriba,//con su guitarrita en la mano, / qué bonito la tocaría./ / [IGR # 0075] #4631
Sildana se está paseando / por un corredor arriba.//Su padre la está mirando:/ / [IGR # 0005] #4633
Sildaniña s`apasea / por los palacios de Vila//retorce sus manos blancas, / sus anillos quebra y tira.// [IGR # 0005] #1837
Sildanita, corredor arriba, / Sildanita, corredor abajo,//tocando su guitarrita./ / [IGR # 0005] #4636
Si l`infant no vol dormir / ni amb bressol ni amb cadira,//sinó a la voreta del foc / i a la falda de la dida.// [IGR # 0802] #4563
Silvana de olhos azuis / a toda a oente encantava,//num passeador que tinha / todos os dias passeava,// [IGR # 0005+0075] #7121
--Silvana, ó Silvaninha, / Silvana, ó minha filha,//bem puderas tu, Silvana, / brincar comigo um dia.// [IGR # 0075] #7096
Silvana se paseaba / por la alameda floría;// su padre se la miraba / por un mirador que había.// [IGR # 0005] #3360
Silvana se passeava / por um corredor acima,//tocando numa guitarra / muito bem que a tangia.// [IGR # 0503] #6623
Silvanica se pasea / por la su huerta florida;// con los pies pisa la hierba, / con la saya la derriba.// [IGR # 0005] #1077
Silvan` ó Silvaninha, / Sílvan` ó filha minha,//bem puderas tu, Silvana, / comigo brincar um dia.// [IGR # 0075] #7111
--Si me `n trucan á la porta. / --0la! olal baixa á obrir.//--¿Qui es aquest cavaller / qu` ara `s passeja per `qui?// [IGR # 0222] #7986
Si me prestas atención, / querida lectora amada,//quiero que lean los niños / lo que la copla declara.// [IGR # 5144] #9062
Si n`era el patró Dausan, / per la mar molt hi navega.//Con ne fou en alta mar, / se li`n gira una tormenta.// [IGR # 2699] #8607
Si n` eran dotze fadrins / de la vila d` Igualada,//ya n` eran dotze fadrins / que tots dotze n` eran lladres.// [IGR # 0950] #3672
Si n` eran tres tambós, / venían de la guerra;// el mes petit de tots / portáe un pom de roses.// [IGR # 2718] #8565
Si n` era una donzelleta, / n` hi parlaven de marit,//tan bon punt sabé la nova / ja n` ha arrencat a fugir.// [IGR # 0728] #4561
Si n`eren mare i filla, / n`han renyit fortament,//la filla cau malalta / per causa d`aquell temps.// [IGR # 0299] #3651
Si n`eren tres donzelletes / totes tres tenen galant.// Ja en surt la més grandeta: / --Ai, jo ne tinc per dos anys.--/ [IGR # 2717] #7846
Si n`eren tres rectors / a cavall d`un ase,//lo burro va davant / i sense emmorralles.// [IGR # 2758] #7928
Si n`eren tres segadors, / són baixats a la muntanya,//en són baixats; a segar / al bell fons de la muntanya.// [IGR # 0161] #4519
Si n` hi ha tres donzelletas / totas tres filias d` un rich, las dos cantan y s` alegran / la mes bella res no hi diu.// [IGR # 2723] #7855
Si n`hi ha una galant dama / que en té a fora el seu marit;//se n`és anat a la guerra, / set anys trigarà a venir. . . // [IGR # 0222] #7985
Si n` hi havia tres ninetas / assentadas en un banch.// Totas tres s` enrahonavan: / --Quant vindrán nostres galans?--// [IGR # 2717] #7848
Si n`hi havia una serrana / que no era blanca ni morena.//Tenía ganas de hombre / y se fue por la ribera;// [IGR # 0233] #7430
Si n`hi havia un cavaller, / s`ha enamorat d`una dama,//s`ha enamorat de la més gran, / la petita li n`han dada.// [IGR # 0184] #3645
--Si oyeris como lo canta / la serena de la mar.//--No es la serena, mi madre, que es / . . . --// [IGR # 0049] #9093
Si queréis que os cuente / la canción del entremés,// lo que pasa a un tahonero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #1307
Si quieres oír madama / Los Sacramentos cantar,//incorpórate en la cama / que los voy a prencipiar.// [IGR # 0211] #5771
Si quieres que te cantemos / la canción del entremés//lo que pasa a un panadero / en casa con su mujer.// [IGR # 0461] #113
Si quiere usted que le cante / la tonada de los huevos,//me ha de afar medio cuartillo / pa mi y pa mi compañé// [IGR # 0763] #3171
Sirvana se paseaba / por sus artos corredores//su padre la estaba viendo / recreándose en amores.// [IGR # 0005] #9543
Si se partiera Abraham, / patriarca muy honrado,//partiérase para el monte, / donde Dios le havía mandado// [IGR # 0201] #8991
Si s`estava lo rei turc / per la ciutat de Granada// passejant-se per defora/que per dedins no gosava;// [IGR # 0045] #3697
--Si tienes el coraçón, / Zaide, como la arrogancia,//y a medida de las manos / dexas volar las palabras;// [IGR # 1885] #7959
Si voleu sabé, fadrins, / el temps que yo festejava//a la vila de Cambrils / n` hi tenía pare y mare.// [IGR # 1046] #3673
S. José e mais a Virgem, / ambos foram p`r`às montanhas;//a Virgem vai mui contente, / leva Jesus nas entranhas.// [IGR # 2903] #2828
Sobre el coraçón difunto / Belerma estava llorando//lágrimas de roja sangre, / que las de agua hizieron cabo.// [IGR # 0353] #8898
--Soldadillo, soldadillo, / ¿de dónde viene usted?//--De las guerras señorita, / ¿qué se le ofrece a usted?// [IGR # 0113] #5334
--Soldadinho pequenino / que andas tão triste na guerra! //Ou te lembra pai ou mãe / ou alguém da tua terra.// [IGR # 0075] #7145
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra de Melilla, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #244
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita,//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #233
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se la ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #238
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿que se la ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #236
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #234
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #240
--Soldadito, soldadito, / ¿de dónde ha venido usted?//--De la guerra, señorita, / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #5321
--Soldadito, soldadito, / ¿de donde ha venido usted?//--De la guerra señorita / ¿qué se le ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #9407
Soldadito, soldadito, / de dónde ha venido usted?//--He venido de la guerra, / ¿qué se la ha ofrecido a usted?// [IGR # 0113] #232
--Soldadito, soldadito / ¿de dónde viene usted?//--Yo vengo de la guerra. / ¿Qué se le ofrece a usted?// [IGR # 0113] #5336
Soldadito, soldadito / que de la guerra venís//¿habéis visto a mi marido / en la guerra alguna vez?// [IGR # 0113] #219
Soldadito, soldadito, / qué haces ahí que no te alegras?//¿es que te marea el mar / o el humo de las calderas?// [IGR # 0176] #427
Soldadito, soldadito, / qué tienes que no te alegras?,// es que te marea el tren / o el humo de la caldera?// [IGR # 0176] #1009
--Soldadito, venga acá, / ¿de Jutiapa viene usté?//¿No me ha visto a mi marido / que en la expedición se fue?// [IGR # 0113] #5309
Soldados en el cuartel / se divierten y hacen fiesta;// hay tan sólo un soldadito / que llora por su morena.// [IGR # 0176+0168] #1022
Sol de mayo, sol de mayo, / sol de la primavera//cuando sortean los quintos / y los llevan a la guerra.// [IGR # 0176] #1814
Soledad de la Calzada, / soledad triste, ay de mí//no tengo padre ni madre, / ni quien se acuerde de mí,// [IGR # 0047] #1750
--Soleta passeu vetllada, / viuda i leal?//--Amb Déu i Maria Santíssima / l`estic passant.// [IGR # 0319] #3663
Som deixat [la] m[eva] esposa / sense haveía de deixá, //ay! per aná á la guerra / set anys á triga á torná, // [IGR # 0559] #8559
--Sortijita de oro traigo / que quebrándoseme viene,//qué linda[s], señora, / las hijas que tiene.// [IGR # 0224] #5195
--Soy la pobre viudita, / hace años me casé.//Mi marido me ha abandonado / por querer a otra mujer./ / [IGR # 0113] #4725
Soy un alma pecadora / que pa` Santiago camina//y no me atrevo a pasar, / qu`aquí me hallo detenida.// [IGR # 0797] #8235
`Stando a bela em armada, / no seu jardim assentada,//com pentes de ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6231
`Stando a bela Infanta / no seu jardim assintada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo pintiava.// [IGR # 0113] #6323
`Stando a Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente d`oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6272
`Stando a dona Infanta / no seu jardim assentada,//com pente d` oiro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6258
`Stando a Rosa Infanta / no seu jardim assentada,//c` um pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6243
`Stando dona Branca-nina / no seu jardim assentada,//com pêntãi d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6297
`Stando dona Catrina / no seu quintal assentada,//c` um pente d` ouro na mão / o seu cabelo pinteava.// [IGR # 0113] #6305
`Stando dona Claralinda / no seu jardim assentada,//com pente d`ouro na mão / seus cabelos penteava.// [IGR # 0113] #6263
`Stando dona Clarinda / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão / seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6260
`Stando dona Delgadina / na sua sala quadrada// . . . / e vindo seu pai da missa// [IGR # 0075] #7126
`Stando dona Delgadinha / no seu jardim assentada,//com pente d` ouro na mão, / seu cabelo penteava.// [IGR # 0075] #7131
`Stando dona Filomena / no jardim a passear,//um caso acontecido, / cheg` ali um melitar.// [IGR # 0234] #6928
`Stando dona Filomena / no seu jardim assentada,//com pentem d` oiro / na mão seu cabelo penteava.// [IGR # 0113] #6294
`Stando dona Francisquinha, no seu jardim assentada,// . . . / c` um pente de ouro na mão, // [IGR # 0113] #6247
`Stando dona Infância / no seu patinho assentada,//c` um pentem d` ouro na mão / seu cabelo pantiava.// [IGR # 0113] #6301
Stando don` Istifânia / num corredor que tinha,//tocando numa guitarra / e nos modos que nala se via.// [IGR # 0503] #6669
`Stando eu à minha porta, / cosendo, bordando seda,//vi passar um cavaleiro / no alto daquela serra.// [IGR # 0113] #6234
`Stando Francisca à janela, / branca como a branca-flor;// . . . / . . . // [IGR # 0234] #6934
`stando seu marido longe, / em casa lhe deu intrada. Quer de dia, quer de noite, / como com ele casada,// [IGR # 2977] #2774
stando yo en mi chazuelo / pintando la mi cayada// vi de venir siete lobos / por una escura cañada.// [IGR # 0235] #9555
`Stava na minha janela / a ver quem vinha,//vinha um soldado armado / para a Serra da Estrela.// [IGR # 0113] #6279
--`Steja com Deus, minha tia, / na sua roca a fiar!// --Venha com Deus, meu sobrinho, / que o cortês sabe falar!// [IGR # 0559] #6414
Sua alteza, a quem Deus guarde, / aviso mandou ao mar,//que se aparelhasse o Conde, / para de noite largar.// [IGR # 0112] #5972
Sua Alteza, que Deus guarde, / aviso ao mar mandaria://que se aparelhasse a armada / para largar no outro dia.// [IGR # 0112] #5970
Suenan cajas y calajas / y sonoros instrumentos//las más sonadas batallas, / los más reñidos encuentros// [IGR # 5114] #8344
Su madre busca a su hijo, / lo busca y no lo ha encontrado//Su madre busca a su hijo, / lo busca y no lo ha encontrado;// [IGR # 0348] #2083
. . . su padre, de que lo supo, / de casarla determina//con un mercader muy rico / que ha venido de las Indias.// [IGR # 0217] #121
Suspira por Antequera / el rey moro de Granada:// no suspira por la villa, / que otra mejor le quedaba,// [IGR # 0052.6] #1473
Tan alta diba la luna / como el sol del medio día//cuando la querida infanta / partir de Francia quería;// [IGR # 0431] #3228
Tan alta estaba la luna / como el sol a mediodía,//cuando el buen conde Belarde / de su batalla salía.// [IGR # 0103] #5404
Tan alta iba la luna / como el sol al mediodía,//cuando el buen conde Belarde / de sus batallas venía.// [IGR # 0103] #2992
Tan alta iba la luna / como el sol al medio día//cuando el conde don Belarde / de su batalla salía.// [IGR # 0103] #8380
Tan alta iba la luna / como el sol de mediodía,// cuando el bueno de Belardo / de su batalla salía;// [IGR # 0103] #699
Tan alta iba la luna / como el sol de mediodía,//cuando el manto de Pinel / bordaban en Berbería.// [IGR # 0074] #3313
Tan alta iba la lun / como el sol al medio día//cuando el conde y la condesa / van dambos en romería// [IGR # 0136] #3777
Tan alta va la luna, madre, / como el sol del medio día,// cuando don Pedro Abelardo / de la batalla venía,// [IGR # 0103] #694
Tan claro hace la luna / como el sol a mediodía,// cuando sale Valdovinos / de los caños de Sevilla.// [IGR # 0109] #1593
Tand` ê um di` . . . tarde, / regando no mê jardim,//vejo vir Bernardo francês, / tocando manestim.// [IGR # 0168] #6459
`Tando D. João à morte, / próximo para morrere,//aproxima-se-lhe a hora. / Ai, meu Deus, que eu vou fazer?// [IGR # 0006] #2287
Tándose la Teresita / en silla de oro sentada//con el niño entre los brazos / se quedara adormentada;// [IGR # 0802] #9392
¡Tan! ¡tan! llaman en la puerta, / Hierbabuena baja a abrir.//--¿Quién es ese caballero / que en mi puerta llama así?// [IGR # 0222] #4844
--¿Tantos días, tantos meses / has de estar tú por allá?//--No lo cuentes tú por meses, / por años lo pués contar// [IGR # 0110] #3979
Tanto tiempo que he jugado / no he ganado ni perdido;//he ganado una ciudad / y hai perdido un castillo:// [IGR # 0169] #2500
`Tava dona Clàrana, / numa sexta-feira à tarde,//penteando o sê cabelo, / à porta do sê quintal,// [IGR # 0113] #6336
--Tengo de formar una guerra / entre España y Portugal//que el conde de Gerineldo / se tiene que hallar allá.--// [IGR # 0023+0110] #4235
--Tengo yo apostado, madre, / con el rey de Portugal//de dormir con Marianita / hasta los gallos cantar.// [IGR # 0255] #5593
Tengo yo mi esposa en Francia, / de quince años, que más no// y si tú me la engañases, / me saques el corazón;// [IGR # 0532] #846
. . . tenía tres hijas: / Ana, Marta y Filomena//Pasó por allí un pastor / y se ha enamorado de ellas;// [IGR # 0184] #144
Tenía una vez un rey / tres hijas como una plata,//la más chica de las tres / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #7144
--Tens os cabelos compridos, / eles te conhecerão.//--Dême umas tesouras, / que os deitarei ao chão.// [IGR # 0231] #7503
. . . `Te puxeras ahí / para los dados jugar//Si fueras buscar tu prima, / tu prima fueras buscar.// [IGR # 0151] #1730
Teresina daba voces / en sillas de oro sentada,//que se le queimaba el niño, / el niño se le queimaba.// [IGR # 0802] #8384
Teresita tenía un novio / que Francisco se llamaba//acostumbraba ir a verla / tres días en la semana.// [IGR # 0193] #1760
Teresita tenía un novio / que Francisco se llamaba,//y le acostumbraba a ver / tres días a la semana// [IGR # 0193] #5615
Teresita tiene un novio / que Francisco se llamaba//acostumbraba a ir verla / tres días a la semana.// [IGR # 0193] #1761
Te tengo que hacer vizconde / de Aragón y Portugal//para cuantos años conde / para tres y nada mas// [IGR # 0023+0110] #4266
Tiempo es, el caballero, / tiempo es de andar de aquí,// que ni puedo andar en pie, / ni al emperador servir,// [IGR # 0444] #1579
Tinc un home petit / com un gran de civada//que per pujar al seu llit / ha de menester escala,// [IGR # 1113] #7927
Tinha um cordão verde / de rendinha torcida.//Perdera-o minha mãe, / andando pela vila.// [IGR # 2871] #2749
Tiniendo Gonzalo Bustos / en los brazos a Mudarra//con lágrimas y suspiros / desta manera le habla:// [IGR # 2032] #5001
. . . //Tocam sinos a finados, / ai Jesus! Quem morreria?// [IGR # 0503] #6655
Todas as fillas do rei / casadas e con familia//e eu, por ser a máis bonita, / aquí me encontro rendida.// [IGR # 0503] #1677
Todas las aves dormían, / cuantas Dios criaba y nacen,//no dormía Belisera, / la hija del Emperante.// [IGR # 0307] #9370
Todas las aves dormían / cuantas Dios criara y mase;//no dormía Melisera / la hija del Emperante,// [IGR # 0307] #5911
Todas las gentes dormían / en las que Dios tiene parte,// mas no duerme Melisenda / la hija del emperante;// [IGR # 0307] #1627
--Todo el mundo tengo andado / y he visto tierras lejanas,//seis años fui bien servida, / yo sin él, sin gozar nada.// [IGR # 1813] #3580
Todos los soldados cantan, / cantan, bailan y hacen fiesta//menos un pobre soldado / cargadito de tristeza.// [IGR # 0168] #3235
Todos los soldados, madre, / canten, bailen y hacen fiesta//non siendo un pobre soldado / cargadito de tristeza.// [IGR # 0168] #8132
Todos los soldados, madre, / se divierten y hacen fiestas//no siendo el pobre Francisco / que está lleno de clemencia.// [IGR # 0176+0168] #5561
. . . Toma, reina mora, / estas tres cautivas//para que te laven, / para que te sirvan.// [IGR # 0137] #247
Toques, totoques. / --Quem bate aí?//--Sou eu o ceguinho / que pão pedir.// [IGR # 0189] #4473
Torrijos nació en Cádiz, / y fueron sus padrinos//los dos hombres más dignos / que había en la nación.// [IGR # 0181.9] #5845
--Traigo una pena doblada / y un crecido sentimiento;//a nadie le digo nada, / yo sola soy la que siento.// [IGR # 0113] #5298
Trata, trata, Moliana, / trata já de m`enterrar//no canto do tê jardim, / no fundo do tê rosal.// [IGR # 2863] #2692
Tres damas van a la misa / por hacer la oración,//entremedio mi querida, / linda de mi corazón.// [IGR # 0107] #9433
Três filhas tinha el-rei, / todas três a costurar;//levantou-se a mais novinha, / foi regar o laranjal. // [IGR # 0720] #6519
Três filhas tinha o rei, / todas como ouro e prata,//a mais pequena delas / Deladina se chamava.// [IGR # 0075] #7085
Três filhos tinha el-rei, / todos como uma prata.//O mais novinho de todos, / D. Basílio se chamava.// [IGR # 0140] #6143
Três filhos tinha el-rei, / todos três como a prata.//O mais nòvinho deles / à cama se foi deitar.// [IGR # 0140] #6144
Três fontes que há em Braga / todas três de águas claras,//meninas que bebam delas / logo ficam desmaiadas,// [IGR # 0159] #6107
Tres hijas tenía el rey / bonitas como la plata.//la menorcita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3455
Tres hijas tenía el rey / bonitas como la plata,//la menor y la mejor / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3454
Tres hijas tenía el rey, / estimadas y queridas;// una se llama doña Ana / y el otra doña María// [IGR # 0005] #1074
Tres hijas tenía el rey / la cosa que más amaba.//Una se llama María / la otra se llamaba Juana,// [IGR # 0075] #5000
Tres hijas tenía el rey / muy hermosas y galanas,//la más chiquita dellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4995
Tres hijas tenía el rey / muy queridas y estimadas.//De las tres la más pequeña / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5489
Tres hijas tenía el rey, / muy queridas y estimadas,//y la más amable dellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4931
Tres hijas tenía el rey / que a su padre namoraban;//una so llama Altamora / y otra se llama Altamara,// [IGR # 0075] #4942
Tres hijas tenía el rey, / todas tres como la rama;//la más ohiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4958
Tres hijas tenía el rey, / todas tres como una grana//y la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3237
Tres hijas tenía el Rey / todas tres como una guinda.//Una se llama Doñina / y otra se llama Doña Ana,// [IGR # 0075] #4990
Tres hijas tenía el Rey / todas tres como una plata;//la más chiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4985
Tres hijas tenía el rey / todas tres eran delgadas.//La más delgadina de ellas / su padre se enamoraba// [IGR # 0075] #4983
Tres hijas tenía el rey, / y todas tres son igual; //todas visten de un vestido, / todas calzan de un calza // [IGR # 0159] #4883
Tres hijas tenía un rey / más bonitas que la plata;//la menorcita de ellas, / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5147
Tres hijas tenía un rey, / muy queridas y estimadas,//la una se llamaba Antonia, / la otra se llamaba Juana,// [IGR # 0075] #5485
Tres hijas tenía un rey, / todas tres como la plata,//Delgadina es la menor. / --Tú has de ser mi enamorada.// [IGR # 0075] #5486
Tres hijas tenía un rey / todas tres como una plata;//la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #8627
Tres hijas tenia un rey, / tres hijas como la plata,// la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1087
Tres hijas tiene el buen rey, / hermosas a maravilla,//unha a ten casada en Francia / y outra a ten en la Luntría,// [IGR # 0308] #4549
Tres hijos tenía el rey, / todos tres como una plata,// el más chiquitino de ellos / se enamoró de una hermana.// [IGR # 0140] #1052
Tres ninetas remavan / sota `l torrent,//l` una `n renta bugada / l` altra l` estén,// [IGR # 2694] #8066
Tres palombas ven bolando / por el palacio del rey//Bola una bola otra / Ya bolan todas las tres.// [IGR # 0133] #8017
Três voltas dei ao castdo, / sem achar por donde entrare.//Cavalheiro das armas brancas, / vistes-lo por `qui passare?// [IGR # 0150+0457] #2248
Três voltas dei ao castelo, / não achei por onde entrare;//soldado de farda branca, / vistei-lo por aqui passare?// [IGR # 0150] #2219
--Três voltas dei ao castelo, / sem achar por dond` antrar.//cavaleiro d`armas brancas / viste-lo por `qui passar?// [IGR # 0150] #6005
Três voltas dei ao castelo, / sem achar por donde entrare.//Pelo lado mais pequeno / entra o pavão a voare,// [IGR # 0150+0457] #2247
Três voltas dei ao castelo, / sem achar por dond`entrare.// Cavaleiro d`armas brancas, / não o viram por aqui passare?// [IGR # 0150] #2211
--Três voltas dei ao castelo, / sem achar por onde entrar.//Cavaleiro de armas brancas / viste-lo por aqui passar?// [IGR # 0150] #5996
Três voltas dei ao castelo, / sem achar por onde entrare.//Cavaleiro das armas brancas, / viste-lo por aqui passare?// [IGR # 0150+0457] #2243
Três voltas dei ao castelo, / sem saber por donde entrar.//Soldadinho d`armas brancas, / visteis-lo por aqui passar?// [IGR # 0150+0457] #2239
--Triste de mim que estou velho, / as guerras me acabarão!//Mal o hajas tu, ó Helena, / e mai` la tua geração,// [IGR # 0231] #7497
--Triste de mim, que eu sou velho, / as guerras me acabarão,//de sete filhas que eu tenho / não ser nenhum rapaz barão,// [IGR # 0231] #7492
. . . Triste de mí//no tengo padre ni madre / ni quién se acuerde de mí,// [IGR # 0047] #645
Triste estaba la condesa, / triste y harta de llorar//porque le llevan al conde / porque le van a llevar// [IGR # 0110] #3839
Triste estaba la condesa, / triste y harta de llorar//porque llevaban al conde / por teniente capitán// [IGR # 0110] #3838
Triste estaba la condesa, / triste y llena de pesar//porque la llevan al conde / de capitán general.// [IGR # 0110] #3837
Triste estaba mi condesa, / triste y harta de llorar.//--¿Por qué lloras, mi condesa? / por que tengo de llorar// [IGR # 0110] #3950
Triste está la gentil dama, / triste está que no riendo.//Asentada en un estrado / franjas de oro tejiendo,// [IGR # 0758] #4544
Triste estava don Rodrigo, / desdichado se llamava,//gimiendo estava y llorando / la gran pérdida de España;// [IGR # 0441] #7956
Triste novas me vieram / lá do reino da Espanha://Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2281
Triste nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por allá,//que el conde Azores, señora, / lo llevan por general// [IGR # 0110] #3873
Tristes nobas, tristes nobas, / são sonhadas em Sevilha,//que casa o duque d` Alba / com dama de grão valía.// [IGR # 0508] #6513
Tristes novas aí em Espanha, / tristes novas lá havia,//que se casa o duque d` Elvas, / com damas de gran` valia.// [IGR # 0508] #6512
Tristes novas me vieram / desses lados da Espanha://Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2285
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,// está D. João à morte, / com pena da sua dama.// [IGR # 0006] #5933
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2298
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,//estava D. João doente, / doente por sua dama.// [IGR # 0006] #5925
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://estava D. Manuel doente, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2290
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://estava don João doente / con pena da sua dama.// [IGR # 0006] #9326
Tristes novas me vieram,/ lá do centro da Espanha,//que Dom João `stava doente, / p`r`uma doença de dama.// [IGR # 0006] #5930
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha,//que estava D. João doente, / com penas da sua dama.// [IGR # 0006] #5934
Tristes novas me vieram lá / do centro da Espanha://Qu`estava D. João à morte, / doente na sua cama.// [IGR # 0006] #2295
Tristes novas me vieram / lá do centro da Espanha://`Tava D. João à morte, / doente na sua cama.// [IGR # 0006] #2294
Tristes novas me vieram / lá dos lados da Espanha:// Estava D. João à morte, / deitado na sua cama.// [IGR # 0006] #2277
Tristes novas me vieram / lá dos lados da Espanha://Estava D. João à morte, / sentado na sua cama.// [IGR # 0006] #2286
Tristes novas, novas tristes, / corridas são por Espanha,//que Dom António está doente, / do mal de damas, na cama.// [IGR # 0006] #5941
Tristes novas, novas tristes, / que têm vindo de Granada://Dom João estava doente, / com pena da sua amada.// [IGR # 0006] #9328
Tristes novas, tristes novas, / corridas vão por Espanha,// D. João está doente, / está doente de cama.// [IGR # 0006] #5932
Tristes novas, tristes novas, / que vieram de Granada://D. João está doente / com pena da sua amada.// [IGR # 0006] #2272
Tristes novas, tristes nuevas, / que se cuentan por España:// Que malito está don Juan, / que malito está en la cama.// [IGR # 0006] #2275
Tristes nuevas que se corren / que se corren por España,//¡ay! que el príncipe don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2436
Tristes nuevas, trises nuevas / que se corren por España// es el príncipe don Juan / qu`esta malito en la cama// [IGR # 0006] #2363
Tristes nuevas, tristes malas / tristes nuevas, tristes claras,// tristes nuevas que se corren / que se corren por España// [IGR # 0006] #9624
Tristes nuevas, tristes nuevas / que han sucedido en España//Tristes nuevas, tristes nuevas / que han sucedido en España// [IGR # 0006] #2398
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// de aquel médico don Juan / qu`está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2331
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España://el hijo de Don Felipe / malito estaba en la cama.// [IGR # 0006] #9361
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España// el hijo de don Felipe / malito se halla en la cama;// [IGR # 0006] #9623
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,//el infante de don Juan / está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2434
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// ese príncipe don Juan / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2325
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se corren por España//la vida don Juan Carrelo / que se halla enfermo en la cama.// [IGR # 0006] #2469
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España//que el infante de don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2435
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,//que el príncipe de don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2438
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España//señor príncipe don Juan / cayó malito en la cama.// [IGR # 0006] #2342
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por España,// se principia por don Juan / que está muy malo en la cama.// [IGR # 0006] #2326
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se corren por Granada,// ese príncipe don Juan / que está malito en la cama,// [IGR # 0006] #2330
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España ,//el peor es el don Juan / que está malito en la cama;// [IGR # 0006] #2446
Tristes nuevas, tristes nuevas,/ que se cuentan por España,//el primero es don Juan / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2447
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España// que el caballero don Juan / malito cayó en la cama.// [IGR # 0006] #2338
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España:// que el caballero don Juan / malito que está en la cama.// [IGR # 0006] #672
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España:// que el pobrecito Don Juan / malito se halla en la cama.// [IGR # 0006] #665
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por España,//que el primero era don Juan / que malito estaba en cama.// [IGR # 0006] #2449
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se cuentan por España,// que se cuenta de don Juan / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2373
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuentan por la España// el caballero don Juan / malito se halla en la cama.// [IGR # 0006] #2344
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se cuenten por España,//que Joaquín de la Ribera / está malito en la su cama;// [IGR # 0006] #2468
Tristes nuevas, tristes nuevas, / que se suenan por España//Nuestro rey, que Dios haiga, / está muy malito en cama,// [IGR # 0006] #1783
Tristes nuevas, tristes nuevas / que se suenan por España//que nuestro rey, que Dios haya / está muy malito en cama.// [IGR # 0006] #2402
Tristes nuevas, tristes nuevas / se cuentan por España,// que el señor don Juan / muy malo cayó en la cama.// [IGR # 0006] #2381
Tristes nuevas, tristes viejas, / que se cuentan por España,//que el glorioso San Juanín / está malo en la su cama.// [IGR # 0006] #2451
Trist està el comte don Pere / i la comtessa també, //perquè ha d`anar a la guerra / i ha de deixar sa muller.// [IGR # 0292] #8938
Tristes van los zamoranos / metidos en gran quebranto;// reptados son de traidores, / de alevosos son llamados// [IGR # 0265] #1438
Triste vida é a do frade, / `inda peior que a da freira; / andar de noite às escuras / em penitência.// [IGR # 2957] #2878
--Tu, cavaleiro não ames / a filha `ò teu senhor,//é novinha põe-te fora / que tu morres com amor.// [IGR # 0720] #6520
--Tú eres mujer muy bonita, / eres más linda que el sol,//¡quién te pudiera gozar / una noche sin temor!// [IGR # 0234] #3479
Tu não sabes, mulher minha, / o que tem acontecido://Delgadinha, minha filha, / de amores me tem trazido.// [IGR # 0075] #5809
Tu padre y tu madre buenos / y todos sin novedad.// Al oir a la princesa / al suelo cayó mortal// [IGR # 0110] #4023
--Tu que tens, Juliana? / Passas a vida a chorar.//--Eu nada, ó minha mãe, / o D. Jorge vai casar.// [IGR # 0172] #6960
--Tu que tens, ó D. Fernando, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6476
--Tu que tens, ó Juliana, / que estavas a suspirar?//--Chegou-m` agora a notícia, / João Jorge s` ia casar.// [IGR # 0172] #6971
--Tu que tens, ó soldadinho, / que andas tão triste na guerra?//Ou te morreu pai ou mãe, / ou gente da tua terra.// [IGR # 0176+0168] #6488
--Tu que tens, ó soldadinho, / tão triste andas na guerra?//Ou te lembra pai ou mãe / ou ares da tua terra!// [IGR # 0176+0168] #6499
Tu Rufina hermosa, / tu que fais aí.// Estou guardando o gado, / ben o veis equí.// [IGR # 0453] #1226
--Uma aposta hei-de fazer, / aposta que hei-de ganhar,//hei-de falar com Mariana, antes de o galo cantar.// [IGR # 0159] #6102
Uma casada de novo, / vizinha do meu lugar,//andou ano e meio / p`ra arrate e meio fiar.// [IGR # 2916] #2874
Uma sogra que eu tenho, / vai-ma cá chamar,//que as dores são tantas, / já não posso estar.// [IGR # 0155] #6594
--Uma sogra que tenho / mandem-ma chamar,//as dores me apertam / eu estou a acabar.// [IGR # 0155] #6596
Um batoque, dois batoques, / Francisquinha sem ouvir;//lá no fim dos três batoques, / Francisquinha vêu abrir.// [IGR # 0234] #6917
Um mercador de Sevilha, / tratante de pano e seda,//dera-lhe Dios por mujer / uma formosa morena.// [IGR # 0096] #2715
/Um navio Catrineto / de`xou munto que contar.//Sete anos e um dia / andou perdido no mar./ [IGR # 0457] #7766
. . . / Um pai tinha uma filha//que era muito devota / da Virgem Santa Maria.// [IGR # 0212] #7727
Um rei tinha sete filhas, / da mais nova muito gostava;//quando era ao jantar, / ele toda a mirava.// [IGR # 0075] #7128
Um rei tinha três filhas, / alvas como prata fina,//namorouse da mais moça, / por lhe chamarem Aldina.// [IGR # 0005+0075] #7151
Um rei tinha uma filha / chamada D. Maria;//ela amava um capitão / pelo bem que lhe queria.// [IGR # 0108] #2681
Una apuesta tengo madre / no sé si podré ganar//el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #2971
--Una apuesta tengo, madre, / no sé si podré ganar://el dormir con Marianita / antes del gallo cantar.// [IGR # 0255] #4796
Una cançoneta nova / bé la sentireu a dir,//treta n`és d`un fadrí sastre / que venia de cosir,// [IGR # 1108] #7861
Una cançó novella / cantant vos la diré// treta d`una minyona, / filla de Móra n`é`,// [IGR # 1069] #7873
Una cansoneta nova / be la sentireu cantá//Treta n` es d` una minyona / qu` es filla de l` Ampurdá.// [IGR # 1068] #7845
Una cansó novella / cantant vo` la diré,//treta d` una minyona / filla de Mora n` é// [IGR # 1069] #7885
Una cansó-os vull cantá / no hi ha molt que n` es dictada.//Treta n` es dels matinés / que corren per la montanya// [IGR # 2714] #8062
Una cansó vuy cantá / no hi ha molt que n` es dictada//D` una minyona qu` hi ha / n` es filla del rey de Fransa// [IGR # 1026] #7856
Una cansó vuy cantá / no hi ha molt que n` es dictada //d` un cas que n` ha succehit / dins de la vila de Targa;// [IGR # 0940] #7834
Una cansó vuy canta / una cansó molt pulida,//d` un estudiant de Vich / qu` en festejave una viuda.// [IGR # 1127] #7872
Una cansó vuy dictá / no hi ha molt que n` es dictada//d` un home facinerós / que n` es práctich en las armas./ [IGR # 0943] #5850
Una casada afligida, / con una aflición notable//está envolviendo a su hijo / mientras se acuesta su padre;// [IGR # 0273] #509
Una casada afligida, / en un nación notable//está empañando a su hijo / en unos tristes pañales.// [IGR # 0474] #1988
Una casadina / de muy lejas tierras// con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #1133
Una casadina / de muy lejos tierra,// que murió de parto / y peores parteras.// [IGR # 0155] #1131
Una casadina / de tierras ajenas// con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #1134
Una casadina / de tierras ajenas// con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #1136
Una casadina / que en tierras ajenas//con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #8165
Una casadita / de lejanas tierras//con la mano barre, / con los ojos friega,// [IGR # 0155] #3434
Una casadita / de muy largas tierras// con su escoba barre, / con sus ojos riega// [IGR # 0155] #1130
Una casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #359
Una casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega.// [IGR # 0155] #360
Una dama muy hermosa / que otra mejor no hay,//sayo lleva sobre sayo, / un jubón de clavedón,// [IGR # 0107] #4865
Una doncellita honrada / que en el mundo se ha criado,//se enamoró de un galán / muy bonito y muy gallardo.// [IGR # 0208] #8766
Una famosa hortelana, / más hermosa que cien perlas//toca vigüela y guitarra / y baila que se despeina.// [IGR # 0578] #2029
Una gran guerra se ha armado / en España y Portugal;//los ojos de la condesa / ya no cesan de llorar// [IGR # 0110] #4112
Una gran guerra se ha armado / entre España y Portugal//Los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.// [IGR # 0110] #3361
Una guerra hubo en Francia / otra hubo en Portugal//llamaron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4332
Una guerra se armó en Francia / y otra se armó en Portugal;//nombraron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4357
Una guerra se ha formado / entre España y Portugal,//los ojos de mi condesa / ya no cesan de llorar.// [IGR # 0110] #5785
Una guerra se ha movido / en Francia de Portugal//y a gerinelo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4281
Una guerra se levanta / la Francia con Portugal// al conde Flores le nombran / de capitán general.// [IGR # 0110] #3968
Una hija tenía el rey / Blancayflor se llamaba//El padre dice casarla; / la madre dice que no,// [IGR # 0466] #2162
Una hija tenía el rey, / la prenda que más quería;// el rosario doloroso / tres veces lo reza al día:// [IGR # 0212] #1263
Una hija tenía el rey, / que se llamaba Altamara,// (ay) blanca como la nieve / y la naríz afilada.// [IGR # 0140] #1063
Una hija tenía un rey / muy querida y estimada,//pasó por allí un perro moro / que de ella se enamorara.// [IGR # 0422] #5530
Una hija tenía un rey, / que la amaba y la quería//si de plata la calzaba, / de oro la vestía.// [IGR # 0212] #8196
Una hija tiene el rey, / una hija arregalada;//su padre por más valor / un castillo la fraguara,// [IGR # 0161+0098] #8960
Una hija tiene el rey / una hija regalada;//su padre por más valor / un castillo la fraguaba.// [IGR # 0161+0098] #8959
Una hija tiene el rey, / una hija regalada.//Un día, por las calores, / se asentó en la ventana,// [IGR # 0161] #8980
Una hija tiene un rey / mucho la quiere y la estima,//calzada la trae de plata, / vestida de seda fina// [IGR # 0212] #5682
`Una `iz+a tyene `el rey, / `una `iz+a regalada.// La metyyó `en altas tores / por tenerla byen guadrada.// [IGR # 0161] #8976
--¡Una limosnita / pa la pobre ciega,//una limosnita / pa la pobre vieja!// [IGR # 2987] #3525
Una madre y una hija, / ambas parieron a un tiempo//la madre trajo dos niños / hermosos como luceros,// [IGR # 0360] #1763
Una mañana amorosa / antes que el sol arboleara//bajó la reina del cielo / y al pie de una fuente clara// [IGR # 0030] #9029
Una mañana de abril / pasé por la morería//y vi lavando una mora / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2957
Una mañana de agosto, / eso del amanecer,//sale el conde Fernandito / con su caballo a beber,// [IGR # 0049] #9245
Una mañana de agosto//salió el conde Fernandito / con su caballo ` bebere,// [IGR # 0049] #9244
Una mañana de Julio / se levantó Gerineldo//a dar agua a los caballos / a las orillas del Ebro;// [IGR # 0023+0110] #5423
Una mañana de junio / se levanta Gerineldo,// a dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro;// [IGR # 0023] #802
Una mañana de Junio / se levantó Gerineldo//dar agua a sus caballos / a las orillas del Ebro.// [IGR # 0023+0110] #5422
Una mañana de mayo / se levanta Leonfredo//a dar agua a sus caballos / por las orillas del Ebro.// [IGR # 0023+0110] #8390
Una mañana de niebla / antes de rayar el alba//daba voces un marino / que se lo llevaba el agua.// [IGR # 0180] #3415
Una mañana en San Juan / se despierta el niño conde//a dar agua a su caballo / a la orillita del mar,// [IGR # 0049] #5284
Una mañana solemne / del mismo mes de San Juan / va Gerineldo a dar agua / a las corrientes del mar;// [IGR # 0023] #799
Una matinada fresca / jo me n`aní a caçar,//no en trobí caça ninguna / que jo li pogués tirar,// [IGR # 2729] #7840
Una mora iba a lavar / pañuelos a la morita,//a las dos de la mañana / venía la pobrecita.// [IGR # 0169+0204] #2593
Una moza y una moza / no se espanta de la Muerte;//porque tiene padre y madre, / sus doce hermanos casados,// [IGR # 0666] #4806
Una mujer tenía dos hijas, / ambas las casó nun día//una con un labrador, / labraba toda la vida,// [IGR # 0374] #8231
Una niña en una fiesta / le dice a un. pastor: --Espera,//que por ti anda la zagala / de amor que se desespera.// [IGR # 0191] #3496
Una niña en un balcón / le dice a un pastor: --Espera,//aquí te habla una zagala, / que de amores desespera.// [IGR # 0191] #5120
Una niña muy bonita, / más bonita que cíen perlas,//toca pandero y guitarra / y baila que desempiedra.// [IGR # 0578] #9755
Una noche de lunar / se levantó Gerinaldo//lleve el caballo a beber / a las orillas del mar.// [IGR # 0023+0049] #3376
Una noche muy de noche, / siendo yo niña chiquita//me cautivaron los moros / día de Pascua florida// [IGR # 0169] #2486
Una noche muy oscura / de codos a una ventana,//vi venir un perro moro / por aquella vega llana.// [IGR # 0422] #5529
Una noche muy oscura, / de relámpagos y agua, / ha salido don manuel / a visitar a su dama.// [IGR # 0115] #4557
Una noche muy oscura, / en el rigor del invierno,// falleció un alma de un cuerpo / que para Santiago iba.// [IGR # 0797] #1290
Una noche muy oscura, / en el rigor del invierno//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.// [IGR # 0685] #8308
Una noche muy oscura, / llena de temor y miedo//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.// [IGR # 0685] #560
Una noche muy oscura / que a la gente atemorá-//se pasea un caballero / desde la esquina a su ca-,// [IGR # 0115] #8215
Una noche muy oscura, / que a la gente hace llorar,//paseaba un caballero / desdé la torre a su casa,// [IGR # 0115] #5626
Una noche triste oscú. . . / que a la gente hacía llorá. . . //paseaba un caballé[. . . ] / desde la puerta a su cá[. . . ],// [IGR # 0115] #1781
Una noche triste, oscura, / en el rigor del invierno,//murió un alma pecadora, / sin recibir sacramentos.// [IGR # 0685] #8765
Una noche triste, oscura, / por el rigor del invierno//murió un alma pecadora / sin recibir sacramento.// [IGR # 0685] #2156
Una pastora divina / guardando estaba sus cabras//con el librito en la mano / leyendo la vida sacra.// [IGR # 0214] #261
Una pulida pastora, / una pulida zagala,//una pulida pastora / guarda un hatallo de cabras;// [IGR # 0329] #1823
. . . / una quinta mandó echar//y le tocó a Gerineldo / de capitán general//la niña lloraba mucho// [IGR # 0023+0110] #4215
Una recién casadita / de muy lejas tierras//con la escoba barre, / con los ojos riega,// [IGR # 0155] #356
Una señora tenía un hijo, / un hijo sólo tenía,// lo ha brindado una Gallarda / para merendar un día.// [IGR # 0200] #943
Una tarde de torneo / pasé por la morería//y vi una mora lavando / al pie de una fuente fría.// [IGR # 0169] #2583
Una tarde de torneo / salí por la morería//y vi lavar a una mora / al pie de una fuentecilla.// [IGR # 0169] #2561
Una tarde de verano / me llevaron a paseo// Al pasar por una esquina / me encontré con un convento,// [IGR # 0225] #9541
Una tarde de verano / me sacaron a paseo//al revolver una esquina / estaba un convento abierto.// [IGR # 0225] #8213
Una tarde de verano / me sacaron a paseo,//al revolver una esquina / había un convento abierto.// [IGR # 0225] #5272
Una tarde de verano / me sacaron de paseo;//al doblar por una esquina / cuatro monjitas salieron,// [IGR # 0225] #5268
Una tarde fresquita de mayo / a la alameda me fui a pasear,//me he encontrado con un caballero / de alta estatura, cuerpo regular.// [IGR # 5016.9] #3091
Una tarde Gerineldo / limpiando el traje de seda,//pasó la infanta y le dijo: / --Gerineldo, yo quisiera . . .// [IGR # 0023] #5175
Una torre vi en Granada / la mejor que vi en mi vida,//la pasea una señora / que se llama Rosalía.// [IGR # 0212] #5677
Una vez hubo un rey moro / fronterizo de Castilla//que en muchas tierras mandaba / y bellas hijas tenía.// [IGR # 2850] #8339
Una vieja de Granada / gran tempestad hacía,//lloran condes, lloran duques, / ya llora la frailecía;// [IGR # 0058] #4461
Una vieja en Granada / y un pollito crió,//sopa en vino le daba / y sopa en vino le dio// [IGR # 0743] #5843
Una vieja muy vieja / tenía una niña,//bajo siete llaves / la trae recogida.// [IGR # 0189+0155] #9807
Una vieja revieja / tenía una hija,//debajo siete llaves / la tenía metida,// [IGR # 0189] #8995
Una vieja, vieja, / tenía una hija;// bajo siete llaves / la tiene metida.// [IGR # 0189+0155] #949
Una vieja, vieja, / tenía una hija,// que entre siete llaves / la tiene metida.// [IGR # 0189+0155] #950
Un barbero fue a moler / en una aceña que está//en jurición de Santiago / en la raya `e Portuga[l].// [IGR # 4008] #2036
Un buque va para Francia / y otro para Portugal//a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4204
Un caballero en la cuadra, / don Alejos` dicía//Un caballero en la cuadra, / don Alejos` dicía,// [IGR # 0546] #1712
Un caballero en Madrid, / tenía una leal criada,//ella era tan bonita, / que de ella se enamoraba,// [IGR # 0245] #5609
Un caballero en Madrid / tenía una noble criada,//él se ha enamorado de ella,/ ella no le ha dado cara.// [IGR # 0245] #8321
Un caballero en Madrid / tiene una linda criada,//que d`amores la pretende / y ella no le daba cara.// [IGR # 0245] #2756
Un calderero me ronda / las tapias de mi corral;//el maldito caldelero / tiene un ojo de cristal.// [IGR # 3007] #3073
Un capitán Jenoé / cartas al sargento lleva,// salen doscientos soldados / de la Mancha de la tierra.// [IGR # 0176] #1005
Un castillo era un castillo, / y aquel castillo lucido,//y rodeado está de almenas / del oro de la Turquía;// [IGR # 0308] #7800
Un cazador fue a cazar, / a cazar como solía;//se le escureció la noche / en una pura montiña,// [IGR # 0164+0100] #8327
Un cazador fue a la caza / tras de un corzo que allí había;// en aquel roble más alto / allí vio a una niña,// [IGR # 0164+0100] #756
Un cazador iba a caza, / no caza como solía,//se bajó una calle abajo, / se subió una calle arriba,// [IGR # 0185] #5708
Un cazador va de caza / a los montes que él sabía,// los perros lleva cansados, / las liebres no aparecían.// [IGR # 0164+0100] #758
Un conde y una condesa / para Santiago caminan//a pedir a Dios del cielo / que les diera niño y niña.// [IGR # 0136] #8643
Un cura decía misa / de las ánimas traidor.//Se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #342
Un cura diciendo misa, / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #347
Un cura diciendo misa / de las ánimas traidor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #4900
Un cura que dice misa, / de las ánimas pastor//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #2172
Un cura que dice misa / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #8651
Un cura que dice misa / en la iglesia de un pastor// se enamoró de una niña / desde que la bautizó// [IGR # 0083] #2967
Un día de carnaval / de gitana me vesti,//entré en un salón de baile / y estaba mi novio allí,// [IGR # 5050] #3204
Un día de gran calor / la pastora se dormía,//más la afligía la sed / que el hambre que ella tenía;// [IGR # 0212] #5683
Un día el rey estando en la meza, / el padre que la mirava.//-- ¿Qué me miras, siñor padre, / que me mira, que me mata?// [IGR # 0075] #3709
Un día el rey y la reina / juntitos a misa van//y Tornillos iba hablando / lo que no debía hablar:// [IGR # 0145] #3218
Un dia encontré las gordas, / que fumava de tot plé.//En diuhen: --¿quin tabaco tenes? / --¡Ay! delestanch d`Argelagués.--// [IGR # 2712] #7831
Un día estando durmiendo / muy mal sueño revelaba,// y les dice a sus criados: /No sé qué para en mi casa:// [IGR # 1668] #747
Un día estando en la mesa / su padre la quiso hablar//por que no te casas niña / que el conde ya no vendra// [IGR # 0110] #4092
Un día estando en mi casa / tejiendo y labrando seda,//vi venir un caballero / por altas sierras morenas.// [IGR # 0113] #5337
Un día muy lluvioso / con tan fuertes aguarradas//se ha quedado la zagala / al abrigo ` una chaparra,// [IGR # 0214] #263
Un día por la mañana, / a eso del amanecer,//sale el conde Fernandito / con su caballo a beber.// [IGR # 0049] #8367
Un día por la mañana / fue Gerineldo al castillo//y al entrar por la portada / la infantina le ha sentido;// [IGR # 0023] #5412
Un dia por la mañana / passei pela mouraria;//ouvi cantar una moura / ao pé duma fuentecilla.// [IGR # 0169] #2317
Un día que iba a misa / y encontréime y encontréla,//me encontré con la serrana / que anda por Sierra Morena./ / [IGR # 0233] #7323
Un día salió la niña / por el arroyito arriba//la encontraron unos moros / y la llevaron cautiva.// [IGR # 0169] #1741
Un diumenge, de capvespre, / el condi ve de caçar;//troba sa seva condessa / dalt es llit malalta està.// [IGR # 0311] #4838
Un domingo a la mañana / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #5568
Un domingo de mañana / fui a misa con mi padre,//y en el camino encontré / a una mujer que era un ángel.// [IGR # 0203] #5867
Un domingo diendo a misa / encontréme y enontréla;// me alcontré con la serrana / que vive en Sierra Morena.// [IGR # 0233] #927
Un domingo, estando errados, / se encontraron dos manchegos,//y echando mano a su espada, / como queriendo pelear. // [IGR # 0766+0101] #9775
Un domingo fui a misa, / nunca pude descansar//me cogí la carabina / y al monte me fui a cazar.// [IGR # 0186] #3288
Un domingo por la tarde / me encontré con la Gallarda;//me agarrara por la mano, / a su cueva me llevara;/ / [IGR # 0233] #7324
Un domingo yendo a misa / encontréla y encontréla;//encontré con la serrana / que habita en Sierra Morena.// [IGR # 0233] #7449
Un domingo, yendo a misa, / encontréme y encontréla:// me encontré con la serrana, / que era de Sierra Morena,// [IGR # 0233] #920
Un domingo, yendo a misa, / encontréme y encontréla://me encontré con la serrana / que vive Sierra Morena.// [IGR # 0233] #3339
Un estudiante venía / de estudiar en Salamanca,//se encontró con una niña / como la nieve de blanca.// [IGR # 0204] #5640
Un francés salió de Francia / con deseos de mujer//encontró una chiquitina / que le supo responder.// [IGR # 0204] #8396
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer;//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #16
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #27
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer.//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #21
Un francés vino de Francia / en busca de una mujer//se encontró con una niña / que le supo responder.// [IGR # 0204] #26
Un galán de firme amor, / tuvo con una doncella//palabras de casamiento; / que se ha de casar con ella.// [IGR # 0209] #5542
Un galán iba de caza / por unos montes arriba;// sin hallar caza ninguna / todo el monte recorría.// [IGR # 0164+0100] #763
Un galiot dels més grossos / es va fer cap a la mar, //va sortir de Barcelona, / cap a Grec `via d`anar.// [IGR # 2774] #9782
Un gran rey tenía tres hijas / todas tres como una grana;//la más delgadina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4972
Unha aposta teño feita, / unha aposta hei de ganar//de dormir con Lauriana / autes do galo cantar.// [IGR # 0255] #8755
Un hijito la princesa / un hijito caronale;//por darle del buen dotrino / con el rey le metió a paje.// [IGR # 0440] #8823
Un hijo tenía Abrán, / un hijo sólo tenía,//le traía bien vestido, / le traía bien calzado,// [IGR # 0201] #7999
Un hijo tiene el rey David / que por nombre Hablor se llama,//namoróse de Tamar / aunque era su propia hermana.// [IGR # 0140] #5880
Un hombre se vino a España / en busca de una mujer//y la encontró más bonita / que en el mundo puede haber.// [IGR # 0204] #3342
Un labrador en Madrid / rica labranza tenía;//cuando iba a su labranza / de a caballo se ponía.// [IGR # 0185] #9837
Un labrador fue a arar / y se le olvidó la hijada.// Vuelta, vuelta, los mis bueyes, / vuelta, vuelta para casa.// [IGR # 0436] #1295
Un lunes a las cuatro horas, / ya después de mediodía,// ese duque de Berganza / con la duquesa reñia:// [IGR # 0326] #1518
Un lunes por la mañana / Teresiña madrugaba// a empañar niños al rey / á sombra de una retrama.// [IGR # 0802] #848
Un manto cortó Espinel / un manto a la maravilla;//Las cien damas lo cortaban, / y otras tantas lo cosían.// [IGR # 0074] #3315
Un manto labra Espinel, / un manto a la maravía.//Y el manto turó en labrar / siete semanas y un día// [IGR # 0074] #3324
Un manto labró Espines, / un manto a la maravilla,//que se quedó por labrarle / siete semanas y un día.// [IGR # 0074] #3319
Un mariner caigué a l`aigua / tirant una vela enlaire,//i el dimoni, que és subtil, / tot seguit li preguntava:// [IGR # 0180] #8609
Un marinero en el mar / daba voces que se ahogaba//--¿Qué me das, marinerito?, / y te saco deste agua.// [IGR # 0180] #195
Un marinero en el mar / daba voces que se ahogaba//y le respondió el demonio / al otro lado del agua.// [IGR # 0180] #197
Un matí de bon matí / un matí de sol i vent//partiren de Berberia / que ho eren mil y tants cents.// [IGR # 0148] #4478
Un mocito muy guapo / le decía a su mamá//que quería una capa / con corchetas dorás,// [IGR # 3011] #3074
Un niño nació en Francia / muy bello y sin igual,//por no tener padrinos / Mambrú se va a llamar.// [IGR # 0178] #5252
Uno era el ruincanana, / otro era el ruiseñor// otro era la tortolita, / que lo cantaba mejor.// [IGR # 0231] #903
Unos vienen y otros van, / soldaditos a la guerra;//ciento y uno van quintados / y cien voluntarios llevan, [IGR # 0176] #418
Un padre que trabajaba / en el muelle de Almería//tan sólo tenía una hija, / la flor de la maravilla.// [IGR # 5059] #3089
Un padre tenía tres hijas, / de las tres, la más delgada,//un día comiendo a la mesa, / su padre la reparaba:// [IGR # 0075] #4949
Un padre tenía tres hijas, / todas tres como la plata// y la más chiqueretita / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3359
Un padre tenía tres hijas / . . . //y la más chiquítita / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5778
Un padre tenía tres hijas / y las tres como la plata//y la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #87
Un padre tenía tres hijas / y las tres eran muy guapas, //y la más pequeña de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5484
Un padre tenía un hijo / muy querido y estimado,// que no comía gallina / ni tampoco bacalao,// [IGR # 0201] #5361
Un padre tiene una hija / que más otra no tenía.//La devoción por los santos, / la devoción que tenía,// [IGR # 0212] #337
Un pobre de un labrador / de Medina de Ríuseco//tocóle a coger cabalas, / más alcabalas de un ciento;// [IGR # 0767] #1854
Un pobre sevillano / la desgracia le ocurrió// de siete hijas que tuvo / ninguna fueron varón.// [IGR # 0231] #3117
Un pregón pregonó el rey, / un pregón que así decía://el que matare a Goliat / medio reino le daría;// [IGR # 0537] #7932
Un pregón pregonó el rey / un pregón que así dezía://-El que a la Albetra venziese / medio reino le daría,// [IGR # 0099] #8807
Un pregón pregonó el rey, / un pregón que así dezía://Todo el que la Albetra venze / medio reino le daría,// [IGR # 0099] #8806
Un rey . . . / . . . //Delgadina, y con gran sed, / se ha asomado a la ventana// [IGR # 0075] #99
Un rey moro tenía una hija / que Delgadina se llama//Un día estando comiendo / su padre la miraba.// [IGR # 0075] #90
Un rey moro tenía un hijo / que Tarquino se llamaba,//cuando era mayorcito, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #3153
Un rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba.//Y un día, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6354
Un rey tenía dos hijas, / las quiere más que a su vida;// la una era muy devota / de la Sagrada María,// [IGR # 0212] #1265
Un rey tenía dos hijas / tan bellas y tan queridas.//Las cautivaron los moros, / las llevan a morería,// [IGR # 0169] #8640
Un rey tenía dos hijos, / . . . // El hijo le llaman Timón / y la hija Altamara.// [IGR # 0140] #1058
Un rey tenía tres hijas / bonitas como la plata,//y la menorcita d`ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3457
Un rey tenía tres hijas / de oro las vestía y de plata las calzaba.//Un día estando en la mesa / para una merienda:// [IGR # 0075] #4984
Un rey tenía tres hijas, / la cosa que él más quería,// que de plata las calzaba / y de oro las vestía.// [IGR # 0212] #1258
Un rey tenía tres hijas, / las quería y las amaba;// la más chiquitita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0159] #732
Un rey tenía tres hijas / más bonitas que la plata.//De las tres la más chiquita / Delgadina se llamaba./ / [IGR # 0075] #4641
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata,//la más chiquitína de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4992
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #96
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata,//y la más chica de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5149
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//y la más chiquirritina / era la más resalada.// [IGR # 0075] #98
Un rey tenía tres hijas / más hermosas que la plata//y la más chiquirritita / Delgadina se llamaba// [IGR # 0075] #4938
Un rey tenia tres hijas / muy hermosas y galanas,//y la menorcita d` ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #3456
Un rey tenía tres hijas / muy queridas, muy amadas,// y la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #1089
Un rey tenía tres hijas / muy queridas y estimadas//y entre ellas tenía una / que se llamaba Delgada.// [IGR # 0075] #4991
Un rey tenía tres hijas / todas tres como la plata;//la más pequeñita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5495
Un rey tenía tres hijas, / todas tres como la plata//y la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #100
Un rey tenía tres hijas, / todas tres como una grana.//Una se llama María / y otra Juana se llamaba,// [IGR # 0075] #4940
Un rey tenía tres hijas, / todas tres, como una paja//pero la más chiquita de ellas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4994
Un rey tenía tres hijas / todas tres como una plata;//la más chiquitina de ellas / Delgadina se llamaba,// [IGR # 0075] #4979
Un rey tenía tres hijas / todas tres como una plata,// la más chiquitita de ellas / doña Eugenia se llamaba.// [IGR # 0469+0138] #843
Un rey tenía tres hijas / y a todas las estimaba//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #85
Un rey tenía tres hijas / y las tres como la plata//y la más chiquitita / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #82
Un rey tenía tres hijas / y las tres como una plata,//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5490
Un rey tenía tres hijas, / y las tres como una plata,//la más pequeña de todas / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #5491
Un rey tenía tres hijas, /|todas tres como la plata,//y la más rechiquitita / Delgadina se llamaba./ / [IGR # 0075] #4784
Un rey tenía una hija, / a ella sola la tenía;//la piden duques y condes, / señores de marquesía.// [IGR # 0212] #8669
Un rey tenía una hija, / huerfanita se quedaba;// tierna se quedó sin madre / y buen ama le buscaba// [IGR # 0802] #849
Un rey tenía una hija / la tiene de por casar//desposada con don Bardos / que se fue y no volvio mas// [IGR # 0110] #3918
Un rey tenía una hija / más hermosa que la plata//un día estando comiendo / su padre se la miraba.// [IGR # 0469+0159] #9667
Un rey tenía una hija, / muy querida, muy amada,//no la dejaba salir / ni asomarse a la ventana.// [IGR # 0075] #4961
Un rey tenia una hija / que clarita se llamaba//un día estando en la mesa / de esta manera le habla// [IGR # 0110] #3931
Un rey tenía una hija / que en el alma la tenía//la trae calzada de plata, / vestida de seda fina.// [IGR # 0212] #334
Un rey tenía una hija, / que se llamaba Tamara,// era blanca como leche / y encarnada como grana,// [IGR # 0140] #1062
Un rey tenía una hija, / una hija no más tenía,//de plata la trae calzada, / de oro la trae vestida;// [IGR # 0212] #5676
Un rey tenía una hija, / una, que más no tenía; //de la plata la calzaba, / de la seda la vestía.// [IGR # 0212] #4913
Un rey tenía una huerta / toda de árboles plantada//en medio de aquella huerta / tiene una fuente que mana,// [IGR # 0469+0138] #207
Un rey tenía un hijo / que era príncipe de España.//De Altamar se enamoró, / de Altamar, su linda hermana.// [IGR # 0140] #8673
Un rey tenía un hijo / que Tranquilo se llamaba//a la edad de quince años / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #476
Un sacerdote de misa / de las ánimas pastor,//se enamoró de una niña / desde que la bautizó.// [IGR # 0083] #5569
Un señor tenía tres fies / toes tres como la plata//y la más hermosa delles / Delgadina se llamaba.// [IGR # 0075] #4954
Un sevillano en Sevilla / siete hijas le dio Dios,// la mala suete que tuvo / ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #891
Un sevillán, sevillán, / siete de que ver;//un día la más pequeña: / --Madre, qui`ó servir al rey.// [IGR # 0231] #530
Un valenciano en Valencia / siete hijas le dio Dios,// la mala suerte que tuvo / que ninguno fue varón.// [IGR # 0231] #896
Un viernes partió el Señor / a la ciudad de Samalia//antes de llegar a él / el calor le fatigaba.// [IGR # 0187] #2072
Vacas guarda la pastora, / vacas guarda, vacas cuida,// el día está caloroso, / la pastora se dormía.// [IGR # 0212] #1270
Vai o conde, conde Nino, / seu cavalo vai banhar,//enquanto o cavalo bebe, / canta um lindo trovar.// [IGR # 0049] #6443
Vai o conde e a condessa / . . . //ambos vão tomar a sesta à sombra do verde prado;// [IGR # 0338] #6945
Vai-se o lobo às ovelhas, / além, naquela ramada.//--Tem-te, lobo, tem-te, lobo, / não me vás à rebanhada,// [IGR # 0235] #7473
--Vai-te, meu D. Bruno, / vai-te e vem logo,//dize à tua mãe, / que venha aqui logo.// [IGR # 0155] #6599
. . . / va la Virgen pa Belén;//en la mitad del camino / pidio el Niño que beber.// [IGR # 0226] #3522
Valdemoros, Valdemoros, / qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2424
Valdovino va de caza / y él de caza no venía,// vai buscalo, don Bernardo, / que Dios te lo pagaría.// [IGR # 0103] #691
--¡Válgame Dios y la Virgen / y todo el santo San Gil!//¿Quién es este caballero / que a mis puertas dice: abrid?// [IGR # 0222] #3486
--¡Válgame el Dios de los cielos, / también mi patrón San Gil!//¿Quién es este caballero / que mi puerta quiere abrir?// [IGR # 0222] #3581
--¡Válgame la Virgen pura / y mi padre san Gil,//que antes de llegar a la puerta / se me ha apagado el candil!// [IGR # 0234] #5014
--¡Válgame la Virgen santa! / ¡Válgame el señor san Gil!//¿quién es ese caballero / que mis puertas viene a abrir?// [IGR # 0222] #5053
Válgame nuestra Señora / y la Virgen soberana.//--Delgadiña, Delgadiña, / Delgada da miña i-alma, [IGR # 0075] #4939
Válgame Santa Ana, valga, / sagrada Virgen María//si hombre que a mujeres llega, / si se le perdonaría.// [IGR # 0020] #1800
--Valha-me Nossa Senhora / e o cavaleiro São Gil,//que cavaleiro é este / que me não deixa dormir?// [IGR # 0222] #6859
--Valha-me Nossa Senhora / e `ó milagroso São Gil;/que cavaleiro é este / que me não deixa dormir?// [IGR # 0222] #6863
--Valhame Nossa Senhora / e o milagroso São Gil. //Que cavaleiro é este / que não deixa dormir? // [IGR # 0222+0168] #6900
--Vamonos para Madrid,/ que dicen que hay buenas damas,//unas las hay muy bonitas,/ bonitas bien adornadas, [IGR # 0249] #4895
Vámonos para Madrid / que dicen que hay lindas damas//dicen que las hay bonitas, / bien vestidas y adornadas!// [IGR # 0249] #1980
Vamos a cantar, señores, / estas coplas de la niña,// que cautivaron los moros / en los riscos de Melilla,// [IGR # 0169] #2536
Vamos a cantar, señores, / estos cuplés de la niña,//que han cautivado los moros / en los riscos de Melilla.// [IGR # 0169] #1216
Vamos con don Juan de Amores / que está malito en la cama;//cuatro médicos lo asisten, / los merjoritos de España.// [IGR # 0006] #2453
--Vamos ju`ando` al hilo de oro / y al hilo `e plata también,//que me ha dicho una señora / que lindas hijas tenéis.// [IGR # 0224] #3517
Vamos ver a barca bela / que do céu caiu ao mar;//Nossa Senhora vai nela, / os anjinhos a remar.// [IGR # 0435.2] #2918
Van camino de Roma / dos peregrinos,//pa que los case el Papa / porque son primos,// [IGR # 0142] #3196
Varen vení á n-aquet mon / Don Dalmau y dona María,//quant ells n` eran petitets / jugaren de maynadilla// [IGR # 0418] #8577
Varias guerras se publican / en la tierra y en el mar,// y a la condesa le llaman / por teniente capitán.// [IGR # 0110] #9603
--Vecina, vecina mía, / vecina, vecina no,//mi gallina se ha perdido / y usté fue quien la cogió.// [IGR # 3012] #9764
Vecinita, vecinita, / vecinita del balcón.//¿Ha visto usté una gallina / que ayer tarde se perdió?// [IGR # 3012] #9765
Vela, vela el moro Murcia, / en el campo estaba armado//de espadas y pistoletas / y un brioso caballo,// [IGR # 0061] #5378
Velo, velo viene el moro, / ya viene por la calzada,// viene tirando a los bolos, / viene jugando a la barra.// [IGR # 0045] #643
Vem-te cá, mê filho mais velho, / tira-m`aqui este dente.//Metê-lhe o dedo na boca, / o pai apertou-lhe sempre.// [IGR # 0002] #2597
--Venerando, Venerando, / mi caballero pulido,//a las diez se acuesta el rey / y a las once está dormido,// [IGR # 0023+0110] #3799
Venga mi hijo el mayor, / por ser el más desgraciado,//méteme un dedo en la boca, / que tengo un diente dañado.// [IGR # 0346+0003] #2999
--Vengo brindado, Mariana, / para una boda el domingo.//--Esa boda, don Alonso, / debiera ser conmigo.// [IGR # 0172] #9261
--Venhas embora, marido, / boa seja a vossa vinda,//que vos quero perguntar / que dizem lá pela vila.// [IGR # 0165] #7607
--Venha ver, meu pai, venha, / tenho novas a contar,//olha que o Conde d` Alamanha / p`r`à cama me quis levar.// [IGR # 0095] #6791
--Venho da Virgem da Lapa / mais valente que cansada;//se eu tivera companhia / ainda para lá tornava// [IGR # 0165] #7615
--Venho da Virgem da Lapa / mais valente que cansada.//Disseram a seu marido / que ela andava namorada,// [IGR # 0165] #7617
Venía um cavaleiro / de Roncesvales, da guerra;//no fundo de lindo outeiro / vira estar uma donzela.// [IGR # 2861] #2683
Venturoso labrador / que da súa arada viña//viña rezando o rosario / d`a cabalo da burriña,// [IGR # 0185] #1755
Verdes parras tem a vinha, /ricas uvas nela achei, / tem maduras, tão coradas. . . / Estão dizendo "comei"// [IGR # 2972] #2765
Veste de en melita en melita / veste de lugar en lugar//y en el medio del camino / un pajercito hallaras// [IGR # 0023+0110] #4255
Vestida (d)e paños de seda, / casada con un mancebo.//Este tal tenía un hijo / que a los diez años no llega.// [IGR # 0096] #603
-Vesti-vos vós, minha filha, / vesti-vos d` ouro e prata,//detende-me aquele moiro, / de palavra em palavra.// [IGR # 0045] #6011
Victorioso vuelve Ercilo / de los moros de Valencia.// . . . / por dar aviso que llega,// [IGR # 0048] #3445
Viene de Andalucía / un caballero de fama// [IGR # 0838] #2019
Vieram os três reis / com muita alegria,//visitar o filho / da Virgem Maria.// [IGR # 0770] #2779
Viernes Santo, Viernes Santo, / de pechos en las armenias,viendo la ciudad de Roma / cómo se abrasa y se quema.// [IGR # 0065+0079] #9362
Viernes santo, Viernes santo, / Viernes santo, en aquel día //pasó la Virgen María / en busca de su hijo amado,// [IGR # 1537.1] #5081
Vilaninha me sondes ora / Vilana sou, mas não vossa// Como passa la vilana / lá no rio sem uma ponte?// [IGR # 2904] #2751
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--El hijo del rey don Juan / está malito en España.--// [IGR # 0006] #2425
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--El rey príncipe don Juan / está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2386
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La muerte del rey don Juan / que está malito en la cama;// [IGR # 0006] #2480
Villanueva, Villanueva, / ¿que se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malilto en la cama.// [IGR # 0006] #2337
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2333
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #676
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2429
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que esta malito en la cama.// [IGR # 0006] #674
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?//--La vida del rey don Juan, / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2432
Villanueva, Villanueva, / ¿qué se cuenta por España?// . . . / que está malito en la cama.// [IGR # 0006] #2369
--Vinde abrir a porta / ao cego perdido, //ó minha menina, / que venho ferido.// [IGR # 0189] #7058
Vinde para mim, / meu Deus e Senhor;//salvai a minh`alma, / que eu sou pecador.// [IGR # 2878] #2800
Vindo a dona Silvana / pelo seu corredor acima,//tocando uma guitarra / que até le retenia,// [IGR # 0503] #6691
Vindo dom conde Lindes, / numa noite de luar,//a dar água aos seus cavalos, / ele se pôs a cantar.// [IGR # 0049] #6444
Vindo dona Issirvana, / polo corredor acima,//tocando guitarra d` ouro, / oh que tão bem na tangia!// [IGR # 0503] #6653
Vindo dona Silvana / pelo corredor acima,//tocando numa guitarra / dos melhores toques que havia,// [IGR # 0503] #6674
Vindo o lavrador da arada, / encontrou um pobresinho//o pobresinho lhe disse: / --Leva me no teu carrinho.--// [IGR # 0185] #2088
Vindo um cavaleiro / pedindo pousada,//eu o despedia / e meu pai lha dava.// [IGR # 0173] #7630
Vind` un caçador de caza, / . . . //los perros iban cançados / y ello tam`ién lo iba;// [IGR # 0164+0100] #7260
Vinha lo sol dos oiteiros, / já era claro lo dia,//e lo Conde d` Alemanha / e la rainha dormia.// [IGR # 0095] #6802
Viniendo de Cartagena / cayó un marinero al agua.//El diablo, como es tan pillo, / buscaba perder un alma.// [IGR # 0180] #5257
Viniendo yo de las Indias, / queriendo saltar en tierra//vi(de) asomada en la ventana / una niña blanca y bella,// [IGR # 0500] #2024
Vino un parte a Gerineldo / que tiene que servir al rey//todavía no había cumplido / si a los siete años no vengo// [IGR # 0023+0110] #4307
. . . Vio venir un caballero / con una carga de leña//Lo agarró por la mano, / para su cueva lo lleva.// [IGR # 0233] #1836
Virgem Santa, Virgem Santa, / em capela d` alegria, //onde vai a gente toda / a cumprir a romaria. // [IGR # 0456] #7072
Víspera de los Reyes / la primer fiesta del año,//en que el hijo del rey moro / pide a su padre aguinaldo.// [IGR # 0056] #5379
Vísperas de santos reyes, / segunda fiesta del año,//cuántos galanes y damas / al rey piden aguinaldo// [IGR # 0056] #2991
Vistióse de romerita / y echóse en su busquedad.//En mitad de aquel camino / se encontró con un pajar// [IGR # 0023+0110] #4125
Vi venir un caballero / por el alto de la sierra//atrevíme y le pregunté / si venía de la guerra.// [IGR # 0113] #221
Vivía un soldadito / en la ley de Dios humana;//tenía de devoción / de oír misa en Santa Clara.// [IGR # 0445] #8662
Voces daba el marinero / bajo de la mar salada,// que clamaba a nuestro Dios, / que le sacase del agua.// [IGR # 0180] #1281
Voces daba el marinero / dentro de la mar salada,// voces daba al Rey del Cielo, / voces daba que se ahogaba.// [IGR # 0180] #1273
Voces daba el marinero, / que se ahogaba, que se ahogaba//El demonio que non duerme / atsí se tsi priparaba.// [IGR # 0180] #3292
Voces daba el mariñero, / voces daba, que se afogava.//Respondió el mal demonio / del otro lado del agua:// [IGR # 0180] #7692
Voces daba el marinero, / voces daba que se ahogaba.//Le respondiera el demonio / del otro lado del agua.// [IGR # 0180] #7693
Voces daba un alma sola, / voces daba que non vía//iba a casa Santiago / i o camiño non sabía.// [IGR # 0797] #1641
Voces daba un marinero, / voces daba que se ahogaba;//le ha respondido el demonio / al otro lado del agua.// [IGR # 0180] #194
Voces daba un marinero, / voces daba que se ahogaba//le respondiera el demonio / del otro lado del agua:// [IGR # 0180] #1767
Voces daba un marinero / voces daba que se ahogaba,//y le respondió el demonio / del otro lado del agua:// [IGR # 0180] #8678
Vola, vola, passerell / Déu te dó llarga volada,//ja diràs a mon parent / que mon pare m`ha casada,// [IGR # 2730] #9538
Vos peço, madre querida, / pelo sangue derramado,//qu`em vosso filho vindo, / nada le seja contado,// [IGR # 0077] #2720
--Vou-me fazer uma aposta / de perder ou de ganhar,//de dormir com Mariana / antes do galo cantar.// [IGR # 0159] #6070
Vou-te deixar, minha amada, / sete i-anos vou viajare.//Lá ao fim dos sete i-anos / fiel me virás achar.// [IGR # 2859] #2671
Vozes dava o marinheiro, / vozes dá que se afundava.//Respondeu-lhe o mau demónio / das outras bandas da água:// [IGR # 0180] #2815
Vozes dava o marinheiro, / vozes dava, que se afogava.//Respondeu-lhe o Diabo / do outro lado da água:// [IGR # 0180] #7697
Vozes dava o marinheiro, / vozes dava, que se afogava.//Respondeu-lhe o mau demónio / das bandas de além da água:// [IGR # 0180] #7695
Vozes dava o marinheiro, / vozes de que se afogava.//Respondeu o mau demónio / da outra banda da água:// [IGR # 0180] #7698
Vuelta, vuelta, bueyes negros, / que se me olvidó la hijada// La puerta la dejé abierta / y ahora la encuentro cerrada,// [IGR # 0436] #1297
Xa bate o sol na vidreira, / xa no pazo loce o dia,//cando o conde d`Alemana / coa linda reina dormía.// [IGR # 0095] #4551
Xan Guindan querse casar, / non ten a muller buscada,//foille faelo amor / á filia da tía Xuana.// [IGR # 0883] #4929
Y Abrán tenía un hijo, / muy querido y estimado,,//y un día estando en la mesa / todos juntos merendando,// [IGR # 0201] #8994
Ya cabalga Calaínos / a la sombra de una oliva,// el pie tiene en el estribo, / cabalga de gallardía.// [IGR # 0609] #1622
Ya camina don Alonso, / lleva la reina consigo// a parir a Zaragoza / porque era zaragozana.// [IGR # 0030] #636
Ya camina don Belarde, / don Belarde ya se va,//ya ha puesto pie en el estribo / pa empezar a caminar// [IGR # 0110] #3895
Ya camina don Belarde, / ya camina, ya se va,// ya pone el pie en el estribo / para irse a caminar.// [IGR # 0110] #1142
Ya camina don Belardo, / ya camina ya se va//y a su esposita la deja / pequeña de tierna edad// [IGR # 0110] #3908
Ya camina don Bernardo, / ya camina ya se va//y deja a la doncellita / de catorce años na mas// [IGR # 0110] #3913
Ya camina don Brillante, / ya camina ya se va//y a su querida Isabel / solita la deja ya.// [IGR # 0110] #3911
Ya camina don Velarde / ya camina ya se va,//y a su esposita la deja / de quince años nada mas// [IGR # 0110] #3902
Ya camina ya Bernardo, / ya camina ya se va//y a su esposita la deja / de catorce años de edad// [IGR # 0110] #3914
(Y) a caza iba y a caza / el infante Juan García,//lleva los galgos cansados / de subir cuestas arriba.// [IGR # 0183] #3351
Ya dije en la primera parte / cómo van por el camino//don Jacinto con Leonor, / ambos del amor rendidos.// [IGR # 5035] #3541
Ya la guerra se publica / en la tierra y en el mar//y al conde Flores le nombran / por capitán general.// [IGR # 0110] #4399
Y a la puerta de don Aire, / limosna pedían;//lo parte la madre, / lo baja la hija.// [IGR # 0189+0148] #6219
Y a la verde, verde / y a la verde oliva,//donde cautivaron / y a las tres cautivas.// [IGR # 0137] #3131
Ya le ha tocado la quinta / de capitán general.//si a los siete años no vengo / niña te puedes casar// [IGR # 0023+0110] #4206
Y al la puerta de Aire / un pobre pedia; //de parte` la madre, / lo baja la hija. // [IGR # 0189+0148] #6225
Ya llegó don Juan Barros / vaquero del Agua Fría,// con su caballo cansado / de correr todito el día.// [IGR # 0407] #3500
Y allí [prop] á la Roca / Cristo s` hi va posá.//Un minyonet ho veya, / minyó de poca edat,// [IGR # 2757] #7923
Ya mandara el rey / por todo España un pregón,// que vayan a luchar / de cada casa un varón.// [IGR # 0231] #899
Ya n` eran tres dallavres / qu` en dallan del bon blat,//la-un dalla que dalla, / l`altre no vol dallá.// [IGR # 1085] #7867
Ya piensa don Bernaldino / su amiga visitar;// da voces a los sus pajes, / de vestir le quieran dar.// [IGR # 2328] #1566
. . . Y a quien me da, la daré / otras riquezas más grandes.//que las tengo reguardadas / en el reino de mi padre.--// [IGR # 0605.1] #117
Ya sabrás, doña Leonor, / dónde tiene usté el marido//--Mi marido no está en casa, / no viene hasta el domingo.--// [IGR # 0699] #2030
Ya sale el Rey de los Cielos, / el soberano supremo//aquel que sale triunfante / de su hermosísimo templo;// [IGR # 0793] #2102
Ya salía el condecillo / la mañana de San Juan//a dar agua a su caballo / a las orillas del mar.// [IGR # 0049] #5293
Ya salió don Alonso, / ya se salió de su casa;//lleva la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #9037
Ya se armara una guerra / de Francia pa Portugal;//ya mandan a Gerineldo / por capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4127
Ya se camina don Bardo / ya se camina ya se va//ya le pregunta su esposa / que pa cuando volvera// [IGR # 0110] #3917
Ya se comenzo la guerra / ya tiran a pelear//di-me dueño de mi vida / po cuantos días te vas// [IGR # 0110] #3992
Ya se declaró la guerra / de Francia con Portugal//a Gerineldo lo nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4278
Ya se declaró la guerra / ya se marchó el general//le pregunta la princesa / por cuanto tiempo te vas// [IGR # 0110] #4003
Ya se descubren las torres / por esos cerros y templos//y a la Virgen soberana / el frío la va asistiendo.// [IGR # 0560] #272
. . . //Ya se echan a parir / todas las dos en un día. //Las comadres son lijeras / trocan a las criaturas.// [IGR # 0136] #8035
Ya se embarca don Bernardo, / ya se embarca, ya se va,// y queda la Isabelita / con catorce años de edad,// [IGR # 0110] #1150
Ya se ha empezado la guerra / entre Francia y Portugal// al señor conde lo llaman / por capitán general.// [IGR # 0110] #4080
Ya se ha formado la guerra / entre Francia y Portugal//y al conde le han nombrado / el capitán general.// [IGR # 0110] #304
Ya se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal//y le toco a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4333
Ya se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal,//y le tocó a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9420
Ya se ha movido la guerra / entre Francia y Portugal// al conde Flores lo llaman / por capitán general.// [IGR # 0110] #4081
Ya se levantan las guerras / con Francia y con Portugal//a don Varío le ha tocado / por capitán general.// [IGR # 0110] #3966
Ya se levanta una guerra / de Francia pa Portugal//y llevan a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4130
Ya se marcha don Belarde, / ya se marcha ya se va//y a su esposita la deja / pequeña y de poca edad// [IGR # 0110] #3900
Ya se marcha don Bernardo, / ya se marcha ya se va//y deja la doncellina / de catorce años de edad// [IGR # 0110] #3912
Ya se marcha el conde Flores, / ya se marcha ya se va//a poner guerras en Burgos / porque en Francia no las hay// [IGR # 0110] #3887
Ya se marcha el conde Flórez, / ya se marcha ya se va//a poner guerras en Burgos / porque en Francia no las hay// [IGR # 0110] #3886
Ya se murió el rey Alfonso, / el que a Toledo ganara//y, por ser el rey tan güeno, / su muerte fue tan llorada.// [IGR # 0089] #1873
Ya se nombro una guerra / en Francia y en Portugal//ya a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4336
Ya se parte el conde el Arco / ya se parte ya se va//le pregunta su esposita / cuantos meses tardaras// [IGR # 0110] #3951
Ya se pasan los siete años / y algún día de más,//ya volvió don Alonso / a la Mariana a brindar.// [IGR # 0255+0172] #9264
Ya se prenuncia la guerra, / ya se vuelve a prenunciar;//el rey-conde Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4257
Ya se publica la guerra / la mandan a publicar// al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4017
Ya se publica la guerra / la mandan a publicar//Gerineldo se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4271
Ya se publica la guerra, / ya se manda publicar,//y a Gerineldo lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #9429
Ya se publica la guerra / y se vuelve a publicar//y Gerineldo cupido / a servir al rey se va// [IGR # 0023+0110] #4258
Ya se publican las guerras / entre Francia y Portugal//los ojos de la romera / no dejaban de llorar.// [IGR # 0110] #298
Ya se publican las guerras / por Francia y por Portugal//nombraron al conde Airón / por capitán general.// [IGR # 0110] #4040
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar// al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4026
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4028
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4019
Ya se publican las guerras, / ya se mandan publicar//y al rey-conde se lo llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4021
Ya se publicó la guerra / la guerra esta publica//con el duque blancaflor / que el ha mandado llamar// [IGR # 0110] #3999
Ya se publico la guerra / ya se publica en liberal//y a Gerineldo le llevan / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4273
Ya se sale de Toledo / el conde don Julián,//él y su hija la Cava / muy mal enojados van;// [IGR # 0247] #4538
Ya se sale don Alonso, / ya se sale de su casa,//lleva a la reina consigo / de siete meses preñada.// [IGR # 0030] #4435
Ya se sale Guiomar / de los baños de bañar// colorada como la rosa, / su rostro como cristal.// [IGR # 0492] #1604
Ya se sale la leona, / entre la paz y la guerra//con sus dos queridas hijas, / Blancaflor y Felimena.// [IGR # 0184] #3717
Ya se salen de Jaen / los trescientos hijosdalgo:// mozos codiciosos de honra, / pero más enamorados.// [IGR # 0271] #1481
Ya se salía el rey moro / de Granada para Almería,// con trescientos moros perros / que lleva en su compañía.// [IGR # 0304] #1488
Ya se salió don Alonso / ya se salió de su casa//ya queda la triste reina / de ocho meses embarazada.// [IGR # 0030] #9034
Ya se termina la guerra, / ya se marcha el general//le pregunta su romera / para cuanto tiempo va// [IGR # 0110] #4005
Ya se van los cien quintados, / cien quintos para la guerra;//en medio de ellos va uno, / hombre de valor y fuerza.// [IGR # 0176] #3010
Ya se van los quintos, madre, / ya se van para la guerra;//en media de ellos va uno, / hombre de valor y fuerza.// [IGR # 0176] #3008
--Ya te habís acostumbrado / a andar con malas ojotas,//si te casaras conmigo /te pusieras ricas botas.// [IGR # 0191] #3498
Ya tocan a misa en Roma / en la iglesia de Santiago. //Por la calle de las Culpas / mucha gente iba entrando;// [IGR # 0149] #4880
Ya van a sacar la quinta, / la quinta van a sacar,//y al vizconde se le llevan / de capitán general.// [IGR # 0110] #4007
Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//viene con el afán / de ver a su hijo.// [IGR # 0080] #8856
Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//ya viene que vuela / por ver a su niño.// [IGR # 0080] #3146
Ya viene don Pedro / de la guerra herido,//y viene corriendo / por ver a su hijo.// [IGR # 0080] #5919
Ya viene don Pedro / de la guerra muy herido,//viene sofocado / por ver a su hijo.// [IGR # 0080] #1235
Ya viene don Pepe / de la guerra herido,//ya viene con ansias de ver a su hijo.// [IGR # 0080] #3015
Ya vienen los cativos / con todas las cativas,//entre eyos havía / una blanca niña.// [IGR # 0169] #3698
Y de caza ya salieron / los cazadores del rey//ni encontraron caza viva / ni conejos que traer.// [IGR # 0133] #3354
Y el rey moro tenía un hijo / que Tranquilo se lamaba;//y un dia, estando comiendo, / se enamoró de su hermana.// [IGR # 0140] #6361
Yendo por el campo arriba, / con mi caballo trotón,//me encontré con dos madamas / bellas, rubias, como el sol.// [IGR # 0612] #5646
Yendo yo un camino abajo / la muerte me reprendía.//--Confiésate, penitente, / porque la muerte te avisa.// [IGR # 0020] #9357
Y en el diez y seis de mayo / una guerra se ha formado//y han puesto a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4305
(Y) en el palacio del rey / hay una hierba malvada//que todo el que la pisara / se quedaría malvada.// [IGR # 0138] #9500
Y en medio de su jardín / se paseaba la reina//con sus dos hijas al lado / Blancaflor y Filomena.// [IGR # 0184] #3615
(Y) En Provincia de Caciris / y en la calle La Tarjeta,//allí vivía una moza / que era la propia violeta.// [IGR # 5034] #9809
Y en una casita humilde / (y) una enfermita habitaba// que estaba la pobre enferma / estaba enfermita en la cama// [IGR # 0193] #3118
Y estaba el rey Fernandillo, madre//dando agua a su caballo / a las orillas del mar// [IGR # 0049] #329
Y estando el gatito pardo / en silla de oro sentado,// le viniera una carta / que el gato iba a ser casado// [IGR # 0144] #1341
Y) estando fray / Pedro sentaíto ar sol,//(y) el hábito abierto / y afuera el cordón,// [IGR # 0665] #9759
Y estándose una señora / bordando pañuelos de seda//vio venir un caballero / por alta sierra y morena.// [IGR # 0113] #8168
Y estando una señorita / sentadita en su balcón//pasó por allí un caballero / --Con usted durmiera yo//. [IGR # 0234] #9067
. . . Y la más chiquitina / Delgadina se llamaba.//Un día estaba comiendo / de su hij[a] se enamoró.// [IGR # 0075] #94
Y le han dado las estrellas / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4298
Yo be la coneixeria / amb un brillant que li da//s en descorda la cutilla / y l brillant li ensenya// [IGR # 0110] #4064
Yo entraba a la puerta, / se me apagara el candil.//--Vete tú, mi nuera, / y busca una flama.// [IGR # 0373] #8866
Yo ma casé con un mozo / muy salao y muy pulido//yo me casé por mi gusto, / mala cuenta me ha salido.// [IGR # 0273] #510
Yo me adamé una amiga / dentro en mi corazón;// Catalina había por nombre, / no la puedo olvidar, no.// [IGR # 0671] #1557
Yo me alevantí un lunes, / un lunes por la mañana,//tomí arco y filecha / me asentí en la ventana.// [IGR # 0436] #3706
Yo me estaba reposando, / durmiendo como solia,//recorde, triste, llorando / con gran pena que sentia.// [IGR # 0081] #8973
Yo me estando en Tordesillas / por mi placer y holgar,// vínome al pensamiento, / vínome a la voluntad// [IGR # 0127] #1514
Yo me estando, madre, / en mi rico vergel,//una mala vieja / me vino a vencer.// [IGR # 0416] #8050
Yo me levantara un lunes, / un lunes antes de albor,//cogiera mi cantarito / y a la mar me echí a fólgar.// [IGR # 0831+0222] #8803
Yo me levantara un lunes, / un lunes por la mañana,//cogiera mi cantarito / y a la fuente fui por agua.// [IGR # 0707] #8865
Yo me levantí / un lunes por la mañana//y al hijo del rey / hallíle polvo y ceniza.// [IGR # 0802] #0
Yo m` en pujo costa amunt / amunt la costa solana,//quant ne soch á mitx camí / sento una veu prima y clara,// [IGR # 0937] #7895
Yo me partiera de Burgos, / Burgos a Salamanca.//En mitad de aquel camino, / del cielo cayó una carta,// [IGR # 0006] #5896
Yo me quería casar / con un mocito barbero;//mi padre no lo quería, / me encerraron en un convento.// [IGR # 0225] #5271
Yo me quería casar / con un mocito barbero,//y mi madre no quería / mocito de ministerio.// [IGR # 0225] #3194
Yo me quería casar / con un mocito barbero//y mi padre me quería / monjita del monasterio.// [IGR # 0225] #5273
Yo me quería casar / con un mocito barbero//y mis padres me querían / monjita de monasterio.// [IGR # 0225] #1919
Yo me quería casar / con un. niñito muy bueno,//y mis padres me querían / monjita de un monasterio.// [IGR # 0225] #3526
Yo me yva para Francia, / do padre y madre tenia,//errado avia el camino, / errado avia la via;// [IGR # 0100] #8382
Yo nací pobre y mezquino, / una grande probería.//Caí en puertas de rey / por servirlo toda mi vida.// [IGR # 0073+0086+0622] #8049
Yo no soy peña dorabre, / yo no soy dorabre peña//ue las peñas dando golpes / de un lado y del otro quiebran;// [IGR # 0209] #2182
Yo Peidru Prietu y Llombardu, / vecino de este conceyu//natural de Sobrescobiu, / porque era de allá mi abuelu;// [IGR # 2804] #8312
Yo salí de mis torneos, / me fui pa la morería,//me he encontradito una mora / lavando en la fuente fría.// [IGR # 0169] #3039
Yo so fill de la Valldaura / m` hi criat á Castelló,//N` hi acabat l`aprenentatje / m` hi posat festejadó// [IGR # 1041] #3667
Yo soy la recién casada, / a nadie le gustará,//me abandonó mi marido / por la mala libertada// [IGR # 0113] #5304
--Yo soy la recién casada, / de mí nadie gozará,//me abandonó mi marido / por la mucha libertad./ / [IGR # 0113] #4724
--Yo soy la recién casada, / hace un mes que me casé.//Mi marido me abandona / por amar otra mujer./ / [IGR # 0113] #4715
--Yo soy la recién casada, / ¿no me han visto a mi marido?//--No, señora, no, señora, / déme seña y le diré./ / [IGR # 0113] #4717
--Yo soy la recién casada, / que he venido de Panamá,//en busca de mi marido / y no sé dónde estará./ / [IGR # 0113] #4723
--Yo soy la recién casada / que nadie me gozará;//yo abandoné a mi marido / por gozar la libertad.// [IGR # 0113] #5302
--Yo soy la recién casada / que nadie me gozará,//me abandonó mi marido / por amar la libertad.// [IGR # 0113] #5307
--Yo soy la recién casada / que nunca me casaré;//me abandonó mi marido, / pero aquí lo esperaré.// [IGR # 0113] #5300
--Yo soy la recién casada, / que vengo de Panamá,//abandoné a mi marido / por amar la libertad./ / [IGR # 0113] #4722
--Yo soy la recién casada, / venida de Panamá,//mi marido me abandona / por la mucha libertad./ / [IGR # 0113] #4721
--Yo soy la recién viuda, / hace un año me casé,//mi marido me ha abandonado / por amar la libertad./ / [IGR # 0113] #4726
--Yo soy, yo soy la viudita / que no ceso de llorar; //me abandonó mi marido / por seguir la libertad.// [IGR # 0113] #5318
. . . Yo te absuelvo, penitente, / si cumples lo que te digo//tienes que ir descalzo a Roma / sin comer nin beber vino,// [IGR # 0121] #1799
Yo te brindo, Marïana, / pa mis bodas el domingo// Esas bodas, don Buïso, / debían de ser conmigo.// [IGR # 0172] #826
Yo tenía una huerta / toda sembrada de granos//cuando vino la cosecha / todas se volvieron nabos.// [IGR # 0765] #1850
Yo tenía un buen amigo / y atan galán y tan cortés, //por darle el buen consejo / no me lo quiso recibir:// [IGR # 0266] #8054
Yo vide una Serranita / brincando de piedra en piedra.//Desafióme la serrana, / desafióme y desafiéla;// [IGR # 0233] #7409
Yo vi vajar un vaquero / por l` oriya`e un renoval//`etrrás di una vaca negra / orejana y sin señal.// [IGR # 2986] #3510
Y se formara una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le nombran / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4348
Y se ha formado una guerra / en raya de Portugal//y llaman a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4351
Y se ha formado una guerra / entre Francia y Portugal;//llevaron a Gerineldo / de capitán general.// [IGR # 0023+0110] #4234
Y se revuelve una guerra / entre Francia y Portugal//y a Gerineldo le toca / de general capitán// [IGR # 0023+0110] #4339
Y una costurera vino / de la parte del Oriente//a hacerle la canastilla / y a Jesús que está en el vientre.// [IGR # 0889] #3187
Y un águila vi volar / tan alta que al cielo llega,//y cuando la vi bajar / baja humilde a una ribera./ / [IGR # 0233] #7286
(Y) una hija tiene el rey, / una hija regalada,//su padre, por más valor, / un castillo la fraguara:// [IGR # 0098] #7806
Zagala que en este monte / guardaba un hatajo `e cabras//pa nuestro favor ha sido / de una hermosa zagala// [IGR # 0214] #255
Zagaleja que en el monte, / en el monte guardas cabras,//al pie de una piedra oscura / se ha sentado una mañana.// [IGR # 0214] #8681
Zuliana en el castillo, / con ese moro galane.//Juegando iban a los dados, / por grande gusto tornare.// [IGR # 0312] #5910
Back
Pan-Hispanic Ballad Project Home Page
Email: petersen@uw.edu